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Questões do ENEM: nível médio

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27.392 questões encontradas. Mostrando a página 786 de 1370.

  • 6FA80CE3-06

    Literatura

    Arcadismo
    UNIFESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa na qual se pode detectar nos versos do poeta português Manuel Maria de Barbosa du Bocage (1765-1805) uma ruptura com a convenção arcádica do locus amoenus (“lugar aprazível”).
    Escolha uma alternativa para a questão 6fa80ce3-06
  • 6FA4B866-06

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o excerto do “Sermão de Santo Antônio aos peixes” de Antônio Vieira (1608-1697) para responder à questão.

         A primeira cousa que me desedifica, peixes, de vós, é que vos comeis uns aos outros. Grande escândalo é este, mas a circunstância o faz ainda maior. Não só vos comeis uns aos outros, senão que os grandes comem os pequenos. [...] Santo Agostinho, que pregava aos homens, para encarecer a fealdade deste escândalo mostrou-lho nos peixes; e eu, que prego aos peixes, para que vejais quão feio e abominável é, quero que o vejais nos homens. Olhai, peixes, lá do mar para a terra. Não, não: não é isso o que vos digo. Vós virais os olhos para os matos e para o sertão? Para cá, para cá; para a cidade é que haveis de olhar. Cuidais que só os tapuias se comem uns aos outros, muito maior açougue é o de cá, muito mais se comem os brancos. Vedes vós todo aquele bulir, vedes todo aquele andar, vedes aquele concorrer às praças e cruzar as ruas: vedes aquele subir e descer as calçadas, vedes aquele entrar e sair sem quietação nem sossego? Pois tudo aquilo é andarem buscando os homens como hão de comer, e como se hão de comer.
         [...]
      Diz Deus que comem os homens não só o seu povo, senão declaradamente a sua plebe: Plebem meam, porque a plebe e os plebeus, que são os mais pequenos, os que menos podem, e os que menos avultam na república, estes são os comidos. E não só diz que os comem de qualquer modo, senão que os engolem e os devoram: Qui devorant. Porque os grandes que têm o mando das cidades e das províncias, não se contenta a sua fome de comer os pequenos um por um, poucos a poucos, senão que devoram e engolem os povos inteiros: Qui devorant plebem meam. E de que modo se devoram e comem? Ut cibum panis: não como os outros comeres, senão como pão. A diferença que há entre o pão e os outros comeres é que, para a carne, há dias de carne, e para o peixe, dias de peixe, e para as frutas, diferentes meses no ano; porém o pão é comer de todos os dias, que sempre e continuadamente se come: e isto é o que padecem os pequenos. São o pão cotidiano dos grandes: e assim como pão se come com tudo, assim com tudo, e em tudo são comidos os miseráveis pequenos, não tendo, nem fazendo ofício em que os não carreguem, em que os não multem, em que os não defraudem, em que os não comam, traguem e devorem: Qui devorant plebem meam, ut cibum panis. Parece-vos bem isto, peixes?

    (Antônio Vieira. Essencial, 2011.)
    “Diz Deus que comem os homens não só o seu povo, senão declaradamente a sua plebe” (2º parágrafo)

    Reescrito em ordem direta, tal trecho assume a seguinte forma:
    Escolha uma alternativa para a questão 6fa4b866-06
  • 6F8ECE61-06

    Literatura

    Estilística
    UNIFESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o soneto do poeta Luís Vaz de Camões (1525?-1580) para responder à questão.

    Sete anos de pastor Jacob servia
    Labão, pai de Raquel, serrana bela;
    mas não servia ao pai, servia a ela,
    e a ela só por prêmio pretendia.

    Os dias, na esperança de um só dia,
    passava, contentando-se com vê-la;
    porém o pai, usando de cautela,
    em lugar de Raquel lhe dava Lia.

    Vendo o triste pastor que com enganos
    lhe fora assi negada a sua pastora,
    como se a não tivera merecida,

    começa de servir outros sete anos,
    dizendo: “Mais servira, se não fora
    para tão longo amor tão curta a vida”.

    (Luís Vaz de Camões. Sonetos, 2001.)
    Do ponto de vista formal, o tipo de verso e o esquema de rimas que caracterizam este soneto camoniano são, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 6f8ece61-06
  • 6F8195FD-06

    Português

    Figuras de Linguagem
    UNIFESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho inicial de um artigo do livro Bilhões e bilhões do astrônomo e divulgador científico Carl Sagan (1934-1996) para responder à questão.

    O tabuleiro de xadrez persa
        
      Segundo o modo como ouvi pela primeira vez a história, aconteceu na Pérsia antiga. Mas podia ter sido na Índia ou até na China. De qualquer forma, aconteceu há muito tempo. O grão-vizir, o principal conselheiro do rei, tinha inventado um novo jogo. Era jogado com peças móveis sobre um tabuleiro quadrado que consistia em 64 quadrados vermelhos e pretos. A peça mais importante era o rei. A segunda peça mais importante era o grão-vizir – exatamente o que se esperaria de um jogo inventado por um grão-vizir. O objetivo era capturar o rei inimigo e, por isso, o jogo era chamado, em persa, shahmat – shah para rei, mat para morto. Morte ao rei. Em russo, é ainda chamado shakhmat. Expressão que talvez transmita um remanescente sentimento revolucionário. Até em inglês, há um eco desse nome – o lance final é chamado checkmate (xeque-mate). O jogo, claro, é o xadrez. Ao longo do tempo, as peças, seus movimentos, as regras do jogo, tudo evoluiu. Por exemplo, já não existe um grão-vizir – que se metamorfoseou numa rainha, com poderes muito mais terríveis.
        A razão de um rei se deliciar com a invenção de um jogo chamado “Morte ao rei” é um mistério. Mas reza a história que ele ficou tão encantado que mandou o grão-vizir determinar sua própria recompensa por ter criado uma invenção tão magnífica. O grão-vizir tinha a resposta na ponta da língua: era um homem modesto, disse ao xá. Desejava apenas uma recompensa simples. Apontando as oito colunas e as oito filas de quadrados no tabuleiro que tinha inventado, pediu que lhe fosse dado um único grão de trigo no primeiro quadrado, o dobro dessa quantia no segundo, o dobro dessa quantia no terceiro e assim por diante, até que cada quadrado tivesse o seu complemento de trigo. Não, protestou o rei, era uma recompensa demasiado modesta para uma invenção tão importante. Ofereceu joias, dançarinas, palácios. Mas o grão-vizir, com os olhos apropriadamente baixos, recusou todas as ofertas. Só desejava pequenos montes de trigo. Assim, admirando-se secretamente da humildade e comedimento de seu conselheiro, o rei consentiu.
        No entanto, quando o mestre do Celeiro Real começou a contar os grãos, o rei se viu diante de uma surpresa desagradável. O número de grãos começa bem pequeno: 1, 2, 4, 8, 16, 32, 64, 128, 256, 512, 1024... mas quando se chega ao 64o quadrado, o número se torna colossal, esmagador. Na realidade, o número é quase 18,5 quintilhões*. Talvez o grão-vizir estivesse fazendo uma dieta rica em fibras.
        Quanto pesam 18,5 quintilhões de grãos de trigo? Se cada grão tivesse o tamanho de um milímetro, todos os grãos juntos pesariam cerca de 75 bilhões de toneladas métricas, o que é muito mais do que poderia ser armazenado nos celeiros do xá. Na verdade, esse número equivale a cerca de 150 anos da produção de trigo mundial no presente. O relato do que aconteceu a seguir não chegou até nós. Se o rei, inadimplente, culpando-se pela falta de atenção nos seus estudos de aritmética, entregou o reino ao vizir, ou se o último experimentou as aflições de um novo jogo chamado vizirmat, não temos o privilégio de saber.

    *1 quintilhão = 1 000 000 000 000 000 000 = 1018. Para se contar esse número a partir de 0 (um número por segundo, dia e noite), seriam necessários 32 bilhões de anos (mais tempo do que a idade do universo).

    (Carl Sagan. Bilhões e bilhões, 2008. Adaptado.)
    O eufemismo (do grego euphemismós, que significava “emprego de uma palavra favorável no lugar de uma de mau augúrio”, vocábulo formado de eu, “bem” + femi, “dizer, falar”, designando, pois, “o ato de falar de uma maneira agradável”) é a figura de retórica em que há uma diminuição da intensidade semântica, com a utilização de uma expressão atenuada para dizer alguma coisa desagradável.

    (José Luiz Fiorin. Figuras de retórica, 2014. Adaptado.)

    Verifica-se a ocorrência desse recurso no seguinte trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão 6f8195fd-06
  • 6F7A2935-06

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    UNIFESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho inicial de um artigo do livro Bilhões e bilhões do astrônomo e divulgador científico Carl Sagan (1934-1996) para responder à questão.

    O tabuleiro de xadrez persa
        
      Segundo o modo como ouvi pela primeira vez a história, aconteceu na Pérsia antiga. Mas podia ter sido na Índia ou até na China. De qualquer forma, aconteceu há muito tempo. O grão-vizir, o principal conselheiro do rei, tinha inventado um novo jogo. Era jogado com peças móveis sobre um tabuleiro quadrado que consistia em 64 quadrados vermelhos e pretos. A peça mais importante era o rei. A segunda peça mais importante era o grão-vizir – exatamente o que se esperaria de um jogo inventado por um grão-vizir. O objetivo era capturar o rei inimigo e, por isso, o jogo era chamado, em persa, shahmat – shah para rei, mat para morto. Morte ao rei. Em russo, é ainda chamado shakhmat. Expressão que talvez transmita um remanescente sentimento revolucionário. Até em inglês, há um eco desse nome – o lance final é chamado checkmate (xeque-mate). O jogo, claro, é o xadrez. Ao longo do tempo, as peças, seus movimentos, as regras do jogo, tudo evoluiu. Por exemplo, já não existe um grão-vizir – que se metamorfoseou numa rainha, com poderes muito mais terríveis.
        A razão de um rei se deliciar com a invenção de um jogo chamado “Morte ao rei” é um mistério. Mas reza a história que ele ficou tão encantado que mandou o grão-vizir determinar sua própria recompensa por ter criado uma invenção tão magnífica. O grão-vizir tinha a resposta na ponta da língua: era um homem modesto, disse ao xá. Desejava apenas uma recompensa simples. Apontando as oito colunas e as oito filas de quadrados no tabuleiro que tinha inventado, pediu que lhe fosse dado um único grão de trigo no primeiro quadrado, o dobro dessa quantia no segundo, o dobro dessa quantia no terceiro e assim por diante, até que cada quadrado tivesse o seu complemento de trigo. Não, protestou o rei, era uma recompensa demasiado modesta para uma invenção tão importante. Ofereceu joias, dançarinas, palácios. Mas o grão-vizir, com os olhos apropriadamente baixos, recusou todas as ofertas. Só desejava pequenos montes de trigo. Assim, admirando-se secretamente da humildade e comedimento de seu conselheiro, o rei consentiu.
        No entanto, quando o mestre do Celeiro Real começou a contar os grãos, o rei se viu diante de uma surpresa desagradável. O número de grãos começa bem pequeno: 1, 2, 4, 8, 16, 32, 64, 128, 256, 512, 1024... mas quando se chega ao 64o quadrado, o número se torna colossal, esmagador. Na realidade, o número é quase 18,5 quintilhões*. Talvez o grão-vizir estivesse fazendo uma dieta rica em fibras.
        Quanto pesam 18,5 quintilhões de grãos de trigo? Se cada grão tivesse o tamanho de um milímetro, todos os grãos juntos pesariam cerca de 75 bilhões de toneladas métricas, o que é muito mais do que poderia ser armazenado nos celeiros do xá. Na verdade, esse número equivale a cerca de 150 anos da produção de trigo mundial no presente. O relato do que aconteceu a seguir não chegou até nós. Se o rei, inadimplente, culpando-se pela falta de atenção nos seus estudos de aritmética, entregou o reino ao vizir, ou se o último experimentou as aflições de um novo jogo chamado vizirmat, não temos o privilégio de saber.

    *1 quintilhão = 1 000 000 000 000 000 000 = 1018. Para se contar esse número a partir de 0 (um número por segundo, dia e noite), seriam necessários 32 bilhões de anos (mais tempo do que a idade do universo).

    (Carl Sagan. Bilhões e bilhões, 2008. Adaptado.)
    O trecho “era um homem modesto, disse ao xá” (2º parágrafo) foi construído em discurso indireto. Ao se adaptar tal trecho para o discurso direto, o verbo “era” assume a seguinte forma:
    Escolha uma alternativa para a questão 6f7a2935-06
  • 8D201851-F8

    Sociologia

    Conceito de poder
    UEG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um debate bastante comum na sociedade brasileira atual é sobre questões políticas como “liberalismo”, “marxismo”, “comunismo” e termos correlatos. No entanto, numa análise atenta, o que se percebe é que existe uma profunda confusão conceitual, de acordo com a qual se atribui “comunismo” ou “marxismo” a ideias e práticas bem distintas do que realmente foi defendido por seus adeptos. Nesse sentido, é preciso explicitar as reais diferenças entre liberalismo e marxismo. A partir desse objetivo, constata-se que o liberalismo
    Escolha uma alternativa para a questão 8d201851-f8
  • 8D1A1914-F8

    Geografia

    Geografia Econômica
    UEG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    A sociedade moderna vem sofrendo diversas mudanças. Entre essas, uma das mais importantes e discutidas é a chamada “reestruturação produtiva”, que se iniciou a partir dos anos 1980 e marca uma transição do fordismo para o toyotismo. Esse processo é explicado sob forma diferente por distintas concepções sociológicas, filosóficas, econômicas, geográficas, entre outras. Uma das concepções explicativas desse fenômeno é a que parte da periodização do capitalismo e tem como ponto de partida um conceito fundamental, que é o de
    Escolha uma alternativa para a questão 8d1a1914-f8
  • 8D03908F-F8

    História

    Era Vargas – 1930-1954
    UEG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de História, UEG 2015, Era Vargas – 1930-1954
    Disponível em:<http://www.portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=51433>. Acesso em: 15 abr. 2015.

    A charge apresentada retrata três momentos da trajetória política de Getúlio Vargas, sendo que a figura referente ao ano de
    Escolha uma alternativa para a questão 8d03908f-f8
  • 8D00B61D-F8

    História

    História Geral
    UEG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    Após a decapitação do rei, o Parlamento sofreu nova depuração. Um Conselho de Estado, com 41 membros, passou a exercer o Poder Executivo. Mas o controle do Estado estava de fato nas mãos de Cromwell [...] Ofereceram-lhe a coroa, mas ele a recusou: na prática já era um soberano e podia até fazer seu sucessor.

    PILETTI, Nelson; ARRUDA, José Jobson de A. Toda a História. São Paulo: Ática, 2000, p. 228.

    Após a morte de seu líder, em 1658, o destino da chamada “República de Cromwell” foi marcado pela
    Escolha uma alternativa para a questão 8d00b61d-f8
  • 8CFDA5B8-F8

    História

    Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)
    UEG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    Amanheces formoso no horizonte celeste,
    Tu, vivente Aton, princípio da vida!
    Quando surgiste no horizonte do oriente
    Inundaste toda a terra com tua beleza.
    [...]
    Ó Deus único, nenhum outro se te iguala!
    Tu próprio criaste o mundo de acordo com tua vontade,
    Enquanto ainda estavas só.

    HINO A ATON. In: PINSKI, Jaime. 100 textos de História Antiga. São Paulo: Contexto, 2009. p. 56-57.

    O faraó Amenófis IV (1377-1358 a. C.), como parte de uma estratégia política que visava diminuir o poder da classe sacerdotal egípcia, realizou uma reforma religiosa que teve como principal tópico a
    Escolha uma alternativa para a questão 8cfda5b8-f8
  • 8CEC646C-F8

    Biologia

    Ecologia e ciências ambientais
    UEG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    A taxa de desaparecimento de certos tipos de espécies, particularmente aquelas mais vulneráveis à caça, à poluição e à destruição de habitats, tem aumentado significativamente nos diferentes biomas brasileiros. O estado de Goiás possui como bioma o Cerrado, considerado um complexo mosaico vegetacional com altas potencialidades. A perda de espécies no Cerrado está relacionada principalmente à
    Escolha uma alternativa para a questão 8cec646c-f8
  • 8CE46FB1-F8

    Biologia

    Principais doenças endêmicas no Brasil
    UEG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    A Revista Brasileira de Epidemiologia publicou, no primeiro triênio de 2015, o artigo científico “Chikungunya no Brasil: um desafio emergente”, dos pesquisadores Maria Rita Donalisio e André Ricardo Ribas Freitas. Os autores descreveram que o Brasil tinha 828 casos de Chikungunya em outubro de 2014. Sobre a doença e seus efeitos, tem-se o seguinte:
    Escolha uma alternativa para a questão 8ce46fb1-f8
  • 8CDE1CC7-F8

    Biologia

    Ciclo Celular
    UEG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    O processo de divisão celular é extremamente importante nos processos biológicos. Durante a prófase da primeira divisão da meiose, os cromossomos homólogos podem passar por permutações entre si (recombinação ou crossing over), gerando gametas com uma combinação de alelos diferentes das combinações existentes nos cromossomos dos pais. A soma desses recombinantes é chamada de taxa ou frequência de recombinação. A figura a seguir exemplifica um caso de três genes (A, B e C) situados em um par de cromossomos homólogos.


    Imagem da questão de Biologia, UEG 2015, Ciclo Celular
    GEWANDSZNAJDER, F.; LINHARES, S. Biologia hoje. São Paulo: Ática, vol.3, 2014, p. 73.

    Sobre as taxas de recombinação entre esses loci, verifica-se que a taxa de recombinação entre
    Escolha uma alternativa para a questão 8cde1cc7-f8
  • 8CD45D54-F8

    Física

    Cargas Elétricas e Eletrização
    UEG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    A UNESCO declarou que 2015 é o Ano Internacional da Luz. Essa data coincide com vários trabalhos e tecnologias associadas à luz. Algumas das principais descobertas são citadas a seguir:

    I. o comportamento ondulatório da Luz, por Augustin Jean Fresnel em 1815;
    II. a teoria eletromagnética, por James Clerk Maxwell em 1865;
    III. o efeito fotoelétrico, por Albert Einstein em 1905.
    Em que situação os elétrons são ejetados da superfície de um metal?
    Escolha uma alternativa para a questão 8cd45d54-f8
  • 8CD19507-F8

    Física

    Óptica Geométrica
    UEG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    A UNESCO declarou que 2015 é o Ano Internacional da Luz. Essa data coincide com vários trabalhos e tecnologias associadas à luz. Algumas das principais descobertas são citadas a seguir:

    I. o comportamento ondulatório da Luz, por Augustin Jean Fresnel em 1815;
    II. a teoria eletromagnética, por James Clerk Maxwell em 1865;
    III. o efeito fotoelétrico, por Albert Einstein em 1905.
    Um experimento que comprova o comportamento da luz proposto por Fresnel é o
    Escolha uma alternativa para a questão 8cd19507-f8
  • 8C9DAA1B-F8

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe a pintura e leia o fragmento a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2015, Interpretação de Textos
    MEIRELLES, Victor. Batalha dos Guararapes. Disponível em:<https://www.museus.gov.br/tag/victor-meirelles/>. Acesso em: 24 mar. 2015.

    Vinha logo de guardas rodeado
    Fonte de crimes, militar tesouro,
    Por quem deixa no rego o curto arado
    O lavrador, que não conhece a glória;
    E vendendo a vil preço o sangue e a vida
    Move, e nem sabe por que move a guerra. 
    GAMA, Basílio. O Uraguai. In. BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 43. ed. São Paulo: Cultrix, 2006. p. 67.

    O fragmento e a pintura se aproximam por
    Escolha uma alternativa para a questão 8c9daa1b-f8
  • 8C9ADC34-F8

    Literatura

    Arcadismo
    UEG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe a pintura e leia o fragmento a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de Literatura, UEG 2015, Arcadismo
    MEIRELLES, Victor. Batalha dos Guararapes. Disponível em:<https://www.museus.gov.br/tag/victor-meirelles/>. Acesso em: 24 mar. 2015.

    Vinha logo de guardas rodeado
    Fonte de crimes, militar tesouro,
    Por quem deixa no rego o curto arado
    O lavrador, que não conhece a glória;
    E vendendo a vil preço o sangue e a vida
    Move, e nem sabe por que move a guerra. 
    GAMA, Basílio. O Uraguai. In. BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 43. ed. São Paulo: Cultrix, 2006. p. 67.

    Embora O Uraguai seja considerado a melhor realização épica do Arcadismo brasileiro, nota-se, na obra, uma quebra do modelo da epopeia clássica. Em termos de conteúdo, tanto no trecho quanto na pintura apresentados, essa quebra se evidencia
    Escolha uma alternativa para a questão 8c9adc34-f8
  • 8C97D68F-F8

    Português

    Sintaxe
    UEG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, UEG 2015, Sintaxe
    RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. p. 15. (Adaptado).
    Comparando-se as frases “A população humana se aproxima da marca de 7 bilhões” (linha 13) e “Compreender os princípios ecológicos é um passo necessário para lidar com esses problemas” (linhas 18-19), verifica-se que os trechos sublinhados desempenham a função sintática de
    Escolha uma alternativa para a questão 8c97d68f-f8