Questões do ENEM: Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
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593 questões encontradas. Mostrando a página 24 de 30.
FCEE9CB5-E8 O modelo industrial predominante no século XX vem passando por um progressivo declínio, em decorrência da Revolução Técnico-Científica, que inaugurou profundas mudanças no processo produtivo. Essa Revolução se caracteriza peloFCEB1C33-E8 Geografia
AgropecuáriaUFRN · 2007FácilEntre para guardar nos favoritosO processo de modernização tem afetado extensões significativas do meio rural brasileiro. A prática da agricultura moderna, no entanto, tem gerado diversos problemas ecológicos. Dentre esses problemas, pode-se destacarFCE7AEB6-E8 Geografia
ClimaUFRN · 2007FácilEntre para guardar nos favoritosA insolação se distribui de forma desigual na superfície da Terra, conferindo faixas climáticas diferenciadas ao planeta. Sobre essas condições naturais, que interferem no desenvolvimento de atividades econômicas, pode-se afirmar:FCE3F1EC-E8 Geografia
AmazôniaUFRN · 2007FácilEntre para guardar nos favoritosO processo de ocupação e de exploração econômica da Amazônia brasileira foi acelerado a partir da década de 1970. A respeito desse processo, é correto afirmar:FCD79535-E8 Conhecimentos Gerais
Movimentos Sociais, Discriminação e Desigualdade: Raça, classe e gêneroUFRN · 2007DifícilEntre para guardar nos favoritosNo final do século XIX e no início do século XX, o “caráter nacional” foi um dos temas centrais das reflexões de muitos intelectuais brasileiros. Estes se defrontavam com a realidade da mestiçagem no Brasil, vista como causa de muitos dos problemas nacionais. Um desses estudiosos, Nina Rodrigues, escreveu:“Pelo lado etnológico não é o jagunço todo e qualquer mestiço brasileiro. Representa-o em rigor o mestiço do sertão que soube acomodar as qualidades viris de seus ascendentes selvagens, índios ou negros, às condições sociais da vida livre e da civilização rudimentar dos centros que habita. Muito diferente é o mestiço do litoral que a aguardente, o ambiente das cidades, a luta pela vida mais intelectual do que física, uma civilização superior às exigências da sua organização física e mental, enfraqueceram, abastardaram, acentuando a nota degenerativa que já resulta do simples cruzamento de raças antropologicamente muito diferentes”.RODRIGUES, R. Nina. As coletividades anormais. In: CAMPOS, Flavio de. Oficina de História: História do Brasil. São Paulo: Moderna, 1999. p. 202. Nina Rodrigues, no trecho acima reproduzido, assim interpreta a “questão da mestiçagem”:FCD48DE7-E8 História
História do BrasilUFRN · 2007FácilEntre para guardar nos favoritosNo Brasil, a mão-de-obra escrava africana foi o sustentáculo da vida econômica durante a Colônia e o Império.As fontes abaixo servem para a reconstrução histórica da escravatura no Brasil.Fonte 1
DEBRET, Jean-Baptiste. Feitor castigando escravo.1835. Disponível em:<http://www.terrabrasileira.net/folclore/origens/africana/escravo.html>. Acesso em: 24 ago. 2007.Fonte 2
PROVÍNCIA DE SÃO PAULO, 14 maio 1875.DELL’AGOSTINO, Adriana de Oliveira Gabardo; VASCO, Ediméri Stadler; SILVA, Sérgio Aguilar. História: trabalho, cultura e poder. Curitiba: Base Editora, 2005. p. 72. (Sociedade brasileira, 3).Tomando como referência essas duas fontes históricas, com relação à escravidão africana no Brasil, podemos afirmar que
FCD18ABB-E8 História
História do BrasilUFRN · 2007MédioEntre para guardar nos favoritosA definição de um território nacional é uma construção histórica. Os limites que deram a configuração atual do território brasileiro deveram-se principalmente àFCCCFDDA-E8 História
História GeralUFRN · 2007FácilEntre para guardar nos favoritosEm diferentes tempos, fatores de ordem natural têm influenciado as ações humanas. Napoleão Bonaparte, retratado com freqüência como grande comandante e estrategista militar, defrontou-se com esses fatores, na ocasião em queFCC9CF7B-E8 História
Expansão Comercial a Marítima: a busca de novos mundosUFRN · 2007FácilEntre para guardar nos favoritosAs narrativas das viagens de Marco Polo (1254- 1324) pela Ásia se tornaram populares na Europa, no final da Idade Média. Esse navegador descreveu a paisagem observada em uma de suas viagens da seguinte forma:“[Aladino] fez construir, num vale, entre duas montanhas, o mais belo jardim que já se viu. Havia neste vale os melhores frutos da terra. No meio do parque foram edificadas as mais suntuosas moradias e palácios que os homens já viram; eram dourados e pintados com maravilhosas cores. No centro do jardim havia uma fonte, com muitas bicas, de onde jorravam o vinho, o leite, o mel e ainda a água. Havia nesse jardim as donzelas mais belas do mundo; estas sabiam tocar todos os instrumentos e cantavam como os anjos.”POLO, Marco. O livro das maravilhas. Porto Alegre: LP&M, 2006. p. 74.Descrições feitas por Marco Polo, tais como a que o fragmento textual acima apresenta, influenciaramFCC6031C-E8 História
Construção do Estado Liberal: Revolução FrancesaUFRN · 2007MédioEntre para guardar nos favoritosClaude de Saint-Simon, pensador francês, é um dos representantes do chamado “socialismo utópico”, corrente filosófica que criticava os resultados sociais da Revolução Francesa e da Revolução Industrial. Em suas obras, SaintSimon propunhaFCC0CF1F-E8 História
História GeralUFRN · 2007MédioEntre para guardar nos favoritosAs muralhas construídas em torno das cidades medievais deram-lhes feição física semelhante à dos castelos fortificados dos senhores feudais. No entanto, a organização dessas cidades era distinta das estruturas feudais, pelo fato de, no espaço urbano,FCBC0CE3-E8 História
Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)UFRN · 2007MédioEntre para guardar nos favoritosAs civilizações da Mesopotâmia e a do Egito desenvolveram-se em regiões semi-áridas, onde se construíram grandes obras hidráulicas.Em razão disso, a estrutura sociopolítica assumiu a forma de Estado, que passou aFCB773FC-E8 História
História GeralUFRN · 2007MédioEntre para guardar nos favoritosNas duas últimas décadas do século XX, dois conflitos ocorridos no Oriente Médio repercutiram internacionalmente.Em 1979, os muçulmanos xiitas do Irã, liderados pelo aiatolá Khomeini, organizaram uma república islâmica naquele país. Em 1980, o presidente do Iraque, Saddam Hussein, declarou guerra à República Islâmica do Irã, alegando o perigo do radicalismo dos xiitas. Esse conflito ficou conhecido como “Guerra Irã – Iraque”.Em 1990, Saddam Hussein invadiu o Kuwait, alegando questões de limites e reivindicando territórios desse país, o que desencadeou a “Guerra do Golfo”.Interesses estrangeiros também contribuíram para o desenrolar desses conflitos no Oriente Médio. Uma comprovação disso é o fato deFCB3A8E1-E8 Português
Interpretação de TextosUFRN · 2007MédioEntre para guardar nos favoritosTendo em vista a composição das personagens, o autor de A moratória fornece a seguinte orientação:“(Olímpio e Lucília saem, abraçados, pela porta em arco. Ao mesmo tempo, Marcelo aparece à porta de seu quarto no Primeiro Plano e Helena, com uma bandeja de xícaras, à porta da cozinha no Segundo Plano. Helena volta-se e sai novamente. Marcelo encosta-se ao batente da porta, completamente atordoado.)”ANDRADE, Jorge. A moratória. Rio de Janeiro: Agir, 2003. p. 116.Nessa orientação, o autor indica um traço psicológico que, ao longo da peça, caracteriza uma das personagens. O trecho em que isso se verifica é:FCAFEFA3-E8 Português
Interpretação de TextosUFRN · 2007DifícilEntre para guardar nos favoritosA ação de A moratória situa-se em um momento histórico importante. Na peça, as profundas transformações por que passa a sociedade brasileira são representadasFCACBEE9-E8 Literatura
Escolas LiteráriasUFRN · 2007MédioEntre para guardar nos favoritosNo livro Contos de aprendiz, a caracterização das personagens Ana Clementina (de “A baronesa”), Luci (de “Nossa amiga”) e a companheira de viagem do narrador (de “Extraordinária conversa com uma senhora de minhas relações”) dá ênfase a um aspecto que revela muito sobre cada uma delas. Tratase do modo como
FCA8F842-E8 Português
Gêneros TextuaisUFRN · 2007MédioEntre para guardar nos favoritosA declaração abaixo inicia o conto “Flor, telefone, moça”:
“NÃO, não é conto. Sou apenas um sujeito que escuta algumas vezes, que outras não escuta, e vai passando.”
ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos de aprendiz. 48. ed. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 77.
Por meio dessa declaração, o narrador faz referência a uma característica básica
FCA584F4-E8 Literatura
Escolas LiteráriasUFRN · 2007DifícilEntre para guardar nos favoritosAssinale a opção de resposta em que a parte destacada na recente manchete de jornal faz referência a uma das questões tratadas por Carlos Eduardo Novaes, há mais de trinta anos, na crônica “Aeroporto de Congonhas, uma, duas, várias vergonhas” (Para Gostar de Ler, 7).FCA0F934-E8 Português
PontuaçãoUFRN · 2007MédioEntre para guardar nos favoritos
DIAFÉRIA, Lourenço. Lição de ser. In: Crônicas 6. 18. ed. São Paulo: Ática, 2005. p. 84-85. (Para Gostar de Ler, 7).
A vírgula empregada na linha 11FC9C5EBC-E8 Português
Interpretação de TextosUFRN · 2007DifícilEntre para guardar nos favoritos
DIAFÉRIA, Lourenço. Lição de ser. In: Crônicas 6. 18. ed. São Paulo: Ática, 2005. p. 84-85. (Para Gostar de Ler, 7).
Observe o quadro abaixo:

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