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Questões do ENEM: nível médio

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Resultados

27.392 questões encontradas. Mostrando a página 633 de 1370.

  • 452A3E38-DD

    Química

    Termoquímica: Energia Calorífica, Calor de reação, Entalpia, Equações e Lei de Hess.
    UFGD · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    A amônia é produzida a partir de nitrogênio e hidrogênio usando-se o processo Harber. A equação que representa a reação química é: 


                       N2(g)  + 3H2(g) →  2NH3(g)


    Usando as energias de ligação dadas na tabela a seguir, marque a alternativa que apresenta a variação de energia (ΔH) da reação de formação da amônia. 


                               

    Escolha uma alternativa para a questão 452a3e38-dd
  • 45239D1F-DD

    Química

    Equilíbrio Químico
    UFGD · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    A sobrevivência de espécies aquáticas está diretamente ligada à disponibilidade de Oxigênio Dissolvido (OD) na água. O chamado OD é responsável por oxidar o material orgânico presente na água e permitir a respiração branquial dos peixes. Rios ricos em matéria orgânica derivada de esgotos possuem menor concentração de OD e são menos profícuos à vida aquática. O oxigênio dissolvido em água é um dos exemplos de solução de gases em líquidos. Quanto à solubilidade de gases em líquidos é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 45239d1f-dd
  • 4519D5A2-DD

    Física

    Cinemática
    UFGD · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um projétil foi disparado com um ângulo θ acima da horizontal e com uma velocidade inicial v0, em um local onde a aceleração da gravidade é igual a g. Ao chegar a sua altura máxima, depois de um tempo t, é possível afirmar, desprezando a resistência do ar, que
    Escolha uma alternativa para a questão 4519d5a2-dd
  • 45166784-DD

    Física

    Física Térmica - Termologia
    UFGD · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em um dia típico na região Centro-Oeste é comum se observar uma amplitude térmica, diferença entre as temperaturas máxima e mínima de um mesmo dia, de 15° C. O quanto equivale essa mesma amplitude térmica na escala Kelvin e Fahrenheit, respectivamente?
    Escolha uma alternativa para a questão 45166784-dd
  • 450F6188-DD

    Física

    Força Gravitacional e Satélites
    UFGD · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Se um satélite lançado pela NASA orbita a terra a uma altura de 10.080 km sobre a linha do equador, qual deve ser a sua velocidade média sabendo que a massa e o raio da terra são aproximadamente 6 x 1024 kg e 6000 km, respectivamente?


                  Considere G = 6,7 x 10-11Nm2/kg2

    Escolha uma alternativa para a questão 450f6188-dd
  • 450C1DB7-DD

    Física

    Circuitos Elétricos e Leis de Kirchhoff
    UFGD · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    O arranjo experimental representado na figura a seguir possui uma fonte de tensão igual a 4V e três capacitores com capacitâncias C1 = 2μF, C2 = 4μF e C3 = 6μF. 


              Imagem da questão de Física, UFGD 2017, Circuitos Elétricos e Leis de Kirchhoff


    A capacitância equivalente e as cargas armazenadas nos capacitores C1, C2 e C3 são, respectivamente: 

    Escolha uma alternativa para a questão 450c1db7-dd
  • 45023236-DD

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    UFGD · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para que o equilíbrio dinâmico dos seres vivos seja mantido, todas as funções vitais devem ser desempenhadas da forma mais harmoniosa possível. Para isso, existem mecanismos que captam informações e que controlam e integram essas funções. O sistema nervoso é um dos responsáveis por esses mecanismos em um número bastante grande de espécies de seres vivos. O papel do sistema nervoso é receber, processar e enviar informações do e para o organismo, de forma que este se mantenha em equilíbrio. Seu principal componente é o tecido nervoso cujas células são excitáveis, ou seja, sofrem alterações de permeabilidade em sua membrana sempre que um estímulo é fornecido.

    Imagem da questão de Biologia, UFGD 2017, Identidade dos seres vivos

    Assim, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 45023236-dd
  • 44FB8A3D-DD

    Biologia

    Moléculas, células e tecidos
    UFGD · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Engenharia Genética ou Tecnologia do DNA Recombinante é um conjunto de técnicas que permite aos cientistas identificar, isolar, multiplicar e expressar genes de quaisquer organismos. Observe o esquema a seguir e assinale a alternativa correta.


    Imagem da questão de Biologia, UFGD 2017, Moléculas, células e tecidos

    Escolha uma alternativa para a questão 44fb8a3d-dd
  • 44F7F3E7-DD

    Biologia

    A herança dos grupos sanguíneos
    UFGD · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.


    Pode-se classificar em cinco os métodos de verificação dos caracteres hereditários existentes nas células sanguíneas, para fins de exclusão de paternidade, quais sejam: determinação de marcadores eritrocitários; séricos e enzimáticos; cromossômicos; leucocitários e de DNA. Tais exames constituem grande contribuição às ações de investigação de paternidade. O famoso sistema ABO foi descoberto no ano de 1900 por Karl Landsteiner, apresentando quatro tipos sanguíneos A, B, O e AB, sendo o mais comum o tipo O. A partir de então, esse sistema passou a integrar o caderno processual das ações investigatórias, sendo comumente conhecido por “exame de sangue”. E na grande maioria das vezes seus resultados se prestam para excluir a paternidade.

    No que se refere à herança dessas características, este sistema é determinado por alelos múltiplos, ou seja, existem mais de dois lócus diferentes para o mesmo gene, embora no mesmo genótipo só se apresentem dois deles ao mesmo tempo e como sempre um herdado do pai e outro da mãe. Assim, existem 3 alelos: I a, I b, i, capazes de ocuparem dois a dois um certo lócus gênico.

    Machado, C. P. A prova nas ações de investigação de paternidade. 2006. Disponível em:<http://www3.pucrs.br/pucrs/files/ uni/poa/direito /graduacao/tcc/tcc2/trabalhos2006_2/cristina.pdf> Acesso em: 21 set. 2017.


    Considerando essas informações, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 44f7f3e7-dd
  • 9C007417-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNIFESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Examine a tira.


    Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension


    A tira evidencia que

    Escolha uma alternativa para a questão 9c007417-dd
  • 9BF6274B-DD

    Inglês

    Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions
    UNIFESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Mobile milestones: how your phone
    became an essential part of your life


    Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2017, Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions



        Has any device changed our lives as much, and as quickly, as the mobile phone? There are people today for whom the world of address books, street atlases and phone boxes seems very far away, lost in the mists of time. Following, there are just some of the big milestones from the past 30 years that have made almost everything we do easier, more public and very, very fast.
    • The first phones arrive – and become status symbols Few people got the chance to use the very early mobile phones. The first call was made in New York in 1973, but handsets with a network to use were not available until 1983 in the US, and 1985 in the UK. That first British mobile phone was essentially a heavy briefcase with a receiver attached by a wire. It cost £2,000 (£5,000 in today’s prices), and gave you half an hour’s chat on an overnight charge. Making a call was not something you could do subtly, but that wasn’t the point; the first handsets were there to be seen. They sent a message that you were bold and confident with new technology, that you were busy and important enough to need a mobile phone, and were rich enough to buy one.
    • Text messages spawn a whole new language
        The first mobiles worked with analogue signals and could only make phone calls, but the digital ones that followed in the early 1990s could send SMS messages as well. After the first message was sent on 3 December 1992, texting took off like a rocket, even though it was still a pretty cumbersome procedure. Handsets with predictive text would make things easier, but in the 1990s you could save a lot of time by removing all excess letters from a message, often the vowels, and so txtspk ws brn. Today the average mobile phone sends more than 100 texts per month.
    • Phones turn us all into photographers...
        There seemed to be no good reason for the first camera phones, which began to appear in 2002, with resolutions of about 0.3 megapixels. They took grainy, blurry pictures on postage stamp-sized screens, and even these filled the phone’s memory in no time. Gradually, though, as the quality improved, the uses followed. As well as the usual photos of friends and family, they were handy for “saving” pieces of paper, and in pubs you could take a picture of the specials board and take it back to your table. Modern camera phones have changed beyond recognition in the past 20 years. The new mobile phones boast the highest resolution dual camera on a smartphone: a 16-megapixel camera and a 20-megapixel camera side-by-side. The dual camera allows users to focus on their subjects, while blurring out the background, producing professional-looking portraits.
    • …and we turn ourselves into celebrities
        Twenty years ago people would have thought you a little strange if you took flattering photos of yourself and your lifestyle and then distributed them to your friends – let alone to members of the public. If you used printed photographs rather than a smartphone app, they would still think so today. Yet sharing our lives on social media is now the norm, not the exception – and it was the camera phone that made it all possible. Now, some phones come with an enormous 64GB of memory, so you can capture, share and store an almost countless number of videos and pictures – well, certainly enough to keep up with the Kardashians.

    (www.theguardian.com, 07.07.2017. Adaptado.)
    No trecho do quarto parágrafo “The dual camera allows users to focus on their subjects, while blurring out the background”, o termo em destaque indica ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 9bf6274b-dd
  • 9BF30FA8-DD

    Inglês

    Tradução | Translation
    UNIFESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Mobile milestones: how your phone
    became an essential part of your life


    Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2017, Tradução | Translation



        Has any device changed our lives as much, and as quickly, as the mobile phone? There are people today for whom the world of address books, street atlases and phone boxes seems very far away, lost in the mists of time. Following, there are just some of the big milestones from the past 30 years that have made almost everything we do easier, more public and very, very fast.
    • The first phones arrive – and become status symbols Few people got the chance to use the very early mobile phones. The first call was made in New York in 1973, but handsets with a network to use were not available until 1983 in the US, and 1985 in the UK. That first British mobile phone was essentially a heavy briefcase with a receiver attached by a wire. It cost £2,000 (£5,000 in today’s prices), and gave you half an hour’s chat on an overnight charge. Making a call was not something you could do subtly, but that wasn’t the point; the first handsets were there to be seen. They sent a message that you were bold and confident with new technology, that you were busy and important enough to need a mobile phone, and were rich enough to buy one.
    • Text messages spawn a whole new language
        The first mobiles worked with analogue signals and could only make phone calls, but the digital ones that followed in the early 1990s could send SMS messages as well. After the first message was sent on 3 December 1992, texting took off like a rocket, even though it was still a pretty cumbersome procedure. Handsets with predictive text would make things easier, but in the 1990s you could save a lot of time by removing all excess letters from a message, often the vowels, and so txtspk ws brn. Today the average mobile phone sends more than 100 texts per month.
    • Phones turn us all into photographers...
        There seemed to be no good reason for the first camera phones, which began to appear in 2002, with resolutions of about 0.3 megapixels. They took grainy, blurry pictures on postage stamp-sized screens, and even these filled the phone’s memory in no time. Gradually, though, as the quality improved, the uses followed. As well as the usual photos of friends and family, they were handy for “saving” pieces of paper, and in pubs you could take a picture of the specials board and take it back to your table. Modern camera phones have changed beyond recognition in the past 20 years. The new mobile phones boast the highest resolution dual camera on a smartphone: a 16-megapixel camera and a 20-megapixel camera side-by-side. The dual camera allows users to focus on their subjects, while blurring out the background, producing professional-looking portraits.
    • …and we turn ourselves into celebrities
        Twenty years ago people would have thought you a little strange if you took flattering photos of yourself and your lifestyle and then distributed them to your friends – let alone to members of the public. If you used printed photographs rather than a smartphone app, they would still think so today. Yet sharing our lives on social media is now the norm, not the exception – and it was the camera phone that made it all possible. Now, some phones come with an enormous 64GB of memory, so you can capture, share and store an almost countless number of videos and pictures – well, certainly enough to keep up with the Kardashians.

    (www.theguardian.com, 07.07.2017. Adaptado.)
    No trecho do quarto parágrafo “filled the phone’s memory in no time”, a expressão em destaque equivale, em português, a
    Escolha uma alternativa para a questão 9bf30fa8-dd
  • 9BEC1A92-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Mobile milestones: how your phone
    became an essential part of your life


    Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension



        Has any device changed our lives as much, and as quickly, as the mobile phone? There are people today for whom the world of address books, street atlases and phone boxes seems very far away, lost in the mists of time. Following, there are just some of the big milestones from the past 30 years that have made almost everything we do easier, more public and very, very fast.
    • The first phones arrive – and become status symbols Few people got the chance to use the very early mobile phones. The first call was made in New York in 1973, but handsets with a network to use were not available until 1983 in the US, and 1985 in the UK. That first British mobile phone was essentially a heavy briefcase with a receiver attached by a wire. It cost £2,000 (£5,000 in today’s prices), and gave you half an hour’s chat on an overnight charge. Making a call was not something you could do subtly, but that wasn’t the point; the first handsets were there to be seen. They sent a message that you were bold and confident with new technology, that you were busy and important enough to need a mobile phone, and were rich enough to buy one.
    • Text messages spawn a whole new language
        The first mobiles worked with analogue signals and could only make phone calls, but the digital ones that followed in the early 1990s could send SMS messages as well. After the first message was sent on 3 December 1992, texting took off like a rocket, even though it was still a pretty cumbersome procedure. Handsets with predictive text would make things easier, but in the 1990s you could save a lot of time by removing all excess letters from a message, often the vowels, and so txtspk ws brn. Today the average mobile phone sends more than 100 texts per month.
    • Phones turn us all into photographers...
        There seemed to be no good reason for the first camera phones, which began to appear in 2002, with resolutions of about 0.3 megapixels. They took grainy, blurry pictures on postage stamp-sized screens, and even these filled the phone’s memory in no time. Gradually, though, as the quality improved, the uses followed. As well as the usual photos of friends and family, they were handy for “saving” pieces of paper, and in pubs you could take a picture of the specials board and take it back to your table. Modern camera phones have changed beyond recognition in the past 20 years. The new mobile phones boast the highest resolution dual camera on a smartphone: a 16-megapixel camera and a 20-megapixel camera side-by-side. The dual camera allows users to focus on their subjects, while blurring out the background, producing professional-looking portraits.
    • …and we turn ourselves into celebrities
        Twenty years ago people would have thought you a little strange if you took flattering photos of yourself and your lifestyle and then distributed them to your friends – let alone to members of the public. If you used printed photographs rather than a smartphone app, they would still think so today. Yet sharing our lives on social media is now the norm, not the exception – and it was the camera phone that made it all possible. Now, some phones come with an enormous 64GB of memory, so you can capture, share and store an almost countless number of videos and pictures – well, certainly enough to keep up with the Kardashians.

    (www.theguardian.com, 07.07.2017. Adaptado.)
    According to the fourth paragraph,
    Escolha uma alternativa para a questão 9bec1a92-dd
  • 9BDD3CF8-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNIFESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Mobile milestones: how your phone
    became an essential part of your life


    Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension



        Has any device changed our lives as much, and as quickly, as the mobile phone? There are people today for whom the world of address books, street atlases and phone boxes seems very far away, lost in the mists of time. Following, there are just some of the big milestones from the past 30 years that have made almost everything we do easier, more public and very, very fast.
    • The first phones arrive – and become status symbols Few people got the chance to use the very early mobile phones. The first call was made in New York in 1973, but handsets with a network to use were not available until 1983 in the US, and 1985 in the UK. That first British mobile phone was essentially a heavy briefcase with a receiver attached by a wire. It cost £2,000 (£5,000 in today’s prices), and gave you half an hour’s chat on an overnight charge. Making a call was not something you could do subtly, but that wasn’t the point; the first handsets were there to be seen. They sent a message that you were bold and confident with new technology, that you were busy and important enough to need a mobile phone, and were rich enough to buy one.
    • Text messages spawn a whole new language
        The first mobiles worked with analogue signals and could only make phone calls, but the digital ones that followed in the early 1990s could send SMS messages as well. After the first message was sent on 3 December 1992, texting took off like a rocket, even though it was still a pretty cumbersome procedure. Handsets with predictive text would make things easier, but in the 1990s you could save a lot of time by removing all excess letters from a message, often the vowels, and so txtspk ws brn. Today the average mobile phone sends more than 100 texts per month.
    • Phones turn us all into photographers...
        There seemed to be no good reason for the first camera phones, which began to appear in 2002, with resolutions of about 0.3 megapixels. They took grainy, blurry pictures on postage stamp-sized screens, and even these filled the phone’s memory in no time. Gradually, though, as the quality improved, the uses followed. As well as the usual photos of friends and family, they were handy for “saving” pieces of paper, and in pubs you could take a picture of the specials board and take it back to your table. Modern camera phones have changed beyond recognition in the past 20 years. The new mobile phones boast the highest resolution dual camera on a smartphone: a 16-megapixel camera and a 20-megapixel camera side-by-side. The dual camera allows users to focus on their subjects, while blurring out the background, producing professional-looking portraits.
    • …and we turn ourselves into celebrities
        Twenty years ago people would have thought you a little strange if you took flattering photos of yourself and your lifestyle and then distributed them to your friends – let alone to members of the public. If you used printed photographs rather than a smartphone app, they would still think so today. Yet sharing our lives on social media is now the norm, not the exception – and it was the camera phone that made it all possible. Now, some phones come with an enormous 64GB of memory, so you can capture, share and store an almost countless number of videos and pictures – well, certainly enough to keep up with the Kardashians.

    (www.theguardian.com, 07.07.2017. Adaptado.)
    No texto, um dos exemplos da expressão “big milestones” (1o parágrafo) é
    Escolha uma alternativa para a questão 9bdd3cf8-dd
  • 9BBEEAE7-DD

    Português

    Coesão e coerência
    UNIFESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia um trecho do artigo “Reflexões sobre o tempo e a origem do Universo”, do físico brasileiro Marcelo Gleiser.


      Qualquer discussão sobre o tempo deve começar com uma análise de sua estrutura, que, por falta de melhor expressão, devemos chamar de “temporal”. É comum dividirmos o tempo em passado, presente e futuro. O passado é o que vem antes do presente e o futuro é o que vem depois. Já o presente é o “agora”, o instante atual.

      Isso tudo parece bastante óbvio, mas não é. Para definirmos passado e futuro, precisamos definir o presente. Mas, segundo nossa separação estrutural, o presente não pode ter duração no tempo, pois nesse caso poderíamos definir um período no seu passado e no seu futuro. Portanto, para sermos coerentes em nossas definições, o presente não pode ter duração no tempo. Ou seja, o presente não existe!

      A discussão acima nos leva a outra questão, a da origem do tempo. Se o tempo teve uma origem, então existiu um momento no passado em que ele passou a existir. Segundo nossas modernas teorias cosmogônicas, que visam explicar a origem do Universo, esse momento especial é o momento da origem do Universo “clássico”. A expressão “clássico” é usada em contraste com “quântico”, a área da física que lida com fenômenos atômicos e subatômicos.

       [...]

      As descobertas de Einstein mudaram profundamente nossa concepção do tempo. Em sua teoria da relatividade geral, ele mostrou que a presença de massa (ou de energia) também influencia a passagem do tempo, embora esse efeito seja irrelevante em nosso dia a dia. O tempo relativístico adquire uma plasticidade definida pela realidade física à sua volta. A coisa se complica quando usamos a relatividade geral para descrever a origem do Universo.

    (Folha de S.Paulo, 07.06.1998.)

    “Mas, segundo nossa separação estrutural, o presente não pode ter duração no tempo, pois nesse caso poderíamos definir um período no seu passado e no seu futuro.” (2o parágrafo) 

    Os pronomes destacados no texto referem-se a.
    Escolha uma alternativa para a questão 9bbeeae7-dd
  • 9BBBAB9A-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    O uso intensivo da metáfora insólita, a entrega ao fluxo da consciência, a ruptura com o enredo factual foram constantes do seu estilo de narrar. Os analistas à caça de estruturas não deixarão tão cedo em paz seus textos complexos e abstratos. Há na gênese dos seus contos e romances tal exacerbação do momento interior que, a certa altura do seu itinerário, a própria subjetividade entra em crise. O espírito, perdido no labirinto da memória e da autoanálise, reclama um novo equilíbrio.

    (Alfredo Bosi. História concisa da literatura brasileira, 1994. Adaptado.)

    Tal comentário refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão 9bbbab9a-dd
  • 9BAB8726-DD

    Português

    Regência
    UNIFESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Os sertões, de Euclides da Cunha (1866-1909), em que se narram eventos referentes a uma das expedições militares enviadas pelo governo federal para combater Antônio Conselheiro e seus seguidores sediados em Canudos.
       
          Oitocentos homens desapareciam em fuga, abandonando as espingardas; arriando as padiolas, em que se estorciam feridos; jogando fora as peças de equipamento; desarmando- -se; desapertando os cinturões, para a carreira desafogada; e correndo, correndo ao acaso, correndo em grupos, em bandos erradios, correndo pelas estradas e pelas trilhas que as recortam, correndo para o recesso das caatingas, tontos, apavorados, sem chefes...
       Entre os fardos atirados à beira do caminho ficara, logo ao desencadear-se o pânico – tristíssimo pormenor! – o cadáver do comandante. Não o defenderam. Não houve um breve simulacro de repulsa contra o inimigo, que não viam e adivinhavam no estrídulo dos gritos desafiadores e nos estampidos de um tiroteio irregular e escasso, como o de uma caçada. Aos primeiros tiros os batalhões diluíram-se.
          Apenas a artilharia, na extrema retaguarda, seguia vagarosa e unida, solene quase, na marcha habitual de uma revista, em que parava de quando em quando para varrer a disparos as macegas traiçoeiras; e prosseguindo depois, lentamente, rodando, inabordável, terrível...
           [...]
            Um a um tombavam os soldados da guarnição estoica. 
    Feridos ou espantados os muares da tração empacavam; torciam de rumo; impossibilitavam a marcha.
          A bateria afinal parou. Os canhões, emperrados, imobilizaram-se numa volta do caminho...
         O coronel Tamarindo, que volvera à retaguarda, agitando-se destemeroso e infatigável entre os fugitivos, penitenciando-se heroicamente, na hora da catástrofe, da tibieza anterior, ao deparar com aquele quadro estupendo, procurou debalde socorrer os únicos soldados que tinham ido a Canudos. Neste pressuposto ordenou toques repetidos de “meia-volta, alto!”. As notas das cornetas, convulsivas, emitidas pelos corneteiros sem fôlego, vibraram inutilmente. Ou melhor – aceleraram a fuga. Naquela desordem só havia uma determinação possível: “debandar!”.
        Debalde alguns oficiais, indignados, engatilhavam revólveres ao peito dos foragidos. Não havia contê-los. Passavam; corriam; corriam doudamente; corriam dos oficiais; corriam dos jagunços; e ao verem aqueles, que eram de preferência alvejados pelos últimos, caírem malferidos, não se comoviam. O capitão Vilarim batera-se valentemente quase só e ao baquear, morto, não encontrou entre os que comandava um braço que o sustivesse. Os próprios feridos e enfermos estropiados lá se iam, cambeteando, arrastando-se penosamente, imprecando os companheiros mais ágeis...
        As notas das cornetas vibravam em cima desse tumulto, imperceptíveis, inúteis...
        Por fim cessaram. Não tinham a quem chamar. A infantaria desaparecera...

    (Os sertões, 2016.)
    Em “Um a um tombavam os soldados da guarnição estoica.” (4o parágrafo), o termo destacado é um
    Escolha uma alternativa para a questão 9bab8726-dd
  • 9BA81D09-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Os sertões, de Euclides da Cunha (1866-1909), em que se narram eventos referentes a uma das expedições militares enviadas pelo governo federal para combater Antônio Conselheiro e seus seguidores sediados em Canudos.
       
          Oitocentos homens desapareciam em fuga, abandonando as espingardas; arriando as padiolas, em que se estorciam feridos; jogando fora as peças de equipamento; desarmando- -se; desapertando os cinturões, para a carreira desafogada; e correndo, correndo ao acaso, correndo em grupos, em bandos erradios, correndo pelas estradas e pelas trilhas que as recortam, correndo para o recesso das caatingas, tontos, apavorados, sem chefes...
       Entre os fardos atirados à beira do caminho ficara, logo ao desencadear-se o pânico – tristíssimo pormenor! – o cadáver do comandante. Não o defenderam. Não houve um breve simulacro de repulsa contra o inimigo, que não viam e adivinhavam no estrídulo dos gritos desafiadores e nos estampidos de um tiroteio irregular e escasso, como o de uma caçada. Aos primeiros tiros os batalhões diluíram-se.
          Apenas a artilharia, na extrema retaguarda, seguia vagarosa e unida, solene quase, na marcha habitual de uma revista, em que parava de quando em quando para varrer a disparos as macegas traiçoeiras; e prosseguindo depois, lentamente, rodando, inabordável, terrível...
           [...]
            Um a um tombavam os soldados da guarnição estoica. 
    Feridos ou espantados os muares da tração empacavam; torciam de rumo; impossibilitavam a marcha.
          A bateria afinal parou. Os canhões, emperrados, imobilizaram-se numa volta do caminho...
         O coronel Tamarindo, que volvera à retaguarda, agitando-se destemeroso e infatigável entre os fugitivos, penitenciando-se heroicamente, na hora da catástrofe, da tibieza anterior, ao deparar com aquele quadro estupendo, procurou debalde socorrer os únicos soldados que tinham ido a Canudos. Neste pressuposto ordenou toques repetidos de “meia-volta, alto!”. As notas das cornetas, convulsivas, emitidas pelos corneteiros sem fôlego, vibraram inutilmente. Ou melhor – aceleraram a fuga. Naquela desordem só havia uma determinação possível: “debandar!”.
        Debalde alguns oficiais, indignados, engatilhavam revólveres ao peito dos foragidos. Não havia contê-los. Passavam; corriam; corriam doudamente; corriam dos oficiais; corriam dos jagunços; e ao verem aqueles, que eram de preferência alvejados pelos últimos, caírem malferidos, não se comoviam. O capitão Vilarim batera-se valentemente quase só e ao baquear, morto, não encontrou entre os que comandava um braço que o sustivesse. Os próprios feridos e enfermos estropiados lá se iam, cambeteando, arrastando-se penosamente, imprecando os companheiros mais ágeis...
        As notas das cornetas vibravam em cima desse tumulto, imperceptíveis, inúteis...
        Por fim cessaram. Não tinham a quem chamar. A infantaria desaparecera...

    (Os sertões, 2016.)
    No trecho, o estilo de Euclides da Cunha pode ser caracterizado, sobretudo, como
    Escolha uma alternativa para a questão 9ba81d09-dd
  • 9BA46F5A-DD

    Português

    Coesão e coerência
    UNIFESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Os sertões, de Euclides da Cunha (1866-1909), em que se narram eventos referentes a uma das expedições militares enviadas pelo governo federal para combater Antônio Conselheiro e seus seguidores sediados em Canudos.
       
          Oitocentos homens desapareciam em fuga, abandonando as espingardas; arriando as padiolas, em que se estorciam feridos; jogando fora as peças de equipamento; desarmando- -se; desapertando os cinturões, para a carreira desafogada; e correndo, correndo ao acaso, correndo em grupos, em bandos erradios, correndo pelas estradas e pelas trilhas que as recortam, correndo para o recesso das caatingas, tontos, apavorados, sem chefes...
       Entre os fardos atirados à beira do caminho ficara, logo ao desencadear-se o pânico – tristíssimo pormenor! – o cadáver do comandante. Não o defenderam. Não houve um breve simulacro de repulsa contra o inimigo, que não viam e adivinhavam no estrídulo dos gritos desafiadores e nos estampidos de um tiroteio irregular e escasso, como o de uma caçada. Aos primeiros tiros os batalhões diluíram-se.
          Apenas a artilharia, na extrema retaguarda, seguia vagarosa e unida, solene quase, na marcha habitual de uma revista, em que parava de quando em quando para varrer a disparos as macegas traiçoeiras; e prosseguindo depois, lentamente, rodando, inabordável, terrível...
           [...]
            Um a um tombavam os soldados da guarnição estoica. 
    Feridos ou espantados os muares da tração empacavam; torciam de rumo; impossibilitavam a marcha.
          A bateria afinal parou. Os canhões, emperrados, imobilizaram-se numa volta do caminho...
         O coronel Tamarindo, que volvera à retaguarda, agitando-se destemeroso e infatigável entre os fugitivos, penitenciando-se heroicamente, na hora da catástrofe, da tibieza anterior, ao deparar com aquele quadro estupendo, procurou debalde socorrer os únicos soldados que tinham ido a Canudos. Neste pressuposto ordenou toques repetidos de “meia-volta, alto!”. As notas das cornetas, convulsivas, emitidas pelos corneteiros sem fôlego, vibraram inutilmente. Ou melhor – aceleraram a fuga. Naquela desordem só havia uma determinação possível: “debandar!”.
        Debalde alguns oficiais, indignados, engatilhavam revólveres ao peito dos foragidos. Não havia contê-los. Passavam; corriam; corriam doudamente; corriam dos oficiais; corriam dos jagunços; e ao verem aqueles, que eram de preferência alvejados pelos últimos, caírem malferidos, não se comoviam. O capitão Vilarim batera-se valentemente quase só e ao baquear, morto, não encontrou entre os que comandava um braço que o sustivesse. Os próprios feridos e enfermos estropiados lá se iam, cambeteando, arrastando-se penosamente, imprecando os companheiros mais ágeis...
        As notas das cornetas vibravam em cima desse tumulto, imperceptíveis, inúteis...
        Por fim cessaram. Não tinham a quem chamar. A infantaria desaparecera...

    (Os sertões, 2016.)
    “Debalde alguns oficiais, indignados, engatilhavam revólveres ao peito dos foragidos. Não havia contê-los. Passavam; corriam; corriam doudamente; corriam dos oficiais; corriam dos jagunços; e ao verem aqueles, que eram de preferência alvejados pelos últimos, caírem malferidos, não se comoviam.” (7o parágrafo)

    Os termos “los”, “aqueles” e “últimos” referem-se, respectivamente, a
    Escolha uma alternativa para a questão 9ba46f5a-dd