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Questões do ENEM: nível médio

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Resultados

27.392 questões encontradas. Mostrando a página 276 de 1370.

  • 73DE6374-D8

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    A descrição detalhada do cenário sertanejo que se apresentava ao jornalista recém-chegado de uma realidade oposta. 

    Imagem da questão de Literatura, Faculdade Governador Ozanam Coelho 2019, Escolas Literárias

    (Em Floresta, Pernambuco, água potável só chega com os caminhões-pipa. 08/03/2018. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/as-marcas-da-seca-no-nordeste.)

    Dentre os principais autores que abordaram a referida temática estão:
    Escolha uma alternativa para a questão 73de6374-d8
  • 73D5CA79-D8

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    O pré-modernismo foi um período na Literatura marcado pela transição, ou seja, trata-se de um período que reflete claramente como se dá a evolução dos movimentos literários. A partir desta informação, assinale a afirmativa que corretamente expressa características de tal período.
    Escolha uma alternativa para a questão 73d5ca79-d8
  • 73D190DC-D8

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema para análise das afirmativas a seguir.

    Psicologia de um vencido

    Eu, filho do carbono e do amoníaco,
    Monstro de escuridão e rutilância,
    Sofro, desde a epigênese da infância,
    A influência má dos signos do zodíaco.

    Produndissimamente hipocondríaco,
    Este ambiente me causa repugnância...
    Sobe-me à boca uma ânsiaanáloga à ânsia
    Que se escapa da boca de um cardíaco.

    Já o verme — este operário das ruínas —
    Que o sangue podre das carnificinas
    Come, e à vida em geral declara guerra,

    Anda a espreitar meus olhos para roê-los,
    E há de deixar-me apenas os cabelos,
    Na frialdade inorgânica da terra!

    (ANJOS, Augusto dos. Melhores poemas. 3. ed. São Paulo: Global, 2001.)


    I. Mesmo apresentando uma visão negativa, o eu lírico mantém as imagens poéticas utilizadas tradicionalmente.

    II. O emprego do vocabulário científico reforça a natureza perecível do ser humano, demonstrando o drama da existência.

    III. É possível reconhecer características literárias de movimentos diferentes tais como o gosto pelo soneto, do Parnasianismo e o tema da angústia existencial própria do Simbolismo.

    Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
    Escolha uma alternativa para a questão 73d190dc-d8
  • 73CCBD59-D8

    Português

    Sintaxe
    Faculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Obrigado, Doutor

        Quando lhe disse que um vago conhecido nosso tinha morrido, vítima de tumor no cérebro, levou as mãos à cabeça:
         — Minha Santa Efigênia! Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão distante de nossa convivência, mas logo ele fez sentir a causa da sua perturbação:
         — É o que eu tenho, não há dúvida nenhuma: esta dor de cabeça que não passa! Estou para morrer.
        Conheço-o desde menino, e sempre esteve para morrer. Não há doença que passe perto dele e não se detenha, para convencê-lo em iniludíveis sintomas de que está com os dias contados. Empresta dimensões de síndromes terríveis à mais ligeira manifestação de azia ou acidez estomacal:
        — Até parece que andei comendo fogo. Estou com pirofagia crônica. Esta cólica é que é o diabo, se eu fosse mulher ainda estava explicado. Histeria gástrica. Úlcera péptica, no duro.
        Certa ocasião, durante um mês seguido, tomou injeções diárias de penicilina, por sua conta e risco. A chamada dose cavalar.
        — Não adiantou nada — queixa-se ele: — Para mim o médico que me operou esqueceu alguma coisa dentro de minha barriga.
         Foi operado de apendicite quando ainda criança e até hoje se vangloria:
        — Menino, você precisava de ver o meu apêndice: parecia uma salsicha alemã. No que dependesse dele, já teria passado por todas as operações jamais registradas nos anais da cirurgia: “Só mesmo entrando na faca para ver o que há comigo”. Os médicos lhe asseguram que não há nada, ele sai maldizendo a medicina: “Não descobrem o que eu tenho, são uns charlatas, quem entende de mim sou eu”. O radiologista, seu amigo particular, já lhe proibiu a entrada no consultório: tirou-lhe radiografia até dos dedos do pé. E ele sempre se apalpando e fazendo caretas: “Meu fígado hoje está que nem uma esponja, encharcada de bílis. Minha vesícula está dura como um lápis, põe só a mão aqui”.
         — É lápis mesmo, aí no seu bolso.
        — Do lado de cá, sua besta. Não adianta, ninguém me leva a sério.
        Vive lendo bulas de remédio: “Este é dos bons” — e seus olhos se iluminam: “justamente o que eu preciso. Dá licença de tomar um, para experimentar?” Quando visita alguém e lhe oferecem alguma coisa para tomar, aceita logo um comprimido. Passa todas as noites na farmácia: “Alguma novidade da Squibb?”
        Acabou num psicanalista: “Doutor, para ser sincero eu nem sei por onde começar — dizem que eu estou doido? O que eu estou é podre”. Desistiu logo: “Minha alma não tem segredos para ninguém arrancar. Estou com vontade é de arrancar todos os dentes”.
        E cada vez mais forte, corado, gordo e saudável. “Saudável, eu?” — reage, como a um insulto: “Minha Santa Efigênia! Passei a noite que só você vendo: foi aquele bife que comi ontem, não posso comer gordura nenhuma, tem de ser tudo na água e sal”. No restaurante, é o espantalho dos garçons: “Me traga um filé aberto e batido, bem passado na chapa em três gotas de azeite português, lave bem a faca que não posso nem sentir o cheiro de alho, e duas batatinhas cozidas até começarem a desmanchar, só com uma pitadinha de sal, modesta porém sincera”.
         De vez em quando um amigo procura agradá-lo: “Você está pálido, o que é que há?” Ele sorri, satisfeito: “Menino, chega aqui que eu vou lhe contar, você é o único que me compreende”. E começa a enumerar suas mazelas — doenças de toda espécie, da mais requintada patogenia, que conhece na ponta da língua. Da última vez enumerou cento e três. E por falar em língua, vive a mostrá-la como um troféu: “Olha como está grossa, saburrosa. Estou com uma caverna no pulmão, não tem dúvida: essa tosse, essa excitação toda, uma febre capaz de arrebentar o termômetro. Meu pulmão deve estar esburacado como um queijo suíço. Tuberculoso em último grau”. E cospe de lado: “Se um mosquito pousar nesse cuspe, morre envenenado”.
        Ultimamente os amigos deram para conspirar, sentenciosos: o que ele precisa é casar. Arranjar uma mulherzinha dedicada, que cuidasse dele. “Casar, eu?” — e se abre numa gargalhada: “Vocês querem acabar de liquidar comigo?”. Mas sua aversão ao casamento não pode ser tão forte assim, pois consta que de uns dias para cá está de namoro sério com uma jovem, recém-diplomada na Escola de Enfermagem Ana Néri.

    (SABINO, Fernando. O homem nu. 43ª ed. Rio de Janeiro: Distribuidora Record de Serviços SA, 2005.)
    Em “Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão distante de nossa convivência, mas logo ele fez sentir a causa da sua perturbação:” (3º §) a informação introduzida pela expressão sublinhada apresenta
    Escolha uma alternativa para a questão 73ccbd59-d8
  • 73C36ED8-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Obrigado, Doutor

        Quando lhe disse que um vago conhecido nosso tinha morrido, vítima de tumor no cérebro, levou as mãos à cabeça:
         — Minha Santa Efigênia! Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão distante de nossa convivência, mas logo ele fez sentir a causa da sua perturbação:
         — É o que eu tenho, não há dúvida nenhuma: esta dor de cabeça que não passa! Estou para morrer.
        Conheço-o desde menino, e sempre esteve para morrer. Não há doença que passe perto dele e não se detenha, para convencê-lo em iniludíveis sintomas de que está com os dias contados. Empresta dimensões de síndromes terríveis à mais ligeira manifestação de azia ou acidez estomacal:
        — Até parece que andei comendo fogo. Estou com pirofagia crônica. Esta cólica é que é o diabo, se eu fosse mulher ainda estava explicado. Histeria gástrica. Úlcera péptica, no duro.
        Certa ocasião, durante um mês seguido, tomou injeções diárias de penicilina, por sua conta e risco. A chamada dose cavalar.
        — Não adiantou nada — queixa-se ele: — Para mim o médico que me operou esqueceu alguma coisa dentro de minha barriga.
         Foi operado de apendicite quando ainda criança e até hoje se vangloria:
        — Menino, você precisava de ver o meu apêndice: parecia uma salsicha alemã. No que dependesse dele, já teria passado por todas as operações jamais registradas nos anais da cirurgia: “Só mesmo entrando na faca para ver o que há comigo”. Os médicos lhe asseguram que não há nada, ele sai maldizendo a medicina: “Não descobrem o que eu tenho, são uns charlatas, quem entende de mim sou eu”. O radiologista, seu amigo particular, já lhe proibiu a entrada no consultório: tirou-lhe radiografia até dos dedos do pé. E ele sempre se apalpando e fazendo caretas: “Meu fígado hoje está que nem uma esponja, encharcada de bílis. Minha vesícula está dura como um lápis, põe só a mão aqui”.
         — É lápis mesmo, aí no seu bolso.
        — Do lado de cá, sua besta. Não adianta, ninguém me leva a sério.
        Vive lendo bulas de remédio: “Este é dos bons” — e seus olhos se iluminam: “justamente o que eu preciso. Dá licença de tomar um, para experimentar?” Quando visita alguém e lhe oferecem alguma coisa para tomar, aceita logo um comprimido. Passa todas as noites na farmácia: “Alguma novidade da Squibb?”
        Acabou num psicanalista: “Doutor, para ser sincero eu nem sei por onde começar — dizem que eu estou doido? O que eu estou é podre”. Desistiu logo: “Minha alma não tem segredos para ninguém arrancar. Estou com vontade é de arrancar todos os dentes”.
        E cada vez mais forte, corado, gordo e saudável. “Saudável, eu?” — reage, como a um insulto: “Minha Santa Efigênia! Passei a noite que só você vendo: foi aquele bife que comi ontem, não posso comer gordura nenhuma, tem de ser tudo na água e sal”. No restaurante, é o espantalho dos garçons: “Me traga um filé aberto e batido, bem passado na chapa em três gotas de azeite português, lave bem a faca que não posso nem sentir o cheiro de alho, e duas batatinhas cozidas até começarem a desmanchar, só com uma pitadinha de sal, modesta porém sincera”.
         De vez em quando um amigo procura agradá-lo: “Você está pálido, o que é que há?” Ele sorri, satisfeito: “Menino, chega aqui que eu vou lhe contar, você é o único que me compreende”. E começa a enumerar suas mazelas — doenças de toda espécie, da mais requintada patogenia, que conhece na ponta da língua. Da última vez enumerou cento e três. E por falar em língua, vive a mostrá-la como um troféu: “Olha como está grossa, saburrosa. Estou com uma caverna no pulmão, não tem dúvida: essa tosse, essa excitação toda, uma febre capaz de arrebentar o termômetro. Meu pulmão deve estar esburacado como um queijo suíço. Tuberculoso em último grau”. E cospe de lado: “Se um mosquito pousar nesse cuspe, morre envenenado”.
        Ultimamente os amigos deram para conspirar, sentenciosos: o que ele precisa é casar. Arranjar uma mulherzinha dedicada, que cuidasse dele. “Casar, eu?” — e se abre numa gargalhada: “Vocês querem acabar de liquidar comigo?”. Mas sua aversão ao casamento não pode ser tão forte assim, pois consta que de uns dias para cá está de namoro sério com uma jovem, recém-diplomada na Escola de Enfermagem Ana Néri.

    (SABINO, Fernando. O homem nu. 43ª ed. Rio de Janeiro: Distribuidora Record de Serviços SA, 2005.)
    Da leitura do texto, conclui-se que:
    Escolha uma alternativa para a questão 73c36ed8-d8
  • 73BFAE63-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Obrigado, Doutor

        Quando lhe disse que um vago conhecido nosso tinha morrido, vítima de tumor no cérebro, levou as mãos à cabeça:
         — Minha Santa Efigênia! Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão distante de nossa convivência, mas logo ele fez sentir a causa da sua perturbação:
         — É o que eu tenho, não há dúvida nenhuma: esta dor de cabeça que não passa! Estou para morrer.
        Conheço-o desde menino, e sempre esteve para morrer. Não há doença que passe perto dele e não se detenha, para convencê-lo em iniludíveis sintomas de que está com os dias contados. Empresta dimensões de síndromes terríveis à mais ligeira manifestação de azia ou acidez estomacal:
        — Até parece que andei comendo fogo. Estou com pirofagia crônica. Esta cólica é que é o diabo, se eu fosse mulher ainda estava explicado. Histeria gástrica. Úlcera péptica, no duro.
        Certa ocasião, durante um mês seguido, tomou injeções diárias de penicilina, por sua conta e risco. A chamada dose cavalar.
        — Não adiantou nada — queixa-se ele: — Para mim o médico que me operou esqueceu alguma coisa dentro de minha barriga.
         Foi operado de apendicite quando ainda criança e até hoje se vangloria:
        — Menino, você precisava de ver o meu apêndice: parecia uma salsicha alemã. No que dependesse dele, já teria passado por todas as operações jamais registradas nos anais da cirurgia: “Só mesmo entrando na faca para ver o que há comigo”. Os médicos lhe asseguram que não há nada, ele sai maldizendo a medicina: “Não descobrem o que eu tenho, são uns charlatas, quem entende de mim sou eu”. O radiologista, seu amigo particular, já lhe proibiu a entrada no consultório: tirou-lhe radiografia até dos dedos do pé. E ele sempre se apalpando e fazendo caretas: “Meu fígado hoje está que nem uma esponja, encharcada de bílis. Minha vesícula está dura como um lápis, põe só a mão aqui”.
         — É lápis mesmo, aí no seu bolso.
        — Do lado de cá, sua besta. Não adianta, ninguém me leva a sério.
        Vive lendo bulas de remédio: “Este é dos bons” — e seus olhos se iluminam: “justamente o que eu preciso. Dá licença de tomar um, para experimentar?” Quando visita alguém e lhe oferecem alguma coisa para tomar, aceita logo um comprimido. Passa todas as noites na farmácia: “Alguma novidade da Squibb?”
        Acabou num psicanalista: “Doutor, para ser sincero eu nem sei por onde começar — dizem que eu estou doido? O que eu estou é podre”. Desistiu logo: “Minha alma não tem segredos para ninguém arrancar. Estou com vontade é de arrancar todos os dentes”.
        E cada vez mais forte, corado, gordo e saudável. “Saudável, eu?” — reage, como a um insulto: “Minha Santa Efigênia! Passei a noite que só você vendo: foi aquele bife que comi ontem, não posso comer gordura nenhuma, tem de ser tudo na água e sal”. No restaurante, é o espantalho dos garçons: “Me traga um filé aberto e batido, bem passado na chapa em três gotas de azeite português, lave bem a faca que não posso nem sentir o cheiro de alho, e duas batatinhas cozidas até começarem a desmanchar, só com uma pitadinha de sal, modesta porém sincera”.
         De vez em quando um amigo procura agradá-lo: “Você está pálido, o que é que há?” Ele sorri, satisfeito: “Menino, chega aqui que eu vou lhe contar, você é o único que me compreende”. E começa a enumerar suas mazelas — doenças de toda espécie, da mais requintada patogenia, que conhece na ponta da língua. Da última vez enumerou cento e três. E por falar em língua, vive a mostrá-la como um troféu: “Olha como está grossa, saburrosa. Estou com uma caverna no pulmão, não tem dúvida: essa tosse, essa excitação toda, uma febre capaz de arrebentar o termômetro. Meu pulmão deve estar esburacado como um queijo suíço. Tuberculoso em último grau”. E cospe de lado: “Se um mosquito pousar nesse cuspe, morre envenenado”.
        Ultimamente os amigos deram para conspirar, sentenciosos: o que ele precisa é casar. Arranjar uma mulherzinha dedicada, que cuidasse dele. “Casar, eu?” — e se abre numa gargalhada: “Vocês querem acabar de liquidar comigo?”. Mas sua aversão ao casamento não pode ser tão forte assim, pois consta que de uns dias para cá está de namoro sério com uma jovem, recém-diplomada na Escola de Enfermagem Ana Néri.

    (SABINO, Fernando. O homem nu. 43ª ed. Rio de Janeiro: Distribuidora Record de Serviços SA, 2005.)
    Em relação às características atribuídas ao texto em análise podem ser enumeradas algumas a seguir, com EXCEÇÃO de:
    Escolha uma alternativa para a questão 73bfae63-d8
  • 73BB5FC3-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Japonês e americano vencem Nobel de Medicina por pesquisas contra o câncer

        O japonês Tasuku Honjo e o americano James Patrick Allison foram anunciados nesta segunda-feira como os vencedores do prêmio Nobel de Medicina. A dupla de imunologistas recebeu a honraria por suas pesquisas contra o câncer. Segundo os organizadores do prêmio, “ao estimular a capacidade inerente do sistema imunológico de atacar as células de tumor, os laureados estabeleceram uma base inteiramente nova para a terapia contra o câncer”.
        Paralelamente, Allison e Honjo desenvolveram estudos sobre proteínas que funcionam como “freios” no nosso sistema imunológico. Ao manipular esses “freios”, eles conseguiram liberar ataques mais potentes das defesas naturais do corpo contra os tumores malignos. Para o Nobel, “as descobertas seminais dos dois vencedores representam um marco na luta contra o câncer”.
        Allison é professor na Universidade do Texas, enquanto Honjo trabalha na Universidade de Kyoto. Os dois vão dividir o prêmio de cerca de 4 milhões de reais.

    (Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/japones-e-americano-vencem-nobel-de-medicina-por-pesquisa-contra-o-cancer/1 out 2018.) 
    No último parágrafo do texto, as informações acerca dos dois vencedores do prêmio Nobel de Medicina são interligadas por
    Escolha uma alternativa para a questão 73bb5fc3-d8
  • 73B689C9-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Japonês e americano vencem Nobel de Medicina por pesquisas contra o câncer

        O japonês Tasuku Honjo e o americano James Patrick Allison foram anunciados nesta segunda-feira como os vencedores do prêmio Nobel de Medicina. A dupla de imunologistas recebeu a honraria por suas pesquisas contra o câncer. Segundo os organizadores do prêmio, “ao estimular a capacidade inerente do sistema imunológico de atacar as células de tumor, os laureados estabeleceram uma base inteiramente nova para a terapia contra o câncer”.
        Paralelamente, Allison e Honjo desenvolveram estudos sobre proteínas que funcionam como “freios” no nosso sistema imunológico. Ao manipular esses “freios”, eles conseguiram liberar ataques mais potentes das defesas naturais do corpo contra os tumores malignos. Para o Nobel, “as descobertas seminais dos dois vencedores representam um marco na luta contra o câncer”.
        Allison é professor na Universidade do Texas, enquanto Honjo trabalha na Universidade de Kyoto. Os dois vão dividir o prêmio de cerca de 4 milhões de reais.

    (Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/japones-e-americano-vencem-nobel-de-medicina-por-pesquisa-contra-o-cancer/1 out 2018.) 
    Em “Ao manipular esses ‘freios’, eles conseguiram liberar ataques mais potentes das defesas naturais do corpo contra os tumores malignos.” (2º §) é correto afirmar que o enunciado apresenta 
    Escolha uma alternativa para a questão 73b689c9-d8
  • 73B2184B-D8

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Japonês e americano vencem Nobel de Medicina por pesquisas contra o câncer

        O japonês Tasuku Honjo e o americano James Patrick Allison foram anunciados nesta segunda-feira como os vencedores do prêmio Nobel de Medicina. A dupla de imunologistas recebeu a honraria por suas pesquisas contra o câncer. Segundo os organizadores do prêmio, “ao estimular a capacidade inerente do sistema imunológico de atacar as células de tumor, os laureados estabeleceram uma base inteiramente nova para a terapia contra o câncer”.
        Paralelamente, Allison e Honjo desenvolveram estudos sobre proteínas que funcionam como “freios” no nosso sistema imunológico. Ao manipular esses “freios”, eles conseguiram liberar ataques mais potentes das defesas naturais do corpo contra os tumores malignos. Para o Nobel, “as descobertas seminais dos dois vencedores representam um marco na luta contra o câncer”.
        Allison é professor na Universidade do Texas, enquanto Honjo trabalha na Universidade de Kyoto. Os dois vão dividir o prêmio de cerca de 4 milhões de reais.

    (Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/japones-e-americano-vencem-nobel-de-medicina-por-pesquisa-contra-o-cancer/1 out 2018.) 
    Para que haja coesão textual é necessário o emprego adequado de elementos conectivos que promovam o sentido pretendido pelo enunciador tanto no interior de cada parágrafo como na relação entre um parágrafo e outro. No segundo parágrafo do texto, pode-se observar trecho em que o emprego de termo de coesão textual expressa conformidade, a saber:
    Escolha uma alternativa para a questão 73b2184b-d8
  • 73ADDD41-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Japonês e americano vencem Nobel de Medicina por pesquisas contra o câncer

        O japonês Tasuku Honjo e o americano James Patrick Allison foram anunciados nesta segunda-feira como os vencedores do prêmio Nobel de Medicina. A dupla de imunologistas recebeu a honraria por suas pesquisas contra o câncer. Segundo os organizadores do prêmio, “ao estimular a capacidade inerente do sistema imunológico de atacar as células de tumor, os laureados estabeleceram uma base inteiramente nova para a terapia contra o câncer”.
        Paralelamente, Allison e Honjo desenvolveram estudos sobre proteínas que funcionam como “freios” no nosso sistema imunológico. Ao manipular esses “freios”, eles conseguiram liberar ataques mais potentes das defesas naturais do corpo contra os tumores malignos. Para o Nobel, “as descobertas seminais dos dois vencedores representam um marco na luta contra o câncer”.
        Allison é professor na Universidade do Texas, enquanto Honjo trabalha na Universidade de Kyoto. Os dois vão dividir o prêmio de cerca de 4 milhões de reais.

    (Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/japones-e-americano-vencem-nobel-de-medicina-por-pesquisa-contra-o-cancer/1 out 2018.) 
    Tendo em vista os aspectos semânticos da língua, é correto afirmar que o termo destacado tem o sentido produzido no contexto corretamente indicado nos trechos a seguir, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão 73addd41-d8
  • FD2BDE51-D6

    Física

    Eletricidade
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Algumas baterias de marcapassos possuem vida útil entre 5 e 6 anos. Considere um marcapasso cuja bateria totalmente carregada gera um pulso de diferença de potencial com amplitude de 3,0 volts. Após o tempo de vida útil da bateria, essa amplitude cai para 2,5 volts. Sejam i0 e iF as amplitudes dos pulsos de corrente elétrica gerados pelo marcapasso respectivamente quando a sua bateria está totalmente carregada e após o seu tempo de vida útil. Pode-se afirmar que a razão i0/iF vale:
    Escolha uma alternativa para a questão fd2bde51-d6
  • FD216FD1-D6

    Física

    Física Térmica - Termologia
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    O volume máximo de ar que o pulmão de um indivíduo adolescente pode receber em uma inspiração forçada é 4,0 L. Supondo que o ar pode ser considerado como um gás ideal e que, quando inspiramos, a pressão máxima interna no pulmão é aproximadamente igual à pressão atmosférica à temperatura de 27 °C, calcule o número máximo de moles de ar que inspiramos por vez em uma inspiração forçada. Dados: para efeito de cálculo, considere a pressão atmosférica 1,0 atm = 105 Pa = 105 N/m2 e a constante dos gases ideais R = 8,0 J/(mol.K); 1 L = 10−3 m3 .
    Escolha uma alternativa para a questão fd216fd1-d6
  • FD1BF99C-D6

    Física

    Calor Latente
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    No verão, várias cidades brasileiras atingem um nível de umidade relativa do ar inferior a 30%. Esta situação é particularmente prejudicial para crianças e idosos. Para minimizar os efeitos da baixa umidade relativa do ar, pessoas utilizam vaporizadores de água para aumentar a umidade do ambiente. Certo vaporizador tem capacidade para 4,5 L de água. Sabendo que este vaporizador tem potência elétrica de 500 W, calcule por quanto tempo ele produzirá vapor quando ligado inicialmente com a sua capacidade máxima de água. Despreze o tempo que o vaporizador leva para aquecer a água da temperatura ambiente até 100 °C. Dados: calor latente de vaporização da água Lv = 2000 kJ/kg; densidade da água dA = 1000 kg/m3 ; 1 L = 10−3 m3 .
    Escolha uma alternativa para a questão fd1bf99c-d6
  • FD18BC6B-D6

    Física

    Ondas e Propriedades Ondulatórias
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sabe-se que o funcionamento de um equipamento de limpeza de instrumental cirúrgico que opera à base de ultrassom em água tem melhor eficiência quando o comprimento de onda da onda ultrassônica é aproximadamente igual ao tamanho típico do resíduo a ser limpo. Neste caso, calcule qual deve ser a frequência do ultrassom em uma lavadora ultrassônica para que ela seja eficiente ao limpar resíduos com tamanho típico de 1,0 mm. Dados: velocidade do som na água v = 1500 m/s; 1 MHz = 106 Hz.
    Escolha uma alternativa para a questão fd18bc6b-d6
  • FD125537-D6

    Física

    Dinâmica
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Certa balança utilizada na preparação de remédios manipulados possui um pequeno prato metálico horizontal de massa m, colocado sobre uma mola ideal de constante elástica k. Quando a mola não está sendo contraída nem esticada, a sua energia potencial elástica é nula. Quando uma massa M de uma substância está sendo pesada, a energia potencial elástica da mola da balança vale:
    Escolha uma alternativa para a questão fd125537-d6
  • FD0511F0-D6

    Física

    Conteúdos Básicos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um homem adulto possui uma concentração de 5.400.000 hemácias por mm3 de sangue. Se o volume total de sangue desse homem é igual a 7 L, qual é a ordem de grandeza do seu número de hemácias? Dado: 1 L = 106 mm3 .
    Escolha uma alternativa para a questão fd0511f0-d6
  • FCFFECF8-D6

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em um grupo de 60 pessoas, 15 são saudáveis, e cada uma das 45 pessoas restantes tem pressão arterial elevada, ou um alto nível de colesterol ou ambos. Se existem 30 pessoas com pressão arterial elevada, e 33 com alto nível de colesterol, qual a probabilidade percentual de, escolhendo uma das pessoas do grupo aleatoriamente, ela ser portadora de somente uma das moléstias?
    Escolha uma alternativa para a questão fcffecf8-d6
  • FCF10426-D6

    Matemática

    Probabilidade
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Uma farmacêutica fabrica três diferentes tipos de drogas. Uma amostra é selecionada, ao acaso, de cada um dos tipos de drogas para ser testada. As probabilidades de as drogas serem aprovadas no teste são de 0,95, 0,92 e 0,90. Qual a probabilidade percentual de exatamente duas das drogas serem aprovadas no teste? Indique o valor inteiro mais próximo do valor obtido.
    Escolha uma alternativa para a questão fcf10426-d6
  • FCEC4096-D6

    Matemática

    Problemas
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Júnior compra mensalmente os medicamentos X, Y e Z. Comprando duas caixas de X, três de Y e uma de Z ele paga R$ 400,00; comprando uma caixa de X, duas de Y e duas de Z, ele paga R$ 360,00. Quanto Júnior pagará por cinco caixas de X, oito caixas de Y e quatro de Z?
    Escolha uma alternativa para a questão fcec4096-d6
  • FCE8B768-D6

    Matemática

    Matrizes
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em uma clínica vascular, trabalham oito médicos. A cada dois anos, os médicos elegem um, dentre eles, para ser o diretor da clínica. A votação é aberta, e cada médico pode votar em até três pessoas, por voto direto. Enumerando os médicos de 1 a 8, a matriz a seguir representa a votação, onde aij = 1 se o médico i votou no médico j, e aij = 0, caso contrário:

    Imagem da questão de Matemática, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2019, Matrizes

    Qual o número do médico que ganhou a eleição?
    Escolha uma alternativa para a questão fce8b768-d6