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Questões do ENEM: nível difícil

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Resultados

9.777 questões encontradas. Mostrando a página 98 de 489.

  • 4ED68D36-FD

    Atualidades

    Economia Internacional na Atualidade
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Considere a notícia e a charge abaixo.

    A maioria dos cidadãos do Reino Unido votou por abandonar a União Europeia no histórico referendo celebrado nesta quinta-feira. O Brexit recebeu 51,9% dos votos, enquanto 48,1% votaram pela permanência no bloco. A decisão dos britânicos desencadeia uma histórica queda da libra esterlina e das bolsas europeias, e coloca a União Europeia diante de um desafio sem precedentes e o Reino Unido em um território ainda desconhecido. Inglaterra e Gales apoiaram majoritariamente o Brexit (saída da UE), enquanto Londres, Escócia e Irlanda do Norte optaram pela permanência.

    Disponível em https://brasil.elpais.com/brasil/2016/06/24/internacional/1466741749_403437.ht ml. Acesso em 15 de ago. 2018. Disponível em https://bullishnews.com/uk-paralysed-as-clockcounts-down/. Acesso em 15 de ago. 2018.

    Imagem da questão de Atualidades, UNICENTRO 2018, Economia Internacional na Atualidade

    Apesar de o Brexit se concretizar em 29 de março de 2019, a Comissão Europeia já prevê algumas consequências negativas para o bloco da UE, que sofrerá uma redução de 16% em seu orçamento.

    Sobre o Brexit, assinale a alternativa que apresenta três consequências para a União Europeia.
    Escolha uma alternativa para a questão 4ed68d36-fd
  • 4EC8CBB8-FD

    Atualidades

    Trabalho, Transporte, Previdência e outras Questões Sociais
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Conforme reportagem disponível do site G1, “no Brasil, falta trabalho atualmente para 27,6 milhões de brasileiros. [...] A taxa de subutilização da força de trabalho ficou em 24,6 % no 2º trimestre de 2018. O número de desalentados bateu novo recorde e atingiu 4,8 milhões no 2º trimestre, 203 mil pessoas a mais em relação ao 1º trimestre. Já o número de subocupados subiu para 6,5 milhões contra 6,2 milhões nos 3 primeiros meses do ano. No trimestre encerrado em junho, o número de desempregados somou 13 milhões, contra 13,7 milhões no 1º trimestre”.
    Disponível em https://g1.globo.com/economia/noticia/2018/08/16/falta-trabalho-para-276-milhoes-de-brasileiros-aponta-ibge.ghtml. Acesso em 16 de ago. 2018.

    Embora seja um fenômeno nacional, o desemprego, as condições de trabalho e a renda são sentidos de forma diferente entre os segmentos sociais e nas diversas regiões do país. Sobre o tema, assinale a alternativa INcorreta.
    Escolha uma alternativa para a questão 4ec8cbb8-fd
  • 9FD29849-FD

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Em relação ao Helenismo, é correto afirmar.
    Escolha uma alternativa para a questão 9fd29849-fd
  • 9FCF3DB5-FD

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Quanto aos filósofos pré-socráticos, analise se V (verdadeiro) ou F (falso) e, em seguida, assinale a alternativa correta.

    ( ) A filosofia pré-socrática desenvolveu-se, fundamentalmente, como cosmologia.
    ( ) Os primeiros filósofos pré-socráticos foram também chamados de sofistas.
    ( ) Tales de Mileto é considerado, pelos historiadores da filosofia, como o primeiro filósofo grego, tendo se tornado conhecido por defender a tese segundo a qual a água é o maior dom de Deus para a humanidade.
    ( ) Opondo-se aos mitos, os primeiros filósofos gregos, também chamados de pré-socráticos, desenvolveram rigorosos métodos de comprovação de suas teorias sobre o universo, o que lhes assegurou o reconhecimento como fundadores da cosmologia crítica.
    Escolha uma alternativa para a questão 9fcf3db5-fd
  • 410785F3-FD

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Segundo o Ministério da Saúde, nos últimos anos, foram registrados, no Brasil, cerca de 140 mil acidentes ocasionados por animais peçonhentos, dentre serpentes, aranhas, escorpiões, lagartas, abelhas e outros animais em menor proporção. Diferente dos animais venenosos que são desprovidos de um aparelho inoculador, os animais peçonhentos apresentam glândulas de veneno que se comunicam com dentes, ferrões ou aguilhões. Dessa maneira, injetam o seu veneno com facilidade e de maneira ativa. Sobre animais peçonhentos e venenosos, avalie as afirmações a seguir:

    I. As serpentes conhecidas como coral-verdadeira são répteis pertencentes à Ordem Squamata. Elas possuem corpo alongado, tegumento revestido por escamas, realizam fecundação interna e apresentam respiração pulmonar. O órgão de Jacobson e a fosseta loreal são estruturas exclusivas de serpentes peçonhentas.
    II. As abelhas pertencem à Ordem Hymenoptera da Classe Insecta. Podem apresentar um ferrão na região posterior de seu corpo, que serve para inocular o veneno. Os himenópteros apresentam três pares de patas e quatro asas membranosas, embora, em alguns casos, sejam ápteros, ou seja, desprovidos de asas.
    III. A aranha-marrom, artrópode do Subfilo Chelicerata, é um animal octópode, com quelíceras que injetam veneno nas presas e pedipalpos; não possui antenas e apresenta o corpo dividido em cefalotórax e abdômen.
    IV. Os escorpiões são artrópodes pertencentes à Classe Arachnida, a mesma das aranhas. O corpo dos escorpiões é semelhante ao desses últimos animais, com uma única diferença: seu abdômen é dividido em duas partes: pré-abdômen e pós-abdômen. No pós-abdômen, encontra-se a glândula produtora do veneno, que é inoculado na vítima por um aguilhão. Similarmente às aranhas, os escorpiões apresentam simetria bilateral, esqueleto corporal externo, apêndices articulados e sistema circulatório fechado.
    V. A água-viva é um cnidário livre natante, com simetria radial e ciclo de vida com alternância de gerações ou metagênese. Possui em seus tentáculos, os pinacócitos, células produtoras de um líquido urticante liberado como mecanismo de defesa, que promove irritações quando em contato com a pele humana.

    Estão corretas as afirmações
    Escolha uma alternativa para a questão 410785f3-fd
  • 41031661-FD

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Cerca de 50 milhões de pessoas no mundo sofrem de epilepsia, sendo considerada a causa mais frequente de distúrbios em jovens adultos. Dentre as causas associadas a essa doença, destaca-se a mutação nos genes que codificam os canais de sódio, mantendo-os abertos por muito tempo, resultando em uma hiperestimulação neuronal. Vários dos mais importantes medicamentos antiepilépticos afetam a excitabilidade da membrana neuronal, agindo sobre os canais de sódio dependentes de voltagem. Essas drogas bloqueiam, preferencialmente, a excitação das células que estão disparando repetitivamente e, quanto mais alta a frequência dos disparos, maior o bloqueio produzido.

    Com base em seus conhecimentos e nas informações acima apresentadas, assinale a alternativa correta
    Escolha uma alternativa para a questão 41031661-fd
  • 40FD8B3C-FD

    Biologia

    Fotossíntese
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A figura abaixo representa uma importante estrutura vegetal, dotada de células e de uma pequena abertura regulável.

    Imagem da questão de Biologia, UNICENTRO 2018, Fotossíntese

    Considere as afirmações abaixo a respeito de seu mecanismo de abertura ou fechamento.

    I. A abertura ou o fechamento dessa estrutura dependem do grau de turgor (turgescência) das células-guarda.
    II. A abertura ou fechamento dessa estrutura estão relacionados ao transporte de íons potássio.
    III. O fechamento dessa estrutura cessa a perda de água da planta por transpiração.
    IV. Geralmente, essa estrutura permanece aberta durante o dia e fechada à noite.
    V. O funcionamento dessa estrutura está relacionado à presença de cloroplastos.

    Estão corretas as afirmações
    Escolha uma alternativa para a questão 40fd8b3c-fd
  • 40E81C08-FD

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Raposas do ártico, ursos polares, focas e pinguins são capazes de manter sua temperatura corporal elevada nos polos, enquanto os ratos do deserto, as iguanas e as cascavéis sobrevivem no Vale da Morte, onde as temperaturas diurnas no verão chegam a 50 °C à sombra. A esse respeito, analise o gráfico abaixo que se refere à relação entre a temperatura corporal de dois grupos de animais e a temperatura ambiente.

    Imagem da questão de Biologia, UNICENTRO 2018, Identidade dos seres vivos 

    Considere as seguintes afirmações:

    I. Animais pertencentes ao grupo I, como as raposas do ártico, necessitam de mais alimento, proporcionalmente ao peso do corpo, quando comparado aos animais pertencentes ao grupo II.

    II. A constrição dos vasos sanguíneos da pele é um dos mecanismos de adaptação ao calor apresentado pelos animais do grupo I. 

    III. Cascavéis, pertencentes ao grupo II, mantêm sua temperatura corporal sempre elevada, devido à presença de escamas dérmicas, que funcionam como isolante térmico.

    IV. Animais ectotérmicos, como os pinguins, dependem de uma fonte externa de calor, bem como do auxílio de penas para manter sua temperatura corpórea constante.

    V. Por dependerem de fontes externas de calor para regularem sua temperatura corpórea, os animais pertencentes ao grupo II são menos evoluídos que os animais pertencentes ao grupo I.

    Assinale a alternativa correta
    Escolha uma alternativa para a questão 40e81c08-fd
  • 40E14100-FD

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Paciente, do sexo feminino, 32 anos, com histórico de infertilidade, há dois anos, é diagnosticada com a síndrome do folículo não roto. Nesse caso, observa-se a maturação do folículo e o correto desenvolvimento do ovócito em seu interior. Entretanto, o rompimento das paredes foliculares não ocorre para sua liberação. Pode-se sugerir como uma das possíveis causas dessa síndrome uma deficiência de
    Escolha uma alternativa para a questão 40e14100-fd
  • 40DD7BC7-FD

    Biologia

    Hereditariedade e diversidade da vida
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Machos transgênicos de Aedes aegypti, dotados de espermatozoides defeituosos, foram recentemente desenvolvidos pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo e poderão ser produzidos em escala-piloto no próximo ano. Devido ao defeito introduzido em seus espermatozoides, os ovos resultantes da cópula são inviáveis, contribuindo para a diminuição da população do mosquito.
    Mosquito transgênico pode ser peça-chave no combate às arboviroses. Agência FAPESP, São Paulo, 21 jun. 2018. Disponível em: http://agencia.fapesp.br/mosquito-transgenico-pode-ser-peca-chave-no-combate-as-arboviroses/28078/. Acesso em 31 de jul. 2018.

    Nesse sentido, caso os pesquisadores tenham sucesso em controlar a população de Aedes aegypti por meio dessa tecnologia e a utilizem para obter pernilongos transgênicos ou mesmo mosquitos transgênicos pertencentes a outras espécies veiculadoras de doenças, poderemos ter um reforço no combate da
    Escolha uma alternativa para a questão 40dd7bc7-fd
  • 40CD8535-FD

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    “Parabéns, você é um vencedor. Já nasceu com essa condição. Para ser o que é, ganhou a primeira e a mais importante competição de toda a sua existência, uma disputa mais concorrida do que qualquer vestibular. Você contrariou estatísticas, desafiou regras matemáticas de probabilidade e zombou da sorte. Derrotou outros 300 milhões de concorrentes. Todos sabem qual o caminho a tomar. Nadam freneticamente em direção ao útero, onde – durante apenas dois dias por mês – podem encontrar um óvulo à espera da união capaz de gerar um novo ser humano. Não é fácil. Somente um deles é bem-sucedido nessa corrida de obstáculos. Foi um espermatozoide específico, de seu pai, que levou a um óvulo de sua mãe as moléculas de DNA que, misturadas ao DNA dela, deram as instruções genéticas para fabricar você. Imagine se ele tivesse morrido na praia. Você não existiria.”
    Você, o espermatozoide vencedor. SUPER Interessante on-line, São Paulo, 31 out. 2016.
    Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/voce-o-espermatozoidevencedor/. Acesso em 2 de ago. 2018.

    De acordo com as informações apresentadas no texto e, com base em seus conhecimentos, analise as seguintes afirmações:

    I. O texto descrito acima se refere ao evento em que o espermatozoide se encontra com o ovócito secundário.
    II. Em um processo normal de fecundação, dois espermatozoides não são capazes de fecundar o mesmo ovócito, uma vez que alterações promovidas na corona radiata impedem a passagem de mais de um espermatozoide.
    III. Enzimas liberadas a partir do acrossomo, produzido pelo complexo de Golgi, facilitam a penetração do espermatozoide durante a fecundação.
    IV. Para a formação do zigoto, o espermatozoide contribui com o núcleo e organelas, excetuando-se as mitocôndrias, as quais se desintegram durante o processo de fecundação.
    V. A pílula do dia seguinte é capaz de impedir a fecundação e, consequentemente, a formação do zigoto.

    É correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 40cd8535-fd
  • B161DBF3-FD

    Espanhol

    Análise Sintática | Análisis Sintáctico
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Los dos reyes y los dos laberintos
    Jorge Luis Borges
    Cuentan los hombres dignos de fe (pero Alá sabe más) que en los primeros días hubo un rey de las islas de Babilonia que congregó a sus arquitectos y magos y les mandó a construir un laberinto tan perplejo y sutil que los varones más prudentes no se aventuraban a entrar, y los que entraban se perdían. Esa obra era un escándalo, porque la confusión y la maravilla son operaciones propias de Dios y no de los hombres. Con el andar del tiempo vino a su corte un rey de los árabes, y el rey de Babilonia (para hacer burla de la simplicidad de su huésped) lo hizo penetrar en el laberinto, donde vagó afrentado y confundido hasta la declinación de la tarde. Entonces imploró socorro divino y dio con la puerta. Sus labios no profirieron queja ninguna, pero le dijo al rey de Babilonia que él en Arabia tenía otro laberinto y que, si Dios era servido, se lo daría a conocer algún día. Luego regresó a Arabia, juntó sus capitanes y sus alcaides y estragó los reinos de Babilonia con tan venturosa fortuna que derribó sus castillos, rompió sus gentes e hizo cautivo al mismo rey. Lo amarró encima de un camello veloz y lo llevó al desierto. Cabalgaron tres días, y le dijo: “Oh, rey del tiempo y substancia y cifra del siglo!, en Babilonia me quisiste perder en un laberinto de bronce con muchas escaleras, puertas y muros; ahora el Poderoso ha tenido a bien que te muestre el mío, donde no hay escaleras que subir, ni puertas que forzar, ni fatigosas galerías que recorrer, ni muros que veden el paso.” Luego le desató las ligaduras y lo abandonó en la mitad del desierto, donde murió de hambre y de sed. La gloria sea con aquel que no muere.
    Disponible en https://ciudadseva.com/texto/los-dos-reyes-y-los-dos-laberintos/. Accsesado en 13 de ago. 2018.
    En el segmento a seguir, destacado en el texto “Entonces imploró socorro divino y dio con la puerta. Sus labios no profirieron queja ninguna, pero le dijo al rey de Babilonia que él en Arabia tenía otro laberinto y que, si Dios era servido, se lo daría a conocer algún día.”, identifique la función de los elementos señalados “le”, “se” y “lo”, respectivamente.
    Escolha uma alternativa para a questão b161dbf3-fd
  • B1580B5B-FD

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    La sequía que acorraló a la cultura maya

    Una investigación calcula la gravedad de la temporada seca que provocó daños socioeconómicos severos en muchas áreas ocupadas por esta civilización
    [1ª parte]
    Las épocas de sequía que atormentan a muchas sociedades hoy en día no son un problema nuevo. Y quizás estudiar lo que pasó en la antigüedad pueda dar pistas sobre cómo enfrentarse a esa plaga. La civilización maya afincada durante muchos siglos en Centroamérica, fue una de las que más sufrieron las temporadas secas. Distintos estudios apuntan a que la que caracterizó décadas enteras en los siglos IX y X d. C. en muchas regiones donde vivían los mayas causó graves alteraciones socioeconómicas y contribuyó en provocar su declive cultural. Una investigación publicada este jueves en Science calcula que las consecuencias de esas sequías en la península de Yucatán (México) provocaron un descenso anual medio de las precipitaciones de casi un 50% con respecto a las condiciones actuales. Fue una de las épocas de sequía “más severas de los últimos 10.000 años en esta zona”, según uno de los autores. 
    en esta zona”, según uno de los autores. No cabe duda sobre el hecho de que eventos climáticos extremos dejaron una huella profunda en la historia de los mayas una civilización politeísta cuya estructura sociopolítica y cuya herencia cultural, lingüística y religiosa despiertan curiosidad y fascinación en muchas partes del mundo. Esclarecer cómo de intensos fueron esos eventos y hasta qué punto fueron directamente responsables de su declive, en cambio, es todavía objeto de debate. Los autores del estudio publicado este jueves, científicos de la Universidad de Cambridge (Reino Unido) y de Florida (EE UU), aportaron un nuevo elemento a la discusión tras analizar los sedimentos del lago Chichancanab, en la región de Yucatán (México).
    En la última parte del primer milenio d. C. “se redujo considerablemente el volumen de agua en los lagos de esta región, como consecuencia de la disminución en las lluvias y la mayor tasa de evaporación”, explica el español Fernando Gázquez-Sánchez, uno de los investigadores de Cambridge. “Estas etapas quedaron registradas en forma de estratos de yeso, un mineral cuya presencia en lagos suele estar relacionada con periodos secos”, agrega. Gázquez-Sánchez explica que la datación con carbono-14 de una semilla que había quedado atrapada en el yeso depositado permitió identificar con exactitud la época de sequías más extremas entre el 780 y el 990 d. C.
    Una temporada seca tan larga provocó picos en los que el descenso de la media de precipitaciones anuales alcanzó hasta un 70% con respecto a las condiciones actuales del lago Chichancanab. También se registró una disminución de entre un 2% y un 7% en la humedad. “Las causas de estas sequías fueron de origen natural, ya que en este periodo el ser humano no tenía aún la capacidad de cambiar el clima a escala global, a diferencia de lo que ocurre en la actualidad”, asegura Gázquez-Sánchez. El periodo identificado como el de situaciones de sequía más extremas “coincide perfectamente con el declive de la civilización Maya constatado a partir de restos arqueológicos, por ejemplo, la disminución en el número de construcciones civiles y templos construidos durante este periodo”, explica el investigador almeriense. 


    [2ª parte]
    La crisis de una civilización milenaria
    “Las sequías no explican la caída de todos los sitios o ciudades mayas y definitivamente hubo eventos socio-políticos que contribuyeron a la caída de la civilización”, afirma Martín Medina, de la Universidad de Auburn (EE UU). “Hasta qué punto fue el clima el detonante o simplemente un catalizador de cambios, es una pregunta sobre la cual no tenemos una respuesta clara”, prosigue. En su opinión, el estudio publicado este jueves aporta un método independiente para confirmar que la época de sequía que afectó a los mayas fue “suficientemente intensa como para causar graves perturbaciones sociales y hasta quizás el colapso de la entera civilización”.
    “La civilización maya clásica, como muchas otras, era compleja en su modelo socioeconómico y político, así como en su relación con el medio natural”, afirma Gázquez-Sánchez. Organizados en ciudades autónomas con al frente un gobernante, estos antiguos habitantes del actual Guatemala, Honduras, El Salvador y las regiones meridionales de México se sustentaban sobre todo gracias al cultivo y al consumo de maíz y otros vegetales, detalla Hugo García, historiador de la Universidad Nacional Autónoma de México. La producción agrícola se vio extremadamente afectada por la falta de lluvias provocadas por las sequías, según constataron distintos estudios.
    Los gobernantes mayas obtenían la legitimidad necesaria para gobernar gracias a la capacidad que tenían de mantener alimentada a su población, explica García. "Sin duda alguna, los problemas ecológicos que muestra el estudio debieron traer consigo una baja importante en la producción agrícola y un desabastecimiento de alimentos en la región, lo que pudo llevar a que los gobernantes locales perdieran la legitimidad y la autoridad política", asegura el historiador. También se produjo el “corte de las relaciones comerciales y diplomáticas” entre ciudades, agrega Andrés Ciudad de la Universidad Complutense de Madrid. Todo esto "trajo consigo que parte de la población las abandonara y, más tarde, la élite huyera a mejores lugares", continúa García.
    Además de problemas económicos y políticos, también el aumento de las guerras entre mayas contribuyó a empujarlos hacia el declive, según este experto. Pero hablar de una desaparición absoluta de esta civilización no sería correcto, afirman los historiadores. "Hoy día ya no se habla de colapso de la cultura o la sociedad maya, pues en realidad siguieron habitando las zonas alrededor de las grandes ciudades por mucho tiempo más y después de estas fechas hubo ciudades que surgieron o que continuaron su actividad", asegura García. Lo suyo es "hablar de un colapso del sistema o de los sistemas políticos mayas y de una reconfiguración de algunas expresiones culturales", agrega.(...)

    Disponible en https://elpais.com/elpais/2018/08/02/ciencia/1533209672_129588.html. Accesado en 06 de ago. 2018
    En relación a los argumentos presentados en la primera y en la segunda parte del texto, se puede afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão b1580b5b-fd
  • B152701F-FD

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    La sequía que acorraló a la cultura maya

    Una investigación calcula la gravedad de la temporada seca que provocó daños socioeconómicos severos en muchas áreas ocupadas por esta civilización
    [1ª parte]
    Las épocas de sequía que atormentan a muchas sociedades hoy en día no son un problema nuevo. Y quizás estudiar lo que pasó en la antigüedad pueda dar pistas sobre cómo enfrentarse a esa plaga. La civilización maya afincada durante muchos siglos en Centroamérica, fue una de las que más sufrieron las temporadas secas. Distintos estudios apuntan a que la que caracterizó décadas enteras en los siglos IX y X d. C. en muchas regiones donde vivían los mayas causó graves alteraciones socioeconómicas y contribuyó en provocar su declive cultural. Una investigación publicada este jueves en Science calcula que las consecuencias de esas sequías en la península de Yucatán (México) provocaron un descenso anual medio de las precipitaciones de casi un 50% con respecto a las condiciones actuales. Fue una de las épocas de sequía “más severas de los últimos 10.000 años en esta zona”, según uno de los autores. 
    en esta zona”, según uno de los autores. No cabe duda sobre el hecho de que eventos climáticos extremos dejaron una huella profunda en la historia de los mayas una civilización politeísta cuya estructura sociopolítica y cuya herencia cultural, lingüística y religiosa despiertan curiosidad y fascinación en muchas partes del mundo. Esclarecer cómo de intensos fueron esos eventos y hasta qué punto fueron directamente responsables de su declive, en cambio, es todavía objeto de debate. Los autores del estudio publicado este jueves, científicos de la Universidad de Cambridge (Reino Unido) y de Florida (EE UU), aportaron un nuevo elemento a la discusión tras analizar los sedimentos del lago Chichancanab, en la región de Yucatán (México).
    En la última parte del primer milenio d. C. “se redujo considerablemente el volumen de agua en los lagos de esta región, como consecuencia de la disminución en las lluvias y la mayor tasa de evaporación”, explica el español Fernando Gázquez-Sánchez, uno de los investigadores de Cambridge. “Estas etapas quedaron registradas en forma de estratos de yeso, un mineral cuya presencia en lagos suele estar relacionada con periodos secos”, agrega. Gázquez-Sánchez explica que la datación con carbono-14 de una semilla que había quedado atrapada en el yeso depositado permitió identificar con exactitud la época de sequías más extremas entre el 780 y el 990 d. C.
    Una temporada seca tan larga provocó picos en los que el descenso de la media de precipitaciones anuales alcanzó hasta un 70% con respecto a las condiciones actuales del lago Chichancanab. También se registró una disminución de entre un 2% y un 7% en la humedad. “Las causas de estas sequías fueron de origen natural, ya que en este periodo el ser humano no tenía aún la capacidad de cambiar el clima a escala global, a diferencia de lo que ocurre en la actualidad”, asegura Gázquez-Sánchez. El periodo identificado como el de situaciones de sequía más extremas “coincide perfectamente con el declive de la civilización Maya constatado a partir de restos arqueológicos, por ejemplo, la disminución en el número de construcciones civiles y templos construidos durante este periodo”, explica el investigador almeriense. 


    [2ª parte]
    La crisis de una civilización milenaria
    “Las sequías no explican la caída de todos los sitios o ciudades mayas y definitivamente hubo eventos socio-políticos que contribuyeron a la caída de la civilización”, afirma Martín Medina, de la Universidad de Auburn (EE UU). “Hasta qué punto fue el clima el detonante o simplemente un catalizador de cambios, es una pregunta sobre la cual no tenemos una respuesta clara”, prosigue. En su opinión, el estudio publicado este jueves aporta un método independiente para confirmar que la época de sequía que afectó a los mayas fue “suficientemente intensa como para causar graves perturbaciones sociales y hasta quizás el colapso de la entera civilización”.
    “La civilización maya clásica, como muchas otras, era compleja en su modelo socioeconómico y político, así como en su relación con el medio natural”, afirma Gázquez-Sánchez. Organizados en ciudades autónomas con al frente un gobernante, estos antiguos habitantes del actual Guatemala, Honduras, El Salvador y las regiones meridionales de México se sustentaban sobre todo gracias al cultivo y al consumo de maíz y otros vegetales, detalla Hugo García, historiador de la Universidad Nacional Autónoma de México. La producción agrícola se vio extremadamente afectada por la falta de lluvias provocadas por las sequías, según constataron distintos estudios.
    Los gobernantes mayas obtenían la legitimidad necesaria para gobernar gracias a la capacidad que tenían de mantener alimentada a su población, explica García. "Sin duda alguna, los problemas ecológicos que muestra el estudio debieron traer consigo una baja importante en la producción agrícola y un desabastecimiento de alimentos en la región, lo que pudo llevar a que los gobernantes locales perdieran la legitimidad y la autoridad política", asegura el historiador. También se produjo el “corte de las relaciones comerciales y diplomáticas” entre ciudades, agrega Andrés Ciudad de la Universidad Complutense de Madrid. Todo esto "trajo consigo que parte de la población las abandonara y, más tarde, la élite huyera a mejores lugares", continúa García.
    Además de problemas económicos y políticos, también el aumento de las guerras entre mayas contribuyó a empujarlos hacia el declive, según este experto. Pero hablar de una desaparición absoluta de esta civilización no sería correcto, afirman los historiadores. "Hoy día ya no se habla de colapso de la cultura o la sociedad maya, pues en realidad siguieron habitando las zonas alrededor de las grandes ciudades por mucho tiempo más y después de estas fechas hubo ciudades que surgieron o que continuaron su actividad", asegura García. Lo suyo es "hablar de un colapso del sistema o de los sistemas políticos mayas y de una reconfiguración de algunas expresiones culturales", agrega.(...)

    Disponible en https://elpais.com/elpais/2018/08/02/ciencia/1533209672_129588.html. Accesado en 06 de ago. 2018
    En el fragmento “Distintos estudios apuntan a que la que caracterizó décadas enteras en los siglos IX y X d. C.”, situado en el primer párrafo, la partícula la, destacada, corresponde a 
    Escolha uma alternativa para a questão b152701f-fd
  • 75CD403B-FD

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema “Inquietação”, de Helena Kolody, publicado em Viagem no espelho:


    Inquietação


    O ritmo febril de um sangue moço
    Lateja em minhas fontes.
    As tendências recalcadas
    Rumorejam surdamente,
    Como larvas represadas,
    Eu não sei que perdidas regiões do inconsciente.
    Não possuo mais a antiga serenidade
    De alta montanha nevada.


    O amor quis envolver-me
    E eu me esquivei.
    Essa tristeza que me oprime
    Tornou-se mais espessa
    E pesou mais o meu destino de ser só.


    O esforço gasto em árdua luta
    Partiu não sei que amarras
    Que me prendiam à vida.
    Meu espírito, desarvorado,
    Deixa-se vagar ao sabor da corrente.
    Não quer aportar.


    KOLODY, Helena. Inquietação. In: ___. Viagem no espelho. Curitiba: Ed. da UFPR, 1995. p. 231.


    Assinale a alternativa INcorreta sobre o poema “Inquietação”, de Helena Kolody.

    Escolha uma alternativa para a questão 75cd403b-fd
  • 75C824BC-FD

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o fragmento que inicia “Devaneios e embriaguez duma rapariga”, conto de Clarice Lispector, publicado em Laços de família.


    Pelo quarto parecia-lhe estarem a se cruzar os eletricos, a estremecerem-lhe a imagem refletida. Estava a se pentear vagarosamente diante da penteadeira de tres espelhos, os bracos brancos e fortes arrepiavamse à frescurazita da tarde. Os olhos nao se abandonavam, os espelhos vibravam ora escuros, ora luminosos. Cá fora, duma janela mais alta, caiu à rua uma cousa pesada e fofa. Se os miudos e o marido estivessem à casa, já lhe viria à ideia que seria descuido deles. Os olhos nao se despregavam da imagem, o pente trabalhava meditativo, o roupao aberto deixava aparecerem nos espelhos os seios entrecortados de várias raparigas.

    "A Noite!", gritou o jornaleiro ao vento brando da Rua do Riachuelo, e alguma cousa arrepiou-se pressagiada. Jogou o pente à penteadeira, cantou absorta: "quem viu o par-dal-zito... passou pela jane-la... voou pr'alem do Mi-nho!" — mas, colerica, fechou-se dura como um leque.

    Deitou-se, abanava-se impaciente com um jornal a farfalhar no quarto. Pegou o lenco, aspirava-o a comprimir o bordado áspero com os dedos avermelhados. Punha-se de novo a abanar-se, quase a sorrir. Ai, ai, suspirou a rir. Teve a visao de seu sorriso claro de rapariga ainda nova, e sorriu mais fechando os olhos, a abanar-se mais profundamente. Ai, ai, vinha da rua como uma borboleta.

    [...]

    LISPECTOR, Clarice. Devaneios e embriaguez duma rapariga. In: ___. Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 5.


    Assinale a alternativa correta sobre o fragmento de texto apresentado para a questão. 

    Escolha uma alternativa para a questão 75c824bc-fd
  • 75B6518F-FD

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre a obra Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus, é INcorreto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 75b6518f-fd
  • C6E83087-FD

    Português

    Análise sintática
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão:
    Não há vagas
    Ferreira Gullar
    O preço do feijão
    não cabe no poema. O preço
    do arroz
    não cabe no poema.
     Não cabem no poema o gás
    a luz o telefone
    a sonegação
    do leite
    da carne
    do açúcar
    do pão

    O funcionário público
    não cabe no poema
    com seu salário de fome
    sua vida fechada
    em arquivos.
    Como não cabe no poema
    o operário que esmerila seu dia de aço
    e carvão
    nas oficinas escuras

    - porque o poema, senhores,
    está fechado:
    "não há vagas

    Só cabe no poema
    o homem sem estômago
    a mulher de nuvens
    a fruta sem preço

    O poema, senhores,
    não fede
    nem cheira

    Gullar, Ferreira in 'Antologia Poética'. Disponível em Acesso em 08 de ago. 2018.
    Considerando os recursos linguísticos que atuam na construção dos sentidos do poema, avalie as seguintes afirmativas:

    I. A recorrência das estruturas sintáticas funciona como um elemento de coesão textual e não interfere na formação do ritmo do poema.
    II. O vocativo senhores é dirigido aos leitores e, ironicamente, aos poetas que produzem poemas que não fedem e não cheiram.
    III. A frase “não fede nem cheira” está empregada em sentido conotativo e expressa uma ideia de indiferença.
    IV. As aspas em “Não há vagas” são empregadas porque se trata de uma gíria utilizada no âmbito do mercado de trabalho.

    É correto apenas o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão c6e83087-fd
  • C6E34494-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão:
    Não há vagas
    Ferreira Gullar
    O preço do feijão
    não cabe no poema. O preço
    do arroz
    não cabe no poema.
     Não cabem no poema o gás
    a luz o telefone
    a sonegação
    do leite
    da carne
    do açúcar
    do pão

    O funcionário público
    não cabe no poema
    com seu salário de fome
    sua vida fechada
    em arquivos.
    Como não cabe no poema
    o operário que esmerila seu dia de aço
    e carvão
    nas oficinas escuras

    - porque o poema, senhores,
    está fechado:
    "não há vagas

    Só cabe no poema
    o homem sem estômago
    a mulher de nuvens
    a fruta sem preço

    O poema, senhores,
    não fede
    nem cheira

    Gullar, Ferreira in 'Antologia Poética'. Disponível em Acesso em 08 de ago. 2018.
    Valendo-se de um tom de contestação, o poema “Não há Vagas” critica, fundamentalmente,
    Escolha uma alternativa para a questão c6e34494-fd