Pular para o conteúdo

Questões do ENEM: nível médio

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

27.392 questões encontradas. Mostrando a página 1210 de 1370.

  • F5E91F3C-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UEL · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto VI e a charge e responda a questão.

    Texto VI 

    Pau de Dois Bicos
    Um morcego estonteado pousou certa vez no ninho da coruja, e ali ficaria de dentro se a coruja ao regressar não investisse contra ele.
        – Miserável bicho! Pois te atreves a entrar em minha casa, sabendo que odeio a família dos ratos?
        – Achas então que sou rato? Não tenho asas e não vôo como tu? Rato, eu? Essa é boa!...
    A coruja não sabia discutir e, vencida de tais razões, poupou-lhe a pele.
    Dias depois, o finório morcego planta-se no casebre do gato-do-mato. O gato entra, dá com ele e chia de cólera.
        – Miserável bicho! Pois te atreves a entrar em minha toca, sabendo que detesto as aves? 
        – E quem te disse que sou ave? - retruca o cínico - sou muito bom bicho de pêlo, como tu, não vês? 
    – Mas voas!...
    – Vôo de mentira, por fingimento...
    – Mas tem asas! 
    – Asas? Que tolice! O que faz a asa são as penas e quem já viu penas em morcego? Sou animal de pêlo, dos legítimos, e inimigo das aves como tu. Ave, eu? É boa...
    O gato embasbacou, e o morcego conseguiu retirar-se dali são e salvo.

    Moral da Estória: 
    O segredo de certos homens está nesta política do morcego. É vermelho? Tome vermelho. É branco? Viva o branco! 

    (MONTEIRO LOBATO, José Bento. Fábulas. 45. ed. São Paulo: Brasiliense, 1993. p. 49.)

    Imagem da questão de Português, UEL 2010, Interpretação de Textos
    (SASSÁ. Jornal de Londrina, Londrina, 23 jul. 2010. p. 2.)
    A charge de Sassá refere-se a um problema que afeta a cidade de Londrina e muitas outras cidades brasileiras: o risco de contrair doenças transmitidas pelas pombas que vivem na região urbana. O que permite ao morcego, da fábula, e à pomba, da charge, disfarçarem sua condição é
    Escolha uma alternativa para a questão f5e91f3c-b0
  • F5E4A7E4-B0

    Português

    Sintaxe
    UEL · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto VI e a charge e responda a questão.

    Texto VI 

    Pau de Dois Bicos
    Um morcego estonteado pousou certa vez no ninho da coruja, e ali ficaria de dentro se a coruja ao regressar não investisse contra ele.
        – Miserável bicho! Pois te atreves a entrar em minha casa, sabendo que odeio a família dos ratos?
        – Achas então que sou rato? Não tenho asas e não vôo como tu? Rato, eu? Essa é boa!...
    A coruja não sabia discutir e, vencida de tais razões, poupou-lhe a pele.
    Dias depois, o finório morcego planta-se no casebre do gato-do-mato. O gato entra, dá com ele e chia de cólera.
        – Miserável bicho! Pois te atreves a entrar em minha toca, sabendo que detesto as aves? 
        – E quem te disse que sou ave? - retruca o cínico - sou muito bom bicho de pêlo, como tu, não vês? 
    – Mas voas!...
    – Vôo de mentira, por fingimento...
    – Mas tem asas! 
    – Asas? Que tolice! O que faz a asa são as penas e quem já viu penas em morcego? Sou animal de pêlo, dos legítimos, e inimigo das aves como tu. Ave, eu? É boa...
    O gato embasbacou, e o morcego conseguiu retirar-se dali são e salvo.

    Moral da Estória: 
    O segredo de certos homens está nesta política do morcego. É vermelho? Tome vermelho. É branco? Viva o branco! 

    (MONTEIRO LOBATO, José Bento. Fábulas. 45. ed. São Paulo: Brasiliense, 1993. p. 49.)

    Imagem da questão de Português, UEL 2010, Sintaxe
    (SASSÁ. Jornal de Londrina, Londrina, 23 jul. 2010. p. 2.)
    Considerando o trecho em negrito no texto Pau de dois bicos, assinale a alternativa correta. Nos dois casos, a palavra “mas”
    Escolha uma alternativa para a questão f5e4a7e4-b0
  • F5D8EFA9-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UEL · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto V e responda a questão. 

    Texto V

    O “Adeus” de Teresa

    A vez primeira que eu fitei Teresa,

    Como as plantas que arrasta a correnteza,

    A valsa nos levou nos giros seus...

    E amamos juntos... E depois na sala

    “Adeus” eu disse-lhe a tremer co’a fala...

    E ela, corando, murmurou-me: “adeus.”

    Uma noite... entreabriu-se um reposteiro...

    E da alcova saía um cavaleiro

    Inda beijando uma mulher sem véus...

    Era eu... Era a pálida Teresa!

    “Adeus” lhe disse conservando-a presa...

    E ela entre beijos murmurou-me: “adeus!”

    Passaram tempos... séc’los de delírio

    Prazeres divinais... gozos do Empíreo...

    ... Mas um dia volvi aos lares meus.

    Partindo eu disse – “Voltarei!... descansa!...”

    Ela, chorando mais que uma criança,

    Ela em soluços murmurou-me: “adeus!”

    Quando voltei... era o palácio em festa!...

    E a voz d’Ela e de um homem lá na orquestra

    Preenchiam de amor o azul dos céus.

    Entrei!... Ela me olhou branca... surpresa!

    Foi a última vez que eu vi Teresa!...

    E ela arquejando murmurou-me: “adeus!” 

    (CASTRO ALVES, Antonio Frederico. Espumas flutuantes. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2005. p. 51.)

    Considerando os recursos de composição utilizados no poema, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão f5d8efa9-b0
  • F5A8A353-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UEL · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto II e responda a questão.

    Texto II

    O tempo fecha.
    Sou fiel aos acontecimentos biográficos.
    Mais do que fiel, oh, tão presa! Esses mosquitos
    que não largam! Minhas saudades ensurdecidas
    por cigarras! O que faço aqui no campo
    declamando aos metros versos longos e sentidos?
    Ah que estou sentida e portuguesa, e agora não
    sou mais, veja, não sou mais severa e ríspida:
    agora sou profissional.
    (CESAR, Ana Cristina. A teus pés. 6. ed. São Paulo: Editora Brasiliense, s/d. p. 9.)
    Sobre a relação entre o poema e os demais textos que compõem a obra A teus pés, considere as afirmativas a seguir.
    I. Destoa, em todos os sentidos, do conteúdo geral da obra, uma vez que se afasta dos temas cotidianos, bem como da linguagem coloquial.
    II. Está em consonância com a proposta do livro, pois aborda temáticas do dia a dia, por meio do uso de linguagem coloquial.
    III. Trata de acontecimentos biográficos da vida da escritora, exaltando a vivência no campo em Portugal, seu país de origem.
    IV. Utiliza aspectos autobiográficos como matéria para a construção poética, estilizando a realidade em vez de retratá-la fielmente.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão f5a8a353-b0
  • 22AF0A93-B0

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFU-MG · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Pelota valenciana: un deporte olímpico 

    Josué Ferrer

           ¿Y por qué no? La pelota, deporte nacional de los valencianos, ha sido históricamente uno de los deportes más grandes del mundo. A pesar de que la burguesía y la intelectualidad valencianas a menudo le han dado la espalda, este glorioso deporte ha sobrevivido a las adversidades gracias a la práctica que de él se ha hecho en muchísimos pueblos de nuestro país. Desde aquí enarbolo mi voz a favor de que se trabaje para promocionar la pelota valenciana de cara a que pueda tener representación en los Juegos Olímpicos (JJOO) pues es un deporte más importante de lo que creemos. Por eso, hay que desterrar los mitos y prejuicios que provienen de la ignorancia y darnos cuenta de que el deporte de pelota reúne grandes condiciones para ser olímpico y de que de hecho se lo merece muchísimo más que otros.

           1. La pelota es un deporte histórico. Llamarle milenario no es exagerar pues se ha jugado, en unas modalidades u otras, desde tiempos inmemoriales en pueblos tan diversos como el egipcio, el japonés o el maya. En ese aspecto la pelota, solamente por historia, merece su condición olímpica mucho más que deportes recientes como fútbol o bolea playa.
           2. No es un deporte de pueblerinos. A pelota han jugado emperadores (Alejandro Magno…), césares (Vespasiano, Alejandro Severo…), reyes (Luis X, Carlos VIII, Francisco I, Enrique IV…), etc. El hecho de que las elites más poderosas de la Tierra hayan disfrutado jugando a pelota le confiere ese toque aristocrático y prestigioso que todo deporte necesita.
              3. La pelota no es propia de ignorantes. Ignorante es quien piense lo contrario pues no sabe que la pelota ha cautivado a los más altos intelectuales. Escritores como Luis Vives, Pedro Calderón de la Barca o Francesc Almela i Vives, pintores como Francisco de Goya o Josep Bru o escultores como Ignasi Pinazo, entre otros, se han interesado por ella.
          4. La pelota no es un deporte minoritario. De hecho, hasta el siglo XVIII fue el deporte más practicado en toda Europa. Y a pesar de la dura competencia de los deportes de masas, la pelota valenciana se encuentra en auge. Atrae cada vez a más críticos, prensa y público. Además cuenta con una proyección internacional con los campeonatos de Europa y del mundo.
          5. Tiene un enorme potencial de expansión. La pelota valenciana se puede jugar prácticamente en cualquier rincón, como por ejemplo la calle. En ese aspecto, a nivel de deporte de base, los niños de cualquier país del mundo pueden interesarse más por la pelota que por otros deportes que requieren instalaciones especiales como el tenis o el golf.
          6. Es un deporte plural. La pelota es un deporte extraordinariamente plural tanto en las modalidades como en las reglas que en ellas se aplican. Así vemos que en Euskadi los pelotaris juegan frente a un muro mientras en el Reino de Valencia juega un hombre frente a otro. El tenis (que es deporte olímpico) es un invento anglosajón inspirado en la pelota.
           7. La pelota es un deporte competitivo. Actualmente la pelota se practica a un alto nivel en el Reino de Valencia, Bélgica, Holanda, Italia, Francia y Argentina. Otros deportes olímpicos como el hockey sobre hielo tienen mucha menos rivalidad. De hecho, con la desintegración de la Unión Soviética, Canadá es prácticamente la única gran potencia mundial en este juego.
          8. La pelota no es un deporte caro. A lo largo de la historia las autoridades pertinentes han eliminado muchísimos deportes de los Juegos para reducir costes que en algunos casos eran exorbitantes. No es el caso de este juego que cuenta con plantillas reducidas, un material económico y que lejos de necesitar grandes estadios se puede disputar en cualquier lugar.
          9. Da espectáculo. La pelota no tiene por qué ser un deporte aburrido como lo pueda ser el remo para alguna gente. Al contrario. Las reglas son bien sencillas y fáciles de entender, el duelo que se da entre los pelotaris resulta apasionante y titánico, el público se va satisfecho del trinquete y las apuestas dan aún más interés al juego.
         10. Es clásico y prestigioso. La pelota valenciana no es como esos ridículos pseudodeportes que salen de la noche a la mañana y que aunque se les tilde de deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento. Es una disciplina clásica, como el maratón, y cuenta por historia, tradición y cultura con un prestigio que difícilmente se encuentra en otro juego.
              El deporte de pelota fue diluyéndose y desestructurándose poco a poco por toda Europa a lo largo del tiempo. Sólo se conservó en un altísimo grado de pureza en nuestro país, el Reino de Valencia (la pelota vasca funciona con reglas más modernas que no se enraízan en la tradición histórica más pura), por lo que podemos llamarle pelota valenciana. Por todas estas razones enarbolo mi voz a favor de que a la pelota, en sus diversas modalidades (incluyendo las vascas), sea disciplina olímpica. Somos potencia mundial; la Selección Valenciana, bajo bandera valenciana, se ha proclamado campeona de Europa y del mundo y mitos como Paco Cabanes Genovés o Enric Sarasol han sido considerados los mejores no sólo del país, sino también de Europa y del mundo. Eso sería un oro (casi) seguro para el país.
    A menudo los valencianos no llegamos a apreciar la inmensa riqueza y valor de nuestra historia y cultura. Es por eso que hace falta un compromiso cívico y patriótico de todos los valencianos (políticos, intelectuales, ciudadanos de a pie…) por tal de potenciar y prestigiar, aún más si cabe, un juego que como la pelota valenciana es un deporte milenario. La pelota valenciana no es solamente nuestro deporte nacional y autóctono; es historia, es cultura, es tradición, es orgullo, es casta, es prestigio, es un emblema identitario de nuestro pueblo y lo más importante; es un clarísimo referente internacional que nos sitúa en el mapa de este mundo cada vez más globalizado y que hace que en el extranjero la gente se interese por nuestra cultura y que se convenza de que los valencianos también sabemos hacer las cosas muy bien.

    Disponível em:<http://josueferrer.wordpress.com/2010/01/07/pelota-valenciana-un-deporte-olimpico>.


    Nos trechos abaixo, os termos em destaque identificam o autor do texto como valenciano, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão 22af0a93-b0
  • 22A97E74-B0

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFU-MG · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Entre as diversas razões expostas pelo autor do texto a favor do esporte “pelota valenciana”, é INCORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 22a97e74-b0
  • 22977EF1-B0

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFU-MG · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Pelota valenciana: un deporte olímpico 

    Josué Ferrer

           ¿Y por qué no? La pelota, deporte nacional de los valencianos, ha sido históricamente uno de los deportes más grandes del mundo. A pesar de que la burguesía y la intelectualidad valencianas a menudo le han dado la espalda, este glorioso deporte ha sobrevivido a las adversidades gracias a la práctica que de él se ha hecho en muchísimos pueblos de nuestro país. Desde aquí enarbolo mi voz a favor de que se trabaje para promocionar la pelota valenciana de cara a que pueda tener representación en los Juegos Olímpicos (JJOO) pues es un deporte más importante de lo que creemos. Por eso, hay que desterrar los mitos y prejuicios que provienen de la ignorancia y darnos cuenta de que el deporte de pelota reúne grandes condiciones para ser olímpico y de que de hecho se lo merece muchísimo más que otros.

           1. La pelota es un deporte histórico. Llamarle milenario no es exagerar pues se ha jugado, en unas modalidades u otras, desde tiempos inmemoriales en pueblos tan diversos como el egipcio, el japonés o el maya. En ese aspecto la pelota, solamente por historia, merece su condición olímpica mucho más que deportes recientes como fútbol o bolea playa.
           2. No es un deporte de pueblerinos. A pelota han jugado emperadores (Alejandro Magno…), césares (Vespasiano, Alejandro Severo…), reyes (Luis X, Carlos VIII, Francisco I, Enrique IV…), etc. El hecho de que las elites más poderosas de la Tierra hayan disfrutado jugando a pelota le confiere ese toque aristocrático y prestigioso que todo deporte necesita.
              3. La pelota no es propia de ignorantes. Ignorante es quien piense lo contrario pues no sabe que la pelota ha cautivado a los más altos intelectuales. Escritores como Luis Vives, Pedro Calderón de la Barca o Francesc Almela i Vives, pintores como Francisco de Goya o Josep Bru o escultores como Ignasi Pinazo, entre otros, se han interesado por ella.
          4. La pelota no es un deporte minoritario. De hecho, hasta el siglo XVIII fue el deporte más practicado en toda Europa. Y a pesar de la dura competencia de los deportes de masas, la pelota valenciana se encuentra en auge. Atrae cada vez a más críticos, prensa y público. Además cuenta con una proyección internacional con los campeonatos de Europa y del mundo.
          5. Tiene un enorme potencial de expansión. La pelota valenciana se puede jugar prácticamente en cualquier rincón, como por ejemplo la calle. En ese aspecto, a nivel de deporte de base, los niños de cualquier país del mundo pueden interesarse más por la pelota que por otros deportes que requieren instalaciones especiales como el tenis o el golf.
          6. Es un deporte plural. La pelota es un deporte extraordinariamente plural tanto en las modalidades como en las reglas que en ellas se aplican. Así vemos que en Euskadi los pelotaris juegan frente a un muro mientras en el Reino de Valencia juega un hombre frente a otro. El tenis (que es deporte olímpico) es un invento anglosajón inspirado en la pelota.
           7. La pelota es un deporte competitivo. Actualmente la pelota se practica a un alto nivel en el Reino de Valencia, Bélgica, Holanda, Italia, Francia y Argentina. Otros deportes olímpicos como el hockey sobre hielo tienen mucha menos rivalidad. De hecho, con la desintegración de la Unión Soviética, Canadá es prácticamente la única gran potencia mundial en este juego.
          8. La pelota no es un deporte caro. A lo largo de la historia las autoridades pertinentes han eliminado muchísimos deportes de los Juegos para reducir costes que en algunos casos eran exorbitantes. No es el caso de este juego que cuenta con plantillas reducidas, un material económico y que lejos de necesitar grandes estadios se puede disputar en cualquier lugar.
          9. Da espectáculo. La pelota no tiene por qué ser un deporte aburrido como lo pueda ser el remo para alguna gente. Al contrario. Las reglas son bien sencillas y fáciles de entender, el duelo que se da entre los pelotaris resulta apasionante y titánico, el público se va satisfecho del trinquete y las apuestas dan aún más interés al juego.
         10. Es clásico y prestigioso. La pelota valenciana no es como esos ridículos pseudodeportes que salen de la noche a la mañana y que aunque se les tilde de deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento. Es una disciplina clásica, como el maratón, y cuenta por historia, tradición y cultura con un prestigio que difícilmente se encuentra en otro juego.
              El deporte de pelota fue diluyéndose y desestructurándose poco a poco por toda Europa a lo largo del tiempo. Sólo se conservó en un altísimo grado de pureza en nuestro país, el Reino de Valencia (la pelota vasca funciona con reglas más modernas que no se enraízan en la tradición histórica más pura), por lo que podemos llamarle pelota valenciana. Por todas estas razones enarbolo mi voz a favor de que a la pelota, en sus diversas modalidades (incluyendo las vascas), sea disciplina olímpica. Somos potencia mundial; la Selección Valenciana, bajo bandera valenciana, se ha proclamado campeona de Europa y del mundo y mitos como Paco Cabanes Genovés o Enric Sarasol han sido considerados los mejores no sólo del país, sino también de Europa y del mundo. Eso sería un oro (casi) seguro para el país.
    A menudo los valencianos no llegamos a apreciar la inmensa riqueza y valor de nuestra historia y cultura. Es por eso que hace falta un compromiso cívico y patriótico de todos los valencianos (políticos, intelectuales, ciudadanos de a pie…) por tal de potenciar y prestigiar, aún más si cabe, un juego que como la pelota valenciana es un deporte milenario. La pelota valenciana no es solamente nuestro deporte nacional y autóctono; es historia, es cultura, es tradición, es orgullo, es casta, es prestigio, es un emblema identitario de nuestro pueblo y lo más importante; es un clarísimo referente internacional que nos sitúa en el mapa de este mundo cada vez más globalizado y que hace que en el extranjero la gente se interese por nuestra cultura y que se convenza de que los valencianos también sabemos hacer las cosas muy bien.

    Disponível em:<http://josueferrer.wordpress.com/2010/01/07/pelota-valenciana-un-deporte-olimpico>.


    “No es un deporte de pueblerinos. A pelota han jugado emperadores (Alejandro Magno…), césares (Vespasiano, Alejandro Severo…), reyes (Luis X, Carlos VIII, Francisco I, Enrique IV…), etc.” (párrafo 3)


    No período acima, o autor, para explicar sua ideia,

    Escolha uma alternativa para a questão 22977ef1-b0
  • 22930783-B0

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFU-MG · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Pelota valenciana: un deporte olímpico 

    Josué Ferrer

           ¿Y por qué no? La pelota, deporte nacional de los valencianos, ha sido históricamente uno de los deportes más grandes del mundo. A pesar de que la burguesía y la intelectualidad valencianas a menudo le han dado la espalda, este glorioso deporte ha sobrevivido a las adversidades gracias a la práctica que de él se ha hecho en muchísimos pueblos de nuestro país. Desde aquí enarbolo mi voz a favor de que se trabaje para promocionar la pelota valenciana de cara a que pueda tener representación en los Juegos Olímpicos (JJOO) pues es un deporte más importante de lo que creemos. Por eso, hay que desterrar los mitos y prejuicios que provienen de la ignorancia y darnos cuenta de que el deporte de pelota reúne grandes condiciones para ser olímpico y de que de hecho se lo merece muchísimo más que otros.

           1. La pelota es un deporte histórico. Llamarle milenario no es exagerar pues se ha jugado, en unas modalidades u otras, desde tiempos inmemoriales en pueblos tan diversos como el egipcio, el japonés o el maya. En ese aspecto la pelota, solamente por historia, merece su condición olímpica mucho más que deportes recientes como fútbol o bolea playa.
           2. No es un deporte de pueblerinos. A pelota han jugado emperadores (Alejandro Magno…), césares (Vespasiano, Alejandro Severo…), reyes (Luis X, Carlos VIII, Francisco I, Enrique IV…), etc. El hecho de que las elites más poderosas de la Tierra hayan disfrutado jugando a pelota le confiere ese toque aristocrático y prestigioso que todo deporte necesita.
              3. La pelota no es propia de ignorantes. Ignorante es quien piense lo contrario pues no sabe que la pelota ha cautivado a los más altos intelectuales. Escritores como Luis Vives, Pedro Calderón de la Barca o Francesc Almela i Vives, pintores como Francisco de Goya o Josep Bru o escultores como Ignasi Pinazo, entre otros, se han interesado por ella.
          4. La pelota no es un deporte minoritario. De hecho, hasta el siglo XVIII fue el deporte más practicado en toda Europa. Y a pesar de la dura competencia de los deportes de masas, la pelota valenciana se encuentra en auge. Atrae cada vez a más críticos, prensa y público. Además cuenta con una proyección internacional con los campeonatos de Europa y del mundo.
          5. Tiene un enorme potencial de expansión. La pelota valenciana se puede jugar prácticamente en cualquier rincón, como por ejemplo la calle. En ese aspecto, a nivel de deporte de base, los niños de cualquier país del mundo pueden interesarse más por la pelota que por otros deportes que requieren instalaciones especiales como el tenis o el golf.
          6. Es un deporte plural. La pelota es un deporte extraordinariamente plural tanto en las modalidades como en las reglas que en ellas se aplican. Así vemos que en Euskadi los pelotaris juegan frente a un muro mientras en el Reino de Valencia juega un hombre frente a otro. El tenis (que es deporte olímpico) es un invento anglosajón inspirado en la pelota.
           7. La pelota es un deporte competitivo. Actualmente la pelota se practica a un alto nivel en el Reino de Valencia, Bélgica, Holanda, Italia, Francia y Argentina. Otros deportes olímpicos como el hockey sobre hielo tienen mucha menos rivalidad. De hecho, con la desintegración de la Unión Soviética, Canadá es prácticamente la única gran potencia mundial en este juego.
          8. La pelota no es un deporte caro. A lo largo de la historia las autoridades pertinentes han eliminado muchísimos deportes de los Juegos para reducir costes que en algunos casos eran exorbitantes. No es el caso de este juego que cuenta con plantillas reducidas, un material económico y que lejos de necesitar grandes estadios se puede disputar en cualquier lugar.
          9. Da espectáculo. La pelota no tiene por qué ser un deporte aburrido como lo pueda ser el remo para alguna gente. Al contrario. Las reglas son bien sencillas y fáciles de entender, el duelo que se da entre los pelotaris resulta apasionante y titánico, el público se va satisfecho del trinquete y las apuestas dan aún más interés al juego.
         10. Es clásico y prestigioso. La pelota valenciana no es como esos ridículos pseudodeportes que salen de la noche a la mañana y que aunque se les tilde de deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento. Es una disciplina clásica, como el maratón, y cuenta por historia, tradición y cultura con un prestigio que difícilmente se encuentra en otro juego.
              El deporte de pelota fue diluyéndose y desestructurándose poco a poco por toda Europa a lo largo del tiempo. Sólo se conservó en un altísimo grado de pureza en nuestro país, el Reino de Valencia (la pelota vasca funciona con reglas más modernas que no se enraízan en la tradición histórica más pura), por lo que podemos llamarle pelota valenciana. Por todas estas razones enarbolo mi voz a favor de que a la pelota, en sus diversas modalidades (incluyendo las vascas), sea disciplina olímpica. Somos potencia mundial; la Selección Valenciana, bajo bandera valenciana, se ha proclamado campeona de Europa y del mundo y mitos como Paco Cabanes Genovés o Enric Sarasol han sido considerados los mejores no sólo del país, sino también de Europa y del mundo. Eso sería un oro (casi) seguro para el país.
    A menudo los valencianos no llegamos a apreciar la inmensa riqueza y valor de nuestra historia y cultura. Es por eso que hace falta un compromiso cívico y patriótico de todos los valencianos (políticos, intelectuales, ciudadanos de a pie…) por tal de potenciar y prestigiar, aún más si cabe, un juego que como la pelota valenciana es un deporte milenario. La pelota valenciana no es solamente nuestro deporte nacional y autóctono; es historia, es cultura, es tradición, es orgullo, es casta, es prestigio, es un emblema identitario de nuestro pueblo y lo más importante; es un clarísimo referente internacional que nos sitúa en el mapa de este mundo cada vez más globalizado y que hace que en el extranjero la gente se interese por nuestra cultura y que se convenza de que los valencianos también sabemos hacer las cosas muy bien.

    Disponível em:<http://josueferrer.wordpress.com/2010/01/07/pelota-valenciana-un-deporte-olimpico>.


    “El hecho de que las elites más poderosas de la Tierra hayan disfrutado jugando a pelota le confiere ese toque aristocrático y prestigioso que todo deporte necesita”. (Terceiro parágrafo)


    De acordo com o argumento do autor, no trecho acima, verifique se são falsas ou verdadeiras as afirmativas abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.

    ( ) La pelota, como todo deporte, prescinde del prestigio de la aristocracia.

    ( ) El toque aristocrático y de prestigio es necesario a todo deporte.

    ( ) Las elites confieren prestigio a los deportes, como pasó con la pelota.

    ( ) La aristocracia ha disfrutado de prestigio por jugar a pelota.

    Escolha uma alternativa para a questão 22930783-b0
  • 228FC215-B0

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFU-MG · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Entre os mitos e preconceitos sobre a “pelota valenciana” assinalados pelo autor está o de ser
    Escolha uma alternativa para a questão 228fc215-b0
  • 83156537-B0

    Química

    Química Orgânica
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

         Um micro-organismo alterado geneticamente, a Escherichia coli, mostrou-se capaz de produzir um avançado biocombustível diretamente da biomassa. No genoma dessa bactéria foram incorporados genes que lhes permitem sintetizar enzimas que processam a celulose transformando-a em açúcares e depois em combustível. O biocombustível semelhante aos produzidos com o petróleo é excretado pelas bactérias, migrando para a superfície do recipiente onde ocorre o processo, sem que seja preciso recorrer à destilação ou qualquer outro meio de purificação, o que constitui uma grande vantagem tecnológica (...).
    (Adaptado: Alternativa genética. Revista Pesquisa FAPESP, março de 2010, p. 64) 
    Considere a seguinte representação para a celulose:
    Imagem da questão de Química, PUC - Campinas 2010, Química Orgânica

    O monômero do qual é obtida a celulose tem fórmula molecular:
    Escolha uma alternativa para a questão 83156537-b0
  • 82C3C0FC-B0

    Química

    Teoria Atômica: átomos e sua estrutura - número atômico, número de massa, isótopos, massa atômica
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

         Cientistas da Universidade de Washington em St. Louis, Estados Unidos, identificaram uma proteína produzida pelo protozoário causador da malária que se mostrou essencial para a conquista das células vermelhas humanas e, eles acreditam, poderá se constituir em um novo alvo terapêutico, desde que possa ser bloqueada. “O parasita da malária controla e remodela as hemácias, secretando centenas de proteínas depois que se instala lá dentro (...). Mas sem essa proteína, a plasmepsina V, as outras proteínas do parasita não podem ser produzidas e assim o processo infeccioso para”.

    (Adaptado: Proteína pode deter malária. Revista Pesquisa FAPESP, março de 2010, p. 39) 
    As células vermelhas humanas possuem o íon Fe2+. O número de elétrons desse íon é
    Escolha uma alternativa para a questão 82c3c0fc-b0
  • 82B6ED52-B0

    Biologia

    Moléculas, células e tecidos
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

         Para mostrar que uma espécie de réptil é realmente nova, é necessário, em primeiro lugar, pegar as espécies mais conhecidas usadas como modelo para comparações e examinar todas, incluindo a supostamente nova, sob a lupa. Tem-se que comparar absolutamente todos os caracteres: o número, tamanho, formato, posição, ornamentação das escamas dorsais, ventrais, da cabeça, cada uma delas com um nome específico; o tamanho e a posição do olho, do ouvido, da narina; a coloração do bicho; o comprimento do corpo, da cabeça e de cada membro; os poros femorais, que são glândulas de feromônios; enfim, uma série bem grande de variáveis. As estruturas internas como o esqueleto, pode-se fazer uma radiografia ou diafanizar, tornando transparente e assim por diante.
    (Adaptado: Entre cobras e lagartos. Revista Pesquisa FAPESP, março de 2010, p. 10) 
    As escamas dorsais dos répteis são formadas de queratina. Parte de sua estrutura está representada a seguir:
    Imagem da questão de Biologia, PUC - Campinas 2010, Moléculas, células e tecidos

    Essa estrutura caracteriza:
    Escolha uma alternativa para a questão 82b6ed52-b0
  • 8297D363-B0

    Química

    Interações Atômicas: Geometria Molecular, Polaridade da ligação e da Molécula, Forças Intermoleculares e Número de Oxidação.
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

         Certos poluentes (formaldeído, monóxido de carbono) penetram na folha através dos estômatos. Suas pequenas moléculas são solúveis na água. Outros poluentes, como o benzeno e o tolueno, entram por difusão através da cutícula, pois suas grandes moléculas são solúveis na gordura. Às vezes, uma parte dos poluentes se deposita sobre uma folha e depois volta a se espalhar no ar. No solo, os poluentes são degradados pelos micro-organismos (fungos, bactérias). No nível das folhas, os poluentes penetram nas diferentes zonas das células para serem ali transformados. A seguir, certos metabólitos integram os açúcares, os aminoácidos e as paredes. O formaldeído, por seu lado, é degradado em dióxido de carbono. Ele será, em seguida, ejetado pelos estômatos.
    (Adaptado: Plantas que purificam o ar. Revista Planeta, dezembro de 2009. p. 26) 
    Considere as seguintes estruturas de substâncias utilizadas como agrotóxicos:

    Imagem da questão de Química, PUC - Campinas 2010, Interações Atômicas: Geometria Molecular, Polaridade da ligação e da Molécula, Forças Intermoleculares e Número de Oxidação.

    Os agrotóxicos que devem ser solúveis em gorduras são:
    Escolha uma alternativa para a questão 8297d363-b0
  • 82936EBD-B0

    Química

    Química Orgânica
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

         Certos poluentes (formaldeído, monóxido de carbono) penetram na folha através dos estômatos. Suas pequenas moléculas são solúveis na água. Outros poluentes, como o benzeno e o tolueno, entram por difusão através da cutícula, pois suas grandes moléculas são solúveis na gordura. Às vezes, uma parte dos poluentes se deposita sobre uma folha e depois volta a se espalhar no ar. No solo, os poluentes são degradados pelos micro-organismos (fungos, bactérias). No nível das folhas, os poluentes penetram nas diferentes zonas das células para serem ali transformados. A seguir, certos metabólitos integram os açúcares, os aminoácidos e as paredes. O formaldeído, por seu lado, é degradado em dióxido de carbono. Ele será, em seguida, ejetado pelos estômatos.
    (Adaptado: Plantas que purificam o ar. Revista Planeta, dezembro de 2009. p. 26) 
    A característica comum entre benzeno e tolueno é a presença
    Escolha uma alternativa para a questão 82936ebd-b0
  • 828785E7-B0

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

         Um empresário sueco está tentando comercializar um saco de plástico biodegradável que funciona como um banheiro de uso único, para favelas urbanas no mundo em desenvolvimento. Depois de usado, o saco pode ser amarrado e enterrado, e uma camada de cristais de ureia decompõe os dejetos em fertilizante, matando os micro-organismos que produzem doenças encontradas nas fezes.
         Segundo a ONU, no mundo em desenvolvimento, cerca de 2,6 bilhões de pessoas não têm acesso a banheiros. É uma crise de saúde pública: a defecação a céu aberto pode contaminar a água potável, e cerca de 1,5 milhão de crianças em todo o mundo morrem anualmente de diarreia, principalmente por causa das más condições sanitárias e de higiene. 

    (Adaptado: Sindya N. Bhanoo. Sueco cria banheiro para fa-velas. Folha − The New York Times − 2a feira, 29 de março de 2010)
    O principal composto nitrogenado da excreção dos mamíferos é a ureia que precisa de certa quantidade de água para ser eliminada. Entretanto, existem outros compostos nitrogenados da excreção:

    − amônia que, por ser muito tóxica, necessita de grande quantidade de água para ser eliminada.
    − ácido úrico que é pouco tóxico e praticamente não precisa de água para ser eliminado.

    Exemplos de animais que excretam principalmente amônia e ácido úrico são, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 828785e7-b0
  • 8282D7A2-B0

    Biologia

    Principais doenças endêmicas no Brasil
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

         Um empresário sueco está tentando comercializar um saco de plástico biodegradável que funciona como um banheiro de uso único, para favelas urbanas no mundo em desenvolvimento. Depois de usado, o saco pode ser amarrado e enterrado, e uma camada de cristais de ureia decompõe os dejetos em fertilizante, matando os micro-organismos que produzem doenças encontradas nas fezes.
         Segundo a ONU, no mundo em desenvolvimento, cerca de 2,6 bilhões de pessoas não têm acesso a banheiros. É uma crise de saúde pública: a defecação a céu aberto pode contaminar a água potável, e cerca de 1,5 milhão de crianças em todo o mundo morrem anualmente de diarreia, principalmente por causa das más condições sanitárias e de higiene. 

    (Adaptado: Sindya N. Bhanoo. Sueco cria banheiro para fa-velas. Folha − The New York Times − 2a feira, 29 de março de 2010)
    Se esses banheiros fossem utilizados em favelas urbanas brasileiras, eles poderiam diminuir a incidência de verminoses como
    Escolha uma alternativa para a questão 8282d7a2-b0
  • 8266F982-B0

    Português

    Sintaxe
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo. Constitui o início do conto “AA”, de Rubem Fonseca. 
    Imagem da questão de Português, PUC - Campinas 2010, Sintaxe
    (64 contos de Rubem Fonseca. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. p. 692) 
    A alternativa que apresenta afirmação correta é:
    Escolha uma alternativa para a questão 8266f982-b0
  • 825E6FB9-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Atenção: Para responder à questão considere o texto abaixo.

         Arrancado das entranhas da terra, o barro é visto por aqueles que nele tentam imputar formas como uma verdadeira entidade viva, dona de vontade própria. É como se houvesse uma espécie de pacto entre o barro e o barrista, e quem dá as cartas nessa parceria não é o homem. Porções generosas de imprevisibilidade, escondidas em sua composição, se desnudam instantaneamente ao menor toque das mãos. Alguns artesãos de Santa Catarina veem isso acontecer desde crianças, tomaram gosto pelo desafio e continuam mostrando o talento semeado em casa. Essa imprevisibilidade também apaixonou uma nova geração, que, como os artesãos de berço, continua narrando a influência da colonização açoriana no litoral. As crendices, a preferência pelas coisas simples da vida, o gosto pelas festas, a forte religiosidade. Tudo ainda é registrado por mãos como as dos oleiros da Cerâmica Tatá, que aqui apresentam loucinhas de barro que tantas infâncias embalaram.
    (Feito a mãos: O artesanato em Santa Catarina. Publicação do Governo do Estado de Santa Catarina: Tempo Editorial, 2008. p. 19) 
    Para responder a esta questão, considere os sentidos encontrados no verbete de dicionário abaixo transcrito e a última frase do texto − Tudo ainda é registrado por mãos como as dos oleiros da Cerâmica Tatá, que aqui apresentam loucinhas de barro que tantas infâncias embalaram.

    louça

    substantivo feminino
    1 produto de cerâmica de pasta porosa e esmaltada, us. para fins diversos e esp. na fabricação de objetos domésticos Ex.: caneca de l.

    2 conjunto de recipientes (pratos, xícaras etc.) de porcelana ou similar, us. para servir refeições; aparelho, serviço

    A análise do verbete e da frase, considerada em seu contexto, autoriza o seguinte comentário:
    Escolha uma alternativa para a questão 825e6fb9-b0
  • 6B5054AF-B0

    Conhecimentos Gerais

    Economia
    UEL · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Com relação aos temas globalização, neoliberalismo, questão ambiental e sociedade do conhecimento, relacione os acontecimentos históricos da primeira coluna com as informações correspondentes a estes na segunda coluna.


    (I) Yuppies (A) Crítica ao socialismo
    (II) Maio de 1968 (B) Armamentismo
    (III) Beatniks (C) Movimento estudantil
    (IV) Primavera de Praga (D) Individualismo neoliberal
    (V) Guerra nas Estrelas (E) Poetas heréticos



    Assinale a alternativa que contém a associação correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 6b5054af-b0
  • 6B4B01D2-B0

    Conhecimentos Gerais

    Movimentos Sociais, Discriminação e Desigualdade: Raça, classe e gênero
    UEL · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre os movimentos sociais contemporâneos no Brasil, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 6b4b01d2-b0