Questões do ENEM: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
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1.933 questões encontradas. Mostrando a página 60 de 97.
44EBD58F-3C Cena V – JORGE, MADALENA E MARIAJORGE – Ora seja Deus nesta casa!(Maria beija-lhe o escapulário1 e depois a mão; Madalena somente o escapulário.)MADALENA – Sejais bem-vindo, meu irmão!MARIA – Boas tardes, tio Jorge!JORGE – Minha senhora mana! A bênção de Deus te cubra, filha! Também estou desassossegado como vós, mana Madalena: mas não vos aflijais, espero que não há de ser nada. É certo que tive umas notícias de Lisboa...MADALENA (assustada) – Pois que é, que foi?JORGE – Nada, não vos assusteis; mas é bom que estejais prevenida, por isso vo-lo digo. Os governadores querem sair da cidade... é um capricho verdadeiro... Depois de aturarem metidos ali dentro toda a força da peste, agora que ela está, se pode dizer, acabada, que são raríssimos os casos, é que por força querem mudar de ares.MADALENA – Pois coitados!...MARIA – Coitado do povo! Que mais valem as vidas deles? Em pestes e desgraças assim, eu entendia, se governasse, que o serviço de Deus e do rei me mandava ficar, até a última, onde a miséria fosse mais e o perigo maior, para atender com remédio e amparo aos necessitados. Pois, rei não quer dizer pai comum de todos?JORGE – A minha donzela Teodora! Assim é, filha, mas o mundo é doutro modo: que lhe faremos?MARIA – Emendá-lo.JORGE (para Madalena, baixo) – Sabeis que mais? Tenho medo desta criança.MADALENA (do mesmo modo) – Também eu.JORGE (alto) – Mas enfim, resolveram sair: e sabereis mais que, para corte e “buen retiro” dos nossos cinco reis, os senhores governadores de Portugal por D. Filipe de Castela, que Deus guarde, foi escolhida esta nossa boa vila de Almada, que o deveu à fama de suas águas sadias, ares lavados e graciosa vista.MADALENA – Deixá-los vir.JORGE – Assim é: que remédio! Mas ouvi o resto. O nosso pobre Convento de São Paulo tem de hospedar o senhor arcebispo D. Miguel de Castro, presidente do governo. Bom prelado é ele; e, se não fosse que nos tira do humilde sossego de nossa vida, por vir como senhor e príncipe secular... o mais, paciência. Pior é o vosso caso...MADALENA – O meu!JORGE – O vosso e de Manuel de Sousa: porque os outros quatro governadores – e aqui está o que me mandaram dizer em muito segredo de Lisboa – dizem que querem vir para esta casa, e pôr aqui aposentadoria2 .MARIA (com vivacidade) – Fechamos-lhes as portas. Metemos a nossa gente dentro – o terço3 de meu pai tem mais de seiscentos homens – e defendemo-nos. Pois não é uma tirania?... E há de ser bonito!... Tomara eu ver seja o que for que se pareça com uma batalha!JORGE – Louquinha!MADALENA – Mas que mal fizemos nós ao conde de Sabugal e aos outros governadores, para nos fazerem esse desacato? Não há por aí outras casas; e eles não sabem que nesta há senhoras, uma família... e que estou eu aqui?... (Teatro, vol. 3, 1844.)1 escapulário: faixa de tecido que frades e freiras de certas ordens religiosas cristãs usam pendente sobre o peito.2 pôr aposentadoria: ficar, morar.3 terço: corpo de tropas dos exércitos português e espanhol dos séculos XVI e XVII.Ao dizer, em voz baixa, para Madalena, “Tenho medo desta criança”, Jorge sugere que44E07031-3C Português
Interpretação de TextosUNESP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosAo PríncipePela estrada da vida subi morros,Desci ladeiras e, afinal, te digoQue, se entre amigos encontrei cachorros,Entre os cachorros encontrei-te, amigo!Para insultar alguém hoje recorroA novos nomes feios, porque viQue elogio a quem chame de cachorro,Depois que este cachorro conheci.(Fernando Góes (org.). Panorama da poesia brasileira, vol. 5, 1960.)
O tema abordado pela tira é tratado de modo44DD79CA-3C Português
Interpretação de TextosUNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosAo PríncipePela estrada da vida subi morros,Desci ladeiras e, afinal, te digoQue, se entre amigos encontrei cachorros,Entre os cachorros encontrei-te, amigo!Para insultar alguém hoje recorroA novos nomes feios, porque viQue elogio a quem chame de cachorro,Depois que este cachorro conheci.(Fernando Góes (org.). Panorama da poesia brasileira, vol. 5, 1960.)
Com a frase “a recíproca não é verdadeira”, a personagem da tira sugere que44DA89C2-3C Português
Interpretação de TextosUNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosAo PríncipePela estrada da vida subi morros,Desci ladeiras e, afinal, te digoQue, se entre amigos encontrei cachorros,Entre os cachorros encontrei-te, amigo!Para insultar alguém hoje recorroA novos nomes feios, porque viQue elogio a quem chame de cachorro,Depois que este cachorro conheci.(Fernando Góes (org.). Panorama da poesia brasileira, vol. 5, 1960.)
No contexto do poema, “estrada da vida” é uma imagem que significa44D7AECA-3C Português
Interpretação de TextosUNESP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosAo PríncipePela estrada da vida subi morros,Desci ladeiras e, afinal, te digoQue, se entre amigos encontrei cachorros,Entre os cachorros encontrei-te, amigo!Para insultar alguém hoje recorroA novos nomes feios, porque viQue elogio a quem chame de cachorro,Depois que este cachorro conheci.(Fernando Góes (org.). Panorama da poesia brasileira, vol. 5, 1960.)
Indique a situação existencial de mendigos e cachorros de rua, implícita na tira, que leva a personagem a equipará-los.44D4E265-3C Português
Interpretação de TextosUNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosAo PríncipePela estrada da vida subi morros,Desci ladeiras e, afinal, te digoQue, se entre amigos encontrei cachorros,Entre os cachorros encontrei-te, amigo!Para insultar alguém hoje recorroA novos nomes feios, porque viQue elogio a quem chame de cachorro,Depois que este cachorro conheci.(Fernando Góes (org.). Panorama da poesia brasileira, vol. 5, 1960.)
No poema de Belmiro Braga, a diferença expressiva mais relevante entre as duas ocorrências da palavra “cachorros” consiste no fato de que:44D1B291-3C Português
Coesão e coerênciaUNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosPara chegar ao soberbo resultado de transformar a banha em fibra, aí vem o futebol.Mas por que o futebol?Não seria, porventura, melhor exercitar-se a mocidade em jogos nacionais, sem mescla de estrangeirismo, o murro, o cacete, a faca de ponta, por exemplo?Não é que me repugne a introdução de coisas exóticas entre nós. Mas gosto de indagar se elas serão assimiláveis ou não.No caso afirmativo, seja muito bem-vinda a instituição alheia, fecundemo-la, arranjemos nela um filho híbrido que possa viver cá em casa. De outro modo, resignemo-nos às broncas tradições dos sertanejos e dos matutos. Ora, parece- -me que o futebol não se adapta a estas boas paragens do cangaço. É roupa de empréstimo, que não nos serve.Para que um costume intruso possa estabelecer-se definitivamente em um país é necessário, não só que se harmonize com a índole do povo que o vai receber, mas que o lugar a ocupar não esteja tomado por outro mais antigo, de cunho indígena. É preciso, pois, que vá preencher uma lacuna, como diz o chavão.O do futebol não preenche coisa nenhuma, pois já temos a muito conhecida bola de palha de milho, que nossos amadores mambembes1 jogam com uma perícia que deixaria o mais experimentado sportman britânico de queixo caído.Os campeões brasileiros não teriam feito a figura triste que fizeram em Antuérpia se a bola figurasse nos programas das Olimpíadas e estivessem a disputá-la quatro sujeitos de pulso. Apenas um representante nosso conseguiu ali distinguir-se, no tiro de revólver, o que é pouco lisonjeiro para a vaidade de um país em que se fala tanto. Aqui seria muito mais fácil o indivíduo salientar-se no tiro de espingarda umbiguda, emboscado atrás de um pau.Temos esportes em quantidade. Para que metermos o bedelho em coisas estrangeiras?O futebol não pega, tenham a certeza. Não vale o argumento de que ele tem ganho terreno nas capitais de importância. Não confundamos.As grandes cidades estão no litoral; isto aqui é diferente, é sertão.As cidades regurgitam de gente de outras raças ou que pretende ser de outras raças; nós somos mais ou menos botocudos, com laivos de sangue cabinda e galego.Nas cidades os viciados elegantes absorvem o ópio, a cocaína, a morfina; por aqui há pessoas que ainda fumam liamba².1 mambembe: medíocre, reles, de baixa condição.2 liamba: cânhamo, maconha.(Linhas tortas, 1971.)Na oração “O do futebol não preenche coisa nenhuma” (7o parágrafo) é omitida, por elipse, uma palavra empregada anteriormente:44C955EB-3C Português
Interpretação de TextosUNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosPara chegar ao soberbo resultado de transformar a banha em fibra, aí vem o futebol.Mas por que o futebol?Não seria, porventura, melhor exercitar-se a mocidade em jogos nacionais, sem mescla de estrangeirismo, o murro, o cacete, a faca de ponta, por exemplo?Não é que me repugne a introdução de coisas exóticas entre nós. Mas gosto de indagar se elas serão assimiláveis ou não.No caso afirmativo, seja muito bem-vinda a instituição alheia, fecundemo-la, arranjemos nela um filho híbrido que possa viver cá em casa. De outro modo, resignemo-nos às broncas tradições dos sertanejos e dos matutos. Ora, parece- -me que o futebol não se adapta a estas boas paragens do cangaço. É roupa de empréstimo, que não nos serve.Para que um costume intruso possa estabelecer-se definitivamente em um país é necessário, não só que se harmonize com a índole do povo que o vai receber, mas que o lugar a ocupar não esteja tomado por outro mais antigo, de cunho indígena. É preciso, pois, que vá preencher uma lacuna, como diz o chavão.O do futebol não preenche coisa nenhuma, pois já temos a muito conhecida bola de palha de milho, que nossos amadores mambembes1 jogam com uma perícia que deixaria o mais experimentado sportman britânico de queixo caído.Os campeões brasileiros não teriam feito a figura triste que fizeram em Antuérpia se a bola figurasse nos programas das Olimpíadas e estivessem a disputá-la quatro sujeitos de pulso. Apenas um representante nosso conseguiu ali distinguir-se, no tiro de revólver, o que é pouco lisonjeiro para a vaidade de um país em que se fala tanto. Aqui seria muito mais fácil o indivíduo salientar-se no tiro de espingarda umbiguda, emboscado atrás de um pau.Temos esportes em quantidade. Para que metermos o bedelho em coisas estrangeiras?O futebol não pega, tenham a certeza. Não vale o argumento de que ele tem ganho terreno nas capitais de importância. Não confundamos.As grandes cidades estão no litoral; isto aqui é diferente, é sertão.As cidades regurgitam de gente de outras raças ou que pretende ser de outras raças; nós somos mais ou menos botocudos, com laivos de sangue cabinda e galego.Nas cidades os viciados elegantes absorvem o ópio, a cocaína, a morfina; por aqui há pessoas que ainda fumam liamba².1 mambembe: medíocre, reles, de baixa condição.2 liamba: cânhamo, maconha.(Linhas tortas, 1971.)No contexto da crônica, “transformar a banha em fibra” significa converter44BDB8F5-3C Português
Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)UNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosProtestos a ArmindaConheço muitas pastorasQue beleza e graça têm,Mas é uma só que eu amoSó Arminda e mais ninguém.Revolvam meu coraçãoProcurem meu peito bem,Verão estar dentro deleSó Arminda e mais ninguém.De tantas, quantas belezasOs meus ternos olhos veem,Nenhuma outra me agradaSó Arminda e mais ninguém.Estes suspiros que eu soltoVão buscar meu doce bem,É causa dos meus suspirosSó Arminda e mais ninguém.Os segredos de meu peitoGuardá-los nele convém,Guardá-los aonde os vejaSó Arminda e mais ninguém.Não cuidem que a mim me importaParecer às outras bem,Basta que de mim se agradeSó Arminda e mais ninguém.Não me alegra, ou me desgostaDoutra o mimo, ou o desdém,Satisfaz-me e me contentaSó Arminda e mais ninguém.Cantem os outros pastoresOutras pastoras também,Que eu canto e cantarei sempreSó Arminda e mais ninguém.(Viola de Lereno, 1980.)Assinale a alternativa que indica duas estrofes em que o termo “Arminda” surge como paciente da ação expressa pelo verbo da oração de que faz parte.44B77B4D-3C Português
Interpretação de TextosUNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosProtestos a ArmindaConheço muitas pastorasQue beleza e graça têm,Mas é uma só que eu amoSó Arminda e mais ninguém.Revolvam meu coraçãoProcurem meu peito bem,Verão estar dentro deleSó Arminda e mais ninguém.De tantas, quantas belezasOs meus ternos olhos veem,Nenhuma outra me agradaSó Arminda e mais ninguém.Estes suspiros que eu soltoVão buscar meu doce bem,É causa dos meus suspirosSó Arminda e mais ninguém.Os segredos de meu peitoGuardá-los nele convém,Guardá-los aonde os vejaSó Arminda e mais ninguém.Não cuidem que a mim me importaParecer às outras bem,Basta que de mim se agradeSó Arminda e mais ninguém.Não me alegra, ou me desgostaDoutra o mimo, ou o desdém,Satisfaz-me e me contentaSó Arminda e mais ninguém.Cantem os outros pastoresOutras pastoras também,Que eu canto e cantarei sempreSó Arminda e mais ninguém.(Viola de Lereno, 1980.)Além de outras características, a presença de dois vocábulos contribui para identificar o aspecto neoclássico desta modinha, a saber:
4A6AF8E9-A4 Matemática
Análise Combinatória em MatemáticaUNESP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosUm torneio de futebol será disputado por 16 equipes que, ao final, serão classificadas do 1° ao 16° lugar. Para efeitos da classificação final, as regras do torneio impedem qualquer tipo de empate.
Considerando para os cálculos log 15! = 12 e log 2 = 0,3, a ordem de grandeza do total de classificações possíveis das equipes nesse torneio é de4A64FAA1-A4 Matemática
Geometria EspacialUNESP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosUm paralelepípedo reto-retângulo foi dividido em dois prismas por um plano que contém as diagonais de duas faces opostas, como indica a figura.

Comparando-se o total de tinta necessária para pintar as faces externas do paralelepípedo antes da divisão com o total necessário para pintar as faces externas dos dois prismas obtidos após a divisão, houve um aumento aproximado de4A5DCAA6-A4 Matemática
Geometria PlanaUNESP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosRenata pretende decorar parte de uma parede quadrada ABCD com dois tipos de papel de parede, um com linhas diagonais e outro com riscos horizontais. O projeto prevê que a parede seja dividida em um quadrado central, de lado x, e quatro retângulos laterais, conforme mostra a figura.

Se o total da área decorada com cada um dos dois tipos de papel é a mesma, então x, em metros, é igual a4A57905B-A4 Matemática
ProbabilidadeUNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosUm dado convencional e uma moeda, ambos não viciados, serão lançados simultaneamente. Uma das faces da moeda está marcada com o número 3, e a outra com o número 6. A probabilidade de que a média aritmética entre o número obtido da face do dado e o da face da moeda esteja entre 2 e 4 é igual a4A51CEA2-A4 Matemática
Progressão Aritmética - PAUNESP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosA figura indica o padrão de uma sequência de grades, feitas com vigas idênticas, que estão dispostas em posição horizontal e vertical. Cada viga tem 0,5 m de comprimento. O padrão da sequência se mantém até a última grade, que é feita com o total de 136,5 metros lineares de vigas.

O comprimento do total de vigas necessárias para fazer a sequência completa de grades, em metros, foi de4A4AE343-A4 Matemática
Matemática FinanceiraUNESP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosUma imobiliária exige dos novos locatários de imóveis o pagamento, ao final do primeiro mês no imóvel, de uma taxa, junto com a primeira mensalidade de aluguel. Rafael alugou um imóvel nessa imobiliária e pagou R$ 900,00 ao final do primeiro mês. No período de um ano de ocupação do imóvel, ele contabilizou gastos totais de R$ 6.950,00 com a locação do imóvel. Na situação descrita, a taxa paga foi de4A448A04-A4 Matemática
Análise de Tabelas e GráficosUNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosA taxa de analfabetismo representa a porcentagem da população com idade de 15 anos ou mais que é considerada analfabeta. A tabela indica alguns dados estatísticos referentes a um município.
Do total de pessoas desse município com menos de 15 anos de idade, 250 podem ser consideradas alfabetizadas. Com base nas informações apresentadas, é correto afirmar que, da população total desse município, são alfabetizados4A3EFCD0-A4 Física
EletricidadeUNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosAs companhias de energia elétrica nos cobram pela energia que consumimos. Essa energia é dada pela expressão E = V·i·∆t, em que V é a tensão que alimenta nossa residência, i a intensidade de corrente que circula por determinado aparelho, ∆t é o tempo em que ele fica ligado e a expressão V·i é a potência P necessária para dado aparelho funcionar.
Assim, em um aparelho que suporta o dobro da tensão e consome a mesma potência P, a corrente necessária para seu funcionamento será a metade. Mas as perdas de energia que ocorrem por efeito joule (aquecimento em virtude da resistência R) são medidas por ∆E = R·i2 ·∆t. Então, para um mesmo valor de R e ∆t, quando i diminui, essa perda também será reduzida.
Além disso, sendo menor a corrente, podemos utilizar condutores de menor área de secção transversal, o que implicará, ainda, economia de material usado na confecção dos condutores.
(Regina Pinto de Carvalho. Física do dia a dia, 2003. Adaptado.)
Baseando-se nas informações contidas no texto, é correto afirmar que:4A393ED5-A4 Física
Ondas e Propriedades OndulatóriasUNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosUma corda elástica está inicialmente esticada e em repouso, com uma de suas extremidades fixa em uma parede e a outra presa a um oscilador capaz de gerar ondas transversais nessa corda. A figura representa o perfil de um trecho da corda em determinado instante posterior ao acionamento do oscilador e um ponto P que descreve um movimento harmônico vertical, indo desde um ponto mais baixo (vale da onda) até um mais alto (crista da onda).

Sabendo que as ondas se propagam nessa corda com velocidade constante de 10 m/s e que a frequência do oscilador também é constante, a velocidade escalar média do ponto P, em m/s, quando ele vai de um vale até uma crista da onda no menor intervalo de tempo possível é igual a
4A332765-A4 Física
Espelhos EsféricosUNESP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosQuando entrou em uma ótica para comprar novos óculos, um rapaz deparou-se com três espelhos sobre o balcão: um plano, um esférico côncavo e um esférico convexo, todos capazes de formar imagens nítidas de objetos reais colocados à sua frente. Notou ainda que, ao se posicionar sempre a mesma distância desses espelhos, via três diferentes imagens de seu rosto, representadas na figura a seguir.

Em seguida, associou cada imagem vista por ele a um tipo de espelho e classificou-as quanto às suas naturezas. Uma associação correta feita pelo rapaz está indicada na alternativa: