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Questões do ENEM: nível médio

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Resultados

27.392 questões encontradas. Mostrando a página 1231 de 1370.

  • 0FDF1105-36

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: Leia o texto Is there life on other planets? para responder a  questão.


                                                  Is there life on other planets?


                                                                                                                  Hans Bodlaender


          There are many science fiction movies, television series and books about creatures from other planets. In most of these books and movies, aliens have spaceships that allow them to travel between different star systems, and on planets in these other systems, intelligent creatures live and look like people, but are different. We all know that reality is different from books. Physics tells us that strange things happen when we travel with a speed somewhat close to the speed of light – and, if modern physics is correct, it is impossible for humans to travel between star systems. If other creatures live on other planets, then they have to face the same type of problems, so it seems impossible for them to travel from their planets to ours. If there are intelligent creatures living on planets in other star systems, it seems, according to modern science, that we won’t meet them.

          If there is life on other planets, how did it originate? I see three hypotheses:


    1. On the other planet, life started in the same way as the evolution theory says that it started here. Apart from the fact that the evolution theory is not the well-rounded and totally scientifically proven theory that people want us to believe, in general, followers of the theory tell that the chance of life starting on a planet is rather small. A term sometimes used is: A magnificent accident. I believe the probability is even smaller than they say, too small to assume that it actually can have happened by accident, but even if you believe life on earth was such a magnificent accident, the chances that this has happened more than once are too small to assume that it may have happened.


    2. Life on different planets has a common origin. Say, some very primitive form of life originated somewhere travels to another planet, developing there into an intelligent form of life. There are quite a lot of questions to be asked of such a theory, and, again, calculating the probabilities seems to make it unlikely.


    3. Life on earth has been created by God. Possibly, God has also created life on other planets. If God has created life on earth, he may have created life on other planets too. As far as I can tell, the Bible does not say anything about this, so this remains possible. If there are intelligent beings on other planets, I would assume they would know God. Would they also have a fall to sin, like the humans? Would we meet them in heaven? Would there be atheists and religious extraterrestrials? We cannot know.


          So, if there are extra-terrestrial intelligent beings, or, even, other types of life on planets outside our solar system, then to me, that would be a new proof of the existence of God. But I cannot understand atheists that sincerely state they follow standard evolution theory and are at the same moment on a search for intelligent life on other planets.


          Finally, is there life on other planets in our solar system? Well, I guess, yes: probably on Mars, there now will be bacteria brought to the planet from earth by one of the Mars-expeditions that were recently carried out.


                                                                    (http://people.cs.uu.nl/hansb/religion. Adaptado.)


    Na terceira hipótese sobre vida em outros planetas, afirma-se que,
    Escolha uma alternativa para a questão 0fdf1105-36
  • 0FCE6BF5-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A   questão  toma  por base uma matéria assinada por Danilo Albergaria na revista eletrônica COMCIÊNCIA:


               Cinema e Telejornalismo: Convergência de Linguagens para Divulgar Ciência


          Encampando um ponto de vista em que um vídeo de divulgação científica não deve apenas ensinar e informar, mas também entreter, motivar e gerar curiosidade, Iara Cardoso defendeu a convergência das linguagens telejornalística e cinematográfica para incrementar as produções de vídeo voltadas para a ciência: “A convergência é possível, é necessária, e cada vez mais acessível com as novas tecnologias digitais”, disse a jornalista em apresentação durante o Foro Iberoamericano de Comunicação e Divulgação Científica, que ocorreu na Unicamp entre os dias 23 e 25 de novembro.

          A ideia de mesclar linguagens aparentemente distantes surgiu quando Cardoso começou a produzir o vídeo SitRaios, encomendado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para divulgar a ciência por trás de um software que localizava mais facilmente descargas elétricas atmosféricas nas linhas de energia e possibilitava um religamento mais rápido da eletricidade. “Seria maçante produzir esse vídeo da maneira tradicional. Então, introduzimos, num vídeo que usualmente estaria destinado a ser muito próximo do telejornalismo, a linguagem do cinema. Utilizamos conceitos como o de revelação e de aumento de expectativa – introduzimos uma narrativa, enfim”, afirma Cardoso. Além da roteirista e diretora, a equipe, enxuta, teve apenas mais um editor e um cinegrafista. “Esse tipo de convergência não demanda mais recursos do que uma produção tradicional”, defende.

          As produções de cinema são tradicionalmente mais dispendiosas do que vídeos jornalísticos. Porém, contrariando o que o senso comum pensa sobre os custos dos vídeos que incorporam linguagens cinematográficas, Cardoso esclarece que os custos de  produção tornaram-se mais acessíveis com o surgimento das novas tecnologias digitais. Ela aponta, por exemplo, que tornaram-se amplamente acessíveis as câmeras digitais, hoje largamente utilizadas tanto no cinema quanto na produção jornalística. “Os próprios cineastas estão, cada vez mais, filmando com o suporte digital”, afirma. Outra facilidade está na edição digital: “Mesmo quem ainda não aderiu ao suporte digital nas filmagens nunca deixa de utilizar a edição digital, que se tornou imprescindível. Perto da edição em computadores, os antigos métodos tornaram-se inviáveis”, avalia.

          Enquanto o suporte tecnológico facilita a convergência e aproxima linguagens, o que é realmente fundamental, na visão da jornalista, são as ideias por trás do vídeo: são elas, as concepções, que vão formar um roteiro interessante, as bases do apelo dos vídeos de ciência para o grande público. Segundo a diretora, a incorporação da dramaticidade, do suspense – ferramentas usuais na narrativa ficcional – ajudam um vídeo a tornar mais atraente uma teoria ou explicação científica. Ao mesmo tempo, se feita com o devido preparo e seriedade, não compromete a qualidade da informação transmitida — pelo contrário, a potencializa.


    (Danilo Albergaria. Cinema e telejornalismo: convergência de linguagens para divulgar ciência. COMCIÊNCIA, www.comciencia.br, 26.11.2009.)

    O vocábulo suspense, que o português tomou emprestado da língua inglesa (e esta, por sua vez, da língua francesa), é empregado no último parágrafo do texto no sentido de:
    Escolha uma alternativa para a questão 0fce6bf5-36
  • 0FC98B59-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A   questão  toma  por base uma matéria assinada por Danilo Albergaria na revista eletrônica COMCIÊNCIA:


               Cinema e Telejornalismo: Convergência de Linguagens para Divulgar Ciência


          Encampando um ponto de vista em que um vídeo de divulgação científica não deve apenas ensinar e informar, mas também entreter, motivar e gerar curiosidade, Iara Cardoso defendeu a convergência das linguagens telejornalística e cinematográfica para incrementar as produções de vídeo voltadas para a ciência: “A convergência é possível, é necessária, e cada vez mais acessível com as novas tecnologias digitais”, disse a jornalista em apresentação durante o Foro Iberoamericano de Comunicação e Divulgação Científica, que ocorreu na Unicamp entre os dias 23 e 25 de novembro.

          A ideia de mesclar linguagens aparentemente distantes surgiu quando Cardoso começou a produzir o vídeo SitRaios, encomendado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para divulgar a ciência por trás de um software que localizava mais facilmente descargas elétricas atmosféricas nas linhas de energia e possibilitava um religamento mais rápido da eletricidade. “Seria maçante produzir esse vídeo da maneira tradicional. Então, introduzimos, num vídeo que usualmente estaria destinado a ser muito próximo do telejornalismo, a linguagem do cinema. Utilizamos conceitos como o de revelação e de aumento de expectativa – introduzimos uma narrativa, enfim”, afirma Cardoso. Além da roteirista e diretora, a equipe, enxuta, teve apenas mais um editor e um cinegrafista. “Esse tipo de convergência não demanda mais recursos do que uma produção tradicional”, defende.

          As produções de cinema são tradicionalmente mais dispendiosas do que vídeos jornalísticos. Porém, contrariando o que o senso comum pensa sobre os custos dos vídeos que incorporam linguagens cinematográficas, Cardoso esclarece que os custos de  produção tornaram-se mais acessíveis com o surgimento das novas tecnologias digitais. Ela aponta, por exemplo, que tornaram-se amplamente acessíveis as câmeras digitais, hoje largamente utilizadas tanto no cinema quanto na produção jornalística. “Os próprios cineastas estão, cada vez mais, filmando com o suporte digital”, afirma. Outra facilidade está na edição digital: “Mesmo quem ainda não aderiu ao suporte digital nas filmagens nunca deixa de utilizar a edição digital, que se tornou imprescindível. Perto da edição em computadores, os antigos métodos tornaram-se inviáveis”, avalia.

          Enquanto o suporte tecnológico facilita a convergência e aproxima linguagens, o que é realmente fundamental, na visão da jornalista, são as ideias por trás do vídeo: são elas, as concepções, que vão formar um roteiro interessante, as bases do apelo dos vídeos de ciência para o grande público. Segundo a diretora, a incorporação da dramaticidade, do suspense – ferramentas usuais na narrativa ficcional – ajudam um vídeo a tornar mais atraente uma teoria ou explicação científica. Ao mesmo tempo, se feita com o devido preparo e seriedade, não compromete a qualidade da informação transmitida — pelo contrário, a potencializa.


    (Danilo Albergaria. Cinema e telejornalismo: convergência de linguagens para divulgar ciência. COMCIÊNCIA, www.comciencia.br, 26.11.2009.)

    Numerosas palavras da língua inglesa tornaram-se comuns em nosso idioma em virtude da tecnologia da comunicação e da computação. No segundo parágrafo do texto apresentado, encontra-se a palavra inglesa software, que o jornalista não colocou em itálico, como é praxe no caso das palavras de origem estrangeira. Indique a alternativa que descreve corretamente a abrangência do significado atribuído a essa palavra no texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 0fc98b59-36
  • 0FC587BC-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A   questão  toma  por base uma matéria assinada por Danilo Albergaria na revista eletrônica COMCIÊNCIA:


               Cinema e Telejornalismo: Convergência de Linguagens para Divulgar Ciência


          Encampando um ponto de vista em que um vídeo de divulgação científica não deve apenas ensinar e informar, mas também entreter, motivar e gerar curiosidade, Iara Cardoso defendeu a convergência das linguagens telejornalística e cinematográfica para incrementar as produções de vídeo voltadas para a ciência: “A convergência é possível, é necessária, e cada vez mais acessível com as novas tecnologias digitais”, disse a jornalista em apresentação durante o Foro Iberoamericano de Comunicação e Divulgação Científica, que ocorreu na Unicamp entre os dias 23 e 25 de novembro.

          A ideia de mesclar linguagens aparentemente distantes surgiu quando Cardoso começou a produzir o vídeo SitRaios, encomendado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para divulgar a ciência por trás de um software que localizava mais facilmente descargas elétricas atmosféricas nas linhas de energia e possibilitava um religamento mais rápido da eletricidade. “Seria maçante produzir esse vídeo da maneira tradicional. Então, introduzimos, num vídeo que usualmente estaria destinado a ser muito próximo do telejornalismo, a linguagem do cinema. Utilizamos conceitos como o de revelação e de aumento de expectativa – introduzimos uma narrativa, enfim”, afirma Cardoso. Além da roteirista e diretora, a equipe, enxuta, teve apenas mais um editor e um cinegrafista. “Esse tipo de convergência não demanda mais recursos do que uma produção tradicional”, defende.

          As produções de cinema são tradicionalmente mais dispendiosas do que vídeos jornalísticos. Porém, contrariando o que o senso comum pensa sobre os custos dos vídeos que incorporam linguagens cinematográficas, Cardoso esclarece que os custos de  produção tornaram-se mais acessíveis com o surgimento das novas tecnologias digitais. Ela aponta, por exemplo, que tornaram-se amplamente acessíveis as câmeras digitais, hoje largamente utilizadas tanto no cinema quanto na produção jornalística. “Os próprios cineastas estão, cada vez mais, filmando com o suporte digital”, afirma. Outra facilidade está na edição digital: “Mesmo quem ainda não aderiu ao suporte digital nas filmagens nunca deixa de utilizar a edição digital, que se tornou imprescindível. Perto da edição em computadores, os antigos métodos tornaram-se inviáveis”, avalia.

          Enquanto o suporte tecnológico facilita a convergência e aproxima linguagens, o que é realmente fundamental, na visão da jornalista, são as ideias por trás do vídeo: são elas, as concepções, que vão formar um roteiro interessante, as bases do apelo dos vídeos de ciência para o grande público. Segundo a diretora, a incorporação da dramaticidade, do suspense – ferramentas usuais na narrativa ficcional – ajudam um vídeo a tornar mais atraente uma teoria ou explicação científica. Ao mesmo tempo, se feita com o devido preparo e seriedade, não compromete a qualidade da informação transmitida — pelo contrário, a potencializa.


    (Danilo Albergaria. Cinema e telejornalismo: convergência de linguagens para divulgar ciência. COMCIÊNCIA, www.comciencia.br, 26.11.2009.)

    Examine as seguintes opiniões sobre a tecnologia digital:


    I. A tecnologia digital encarece os custos de produção.


    II. A tecnologia digital torna mais acessíveis os custos de produção.


    III. É preferível continuar empregando a tecnologia analógica para a produção de vídeos.


    IV. A edição digital tornou-se imprescindível.


    Indique quais dessas opiniões são assumidas pela jornalista entrevistada:

    Escolha uma alternativa para a questão 0fc587bc-36
  • 0FBFBA6E-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A   questão  toma  por base uma matéria assinada por Danilo Albergaria na revista eletrônica COMCIÊNCIA:


               Cinema e Telejornalismo: Convergência de Linguagens para Divulgar Ciência


          Encampando um ponto de vista em que um vídeo de divulgação científica não deve apenas ensinar e informar, mas também entreter, motivar e gerar curiosidade, Iara Cardoso defendeu a convergência das linguagens telejornalística e cinematográfica para incrementar as produções de vídeo voltadas para a ciência: “A convergência é possível, é necessária, e cada vez mais acessível com as novas tecnologias digitais”, disse a jornalista em apresentação durante o Foro Iberoamericano de Comunicação e Divulgação Científica, que ocorreu na Unicamp entre os dias 23 e 25 de novembro.

          A ideia de mesclar linguagens aparentemente distantes surgiu quando Cardoso começou a produzir o vídeo SitRaios, encomendado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para divulgar a ciência por trás de um software que localizava mais facilmente descargas elétricas atmosféricas nas linhas de energia e possibilitava um religamento mais rápido da eletricidade. “Seria maçante produzir esse vídeo da maneira tradicional. Então, introduzimos, num vídeo que usualmente estaria destinado a ser muito próximo do telejornalismo, a linguagem do cinema. Utilizamos conceitos como o de revelação e de aumento de expectativa – introduzimos uma narrativa, enfim”, afirma Cardoso. Além da roteirista e diretora, a equipe, enxuta, teve apenas mais um editor e um cinegrafista. “Esse tipo de convergência não demanda mais recursos do que uma produção tradicional”, defende.

          As produções de cinema são tradicionalmente mais dispendiosas do que vídeos jornalísticos. Porém, contrariando o que o senso comum pensa sobre os custos dos vídeos que incorporam linguagens cinematográficas, Cardoso esclarece que os custos de  produção tornaram-se mais acessíveis com o surgimento das novas tecnologias digitais. Ela aponta, por exemplo, que tornaram-se amplamente acessíveis as câmeras digitais, hoje largamente utilizadas tanto no cinema quanto na produção jornalística. “Os próprios cineastas estão, cada vez mais, filmando com o suporte digital”, afirma. Outra facilidade está na edição digital: “Mesmo quem ainda não aderiu ao suporte digital nas filmagens nunca deixa de utilizar a edição digital, que se tornou imprescindível. Perto da edição em computadores, os antigos métodos tornaram-se inviáveis”, avalia.

          Enquanto o suporte tecnológico facilita a convergência e aproxima linguagens, o que é realmente fundamental, na visão da jornalista, são as ideias por trás do vídeo: são elas, as concepções, que vão formar um roteiro interessante, as bases do apelo dos vídeos de ciência para o grande público. Segundo a diretora, a incorporação da dramaticidade, do suspense – ferramentas usuais na narrativa ficcional – ajudam um vídeo a tornar mais atraente uma teoria ou explicação científica. Ao mesmo tempo, se feita com o devido preparo e seriedade, não compromete a qualidade da informação transmitida — pelo contrário, a potencializa.


    (Danilo Albergaria. Cinema e telejornalismo: convergência de linguagens para divulgar ciência. COMCIÊNCIA, www.comciencia.br, 26.11.2009.)

    Para a jornalista entrevistada, a divulgação de ciência
    Escolha uma alternativa para a questão 0fbfba6e-36
  • 0FBB673B-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A   questão  toma  por base uma matéria assinada por Danilo Albergaria na revista eletrônica COMCIÊNCIA:


               Cinema e Telejornalismo: Convergência de Linguagens para Divulgar Ciência


          Encampando um ponto de vista em que um vídeo de divulgação científica não deve apenas ensinar e informar, mas também entreter, motivar e gerar curiosidade, Iara Cardoso defendeu a convergência das linguagens telejornalística e cinematográfica para incrementar as produções de vídeo voltadas para a ciência: “A convergência é possível, é necessária, e cada vez mais acessível com as novas tecnologias digitais”, disse a jornalista em apresentação durante o Foro Iberoamericano de Comunicação e Divulgação Científica, que ocorreu na Unicamp entre os dias 23 e 25 de novembro.

          A ideia de mesclar linguagens aparentemente distantes surgiu quando Cardoso começou a produzir o vídeo SitRaios, encomendado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para divulgar a ciência por trás de um software que localizava mais facilmente descargas elétricas atmosféricas nas linhas de energia e possibilitava um religamento mais rápido da eletricidade. “Seria maçante produzir esse vídeo da maneira tradicional. Então, introduzimos, num vídeo que usualmente estaria destinado a ser muito próximo do telejornalismo, a linguagem do cinema. Utilizamos conceitos como o de revelação e de aumento de expectativa – introduzimos uma narrativa, enfim”, afirma Cardoso. Além da roteirista e diretora, a equipe, enxuta, teve apenas mais um editor e um cinegrafista. “Esse tipo de convergência não demanda mais recursos do que uma produção tradicional”, defende.

          As produções de cinema são tradicionalmente mais dispendiosas do que vídeos jornalísticos. Porém, contrariando o que o senso comum pensa sobre os custos dos vídeos que incorporam linguagens cinematográficas, Cardoso esclarece que os custos de  produção tornaram-se mais acessíveis com o surgimento das novas tecnologias digitais. Ela aponta, por exemplo, que tornaram-se amplamente acessíveis as câmeras digitais, hoje largamente utilizadas tanto no cinema quanto na produção jornalística. “Os próprios cineastas estão, cada vez mais, filmando com o suporte digital”, afirma. Outra facilidade está na edição digital: “Mesmo quem ainda não aderiu ao suporte digital nas filmagens nunca deixa de utilizar a edição digital, que se tornou imprescindível. Perto da edição em computadores, os antigos métodos tornaram-se inviáveis”, avalia.

          Enquanto o suporte tecnológico facilita a convergência e aproxima linguagens, o que é realmente fundamental, na visão da jornalista, são as ideias por trás do vídeo: são elas, as concepções, que vão formar um roteiro interessante, as bases do apelo dos vídeos de ciência para o grande público. Segundo a diretora, a incorporação da dramaticidade, do suspense – ferramentas usuais na narrativa ficcional – ajudam um vídeo a tornar mais atraente uma teoria ou explicação científica. Ao mesmo tempo, se feita com o devido preparo e seriedade, não compromete a qualidade da informação transmitida — pelo contrário, a potencializa.


    (Danilo Albergaria. Cinema e telejornalismo: convergência de linguagens para divulgar ciência. COMCIÊNCIA, www.comciencia.br, 26.11.2009.)

    O texto apresentado se encontra em uma conceituada revista eletrônica de divulgação científica e revela como tema central:
    Escolha uma alternativa para a questão 0fbb673b-36
  • 0FAC397D-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A  questão  toma  por base o soneto Acrobata da dor, do poeta simbolista brasileiro Cruz e Sousa (1861-1898):


                                                 Acrobata da Dor


                                 Gargalha, ri, num riso de tormenta,

                                 como um palhaço, que desengonçado,

                                 nervoso, ri, num riso absurdo, inflado

                                 de uma ironia e de uma dor violenta.


                                 Da gargalhada atroz, sanguinolenta,

                                 agita os guizos, e convulsionado

                                 Salta, gavroche, salta clown, varado

                                 pelo estertor dessa agonia lenta...


                                 Pedem-te bis e um bis não se despreza!

                                 Vamos! retesa os músculos, retesa,

                                 nessas macabras piruetas d’aço...


                                 E embora caias sobre o chão, fremente,

                                 afogado em teu sangue estuoso e quente,

                                 ri! Coração, tristíssimo palhaço.


                    (João da Cruz e Sousa. Obra completa. Rio de Janeiro: Editora Aguilar, 1961.)

    No poema, os conceitos relacionados com a alegria e o riso, característicos da imagem dos palhaços, são aproximados de conceitos como dor, tristeza, agonia, sangue. Aponte a alternativa que melhor justifica essa aproximação de conceitos contraditórios:
    Escolha uma alternativa para a questão 0fac397d-36
  • B7FC097F-13

    Espanhol

    Significação Contextual de Palavras e Expressões | Significacción Contextual de Palabras y Expresiones
    PUC - RS · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, PUC - RS 2010, Significação Contextual de Palavras e Expressões | Significacción Contextual de Palabras y Expresiones

    Las palabras “efeméride" (línea 16) y “sino" (línea 32),pueden ser traducidas al portugués, respectivamente, por
    Escolha uma alternativa para a questão b7fc097f-13
  • B7FA3095-13

    Espanhol

    Sinônimos | Sinónimo
    PUC - RS · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, PUC - RS 2010, Sinônimos | Sinónimo

    De acuerdo con el texto, sinónimos de las palabras “rincones" (que consta en el título) y “añoranza" (línea 11), son, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão b7fa3095-13
  • 174FC628-E4

    Química

    Soluções e Substâncias Inorgânicas
    UFGD · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Nos países que costumam ter um inverno rigoroso, adicionam-se anticongelantes à água do radiador dos automóveis para impedir que a expansão de volume que acompanha o congelamento da água rompa os alvéolos do radiador. Do ponto de vista crioscópico, seriam ótimos anticongelantes sais como MgCl2 ou CaCl2, que, em soluções aquosas a 30% em massa, congelam em torno de -50ºC. No entanto, essas soluções são inconvenientes porque corroem o motor. Alternativamente, empregam-se, como solutos, etanol, glicerina ou etilenoglicol, e se obtêm soluções que congelam entre -10 e -25ºC. Calcule a massa de glicerina (C3H8O3) que deve ser adicionada por quilo de água para que a solução só comece a se solidificar a -10ºC.

    Dado: Kc = 1,86ºC/molal
    Escolha uma alternativa para a questão 174fc628-e4
  • 164C1517-E4

    Química

    Radioatividade: Reações de Fissão e Fusão Nuclear, Desintegração Radioativa e Radioisótopos.
    UFGD · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um nuclídeo emite sucessivamente uma partícula alfa (α) seguida de uma emissão beta (ß) e, novamente, uma emissão alfa (α). Este nuclídeo radioativo possui número atômico 70 e número de massa 173. Ao final, o átomo que encerra esta série de emissões terá em seu núcleo
    Escolha uma alternativa para a questão 164c1517-e4
  • 15481DF5-E4

    Química

    Sistemas Gasosos - Lei, Teoria Cinética, Equação e Mistura dos Gases. Princípio de Avogadro.
    UFGD · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    O estado mais simples da matéria é um gás. Sobre o comportamento de um sistema gasoso, leia as seguintes afirmações.

    I. Gases são facilmente compressíveis, preenchem o espaço disponível e suas moléculas possuem movimento caótico incessante.
    II. A energia cinética média das moléculas de um gás é diretamente proporcional à temperatura absoluta.
    III. A pressão de um gás é o resultado das colisões das moléculas com as paredes do recipiente.
    IV. As moléculas se movimentam sem colidirem com as paredes do recipiente que as contém.

    Assinale a alternativa que apresenta informações corretas.
    Escolha uma alternativa para a questão 15481df5-e4
  • 1443A726-E4

    Química

    Eletroquímica: Oxirredução, Potenciais Padrão de Redução, Pilha, Eletrólise e Leis de Faraday.
    UFGD · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sódio metálico reage violentamente com água, resultando em hidróxido de sódio e hidrogênio, conforme a seguinte equação química:

    Na0 + H2O Imagem da questão de Química, UFGD 2010, Eletroquímica: Oxirredução, Potenciais Padrão de Redução, Pilha, Eletrólise e Leis de Faraday. NaOH + 1/2 H2

    Assinale a alternativa que apresenta a classe de reação na qual se enquadra essa transformação.
    Escolha uma alternativa para a questão 1443a726-e4
  • 133FEC48-E4

    Química

    Propriedades Físicas dos Compostos Orgânicos: Polaridade das Ligações e Moléculas, Forças Intermoleculares, Ponto de Fusão e Ponto de Ebulição, Solubilização das Substâncias Orgânicas.
    UFGD · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que apresenta a substância química com menor ponto de ebulição.

    Escolha uma alternativa para a questão 133fec48-e4
  • 1136FBD6-E4

    Química

    Teoria Atômica: átomos e sua estrutura - número atômico, número de massa, isótopos, massa atômica
    UFGD · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Dentro do período apresentado a seguir, a primeira energia de ionização aumenta do Sódio para o Cloro.

    Imagem da questão de Química, UFGD 2010, Teoria Atômica: átomos e sua estrutura - número atômico, número de massa, isótopos, massa atômica

    No entanto, apresenta duas exceções: o Alumínio e o Enxofre. A diminuição da energia de ionização do fósforo para o enxofre pode ser explicada pelo fato de
    Escolha uma alternativa para a questão 1136fbd6-e4
  • 1031F145-E4

    Química

    Teoria Atômica: Modelo atômico de Dalton, Thomson, Rutherford, Rutherford-Bohr
    UFGD · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    No modelo atômico da mecânica quântica, os elétrons são descritos por quatro diferentes números quânticos: número quântico principal; número quântico secundário; número quântico magnético; número quântico de spin. Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, os significados físicos desses números.
    Escolha uma alternativa para a questão 1031f145-e4
  • 0F2C6400-E4

    Matemática

    Física Matemática
    UFGD · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um fazendeiro vai da cidade para a fazenda por três tipos de estrada. Na estrada asfaltada, ele dirige a 100 km/h; na estrada com cascalho, a 50 km/h; e na estrada com lama, a 20 km/h. Para chegar à fazenda, o carro deve andar 80km no asfalto, 20 km no cascalho e mais 8 km na lama. Cada vez que ele faz esse percurso, para duas vezes: a primeira, na lanchonete, que fica no final da estrada asfaltada, por 15 minutos; e a segunda, por mais 10 minutos, no final da estrada de cascalho. A distância percorrida pelo carro após 1h e 30min é de
    Escolha uma alternativa para a questão 0f2c6400-e4
  • 0A169FF4-E4

    Matemática

    Probabilidade
    UFGD · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um levantamento da Secretaria Nacional de políticas sobre drogas concluiu que 80% dos estudantes ingeriram algum tipo de bebida alcoólica no último ano e que 25% praticaram o binge (comportamento de beber intensamente em um curto espaço de tempo) nos últimos 30 dias, antes da pesquisa. Ao escolher aleatoriamente um estudante que tenha bebido no último ano, a probabilidade de que o mesmo tenha praticado o binge nos últimos 30 dias é de
    Escolha uma alternativa para a questão 0a169ff4-e4
  • 09133F70-E4

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    UFGD · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Ataulfo e Bonifácio precisam ir a um sítio a 32 km de distância e dispõem apenas de uma bicicleta. Eles caminham a uma velocidade média de 4 km/h e, na bicicleta, desenvolvem a velocidade média de 12 km/h. Eles decidem que Ataulfo começará o trajeto a pé, e Bonifácio, de bicicleta. Este, após percorrer 2 km, deixará a bicicleta e continuará a pé, invertendo as posições a cada 2km. Pode-se concluir que chegarão ao sítio em
    Escolha uma alternativa para a questão 09133f70-e4
  • 080ED06B-E4

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    UFGD · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Numa certa cultura contendo inicialmente um bilhão de bactérias, é aplicado um antibiótico que a cada 1 hora mata 9 em cada 10 bactérias. No mesmo período de tempo, as bactérias sobreviventes se reproduzem gerando uma cópia de si mesmas. Então, 9 horas após o início do processo, a população de bactérias
    Escolha uma alternativa para a questão 080ed06b-e4