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1D13FE89-E0 Text 1Of prime importance in reading is vocabulary skill. The reader must know the meanings of enough of the words in a sentence for it to make sense and also know how to combine individual word meanings within a sentence. Once the student is past the initial stages of reading, he spends a large percentage of his time encountering new vocabulary, which can be approached in a number of ways. The teacher can give the meaning for each new word, as is common in teaching reading to non-native students.Or, also common, the student may spend hours with a dictionary writing native-language glosses into his text. For the native speaker of English, the most common form of vocabulary building is guessing from context and/or word formations.In many settings in which English is taught as a foreign language (EFL) there are high degrees of emphasis on rote memorization. Because vocabulary development skills are seldom specifically taught, the student is not aware of the skills or their benefits. Most students have been trained to panic. Their firstreaction on encountering a new word in a text is to stop and ask for a definition, even if the rest of the sentence defines it. The student of English as a foreign language cannot begin to read with full comprehension until he has been taught to conquer the unknown word by using contextual aids, that is, the formation of the word itself and the environment in which it is found.(Adapted from Vocabulary in Context, by Anna Fisher Kruse, in Long, Michael H. and Richards, Jack (eds.), Methodology in TESOL – A Book of Readings. New York: Newbury House, 1987)Which of the following quotations below would best conform to the methodological concept expressed in the text 1?1D111E51-E0 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionCentro universitário FAG · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosText 1Of prime importance in reading is vocabulary skill. The reader must know the meanings of enough of the words in a sentence for it to make sense and also know how to combine individual word meanings within a sentence. Once the student is past the initial stages of reading, he spends a large percentage of his time encountering new vocabulary, which can be approached in a number of ways. The teacher can give the meaning for each new word, as is common in teaching reading to non-native students.Or, also common, the student may spend hours with a dictionary writing native-language glosses into his text. For the native speaker of English, the most common form of vocabulary building is guessing from context and/or word formations.In many settings in which English is taught as a foreign language (EFL) there are high degrees of emphasis on rote memorization. Because vocabulary development skills are seldom specifically taught, the student is not aware of the skills or their benefits. Most students have been trained to panic. Their firstreaction on encountering a new word in a text is to stop and ask for a definition, even if the rest of the sentence defines it. The student of English as a foreign language cannot begin to read with full comprehension until he has been taught to conquer the unknown word by using contextual aids, that is, the formation of the word itself and the environment in which it is found.(Adapted from Vocabulary in Context, by Anna Fisher Kruse, in Long, Michael H. and Richards, Jack (eds.), Methodology in TESOL – A Book of Readings. New York: Newbury House, 1987)In the fragment from the text – The reader must know the meanings of enough of the words… – the modal verb must could be correctly replaced, keeping the same meaning, by:5186E1DA-DF Física
CinemáticaEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia a notícia abaixo, para a questão:Quem dirige em São Paulo precisa agora diminuir a velocidade nas marginais Tietê e Pinheiros, as duas principais vias que cortam a cidade. Os limites foram reduzidos nesta segunda-feira, 20 de julho, e está dando o que falar.“À medida que você se deparar com alguma coisa inesperada, você pode ter tempo para poder reagir. E aí você pode se movimentar. E manter, dessa forma, a segurança e as pessoas evitarem acidentes e mortes”, diz Tadeu Leite Duarte, diretor planejamento de Trânsito/CET.Os motoristas, nesta segunda em que começaram a pisar no freio, aceleraram no debate sobre a mudança.(Adaptado de http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/07/reducao-de-velocidade-nas-marginais-de-sao-paulo-gera-polemica.html)A mudança de limites de velocidade nas Marginais paulistanas tem causado grande polêmica. Os novos limites estão colocados na tabela abaixo:
Uma pessoa, que utiliza essas vias todos os dias para ir trabalhar, deseja calcular quanto tempo ela precisa sair mais cedo de casa. No seu trajeto, ela acessa a Marginal Tietê e percorre 3 km na pista local, 2 km na central e 10 km na expressa. Chega na Marginal Pinheiros e anda mais 5km na expressa e 2 km na local. Quanto tempo mais cedo, em minutos, essa pessoa vai precisar sair de casa, aproximadamente:51836A6C-DF Física
CinemáticaEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia a notícia abaixo, para a questão:Quem dirige em São Paulo precisa agora diminuir a velocidade nas marginais Tietê e Pinheiros, as duas principais vias que cortam a cidade. Os limites foram reduzidos nesta segunda-feira, 20 de julho, e está dando o que falar.“À medida que você se deparar com alguma coisa inesperada, você pode ter tempo para poder reagir. E aí você pode se movimentar. E manter, dessa forma, a segurança e as pessoas evitarem acidentes e mortes”, diz Tadeu Leite Duarte, diretor planejamento de Trânsito/CET.Os motoristas, nesta segunda em que começaram a pisar no freio, aceleraram no debate sobre a mudança.(Adaptado de http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/07/reducao-de-velocidade-nas-marginais-de-sao-paulo-gera-polemica.html)A mudança de limites de velocidade nas Marginais paulistanas tem causado grande polêmica. Os novos limites estão colocados na tabela abaixo:
Reduzir os limites de velocidade significa também percorrer uma distância menor até a parada total do veículo. Obtenha, em metros, aproximadamente, a nova distância percorrida por um veículo pesado que trafega em velocidade máxima pela pista local até a parada completa, após uma frenagem. Dado: módulo da aceleração = 5 m/s2:512736A9-DF Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosO texto a seguir descreve uma “ghost town”. Considere-o para responder à questão.In 1879, Bodie was a bustling gold-mining town and home to 8,500 residents known for gunfi ghting and brawling. Within a decade, the mines had been largely depleted and the population had begun a steady decline that ended in total abandonment. The 150 remaining buildings are much as their residents left them.(www.nationalgeographic.com - acesso em 18/08/2015)Indique a alternativa que apresenta a referência de their e them, respectivamente, no trecho The 150 remaining buildings are much as their residents left them:512442B1-DF Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosO texto a seguir descreve uma “ghost town”. Considere-o para responder à questão.In 1879, Bodie was a bustling gold-mining town and home to 8,500 residents known for gunfi ghting and brawling. Within a decade, the mines had been largely depleted and the population had begun a steady decline that ended in total abandonment. The 150 remaining buildings are much as their residents left them.(www.nationalgeographic.com - acesso em 18/08/2015)Indique a alternativa que apresenta uma afi rmação correta sobre Bodie:511135DA-DF Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosConsidere a citação a seguir, atribuída ao estilista Yves Saint Laurent (1936 - 2008), para responder à questão.
It pains me physically to see a woman victimized, rendered pathetic, by fashion.
Yves Saint Laurent
Indique a alternativa que mais bem traduza a ideia da citação de Saint Laurent:
5100B5A3-DF Conhecimentos Gerais
PolíticaEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia atentamente as informações para responder a questão:
Defying the Rules
Faceless slaves,
Your shields aren’t enough
For the furious swords
Look the reality
And think by yourself,
Is the world free?
Inside the dust and smoke
The roar of the engines
Is approaching
Threatening the Faceless
Lands again
Head way to truth,
From now they’ll call us
Masters of Fate
Fight till the end,
Defying the rules of the power
Desafiando as leis
Escravos de “Sem Face”,
Seus escudos não são suficientes
Para as espadas furiosas
Olhe a realidade
E pense por si mesmo,
Será que o mundo está livre?
Dentro da poeira e da fumaça
O rugido dos motores
Se aproxima
Ameaçando o “Sem Face”
Cair de novo
Avançar para a verdade
A partir de agora nos chamarão
Mestres do Destino
Lutar até o fim,
Desafiando as regras do poder

Manifestações, baixa popularidade, crise econômica, dólar em alta, escândalos, ameaça de impeachment, acusação de golpismo e de estelionato eleitoral, pedidos para que se respeite a democracia e as instituições. Esse enredo, que marcou o início do segundo mandato presidencial do tucano Fernando Henrique Cardoso, em 1999, se repete agora, com a presidente petista Dilma Rousseff. [...] Foi durante o segundo mandato que tanto FHC quanto Dilma superaram as taxas de rejeição e de reprovação do ex-presidente Fernando Collor. [...] Assim como hoje, as ruas também mandaram recados em 1999. [...] Se Dilma tem hoje o escândalo na Petrobras aguçando a crise política, FHC tinha os grampos do BNDES alimentando a sua. Em 1999, na esteira do caso do BNDES, o PT protocolou pedidos de impeachment alegando crime de responsabilidade. [...] Hoje, parte do PSDB, principal partido de oposição, estuda a viabilidade de um pedido de impeachment de Dilma [...].
(ENTINI, Carlos Eduardo. O mesmo enredo para dois governos. In____Jornal O Estado de São Paulo, 23 de agosto de 2015, caderno de política, p. A7.)
Tomando por base as informações anteriores, julgue os itens:
I. Os mesmos grupos que pressionaram o governo de FHC estão, hoje, pressionando o de Dilma Rousseff, o que demonstra que, independentemente de quem esteja no poder, uma conscientização política e um grande envolvimento da maior parte da população está acontecendo nos últimos anos, “desafiando as regras do poder”.
II. De acordo com a letra da música e com o fragmento do texto, independentemente de quem esteja no poder, o “Sem Face”, seu envolvimento em corrupção, política e econômica, pode levar a uma reação do povo e promover sua queda, ou, pelo menos, promover pressões sobre seu governo.
III. Ao contrário das manifestações contra FHC, as atuais pressões contra o governo de Dilma Rousseff contam com a participação das camadas mais humildes da sociedade, “ameaçando o ‘Sem Face’ cair de novo”, por estarem descontentes com a falência dos projetos sociais que os auxiliam, como ocorreu no impeachment do ex-presidente Fernando Collor.
Está (ão) correto (s):
50EFDE9D-DF Atualidades
América Latina na AtualidadeEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia os excertos a seguir:O Departamento de Estado norte-americano anunciou no dia 29 de maio de 2015 que Cuba foi formalmente retirada da lista dos países que contribuem com o terrorismo. [...] A retirada de Cuba da lista era uma reivindicação do governo cubano para o pleno restabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países. O processo de reaproximação foi iniciado no ano passado de maneira secreta, mas em dezembro, os presidentes Barack Obama e Raúl Castro anunciaram o início do diálogo para o pleno restabelecimento, após quase 50 anos de rompimento.(FELIPE, Leandra. EUA retiram Cuba da lista de patrocinadores do terrorismo. Matéria publicada em 01 de junho de 2015. Disponível em: http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/atualidades/eua-retiram-cuba-lista-patrocinadores-terrorismo-872261.shtml. Acesso em: 10 ago. 2015, às 17h30.)Na estimativa do governo cubano, mais de meio século de embargo provocaram a perda de aproximadamente US$ 1,1 trilhão. Agora, precisando de mais investimentos para o país, o que antes era renegado (aproximar-se dos EUA) pareceu ser a melhor saída. Para ambos. Além de ampliar o mercado norte-americano, a decisão do governo Obama melhora a percepção externa dos EUA na América Latina, ganha a simpatia de cubanos exilados e com poder decisivo de voto no Estado da Flórida e pode conquistar o eleitorado latino para o candidato democrata na disputa presidencial de 2016.(MARTINS, Andréia. Sucessão e Venezuela: O que eles tem a ver com a reaproximação de EUA e Cuba? Publicado em 06 mar. 2015. Disponível em: http://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/sucessao-e-venezuela-o-que-eles-tem-a-ver-com-a-reaproximacao-de-eua-e-cuba.htm. Acesso em: 19 ago. 2015, às 17h00.)Tomando por base os fragmentos e o contexto das atuais relações entre EUA e Cuba, julgue as afirmativas:I. A reaproximação entre os dois países seria benéfica para ambos os lados do ponto de vista econômico: para Cuba seria, uma forma de atrair novos investimentos e, para os EUA, uma possibilidade de ampliar seus mercados.II. Politicamente, a reaproximação seria benéfica para ambos os países: para Cuba a retirada da lista de países financiadores do terrorismo melhoraria sua imagem internacionalmente e, para os EUA, ajudaria a aumentar seu prestígio junto a países da América Latina, além de atrair a atenção de cubanos exilados em seu território.III. A crise na Venezuela, país que apoia Cuba, e a retração da economia dos EUA, podem ser entendidas como fatores para a reaproximação entre os dois países, que se beneficiariam com a retomada das relações.Está (ão) correta (s):
50DCB0DD-DF Matemática
ProblemasEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosDurante suas férias, Paulo pretende visitar três parques, localizados em Milão, Turim e Gênova. Comprando 3 ingressos para o parque de Milão, 2 para o de Turim e 1 para o de Gênova, gastará 200 euros; comprando 1 ingresso para o parque de Milão, 3 para o de Turim e 2 para o de Gênova gastará 260 euros e comprando 3 ingressos para o parque de Milão, 1 para o de Turim e 2 para o de Gênova, gastará 220 euros. Nessas condições, qual o valor do ingresso para o parque de Milão?50BF1359-DF Português
Interpretação de TextosEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão:
Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.
Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço.
Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível, que lhe deres:
Trouxeste a chave?
(DRUMMOND DE ANDRADE, Carlos. A rosa do povo (1945). Rio de Janeiro: Record, 2006. pp. 25-6 (fragmento)
NÃO corresponde à ideia de poemas em “estado de dicionário”:50BC10A2-DF Português
Interpretação de TextosEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão:
Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.
Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço.
Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível, que lhe deres:
Trouxeste a chave?
(DRUMMOND DE ANDRADE, Carlos. A rosa do povo (1945). Rio de Janeiro: Record, 2006. pp. 25-6 (fragmento)
Partindo de definições de dicionários, como o Aulete digital, estão, entre os sentidos de poética: “1. Arte de fazer poemas. 2. Ciência que estuda os recursos técnicos em poesia. 3. Obra didática sobre essa ciência”.(http://www.aulete.com.br/po%C3%A9tica#ixzz3kkCsExUq).Sob a perspectiva dessas definições, o poema de Drummond:50B126F7-DF Português
Interpretação de TextosEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão:É uma das recordações mais desagradáveis que me fi caram: sujeito magro, de olho duro, aspecto tenebroso. Não me lembro de o ter visto sorrir. A voz áspera, modos sacudidos, ranzinza, impertinente, Fernando era assim. E junto a isso qualquer coisa de frio, úmido, viscoso, que me dava a absurda impressão de uma lesma vertebrada e muito rápida. [...]Essas noções me chegavam lentas e incompletas. Novo ainda, eu não entendia certas coisas. Entretanto, aquele indivíduo me causava arrepios. Sempre foi demasiado grosseiro comigo, e isto me levou a aceitar sem exame os boatos que circulavam a respeito dele. Acostumei-me a julgálo um bicho perigoso. E lendo no dicionário encarnado, onde existiam bandeiras de todos os países e retratos de personagens vultosas, que Nero tinha sido o maior dos monstros, duvidei. Maior que Fernando? A afirmação do livro me embaraçava. Como seria possível medir por dentro as pessoas? E senti pena de Nero, que nunca me havia feito mal. Fernando me atormentava e era péssimo. Talvez não fosse o pior monstro da Terra, mas era safadíssimo. O rosto de caneco amassado, a fala dura e impertinente, os resmungos, o olho oblíquo e cheio de fel, um jeito impudente e desgostoso, um ronco asmático findo em sopro, tudo me dava a certeza de que Fernando encerrava muito veneno. Se aquele sopro, rumor de caldeira, se transformava em palavras, saíam dali brutalidades. O sujeito se tornou para mim um símbolo — e pendurei nele todas as misérias.(RAMOS, Graciliano. Infância. Rio de Janeiro: Mediafashion, 2008. pp. 185-6.)Infância, de Graciliano Ramos, é considerado um livro de memórias, ou seja, o narrador conta, literariamente, ao leitor as recordações de um período de sua vida. Sabendo disso, assinale a alternativa que apresente todas as afirmações corretas:I. O texto pode ser considerado autobiográfico, o que pode ser verificado pelo uso de primeira pessoa do singular (“E senti pena de Nero”);II. Há, no texto, a convivência de dois tempos o do enunciador, ou seja, o momento em que o narrador conta a história aos leitores, e o do enunciado, o tempo em que os acontecimentos narrados ocorreram;III. A subjetividade do narrador impregna o texto a partir de imagens que simbolizam tal fato da infância: “qualquer coisa de frio, úmido, viscoso, que me dava a absurda impressão de uma lesma vertebrada e muito rápida”;IV. A variedade de características negativas ligadas ao personagem descrito amplifica o sentimento que o narrador parece ainda guardar por Fernando.50A9F730-DF Português
Interpretação de TextosEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão.
Relacionando a frase publicitária para o dicionário Aurélio (“Em 2009, aprenda um novo idioma. Português, por exemplo. ”) com a discussão levantada pelo artigo de Sírio Possenti, temos:I. A propaganda corresponde à noção de Ruy Castro, que é criticada por Possenti, de que dicionários possuem autoridade sobre a língua.II. Para Possenti, dicionários internacionais devem ser consultados para se obter o sentido de uma palavra; na publicidade, o Aurélio tem os sentidos novos de uma palavra.III. Para Ruy Castro e a publicidade, dicionários como o Aurélio trazem os sentidos corretos das palavras, os quais seriam desconhecidos da maior parte das pessoas.IV. Possenti e Castro demonstram a pouca relevância dos dicionários para a língua; já a publicidade quer vender a ideia de que o Aurélio tem o registro oficial da língua portuguesa.Estão corretas as frases:50A34CB7-DF Português
Interpretação de TextosEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosDa arte de citarSÍRIO POSSENTINo texto, chamado ‘Com o sentido que você quiser’, publicado na Folha de S. Paulo de 25/04/2012, Ruy Castro estranha o emprego de ‘dérbi’ para designar embates como Guarani X Ponte Preta e cita uma série de dicionários que não anotam a acepção relativa a confrontos futebolísticos.Cita o Aurélio, que informa que dérbi é a “mais importante e tradicional carreira inglesa, disputada em Epsom pela primeira vez no século 18, e que veio a dar o nome ao primeiro clube de corrida de cavalos do Brasil, no RJ, depois incorporado ao Jóquei Clube”. Não há referências ao futebol, o que o deixou tranquilo.Para mostrar que aqueles jornalistas estão mesmo errados, consultou também o Webster’s Dictionary, cujas informações traduz: “1. Corrida de cavalos em Epsom, Inglaterra, patrocinada pelo 12º conde de Derby em 1780, daí o nome. Por extensão, corrida de cachorros (sic). 2. Chapéu-coco. 3. Um certo tipo de sapato com fivela para homens”. Ruy não lamenta os sentidos 2 e 3, nem explica suas razões.O final da coluna dele é irônico: “Ora, que besteira. Por que não fui logo ao Google ou à Wikipédia? Neles tem ‘dérbi’ à vontade, e com o sentido que você quiser” (anote-se a ocorrência de ‘tem’, embora a questão seja outra).O brilhante Ruy Castro erra pelo menos três vezes (imaginem os outros!): a) não se chateia com o fato de ‘dérbi’ signifi car chapéu-coco ou um tipo de sapato, mas acha estapafúrdio que designe uma partida de futebol; b) diz que se pode atribuir à palavra o sentido que se quiser; c) não consultou outros dicionários (ou não contou ao leitor o que eles dizem).Começo pelo final, que cobre as outras questões. Consultar outras fontes pode ser revelador. Vamos lá.O Houaiss informa que dérbi é um “jogo, partida ou competição esportiva de grande destaque (como o Derby de Epsom, na Inglaterra)”. Como se vê, ele não o restringe ao turfe; só menciona o evento ‘original’ entre parênteses.O Petit Larousse (traduzo) diz que é um “encontro esportivo entre equipes vizinhas” (como Ponte e Guarani, portanto). Segundo o Petit Robert, é um “encontro de futebol entre duas cidades vizinhas”.O McMillan anota: “um jogo entre dois times da mesma cidade” (nada de cavalos, como se vê) e o YOURDictionary repete a mesma informação (ou será o contrário?).Finalmente, o Diccionario de La Lengua Española (da Real Academia) informa que dérby é um “encontro, geralmente futebolístico, entre duas equipes cujos torcedores mantêm permanente rivalidade”. De novo, nada de cavalos. E prioriza claramente o futebol!Gostaria muito de conseguir entender outras coisas (que dérbi não significa só corridas de cavalos está mais do que claro; já entendi). Uma: por que será que dérbi significa chapéu-coco e um tipo de sapato com fivela para homens? Meu faro diz que eram peças usadas para ir aos dérbis.Pergunta: por que Ruy Castro teve a má sorte de só conhecer dicionários que, casualmente, não citam o sentido relativo a encontros futebolísticos?Outra pergunta: por que Ruy Castro estranha os sentidos analógicos (no caso, a extensão de uma disputa turfística para uma futebolística), que são uma das principais características das línguas humanas? Será que ele pensa, por exemplo, que uma pessoa doce vem coberta de açúcar?Finalmente, queria entender como Ruy Castro consegue não entender que, se todo mundo emprega ‘dérbi’ para falar de certos jogos de futebol e os dicionários que ele consultou não registram o fato, o problema deve ser dos dicionários.(Ciência Hoje, 24/04/2015. Disponível em http://cienciahoje.uol.com.br/ colunas/palavreado/da-arte-de-citar, acesso em 02/09/2015. Adaptado.)O título do artigo, “Da arte de citar”, sugere um texto que tratará:509FEA69-DF Português
Interpretação de TextosEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosDa arte de citarSÍRIO POSSENTINo texto, chamado ‘Com o sentido que você quiser’, publicado na Folha de S. Paulo de 25/04/2012, Ruy Castro estranha o emprego de ‘dérbi’ para designar embates como Guarani X Ponte Preta e cita uma série de dicionários que não anotam a acepção relativa a confrontos futebolísticos.Cita o Aurélio, que informa que dérbi é a “mais importante e tradicional carreira inglesa, disputada em Epsom pela primeira vez no século 18, e que veio a dar o nome ao primeiro clube de corrida de cavalos do Brasil, no RJ, depois incorporado ao Jóquei Clube”. Não há referências ao futebol, o que o deixou tranquilo.Para mostrar que aqueles jornalistas estão mesmo errados, consultou também o Webster’s Dictionary, cujas informações traduz: “1. Corrida de cavalos em Epsom, Inglaterra, patrocinada pelo 12º conde de Derby em 1780, daí o nome. Por extensão, corrida de cachorros (sic). 2. Chapéu-coco. 3. Um certo tipo de sapato com fivela para homens”. Ruy não lamenta os sentidos 2 e 3, nem explica suas razões.O final da coluna dele é irônico: “Ora, que besteira. Por que não fui logo ao Google ou à Wikipédia? Neles tem ‘dérbi’ à vontade, e com o sentido que você quiser” (anote-se a ocorrência de ‘tem’, embora a questão seja outra).O brilhante Ruy Castro erra pelo menos três vezes (imaginem os outros!): a) não se chateia com o fato de ‘dérbi’ signifi car chapéu-coco ou um tipo de sapato, mas acha estapafúrdio que designe uma partida de futebol; b) diz que se pode atribuir à palavra o sentido que se quiser; c) não consultou outros dicionários (ou não contou ao leitor o que eles dizem).Começo pelo final, que cobre as outras questões. Consultar outras fontes pode ser revelador. Vamos lá.O Houaiss informa que dérbi é um “jogo, partida ou competição esportiva de grande destaque (como o Derby de Epsom, na Inglaterra)”. Como se vê, ele não o restringe ao turfe; só menciona o evento ‘original’ entre parênteses.O Petit Larousse (traduzo) diz que é um “encontro esportivo entre equipes vizinhas” (como Ponte e Guarani, portanto). Segundo o Petit Robert, é um “encontro de futebol entre duas cidades vizinhas”.O McMillan anota: “um jogo entre dois times da mesma cidade” (nada de cavalos, como se vê) e o YOURDictionary repete a mesma informação (ou será o contrário?).Finalmente, o Diccionario de La Lengua Española (da Real Academia) informa que dérby é um “encontro, geralmente futebolístico, entre duas equipes cujos torcedores mantêm permanente rivalidade”. De novo, nada de cavalos. E prioriza claramente o futebol!Gostaria muito de conseguir entender outras coisas (que dérbi não significa só corridas de cavalos está mais do que claro; já entendi). Uma: por que será que dérbi significa chapéu-coco e um tipo de sapato com fivela para homens? Meu faro diz que eram peças usadas para ir aos dérbis.Pergunta: por que Ruy Castro teve a má sorte de só conhecer dicionários que, casualmente, não citam o sentido relativo a encontros futebolísticos?Outra pergunta: por que Ruy Castro estranha os sentidos analógicos (no caso, a extensão de uma disputa turfística para uma futebolística), que são uma das principais características das línguas humanas? Será que ele pensa, por exemplo, que uma pessoa doce vem coberta de açúcar?Finalmente, queria entender como Ruy Castro consegue não entender que, se todo mundo emprega ‘dérbi’ para falar de certos jogos de futebol e os dicionários que ele consultou não registram o fato, o problema deve ser dos dicionários.(Ciência Hoje, 24/04/2015. Disponível em http://cienciahoje.uol.com.br/ colunas/palavreado/da-arte-de-citar, acesso em 02/09/2015. Adaptado.)Finalmente, queria entender como Ruy Castro consegue não entender que, se todo mundo emprega ‘dérbi’ para falar de certos jogos de futebol e os dicionários que ele consultou não registram o fato, o problema deve ser dos dicionários.A partir da conclusão de Sírio Possenti, pode-se inferir que os dicionários:
5096D843-DF Português
Interpretação de TextosEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosDa arte de citarSÍRIO POSSENTINo texto, chamado ‘Com o sentido que você quiser’, publicado na Folha de S. Paulo de 25/04/2012, Ruy Castro estranha o emprego de ‘dérbi’ para designar embates como Guarani X Ponte Preta e cita uma série de dicionários que não anotam a acepção relativa a confrontos futebolísticos.Cita o Aurélio, que informa que dérbi é a “mais importante e tradicional carreira inglesa, disputada em Epsom pela primeira vez no século 18, e que veio a dar o nome ao primeiro clube de corrida de cavalos do Brasil, no RJ, depois incorporado ao Jóquei Clube”. Não há referências ao futebol, o que o deixou tranquilo.Para mostrar que aqueles jornalistas estão mesmo errados, consultou também o Webster’s Dictionary, cujas informações traduz: “1. Corrida de cavalos em Epsom, Inglaterra, patrocinada pelo 12º conde de Derby em 1780, daí o nome. Por extensão, corrida de cachorros (sic). 2. Chapéu-coco. 3. Um certo tipo de sapato com fivela para homens”. Ruy não lamenta os sentidos 2 e 3, nem explica suas razões.O final da coluna dele é irônico: “Ora, que besteira. Por que não fui logo ao Google ou à Wikipédia? Neles tem ‘dérbi’ à vontade, e com o sentido que você quiser” (anote-se a ocorrência de ‘tem’, embora a questão seja outra).O brilhante Ruy Castro erra pelo menos três vezes (imaginem os outros!): a) não se chateia com o fato de ‘dérbi’ signifi car chapéu-coco ou um tipo de sapato, mas acha estapafúrdio que designe uma partida de futebol; b) diz que se pode atribuir à palavra o sentido que se quiser; c) não consultou outros dicionários (ou não contou ao leitor o que eles dizem).Começo pelo final, que cobre as outras questões. Consultar outras fontes pode ser revelador. Vamos lá.O Houaiss informa que dérbi é um “jogo, partida ou competição esportiva de grande destaque (como o Derby de Epsom, na Inglaterra)”. Como se vê, ele não o restringe ao turfe; só menciona o evento ‘original’ entre parênteses.O Petit Larousse (traduzo) diz que é um “encontro esportivo entre equipes vizinhas” (como Ponte e Guarani, portanto). Segundo o Petit Robert, é um “encontro de futebol entre duas cidades vizinhas”.O McMillan anota: “um jogo entre dois times da mesma cidade” (nada de cavalos, como se vê) e o YOURDictionary repete a mesma informação (ou será o contrário?).Finalmente, o Diccionario de La Lengua Española (da Real Academia) informa que dérby é um “encontro, geralmente futebolístico, entre duas equipes cujos torcedores mantêm permanente rivalidade”. De novo, nada de cavalos. E prioriza claramente o futebol!Gostaria muito de conseguir entender outras coisas (que dérbi não significa só corridas de cavalos está mais do que claro; já entendi). Uma: por que será que dérbi significa chapéu-coco e um tipo de sapato com fivela para homens? Meu faro diz que eram peças usadas para ir aos dérbis.Pergunta: por que Ruy Castro teve a má sorte de só conhecer dicionários que, casualmente, não citam o sentido relativo a encontros futebolísticos?Outra pergunta: por que Ruy Castro estranha os sentidos analógicos (no caso, a extensão de uma disputa turfística para uma futebolística), que são uma das principais características das línguas humanas? Será que ele pensa, por exemplo, que uma pessoa doce vem coberta de açúcar?Finalmente, queria entender como Ruy Castro consegue não entender que, se todo mundo emprega ‘dérbi’ para falar de certos jogos de futebol e os dicionários que ele consultou não registram o fato, o problema deve ser dos dicionários.(Ciência Hoje, 24/04/2015. Disponível em http://cienciahoje.uol.com.br/ colunas/palavreado/da-arte-de-citar, acesso em 02/09/2015. Adaptado.)“Neles tem ‘dérbi’ à vontade, e com o sentido que você quiser” (anote-se a ocorrência de ‘tem’, embora a questão seja outra). Assinale a alternativa que complete corretamente a afi rmação sobre o trecho do texto de Sírio Possenti:O uso de __(1)__ tem como função marcar um comentário de Sírio Possenti. Este sugere que haveria __(2)__ em Ruy Castro devido ao uso __(3)__ do verbo “ter” no mesmo texto em que critica o uso corriqueiro da expressão “dérbi”.77AC4A18-DE Química
Fórmulas, Balanceamento e Leis ponderais das reações químicasEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosConhecido há milhares de anos, o gesso é muito utilizado para a fabricação de moldes e na construção civil, no acabamento de paredes e tetos. O gesso hemidrato, conhecido comercialmente como gesso rápido ou gesso Paris, é o mais utilizado para esses fins. Seu endurecimento, de 15 a 20 minutos, ocorre devido à sua reação química com a água adicionada ao gesso antes de sua aplicação:
O conhecimento do processo químico de endurecimento do gesso permite avaliar possíveis alterações em sua massa. De fato, a equação química apresentada permite constatar que, após seu preparo, aplicação e endurecimento, o gesso apresenta:Dados: massas moleculares (g/mol): H = 1, O = 16, S = 32, Ca = 40.77A48B74-DE História
América Latina na segunda metade do século XX: revoluções, transformações e permanênciasEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho a seguir:Criadas em 1964, pelo ex-combatente liberal Pedro Antonio Marín, também conhecido como Tirofijo, as Farc surgiu como um grupo de cunho marxista-leninista, atuando no meio rural e adotando táticas de guerrilha. Essa organização tem como discurso ideológico a implantação do socialismo na Colômbia, promovendo a distribuição igualitária de renda, a reforma agrária, o fim de governos corruptos e das relações políticas e econômicas com os Estados Unidos, entre outros aspectos sociais.(Farc. Disponível em: http://www.brasilescola.com/historia/farc.htm. Acesso em: 31 ago. 2014, às 17h30.)Sobre o tema retratado, julgue as afirmativas:I. A extinção das Farc, por meio de ações do governo colombiano, é dificultada pelo fato de o grupo manter grande parte de seus guerrilheiros em países vizinhos, como Venezuela, Bolívia e Chile.II. As Farc praticam o narcotráfico – segundo acusações do governo colombiano – e o sequestro de indivíduos, objetivando a soltura de seus guerrilheiros em troca de sua libertação.III. As Farc têm, progressivamente, ganhado força devido a adesão de novos guerrilheiros e apoio de outros grupos semelhantes, como o Exército Zapatista do México.Está (ão) correta (s):77A15C8A-DE Conhecimentos Gerais
Questões SociaisEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosO sistema de transporte é um dos elementos fundamentais no desenvolvimento econômico de um país; pois influencia não apenas no custo final dos produtos, mas também na capacidade de escoamento para atender tanto ao mercado interno quanto ao externo. Sobre o sistema de transporte no Brasil, julgue os itens a seguir:I. O sistema de transporte que predomina no Brasil é o ferroviário, em função da grande extensão territorial do país e dos elevados investimentos recebidos do setor privado após a década de 90.II. A utilização do transporte rodoviário tem como consequências o encarecimento dos produtos transportados e o aumento da poluição, já que transporta quantidades menores de carga, emitindo altos níveis de gases poluentes provenientes da queima do combustível.III. A predominância de rios de planalto no Brasil dificulta o transporte hidroviário. Porém, este é o segundo meio de transporte mais utilizado no país.Está (ão) correto (s):