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Questões do ENEM: nível difícil

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Resultados

9.777 questões encontradas. Mostrando a página 165 de 489.

  • C649D727-CA

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia 2017, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    LAVADO, Joaquín Salvador. (QUINO). Disponível em:<http://www.revalorizandoam.org/blog/wp-content/uploads/2012/05/v40.gif> . Acesso em: 12. out. 2016. Adaptado. 

    En la viñeta,
    Escolha uma alternativa para a questão c649d727-ca
  • C6432921-CA

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia 2017, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    LAVADO, Joaquín Salvador. (QUINO). Disponível em:<http://www.revalorizandoam.org/blog/wp-content/uploads/2012/05/v40.gif> . Acesso em: 12. out. 2016. Adaptado. 

    Es una idea presente en la viñeta la de que
    Escolha uma alternativa para a questão c6432921-ca
  • C62DD376-CA

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia 2017, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura


    Disponível em:<https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/564x/4d/bf/16/4dbf16d66a0dd0298fb157e460aa4ce2.jpg>. Acesso em: 12. out. 2016.

    De la lectura del texto, es correcto concluir que
    Escolha uma alternativa para a questão c62dd376-ca
  • 47F61EEF-CA

    Matemática

    Análise de Tabelas e Gráficos
    Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    De acordo com dados fictícios de um relatório da Organização Mundial da Saúde, divulgado em 2016, considere-se a distribuição do número de mortos em milhões e em faixa etária ao morrer, em 2012, apresentados na tabela:

    Imagem da questão de Matemática, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia 2017, Análise de Tabelas e Gráficos

    Admitindo–se que o número de mortes ocorridas no Brasil, em 2015, esteja proporcionalmente de acordo com essa tabela, e que, segundo o IBGE, a taxa de mortalidade foi de 6,29 pessoas por mil habitantes quando a população era de 184 milhões, é correto afirmar que o número de pessoas de 0 a 4 anos, em 2015, foi de, aproximadamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 47f61eef-ca
  • 47CA4773-CA

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension


    THEY can reach. Disponível em:<www1.folha.uol.com.br/internacional/2016/11/18284245conservationists-attempt-to-dissuade…alligatorhunting-in-brazil.shtm>  . Acesso em: 8 dez. 2016. Adaptado.

    The text says that the cayman alligators
    Escolha uma alternativa para a questão 47ca4773-ca
  • 47B4F13F-CA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia 2017, Interpretação de Textos


    LISPECTOR, Clarice. Viagem a Petrópolis. A Legião Estrangeira. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. p. 63-71.

    Sobre o trecho transcrito e a obra de onde foi extraído, é correto afirmar:

    I. Viagem a Petrópolis é um dos últimos contos escritos pela autora, no qual a protagonista Mocinha, cujo nome verdadeiro é Margarida, foge de casa dos filhos onde vivia de favores e vai para a casa de parentes, onde também é rejeitada e torna a fugir, morrendo de desgosto numa estrada, por se sentir abandonada pela família.
    II. No primeiro parágrafo (l. 1-12), na apresentação de características físicas e psicológicas da personagem, a afetividade sugerida pelo diminutivo “sequinha” (l. 1) e pelo adjetivo “doce” (l. 1) revela empatia do narrador em relação à personagem, cuja saga é apresentada metaforicamente através das características de seu vestido, como “velho documento de sua vida.” (l. 4).
    III. No terceiro parágrafo (l. 14-18), na fala de Arnaldo, a entonação é agressiva e emblemática da rejeição e exclusão da personagem, uma pessoa idosa que é tratada como estorvo. Estabelece-se, aí, um contraste, entre o discurso de poder e de opressão que se volta contra Mocinha e sua atitude de submissão e silenciamento evidenciada ao longo de todo o conto.
    IV. A expressão “em lembrança do berço” (l. 7) é uma referencia ao fato de que, no conto, a personagem Mocinha frequentemente se refugiava nas memórias agradáveis do tempo da infância e da juventude, como forma de fugir da realidade e, já no final da vida, em seu delírio de morte, pensa poder voltar a viver naquele tempo, para superar os traumas vividos na idade adulta e na velhice.
    V. No último parágrafo, céu estrada e tronco de árvore são os elementos da paisagem que, finalmente, acolhem a personagem em seus últimos momentos. Sua morte se dá do mesmo modo em que viveu: anônima, resignada, sem vínculos afetivos, em condições de desamparo e solidão, embora pareça desconhecer as condições subumanas em que viveu e a forma como foi tratada.


    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão 47b4f13f-ca
  • 47B20434-CA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A voz o chama. Uma voz que o alegra, que faz bater seu coração. Ajudar a mudar o destino de todos os pobres. Uma voz que atravessa a cidade, que parece vir dos atabaques que ressoam nas macumbas da religião ilegal dos negros. Uma voz que vem com o ruído dos bondes onde vão os condutores e motorneiros grevistas. Uma voz que vem do cais, do peito dos estivadores, de João de Adão, de seu pai morrendo num comício, dos marinheiros dos navios, dos saveiristas e dos canoeiros. Uma voz que vem do grupo que joga a luta da capoeira, que vem dos golpes que o Querido-de-Deus aplica. Uma voz que vem mesmo do padre José Pedro, padre pobre de olhos espantados diante do destino terrível dos Capitães da Areia. Uma voz que vem das filhas-de-santo do candomblé de Don’Aninha, na noite que a polícia levou Ogum. [...] Uma voz que convida para a festa da luta. Que é como um samba alegre de negro, como o ressoar dos atabaques nas macumbas. Voz que vem da lembrança de Dora, valente lutadora. Voz que chama Pedro Bala. Como a voz de Deus chamava Pirulito, a voz do ódio o Sem-Pernas, como a voz dos sertanejos chamava Volta Seca para o grupo de Lampião. Voz poderosa como nenhuma outra. Porque é uma voz que chama para lutar por todos, pelo destino de todos, sem exceção. [...] Dentro de Pedro Bala uma voz o chama: voz que traz para a canção da Bahia, a canção da liberdade. Voz poderosa que o chama. Voz de toda a cidade pobre da Bahia, voz da liberdade. [...]

    AMADO, Jorge. Capitães da Areia. 3 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. p. 266-267.
    Sobre o trecho transcrito e a obra de onde foi extraído, é correto afirmar:

    I. Diferentemente das outras obras de ficção de Jorge Amado, essa obra é não ficcional, pois tem um caráter essencialmente documental. Nela, histórias sobre personagens reais, recolhidas pelo autor em suas vivências na cidade de Salvador, constituem um mosaico de situações vivenciadas por meninos de rua.
    II. Nessa obra, o autor consegue agregar seu posicionamento crítico em relação à injustiça, bem como sua crença na possibilidade de uma revolução social, com uma visão e uma linguagem poéticas, evidentes, principalmente, nas referências e louvores ao sincretismo religioso, à cidade de Salvador, sua paisagem e sua gente sofredora.
    III. O personagem Pedro Bala é um negro que, quando adolescente, em Salvador, foi líder de um grupo de meninos de rua, vítimas da exclusão, da opressão e da injustiça social. O trecho transcrito expressa a convocação emocionada que ele, já adulto e sindicalista, faz a seus antigos companheiros para aderirem à revolução socialista.
    IV. Nesse trecho, o autor expressa os apelos de uma voz interior de Pedro Bala, como um chamamento íntimo de todos os oprimidos com quem conviveu em Salvador, que o convocam a aderir à utopia de criação de uma sociedade justa, pluralista, democrática e inclusiva, capaz de garantir a todos os necessários espaços de liberdade.
    V. Pedro Bala, já adulto, tem surtos de loucura, nos quais ouve vozes vinculadas a todas as suas vivências passadas, em Salvador. O trecho retrata um desses surtos em que, num delírio épico, ele retoma seus vínculos identitários e se considera capaz de liderar um processo revolucionário para resgatar a liberdade dos oprimidos socialmente e dos discriminados pela opção de fé.


    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão 47b20434-ca
  • 6AB2D7B8-C4

    Sociologia

    Max Weber e a Ação Social
    UEG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O sociólogo Max Weber desenvolveu estudos sobre a ética protestante e o espírito do capitalismo. A esse respeito tem-se o seguinte:
    Escolha uma alternativa para a questão 6ab2d7b8-c4
  • 6AA19340-C4

    Conhecimentos Gerais

    Movimentos Sociais, Discriminação e Desigualdade: Raça, classe e gênero
    UEG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.

    Embora o grande nome da luta pelos direitos civis tenha sido Martin Luther King, adepto de métodos pacifistas de luta, outros líderes defendiam caminhos mais radicais, como Malcolm X, membro da seita Muçulmanos Negros, que apregoava uma ação mais ofensiva e direta contra aqueles que negavam aos negros seus direitos civis, chegando mesmo a defender ações violentas contra quem os atacasse.

    KOSHIBA, Luiz. História: origens, estruturas e processos. São Paulo: Atual, 2000. p.453.


    A letra X usada pelos membros do grupo Muçulmanos Negros era uma forma de

    Escolha uma alternativa para a questão 6aa19340-c4
  • 6A9B7576-C4

    História

    História Geral
    UEG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir:

    Por ter tido educação protestante, nunca achei que 31 de outubro é o dia das bruxas. Sempre foi o dia em que Lutero, em 1517, começou uma revolução.

    LEITÃO, Míriam. Disponível em: <blogs.oglobo.com/miriam-leitao/post/os-500-anos-da-reforma-protestante-que-abalou-o-mundo.html>. Acesso em: 18 ago. 2017


    No ano de 2017, completam-se 500 anos da eclosão da Reforma Protestante. Do ponto de vista histórico, a Reforma pode ser considerada uma revolução

    Escolha uma alternativa para a questão 6a9b7576-c4
  • 6A291128-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    O mundo como pode ser: uma outra globalização

        Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.
        Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.
         É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.
        No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

    SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).
    O processo argumentativo do texto é construído a partir do seguinte procedimento:
    Escolha uma alternativa para a questão 6a291128-c4
  • 6A25E84C-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    O mundo como pode ser: uma outra globalização

        Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.
        Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.
         É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.
        No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

    SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).
    O segundo parágrafo é construído a partir da enumeração de uma série de fatos sociais que, segundo o autor, indicam possibilidade de emergência de uma nova história. Esses fatos são:
    Escolha uma alternativa para a questão 6a25e84c-c4
  • 6A22D47C-C4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UEG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Escolha uma alternativa para a questão 6a22d47c-c4
  • 6A1A83E8-C4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UEG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão. 

    The true potential of technology to change behavior

        Technology could successfully change behaviours where decades of campaigns and legislation have failed. With the quantified self already walking among us and the internet of things within easy reach, digital technology is creating unprecedented opportunities to encourage, enable and empower more sustainable behaviours.
        If we are to unlock the power of technology we must be more ambitious than simply digitising analogue strategies or creating another communications channel.
        The true potential of technology lies in its ability to do things that nothing else can do. In behaviour change terms, the potential to succeed where decades of education programmes, awareness campaigns and product innovation have failed; to make a difference where government policy and legislation has had limited impact.
        Using behavioural insights, it is possible to highlight the bottlenecks, drop out points and achilles heels of traditional behaviour change efforts — the reasons why we have failed in the past — and apply the unique possibilities of technology to these specific challenges.

    Overcoming our limitations

        Luckily, the history of the human race is almost defined by its ability to invent stuff that bolsters its feeble capabilities. That stuff is, of course, what we generically refer to as 'technology'. And in the same way that the internal combustion engine and the light bulb allow us to overcome our relatively feeble powers of motion and perception, so digital technology can be directed to overcoming our relatively feeble powers of reasoning, selfcontrol, motivation, self-awareness and agency—the factors that make behaviour change so difficult.
        Herein lies the true potential of technology: not in the laboratory or the workshop, but in an understanding of the behavioural dynamics that define the human condition, both generally and within the context of a specific user-group, market segment or community.

    Fonte: JOHNSON, Steven. Recognising the true potential of technology to change behaviour. Disponível em: . Acesso em: 23 ago. 2017. (Adaptado).
    Considering the ideas expressed in the text, technology
    Escolha uma alternativa para a questão 6a1a83e8-c4
  • DDA79298-C2

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 01
    Los marginados del planeta no están incluidos en las prioridades de desarrollo



    21 de marzo, 2017 — Noruega sigue siendo el país más desarrollado del mundo y el promedio de vida en Suazilandia es de 48,9 años, 35 menos que en Hong Kong, donde viven los más longevos del planeta.

              El mundo ha superado desafíos que parecían intimidatorios hace 25 años, con más de 2.000 millones de personas fuera de la pobreza y, sin embargo, casi 800 millones subsisten hoy con menos de 2 dólares diarios.
           Esos y otros datos se incluyen en el Informe de Desarrollo Humano 2016, presentado este martes en Estocolmo, en una ceremonia que contó con la participación del primer ministro sueco, Stefan Löfven, y la directora del PNUD, Helen Clark.
          El impresionante avance alcanzado en desarrollo humano durante los últimos 25 años sigue dejando atrás a muchas personas, que afrontan obstáculos estructurales, a menudo no cuantificados, para salir adelante.
            El informe señala que para garantizar un desarrollo humano sostenible para todas las personas, resulta necesario centrar los esfuerzos sobre quienes hasta ahora han sido excluidos y adoptar medidas para enfrentar las barreras que los marginan. El Informe constata que, aunque en promedio el nivel de desarrollo humano mejoró considerablemente en todas las regiones del mundo entre 1990 y 2015, una de cada tres personas sigue viviendo con bajos niveles de desarrollo humano.
          Al presentar los principales hallazgos del documento, Helen Clark señaló que no solo hay millones de personas que aún sufren carencias extremas, sino que las desventajas afectan de manera desproporcionada a ciertos grupos. ―
          El índice de Desarrollo Humano, como promedio, ha tenido avances indiscutibles en todas las regiones, pero cuando se hurga debajo de las cifras, queda claro que hay muchas personas que apenas se han beneficiado. Un tercio de la población mundial vive con bajos niveles de desarrollo‖, señaló.
         Clark añadió que millones de esas personas viven en países considerados desarrollados o de ingresos medios.
           El informe apunta además que las mujeres y las niñas, los habitantes de las zonas rurales, los pueblos indígenas, las minorías étnicas, las personas con discapacidad, los migrantes y refugiados y la comunidad LGBTI se encuentran de manera desproporcionada representadas entre los más marginados.
     

    Disponível em: <http://www.un.org/spanish/News/story.asp?NewsID=36985&Kw1=migra#.WPUOp4JrjIU>. Acesso em: 17 de abr de 2017.


    TEXTO 2





    TEXTO 3




    Disponível em: http://www.telesurtv.net/news/Contra-la-esclavitud-infantil-20150414-0041.html. Acesso em: 19 de abr de 2017.



    TEXTO 04



    En conflictos y catástrofes, protejamos a los niños del trabajo infantil
    12 de junio de 2017




               En el mundo, más de 1,5 billones de personas viven en países afectados por conflictos, violencia o que se encuentran en situación de fragilidad. Al mismo tiempo, cada año, alrededor de 200 millones de personas se ven afectadas por catástrofes naturales. Un tercio de los cuales son niños. Una proporción importante de los 168 millones de niños víctimas del trabajo infantil viven en zonas afectadas por conflictos y catástrofes. Este año, el Día mundial contra el trabajo infantil se centrará en el impacto de los conflictos y catástrofes en el trabajo infantil.
            Los conflictos y catástrofes tienen un impacto devastador en la vida de las personas; matan, mutilan y lesionan a las personas y los obligan a huir de sus hogares, destruyen sus medios de subsistencia, los hacen caer en la pobreza y el hambre, y los atrapan en situaciones en las que sus derechos humanos fundamentales son violados. Los niños suelen ser las primeras víctimas de estas situaciones, cuando las escuelas son destruidas y los servicios básicos son interrumpidos. Muchos niños son desplazados o refugiados en otros países, y son particularmente vulnerables a la trata y al trabajo infantil. Millones de niños se encuentran en situación de trabajo infantil como resultado de las situaciones de conflictos y catástrofes.           Mientras que el mundo se esfuerza por lograr la eliminación del trabajo infantil para 2025, unamos nuestras fuerzas en este Día mundial para acabar con el trabajo infantil en las zonas afectadas por conflictos y catástrofes.


    Disponível em: <http://www.oit.org/ipec/Campaignandadvocacy/wdacl/2017/lang--es/index.htm>. Acesso em: 19 de abr de2017. 

    Imagem da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Disponível em:<http://sobreviviendoenpareja.blogspot.com.br/search?updated-max=2013-03-04T03:59:00-08:00&maxresults=100&reverse-paginate=true>. Acesso em: 09 abr 2017.



    A tirinha cômica Magola foi criada pela ilustradora e desenhista colombiana Adriana Mosquera Soto (Nani) e aparece diariamente em jornais como El Espectador de Bogotá, expressando opiniões sobre a política, a religião e a situação da mulher na modernidade. 



    Sobre o TEXTO 07, é possível afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão dda79298-c2
  • DD9B9D21-C2

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    IFN-MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 01
    Los marginados del planeta no están incluidos en las prioridades de desarrollo



    21 de marzo, 2017 — Noruega sigue siendo el país más desarrollado del mundo y el promedio de vida en Suazilandia es de 48,9 años, 35 menos que en Hong Kong, donde viven los más longevos del planeta.

              El mundo ha superado desafíos que parecían intimidatorios hace 25 años, con más de 2.000 millones de personas fuera de la pobreza y, sin embargo, casi 800 millones subsisten hoy con menos de 2 dólares diarios.
           Esos y otros datos se incluyen en el Informe de Desarrollo Humano 2016, presentado este martes en Estocolmo, en una ceremonia que contó con la participación del primer ministro sueco, Stefan Löfven, y la directora del PNUD, Helen Clark.
          El impresionante avance alcanzado en desarrollo humano durante los últimos 25 años sigue dejando atrás a muchas personas, que afrontan obstáculos estructurales, a menudo no cuantificados, para salir adelante.
            El informe señala que para garantizar un desarrollo humano sostenible para todas las personas, resulta necesario centrar los esfuerzos sobre quienes hasta ahora han sido excluidos y adoptar medidas para enfrentar las barreras que los marginan. El Informe constata que, aunque en promedio el nivel de desarrollo humano mejoró considerablemente en todas las regiones del mundo entre 1990 y 2015, una de cada tres personas sigue viviendo con bajos niveles de desarrollo humano.
          Al presentar los principales hallazgos del documento, Helen Clark señaló que no solo hay millones de personas que aún sufren carencias extremas, sino que las desventajas afectan de manera desproporcionada a ciertos grupos. ―
          El índice de Desarrollo Humano, como promedio, ha tenido avances indiscutibles en todas las regiones, pero cuando se hurga debajo de las cifras, queda claro que hay muchas personas que apenas se han beneficiado. Un tercio de la población mundial vive con bajos niveles de desarrollo‖, señaló.
         Clark añadió que millones de esas personas viven en países considerados desarrollados o de ingresos medios.
           El informe apunta además que las mujeres y las niñas, los habitantes de las zonas rurales, los pueblos indígenas, las minorías étnicas, las personas con discapacidad, los migrantes y refugiados y la comunidad LGBTI se encuentran de manera desproporcionada representadas entre los más marginados.
     

    Disponível em: <http://www.un.org/spanish/News/story.asp?NewsID=36985&Kw1=migra#.WPUOp4JrjIU>. Acesso em: 17 de abr de 2017.


    TEXTO 2





    TEXTO 3




    Disponível em: http://www.telesurtv.net/news/Contra-la-esclavitud-infantil-20150414-0041.html. Acesso em: 19 de abr de 2017.



    TEXTO 04



    En conflictos y catástrofes, protejamos a los niños del trabajo infantil
    12 de junio de 2017




               En el mundo, más de 1,5 billones de personas viven en países afectados por conflictos, violencia o que se encuentran en situación de fragilidad. Al mismo tiempo, cada año, alrededor de 200 millones de personas se ven afectadas por catástrofes naturales. Un tercio de los cuales son niños. Una proporción importante de los 168 millones de niños víctimas del trabajo infantil viven en zonas afectadas por conflictos y catástrofes. Este año, el Día mundial contra el trabajo infantil se centrará en el impacto de los conflictos y catástrofes en el trabajo infantil.
            Los conflictos y catástrofes tienen un impacto devastador en la vida de las personas; matan, mutilan y lesionan a las personas y los obligan a huir de sus hogares, destruyen sus medios de subsistencia, los hacen caer en la pobreza y el hambre, y los atrapan en situaciones en las que sus derechos humanos fundamentales son violados. Los niños suelen ser las primeras víctimas de estas situaciones, cuando las escuelas son destruidas y los servicios básicos son interrumpidos. Muchos niños son desplazados o refugiados en otros países, y son particularmente vulnerables a la trata y al trabajo infantil. Millones de niños se encuentran en situación de trabajo infantil como resultado de las situaciones de conflictos y catástrofes.           Mientras que el mundo se esfuerza por lograr la eliminación del trabajo infantil para 2025, unamos nuestras fuerzas en este Día mundial para acabar con el trabajo infantil en las zonas afectadas por conflictos y catástrofes.


    Disponível em: <http://www.oit.org/ipec/Campaignandadvocacy/wdacl/2017/lang--es/index.htm>. Acesso em: 19 de abr de2017. 
    O TEXTO 04 faz parte da campanha realizada pela Organización Internacional del Trabajo (OIT), que é uma agência especializada das Nações Unidas (ONU). Sobre esse texto, NÃO é possível dizer que:

    Escolha uma alternativa para a questão dd9b9d21-c2
  • DD966ED4-C2

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    IFN-MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 01
    Los marginados del planeta no están incluidos en las prioridades de desarrollo



    21 de marzo, 2017 — Noruega sigue siendo el país más desarrollado del mundo y el promedio de vida en Suazilandia es de 48,9 años, 35 menos que en Hong Kong, donde viven los más longevos del planeta.

              El mundo ha superado desafíos que parecían intimidatorios hace 25 años, con más de 2.000 millones de personas fuera de la pobreza y, sin embargo, casi 800 millones subsisten hoy con menos de 2 dólares diarios.
           Esos y otros datos se incluyen en el Informe de Desarrollo Humano 2016, presentado este martes en Estocolmo, en una ceremonia que contó con la participación del primer ministro sueco, Stefan Löfven, y la directora del PNUD, Helen Clark.
          El impresionante avance alcanzado en desarrollo humano durante los últimos 25 años sigue dejando atrás a muchas personas, que afrontan obstáculos estructurales, a menudo no cuantificados, para salir adelante.
            El informe señala que para garantizar un desarrollo humano sostenible para todas las personas, resulta necesario centrar los esfuerzos sobre quienes hasta ahora han sido excluidos y adoptar medidas para enfrentar las barreras que los marginan. El Informe constata que, aunque en promedio el nivel de desarrollo humano mejoró considerablemente en todas las regiones del mundo entre 1990 y 2015, una de cada tres personas sigue viviendo con bajos niveles de desarrollo humano.
          Al presentar los principales hallazgos del documento, Helen Clark señaló que no solo hay millones de personas que aún sufren carencias extremas, sino que las desventajas afectan de manera desproporcionada a ciertos grupos. ―
          El índice de Desarrollo Humano, como promedio, ha tenido avances indiscutibles en todas las regiones, pero cuando se hurga debajo de las cifras, queda claro que hay muchas personas que apenas se han beneficiado. Un tercio de la población mundial vive con bajos niveles de desarrollo‖, señaló.
         Clark añadió que millones de esas personas viven en países considerados desarrollados o de ingresos medios.
           El informe apunta además que las mujeres y las niñas, los habitantes de las zonas rurales, los pueblos indígenas, las minorías étnicas, las personas con discapacidad, los migrantes y refugiados y la comunidad LGBTI se encuentran de manera desproporcionada representadas entre los más marginados.
     

    Disponível em: <http://www.un.org/spanish/News/story.asp?NewsID=36985&Kw1=migra#.WPUOp4JrjIU>. Acesso em: 17 de abr de 2017.


    TEXTO 2





    TEXTO 3




    Disponível em: http://www.telesurtv.net/news/Contra-la-esclavitud-infantil-20150414-0041.html. Acesso em: 19 de abr de 2017.



    TEXTO 04



    En conflictos y catástrofes, protejamos a los niños del trabajo infantil
    12 de junio de 2017




               En el mundo, más de 1,5 billones de personas viven en países afectados por conflictos, violencia o que se encuentran en situación de fragilidad. Al mismo tiempo, cada año, alrededor de 200 millones de personas se ven afectadas por catástrofes naturales. Un tercio de los cuales son niños. Una proporción importante de los 168 millones de niños víctimas del trabajo infantil viven en zonas afectadas por conflictos y catástrofes. Este año, el Día mundial contra el trabajo infantil se centrará en el impacto de los conflictos y catástrofes en el trabajo infantil.
            Los conflictos y catástrofes tienen un impacto devastador en la vida de las personas; matan, mutilan y lesionan a las personas y los obligan a huir de sus hogares, destruyen sus medios de subsistencia, los hacen caer en la pobreza y el hambre, y los atrapan en situaciones en las que sus derechos humanos fundamentales son violados. Los niños suelen ser las primeras víctimas de estas situaciones, cuando las escuelas son destruidas y los servicios básicos son interrumpidos. Muchos niños son desplazados o refugiados en otros países, y son particularmente vulnerables a la trata y al trabajo infantil. Millones de niños se encuentran en situación de trabajo infantil como resultado de las situaciones de conflictos y catástrofes.           Mientras que el mundo se esfuerza por lograr la eliminación del trabajo infantil para 2025, unamos nuestras fuerzas en este Día mundial para acabar con el trabajo infantil en las zonas afectadas por conflictos y catástrofes.


    Disponível em: <http://www.oit.org/ipec/Campaignandadvocacy/wdacl/2017/lang--es/index.htm>. Acesso em: 19 de abr de2017. 

    Sobre as formas de escravidão infantil citadas no TEXTO 03, é correto afirmar, EXCETO:

    Escolha uma alternativa para a questão dd966ed4-c2
  • DD8F53E7-C2

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    IFN-MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 01
    Los marginados del planeta no están incluidos en las prioridades de desarrollo


    Figura 1 de 3 da questão de Espanhol, IFN-MG 2017, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    21 de marzo, 2017 — Noruega sigue siendo el país más desarrollado del mundo y el promedio de vida en Suazilandia es de 48,9 años, 35 menos que en Hong Kong, donde viven los más longevos del planeta.

              El mundo ha superado desafíos que parecían intimidatorios hace 25 años, con más de 2.000 millones de personas fuera de la pobreza y, sin embargo, casi 800 millones subsisten hoy con menos de 2 dólares diarios.
           Esos y otros datos se incluyen en el Informe de Desarrollo Humano 2016, presentado este martes en Estocolmo, en una ceremonia que contó con la participación del primer ministro sueco, Stefan Löfven, y la directora del PNUD, Helen Clark.
          El impresionante avance alcanzado en desarrollo humano durante los últimos 25 años sigue dejando atrás a muchas personas, que afrontan obstáculos estructurales, a menudo no cuantificados, para salir adelante.
            El informe señala que para garantizar un desarrollo humano sostenible para todas las personas, resulta necesario centrar los esfuerzos sobre quienes hasta ahora han sido excluidos y adoptar medidas para enfrentar las barreras que los marginan. El Informe constata que, aunque en promedio el nivel de desarrollo humano mejoró considerablemente en todas las regiones del mundo entre 1990 y 2015, una de cada tres personas sigue viviendo con bajos niveles de desarrollo humano.
          Al presentar los principales hallazgos del documento, Helen Clark señaló que no solo hay millones de personas que aún sufren carencias extremas, sino que las desventajas afectan de manera desproporcionada a ciertos grupos. ―
          El índice de Desarrollo Humano, como promedio, ha tenido avances indiscutibles en todas las regiones, pero cuando se hurga debajo de las cifras, queda claro que hay muchas personas que apenas se han beneficiado. Un tercio de la población mundial vive con bajos niveles de desarrollo‖, señaló.
         Clark añadió que millones de esas personas viven en países considerados desarrollados o de ingresos medios.
           El informe apunta además que las mujeres y las niñas, los habitantes de las zonas rurales, los pueblos indígenas, las minorías étnicas, las personas con discapacidad, los migrantes y refugiados y la comunidad LGBTI se encuentran de manera desproporcionada representadas entre los más marginados.
     

    Disponível em: <http://www.un.org/spanish/News/story.asp?NewsID=36985&Kw1=migra#.WPUOp4JrjIU>. Acesso em: 17 de abr de 2017.


    TEXTO 2


    Figura 2 de 3 da questão de Espanhol, IFN-MG 2017, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura


    TEXTO 3


    Figura 3 de 3 da questão de Espanhol, IFN-MG 2017, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Disponível em: http://www.telesurtv.net/news/Contra-la-esclavitud-infantil-20150414-0041.html. Acesso em: 19 de abr de 2017.



    TEXTO 04



    En conflictos y catástrofes, protejamos a los niños del trabajo infantil
    12 de junio de 2017




               En el mundo, más de 1,5 billones de personas viven en países afectados por conflictos, violencia o que se encuentran en situación de fragilidad. Al mismo tiempo, cada año, alrededor de 200 millones de personas se ven afectadas por catástrofes naturales. Un tercio de los cuales son niños. Una proporción importante de los 168 millones de niños víctimas del trabajo infantil viven en zonas afectadas por conflictos y catástrofes. Este año, el Día mundial contra el trabajo infantil se centrará en el impacto de los conflictos y catástrofes en el trabajo infantil.
            Los conflictos y catástrofes tienen un impacto devastador en la vida de las personas; matan, mutilan y lesionan a las personas y los obligan a huir de sus hogares, destruyen sus medios de subsistencia, los hacen caer en la pobreza y el hambre, y los atrapan en situaciones en las que sus derechos humanos fundamentales son violados. Los niños suelen ser las primeras víctimas de estas situaciones, cuando las escuelas son destruidas y los servicios básicos son interrumpidos. Muchos niños son desplazados o refugiados en otros países, y son particularmente vulnerables a la trata y al trabajo infantil. Millones de niños se encuentran en situación de trabajo infantil como resultado de las situaciones de conflictos y catástrofes.           Mientras que el mundo se esfuerza por lograr la eliminación del trabajo infantil para 2025, unamos nuestras fuerzas en este Día mundial para acabar con el trabajo infantil en las zonas afectadas por conflictos y catástrofes.


    Disponível em: <http://www.oit.org/ipec/Campaignandadvocacy/wdacl/2017/lang--es/index.htm>. Acesso em: 19 de abr de2017. 
    Segundo o Informe de Desenvolvimento Humano de 2016, para garantir um desenvolvimento humano sustentável para todas as pessoas é necessário centrar os esforços sobre aqueles que até agora foram excluídos. Dentre os excluídos, alguns grupos se encontram desproporcionalmente representados entre os mais marginalizados. Fazem parte desses grupos, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão dd8f53e7-c2
  • DD84B64A-C2

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    IFN-MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 01
    Los marginados del planeta no están incluidos en las prioridades de desarrollo


    Figura 1 de 3 da questão de Espanhol, IFN-MG 2017, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    21 de marzo, 2017 — Noruega sigue siendo el país más desarrollado del mundo y el promedio de vida en Suazilandia es de 48,9 años, 35 menos que en Hong Kong, donde viven los más longevos del planeta.

              El mundo ha superado desafíos que parecían intimidatorios hace 25 años, con más de 2.000 millones de personas fuera de la pobreza y, sin embargo, casi 800 millones subsisten hoy con menos de 2 dólares diarios.
           Esos y otros datos se incluyen en el Informe de Desarrollo Humano 2016, presentado este martes en Estocolmo, en una ceremonia que contó con la participación del primer ministro sueco, Stefan Löfven, y la directora del PNUD, Helen Clark.
          El impresionante avance alcanzado en desarrollo humano durante los últimos 25 años sigue dejando atrás a muchas personas, que afrontan obstáculos estructurales, a menudo no cuantificados, para salir adelante.
            El informe señala que para garantizar un desarrollo humano sostenible para todas las personas, resulta necesario centrar los esfuerzos sobre quienes hasta ahora han sido excluidos y adoptar medidas para enfrentar las barreras que los marginan. El Informe constata que, aunque en promedio el nivel de desarrollo humano mejoró considerablemente en todas las regiones del mundo entre 1990 y 2015, una de cada tres personas sigue viviendo con bajos niveles de desarrollo humano.
          Al presentar los principales hallazgos del documento, Helen Clark señaló que no solo hay millones de personas que aún sufren carencias extremas, sino que las desventajas afectan de manera desproporcionada a ciertos grupos. ―
          El índice de Desarrollo Humano, como promedio, ha tenido avances indiscutibles en todas las regiones, pero cuando se hurga debajo de las cifras, queda claro que hay muchas personas que apenas se han beneficiado. Un tercio de la población mundial vive con bajos niveles de desarrollo‖, señaló.
         Clark añadió que millones de esas personas viven en países considerados desarrollados o de ingresos medios.
           El informe apunta además que las mujeres y las niñas, los habitantes de las zonas rurales, los pueblos indígenas, las minorías étnicas, las personas con discapacidad, los migrantes y refugiados y la comunidad LGBTI se encuentran de manera desproporcionada representadas entre los más marginados.
     

    Disponível em: <http://www.un.org/spanish/News/story.asp?NewsID=36985&Kw1=migra#.WPUOp4JrjIU>. Acesso em: 17 de abr de 2017.


    TEXTO 2


    Figura 2 de 3 da questão de Espanhol, IFN-MG 2017, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura


    TEXTO 3


    Figura 3 de 3 da questão de Espanhol, IFN-MG 2017, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Disponível em: http://www.telesurtv.net/news/Contra-la-esclavitud-infantil-20150414-0041.html. Acesso em: 19 de abr de 2017.



    TEXTO 04



    En conflictos y catástrofes, protejamos a los niños del trabajo infantil
    12 de junio de 2017




               En el mundo, más de 1,5 billones de personas viven en países afectados por conflictos, violencia o que se encuentran en situación de fragilidad. Al mismo tiempo, cada año, alrededor de 200 millones de personas se ven afectadas por catástrofes naturales. Un tercio de los cuales son niños. Una proporción importante de los 168 millones de niños víctimas del trabajo infantil viven en zonas afectadas por conflictos y catástrofes. Este año, el Día mundial contra el trabajo infantil se centrará en el impacto de los conflictos y catástrofes en el trabajo infantil.
            Los conflictos y catástrofes tienen un impacto devastador en la vida de las personas; matan, mutilan y lesionan a las personas y los obligan a huir de sus hogares, destruyen sus medios de subsistencia, los hacen caer en la pobreza y el hambre, y los atrapan en situaciones en las que sus derechos humanos fundamentales son violados. Los niños suelen ser las primeras víctimas de estas situaciones, cuando las escuelas son destruidas y los servicios básicos son interrumpidos. Muchos niños son desplazados o refugiados en otros países, y son particularmente vulnerables a la trata y al trabajo infantil. Millones de niños se encuentran en situación de trabajo infantil como resultado de las situaciones de conflictos y catástrofes.           Mientras que el mundo se esfuerza por lograr la eliminación del trabajo infantil para 2025, unamos nuestras fuerzas en este Día mundial para acabar con el trabajo infantil en las zonas afectadas por conflictos y catástrofes.


    Disponível em: <http://www.oit.org/ipec/Campaignandadvocacy/wdacl/2017/lang--es/index.htm>. Acesso em: 19 de abr de2017. 
    O TEXTO 01 é uma notícia publicada no sítio das Nações Unidas (ONU) e apresenta dados alarmantes sobre o desenvolvimento humano no ano 2016. A partir do título do TEXTO 01, pode-se inferir que:
    Escolha uma alternativa para a questão dd84b64a-c2