Questões do ENEM: Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
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1.402 questões encontradas. Mostrando a página 9 de 71.
6A85EE2C-E9 E, bem pensado, mesmo na sua pureza, o que vinha a ser a Pátria? Não teria levado toda a sua vida norteado por uma ilusão, por uma ideia a menos, sem base, sem apoio, por um Deus ou uma deusa cujo império se esvaía? Não sabia que essa ideia nascera da amplificação da crendice dos povos greco-romanos de que os ancestrais mortos continuariam a viver como sombras e era preciso alimentá-las para que eles não perseguissem os descendentes? (...)Reviu a história; viu as mutilações, os acréscimos em todos os países históricos e perguntou de si para si: como um homem que vivesse quatro séculos, sendo francês, inglês, italiano, alemão, podia sentir a Pátria?Uma hora, para o francês, o Franco-Condado era terra dos seus avós, outra não era; num dado momento, a Alsácia não era, depois era e afinal não vinha a ser. Nós mesmos [brasileiros] não tivemos a Cisplatina e não a perdemos?(...) Certamente era uma noção sem consistência racional e precisava ser revista.Lima BarretoTriste Fim de Policarpo Quaresma, parte III, capítulo V.A questão refere-se ao romance Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto.O romance põe em questão a ideia de patriotismo, apresentando diferentes visões de seus personagens sobre a noção de pátria. Isso se observa no confronto entre a noção idealizada de Policarpo Quaresma e aquela manifestada pelas elites militar e política do país.A apropriação da noção de pátria por essas elites se caracteriza como:6A81A293-E9 Português
Interpretação de TextosUERJ · 2021FácilEntre para guardar nos favoritos
LILIA MORITZ SCHWARCZAdaptado de nexojornal.com.br, 31/07/2017.Ao final do texto, a autora expõe um posicionamento de Alberto da Costa e Silva.Segundo esse especialista, entre Brasil e países da África construiu-se uma relação cultural de:6A7E9100-E9 Português
Interpretação de TextosUERJ · 2021MédioEntre para guardar nos favoritos
LILIA MORITZ SCHWARCZAdaptado de nexojornal.com.br, 31/07/2017.Palavras de um mesmo campo de significados podem indicar diferentes valores, como o de definição de um elemento e o de resultado de um processo.Esses dois valores estão exemplificados, respectivamente, no seguinte par de palavras:6A7B727C-E9 Português
Interpretação de TextosUERJ · 2021MédioEntre para guardar nos favoritos
LILIA MORITZ SCHWARCZAdaptado de nexojornal.com.br, 31/07/2017.um “lugar de memória”, ao lado de outros, como o campo de concentração de Auschwitz, na Polônia, ou a cidade de Hiroshima, no Japão. (l. 3-4)A comparação acima inclui o Cais do Valongo no conjunto de lugares de memória pelo reconhecimento do seguinte atributo comum:6A7858AC-E9 Matemática
Análise de Tabelas e GráficosUERJ · 2021FácilEntre para guardar nos favoritosMorro velho

MILTON NASCIMENTO
Adaptado de miltonnascimento.com.br.
Percentual da renda total do Brasil nas mãosde cada grupo de rendimentos (2017)
Adaptado de biblioteca.ibge.gov.br.
No texto, a situação vivenciada pelos dois amigos, ao ingressarem na vida adulta, retrata uma antiga realidade social brasileira, sobretudo no campo, que pode ser reconhecida nos dados indicados nos gráficos.As duas macrorregiões que possuíam, em 2017, o maior e o menor grau de concentração da riqueza, respectivamente, são:6A744608-E9 Português
Interpretação de TextosUERJ · 2021FácilEntre para guardar nos favoritosMorro velho

MILTON NASCIMENTO
Adaptado de miltonnascimento.com.br.
A história da casa-grande é íntima de quase todo brasileiro: de sua vida doméstica, conjugal, sob o patriarcalismo escravocrata e polígamo; da sua vida de menino. Nas casas-grandes foi até hoje onde melhor se exprimiu o caráter brasileiro, a nossa continuidade social.Adaptado de Freyre, G. Casa-grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal. Rio de Janeiro: Record, 1995.Publicado em 1933, Casa-grande & senzala tornou-se livro de referência nas análises sobre patriarcalismo na sociedade brasileira.Na letra da canção Morro velho, aspectos das relações patriarcais são abordados, entre eles a “continuidade social”, presente na seguinte passagem:
6A6FF518-E9 Português
Interpretação de TextosUERJ · 2021FácilEntre para guardar nos favoritosMorro velho

MILTON NASCIMENTO
Adaptado de miltonnascimento.com.br.
fazenda é o camarada que ao chão se deu. (l. 2)No verso da canção de Milton Nascimento, o poeta apresenta uma definição da palavra “fazenda”. Com base na primeira estrofe, essa definição destaca o seguinte elemento do contexto descrito:6A5E3BF0-E9 Matemática
Análise de Tabelas e GráficosUERJ · 2021FácilEntre para guardar nos favoritosMorro velho

MILTON NASCIMENTO
Adaptado de miltonnascimento.com.br.
De acordo com o Censo Agropecuário de 2017, quinze milhões de pessoas trabalham na agropecuária brasileira. Observe a distribuição percentual dessa população por grau de escolaridade.
Fonte: IBGE − Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios Contínuas, 2012-2017.A partir desses dados, o número de trabalhadores com ensino fundamental incompleto, em milhões, é mais próximo de:
AC6C09B6-F9 Atualidades
Atualidades do ano de 2019UERJ · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosPUREZA: UMA MULHER CONTRA O TRABALHO ESCRAVO

A maranhense Pureza Lopes Loiola é uma importante protagonista do combate ao trabalho escravo no Brasil. Em 1993, ela saiu de Bacabal (MA), onde morava, em busca de seu filho Abel, que fora aliciado para trabalhar em uma fazenda na região. Percorreu diversos municípios do Maranhão e do Pará, buscando o paradeiro do filho. Durante a procura, que durou até 1996, quando Abel retornou ao lar, ela deparou com graves situações de exploração de trabalhadores em garimpos, carvoarias e fazendas. Pureza registrou e denunciou essas violações às autoridades do poder público. As suas andanças e denúncias precederam à ação do Estado brasileiro, que reconheceu a existência do trabalho escravo no país somente em 1995.
Adaptado de escravonempensar.org.br.
A história de Pureza Lopes Loiola alerta sobre a permanência do trabalho análogo ao escravo na sociedade brasileira na atualidade.
Um dos principais fatores que possibilitam essa permanência é a:
AC689189-F9 História
Demandas políticas e sociais no mundo atualUERJ · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosEsboçamos as preocupações fundamentais que a nossa peça procura refletir. A primeira e mais importante de todas se refere a uma face da sociedade brasileira que ganhou relevo nos últimos anos: a experiência capitalista que se vem implantando aqui − radical, violentamente predatória, impiedosamente seletiva − adquiriu um trágico dinamismo. O santo que produziu o milagre é conhecido por todas as pessoas de boa-fé e bom nível de informação: a brutal concentração da riqueza elevou a capacidade de consumo de bens duráveis de uma parte da população, enquanto a maioria ficou no ora veja. [Adaptado da apresentação.]
CREONTE:
(...)
O trem atrasa o quê? Nem meia hora
E o cara quebra tudo... Acha que é certo,
Jasão?...
JASÃO:
Não discuto quebrar... Agora,
quem às três da manhã tá de olho aberto,
se espreme pra chegar no emprego às sete,
lá passa o dia todo, volta às onze
da noite pra acordar a canivete
de novo às três, tinha que ser de bronze
para fazer isso sempre, todo dia,
levando na marmita arroz, feijão
e humilhação...
(...)
CREONTE:
Sociologia, Jasão...
JASÃO:
Não...
(...)
O cara já tá por aqui. Tá perto
de explodir, um trem que atrasa, ele mata,
quebra mesmo, é a gota d`água...
BUARQUE, C.; PONTES, P. Gota d’agua: uma tragédia brasileira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2018.
Encenada pela primeira vez em 1975, a premiada peça de teatro Gota d`água foi reapresentada diversas vezes. No momento em que foi escrita, como indicam seus autores, a peça buscou explicitar questionamentos sobre mudanças que afetaram a sociedade brasileira durante os governos militares.
Tendo como base o diálogo citado acima, entre os personagens Creonte e Jasão, um dos efeitos dessas mudanças na experiência capitalista do Brasil da época foi a:
AC610EA9-F9 Geografia
Geografia PolíticaUERJ · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosUM MUNDO DE MUROS: AS BARREIRAS QUE NOS DIVIDEM
Um mundo cada vez mais interconectado tem erguido muros e cercas para bloquear aqueles que considera indesejáveis. Das 17 barreiras físicas existentes em 2001 passamos para 70 hoje. Alguns separam fronteiras. Outros dividem a mesma população. Alguns freiam refugiados. Outros escondem a pobreza. Ou o medo. Ou a guerra. Ou a desigualdade. Ou a mudança climática.
Adaptado de arte.folha.uol.com.br, 27/02/2017.

Os objetivos prioritários para a construção das barreiras físicas apresentadas nos mapas 1 e 2 são, respectivamente:
AC5CCFFD-F9 Geografia
Geografia PolíticaUERJ · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosO gueto do Norte tinha se transformado numa espécie de área colonial. A colônia era impotente porque todas as decisões importantes que afetavam a comunidade vinham de fora. Muitos de seus habitantes chegavam a ter sua vida diária dominada pelo agente da previdência e pelo policial. Os lucros obtidos por senhorios e comerciantes eram retirados e raramente reinvestidos. A única coisa positiva que a sociedade mais ampla via na favela era o fato de ela ser uma fonte de mão de obra excedente barata em tempos de prosperidade.
Adaptado de CARSON, C. A autobiografia de Martin Luther King. Rio de Janeiro: Zahar, 2014.
No fragmento, Martin Luther King, líder do movimento pelos direitos civis, estabelece uma comparação entre o colonialismo territorial e os eventos ocorridos no gueto negro de Lawndale, na cidade de Chicago, onde ele morou com sua família.
Essa comparação está fundamentada no seguinte processo social:
AC582B00-F9 Geografia
Noções Gerais de UrbanizaçãoUERJ · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosNa administração do engenheiro e prefeito Carlos Sampaio (1920-1922), o Morro do Castelo foi totalmente demolido. A decisão causou muita polêmica, tendo sido criticada por vários intelectuais, como, por exemplo, Monteiro Lobato.

[O Morro do Castelo] ouve sempre cochichos suspeitos nos quais um estribilho soa insistente: precisamos arrasar o Morro do Castelo! Percebe que virou negócio, que o verdadeiro tesouro oculto em suas entranhas não é a imagem de ouro maciço de Santo Inácio, e sim o panamá do arrasamento. Os homens de hoje são negocistas sem alma. Querem dinheiro. Para obtê-lo venderão tudo, venderiam até a alma se a tivessem. Como pode ele, pois, resistir à maré, se suas credenciais − velhice, beleza, pitoresco, historicidade − não são valores de cotação na bolsa?
MONTEIRO LOBATO Adaptado de A onda verde. São Paulo: Monteiro Lobato & Cia Editores, 1922.
De acordo com a crítica de Monteiro Lobato, transcrita acima, o arrasamento do Morro do Castelo expressou a seguinte perspectiva de intervenção urbana:
AC554C11-F9 Geografia
Geografia EconômicaUERJ · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosCERCO DE TRUMP DÁ FORMA À ARTE NA BIENAL DE HAVANA

Um peso que pesa outro peso, e este outro, e assim por diante, até chegar a seis balanças romanas encadeadas, que se sustentam entre si de um modo inverossímil – metáfora de como funciona atualmente a economia cubana, sempre em um precário equilíbrio que se mantém enquanto uma força não interferir. Trata-se de uma instalação do artista Marco Castillo, chamada “Gabriel”. Feita de aço e chumbo, mede quase cinco metros de altura e é parte de Intercessões, uma das muitas exposições inauguradas na 13ª Bienal de Havana, sob o título “A construção do possível”, em cujo programa figuram mais de 300 criadores de 50 países.
Adaptado de brasil.elpais.com, 24/04/2019.
Na 13ª Bienal de Havana, muitas obras dialogavam com aspectos atuais das condições de vida em Cuba, indicando transformações econômicas ocorridas recentemente.
Um fator determinante para esse novo cenário econômico é:
AC529AE8-F9 Geografia
GlobalizaçãoUERJ · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
A primeira imagem acima ilustra a Teoria dos Lugares Centrais, elaborada com base em estudos sobre a rede de cidades do sul da Alemanha, na década de 1930. Já a segunda imagem foi feita a partir de estudos e mapeamentos das cidades globais do final do século XX.
A comparação entre os dois estudos permite identificar a seguinte mudança vinculada às redes urbanas, ao longo do século XX:
AC4F7812-F9 História
História GeralUERJ · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos1970: BRANDT DE JOELHOS EM VARSÓVIA

Ao se ajoelhar diante do Memorial aos Heróis do Gueto de Varsóvia, em 7 de dezembro de 1970, o então chanceler federal alemão, Willy Brandt (1913-1992), protagonizou um gesto que entraria para a história como um símbolo da busca alemã pela reconciliação no pós-Guerra.
Os nazistas haviam encurralado meio milhão de judeus no Gueto de Varsóvia. Em abril de 1943, aconteceu o levante, reprimido violentamente pelas tropas de Hitler. O cair de joelhos do chefe de governo Willy Brandt e o silêncio que se seguiu repercutiram no mundo como um símbolo de arrependimento, pedido de perdão e tentativa de reconciliação da Alemanha.
Dentro do país, entretanto, Brandt foi até xingado. Vinte e cinco anos depois do final da Segunda Guerra, a viagem de Brandt à Polônia de regime comunista foi um tema extremamente controvertido na Alemanha. O objetivo era a assinatura do tratado de normalização das relações entre os dois países, que seria seguido de um acordo no mesmo sentido entre a Alemanha e a União Soviética.
A coragem e a espontaneidade de Willy Brandt naquele 7 de dezembro de 1970 foram apenas um dos motivos que lhe valeram o Prêmio Nobel da Paz do ano seguinte.
Adaptado de dw.com.
A foto e o episódio relatado na reportagem indicam transformações que afetaram a sociedade alemã entre as décadas de 1930 e 1970.
Uma dessas transformações, no âmbito das relações internacionais, está associada à seguinte mudança de orientação:
AC4C33B4-F9 Atualidades
Atualidades do ano de 2019UERJ · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
No terceiro quadrinho, a afirmação do personagem contradiz o seguinte princípio do valor fundamental enunciado no primeiro quadrinho:
AC4820B6-F9 Atualidades
Atualidades do ano de 2019UERJ · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
O artista Belmonte, por meio de seu personagem Juca Pato, retratou episódios importantes da história brasileira e internacional entre as décadas de 1920 e 1940. A charge acima, por exemplo, tematiza de forma irônica a entrada do governo brasileiro em 1942 na Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
A atitude de Juca Pato, ao decidir ir à guerra, está associada à seguinte conjuntura do governo varguista:
AC44AA3B-F9 Geografia
Geografia PolíticaUERJ · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
Os mapas acima, publicados em momentos distintos pela revista The Economist, representam o alcance calculado para os mísseis balísticos da Coreia do Norte. No mapa 1, de 03/05/2003, os mísseis não atingem plenamente o espaço continental dos Estados Unidos. O mapa 2, publicado alguns dias depois, corrige essa informação, revelando a efetiva vulnerabilidade de todo o território estadunidense àqueles artefatos militares.
A correção das informações do mapa 1 decorre da seguinte característica desse tipo de representação da superfície terrestre:
AC41760F-F9 Geografia
DesenvolvimentoUERJ · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosO BRASIL SOB A LAMA
O Brasil viveu, na última semana, um pesadelo. O país ainda chora os 110 mortos e mais de 200 desaparecidos deixados pela avalanche de lama da sexta-feira passada, dia 25 de janeiro, em Brumadinho (MG), causada pelo rompimento de uma barragem de rejeitos da mineradora Vale. A tragédia tem um precedente muito próximo, também no Estado de Minas Gerais, em Mariana. Em 5 de novembro de 2015, o rompimento de duas paredes de contenção na represa da Samarco matou 19 pessoas e deixou um irreparável rastro de destruição ambiental.
É assombroso constatar que, mais de três anos depois, o Brasil continua debatendo sobre os mesmos problemas que ocasionaram a primeira tragédia. Mais ainda, que durante todo este tempo nada tenha sido feito para melhorar a segurança de tais instalações. É terrível também ver como uma parte da sociedade continua demonizando a fiscalização ambiental e militando em uma dicotomia cega e antiquada entre preservação e desenvolvimento econômico.
Adaptado de brasil.elpais.com, 01/02/2019
NÃO HÁ DESENVOLVIMENTO SEM PROTEÇÃO AMBIENTAL
O desastre de Brumadinho é uma boa oportunidade para refletir sobre uma visão muito disseminada no Brasil de que a proteção ambiental é um entrave ao desenvolvimento. Muitos acreditam que devemos desenhar políticas econômicas sem analisar suas consequências ambientais. Isso está profundamente equivocado. Os livros de economia das melhores universidades do mundo já não falam mais de crescimento sem considerar os seus impactos ambientais, que no passado eram tratados como simples “externalidades”. Na visão antiga, qualquer forma de extrair minério é boa porque faz a economia crescer. Não entra nessa perspectiva a análise do custo das vidas e da degradação ambiental decorrente de desastres como os de Brumadinho ou Mariana. Se os órgãos ambientais tivessem exigido maiores investimentos da Vale na segurança das barragens antes de conceder a licença, isso teria sido visto como um “entrave ambiental”.
VIRGÍLIO VIANA
Adaptado de brasil.elpais.com, 16/03/2019.
Nos textos são apresentados alguns dos significados dos desastres humanos e ambientais causados pelo rompimento de barragens de rejeitos de mineração em Mariana e Brumadinho.
Os desastres mencionados indicam a permanência do seguinte critério na relação entre desenvolvimento econômico e preservação ambiental: