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Questões do ENEM: nível médio

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Resultados

27.392 questões encontradas. Mostrando a página 804 de 1370.

  • 777A2F46-DE

    Geografia

    Agricultura brasileira
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o fragmento para responder a questão:


        [...] a expansão da agricultura comercial após 1790 não trouxe apenas homens e mulheres livres, mas também, e especialmente, um grande número de migrantes cativos [para a região de Campinas]. Entre 1779 e 1829, a população escrava do município cresceu de 156 para quase 4800. Em 1872, já com o café como força motriz da economia, ela atingiria 14 mil. [...] o comércio interno de escravos, já bastante ativo nas décadas de 1850 e 1860, recrudesceu nos anos 1870, despejando vários milhares de cativos no Oeste Paulista, vindos sobretudo do Nordeste e do Rio Grande do Sul. Foi só a partir de 1881, com a alta tributação sobre o tráfico interno para o Sudeste e a crise da escravidão, que os fazendeiros voltaram-se seriamente para trabalhadores imigrantes.
    (SLENES, Robert W. Senhores e subalternos no Oeste.  In____NOVAIS, Fernando A. História da vida privada no Brasil – volume 2. SP: Companhia das Letras, 1997, p. 249.)


    Da leitura do texto, infere-se que:
    Escolha uma alternativa para a questão 777a2f46-de
  • 7776E3F8-DE

    História

    Expansão Comercial a Marítima: a busca de novos mundos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia as informações, para responder à questão.


    Imagem da questão de História, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Expansão Comercial a Marítima: a busca de novos mundos

    (O Infante Dom Henrique na conquista de Ceuta. Painel de azulejos de Jorge Colaço (1864-1942)  na Estação de São Bento, cidade do Porto, Portugal.)


        Costuma-se considerar a conquista da cidade de Ceuta, no Norte da África, em 1415, como o ponto de partida da expansão ultramarina portuguesa. [...] Para alguns [historiadores portugueses] a conquista tinha por objetivo [...] abrir caminho na busca do ouro do Sudão [...]. Sem penetrar profundamente no território africano. Os portugueses foram estabelecendo na costa uma série de feitorias, que eram postos fortificados de comércio [...]. [...] A opção pela feitoria praticamente tornava desnecessária a colonização do território ocupado pelas populações africanas [...].

    (FAUSTO, Boris. História do Brasil. SP: Edusp, 2012, p. 26-27.)


    Há exatos 600 anos, Portugal iniciava sua aventura no processo conheci- do como Grandes Navegações por meio da conquista da cidade de Ceuta, realizada pelo Infante Dom Henrique. Essa conquista foi o ponto de partida para o início da formação do Império Ultramarino Português. De acordo com o fragmento acima:


    Escolha uma alternativa para a questão 7776e3f8-de
  • 7773320C-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Considere a tirinha abaixo para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (www.gocomics.com - acesso em 23/03/2015)



    De acordo com a tirinha,

    Escolha uma alternativa para a questão 7773320c-de
  • 77677445-DE

    Inglês

    Adjetivos | Adjectives
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Considere o excerto a seguir, retirado do site do jornal britânico The Guardian, para responder à questão.


        Homeopaths believe that illness-causing substances can, in minute doses, treat people who are unwell. By diluting these substances in water or alcohol, homeopaths claim the resulting mixture retains a “memory” of the original substance that triggers a healing response in the body.

        These claims have been widely disproven by multiple studies, but the National Health and Medical Research Council (NHMRC) has for the first time thoroughly reviewed 225 research papers on homeopathy to come up with its position statement, released on Wednesday: Homeopathy is not effective for treating any health condition.

    (Adaptado de www.theguardian.com - acesso em 12/03/2015)

    Considere o segundo parágrafo do texto. As palavras claims, studies, thoroughly, effective são classificadas, respectivamente, como
    Escolha uma alternativa para a questão 77677445-de
  • 77515C0F-DE

    Conhecimentos Gerais

    Movimentos Sociais, Discriminação e Desigualdade: Raça, classe e gênero
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Analise as informações para responder a questão:

    Figura 1 de 2 da questão de Conhecimentos Gerais, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Movimentos Sociais, Discriminação e Desigualdade: Raça, classe e gênero

    Peça da campanha publicitária “Homens que amamos”, do esmalte Risqué.

    Figura 2 de 2 da questão de Conhecimentos Gerais, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Movimentos Sociais, Discriminação e Desigualdade: Raça, classe e gênero

    Peça da campanha publicitária “Verão”, da cerveja Itaipava.


        Não existem muitos casos de propagandas machistas no Brasil porque a publicidade brasileira é madura para perceber que a pior coisa que pode fazer é irritar o consumidor, seja ele mulher, homem ou criança. De qualquer forma, nós não temos uma declaração oficial a respeito desse assunto”. Essa foi a resposta da assessoria de imprensa do Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), por telefone, à pergunta [...] referente a algumas peças publicitárias lançadas no Carnaval e no Dia Internacional da Mulher, rechaçadas nas redes sociais por serem consideradas machistas – algumas inclusive retiradas de circulação. [...] Das 18 denúncias de machismo em propaganda recebidas em 2014 [...], 17 foram arquivadas, e apenas uma, da cerveja Conti, que dizia em sua página do Facebook “tenho medo de ir no bar pedir uma rodada e o garçom trazer minha ex” terminou com um pedido de suspensão e advertência da agência que realizou a campanha.

    (DIP, Andrea. Na publicidade, o machismo é a regra da casa. Matéria publicada em 22 de março de 2015. Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/machismo-e-a-regra-da-casa-4866.html. Acesso em: 06 abr. 2015, às 18h00.)

        A prefeitura de Roma declarou guerra à publicidade machista e começou a eliminar todos os cartazes sexistas espalhados pela cidade que divulgam a imagem de "mulher objeto" e que apresentam o corpo feminino de maneira ofensiva. [...] [Ignazio] Marino [prefeito de Roma] afirmou [...] que ‘’o corpo da mulher não poderá ser associado a imagens que o equiparem a um objeto de maneira sexista" e que os espaços da prefeitura "só serão vendidos a quem respeite as regras". Além de retirar imagens ofensivas e não ceder espaços públicos a anúncios machistas, o prefeito anunciou a criação, "antes do verão", de um organismo que avaliará se a publicidade se inscreve dentro das normas de "não discriminação" quanto à orientação sexual e identidade de gênero. 

    (ORAÁ, Maria Salas. Roma declara guerra à publicidade machista. Matéria publicada em 05 de abril de 2015. Disponível em: http://noticias.r7.com/economia/roma-declara-guerra-a-publicidade-machista-05042015. Acesso em: 06 abr. 2015, às 18h30.)


    Tomando por base as informações, julgue os itens:


    I. As propagandas de cerveja, mesmo não sendo as únicas a apresentatarem visões sexistas e machistas da mulher, têm sido as mais recorrentes neste tipo de publicidade.

    II. Enquanto, no Brasil, o Conar nega a existência de padrões machistas ou preconceituosos na publicidade, em Roma, após o reconhecimento da existência desta prática, a prefeitura da cidade proibiu sua exibição em espaços públicos.

    III. A manutenção de elementos machistas na publicidade brasileira tem co- mo uma das causas o fato dos canais de divulgação serem todos privados, ao contrário de Roma, onde a publicidade ocupa espaços concedidos pelo governo.



    Está (ão) correto (s):

    Escolha uma alternativa para a questão 77515c0f-de
  • 774E576C-DE

    Atualidades

    Atualidades do ano de 2014
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia as informações:


    Imagem da questão de Atualidades, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Atualidades do ano de 2014

    Legenda: “Não é Ebola, são os arquivos sobre o embargo a Cuba...”

    (Charge de Ramses Morales Isquierdo. Disponível em: http://www.cartoonmovement.com/cartoon/17790. Acesso em: 06 abr. 2015, às 17h00.)


        Representantes dos Estados Unidos (EUA) e de Cuba retomam sexta-feira [27 de fevereiro de 2015] as negociações para o restabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países, anunciado em dezembro do ano passado. Depois do primeiro encontro em Havana, em 21 e 22 de janeiro, a segunda rodada de negociações está agendada para a sede do Departamento de Estado, em Washington. [...] No Congresso norte-americano, que já realizou várias audiências sobre o assunto, foram apresentados dois projetos de lei para regular o clima de abertura entre os dois países: um dos textos aborda a autorização de viagem de cidadãos norte-americanos para Cuba, enquanto o outro é mais abrangente e visa ao fim do embargo comercial, imposto há mais de meio século. Nenhum dos textos foi ainda submetido à discussão dos legisladores do Congresso.

    (Estados Unidos e Cuba voltam a negociar reaproximação diplomática. Matéria publicada em 24 de fevereiro de 2015. Disponível em: http://www.oestadoonline.com.br/2015/02/estados-unidos-e-cuba-voltamnegociar-reaproximacao-diplomatica/. Acesso em: 06 abr. 2015, às 17h30.)



    Tomando por base as informações e o contexto por elas expresso, julgue as afirmativas:



    I. O sucesso da empreitada esbarra na questão do embargo econômico à Ilha, decretado em 1962, e tratado com grande cautela pelos estadunidenses.

    II. Um dos motivos para a resistência estadunidense em reatar relações com Cuba é o medo de doenças tropicais, como o Ebola, presentes na Ilha, atingirem seu território.

    III. Após mais de meio século de embargo econômico contra Cuba, o fato do governo dos Estados Unidos aceitar iniciar negociações para a reaproximação com a Ilha, demonstra um avanço na política externa do país, preocupado em limpar sua imagem abalada por intervenções desastrosas durante o século XXI.



    Está (ão) correta (s):


    Escolha uma alternativa para a questão 774e576c-de
  • 774A6B1D-DE

    Atualidades

    Atualidades do ano de 2015
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia a charge para responder a questão:


    Imagem da questão de Atualidades, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Atualidades do ano de 2015

    (Charge de Nef. Disponível em: jornaldebrasilia.com.br/charges. Acesso em: 06 abr. 2015, às 16h30.)



    Tomando por base o conteúdo da charge e a atual situação da Petrobras, assinale a alternativa na qual aparecem o nome da operação promovida pela Polícia Federal e possíveis causas para a desvalorização das ações da empresa.

    Escolha uma alternativa para a questão 774a6b1d-de
  • 7743F7D8-DE

    Conhecimentos Gerais

    Conhecimentos Gerais Sobre Arte e Cultura
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho abaixo:


        O que quer dizer civilização do espetáculo? É a civilização de um mundo onde o primeiro lugar na tabela de valores vigentes é ocupado pelo entretenimento, onde divertir-se, escapar do tédio, é a paixão universal. Esse é ideal de vida é perfeitamente legítimo, sem dúvida. Só um puritano fanático poderia reprovar os membros de uma sociedade que quisessem dar descontração, relaxamento, humor e diversão a vidas geralmente enquadra- das em rotinas deprimentes e às vezes imbecilizantes. Mas transformar em valor supremo essa propensão natural a divertir-se tem consequencias inesperadas: banalização da cultura, generalização da frivolidade e, no campo da informação, a proliferação do jornalismo irresponsável da bisbilhotice e do escândalo.

    (LLOSA, Mário Vargas. A civilização do espetáculo. Trad. Ivone Benedetti. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013. pp. 29-30)


    Levando em conta a atualidade brasileira, a definição de “civilização do espetáculo”, apresentada por Vargas Llosa, uma das “consequências inesperadas” dessa tendência poderia ser representada:
    Escolha uma alternativa para a questão 7743f7d8-de
  • 773D2A2D-DE

    Conhecimentos Gerais

    Guerras, Conflitos e Terrorismo
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia as informações para responder a questão:


    Imagem da questão de Conhecimentos Gerais, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Guerras, Conflitos e Terrorismo

    (Todas as bombas inteligentes são, realmente, inteligentes? (T)ERROR(ism). Charge de TOMAS. Disponível em: http://www.cartoonmovement.com/cartoon/19745. Acesso em: 04 mar. 2015, às 17h00.)


    Nesta quinta-feira [07 de agosto de 2014], o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou que havia autorizado ataques aéreos direciona- dos contra posições do chamado Estado Islâmico, o grupo radical sunita que ocupa regiões do Iraque e da Síria. O conceito desses chamados "ataques cirúrgicos" é bem atraente para estrategistas militares. Utilizando es- se método, governos conseguem atingir objetivos sem pisar no território inimigo, obtendo um mínimo de baixas em seus efetivos, além de, segundo eles, causar poucos "danos colaterais", eufemismo que inclui a morte de civis.

    (Ataques aéreos cirúrgicos são mesmo precisos?Disponível em: http://www.defesanet.com.br/aviacao/noticia/16325/-Ataques-aereos-cirurgicos--sao-mesmo-precisos-/. Acesso em: 04 mar. 2015, às 18h00.)


    A luta contra o terror, desencadeada pelos Estados Unidos após os atentados de 11 de setembro de 2001, apresentou várias facetas nestes quase 14 anos. Invasão ao Iraque, bombardeios à Líbia, à Síria, tensões com a Coreia do Norte e, mais recentemente, o combate ao Estado Islâmico, fazem parte da lista de intervenções estadunidenses.



    Após a leitura das informações, julgue as afirmativas abaixo:


    I. Apesar de, supostamente, agir em nome da liberdade dos povos dos países atacados, os Estados Unidos têm provocado uma série de “efeitos colaterais”, que inclui a morte de um grande número de civis.

    II. Apesar dos “efeitos colaterais”, como a morte de alguns civis, as ações dos EUA têm sido eficientes em alcançar seus objetivos, uma vez que em todas as suas intervenções o terrorismo foi erradicado do país invadido.

    III. A ligação do chamado Estado Islâmico com a rede terrorista muçulmana, que inclui todos os países citados no texto, foi a motivação dos EUA para os bombardeios atuais.



    Está (ão) correta (s):

    Escolha uma alternativa para a questão 773d2a2d-de
  • 772D3872-DE

    Matemática

    Geometria Plana
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    A figura a seguir apresenta um quadrilátero MNOP que foi dividido em 9 quadrados menores. As áreas de dois desses quadrados (64 cm² e 81 cm²) estão indicadas na figura. Nessas condições, a área do quadrilátero MNOP é igual a:

    Imagem da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Geometria Plana
    Escolha uma alternativa para a questão 772d3872-de
  • 772A65B0-DE

    Matemática

    Geometria Plana
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Na figura a seguir, MNOP é um retângulo, o triângulo MPA tem área 11 cm² e o triângulo NCO tem área 18 cm². Qual é a área do quadrilátero ABCD?

    Imagem da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Geometria Plana
    Escolha uma alternativa para a questão 772a65b0-de
  • 77276B00-DE

    Matemática

    Geometria Plana
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Na figura a seguir, o quadrilátero MNOP é um trapézio, os segmentos Figura 1 de 4 da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Geometria Plana são congruentes e os segmentos Figura 2 de 4 da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Geometria Plana são paralelos. A diferença entre as medidas dos segmentos Figura 3 de 4 da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Geometria Plana é igual a:


    Figura 4 de 4 da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Geometria Plana

    Escolha uma alternativa para a questão 77276b00-de
  • 7714F94F-DE

    Matemática

    Geometria Plana
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Considere o retângulo OPQR da figura a seguir:


    Imagem da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Geometria Plana


    A área S do retângulo em função da abscissa x do ponto R é:

    Escolha uma alternativa para a questão 7714f94f-de
  • 771200F7-DE

    Matemática

    Geometria Plana
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um rolo de tela de 28 m de comprimento será totalmente aproveitado para cercar um jardim com formato de setor circular como mostra a figura a seguir. Se a área do setor é 40 m² e r é maior que c, então o raio do setor é igual a:

    Imagem da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Geometria Plana
    Escolha uma alternativa para a questão 771200f7-de
  • 76E8326B-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Marginalzinho: a socialização de uma elite vazia e covarde

    Parada em um sinal de trânsito, uma cena capturou minha atenção e me fez pensar como, ao longo da vida, a segregação da sociedade brasileira nos bestializa.

    por Rosana Pinheiro-Machado — publicado 27/01/2015 15:08, última modificação 27/01/2015 15:44


         Era a largada de duas escolas que estavam situadas uma do lado da outra, separadas por um muro altíssimo de uma delas. Da escola pública saíam crianças correndo, brincando e falando alto. A maioria estava desacompanhada e dirigia-se ao ponto de ônibus da grande avenida, que terminaria nas periferias. Era uma massa escura, especialmente quando contrastada com a massa mais clara que saía da escola particular do lado: crianças brancas, de mãos dadas com os pais, babás ou seguranças, caminhando duramente em direção à fila de caminhonetes. Lado a lado, os dois grupos não se misturavam. Cada um sabia exatamente seu lugar. Desde muito pequenas, aquelas crianças tinham literalmente incorporado a segregação à brasileira, que se caracteriza pela mistura única entre o sistema de apartheid racial e o de castas de classes. Os corpos domesticados revelavam o triste processo de socialização ao desprezo, que tende a só piorar na vida adulta.
         Mas eis que, de repente, um menino negro, magro e sorridente, ousou subverter as regras tácitas. Brincando de correr em ziguezague, ele “invadiu” a área branca e se esbarrou num menino que, imediatamente, se agarrou desesperadamente no braço da mulher que lhe buscara. Foi um reflexo automático do medo. O menino “invasor” fez um gesto de desculpas – algo como “foi mal” -, e voltou a correr entre os seus, enquanto que a outra criança seguia petrificada.
         No olhar do menino “invadido”, havia um misto de medo, de raiva, mas principalmente, de nojo – como que se a outra criança tivesse uma doença altamente contagiosa. Não é difícil imaginar o impacto de esse olhar no inconsciente do menino negro e pobre. Este aprendia, desde muito cedo, que era um intocável, que vivia em uma sociedade na qual seu corpo, na esfera pública, valia menos que o de um menino da mesma idade, que ainda não tinha nenhum mérito conquistado, apenas privilégios herdados. As consequências desse gesto minúsculo serão trágicas para o menino "invadido", pois é vítima da ignorância social. Mas será muito mais trágica para quem é negro e desprovido de capital econômico, social e cultural. Para que essa criança não se corrompa no futuro, ela precisa ser salva do olhar de nojo.
         É possível que, por meio de leitura e mistura, o menino amedrontado se engrandeça politicamente no futuro, se liberte do muro que lhe protege e dispense o braço da babá. Mas, infelizmente, há uma tendência grande de que ele, cercado por medo e preconceito, passe o resto de sua existência se protegendo do “marginalzinho”. Pivetes, favelados, fedorentos: isso é tudo que ele ouve sobre seus vizinhos. Trata-se de uma verdade histórica a priori, para além da qual não se consegue pensar. Essas categorias compõem o discurso forjado sobre a pobreza, que, em última instância, visa à intervenção e à manutenção do poder. Reproduzindo este discurso, então, o menino tornar-se-á um adulto. Ele blindará seu carro, colocará alarme em sua casa, pedirá a morte de traficantes. Dirá que rolezinho é arrastão, pedirá mais polícia e curtirá a vida em camarotes. Pode ser até que ele peça a volta da ditadura. Achando que é um cidadão de bem que age contra a marginalidade do mal, forma-se um perfeito idiota.
    (Adaptado de , 27/01/2015. Disponível em Carta Capital http://www.cartacapital.com.br/sociedade/marginalzinho-asocializacao-de-uma-elite-vazia-e-covarde-3514.html)
    Analisando uma cena do presente, o enunciador do texto levanta hipóteses sobre as futuras consequências do que vê. Sobre tais projeções, é falso o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão 76e8326b-de
  • 76E53ADA-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Marginalzinho: a socialização de uma elite vazia e covarde

    Parada em um sinal de trânsito, uma cena capturou minha atenção e me fez pensar como, ao longo da vida, a segregação da sociedade brasileira nos bestializa.

    por Rosana Pinheiro-Machado — publicado 27/01/2015 15:08, última modificação 27/01/2015 15:44


         Era a largada de duas escolas que estavam situadas uma do lado da outra, separadas por um muro altíssimo de uma delas. Da escola pública saíam crianças correndo, brincando e falando alto. A maioria estava desacompanhada e dirigia-se ao ponto de ônibus da grande avenida, que terminaria nas periferias. Era uma massa escura, especialmente quando contrastada com a massa mais clara que saía da escola particular do lado: crianças brancas, de mãos dadas com os pais, babás ou seguranças, caminhando duramente em direção à fila de caminhonetes. Lado a lado, os dois grupos não se misturavam. Cada um sabia exatamente seu lugar. Desde muito pequenas, aquelas crianças tinham literalmente incorporado a segregação à brasileira, que se caracteriza pela mistura única entre o sistema de apartheid racial e o de castas de classes. Os corpos domesticados revelavam o triste processo de socialização ao desprezo, que tende a só piorar na vida adulta.
         Mas eis que, de repente, um menino negro, magro e sorridente, ousou subverter as regras tácitas. Brincando de correr em ziguezague, ele “invadiu” a área branca e se esbarrou num menino que, imediatamente, se agarrou desesperadamente no braço da mulher que lhe buscara. Foi um reflexo automático do medo. O menino “invasor” fez um gesto de desculpas – algo como “foi mal” -, e voltou a correr entre os seus, enquanto que a outra criança seguia petrificada.
         No olhar do menino “invadido”, havia um misto de medo, de raiva, mas principalmente, de nojo – como que se a outra criança tivesse uma doença altamente contagiosa. Não é difícil imaginar o impacto de esse olhar no inconsciente do menino negro e pobre. Este aprendia, desde muito cedo, que era um intocável, que vivia em uma sociedade na qual seu corpo, na esfera pública, valia menos que o de um menino da mesma idade, que ainda não tinha nenhum mérito conquistado, apenas privilégios herdados. As consequências desse gesto minúsculo serão trágicas para o menino "invadido", pois é vítima da ignorância social. Mas será muito mais trágica para quem é negro e desprovido de capital econômico, social e cultural. Para que essa criança não se corrompa no futuro, ela precisa ser salva do olhar de nojo.
         É possível que, por meio de leitura e mistura, o menino amedrontado se engrandeça politicamente no futuro, se liberte do muro que lhe protege e dispense o braço da babá. Mas, infelizmente, há uma tendência grande de que ele, cercado por medo e preconceito, passe o resto de sua existência se protegendo do “marginalzinho”. Pivetes, favelados, fedorentos: isso é tudo que ele ouve sobre seus vizinhos. Trata-se de uma verdade histórica a priori, para além da qual não se consegue pensar. Essas categorias compõem o discurso forjado sobre a pobreza, que, em última instância, visa à intervenção e à manutenção do poder. Reproduzindo este discurso, então, o menino tornar-se-á um adulto. Ele blindará seu carro, colocará alarme em sua casa, pedirá a morte de traficantes. Dirá que rolezinho é arrastão, pedirá mais polícia e curtirá a vida em camarotes. Pode ser até que ele peça a volta da ditadura. Achando que é um cidadão de bem que age contra a marginalidade do mal, forma-se um perfeito idiota.
    (Adaptado de , 27/01/2015. Disponível em Carta Capital http://www.cartacapital.com.br/sociedade/marginalzinho-asocializacao-de-uma-elite-vazia-e-covarde-3514.html)
    Ainda no segundo parágrafo, a expressão “foi mal”:
    Escolha uma alternativa para a questão 76e53ada-de
  • 76E207A7-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Marginalzinho: a socialização de uma elite vazia e covarde

    Parada em um sinal de trânsito, uma cena capturou minha atenção e me fez pensar como, ao longo da vida, a segregação da sociedade brasileira nos bestializa.

    por Rosana Pinheiro-Machado — publicado 27/01/2015 15:08, última modificação 27/01/2015 15:44


         Era a largada de duas escolas que estavam situadas uma do lado da outra, separadas por um muro altíssimo de uma delas. Da escola pública saíam crianças correndo, brincando e falando alto. A maioria estava desacompanhada e dirigia-se ao ponto de ônibus da grande avenida, que terminaria nas periferias. Era uma massa escura, especialmente quando contrastada com a massa mais clara que saía da escola particular do lado: crianças brancas, de mãos dadas com os pais, babás ou seguranças, caminhando duramente em direção à fila de caminhonetes. Lado a lado, os dois grupos não se misturavam. Cada um sabia exatamente seu lugar. Desde muito pequenas, aquelas crianças tinham literalmente incorporado a segregação à brasileira, que se caracteriza pela mistura única entre o sistema de apartheid racial e o de castas de classes. Os corpos domesticados revelavam o triste processo de socialização ao desprezo, que tende a só piorar na vida adulta.
         Mas eis que, de repente, um menino negro, magro e sorridente, ousou subverter as regras tácitas. Brincando de correr em ziguezague, ele “invadiu” a área branca e se esbarrou num menino que, imediatamente, se agarrou desesperadamente no braço da mulher que lhe buscara. Foi um reflexo automático do medo. O menino “invasor” fez um gesto de desculpas – algo como “foi mal” -, e voltou a correr entre os seus, enquanto que a outra criança seguia petrificada.
         No olhar do menino “invadido”, havia um misto de medo, de raiva, mas principalmente, de nojo – como que se a outra criança tivesse uma doença altamente contagiosa. Não é difícil imaginar o impacto de esse olhar no inconsciente do menino negro e pobre. Este aprendia, desde muito cedo, que era um intocável, que vivia em uma sociedade na qual seu corpo, na esfera pública, valia menos que o de um menino da mesma idade, que ainda não tinha nenhum mérito conquistado, apenas privilégios herdados. As consequências desse gesto minúsculo serão trágicas para o menino "invadido", pois é vítima da ignorância social. Mas será muito mais trágica para quem é negro e desprovido de capital econômico, social e cultural. Para que essa criança não se corrompa no futuro, ela precisa ser salva do olhar de nojo.
         É possível que, por meio de leitura e mistura, o menino amedrontado se engrandeça politicamente no futuro, se liberte do muro que lhe protege e dispense o braço da babá. Mas, infelizmente, há uma tendência grande de que ele, cercado por medo e preconceito, passe o resto de sua existência se protegendo do “marginalzinho”. Pivetes, favelados, fedorentos: isso é tudo que ele ouve sobre seus vizinhos. Trata-se de uma verdade histórica a priori, para além da qual não se consegue pensar. Essas categorias compõem o discurso forjado sobre a pobreza, que, em última instância, visa à intervenção e à manutenção do poder. Reproduzindo este discurso, então, o menino tornar-se-á um adulto. Ele blindará seu carro, colocará alarme em sua casa, pedirá a morte de traficantes. Dirá que rolezinho é arrastão, pedirá mais polícia e curtirá a vida em camarotes. Pode ser até que ele peça a volta da ditadura. Achando que é um cidadão de bem que age contra a marginalidade do mal, forma-se um perfeito idiota.
    (Adaptado de , 27/01/2015. Disponível em Carta Capital http://www.cartacapital.com.br/sociedade/marginalzinho-asocializacao-de-uma-elite-vazia-e-covarde-3514.html)
    Os sentidos atribuídos às expressões “invadiu” e “invadido”, no segundo e no terceiro parágrafos, estão relacionados, respectivamente, à dimensão:
    Escolha uma alternativa para a questão 76e207a7-de
  • 03E7238C-DE

    Sociologia

    Instituições sociais, normas e valores
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    As instituições sociais são ferramentas criadas pelo homem com o objetivo de:

    1) Fomentar a organização dos grupos humanos e, neles, organizar a distribuição dos direitos e responsabilidades de cada um.
    2) Organizar a divisão das classes sociais e de seus papeis, de acordo com as posses, bens e valores de cada segmento.
    3) Constituir conjuntos de regras e procedimentos padronizados, que sejam reconhecidos, aceitos e sancionados por todos.
    4) Criar e promover instrumentos que regulem e controlem todas as atividades do homem enquanto ser social.
    5) Garantir a transmissão da herança social na humanidade de modo a promover a realização religiosa de cada um.

    Estão corretas:

    Escolha uma alternativa para a questão 03e7238c-de
  • 03E32A72-DE

    Sociologia

    O nascimento da sociologia
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    A Sociologia: por quê?
    Escolha uma alternativa para a questão 03e32a72-de
  • 03DE88C2-DE

    Biologia

    Herança ligada ao sexo
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em seres humanos uma forma do daltonismo caracteriza-se pela cegueira para as cores vermelha e verde, sendo esta uma doença recessiva ligada ao sexo. Em um casal em que a mulher é heterozigota para essa forma de daltonismo, e o marido é normal, a probabilidade de nascimento de uma criança do sexo masculino e daltônica é:
    Escolha uma alternativa para a questão 03de88c2-de