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A6EFAC71-F4 A História da Filosofia Ocidental teve um Período em que os seus Filósofos defendiam que o ser humano não consegue conhecer os entes em si mesmos, mas, tão somente, as ideias que obtêm desses mesmos entes. Esse Período ficou conhecido como:
A6CFDE98-F4 Geografia
Impactos e soluções no meio urbanoCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosA poluição afeta a todos, ricos e pobres, com o efeito estufa e o buraco na camada de ozônio. Mas a poluição cotidiana afeta mais duramente os trabalhadores, que, intoxicados e ensurdecidos nos seus locais de trabalho, sob o efeito da poluição térmica das elevadas temperaturas dos altos fornos, perdem a cada semana parte de sua capacidade pulmonar por causa dos gases químicos, do pó da sílica e do asbesto.(MINC, Carlos. Ecologia e Cidadania. São Paulo, Editora Moderna, 200Sobre o tema abordado acima, é correto dizer que:1) o asbesto é um tipo de pó, oriundo da trituração do granito e do gnaisse, muito empregado na construção civil, mas provoca a moléstia asbestose, que consiste numa fibrose hepática, com repercussões nos pulmões daqueles que o aspiram.2) muitos trabalhadores do setor secundário são expostos a processos intensivos de produção, sobre os quais, muitas vezes, não detêm qualquer controle, e cuja intensidade e duração são determinadas pela maximização dos lucros.3) com o acúmulo de gases, como o CO2, o óxido nitroso, o metano e o nitrato de prata, maior quantidade de calor é retida na atmosfera, acarretando o aumento da temperatura na baixa troposfera.4) os efeitos principais da radiação ultravioleta, em face da redução ou destruição do O3 estratosférico, recaem sobre a saúde dos seres humanos, a vida marinha e a vegetação, posto que o ozônio atua como um filtro para essa radiação.5) numa região intensamente industrializada, a poluição atmosférica aumenta exponencialmente, atingindo a saúde humana, quando sistemas atmosféricos convectivos se instalam sobre ambientes urbanos.Está(ão) correto(s)
A6BE37C1-F4 Conhecimentos Gerais
Movimentos Sociais, Discriminação e Desigualdade: Raça, classe e gêneroCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosOs Tupis designavam Tapuias aos povos indígenas que não falavam sua língua, ou não compartilhavam sua cultura, caso dos povos de tronco linguístico Macro-Jê, também chamados pelos portugueses de “gente Bárbara”.Sobre essa percepção dos Tupis acerca dos povos Macro-Jê, pode-se afirmar que:
A6B51124-F4 História
História GeralCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosPara a Época Moderna, o conceito de burocracia – entendido como a estrutura político-administrativa do Estado – pode ser útil para compreender o fortalecimento das monarquias europeias. Com a Dinastia dos Habsburgos, o Estado moderno espanhol ficou conhecido, entre os historiadores, como “governo de papel”, e Felipe II, como “rei papeleiro”, pois
A6B1C250-F4 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosRead the text below and answer the following question based on it.How we learn things shapes our memoryHumans are constantly learning new things. This ability helps us to grow and adapt to new situations daily. But a new study suggests that different learning mechanisms actually shape how the brain stores memories.As humans, we have not only survived, but thrived throughout time thanks to our ability to learn and adapt to new situations.Learning itself is a complex process, and there are different types of learning mechanisms through which the brain stores new information and updates old information.In general terms, there are two ways of learning that humans use to acquire new information in the long term.One is by association, or through experience. This is when we learn new things incidentally, just because we happened to come across them, or because we are in a new environment that we are learning to navigate little by little.The other one is learning by reinforcement. This is when we purposefully set out to learn new information — when we take a language course, for example.A new study conducted by researchers from the Department of Experimental Psychology, the Wellcome Centre for Integrative Neuroimaging, and the Nuffield Department of Clinical Neurosciences — all in Oxford, United Kingdom — indicates that different learning mechanisms have links to memories stored in different parts of the brain.The researchers add that not only do we store information differently depending on how we acquire it, but that it may be more or less easy for us to lose or change this information for the same reason.The researchers also explain that the findings indicate that the brain can store information learned through reinforcement for a long time, while other types of information remain more available for updates."We also learned that some of this knowledge is very persistent, and the brain does not forget about it even when it becomes irrelevant, while knowledge acquired through an alternative learning mechanism is more flexible and can more easily be changed to new knowledge," notes KleinFlügge.When it comes to unlearning or forgetting information, the researchers also note that information acquired incidentally through associations is easier to discard than information acquired through goal-oriented learning.Adaptado de: < https://www.medicalnewstoday.com/articles/326826.php> Acessado em 29 de outubro de 2019.Read the text below and answer the following question based on it.
Disponivel em: <https://caveviews.blogs.com/cave_news/2010/08/webmdeffect.html>. Acessado em 19 de outubro de 2019.The patient’s assertion
A6902371-F4 Literatura
Escolas LiteráriasCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosAnalise o fragmento de um poema, transcrito abaixo.
Procura da poesia
Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
[...]
Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
Tem mil faces secretas sob a face neutra
E te pergunta, sem interesse pela resposta, pobre ou
terrível, que lhe deres:
Trouxeste a chave?
(Carlos Drummond de Andrade).
O ‘como fazer poesia’ constitui também um tema sobre o qual se debruçaram e se debruçam os autores. Cada poeta é cativo dos cânones de sua escola literária; uns mais, outros menos. No poema mostrado acima, Drummond:
A68D650D-F4 Literatura
Escolas LiteráriasCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosNova PoéticaEstou farto do lirismo comedidoDo lirismo bem comportadoDo lirismo funcionário público com livro de ponto expediente, protocolo e manifestações de apreço ao Sr. Diretor [...]Estou farto do lirismo namoradorPolítico,Raquítico, Sifilítico.(Manuel Bandeira)Este poema de Manuel Bandeira pode ser entendido como:1) aversão declarada aos cânones aceitos por escolas literárias que privilegiavam a perfeição da ‘forma poética’.2) manifestação dos novos ideais literários propostos pelas vanguardas do Modernismo brasileiro.3) expressão da reiterada aspiração de que voltassem os modelos poéticos defendidos pela produção da ‘Arte pela Arte’.4) demarcação da função estética do fazer poético, a qual se furta a se ajustar aos limites puristas impostos pelas normas linguísticas.5) anuência ao imaginário das escolas do Romantismo que enalteciam as expressões do lirismo e do envolvimento amoroso.Estão corretas
A684614E-F4 Português
Interpretação de TextosCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosComo uma onda
1. Toda língua muda com o tempo. Por mais que isso pareça óbvio, vale a pena repetir. Basta comparar um texto escrito em português na Idade Média, ou em 1600, ou mesmo há cem anos com qualquer coisa publicada nos dias de hoje.
2. As diferenças saltam aos olhos, e as dificuldades de compreensão vão crescendo quanto mais a gente recua no tempo.
3. Lendo as gramáticas, a gente tem a impressão de que a língua está pronta e acabada, que ela pode até ter sofrido transformações no passado, mas que, agora, as regras estão fixadas para sempre. Mas isso é uma ilusão. 4. Enquanto tiver gente falando uma língua, ela vai sofrer variação e mudança, incessantemente. Os mesmos processos que fizeram a língua mudar no passado continuam em ação, fazendo a língua mudar neste exato momento em que você me lê. 5. Apesar dessa obviedade, a mudança linguística sempre foi encarada como um problema, uma coisa negativa, um sinal de ruína, decadência e corrupção da língua. 6. No entanto, a mudança é inevitável: tudo no universo, na natureza, na sociedade passa incessantemente por processos de mudança, de obsolescência, de reinvenção, de evolução... Por que só a língua teria de ficar parada no tempo e no espaço?
7. Todas as demais instituições humanas sofrem mudança; por que a língua não sofreria? Na verdade, o melhor seria dizer: os falantes mudam a língua o tempo todo!
(Marcos Bagno. Nada na língua é por acaso. São Paulo: Parábola, 2007, p 163-164).
Em relação ao Texto, cabem, corretamente, algumas observações:1) a pretensão do autor é oferecer outra concepção da língua, objeto que está em discussão.2) o tema tratado carece de relevância, pois aborda uma questão socialmente aceita e incontroversa.3) a linguagem preferida pelo autor se afasta de certezas e definições categóricas.4) o título do texto tem um sentido claramente metafórico.Estão corretas:
A6815061-F4 Português
Interpretação de TextosCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
(O melhor de Calvin. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 10/2002,).
É absolutamente atual o recurso a outras formas de linguagem, de suportes e de gêneros textuais, disponibilizados pelo aparato tecnológico aplicado à comunicação. No caso da tirinha de Calvin, mostrada acima, a ideia do garoto:
1) contraria a dinâmica dos processos implicados na interação verbal; daí, a sua complexidade e seus limites visivelmente insuperáveis.
2) fere as expectativas aceitáveis, pois o próprio intento regular para a interação verbal regula, para as palavras, certa estabilidade de sentido.
3) não é pertinente, pois cada língua é produto da intervenção de todos os falantes e subsiste, exatamente, pelo uso coletivo do grupo.
4) acarretaria, por suposto, uma imensa desordem na interlocução social, uma vez que se perderia a razão de ser de uma forma de linguagem.
Estão corretas:
A67E2203-F4 Português
Concordância verbal, Concordância nominalCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosA observância às normas da concordância verbal, em geral, é considerada indício de um saber gramatical mais apurado. Goza, por isso, de certo prestígio social. Sob esse prisma, identifique as alternativas em que tais normas foram corretamente observadas.
A677BDCD-F4 Português
Interpretação de TextosCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosA arte de escrever1. Há, portanto, uma arte de escrever, que é a produção de um texto escrito. Não é uma prerrogativa dos literatos, senão uma atividade social indispensável, para a qual falta, não obstante, muitas vezes, uma preparação preliminar adequada.2. A arte de falar, necessária à exposição oral, é mais fácil na medida em que se beneficia da prática da fala cotidiana, de cujos elementos parte, em princípio. O que há de comum, antes de tudo, entre a exposição oral e a escrita é a necessidade de uma boa composição, isto é, uma distribuição metódica e compreensiva de ideias.3. Impõe-se igualmente a visualização de um objetivo definido. Ninguém é capaz de escrever bem se não sabe bem sobre o que vai escrever. Justamente por causa disso, as condições para a escrita de um texto, no exercício da vida profissional ou no intercâmbio social amplo, são muito diversas das da redação escolar. A convicção do que vamos dizer, a importância que há em dizê-lo, o domínio de um assunto da nossa especialidade tiram da redação escolar o caráter negativo de mero exercício formal.4. Qualquer um de nós, senhor de um assunto é, em princípio, capaz de escrever sobre ele. Não há um dom inato, especial, para escrever, ao contrário do que muita gente pensa. Há apenas uma falta de preparação especial, que o esforço e a prática continuada e persistente vencem.5. Por outro lado, a arte de escrever, na medida em que consubstancia a nossa capacidade de expressão do pensar e do sentir, tem de firmar raízes na nossa própria personalidade e decorre, em grande parte, de um trabalho nosso para desenvolver a personalidade por este ângulo. [...]6. A arte de escrever precisa assentar numa atividade preliminar já radicada, que parte do ensino escolar e de um hábito de leitura inteligentemente conduzido. Depende muito, portanto, de nós mesmos, de uma disciplina mental adquirida pela autocrítica e pela observação cuidadosa do que outros, com bons resultados, escreveram.CAMARA, J. Mattoso. Manual de expressão oral e escrita. Petrópolis, Vozes, 1983. Adaptado.
O autor do Texto 2 tenta desmistificar um mito que paira no cotidiano de algumas pessoas. A superação desse mito leva a admitir como inaceitável a crença de que
A66F3155-F4 Português
Interpretação de TextosCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosSe você parar para pensar...
1. Na correria do dia a dia, o urgente não vem deixando tempo para o importante. Essa constatação, carregada de estranha obviedade, obriga-nos quase a tratar como uma circunstância paralela e eventual aquela que deve ser considerada a marca humana por excelência: a capacidade de reflexão e consciência. Aliás, em alguns momentos, as pessoas usam até uma advertência (quando querem afirmar que algo não vai bem): “Se você parar para pensar...”
2. Por que parar para pensar? Será tão difícil pensar enquanto continua fazendo outras coisas ou, melhor ainda, seria possível fazer sem pensar e, num determinado momento, ter de parar? Ora, pensar é uma atitude contínua, e não um evento episódico! Não é preciso parar – nem se deve fazê-lo – sob pena de romper com nossa liberdade consciente.
3. O escritor francês Anatole França, um mestre da ironia e do ceticismo, dizia: “O pensamento é uma doença peculiar de certos indivíduos, que, ao propagar-se, em breve acabaria com a espécie”.
4. Talvez “pensar mais” não levasse necessariamente ao “término da espécie”, mas, com muita probabilidade, dificultaria a presença daqueles, no mundo dos negócios e da comunicação, que só entendem e tratam as pessoas como consumidores vorazes e insanos. Talvez, um “pensar mais” nos levasse a gritar que basta de tantos imperativos. Compre! Olhe! Veja! Faça! Leia! Sinta! E a vontade própria e o desejo sem contornos? E a liberdade de decidir, escolher, optar, aderir? Será um basta do corpo e da mente que já não mais aguentam tantas medicinas, tantas dietas compulsórias, tantas ordens da moda e admoestações da mídia; corpo e mente que carecem, cada dia mais, de horas de sono complementares, horas de lazer suplementares e horas de sossego regulamentares, quase esgotados na capacidade de persistir, combater e evitar o amortecimento dos sentidos e dos sonhos pessoais e sinceros. Essa demora em “pensar mais”, esse retardamento da reflexão como uma atitude continuada e deliberada, vem produzindo um fenômeno quase coletivo: mais e mais pessoas querendo desistir, com vontade imensa de mudar de vida, transformar-se, livrando-se das pequenas situações que as torturam, que as amarguram, que as esvaem. Vêm à tona impulsos de romper as amarras da civilização e partir, céleres, em direção ao incerto, ao sedutor repouso oferecido pela irracionalidade e pela inconsequência. Cansaço imenso de um grande sertão com diminutas veredas? (...)
5. Pouco importa, dado que ser humano é ser capaz de dizer “não” ao que parece não ter alternativa. Apesar dos constrangimentos e da tentativa de sequestro da nossa subjetividade, pensar não é, de fato, crime e, por isso, não se deve parar.
(CORTELLA, Mário Sérgio. Folha de S. Paulo, maio de 2001. Adaptado)
Em relação aos possíveis leitores do Texto, o propósito comunicativo pretendido foi:
A666B08B-F4 Português
Interpretação de TextosCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosSe você parar para pensar...
1. Na correria do dia a dia, o urgente não vem deixando tempo para o importante. Essa constatação, carregada de estranha obviedade, obriga-nos quase a tratar como uma circunstância paralela e eventual aquela que deve ser considerada a marca humana por excelência: a capacidade de reflexão e consciência. Aliás, em alguns momentos, as pessoas usam até uma advertência (quando querem afirmar que algo não vai bem): “Se você parar para pensar...”
2. Por que parar para pensar? Será tão difícil pensar enquanto continua fazendo outras coisas ou, melhor ainda, seria possível fazer sem pensar e, num determinado momento, ter de parar? Ora, pensar é uma atitude contínua, e não um evento episódico! Não é preciso parar – nem se deve fazê-lo – sob pena de romper com nossa liberdade consciente.
3. O escritor francês Anatole França, um mestre da ironia e do ceticismo, dizia: “O pensamento é uma doença peculiar de certos indivíduos, que, ao propagar-se, em breve acabaria com a espécie”.
4. Talvez “pensar mais” não levasse necessariamente ao “término da espécie”, mas, com muita probabilidade, dificultaria a presença daqueles, no mundo dos negócios e da comunicação, que só entendem e tratam as pessoas como consumidores vorazes e insanos. Talvez, um “pensar mais” nos levasse a gritar que basta de tantos imperativos. Compre! Olhe! Veja! Faça! Leia! Sinta! E a vontade própria e o desejo sem contornos? E a liberdade de decidir, escolher, optar, aderir? Será um basta do corpo e da mente que já não mais aguentam tantas medicinas, tantas dietas compulsórias, tantas ordens da moda e admoestações da mídia; corpo e mente que carecem, cada dia mais, de horas de sono complementares, horas de lazer suplementares e horas de sossego regulamentares, quase esgotados na capacidade de persistir, combater e evitar o amortecimento dos sentidos e dos sonhos pessoais e sinceros. Essa demora em “pensar mais”, esse retardamento da reflexão como uma atitude continuada e deliberada, vem produzindo um fenômeno quase coletivo: mais e mais pessoas querendo desistir, com vontade imensa de mudar de vida, transformar-se, livrando-se das pequenas situações que as torturam, que as amarguram, que as esvaem. Vêm à tona impulsos de romper as amarras da civilização e partir, céleres, em direção ao incerto, ao sedutor repouso oferecido pela irracionalidade e pela inconsequência. Cansaço imenso de um grande sertão com diminutas veredas? (...)
5. Pouco importa, dado que ser humano é ser capaz de dizer “não” ao que parece não ter alternativa. Apesar dos constrangimentos e da tentativa de sequestro da nossa subjetividade, pensar não é, de fato, crime e, por isso, não se deve parar.
(CORTELLA, Mário Sérgio. Folha de S. Paulo, maio de 2001. Adaptado)
A ideia global do Texto pode ser sintetizada conforme a seguinte alternativa:
E0393D7D-F4 Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalUEG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia a letra da música a seguir.A melhor banda de todos os tempos da última semanaQuinze minutos de famaMais uns pros comerciaisQuinze minutos de famaDepois descanse em pazO gênio da última horaÉ o idiota do ano seguinteO último novo-ricoÉ o mais novo pedinteA melhor banda de todos os tempos da última semanaO melhor disco brasileiro de música americanaO melhor disco dos últimos anos de sucessos do passadoO maior sucesso de todos os tempos entre os dez maiores fracassosNão importa a contradiçãoO que importa é televisãoDizem que não há nada a que você não se acostumeCala a boca e aumenta o volume entãoAs músicas mais pedidasOs discos que vendem maisAs novidades antigasNas páginas dos jornaisUm idiota em inglêsSe é idiota, é bem menos que nósUm idiota em inglêsÉ bem melhor que eu e vocêsA melhor banda de todos os tempos da última semanaO melhor disco brasileiro de música americanaO melhor disco dos últimos anos de sucesso do passadoO maior sucesso de todos os tempos entre os dez maiores fracassosNão importa a contradiçãoO que importa é televisãoDizem que não há nada a que você não se acostumeCala a boca e aumenta o volume entãoOs bons meninos de hojeEram os rebeldes da outra estaçãoO ilustre desconhecidoÉ o novo ídolo do próximo verão.TITÃS. Disponível em: <https://www.letras.mus.br/titas/40320>. Acesso em: 21 mar. 2019.A mensagem transmitida pela música aponta para um dos temas fundamentais da sociologia, que foi desenvolvido por vários pensadores, entre eles Theodor Adorno e Max Horkheimer. Nesse sentido, a mensagem remeteE02EEC48-F4 Filosofia
A PolíticaUEG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosO termo alienação é polêmico e possui diversas interpretações filosóficas e científicas. O filósofo Hegel foi um dos primeiros a oferecer relevância para esse termo. A concepção mais conhecida de alienação, no entanto, é a de Karl Marx, que desenvolveu uma discussão aprofundada sobre o trabalho alienado, que, segundo ele, éE026C86C-F4 Geografia
MigraçõesUEG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosNo decorrer da história do Brasil, desde suas origens até a atualidade, as populações se deslocam de um lugar para o outro. Observe na tabela e no mapa a seguir alguns dados acerca desses processos migratórios internos ocorridos no período de 2005 a 2010.
Com base na leitura dos documentos gráficos, verifica-se que
E0237B6D-F4 Geografia
ClimaUEG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir.
Valores anormais de um estado climático médio observado ao longo do tempo são comumente chamados de ‘eventos extremos’. Esses eventos ocorrem em escalas temporais que variam de horas, dias e até mesmo milênios [...]. Dependendo das vulnerabilidades existentes, esses eventos podem impactar seriamente os sistemas humanos atingidos, ocasionando um desastre natural. Dessa forma, a ocorrência de desastres suscitam e expõem a vulnerabilidade das populações, alterando o funcionamento das sociedades e o bem-estar social.
Extremos climáticos e desastres naturais. Osvaldo Luiz Leal de Moraes e José Antônio Marengo Orsini. Revista Opiniões. Disponível em:<https://florestal.revistaopinioes.com.br/revista/detalhes/9-extremos-climaticos-e-desastres-naturais/>. Acesso em: 14 mar. 2019.
Conforme o texto, há eventos extremos correlacionados com o tempo e com o clima. São exemplos de eventos extremos ligados ao tempo:
E02073D0-F4 Geografia
HistóricoUEG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosUm bom exemplo de como a indústria estimulou a urbanização pode ser verificado na própria Inglaterra do século XIX. Em 1800, apenas 25% da população desse país era urbana. Um século depois, com o crescimento da industrialização, 75% dos ingleses já moravam nas cidades. Esse processo se reproduziu mundialmente; em alguns países de forma imediata, e em outros tardiamente.ALBUQUERQUE, Maria Adailza Martins. Geografia sociedade e cotidiano: fundamentos, volume I, 3. ed. São Paulo: Escala Educacional, 2013, p. 256.Sobre essa relação entre industrialização e urbanização, tem se que:E01AB22D-F4 Conhecimentos Gerais
Conhecimentos Gerais Sobre Arte e CulturaUEG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir.Porém foi logo outorgadaNova Constituição:Uma carta diferenteSem ter tido eleição,O chamado “Estado Novo”Sem ter o voto do povoNa sua elaboração. [...]Agora os trabalhadoresPela lei nacionalTinham um salário mínimoCom descanso semanal,Férias e outros direitos,Embora não tão perfeitasPorém dando o essencial.SANTOS, Antônio Teodoro dos. Vida, tragédia e morte do presidente Getúlio Vargas. 1954. Folheto de cordel.O poema de cordel citado comenta a Constituição de 1937, redigida às pressas por Francisco Campos, com o objetivo de dar aparência de legitimidade ao governo de Getúlio Vargas após o golpe que impôs o Estado Novo. Esse texto constitucional ficou conhecido como
E014F02F-F4 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UEG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir.Tomai o caminho do Santo Sepulcro; arrebatai aquela terra à raça perversa e submetei-a a vós mesmos. Essa terra em que, como diz a Escritura: “jorra leite e mel” foi dada por Deus aos filhos de Israel. Jerusalém é o umbigo do mundo, a terra mais que todas frutífera, como um novo paraíso dos deleites.Papa Urbano II. In: HUBERMAN, Leo. História da Riqueza do Homem. São Paulo: Zahar, 1979. p. 28.O texto citado é um trecho do discurso do papa Urbano II no Concílio de Clemont, em 1095, no qual o pontífice defende a necessidade de os europeus partirem em uma Cruzada rumo ao oriente. Essa expedição militar ficou conhecida como