Questões do ENEM: Universidade Federal de Goiás (UFG)

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Resultados

412 questões encontradas. Mostrando a página 3 de 21.

  • ED1F0B26-AB

    Geografia

    Geografia Física
    UFG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Analise a figura a seguir.

    imagem-010.jpg A figura representa o ponto de vista a partir dos polos sul do Sol e da Terra (o eixo de rotação da Terra está inclinado). A partir da posição ocupada pela Terra no ponto A e do sentido do movimento em torno do Sol, o ponto
    Escolha uma alternativa para a questão ed1f0b26-ab
  • E468C671-AB

    Geografia

    Geografia Física
    UFG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    imagem-009.jpg A partir da comparação e de análise dos dois mapas, verifica-se que as relações na Faixa Centro são de
    Escolha uma alternativa para a questão e468c671-ab
  • D41FF49E-AB

    Matemática

    Geometria Plana
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    A figura a seguir apresenta a configuração de um terreno pentagonal ABCDE, cujo perímetro mede 28 metros.

    imagem-002.jpg A área do terreno e o lado do triângulo ABE medem, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão d41ff49e-ab
  • D2DA5B50-AB

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    No enunciado “Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade”, faz-se uso do recurso:
    Escolha uma alternativa para a questão d2da5b50-ab
  • D16BF95C-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    UFG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    A conclusão do texto é realizada com base na ideia de que
    Escolha uma alternativa para a questão d16bf95c-ab
  • CC5AD796-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    Relendo o terceiro parágrafo, como um todo, percebe- se que nele os argumentos apontam para a construção da imagem de um sujeito
    Escolha uma alternativa para a questão cc5ad796-ab
  • C3EF39E4-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    As ideias desenvolvidas ao longo do texto procuram
    Escolha uma alternativa para a questão c3ef39e4-ab
  • C052DBF1-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    UFG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    imagem-001.jpg

    Cosplay = Comportamento que consiste em caracterizar-se de personagens fictícios de desenhos animados, mangás, filmes e/ou séries televisivas.

    No enunciado “Cosplay pode ser coisa de nerd, mas é um luxo”, o uso do termo “mas” instaura uma relação de
    Escolha uma alternativa para a questão c052dbf1-ab
  • BF0ADF08-AB

    Português

    Gêneros Textuais
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    imagem-001.jpg

    Cosplay = Comportamento que consiste em caracterizar-se de personagens fictícios de desenhos animados, mangás, filmes e/ou séries televisivas.

    O Texto 2 explora um recurso comum ao gênero discursivo a que ele pertence, a saber:
    Escolha uma alternativa para a questão bf0adf08-ab
  • BDC24DF2-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    UFG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    imagem-001.jpg

    Cosplay = Comportamento que consiste em caracterizar-se de personagens fictícios de desenhos animados, mangás, filmes e/ou séries televisivas.

    O Texto 2 apresenta ideias relacionadas
    Escolha uma alternativa para a questão bdc24df2-ab
  • 1BA4DDE6-5A

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFG · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Haiku is a very important form of traditional Japanese poetry designed to convey the essence of an experience in a short format. Read the haiku below.

    Imagem 090.jpg

    What inference can be made?
    Escolha uma alternativa para a questão 1ba4dde6-5a
  • 1A199BE1-5A

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFG · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    The following sentences were taken from the site www.livingin-canada.com. Which one is intended to per­ suade the reader to go there?
    Escolha uma alternativa para a questão 1a199be1-5a
  • 16A5F6AA-5A

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFG · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    According to the Russian novelist Boris Pasternak, “literature is the art of discovering something extraordinary about ordinary people, and saying with ordinary words something extraordinary”. Taking his quote into account, which comment below, from the novel The Rain Before It Falls, by Jonathan Coe, reveals something extraordinary about something ordinary?
    Escolha uma alternativa para a questão 16a5f6aa-5a
  • 15271A98-5A

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFG · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    The Newsweek magazine brings on the cover:

    Imagem 088.jpg

    This traditional male is usually seen as someone who
    Escolha uma alternativa para a questão 15271a98-5a
  • 13A694DA-5A

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFG · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Which statement contradicts the myth that domestic violence only happens to poor women and women of colour?
    Escolha uma alternativa para a questão 13a694da-5a
  • 1230B467-5A

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFG · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Read the following text to answer the questions 83 and 84.

    Imagem 086.jpg
    Imagem 087.jpg

    In the text, it is possible to find
    Escolha uma alternativa para a questão 1230b467-5a
  • 10B936DC-5A

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFG · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Read the following text to answer the questions 83 and 84.

    Imagem 086.jpg
    Imagem 087.jpg

    The text is based on the following pressuposition:
    Escolha uma alternativa para a questão 10b936dc-5a