Pular para o conteúdo

Questões do ENEM: nível difícil

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

9.777 questões encontradas. Mostrando a página 156 de 489.

  • EF28DCA1-EB

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Através da trajetória do narrador-personagem, Castelo, no conto “O homem que sabia javanês”, de Lima Barreto, revela-se uma crítica:
    Escolha uma alternativa para a questão ef28dca1-eb
  • 23E02540-EA

    Física

    Associação de Resistores
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Capacitores são componentes eletrônicos que têm por função básica armazenar cargas elétricas e, consequentemente, energia potencial elétrica. Em circuitos elétricos compostos apenas por capacitores, eles podem ser associados em série, em paralelo ou de forma mista.

    Em relação às características desses tipos de associação, quando associados em série,
    Escolha uma alternativa para a questão 23e02540-ea
  • 23D40216-EA

    Física

    Espelhos Esféricos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A óptica geométrica estuda basicamente as trajetórias da luz na sua propagação. Dentre os fenômenos que podem ocorrer nessa trajetória está a reflexão, que consiste no fato de a luz voltar a se propagar no meio de origem, quando incidir na superfície de separação deste meio com outro.

    Em relação ao estudo da reflexão da luz nos espelhos esféricos, analise as seguintes afirmativas:

    I. Todo raio luminoso que incide no vértice do espelho esférico gera, relativamente ao eixo principal, um raio refletido simétrico.
    II. Todo raio luminoso que incide paralelamente ao eixo principal, reflete-se em uma direção que passa pelo centro de curvatura.
    III. Um espelho convexo conjuga uma imagem real, invertida e menor que o objeto.

    Está (ão) correta (s) afirmativa(s)
    Escolha uma alternativa para a questão 23d40216-ea
  • 92F686EA-EA

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A tirinha humorística a seguir representa uma interação entre uma menina, Mafalda, e sua mãe. Nela, está presente a maneira como a criança e o adulto tratam questões como crescer, amadurecer, envelhecer. Leia atentamente a figura, para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2017, Interpretação de Textos


    Enquanto a mãe de Mafalda faz as unhas, a menina lhe faz perguntas sobre a velhice. Considerando a resposta que Mafalda recebe, só NÃO se pode concluir, no diálogo entre mãe e filha, que
    Escolha uma alternativa para a questão 92f686ea-ea
  • 92DF5CC3-EA

    Português

    Coesão e coerência
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2017, Coesão e coerência


    LHULLIER, Luciana. Onde mora sua muiteza? In: No coração da floresta (blog). 08 out. 2013 (adaptado). Original disponível em: <https://contesdesfee.wordpress.com/page/2/>. Acesso: 05 ago. 2016.


    Vocabulário:

    Onírico: de sonho e/ou relativo a sonho.

    Pantomima: representação teatral baseada na mímica (ou seja, em gestos corporais); por extensão, situação falsa, representação, ilusão, fraude.

    Patético: que provoca sentimento de piedade ou tristeza; indivíduo digno da piedade alheia.

    A respeito do título, é correto afirmar que


    I. “Onde mora sua muiteza?” dirige-se à Alice fictícia, e o pronome possessivo “sua” remete claramente a essa personagem.

    II. “Onde mora sua muiteza?” dirige-se, através do pronome possessivo “sua”, ao(à) leitor(a) implícito(a) do texto.

    III. o pronome relativo “onde” e o verbo “morar”, no título, estão sendo empregados de forma coloquial. Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

    Escolha uma alternativa para a questão 92df5cc3-ea
  • D25FB3D7-E9

    Conhecimentos Gerais

    Conhecimentos Gerais sobre Desastres Naturais e Humanos
    Centro universitário FAG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o título da matéria exibida por um canal de comunicação.
    Terremoto de magnitude 7,1 deixou pelo menos 358 mortos no México. Prédios caíram na Cidade do México após tremor em 19 de setembro; houve incêndios e pessoas presas nos escombros.
    (g1.globo.com)
    Levando em consideração os seus conhecimentos sobre terremotos, leia atentamente as proposições e assinale V (verdadeiro) ou F (falso):


    ( ) Os tsunamis são ondas gigantes ocasionadas pelo deslizamento costeiro ou marítimo, ou por erupções vulcânicas. No ano de 2004, foi registrado no Oceano Índico alto índice de mortes provocado por esse fenômeno.
    ( ) Os terremotos são vibrações das camadas da crosta da Terra produzidas pelo tremor e oriundas de fenômenos tectônicos ou vulcânicos. Esses fenômenos ocorrem quando as placas tectônicas entram em processo de choque ou acomodação.
    ( ) As vibrações causadas pelos terremotos são produzidas por ondas longitudinais e transversais, podendo ser consideradas fracas aquelas que não são notadas pelo homem, sendo, porém, registradas pelos sismógrafos.
    ( ) O alto risco de incidência de terremotos no Japão dá-se pela sua localização em uma região de encontro de placas tectônicas continentais e oceânicas e pelo fato de a região conter várias falhas geológicas, além de inúmeros vulcões.
    ( ) Se comparados aos que ocorrem no Japão e na Califórnia, os abalos sísmicos no Brasil são de menor intensidade; esse fenômeno pode ser explicado pela situação geológica do país, que dificulta ocorrências de maior proporção.


    Marque a alternativa CORRETA:
    Escolha uma alternativa para a questão d25fb3d7-e9
  • D258C9D4-E9

    Conhecimentos Gerais

    Guerras, Conflitos e Terrorismo
    Centro universitário FAG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Número de mortos por ataques a bomba na Somália ultrapassa 300


    Mais de 300 pessoas morreram devido a dois atentados com caminhões-bomba em Mogadíscio, disse uma autoridade da Somália, enquanto moradores lotavam os hospitais em busca de amigos e parentes atingidos pelo pior ataque cometido no país em uma década.
    O saldo de mortes vem aumentando continuamente desde sábado, quando ocorreram as duas detonações --que até a manhã desta segunda-feira nenhuma organização havia reivindicado— em dois cruzamentos movimentados do centro da cidade[...] https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2017/10/16


    A respeito desse assunto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão d258c9d4-e9
  • D24D11A9-E9

    Atualidades

    Atualidades do ano de 2017
    Centro universitário FAG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho abaixo:


    O movimento “O Sul é o meu país” realizou neste sábado (7) consulta pública sem valor legal sobre a separação de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul do restante do Brasil. Os organizadores afirmaram que dois terços dos municípios da região tiveram registro de votações (cerca de 800 cidades de um total de 1.191).
    http://www.gazetadopovo.com.br/politica/


    A região Sul representa 6,5% do território nacional, possui 15% da população brasileira e faz parte do Complexo Regional do Centro-Sul. Referindo-se a essa região, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão d24d11a9-e9
  • D249D554-E9

    Biologia

    Fotossíntese
    Centro universitário FAG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A fotossíntese é realizada por uma grande variedade de organismos, incluindo representantes dos reinos Monera (cianobactérias), Protista (algas unicelulares) e Plantae (algas pluricelulares, briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas).
    São encontrados em todos os organismos fotossintetizantes:
    Escolha uma alternativa para a questão d249d554-e9
  • D23B60C2-E9

    Biologia

    Moléculas, células e tecidos
    Centro universitário FAG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Como mostrado na figura a seguir, substâncias capturadas do meio externo, assim como partes componentes da própria célula, sofrem digestão intracelular. Com relação aos processos ilustrados, assinale a alternativa INCORRETA.

    Imagem da questão de Biologia, Centro universitário FAG 2017, Moléculas, células e tecidos
    Escolha uma alternativa para a questão d23b60c2-e9
  • D1D3181A-E9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro universitário FAG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Text 2 - We're living faster but are we living better?

    Not Long Ago people believed that in the future we would work less, have more free time, and be more relaxed. But sadly this has not happened. Today we work harder, work longer hours, and are more stressed than ten years ago. We walk faster, talk faster, and sleep less than previous generations. And although we are obsessed with machines which save us time, we have less free time than our parents and grandparents had. But what is this doing to our health? An American journalist James Gleick in a new book, Faster: the Acceleration of just about everything, says that people who live in cities are suffering from 'hurry sickness'- we are always trying to do more things in less time. As a result, our lives are more stressful. He says that if we don't slow down, we won't live as long as our parents. For most people, faster doesn't mean better.

    No time for the news
    Newspaper articles today are shorter and the headlines are bigger. Most people don't have enough time to read the articles, they only read the headlines! On TV and the radio, newsreaders speak more quickly than ten years ago.
    No time for stories
    In the USA there is a book called One-Minute Bedtime Stories for children. These are shorter versions of traditional stories, specially written for 'busy parents' who want to save time!
    No time to listen
    Some answerphones now have 'quick playback' buttons so that we can re-play people's messages faster – we can't waste time listening to people speaking at normal speed!
    No time to relax
    Even when we relax we do everything more quickly. Ten years ago when people went to art galleries they spent ten seconds looking at each picture. Today they spend just three seconds!
    No time for slow sports
    In the USA the national sport, baseball, is not as popular as before because it is a slow game and matches take a long time. Nowadays many people prefer faster and more dynamic sports like basketball.
    …but more time in our cars
    The only thing that is slower than before is the way we drive. Our cars are faster but the traffic is worse so we drive more slowly. We spend more time sitting in our cars, feeling stressed because we are worried that we won't arrive on time. Experts predict that in ten years' time the average speed on the road in cities will be 17 km/h.
    (OXFORD. NEW ENGLISH FILE, Pre-Intermediate, Student’s Book)
    According to the text 2, mark true or false:


    ( ) Society are obsessed with machines which save us time and this is why we have less free time than our parents and grandparents had.
    ( ) In the USA, a book called One-Minute Bedtime Stories were made for 'busy parents', because they want to save time.
    ( ) Nowadays most people don't have enough time to read the articles. This is why the headlines are growing larger and the articles are ever smaller.


    The CORRECT alternative respectively is:
    Escolha uma alternativa para a questão d1d3181a-e9
  • D1B952FA-E9

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 3 - Memória coletiva

        Em 1925, quando a era das comunicações começava a se acelerar, o filósofo francês Maurice Halbwachs aventou a ideia de uma “memória coletiva”: o conjunto de lembranças que um grupo de pessoas compartilha sobre um evento marcante e que, somado a fatos e imagens de domínio público, forma um tecido muito mais extenso e bem tramado do que a simples soma das recordações individuais. Esse tecido é tão forte, aliás, que pode ser compartilhado até mesmo por gerações que não assistiram aos acontecimentos. É um fenômeno presente na maneira como os judeus lembram o Holocausto ou os americanos revivem a Guerra do Vietnã. Na vida brasileira, o ano de 1970 é um desses polarizadores da memória coletiva: o ano em que o país reuniu a mais brilhante escalação da história do futebol, em que esse time derrotou de maneira quase heroica cada um dos seus adversários [...], em que a população experimentou, na Copa do Mundo, seu primeiro grande evento de mídia – e também um ano em que a ditadura militar arrancava as pessoas de suas casas e sumia com elas, em que tudo era dito aos sussurros e em que essa euforia de uma torcida nacional foi usada como cortina de fumaça para o desgoverno e se misturou a ele. [...] E está aí, em boa medida, a beleza de O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias (Brasil, 2006) [...]: na maneira como ele ao mesmo tempo separa e une esses dois fios da memória.
        No começo de 1970, Mauro (Michel Joelsas), de 12 anos, é tirado às pressas de sua casa em Belo Horizonte e levado para o apartamento do avô, no bairro paulistano do Bom Retiro. Os pais, aflitos, dizem que estão saindo de férias e, quando puderem, voltarão para buscá-lo, de preferência a tempo de assistirem juntos à Copa. Vão-se embora sem conferir se o avô recebeu o menino em segurança. Mas ele não está em casa, nem vai voltar. Mauro vira então atribuição da vizinhança. Mora meio na casa vazia do avô, meio no apartamento ao lado, do velho Shlomo (Germano Haiut), zelador da sinagoga local – o Bom Retiro reunia então uma forte comunidade judaica, a que Mauro nem sabia pertencer. Janta com uma pessoa, almoça com outra, brinca com as crianças do bairro e, o tempo todo, mantém um olho grudado no futebol e o outro no telefone, à espera de uma ligação dos pais que não chega nunca.
    [...]
    (BOSCOV, Isabela. Disponível em: http://arquivoetc.blogspot.com.br/2006/10/memria-coletiva.html.)
    O excerto a seguir, extraído do primeiro parágrafo do texto 3, “É um fenômeno presente na maneira como os judeus lembram o Holocausto ou os americanos revivem a Guerra do Vietnã.” apresenta, semanticamente, tendo em vista o contexto em que está inserido:
    Escolha uma alternativa para a questão d1b952fa-e9
  • D1B32840-E9

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 3 - Memória coletiva

        Em 1925, quando a era das comunicações começava a se acelerar, o filósofo francês Maurice Halbwachs aventou a ideia de uma “memória coletiva”: o conjunto de lembranças que um grupo de pessoas compartilha sobre um evento marcante e que, somado a fatos e imagens de domínio público, forma um tecido muito mais extenso e bem tramado do que a simples soma das recordações individuais. Esse tecido é tão forte, aliás, que pode ser compartilhado até mesmo por gerações que não assistiram aos acontecimentos. É um fenômeno presente na maneira como os judeus lembram o Holocausto ou os americanos revivem a Guerra do Vietnã. Na vida brasileira, o ano de 1970 é um desses polarizadores da memória coletiva: o ano em que o país reuniu a mais brilhante escalação da história do futebol, em que esse time derrotou de maneira quase heroica cada um dos seus adversários [...], em que a população experimentou, na Copa do Mundo, seu primeiro grande evento de mídia – e também um ano em que a ditadura militar arrancava as pessoas de suas casas e sumia com elas, em que tudo era dito aos sussurros e em que essa euforia de uma torcida nacional foi usada como cortina de fumaça para o desgoverno e se misturou a ele. [...] E está aí, em boa medida, a beleza de O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias (Brasil, 2006) [...]: na maneira como ele ao mesmo tempo separa e une esses dois fios da memória.
        No começo de 1970, Mauro (Michel Joelsas), de 12 anos, é tirado às pressas de sua casa em Belo Horizonte e levado para o apartamento do avô, no bairro paulistano do Bom Retiro. Os pais, aflitos, dizem que estão saindo de férias e, quando puderem, voltarão para buscá-lo, de preferência a tempo de assistirem juntos à Copa. Vão-se embora sem conferir se o avô recebeu o menino em segurança. Mas ele não está em casa, nem vai voltar. Mauro vira então atribuição da vizinhança. Mora meio na casa vazia do avô, meio no apartamento ao lado, do velho Shlomo (Germano Haiut), zelador da sinagoga local – o Bom Retiro reunia então uma forte comunidade judaica, a que Mauro nem sabia pertencer. Janta com uma pessoa, almoça com outra, brinca com as crianças do bairro e, o tempo todo, mantém um olho grudado no futebol e o outro no telefone, à espera de uma ligação dos pais que não chega nunca.
    [...]
    (BOSCOV, Isabela. Disponível em: http://arquivoetc.blogspot.com.br/2006/10/memria-coletiva.html.)
    Tendo em vista o teor do conteúdo assim como os recursos de construção linguística utilizados, pode-se afirmar que o texto 3, principalmente,
    Escolha uma alternativa para a questão d1b32840-e9
  • D119845A-E9

    Português

    Denotação e Conotação
    Centro universitário FAG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1 - Repórter Policial

        [...] Assim como o locutor esportivo jamais chamou nada pelo nome comum, assim também o repórter policial é um entortado literário. Nessa classe, os que se prezam nunca chamariam um hospital de hospital. De jeito nenhum. É nosocômio. Nunca, em tempo algum, qualquer vítima de atropelamento, tentativa de morte, conflito, briga ou simples indisposição intestinal foi parar num hospital. Só vai para o nosocômio. E assim sucessivamente. Qualquer cidadão que vai à Polícia prestar declarações que possam ajudá-la numa diligência (apelido que eles puseram no ato de investigar), é logo apelidada de testemunha chave. Suspeito é Mister X, advogado é causídico, soldado é militar, marinheiro é naval, copeira é doméstica e, conforme esteja deitada, a vítima de um crime – de costas ou de barriga pra baixo – fica numa destas duas incômodas posições: decúbito dorsal ou decúbito ventral.
        Num crime descrito pela imprensa sangrenta, a vítima nunca se vestiu. A vítima trajava. Todo mundo se veste… mas, basta virar vítima de crime, que a rapaziada sadia ignora o verbo comum e mete lá: “A vítima traja terno azul e gravata do mesmo tom”. Eis, portanto, que é preciso estar acostumado ao “métier” para morar no noticiário policial. Como os locutores esportivos, a Delegacia do Imposto de Renda, os guardas de trânsito, as mulheres dos outros, os repórteres policiais nasceram para complicar a vida da gente. Se um porco morde a perna de um caixeiro de uma dessas casas da banha, por exemplo, é batata…a manchete no dia seguinte tá lá: “Suíno atacou comerciário”.
        Outro detalhezinho interessante: se a vítima de uma agressão morre, tá legal, mas se — ao contrário — em vez de morrer fica estendida no asfalto, está prostrada. Podia estar caída, derrubada ou mesmo derribada, mas um repórter de crime não vai trair a classe assim à toa. E castiga na página: "Naval prostrou desafeto com certeira facada." Desafeto — para os que são novos na turma — devemos explicar que é inimigo, adversário, etc. E mais: se morre na hora, tá certo; do contrário, morrerá invariavelmente ao dar entrada na sala de operações.
        De como vive a imprensa sangrenta, é fácil explicar. Vive da desgraça alheia, em fotos ampliadas. Um repórter de polícia, quando está sem notícia, fica na redação, telefonando pras delegacias distritais ou para os hospitais, perdão, para os nosocômios, onde sempre tem um cupincha de plantão. [...]
    Fonte: STANISLAW, Ponte Preta. São Paulo: Moderna, 1986.
    Ao ler atentamente o excerto da crônica, verificasse o uso da linguagem:
    Escolha uma alternativa para a questão d119845a-e9
  • F8B79AA1-E3

    Biologia

    Classificação biológica
    Faculdade Pernambucana de Saúde · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    As regras de nomenclatura facilitam a comunicação entre diferentes nacionalidades e idiomas. Considerando o sistema binominal proposto por Lineu, assinale a alternativa em que o nome de uma espécie está escrito corretamente.
    Escolha uma alternativa para a questão f8b79aa1-e3
  • F83D375B-E3

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Pernambucana de Saúde · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Read TEXT 2 below and answer question


    TEXT 2


    A daily half hour's exercise could prevent 1 in 12 early deaths, study shows

        People who exercise five days a week for 30 minutes significantly reduce their risk of dying early and of developing heart disease, even if a sports club or gym is not an option, according to a new international study.
        Tracking 130,000 people in 17 countries, both rich and poor, the study found that whether it’s going to the gym, walking to work, or tackling household chores like laundry or gardening, being physically active extends life and reduces illness. The researchers, led by Scott Lear, a heart specialist at St Paul’s Hospital in Canada, also found a so-called dose response: The more people exercise, the greater the reductions are in their risks of getting heart disease or dying early. The study found “no ceiling effect”, the researchers said, and “no risks associated with extremely high levels of physical activity,” defined as more than 2,500 minutes, or more than 41 hours, per week.
        Cardiovascular disease is the world’s leading cause of death and a major economic burden in treatment and care for those who develop it. It killed 9.48 million people globally in 2016.
        “Walking for as little as 30 minutes most days of the week has a substantial benefit, and higher physical activity is associated with even lower risks,” Lear said in a comment about the findings, published on Friday in The Lancet medical journal. He also noted that some measures to prevent or treat heart disease, such as taking medicines or eating more fruit and vegetables, can be unaffordable for the world’s poorest people. Yet walking is free and brings substantial health gains.
        The World Health Organization recommends that adults aged 18 to 64 do at least 150 minutes of moderate-intensity aerobic physical activity throughout each week, as well as muscle strengthening exercises at least two days a week. But experts estimate almost a quarter of the world’s people do not reach these guideline levels.
        Lear’s team said their study findings suggest that if the entire population were to meet the guidelines, one in 12 of the world’s premature deaths would be averted and 4.6 percent of heart disease cases prevented.

    KELLAND, Kate. Disponível em:<http://www.reuters.com/article/us-puretech-health-gelesis-study/puretechs-gelesis-says-obesity-drug-achieved-weight-loss-in-study-idUSKCN1C00PD> . Acesso em 25/09/2017. Texto Adaptado. 
    Conforming with TEXT 2, it is correct to affirm that:
    Escolha uma alternativa para a questão f83d375b-e3
  • F8333773-E3

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Pernambucana de Saúde · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Read TEXT 1 below and answer question

    TEXT 1

    World Health Officials Describe Progress Against Tetanus, H.I.V. and Malaria


        Infant and maternal tetanus was officially eliminated from the Americas this year, the Pan American Health Organization announced on Thursday. At one time, the infection killed about 10,000 newborns annually in the Western Hemisphere; tetanus still kills about 35,000 infants around the world. It was one of several significant global health advances, including new programs against malaria and H.I.V., announced last week in conjunction with the meeting of the United Nations General Assembly in New York.
        Haiti was the last country in the Americas to eliminate neonatal tetanus. That does not mean complete eradication, because the bacteria that cause tetanus exist everywhere in soil and animal droppings. Rather, elimination means that thanks to vaccination of mothers and clean birth procedures — less than one case occurs per 1,000 live births.
        The Americas have generally led the world in eliminating diseases for which vaccines exist. In this hemisphere, smallpox was eliminated in 1971, polio in 1994, rubella in 2015 and measles in 2016 (the diseases are sometimes reintroduced, as measles was at Disneyland in 2014, but outbreaks are usually brought quickly under control).
        Also this week, the President’s Malaria Initiative said it would expand its work to new countries in West and Central Africa, protecting 90 million more people. The initiative, founded in 2005 as part of the United States Agency for International Development, has been a major force in driving down worldwide malaria deaths by about 40 percent in the past decade. The disease most often kills young children and pregnant women. The expansion in Cameroon, Ivory Coast, Niger, Sierra Leone and Burkina Faso was made possible because Congress increased funding for the initiative in fiscal year 2017, a representativ said
        In his speech to the United Nations on Tuesday, President Trump praised the malaria initiative and the President’s Emergency Plan for AIDS Relief as examples of leadership in humanitarian assistance by the United States.
        A combination of aid agencies, drug companies and g cocktail to treat H.I.V. would soon be available to 92 countries, including virtually all of Africa, for about $75 a year. The new AIDS cocktail is the first available in poor countries to contain dolutegravir, which is widely used in wealthy countries because it is highly effective and has few side effects. The pill also contains lamivudine, an older but still effective drug, and tenof disoproxil fumarate, another modern drug whose inclus effects and resistance.
        Almost 37 million people in the world have H.I.V., according to Unaids, the U.N.’s AIDS-fighting agency, but fewer than 20 million are now on antiretroviral medicine, which not only saves their lives but prevents them from passing on the disease.


    McNEIL Jr., Donald. Disponível em: < https://www.nytimes.com/2017/09/22/health/world-health-tetanus-infants.html?mcubz=1>. Acesso em: 22/09/2017. 

    In “President Trump praised the malaria initiative and the President’s Emergency Plan for AIDS Relief as examples of leadership in humanitarian assistance by the United States” (paragraph 5), the word “praised” could be replaced, with no change in meaning, by all the words below BUT:
    Escolha uma alternativa para a questão f8333773-e3
  • F82F71BA-E3

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Pernambucana de Saúde · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Read TEXT 1 below and answer question

    TEXT 1

    World Health Officials Describe Progress Against Tetanus, H.I.V. and Malaria


        Infant and maternal tetanus was officially eliminated from the Americas this year, the Pan American Health Organization announced on Thursday. At one time, the infection killed about 10,000 newborns annually in the Western Hemisphere; tetanus still kills about 35,000 infants around the world. It was one of several significant global health advances, including new programs against malaria and H.I.V., announced last week in conjunction with the meeting of the United Nations General Assembly in New York.
        Haiti was the last country in the Americas to eliminate neonatal tetanus. That does not mean complete eradication, because the bacteria that cause tetanus exist everywhere in soil and animal droppings. Rather, elimination means that thanks to vaccination of mothers and clean birth procedures — less than one case occurs per 1,000 live births.
        The Americas have generally led the world in eliminating diseases for which vaccines exist. In this hemisphere, smallpox was eliminated in 1971, polio in 1994, rubella in 2015 and measles in 2016 (the diseases are sometimes reintroduced, as measles was at Disneyland in 2014, but outbreaks are usually brought quickly under control).
        Also this week, the President’s Malaria Initiative said it would expand its work to new countries in West and Central Africa, protecting 90 million more people. The initiative, founded in 2005 as part of the United States Agency for International Development, has been a major force in driving down worldwide malaria deaths by about 40 percent in the past decade. The disease most often kills young children and pregnant women. The expansion in Cameroon, Ivory Coast, Niger, Sierra Leone and Burkina Faso was made possible because Congress increased funding for the initiative in fiscal year 2017, a representativ said
        In his speech to the United Nations on Tuesday, President Trump praised the malaria initiative and the President’s Emergency Plan for AIDS Relief as examples of leadership in humanitarian assistance by the United States.
        A combination of aid agencies, drug companies and g cocktail to treat H.I.V. would soon be available to 92 countries, including virtually all of Africa, for about $75 a year. The new AIDS cocktail is the first available in poor countries to contain dolutegravir, which is widely used in wealthy countries because it is highly effective and has few side effects. The pill also contains lamivudine, an older but still effective drug, and tenof disoproxil fumarate, another modern drug whose inclus effects and resistance.
        Almost 37 million people in the world have H.I.V., according to Unaids, the U.N.’s AIDS-fighting agency, but fewer than 20 million are now on antiretroviral medicine, which not only saves their lives but prevents them from passing on the disease.


    McNEIL Jr., Donald. Disponível em: < https://www.nytimes.com/2017/09/22/health/world-health-tetanus-infants.html?mcubz=1>. Acesso em: 22/09/2017. 

    Choose a statement that is true according to TEXT 1.
    Escolha uma alternativa para a questão f82f71ba-e3
  • F8103E64-E3

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Pernambucana de Saúde · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 3

    Português, a língua mais difícil do mundo?
    Conta outra!


    (1) Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas em pernilongos zumbidores.
    (2) A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso.
    (3) Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.
    (4) O sujeito erra o gênero da palavra alface e lá vem a desculpa universal: “Ah, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah!, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses”.
    (5) Claro que isso não quer dizer que o queixoso fale holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.
    (6) Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.
    (7) Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.


    Sérgio Rodrigues. Disponível em: http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/portugues-a-lingua-mais-dificil-domundo-conta-outra. Acesso em 06/09/2017. Adaptado.

    Uma das observações mais relevantes do Texto 3 é a afirmação de que:
    Escolha uma alternativa para a questão f8103e64-e3
  • F80378B7-E3

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Pernambucana de Saúde · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 2
    Falar difícil é falar bem?

    (1) A linguagem jurídica é tida, por muitas pessoas, como sinônimo de linguagem inacessível. Muitos de nós que lidamos com o Direito adoramos falar difícil, amamos usar expressões que quase ninguém entende, sentimos prazer em exibir expressões latinas de utilidade duvidosa. 
    (2) Naturalmente, toda ciência pressupõe uma terminologia própria, distinta do falar comum. Isso é compreensível e, em certa medida, esperado. “Invenção”, “tradição”, “confusão”, por exemplo, no Código Civil, são termos cujos sentidos diferem completamente do falar comum. Dizer que determinado juiz é “incompetente” não significa – ao contrário do que possa parecer a alguém não habituado com a linguagem processual – que o magistrado em questão não possua virtudes técnicas, mas apenas significa que ele não está habilitado, pelas regras processuais, a conhecer e julgar determinada causa.
    (3) A linguagem técnica, portanto, é imprescindível no falar jurídico, como de resto em qualquer ciência. Não é disso, contudo, que estamos falando. Queremos dizer que ficou no passado – no museu das ideias – a imagem que confunde erudição com linguagem empolada. 
    (4) Vivemos dias ágeis, velozes. Todos nós reclamamos da falta de tempo. Não faz sentido – como era bastante comum no século passado – petições “intermináveis”, com centenas de páginas. 
    (5) Todos nós temos, atualmente – estejamos ou não conscientes disso – um dever de concisão e clareza. Devemos, na medida do possível, ser concisos. Devemos, de igual modo, na medida do possível, ser claros. Um filósofo certa vez apontou: a clareza é a cortesia do escritor.
    (6) Não podemos esquecer que os destinatários das decisões judiciais são pessoas comuns, pessoas que não têm – nem se exige que tenham – formação jurídica. É de se esperar que eles entendam minimamente o que estamos dizendo. 
    (7) Não é belo nem sábio usar uma linguagem espalhafatosa diante de alguém que não consegue compreender o que está sendo dito. É possível, quase sempre, substituir palavras pretensiosas por expressões mais simples, sem perder o sentido técnico. Como resumiu, certa vez, um físico inglês: simplicidade é a coragem de abordar o essencial. 

    Felipe P. B. Netto. Disponível em: http://domtotal.com/artigo.php?artId=516. Acesso em 06/09/2017.
    Vendo o Texto 2 numa perspectiva geral, chegamos à conclusão de que:
    Escolha uma alternativa para a questão f80378b7-e3