Questões do ENEM: Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Paraná (IF-PR)

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355 questões encontradas. Mostrando a página 7 de 18.

  • 506E2097-CB

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Os infelizes cálculos da felicidade (fragmento),
                                                              Mia Couto.

        O homem da história é chamado Julio Novesfora. Noutras falas o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios*:
        – É conta que se faz sem cabeça.
        Doseava o coração em aplicações regradas, reduzida a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Julio Novesfora era nela um aguarda-factos*. Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si*.
        – Faça as contas mestre.
        Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já nem sabia o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais*. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Julio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor ataratonto, relembrava:
    – A paixão é o mundo a dividir por zero.

    *grafia usada em Moçambique 
    Nesse texto, o escritor “brinca” com o leitor e o desafia a utilizar a imaginação para interpretar e entender toda a trama. Analisando-o segundo os elementos característicos das narrativas literárias, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 506e2097-cb
  • 506B4C43-CB

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Os infelizes cálculos da felicidade (fragmento),
                                                              Mia Couto.

        O homem da história é chamado Julio Novesfora. Noutras falas o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios*:
        – É conta que se faz sem cabeça.
        Doseava o coração em aplicações regradas, reduzida a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Julio Novesfora era nela um aguarda-factos*. Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si*.
        – Faça as contas mestre.
        Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já nem sabia o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais*. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Julio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor ataratonto, relembrava:
    – A paixão é o mundo a dividir por zero.

    *grafia usada em Moçambique 
    Compare as expressões I e II abaixo (também negritadas no texto) e, a seguir, assinale a alternativa correta.

    I) “...reduzida a paixão ao seu equivalente numérico.”
    II) “A paixão é o mundo a dividir por zero.”
    Escolha uma alternativa para a questão 506b4c43-cb
  • 50684FE6-CB

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Os infelizes cálculos da felicidade (fragmento),
                                                              Mia Couto.

        O homem da história é chamado Julio Novesfora. Noutras falas o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios*:
        – É conta que se faz sem cabeça.
        Doseava o coração em aplicações regradas, reduzida a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Julio Novesfora era nela um aguarda-factos*. Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si*.
        – Faça as contas mestre.
        Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já nem sabia o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais*. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Julio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor ataratonto, relembrava:
    – A paixão é o mundo a dividir por zero.

    *grafia usada em Moçambique 
    Analisando o contexto em que é empregada a expressão: “A paixão é o mundo a dividir por zero”, assinale a alternativa que melhor a explica.
    Escolha uma alternativa para a questão 50684fe6-cb
  • 50651606-CB

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Os infelizes cálculos da felicidade (fragmento),
                                                              Mia Couto.

        O homem da história é chamado Julio Novesfora. Noutras falas o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios*:
        – É conta que se faz sem cabeça.
        Doseava o coração em aplicações regradas, reduzida a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Julio Novesfora era nela um aguarda-factos*. Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si*.
        – Faça as contas mestre.
        Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já nem sabia o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais*. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Julio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor ataratonto, relembrava:
    – A paixão é o mundo a dividir por zero.

    *grafia usada em Moçambique 
    Mia Couto, escritor moçambicano, é um mestre das palavras. Nesse texto, ele aproxima a linguagem matemática das relações humanas e do cotidiano do personagem e, com isso:
    Escolha uma alternativa para a questão 50651606-cb
  • 3330E90F-DD

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    IF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    APARECIÓ UNA BOA DE MÁS DE 2 METROS EN CARRASCO Y AHORA VETERINARIA LA ESTUDIARÁ

    En la tarde de ayer, lunes, un grupo de vecinos llamó a la Policía para dar aviso de que dentro de una caja junto a un contenedor de basura habían encontrado una víbora.


    En la tarde de ayer, lunes, un grupo de vecinos de Carrasco encontró una boa de más de dos metros junto a un contenedor de basura que se presume alguien tenía como mascota. 

       Según informó Telenoche y confirmó El País, el animal fue hallado en una caja de cartón dentro del contenedor que está sobre avenida Italia a la altura de la calle Ipanema. Un colegio de la zona llamó a la Policía para dar aviso y agentes de la Seccional 14ª se hicieron presentes en el lugar. También debió intervenir el Centro Coordinador de Emergencias Departamentales (Cecoed) de Montevideo. Pero cuando llegaron al lugar los funcionarios el animal estaba muerto.

       Alejandro Crampet, docente de la Facultad de Veterinaria y veterinario especializado en reptiles, también estuvo en el lugar y esta mañana detalló a El País que la víbora era hembra, medía más de dos metros y pertenecía a la especie “boa constrictor occidentalis”.

        Crampet señaló que cuando llegó la boa ya estaba muerta y que si bien ahora se estudiará para saber qué fue lo que le sucedió, se notaba que estaba “en muy buen estado”, por lo que se presume alguien la tenía como mascota. Al animal “evidentemente lo tenía una persona y lo tenía muy bien cuidado”, insistió.

       De todas maneras, el experto explicó que es una especie que no está autorizada para tener en Uruguay. Es originaria del Sur de Argentina y “probablemente ingresó al país de contrabando”

       “Es una especie que está en la lista de animales que no se puede tener” en Uruguay, pero no por estar en extinción, sino porque “hasta hace algunos años a este animal se lo cazaba para sacarle la piel y entonces había cargamentos de piel muy grandes y se lo puso en la lista para protegerlo”, añadió.

       El docente sostuvo que la boa es un animal que no ofrece ningún peligro, “puede morder, como te mordería un perro o un gato. Pero no hay ningún otro tipo de peligro. No son venenosas”.

        En la Facultad de Veterinaria será ahora utilizada como material de estudio: “Lo que hacemos es hacer un relevamiento de estos animales, porque no se sabe el origen y demás. Investigamos si no tienen parásitos o alguna enfermedad infecciosa que pudiera haber ingresado al país”, agregó el experto.

        Crampet dijo que “aparentemente no tenía grandes lesiones externas. Lo que sí tenía era sangre en la boca, recién había muerto. Y la presencia de sangre en la boca indica que hay una lesión interna. Probablemente la haya pisado un auto o recibió algún golpe”.

    Acceso en 07/08/2018 - https://www.elpais.com.uy/ informacion/sociedad/aparecio-boa-metros-carrascoveterinaria-estudiara.html

    Sobre la culebra, es posible afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 3330e90f-dd
  • 332DB04D-DD

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    IF-PR · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    APARECIÓ UNA BOA DE MÁS DE 2 METROS EN CARRASCO Y AHORA VETERINARIA LA ESTUDIARÁ

    En la tarde de ayer, lunes, un grupo de vecinos llamó a la Policía para dar aviso de que dentro de una caja junto a un contenedor de basura habían encontrado una víbora.


    En la tarde de ayer, lunes, un grupo de vecinos de Carrasco encontró una boa de más de dos metros junto a un contenedor de basura que se presume alguien tenía como mascota. 

       Según informó Telenoche y confirmó El País, el animal fue hallado en una caja de cartón dentro del contenedor que está sobre avenida Italia a la altura de la calle Ipanema. Un colegio de la zona llamó a la Policía para dar aviso y agentes de la Seccional 14ª se hicieron presentes en el lugar. También debió intervenir el Centro Coordinador de Emergencias Departamentales (Cecoed) de Montevideo. Pero cuando llegaron al lugar los funcionarios el animal estaba muerto.

       Alejandro Crampet, docente de la Facultad de Veterinaria y veterinario especializado en reptiles, también estuvo en el lugar y esta mañana detalló a El País que la víbora era hembra, medía más de dos metros y pertenecía a la especie “boa constrictor occidentalis”.

        Crampet señaló que cuando llegó la boa ya estaba muerta y que si bien ahora se estudiará para saber qué fue lo que le sucedió, se notaba que estaba “en muy buen estado”, por lo que se presume alguien la tenía como mascota. Al animal “evidentemente lo tenía una persona y lo tenía muy bien cuidado”, insistió.

       De todas maneras, el experto explicó que es una especie que no está autorizada para tener en Uruguay. Es originaria del Sur de Argentina y “probablemente ingresó al país de contrabando”

       “Es una especie que está en la lista de animales que no se puede tener” en Uruguay, pero no por estar en extinción, sino porque “hasta hace algunos años a este animal se lo cazaba para sacarle la piel y entonces había cargamentos de piel muy grandes y se lo puso en la lista para protegerlo”, añadió.

       El docente sostuvo que la boa es un animal que no ofrece ningún peligro, “puede morder, como te mordería un perro o un gato. Pero no hay ningún otro tipo de peligro. No son venenosas”.

        En la Facultad de Veterinaria será ahora utilizada como material de estudio: “Lo que hacemos es hacer un relevamiento de estos animales, porque no se sabe el origen y demás. Investigamos si no tienen parásitos o alguna enfermedad infecciosa que pudiera haber ingresado al país”, agregó el experto.

        Crampet dijo que “aparentemente no tenía grandes lesiones externas. Lo que sí tenía era sangre en la boca, recién había muerto. Y la presencia de sangre en la boca indica que hay una lesión interna. Probablemente la haya pisado un auto o recibió algún golpe”.

    Acceso en 07/08/2018 - https://www.elpais.com.uy/ informacion/sociedad/aparecio-boa-metros-carrascoveterinaria-estudiara.html

        En el cuarto párrafo, Alejandro Crampet dice lo siguiente: “evidentemente lo tenía una persona y lo tenía muy bien cuidado”. Los términos, en negrita en el texto, se refieren:
    Escolha uma alternativa para a questão 332db04d-dd
  • 332A711C-DD

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
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    APARECIÓ UNA BOA DE MÁS DE 2 METROS EN CARRASCO Y AHORA VETERINARIA LA ESTUDIARÁ

    En la tarde de ayer, lunes, un grupo de vecinos llamó a la Policía para dar aviso de que dentro de una caja junto a un contenedor de basura habían encontrado una víbora.


    En la tarde de ayer, lunes, un grupo de vecinos de Carrasco encontró una boa de más de dos metros junto a un contenedor de basura que se presume alguien tenía como mascota. 

       Según informó Telenoche y confirmó El País, el animal fue hallado en una caja de cartón dentro del contenedor que está sobre avenida Italia a la altura de la calle Ipanema. Un colegio de la zona llamó a la Policía para dar aviso y agentes de la Seccional 14ª se hicieron presentes en el lugar. También debió intervenir el Centro Coordinador de Emergencias Departamentales (Cecoed) de Montevideo. Pero cuando llegaron al lugar los funcionarios el animal estaba muerto.

       Alejandro Crampet, docente de la Facultad de Veterinaria y veterinario especializado en reptiles, también estuvo en el lugar y esta mañana detalló a El País que la víbora era hembra, medía más de dos metros y pertenecía a la especie “boa constrictor occidentalis”.

        Crampet señaló que cuando llegó la boa ya estaba muerta y que si bien ahora se estudiará para saber qué fue lo que le sucedió, se notaba que estaba “en muy buen estado”, por lo que se presume alguien la tenía como mascota. Al animal “evidentemente lo tenía una persona y lo tenía muy bien cuidado”, insistió.

       De todas maneras, el experto explicó que es una especie que no está autorizada para tener en Uruguay. Es originaria del Sur de Argentina y “probablemente ingresó al país de contrabando”

       “Es una especie que está en la lista de animales que no se puede tener” en Uruguay, pero no por estar en extinción, sino porque “hasta hace algunos años a este animal se lo cazaba para sacarle la piel y entonces había cargamentos de piel muy grandes y se lo puso en la lista para protegerlo”, añadió.

       El docente sostuvo que la boa es un animal que no ofrece ningún peligro, “puede morder, como te mordería un perro o un gato. Pero no hay ningún otro tipo de peligro. No son venenosas”.

        En la Facultad de Veterinaria será ahora utilizada como material de estudio: “Lo que hacemos es hacer un relevamiento de estos animales, porque no se sabe el origen y demás. Investigamos si no tienen parásitos o alguna enfermedad infecciosa que pudiera haber ingresado al país”, agregó el experto.

        Crampet dijo que “aparentemente no tenía grandes lesiones externas. Lo que sí tenía era sangre en la boca, recién había muerto. Y la presencia de sangre en la boca indica que hay una lesión interna. Probablemente la haya pisado un auto o recibió algún golpe”.

    Acceso en 07/08/2018 - https://www.elpais.com.uy/ informacion/sociedad/aparecio-boa-metros-carrascoveterinaria-estudiara.html

    Apunte el día en que el reportaje fue publicado.
    Escolha uma alternativa para a questão 332a711c-dd
  • 332744F8-DD

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
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    APARECIÓ UNA BOA DE MÁS DE 2 METROS EN CARRASCO Y AHORA VETERINARIA LA ESTUDIARÁ

    En la tarde de ayer, lunes, un grupo de vecinos llamó a la Policía para dar aviso de que dentro de una caja junto a un contenedor de basura habían encontrado una víbora.


    En la tarde de ayer, lunes, un grupo de vecinos de Carrasco encontró una boa de más de dos metros junto a un contenedor de basura que se presume alguien tenía como mascota. 

       Según informó Telenoche y confirmó El País, el animal fue hallado en una caja de cartón dentro del contenedor que está sobre avenida Italia a la altura de la calle Ipanema. Un colegio de la zona llamó a la Policía para dar aviso y agentes de la Seccional 14ª se hicieron presentes en el lugar. También debió intervenir el Centro Coordinador de Emergencias Departamentales (Cecoed) de Montevideo. Pero cuando llegaron al lugar los funcionarios el animal estaba muerto.

       Alejandro Crampet, docente de la Facultad de Veterinaria y veterinario especializado en reptiles, también estuvo en el lugar y esta mañana detalló a El País que la víbora era hembra, medía más de dos metros y pertenecía a la especie “boa constrictor occidentalis”.

        Crampet señaló que cuando llegó la boa ya estaba muerta y que si bien ahora se estudiará para saber qué fue lo que le sucedió, se notaba que estaba “en muy buen estado”, por lo que se presume alguien la tenía como mascota. Al animal “evidentemente lo tenía una persona y lo tenía muy bien cuidado”, insistió.

       De todas maneras, el experto explicó que es una especie que no está autorizada para tener en Uruguay. Es originaria del Sur de Argentina y “probablemente ingresó al país de contrabando”

       “Es una especie que está en la lista de animales que no se puede tener” en Uruguay, pero no por estar en extinción, sino porque “hasta hace algunos años a este animal se lo cazaba para sacarle la piel y entonces había cargamentos de piel muy grandes y se lo puso en la lista para protegerlo”, añadió.

       El docente sostuvo que la boa es un animal que no ofrece ningún peligro, “puede morder, como te mordería un perro o un gato. Pero no hay ningún otro tipo de peligro. No son venenosas”.

        En la Facultad de Veterinaria será ahora utilizada como material de estudio: “Lo que hacemos es hacer un relevamiento de estos animales, porque no se sabe el origen y demás. Investigamos si no tienen parásitos o alguna enfermedad infecciosa que pudiera haber ingresado al país”, agregó el experto.

        Crampet dijo que “aparentemente no tenía grandes lesiones externas. Lo que sí tenía era sangre en la boca, recién había muerto. Y la presencia de sangre en la boca indica que hay una lesión interna. Probablemente la haya pisado un auto o recibió algún golpe”.

    Acceso en 07/08/2018 - https://www.elpais.com.uy/ informacion/sociedad/aparecio-boa-metros-carrascoveterinaria-estudiara.html

    Marque la alternativa que presenta (en portugués), el día de la semana en el cual la culebra fue encontrada.
    Escolha uma alternativa para a questão 332744f8-dd
  • 332402C2-DD

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    IF-PR · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    APARECIÓ UNA BOA DE MÁS DE 2 METROS EN CARRASCO Y AHORA VETERINARIA LA ESTUDIARÁ

    En la tarde de ayer, lunes, un grupo de vecinos llamó a la Policía para dar aviso de que dentro de una caja junto a un contenedor de basura habían encontrado una víbora.


    En la tarde de ayer, lunes, un grupo de vecinos de Carrasco encontró una boa de más de dos metros junto a un contenedor de basura que se presume alguien tenía como mascota. 

       Según informó Telenoche y confirmó El País, el animal fue hallado en una caja de cartón dentro del contenedor que está sobre avenida Italia a la altura de la calle Ipanema. Un colegio de la zona llamó a la Policía para dar aviso y agentes de la Seccional 14ª se hicieron presentes en el lugar. También debió intervenir el Centro Coordinador de Emergencias Departamentales (Cecoed) de Montevideo. Pero cuando llegaron al lugar los funcionarios el animal estaba muerto.

       Alejandro Crampet, docente de la Facultad de Veterinaria y veterinario especializado en reptiles, también estuvo en el lugar y esta mañana detalló a El País que la víbora era hembra, medía más de dos metros y pertenecía a la especie “boa constrictor occidentalis”.

        Crampet señaló que cuando llegó la boa ya estaba muerta y que si bien ahora se estudiará para saber qué fue lo que le sucedió, se notaba que estaba “en muy buen estado”, por lo que se presume alguien la tenía como mascota. Al animal “evidentemente lo tenía una persona y lo tenía muy bien cuidado”, insistió.

       De todas maneras, el experto explicó que es una especie que no está autorizada para tener en Uruguay. Es originaria del Sur de Argentina y “probablemente ingresó al país de contrabando”

       “Es una especie que está en la lista de animales que no se puede tener” en Uruguay, pero no por estar en extinción, sino porque “hasta hace algunos años a este animal se lo cazaba para sacarle la piel y entonces había cargamentos de piel muy grandes y se lo puso en la lista para protegerlo”, añadió.

       El docente sostuvo que la boa es un animal que no ofrece ningún peligro, “puede morder, como te mordería un perro o un gato. Pero no hay ningún otro tipo de peligro. No son venenosas”.

        En la Facultad de Veterinaria será ahora utilizada como material de estudio: “Lo que hacemos es hacer un relevamiento de estos animales, porque no se sabe el origen y demás. Investigamos si no tienen parásitos o alguna enfermedad infecciosa que pudiera haber ingresado al país”, agregó el experto.

        Crampet dijo que “aparentemente no tenía grandes lesiones externas. Lo que sí tenía era sangre en la boca, recién había muerto. Y la presencia de sangre en la boca indica que hay una lesión interna. Probablemente la haya pisado un auto o recibió algún golpe”.

    Acceso en 07/08/2018 - https://www.elpais.com.uy/ informacion/sociedad/aparecio-boa-metros-carrascoveterinaria-estudiara.html

    Apunte la idea principal del texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 332402c2-dd
  • 3320B309-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF-PR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Free-Diving Family Saves Whale Shark Stuck in a
    Fishing Net

    BY JASON BITTEL
    PUBLISHED AUGUST 8, 2018

        While free-diving off the shore of Kaunolû on Hawaii’s island of Lanai, a Hawaiian family saw something they’d never seen before: A young whale shark.
       Even for people who spend a lot of time in Hawaii’s crystalline waters, this endangered animal—the world’s largest fish—is a rare and joyous sight.
       But the initial wonder faded as Kapua Kawelo and her husband Joby Rohrer, both of whom work on endangered species for the O‘ahu Army Natural Resources Program, noticed the creature had a thick, heavy rope wrapped around its neck.
       “It looked really sore,” says Rohrer. “There were these three scars from where the rope rubbed into the ridges on her back. The rope had cut probably three inches into her pectoral fin.” 
        After filming the shark for a while, the family decided to try to cut the rope with a dive knife. Using only his experience as a free-diver and a small, serrated dive blade, Rohrer dove down again and again at depths of 50 to 60 feet for spans of up to two minutes at a time.
        Finally, after about half an hour of careful work and a little bit of support from the couple’s son Kanehoalani and from Jon Sprague, a wildlife control manager for Pûlama Lâna»i, the shark was free.
       Then the family’s 15-year-old daughter, Ho’ohila, swam the 150-pounds worth of rope to shore.
       “It’s a family story,” says Kapua.

    (Adaptado de <https://www.nationalgeographic.com/animals/2018/08/whale-shark-entangled-fishing-net-freed)
    Answer the questions with one of the alternatives below.

    I) Joby Rohrer
    II) Kanehoalani
    III) Kaunolû
    IV) Ho’ohila
    V) Lanai
    VI) Kapua Kawelo
    VII) Jon Sprague

    Who is Ho’ohila’s brother? _____
    Who is a wildlife control manager? _____
    Who has experience as a free driver? _____
    Who is fifteen years old? _____
    Which of them is an island? _____

    Mark the correct alternative
    Escolha uma alternativa para a questão 3320b309-dd
  • 331D69ED-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF-PR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Free-Diving Family Saves Whale Shark Stuck in a
    Fishing Net

    BY JASON BITTEL
    PUBLISHED AUGUST 8, 2018

        While free-diving off the shore of Kaunolû on Hawaii’s island of Lanai, a Hawaiian family saw something they’d never seen before: A young whale shark.
       Even for people who spend a lot of time in Hawaii’s crystalline waters, this endangered animal—the world’s largest fish—is a rare and joyous sight.
       But the initial wonder faded as Kapua Kawelo and her husband Joby Rohrer, both of whom work on endangered species for the O‘ahu Army Natural Resources Program, noticed the creature had a thick, heavy rope wrapped around its neck.
       “It looked really sore,” says Rohrer. “There were these three scars from where the rope rubbed into the ridges on her back. The rope had cut probably three inches into her pectoral fin.” 
        After filming the shark for a while, the family decided to try to cut the rope with a dive knife. Using only his experience as a free-diver and a small, serrated dive blade, Rohrer dove down again and again at depths of 50 to 60 feet for spans of up to two minutes at a time.
        Finally, after about half an hour of careful work and a little bit of support from the couple’s son Kanehoalani and from Jon Sprague, a wildlife control manager for Pûlama Lâna»i, the shark was free.
       Then the family’s 15-year-old daughter, Ho’ohila, swam the 150-pounds worth of rope to shore.
       “It’s a family story,” says Kapua.

    (Adaptado de <https://www.nationalgeographic.com/animals/2018/08/whale-shark-entangled-fishing-net-freed)
    How long did it take to cut the rope?
    Escolha uma alternativa para a questão 331d69ed-dd
  • 331A4C92-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF-PR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Free-Diving Family Saves Whale Shark Stuck in a
    Fishing Net

    BY JASON BITTEL
    PUBLISHED AUGUST 8, 2018

        While free-diving off the shore of Kaunolû on Hawaii’s island of Lanai, a Hawaiian family saw something they’d never seen before: A young whale shark.
       Even for people who spend a lot of time in Hawaii’s crystalline waters, this endangered animal—the world’s largest fish—is a rare and joyous sight.
       But the initial wonder faded as Kapua Kawelo and her husband Joby Rohrer, both of whom work on endangered species for the O‘ahu Army Natural Resources Program, noticed the creature had a thick, heavy rope wrapped around its neck.
       “It looked really sore,” says Rohrer. “There were these three scars from where the rope rubbed into the ridges on her back. The rope had cut probably three inches into her pectoral fin.” 
        After filming the shark for a while, the family decided to try to cut the rope with a dive knife. Using only his experience as a free-diver and a small, serrated dive blade, Rohrer dove down again and again at depths of 50 to 60 feet for spans of up to two minutes at a time.
        Finally, after about half an hour of careful work and a little bit of support from the couple’s son Kanehoalani and from Jon Sprague, a wildlife control manager for Pûlama Lâna»i, the shark was free.
       Then the family’s 15-year-old daughter, Ho’ohila, swam the 150-pounds worth of rope to shore.
       “It’s a family story,” says Kapua.

    (Adaptado de <https://www.nationalgeographic.com/animals/2018/08/whale-shark-entangled-fishing-net-freed)
    Who freed the animal?
    Escolha uma alternativa para a questão 331a4c92-dd
  • 3316A3BC-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF-PR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Free-Diving Family Saves Whale Shark Stuck in a
    Fishing Net

    BY JASON BITTEL
    PUBLISHED AUGUST 8, 2018

        While free-diving off the shore of Kaunolû on Hawaii’s island of Lanai, a Hawaiian family saw something they’d never seen before: A young whale shark.
       Even for people who spend a lot of time in Hawaii’s crystalline waters, this endangered animal—the world’s largest fish—is a rare and joyous sight.
       But the initial wonder faded as Kapua Kawelo and her husband Joby Rohrer, both of whom work on endangered species for the O‘ahu Army Natural Resources Program, noticed the creature had a thick, heavy rope wrapped around its neck.
       “It looked really sore,” says Rohrer. “There were these three scars from where the rope rubbed into the ridges on her back. The rope had cut probably three inches into her pectoral fin.” 
        After filming the shark for a while, the family decided to try to cut the rope with a dive knife. Using only his experience as a free-diver and a small, serrated dive blade, Rohrer dove down again and again at depths of 50 to 60 feet for spans of up to two minutes at a time.
        Finally, after about half an hour of careful work and a little bit of support from the couple’s son Kanehoalani and from Jon Sprague, a wildlife control manager for Pûlama Lâna»i, the shark was free.
       Then the family’s 15-year-old daughter, Ho’ohila, swam the 150-pounds worth of rope to shore.
       “It’s a family story,” says Kapua.

    (Adaptado de <https://www.nationalgeographic.com/animals/2018/08/whale-shark-entangled-fishing-net-freed)
    What was the family doing when they saw the whale shark?
    Escolha uma alternativa para a questão 3316a3bc-dd
  • 33136C02-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Free-Diving Family Saves Whale Shark Stuck in a
    Fishing Net

    BY JASON BITTEL
    PUBLISHED AUGUST 8, 2018

        While free-diving off the shore of Kaunolû on Hawaii’s island of Lanai, a Hawaiian family saw something they’d never seen before: A young whale shark.
       Even for people who spend a lot of time in Hawaii’s crystalline waters, this endangered animal—the world’s largest fish—is a rare and joyous sight.
       But the initial wonder faded as Kapua Kawelo and her husband Joby Rohrer, both of whom work on endangered species for the O‘ahu Army Natural Resources Program, noticed the creature had a thick, heavy rope wrapped around its neck.
       “It looked really sore,” says Rohrer. “There were these three scars from where the rope rubbed into the ridges on her back. The rope had cut probably three inches into her pectoral fin.” 
        After filming the shark for a while, the family decided to try to cut the rope with a dive knife. Using only his experience as a free-diver and a small, serrated dive blade, Rohrer dove down again and again at depths of 50 to 60 feet for spans of up to two minutes at a time.
        Finally, after about half an hour of careful work and a little bit of support from the couple’s son Kanehoalani and from Jon Sprague, a wildlife control manager for Pûlama Lâna»i, the shark was free.
       Then the family’s 15-year-old daughter, Ho’ohila, swam the 150-pounds worth of rope to shore.
       “It’s a family story,” says Kapua.

    (Adaptado de <https://www.nationalgeographic.com/animals/2018/08/whale-shark-entangled-fishing-net-freed)
    What can be said about a whale shark?
    Escolha uma alternativa para a questão 33136c02-dd
  • 330FFEDC-DD

    Filosofia

    A Política
    IF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Em várias obras como “Para a Genealogia da Moral”, “Para além do bem e do mal” e “Humano, demasiado humano”, entre outros escritos, Nietzsche examina como surgem os valores e, em particular, os valores morais. Sobre a filosofia Nietzscheniana, em relação a essa temática, analise as afirmativas:


    I) O procedimento genealógico de Nietzsche é fundamental como instrumento para diagnosticar os valores daquele e de nosso tempo, e assim fundamentar a crítica aos mesmos.

    II) Precisamos evitar a adoção de crenças e sua defesa, pois “convicções são prisões”.

    III) O “espírito livre” se forja no exercício da crítica a toda certeza e na “vontade de potência”.

    IV) Existem dois tipos fundamentais de moral, “a moral dos senhores e a moral dos escravos”.A primeira se caracteriza pela arrogância e a segunda pela luta contra a condição de submissão.


    Estão corretas apenas:

    Escolha uma alternativa para a questão 330ffedc-dd
  • 330C9998-DD

    Filosofia

    A Política
    IF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
       “Odeio os indiferentes (...) Quem verdadeiramente vive não pode deixar de ser cidadão e partidário. (...) A indiferença é o peso morto da história. É a bola de chumbo para o inovador, é a matéria inerte na qual freqüentemente se afogam os entusiasmos mais esplendorosos. (...) A indiferença atua poderosamente na história. Atua passivamente, mas atua. (...) O que acontece, o mal que se abate sobre todos, o possível bem que um ato heróico (de valor universal) pode gerar, não se deve tanto à iniciativa dos poucos que atuam, quanto à indiferença de muitos. (...) Os fatos amadurecem na sombra porque mãos, sem qualquer controle a vigiá-las, tecem a teia da vida coletiva e a massa não sabe, porque não se preocupa com isso. Os destinos de uma época são manipulados de acordo com visões restritas, os objetivos imediatos, as ambições e paixões pessoais de pequenos grupos ativos, e a massa dos homens ignora, porque não se preocupa”. (GRAMSCI)

    A partir do texto acima e da perspectiva de análise filosófica sobre política, participação e cidadania, podemos inferir que: 
    Escolha uma alternativa para a questão 330c9998-dd
  • 330957BB-DD

    Filosofia

    Pensamentos Políticos - Karl Marx
    IF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
                                                             “Nós vos pedimos com insistência:
    Nunca digam – Isso é natural!
    Diante dos acontecimentos de cada dia.
    Numa época em que reina a confusão,
    Em que corre o sangue,
    Em que o arbitrário tem força de lei,
    Em que a humanidade se desumaniza...
    Não digam nunca: Isso é natural!
    A fim de que nada passe por ser imutável”
    (BERTOLD BRECHT)

    A partir do poema acima, assinale a alternativa que apresenta conceitos estudados em Filosofia que traduzem a condição do sujeito que está alheio ao que acontece a sua volta.
    Escolha uma alternativa para a questão 330957bb-dd
  • 3305DF3B-DD

    Sociologia

    Cidadania e movimentos sociais
    IF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    A cidadania está relacionada ao processo de conquista de direitos. O acesso a um deles não implica na obtenção imediata dos demais. A implementação de direitos passa por uma dinâmica que envolve diversos atores sociais com suas lutas e reivindicações. Sobre esse assunto, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3305df3b-dd
  • 33026086-DD

    Geografia

    Industrialização
    IF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Analise o texto abaixo e assinale a alternativa correta.


      O mundo do trabalho tem sofrido muitas transformações ao longo do tempo. “O futuro da indústria já começou, e acontece dentro de um insuspeito prédio de tijolos aparentes, numa pequena cidade do sul da Alemanha. É na fábrica de componentes eletrônicos de Amberg, na Baviera, que a Siemens põe à prova o que alguns chamam de ‘quarta revolução industrial’ ou ‘indústria 4.0’.” (O Lugar onde as máquinas conversam. Gazeta do Povo, 4 out. 2014)

    Escolha uma alternativa para a questão 33026086-dd
  • 32FB9A8E-DD

    Conhecimentos Gerais

    Política
    IF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Segundo divulgação recente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral - 2018), o eleitorado brasileiro é formado por 52,5% de mulheres. Contudo, a participação feminina nos espaços de poder como legislativo e executivo ainda é muito baixa em relação à participação dos homens, fato que também contribui para desigualdade de gênero no Brasil. Considerando o texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 32fb9a8e-dd