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Questões do ENEM: nível médio

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Resultados

27.392 questões encontradas. Mostrando a página 245 de 1370.

  • A6D5CED2-F4

    Conhecimentos Gerais

    Política
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim, segundo a Constituição Brasileira, assegurar a todos existência digna e justiça social, conforme os seguintes princípios

    1) Busca do pleno emprego
    2) Propriedade privada
    3) Redução das desigualdades sociais e regionais
    4) Atrelamento dos sindicatos ao Governo Federal
    5) Propriedade estatal dos meios de produção.


    Está(ão) correto(s)
    Escolha uma alternativa para a questão a6d5ced2-f4
  • A6D2CE1E-F4

    Geografia

    Clima
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe a figura a seguir, na qual estão representados alguns elementos importantes da dinâmica da atmosfera terrestre, indicados pelos números 1, 2, 3 e 4.

    Imagem da questão de Geografia, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2019, Clima

    Assinale a alternativa que contém as denominações correspondentes aos números 1, 2, 3 e 4, respectivamente
    Escolha uma alternativa para a questão a6d2ce1e-f4
  • A6C7E7B8-F4

    Conhecimentos Gerais

    Conhecimentos Gerais Sobre Arte e Cultura
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    O romance “Vidas Secas” , 1938, do escritor, jornalista e político, natural de Alagoas, Graciliano Ramos (1892-1953), encerra uma severa crítica social, característica do Movimento Modernista, na sua segunda fase literária, denominada:
    Escolha uma alternativa para a questão a6c7e7b8-f4
  • A6C15201-F4

    História

    História do Brasil
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    A quase completa ocupação das terras litorâneas do Brasil, para o cultivo da cana-de-açúcar, pode ser considerada como uma das principais motivações para que a atividade pecuária, no século XVIII, se expandisse pelas terras mais longínquas dos Sertões.

    Dentre os desdobramentos dessa ocupação, é possível salientar:
    Escolha uma alternativa para a questão a6c15201-f4
  • A6BB3DFD-F4

    Conhecimentos Gerais

    Economia
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    As políticas econômicas neoliberais aplicadas em países como Chile, Reino Unido e Estados Unidos, nas décadas de 1970 e 1980, serviram para a realização, em 1989, do Consenso de Washington, que preconizou uma série de medidas a serem adotadas por países em desenvolvimento, como o Brasil. Entre as diretrizes, definidas no Consenso é possível destacar:
    Escolha uma alternativa para a questão a6bb3dfd-f4
  • A6B80F9E-F4

    Geografia

    Industrialização
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Os países industrializados capitalistas, no século XIX, dominaram territórios e populações na África e na Ásia, com o objetivo de ampliar os mercados consumidores e explorar matérias-primas. Este processo ficou conhecido como Imperialismo. Neste mesmo período, foi possível verificar o desenvolvimento de várias áreas da Ciência, uma vez que
    Escolha uma alternativa para a questão a6b80f9e-f4
  • A6ADAD1C-F4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Read the text below and answer the following question based on it.

    How we learn things shapes our memory

    Humans are constantly learning new things. This ability helps us to grow and adapt to new situations daily. But a new study suggests that different learning mechanisms actually shape how the brain stores memories.

    As humans, we have not only survived, but thrived throughout time thanks to our ability to learn and adapt to new situations.

    Learning itself is a complex process, and there are different types of learning mechanisms through which the brain stores new information and updates old information.

    In general terms, there are two ways of learning that humans use to acquire new information in the long term.

    One is by association, or through experience. This is when we learn new things incidentally, just because we happened to come across them, or because we are in a new environment that we are learning to navigate little by little.

    The other one is learning by reinforcement. This is when we purposefully set out to learn new information — when we take a language course, for example.

    A new study conducted by researchers from the Department of Experimental Psychology, the Wellcome Centre for Integrative Neuroimaging, and the Nuffield Department of Clinical Neurosciences — all in Oxford, United Kingdom — indicates that different learning mechanisms have links to memories stored in different parts of the brain.

    The researchers add that not only do we store information differently depending on how we acquire it, but that it may be more or less easy for us to lose or change this information for the same reason.

    The researchers also explain that the findings indicate that the brain can store information learned through reinforcement for a long time, while other types of information remain more available for updates.

    "We also learned that some of this knowledge is very persistent, and the brain does not forget about it even when it becomes irrelevant, while knowledge acquired through an alternative learning mechanism is more flexible and can more easily be changed to new knowledge," notes KleinFlügge.

    When it comes to unlearning or forgetting information, the researchers also note that information acquired incidentally through associations is easier to discard than information acquired through goal-oriented learning.

    Adaptado de: < https://www.medicalnewstoday.com/articles/326826.php> Acessado em 29 de outubro de 2019.
    When it comes to storing, retrieving and forgetting information
    Escolha uma alternativa para a questão a6adad1c-f4
  • A6A9CE1F-F4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Read the text below and answer the following question based on it.

    How we learn things shapes our memory

    Humans are constantly learning new things. This ability helps us to grow and adapt to new situations daily. But a new study suggests that different learning mechanisms actually shape how the brain stores memories.

    As humans, we have not only survived, but thrived throughout time thanks to our ability to learn and adapt to new situations.

    Learning itself is a complex process, and there are different types of learning mechanisms through which the brain stores new information and updates old information.

    In general terms, there are two ways of learning that humans use to acquire new information in the long term.

    One is by association, or through experience. This is when we learn new things incidentally, just because we happened to come across them, or because we are in a new environment that we are learning to navigate little by little.

    The other one is learning by reinforcement. This is when we purposefully set out to learn new information — when we take a language course, for example.

    A new study conducted by researchers from the Department of Experimental Psychology, the Wellcome Centre for Integrative Neuroimaging, and the Nuffield Department of Clinical Neurosciences — all in Oxford, United Kingdom — indicates that different learning mechanisms have links to memories stored in different parts of the brain.

    The researchers add that not only do we store information differently depending on how we acquire it, but that it may be more or less easy for us to lose or change this information for the same reason.

    The researchers also explain that the findings indicate that the brain can store information learned through reinforcement for a long time, while other types of information remain more available for updates.

    "We also learned that some of this knowledge is very persistent, and the brain does not forget about it even when it becomes irrelevant, while knowledge acquired through an alternative learning mechanism is more flexible and can more easily be changed to new knowledge," notes KleinFlügge.

    When it comes to unlearning or forgetting information, the researchers also note that information acquired incidentally through associations is easier to discard than information acquired through goal-oriented learning.

    Adaptado de: < https://www.medicalnewstoday.com/articles/326826.php> Acessado em 29 de outubro de 2019.
    Generally speaking
    Escolha uma alternativa para a questão a6a9ce1f-f4
  • A6A6B5F4-F4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Read the text below and answer the following question based on it.

    How we learn things shapes our memory

    Humans are constantly learning new things. This ability helps us to grow and adapt to new situations daily. But a new study suggests that different learning mechanisms actually shape how the brain stores memories.

    As humans, we have not only survived, but thrived throughout time thanks to our ability to learn and adapt to new situations.

    Learning itself is a complex process, and there are different types of learning mechanisms through which the brain stores new information and updates old information.

    In general terms, there are two ways of learning that humans use to acquire new information in the long term.

    One is by association, or through experience. This is when we learn new things incidentally, just because we happened to come across them, or because we are in a new environment that we are learning to navigate little by little.

    The other one is learning by reinforcement. This is when we purposefully set out to learn new information — when we take a language course, for example.

    A new study conducted by researchers from the Department of Experimental Psychology, the Wellcome Centre for Integrative Neuroimaging, and the Nuffield Department of Clinical Neurosciences — all in Oxford, United Kingdom — indicates that different learning mechanisms have links to memories stored in different parts of the brain.

    The researchers add that not only do we store information differently depending on how we acquire it, but that it may be more or less easy for us to lose or change this information for the same reason.

    The researchers also explain that the findings indicate that the brain can store information learned through reinforcement for a long time, while other types of information remain more available for updates.

    "We also learned that some of this knowledge is very persistent, and the brain does not forget about it even when it becomes irrelevant, while knowledge acquired through an alternative learning mechanism is more flexible and can more easily be changed to new knowledge," notes KleinFlügge.

    When it comes to unlearning or forgetting information, the researchers also note that information acquired incidentally through associations is easier to discard than information acquired through goal-oriented learning.

    Adaptado de: < https://www.medicalnewstoday.com/articles/326826.php> Acessado em 29 de outubro de 2019.
    According to the text
    Escolha uma alternativa para a questão a6a6b5f4-f4
  • A6A3B685-F4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Read the text below and answer the following  question based on it.

    Can lifestyle changes reverse coronary heart disease? The Lifestyle Heart Trial.

    Abstract

    In a prospective, randomised, controlled trial to determine whether comprehensive lifestyle changes affect coronary atherosclerosis after 1 year, 28 patients were assigned to an experimental group (low-fat vegetarian diet, stopping smoking, stress management training, and moderate exercise) and 20 to a usual-care control group. 195 coronary artery lesions were analysed by quantitative coronary angiography. The average percentage diameter stenosis regressed from 40.0 (SD 16.9)% to 37.8 (16.5)% in the experimental group yet progressed from 42.7 (15.5)% to 46.1 (18.5)% in the control group. When only lesions greater than 50% stenosed were analysed, the average percentage diameter stenosis regressed from 61.1 (8.8)% to 55.8 (11.0)% in the experimental group and progressed from 61.7 (9.5)% to 64.4 (16.3)% in the control group. Overall, 82% of experimental-group patients had an average change towards regression. Comprehensive lifestyle changes may be able to bring about regression of even severe coronary atherosclerosis after only 1 year, without use of lipidlowering drugs

    Adaptado de:
    <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/1973470> Acessado
    em 27 de outubro de 2017.
    In “Comprehensive lifestyle changes may be able to bring about regression…” may expresses:

    Escolha uma alternativa para a questão a6a3b685-f4
  • A6A08363-F4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Read the text below and answer the following  question based on it.

    Can lifestyle changes reverse coronary heart disease? The Lifestyle Heart Trial.

    Abstract

    In a prospective, randomised, controlled trial to determine whether comprehensive lifestyle changes affect coronary atherosclerosis after 1 year, 28 patients were assigned to an experimental group (low-fat vegetarian diet, stopping smoking, stress management training, and moderate exercise) and 20 to a usual-care control group. 195 coronary artery lesions were analysed by quantitative coronary angiography. The average percentage diameter stenosis regressed from 40.0 (SD 16.9)% to 37.8 (16.5)% in the experimental group yet progressed from 42.7 (15.5)% to 46.1 (18.5)% in the control group. When only lesions greater than 50% stenosed were analysed, the average percentage diameter stenosis regressed from 61.1 (8.8)% to 55.8 (11.0)% in the experimental group and progressed from 61.7 (9.5)% to 64.4 (16.3)% in the control group. Overall, 82% of experimental-group patients had an average change towards regression. Comprehensive lifestyle changes may be able to bring about regression of even severe coronary atherosclerosis after only 1 year, without use of lipidlowering drugs

    Adaptado de:
    <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/1973470> Acessado
    em 27 de outubro de 2017.
    The research conducted showed that
    Escolha uma alternativa para a questão a6a08363-f4
  • A69D7ED5-F4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Read the text below and answer the following  question based on it

    Imagem da questão de Inglês, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Disponível em: < https://www.wikihow.com/Write-a-Prescription> Acessado em 11 de outubro de 2017

    Jane Michelle Smith has been instructed to
    Escolha uma alternativa para a questão a69d7ed5-f4
  • A699E644-F4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Read the text below and answer the following  question based on it

    Imagem da questão de Inglês, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Disponível em: < https://www.wikihow.com/Write-a-Prescription> Acessado em 11 de outubro de 2017

    Jane has been told to
    Escolha uma alternativa para a questão a699e644-f4
  • A69312AD-F4

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Segundo Afrânio Coutinho, o fragmento “Notas de Teoria literária”:

    “A ficção distingue-se de história e da biografia, por estas serem narrativas de fatos reais. A ficção é produto da imaginação criadora, embora, como toda arte, suas raízes mergulhem na experiência humana. Mas o que a distingue das outras formas de narrativa é que ela é uma transfiguração ou transmutação da realidade, feita pelo espírito do artista, este imprevisível e inesgotável laboratório. A ficção não pretende fornecer um simples retrato da realidade, mas antes criar uma imagem da realidade, uma reinterpretação, uma revisão. É o espetáculo da vida através do olhar interpretativo do artista, a interpretação artística da realidade”.

    (Afrânio Coutinho. Notas de Teoria Literária).

    O fragmento apresentado acima confirma a concepção de que a narrativa de ficção, embora tenha origem na experiência real, seja uma transfiguração da realidade, a exemplo das seguintes criações do Romance brasileiro:

    1) Machado de Assis, em Memórias póstumas de Brás Cubas, que dá voz a um defunto, que narra, logo no primeiro capítulo, os pormenores de sua morte.
    2) Graciliano Ramos, em Vidas Secas, que pretendendo manter indícios do Simbolismo, afastou-se dos princípios literários românticos.
    3) Guimarães Rosa, em Grande Sertão Veredas, que optou por transfigurar não apenas traços da realidade, mas entrou pela área linguística e a reinterpretou também.
    4) Clarice Lispector, em A hora da Estrela, que, fiel à ficção, questiona sua própria habilidade para compor uma narração no gênero ‘romance’.

    Estão corretas
    Escolha uma alternativa para a questão a69312ad-f4
  • A68A7C22-F4

    Português

    Coesão e coerência
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

     

    Como uma onda

    1. Toda língua muda com o tempo. Por mais que isso pareça óbvio, vale a pena repetir. Basta comparar um texto escrito em português na Idade Média, ou em 1600, ou mesmo há cem anos com qualquer coisa publicada nos dias de hoje.

    2. As diferenças saltam aos olhos, e as dificuldades de compreensão vão crescendo quanto mais a gente recua no tempo.

    3. Lendo as gramáticas, a gente tem a impressão de que a língua está pronta e acabada, que ela pode até ter sofrido transformações no passado, mas que, agora, as regras estão fixadas para sempre. Mas isso é uma ilusão. 4. Enquanto tiver gente falando uma língua, ela vai sofrer variação e mudança, incessantemente. Os mesmos processos que fizeram a língua mudar no passado continuam em ação, fazendo a língua mudar neste exato momento em que você me lê. 5. Apesar dessa obviedade, a mudança linguística sempre foi encarada como um problema, uma coisa negativa, um sinal de ruína, decadência e corrupção da língua. 6. No entanto, a mudança é inevitável: tudo no universo, na natureza, na sociedade passa incessantemente por processos de mudança, de obsolescência, de reinvenção, de evolução... Por que só a língua teria de ficar parada no tempo e no espaço?

    7. Todas as demais instituições humanas sofrem mudança; por que a língua não sofreria? Na verdade, o melhor seria dizer: os falantes mudam a língua o tempo todo!

    (Marcos Bagno. Nada na língua é por acaso. São Paulo: Parábola, 2007, p 163-164).

    Analise os seguintes fragmentos do texto: “Mas isso é uma ilusão”. “Apesar dessa obviedade.” Uma propriedade sintático-semântica dos dois termos em negrito é que eles:
    Escolha uma alternativa para a questão a68a7c22-f4
  • A6879169-F4

    Português

    Interpretação de Textos
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    Como uma onda

    1. Toda língua muda com o tempo. Por mais que isso pareça óbvio, vale a pena repetir. Basta comparar um texto escrito em português na Idade Média, ou em 1600, ou mesmo há cem anos com qualquer coisa publicada nos dias de hoje.

    2. As diferenças saltam aos olhos, e as dificuldades de compreensão vão crescendo quanto mais a gente recua no tempo.

    3. Lendo as gramáticas, a gente tem a impressão de que a língua está pronta e acabada, que ela pode até ter sofrido transformações no passado, mas que, agora, as regras estão fixadas para sempre. Mas isso é uma ilusão. 4. Enquanto tiver gente falando uma língua, ela vai sofrer variação e mudança, incessantemente. Os mesmos processos que fizeram a língua mudar no passado continuam em ação, fazendo a língua mudar neste exato momento em que você me lê. 5. Apesar dessa obviedade, a mudança linguística sempre foi encarada como um problema, uma coisa negativa, um sinal de ruína, decadência e corrupção da língua. 6. No entanto, a mudança é inevitável: tudo no universo, na natureza, na sociedade passa incessantemente por processos de mudança, de obsolescência, de reinvenção, de evolução... Por que só a língua teria de ficar parada no tempo e no espaço?

    7. Todas as demais instituições humanas sofrem mudança; por que a língua não sofreria? Na verdade, o melhor seria dizer: os falantes mudam a língua o tempo todo!

    (Marcos Bagno. Nada na língua é por acaso. São Paulo: Parábola, 2007, p 163-164).

    Analise o trecho seguinte: “as dificuldades de compreensão vão crescendo quanto mais a gente recua no tempo”. Considerando a relação do segmento destacado com o restante do texto, pode-se perceber a declaração de uma ‘mudança’, de caráter:
    Escolha uma alternativa para a questão a6879169-f4
  • A67AABAE-F4

    Português

    Coesão e coerência
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    A arte de escrever

    1. Há, portanto, uma arte de escrever, que é a produção de um texto escrito. Não é uma prerrogativa dos literatos, senão uma atividade social indispensável, para a qual falta, não obstante, muitas vezes, uma preparação preliminar adequada.

    2. A arte de falar, necessária à exposição oral, é mais fácil na medida em que se beneficia da prática da fala cotidiana, de cujos elementos parte, em princípio. O que há de comum, antes de tudo, entre a exposição oral e a escrita é a necessidade de uma boa composição, isto é, uma distribuição metódica e compreensiva de ideias.

    3. Impõe-se igualmente a visualização de um objetivo definido. Ninguém é capaz de escrever bem se não sabe bem sobre o que vai escrever. Justamente por causa disso, as condições para a escrita de um texto, no exercício da vida profissional ou no intercâmbio social amplo, são muito diversas das da redação escolar. A convicção do que vamos dizer, a importância que há em dizê-lo, o domínio de um assunto da nossa especialidade tiram da redação escolar o caráter negativo de mero exercício formal.

    4. Qualquer um de nós, senhor de um assunto é, em princípio, capaz de escrever sobre ele. Não há um dom inato, especial, para escrever, ao contrário do que muita gente pensa. Há apenas uma falta de preparação especial, que o esforço e a prática continuada e persistente vencem.

    5. Por outro lado, a arte de escrever, na medida em que consubstancia a nossa capacidade de expressão do pensar e do sentir, tem de firmar raízes na nossa própria personalidade e decorre, em grande parte, de um trabalho nosso para desenvolver a personalidade por este ângulo. [...]

    6. A arte de escrever precisa assentar numa atividade preliminar já radicada, que parte do ensino escolar e de um hábito de leitura inteligentemente conduzido. Depende muito, portanto, de nós mesmos, de uma disciplina mental adquirida pela autocrítica e pela observação cuidadosa do que outros, com bons resultados, escreveram.

    CAMARA, J. Mattoso. Manual de expressão oral e escrita. Petrópolis, Vozes, 1983. Adaptado.
    Considerando o núcleo da temática desenvolvida no Texto, foi decisiva para a coesão e a coerência do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão a67aabae-f4
  • A67236B6-F4

    Português

    Gêneros Textuais
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos


    Se você parar para pensar...


    1. Na correria do dia a dia, o urgente não vem deixando tempo para o importante. Essa constatação, carregada de estranha obviedade, obriga-nos quase a tratar como uma circunstância paralela e eventual aquela que deve ser considerada a marca humana por excelência: a capacidade de reflexão e consciência. Aliás, em alguns momentos, as pessoas usam até uma advertência (quando querem afirmar que algo não vai bem): “Se você parar para pensar...”

    2. Por que parar para pensar? Será tão difícil pensar enquanto continua fazendo outras coisas ou, melhor ainda, seria possível fazer sem pensar e, num determinado momento, ter de parar? Ora, pensar é uma atitude contínua, e não um evento episódico! Não é preciso parar – nem se deve fazê-lo – sob pena de romper com nossa liberdade consciente.

    3. O escritor francês Anatole França, um mestre da ironia e do ceticismo, dizia: “O pensamento é uma doença peculiar de certos indivíduos, que, ao propagar-se, em breve acabaria com a espécie”.

    4. Talvez “pensar mais” não levasse necessariamente ao “término da espécie”, mas, com muita probabilidade, dificultaria a presença daqueles, no mundo dos negócios e da comunicação, que só entendem e tratam as pessoas como consumidores vorazes e insanos. Talvez, um “pensar mais” nos levasse a gritar que basta de tantos imperativos. Compre! Olhe! Veja! Faça! Leia! Sinta! E a vontade própria e o desejo sem contornos? E a liberdade de decidir, escolher, optar, aderir? Será um basta do corpo e da mente que já não mais aguentam tantas medicinas, tantas dietas compulsórias, tantas ordens da moda e admoestações da mídia; corpo e mente que carecem, cada dia mais, de horas de sono complementares, horas de lazer suplementares e horas de sossego regulamentares, quase esgotados na capacidade de persistir, combater e evitar o amortecimento dos sentidos e dos sonhos pessoais e sinceros. Essa demora em “pensar mais”, esse retardamento da reflexão como uma atitude continuada e deliberada, vem produzindo um fenômeno quase coletivo: mais e mais pessoas querendo desistir, com vontade imensa de mudar de vida, transformar-se, livrando-se das pequenas situações que as torturam, que as amarguram, que as esvaem. Vêm à tona impulsos de romper as amarras da civilização e partir, céleres, em direção ao incerto, ao sedutor repouso oferecido pela irracionalidade e pela inconsequência. Cansaço imenso de um grande sertão com diminutas veredas? (...)

    5. Pouco importa, dado que ser humano é ser capaz de dizer “não” ao que parece não ter alternativa. Apesar dos constrangimentos e da tentativa de sequestro da nossa subjetividade, pensar não é, de fato, crime e, por isso, não se deve parar.

    (CORTELLA, Mário Sérgio. Folha de S. Paulo, maio de 2001. Adaptado)

    A compreensão do Texto requer que o vejamos como um texto: 
    Escolha uma alternativa para a questão a67236b6-f4
  • A66C3107-F4

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos


    Se você parar para pensar...


    1. Na correria do dia a dia, o urgente não vem deixando tempo para o importante. Essa constatação, carregada de estranha obviedade, obriga-nos quase a tratar como uma circunstância paralela e eventual aquela que deve ser considerada a marca humana por excelência: a capacidade de reflexão e consciência. Aliás, em alguns momentos, as pessoas usam até uma advertência (quando querem afirmar que algo não vai bem): “Se você parar para pensar...”

    2. Por que parar para pensar? Será tão difícil pensar enquanto continua fazendo outras coisas ou, melhor ainda, seria possível fazer sem pensar e, num determinado momento, ter de parar? Ora, pensar é uma atitude contínua, e não um evento episódico! Não é preciso parar – nem se deve fazê-lo – sob pena de romper com nossa liberdade consciente.

    3. O escritor francês Anatole França, um mestre da ironia e do ceticismo, dizia: “O pensamento é uma doença peculiar de certos indivíduos, que, ao propagar-se, em breve acabaria com a espécie”.

    4. Talvez “pensar mais” não levasse necessariamente ao “término da espécie”, mas, com muita probabilidade, dificultaria a presença daqueles, no mundo dos negócios e da comunicação, que só entendem e tratam as pessoas como consumidores vorazes e insanos. Talvez, um “pensar mais” nos levasse a gritar que basta de tantos imperativos. Compre! Olhe! Veja! Faça! Leia! Sinta! E a vontade própria e o desejo sem contornos? E a liberdade de decidir, escolher, optar, aderir? Será um basta do corpo e da mente que já não mais aguentam tantas medicinas, tantas dietas compulsórias, tantas ordens da moda e admoestações da mídia; corpo e mente que carecem, cada dia mais, de horas de sono complementares, horas de lazer suplementares e horas de sossego regulamentares, quase esgotados na capacidade de persistir, combater e evitar o amortecimento dos sentidos e dos sonhos pessoais e sinceros. Essa demora em “pensar mais”, esse retardamento da reflexão como uma atitude continuada e deliberada, vem produzindo um fenômeno quase coletivo: mais e mais pessoas querendo desistir, com vontade imensa de mudar de vida, transformar-se, livrando-se das pequenas situações que as torturam, que as amarguram, que as esvaem. Vêm à tona impulsos de romper as amarras da civilização e partir, céleres, em direção ao incerto, ao sedutor repouso oferecido pela irracionalidade e pela inconsequência. Cansaço imenso de um grande sertão com diminutas veredas? (...)

    5. Pouco importa, dado que ser humano é ser capaz de dizer “não” ao que parece não ter alternativa. Apesar dos constrangimentos e da tentativa de sequestro da nossa subjetividade, pensar não é, de fato, crime e, por isso, não se deve parar.

    (CORTELLA, Mário Sérgio. Folha de S. Paulo, maio de 2001. Adaptado)

    O argumento principal do Texto é explicitado no seguinte trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão a66c3107-f4
  • E0358C9D-F4

    Filosofia

    A Política
    UEG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    John Locke afirmou que a mente é como uma folha em branco na qual a cultura escreve seu texto e Descartes demonstrava desconfiança em relação aos sentidos como fonte de conhecimento. A respeito desses dois filósofos, verifica-se o seguinte:
    Escolha uma alternativa para a questão e0358c9d-f4