Questões do ENEM: Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (FATEC)

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824 questões encontradas. Mostrando a página 6 de 42.

  • 88E8D115-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.

    13 de maio Hoje amanheceu chovendo. É um dia simpatico para mim. É o dia da Abolição. Dia que comemoramos a libertação dos escravos.

        ...Nas prisões os negros eram os bodes espiatorios. [....]

        Continua chovendo. E eu tenho só feijão e sal. A chuva está forte. Mesmo assim, mandei os meninos para a escola. Estou escrevendo até passar a chuva, para eu ir lá no senhor Manuel vender os ferros. Com o dinheiro dos ferros vou comprar arroz e linguiça. A chuva passou um pouco. Vou sair.

        ..Eu tenho tanto dó dos meus filhos. Quando eles vê as coisas de comer eles brada:

        – Viva a mamãe!

        A manifestação agrada-me. Mas eu já perdi o habito de sorrir. Dez minutos depois eles querem mais comida. Eu mandei o João pedir um pouquinho de gordura a Dona Ida. Ela não tinha. Mandei-lhe um bilhete assim:

        – “Dona Ida peço-te se pode me arranjar um pouco de gordura, para eu fazer uma sopa para os meninos. Hoje choveu e eu não pude ir catar papel. Agradeço. Carolina.”

        ...Choveu, esfriou. É o inverno que chega. E no inverno a gente come mais. A Vera começou pedir comida. E eu não tinha. Era a reprise do espetaculo. Eu estava com dois cruzeiros. Pretendia comprar um pouco de farinha para fazer um virado. Fui pedir um pouco de banha a Dona Alice. Ela deu-me a banha e arroz. Era 9 horas da noite quando comemos.

        E assim no dia 13 de maio de 1958 eu lutava contra a escravatura atual – a fome!

        29 de maio [....]

        ...Há de existir alguem que lendo o que eu escrevo dirá...isto é mentira! Mas, as miserias são reais.

    MARIA DE JESUS, Carolina. Quarto de Despejo: Diário de uma favelada. São Paulo: Editora Ática, 2017. Adaptado.

    O texto foi retirado do livro Quarto de Despejo, diário escrito por Carolina Maria de Jesus, moradora da favela do Canindé, em São Paulo, na década de 1950. A edição reproduz fielmente os manuscritos originais.

    Analisando a linguagem apresentada no trecho, conclui-se corretamente que

    Escolha uma alternativa para a questão 88e8d115-b2
  • 88E5C27A-B2

    Biologia

    Classificação biológica
    FATEC · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Os numerosos sistemas de classificação dos seres vivos estruturam o pensamento biológico de cada época. O sistema de cinco reinos, por exemplo, foi proposto por Robert Whittaker em 1969. No entanto, esse sistema tem se mostrado incoerente, especialmente nas últimas décadas, cedendo cada vez mais espaço às propostas derivadas dos trabalhos de Carl Woese, feitas a partir da década de 1990.

    Ambos os sistemas se encontram representados simplificadamente nas figuras.
    Imagem da questão de Biologia, da prova de 2018
    Comparando as figuras apresentadas, pode-se afirmar corretamente que o sistema de cinco reinos é artificial, dado que
    Escolha uma alternativa para a questão 88e5c27a-b2
  • 88E16FE9-B2

    Biologia

    Estrutura e fisiologia da Membrana Plasmática
    FATEC · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    As membranas celulares são estruturas lipoproteicas cujos lipídios possuem duas extremidades. Esses lipídios das membranas possuem apenas uma extremidade com afinidade química com a água. Sabendo disso, em 1925, os cientistas Evert Gorter e François Grendel extraíram hemácias de vários mamíferos, seguindo um procedimento similar ao da tabela.
    Imagem da questão de Biologia, da prova de 2018
    Assinale a alternativa cuja conclusão seja válida para os resultados apresentados e para a teoria referente a eles.
    Escolha uma alternativa para a questão 88e16fe9-b2
  • 88DCBD39-B2

    Biologia

    Classificação biológica
    FATEC · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão

    Agroflorestas se espalham pelo país: cultivo sem desmatamento

    À primeira vista, pode parecer uma mata crescendo sem interferência humana, tal a quantidade de árvores. Mas, caminhando pela área, o visitante identifica a grande variedade de alimentos brotando de arbustos e das próprias árvores. Limoeiros, açaizeiros, mangueiras, pés de acerola, cajueiros, bananeiras, laranjeiras e muito mais. Nada está ali por acaso. Trata-se de uma agrofloresta, também chamada de sistema agroflorestal (SAF). Os SAFs são áreas em que espécies com propriedades bem diferentes são plantadas misturadas — não raro, em meio à vegetação nativa.

    “Quando me falaram, achei que era coisa de maluco. Plantar sem desmatar a floresta? Vai semear como?” — conta a agricultora Marlene Assunção, de 52 anos, dona de uma propriedade no interior do RJ. — “Hoje eu entendo. As coisas vão estar aqui para nossos netos. É menos egoísta.”

    Os SAFs vêm ganhando relevância no país como uma alternativa que alia a produção de alimentos, necessária num mundo de população crescente (seremos 8,5 bilhões de Homo sapiens em 2030, segundo estimativas da ONU) que precisa manter os recursos naturais e, assim, frear as mudanças climáticas. A técnica preconiza que a agricultura pode se beneficiar, e muito, de áreas intensamente arborizadas. .

    <https://tinyurl.com/yb8xauee> Acesso em: 06.03.2018. Adaptado.

    Nomes vernáculos, como os das plantas citadas no texto, possibilitam uma comunicação de ordem prática, útil para assuntos mais triviais. No entanto, esses nomes contêm níveis de subjetividade e imprecisão que limitam as práticas científicas e tecnológicas.
    Suponha que o autor do texto quisesse transmitir uma mensagem a um agrônomo estrangeiro fazendo uso das normas da nomenclatura biológica.

    Para isso, ele deveria se referir a duas das espécies do texto como
    Escolha uma alternativa para a questão 88dcbd39-b2
  • 88D73E35-B2

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    FATEC · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão

    Agroflorestas se espalham pelo país: cultivo sem desmatamento

    À primeira vista, pode parecer uma mata crescendo sem interferência humana, tal a quantidade de árvores. Mas, caminhando pela área, o visitante identifica a grande variedade de alimentos brotando de arbustos e das próprias árvores. Limoeiros, açaizeiros, mangueiras, pés de acerola, cajueiros, bananeiras, laranjeiras e muito mais. Nada está ali por acaso. Trata-se de uma agrofloresta, também chamada de sistema agroflorestal (SAF). Os SAFs são áreas em que espécies com propriedades bem diferentes são plantadas misturadas — não raro, em meio à vegetação nativa.

    “Quando me falaram, achei que era coisa de maluco. Plantar sem desmatar a floresta? Vai semear como?” — conta a agricultora Marlene Assunção, de 52 anos, dona de uma propriedade no interior do RJ. — “Hoje eu entendo. As coisas vão estar aqui para nossos netos. É menos egoísta.”

    Os SAFs vêm ganhando relevância no país como uma alternativa que alia a produção de alimentos, necessária num mundo de população crescente (seremos 8,5 bilhões de Homo sapiens em 2030, segundo estimativas da ONU) que precisa manter os recursos naturais e, assim, frear as mudanças climáticas. A técnica preconiza que a agricultura pode se beneficiar, e muito, de áreas intensamente arborizadas. .

    <https://tinyurl.com/yb8xauee> Acesso em: 06.03.2018. Adaptado.

    Comparando a produtividade agrícola dos SAFs com a das monoculturas, é correto afirmar que, nos SAFs, o distanciamento entre as plantas de mesma espécie tem a vantagem de aumentar
    Escolha uma alternativa para a questão 88d73e35-b2
  • 88D2E55D-B2

    Biologia

    Ecologia e ciências ambientais
    FATEC · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão

    Agroflorestas se espalham pelo país: cultivo sem desmatamento

    À primeira vista, pode parecer uma mata crescendo sem interferência humana, tal a quantidade de árvores. Mas, caminhando pela área, o visitante identifica a grande variedade de alimentos brotando de arbustos e das próprias árvores. Limoeiros, açaizeiros, mangueiras, pés de acerola, cajueiros, bananeiras, laranjeiras e muito mais. Nada está ali por acaso. Trata-se de uma agrofloresta, também chamada de sistema agroflorestal (SAF). Os SAFs são áreas em que espécies com propriedades bem diferentes são plantadas misturadas — não raro, em meio à vegetação nativa.

    “Quando me falaram, achei que era coisa de maluco. Plantar sem desmatar a floresta? Vai semear como?” — conta a agricultora Marlene Assunção, de 52 anos, dona de uma propriedade no interior do RJ. — “Hoje eu entendo. As coisas vão estar aqui para nossos netos. É menos egoísta.”

    Os SAFs vêm ganhando relevância no país como uma alternativa que alia a produção de alimentos, necessária num mundo de população crescente (seremos 8,5 bilhões de Homo sapiens em 2030, segundo estimativas da ONU) que precisa manter os recursos naturais e, assim, frear as mudanças climáticas. A técnica preconiza que a agricultura pode se beneficiar, e muito, de áreas intensamente arborizadas. .

    <https://tinyurl.com/yb8xauee> Acesso em: 06.03.2018. Adaptado.

    Assinale a alternativa que apresenta um trecho do texto em que o emprego dos SAFs está associado ao conceito ecológico de sustentabilidade.
    Escolha uma alternativa para a questão 88d2e55d-b2
  • 88CF40F0-B2

    História

    Guerra Fria e seus desdobramentos
    FATEC · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Guerra Fria foi o nome dado ao período de 1945 a 1991, marcado por grande tensão político-militar envolvendo superpotências. As provocações mútuas e a corrida armamentista traziam consigo a ideia de que uma guerra nuclear se iniciaria a qualquer momento.

    Durante esse período, a disputa pela hegemonia planetária se caracterizou por uma Ordem Mundial

    Escolha uma alternativa para a questão 88cf40f0-b2
  • 88CB47B7-B2

    Geografia

    Geografia Física
    FATEC · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto e considere a figura.

    Um tecnólogo em Meio Ambiente e Recursos Hídricos precisa fazer um relatório sobre o estado de preservação das nascentes dos rios São Francisco, Tocantins e Paraguai, devendo, para tanto, vistoriá-las nessa ordem.

    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2018

    É correto afirmar que, para vistoriar essas nascentes, o tecnólogo em questão visitará, na ordem estabelecida, os estados de

    Escolha uma alternativa para a questão 88cb47b7-b2
  • 88C83068-B2

    Conhecimentos Gerais

    Conhecimentos Gerais sobre Desastres Naturais e Humanos
    FATEC · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Tendo em vista a legislação ambiental vigente, o tecnólogo em Gestão Ambiental contratado por uma empresa mineradora tem como uma de suas responsabilidades vistoriar a barragem de rejeitos dessa empresa.


    Uma barragem de rejeitos consiste em

    Escolha uma alternativa para a questão 88c83068-b2
  • 88C057CD-B2

    Atualidades

    Questões Sociais
    FATEC · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Um surto de febre-amarela atingiu o Brasil entre 2017 e 2018. Apesar de o vírus ser o mesmo, costuma-se distinguir essa doença em urbana, que ocorre nas cidades, e em silvestre, que ocorre nas matas e nas áreas rurais.

    A transmissão dessa moléstia ocorre por intermédio de mosquitos que habitam e circulam em
    Escolha uma alternativa para a questão 88c057cd-b2
  • 88BC6EC1-B2

    Física

    Magnetismo
    FATEC · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


     “O espaço, a fronteira final...”
    (Cap. James T. Kirk - USS Enterprise, 1966)

    Em 2017, a missão Voyager sagrou-se como a mais longeva missão ainda em operação. Quando foram lançadas as espaçonaves Voyager 1 e Voyager 2, respectivamente em 5 de setembro e 20 de agosto de 1977, tinham o objetivo de explorar os limites do sistema solar.

    A Voyager 1, uma espaçonave relativamente leve, com massa aproximada de 700 kg, foi lançada no momento em que os quatro planetas gasosos do sistema Solar estavam alinhados, fato que ocorre a cada 175 anos. Esse fato foi importante para que a missão fosse bem-sucedida, uma vez que a intenção era utilizar o campo gravitacional desses planetas para “estilingar” (impulsionar) a trajetória da viagem.

    Cada nave continha em seu interior um disco de 12 polegadas feito de cobre e revestido de ouro. Os discos contêm dados selecionados com o intuito de mostrar a diversidade da vida no planeta Terra. Um grupo de pesquisadores liderados pelo astrônomo Carl Sagan (1934–1996) selecionou 117 imagens, variados sons da Natureza, músicas e saudações de diferentes culturas em 54 idiomas.

    Em 2017, a Voyager 1 encontrava-se a aproximadamente 21 bilhões de quilômetros de distância da Terra, cerca de 140 UA (unidades astronômicas), ou seja, 140 vezes a distância média da Terra ao Sol. Em sua trajetória, contribuiu com muitas descobertas e diversos estudos, desde vulcões ativos fora da Terra até o estudo dos raios cósmicos e dos ventos solares (partículas carregadas emitidas ao espaço oriundas de explosões solares). Junto com a Voyager 2, descobriu que o campo magnético interestelar provoca uma assimetria na bolha formada pelo vento solar (a heliosfera).

    A NASA estima que as baterias de Plutônio, destinadas a manter um sistema de aproximadamente 300 watts em funcionamento, devam durar ainda mais 10 anos. Esse tempo será precioso para a coleta de mais dados transmitidos pelas espaçonaves, dados esses que são recebidos após 12 a 14 horas da emissão do sinal à recepção deste na Terra.

    Em homenagem aos 40 anos da missão, a NASA divulgou diversas informações, imagens, dados e curiosidades em sua página na internet:

    http://voyager.jpl.nasa.gov.

    Segundo o texto, a emissão de sinais da Voyager 1 leva de 12 a 14 horas para chegar à Terra.


    Isto se deve ao fato de que esses sinais são ondas

    Escolha uma alternativa para a questão 88bc6ec1-b2
  • 88B82BDC-B2

    Física

    Força Gravitacional e Satélites
    FATEC · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


     “O espaço, a fronteira final...”
    (Cap. James T. Kirk - USS Enterprise, 1966)

    Em 2017, a missão Voyager sagrou-se como a mais longeva missão ainda em operação. Quando foram lançadas as espaçonaves Voyager 1 e Voyager 2, respectivamente em 5 de setembro e 20 de agosto de 1977, tinham o objetivo de explorar os limites do sistema solar.

    A Voyager 1, uma espaçonave relativamente leve, com massa aproximada de 700 kg, foi lançada no momento em que os quatro planetas gasosos do sistema Solar estavam alinhados, fato que ocorre a cada 175 anos. Esse fato foi importante para que a missão fosse bem-sucedida, uma vez que a intenção era utilizar o campo gravitacional desses planetas para “estilingar” (impulsionar) a trajetória da viagem.

    Cada nave continha em seu interior um disco de 12 polegadas feito de cobre e revestido de ouro. Os discos contêm dados selecionados com o intuito de mostrar a diversidade da vida no planeta Terra. Um grupo de pesquisadores liderados pelo astrônomo Carl Sagan (1934–1996) selecionou 117 imagens, variados sons da Natureza, músicas e saudações de diferentes culturas em 54 idiomas.

    Em 2017, a Voyager 1 encontrava-se a aproximadamente 21 bilhões de quilômetros de distância da Terra, cerca de 140 UA (unidades astronômicas), ou seja, 140 vezes a distância média da Terra ao Sol. Em sua trajetória, contribuiu com muitas descobertas e diversos estudos, desde vulcões ativos fora da Terra até o estudo dos raios cósmicos e dos ventos solares (partículas carregadas emitidas ao espaço oriundas de explosões solares). Junto com a Voyager 2, descobriu que o campo magnético interestelar provoca uma assimetria na bolha formada pelo vento solar (a heliosfera).

    A NASA estima que as baterias de Plutônio, destinadas a manter um sistema de aproximadamente 300 watts em funcionamento, devam durar ainda mais 10 anos. Esse tempo será precioso para a coleta de mais dados transmitidos pelas espaçonaves, dados esses que são recebidos após 12 a 14 horas da emissão do sinal à recepção deste na Terra.

    Em homenagem aos 40 anos da missão, a NASA divulgou diversas informações, imagens, dados e curiosidades em sua página na internet:

    http://voyager.jpl.nasa.gov.

    Considerando um fornecimento constante de energia até o seu total esgotamento, podemos estimar, de acordo com o texto, que a energia dissipada pela bateria da Voyager 1 nos próximos 10 anos será de, em joules, aproximadamente:

    Imagem da questão de Física, da prova de 2018

    Escolha uma alternativa para a questão 88b82bdc-b2
  • 88B3C84E-B2

    Física

    Força Gravitacional e Satélites
    FATEC · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


     “O espaço, a fronteira final...”
    (Cap. James T. Kirk - USS Enterprise, 1966)

    Em 2017, a missão Voyager sagrou-se como a mais longeva missão ainda em operação. Quando foram lançadas as espaçonaves Voyager 1 e Voyager 2, respectivamente em 5 de setembro e 20 de agosto de 1977, tinham o objetivo de explorar os limites do sistema solar.

    A Voyager 1, uma espaçonave relativamente leve, com massa aproximada de 700 kg, foi lançada no momento em que os quatro planetas gasosos do sistema Solar estavam alinhados, fato que ocorre a cada 175 anos. Esse fato foi importante para que a missão fosse bem-sucedida, uma vez que a intenção era utilizar o campo gravitacional desses planetas para “estilingar” (impulsionar) a trajetória da viagem.

    Cada nave continha em seu interior um disco de 12 polegadas feito de cobre e revestido de ouro. Os discos contêm dados selecionados com o intuito de mostrar a diversidade da vida no planeta Terra. Um grupo de pesquisadores liderados pelo astrônomo Carl Sagan (1934–1996) selecionou 117 imagens, variados sons da Natureza, músicas e saudações de diferentes culturas em 54 idiomas.

    Em 2017, a Voyager 1 encontrava-se a aproximadamente 21 bilhões de quilômetros de distância da Terra, cerca de 140 UA (unidades astronômicas), ou seja, 140 vezes a distância média da Terra ao Sol. Em sua trajetória, contribuiu com muitas descobertas e diversos estudos, desde vulcões ativos fora da Terra até o estudo dos raios cósmicos e dos ventos solares (partículas carregadas emitidas ao espaço oriundas de explosões solares). Junto com a Voyager 2, descobriu que o campo magnético interestelar provoca uma assimetria na bolha formada pelo vento solar (a heliosfera).

    A NASA estima que as baterias de Plutônio, destinadas a manter um sistema de aproximadamente 300 watts em funcionamento, devam durar ainda mais 10 anos. Esse tempo será precioso para a coleta de mais dados transmitidos pelas espaçonaves, dados esses que são recebidos após 12 a 14 horas da emissão do sinal à recepção deste na Terra.

    Em homenagem aos 40 anos da missão, a NASA divulgou diversas informações, imagens, dados e curiosidades em sua página na internet:

    http://voyager.jpl.nasa.gov.

    Estudo sobre os ventos solares e tempestades solares são importantes para prever suas intensidades, seus efeitos e os possíveis danos que causam na Terra e em suas proximidades. Com a tempestade solar ocorrida em março de 2018, pudemos notar a importância dos resultados desses estudos.


    Em relação aos ventos solares, podemos concluir corretamente que são

    Escolha uma alternativa para a questão 88b3c84e-b2
  • 88B04C81-B2

    Física

    Força Gravitacional e Satélites
    FATEC · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


     “O espaço, a fronteira final...”
    (Cap. James T. Kirk - USS Enterprise, 1966)

    Em 2017, a missão Voyager sagrou-se como a mais longeva missão ainda em operação. Quando foram lançadas as espaçonaves Voyager 1 e Voyager 2, respectivamente em 5 de setembro e 20 de agosto de 1977, tinham o objetivo de explorar os limites do sistema solar.

    A Voyager 1, uma espaçonave relativamente leve, com massa aproximada de 700 kg, foi lançada no momento em que os quatro planetas gasosos do sistema Solar estavam alinhados, fato que ocorre a cada 175 anos. Esse fato foi importante para que a missão fosse bem-sucedida, uma vez que a intenção era utilizar o campo gravitacional desses planetas para “estilingar” (impulsionar) a trajetória da viagem.

    Cada nave continha em seu interior um disco de 12 polegadas feito de cobre e revestido de ouro. Os discos contêm dados selecionados com o intuito de mostrar a diversidade da vida no planeta Terra. Um grupo de pesquisadores liderados pelo astrônomo Carl Sagan (1934–1996) selecionou 117 imagens, variados sons da Natureza, músicas e saudações de diferentes culturas em 54 idiomas.

    Em 2017, a Voyager 1 encontrava-se a aproximadamente 21 bilhões de quilômetros de distância da Terra, cerca de 140 UA (unidades astronômicas), ou seja, 140 vezes a distância média da Terra ao Sol. Em sua trajetória, contribuiu com muitas descobertas e diversos estudos, desde vulcões ativos fora da Terra até o estudo dos raios cósmicos e dos ventos solares (partículas carregadas emitidas ao espaço oriundas de explosões solares). Junto com a Voyager 2, descobriu que o campo magnético interestelar provoca uma assimetria na bolha formada pelo vento solar (a heliosfera).

    A NASA estima que as baterias de Plutônio, destinadas a manter um sistema de aproximadamente 300 watts em funcionamento, devam durar ainda mais 10 anos. Esse tempo será precioso para a coleta de mais dados transmitidos pelas espaçonaves, dados esses que são recebidos após 12 a 14 horas da emissão do sinal à recepção deste na Terra.

    Em homenagem aos 40 anos da missão, a NASA divulgou diversas informações, imagens, dados e curiosidades em sua página na internet:

    http://voyager.jpl.nasa.gov.

    Considere que a Voyager 1 continuará a se afastar da Terra com a mesma velocidade, supostamente constante, e que não se chocará em seu caminho com nenhum corpo celeste que a destruiria.

    Podemos concluir, de acordo com o texto, que suas baterias de Plutônio pararão de funcionar quando a distância da espaçonave em relação à Terra for, aproximadamente, em UA, de

    Escolha uma alternativa para a questão 88b04c81-b2
  • 88AC7702-B2

    Física

    Força Gravitacional e Satélites
    FATEC · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


     “O espaço, a fronteira final...”
    (Cap. James T. Kirk - USS Enterprise, 1966)

    Em 2017, a missão Voyager sagrou-se como a mais longeva missão ainda em operação. Quando foram lançadas as espaçonaves Voyager 1 e Voyager 2, respectivamente em 5 de setembro e 20 de agosto de 1977, tinham o objetivo de explorar os limites do sistema solar.

    A Voyager 1, uma espaçonave relativamente leve, com massa aproximada de 700 kg, foi lançada no momento em que os quatro planetas gasosos do sistema Solar estavam alinhados, fato que ocorre a cada 175 anos. Esse fato foi importante para que a missão fosse bem-sucedida, uma vez que a intenção era utilizar o campo gravitacional desses planetas para “estilingar” (impulsionar) a trajetória da viagem.

    Cada nave continha em seu interior um disco de 12 polegadas feito de cobre e revestido de ouro. Os discos contêm dados selecionados com o intuito de mostrar a diversidade da vida no planeta Terra. Um grupo de pesquisadores liderados pelo astrônomo Carl Sagan (1934–1996) selecionou 117 imagens, variados sons da Natureza, músicas e saudações de diferentes culturas em 54 idiomas.

    Em 2017, a Voyager 1 encontrava-se a aproximadamente 21 bilhões de quilômetros de distância da Terra, cerca de 140 UA (unidades astronômicas), ou seja, 140 vezes a distância média da Terra ao Sol. Em sua trajetória, contribuiu com muitas descobertas e diversos estudos, desde vulcões ativos fora da Terra até o estudo dos raios cósmicos e dos ventos solares (partículas carregadas emitidas ao espaço oriundas de explosões solares). Junto com a Voyager 2, descobriu que o campo magnético interestelar provoca uma assimetria na bolha formada pelo vento solar (a heliosfera).

    A NASA estima que as baterias de Plutônio, destinadas a manter um sistema de aproximadamente 300 watts em funcionamento, devam durar ainda mais 10 anos. Esse tempo será precioso para a coleta de mais dados transmitidos pelas espaçonaves, dados esses que são recebidos após 12 a 14 horas da emissão do sinal à recepção deste na Terra.

    Em homenagem aos 40 anos da missão, a NASA divulgou diversas informações, imagens, dados e curiosidades em sua página na internet:

    http://voyager.jpl.nasa.gov.

    Em março de 1979, a Voyager 1 finalmente chegou ao primeiro planeta a ser estudado: Júpiter.
    Imagem da questão de Física, da prova de 2018

    É correto afirmar que a força gravitacional sofrida pela Voyager 1 no instante em que a espaçonave passava a uma distância de 3,5×105 km do centro de Júpiter é, em newtons, igual a


    Escolha uma alternativa para a questão 88ac7702-b2
  • 88A46D55-B2

    Matemática

    Análise de Tabelas e Gráficos
    FATEC · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Analise os gráficos para responder à questão. 

    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2018

    No período de 2010 a 2014, o crescimento no número de doses comercializadas, em bilhões de unidades, é aproximadamente linear.


    Se o crescimento observado de 2010 a 2014 se mantiver nos próximos anos, o número de doses comercializadas em 2018, em bilhões de unidades, será, aproximadamente,

    Escolha uma alternativa para a questão 88a46d55-b2
  • 889CFC49-B2

    Matemática

    Geometria Espacial
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    Leia o texto e considere as figuras para responder à questão.

    Utilizando um software de desenho 3D, um tecnólogo em Mecânica elaborou o projeto de uma peça de acordo com os seguintes procedimentos:

    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2018

    Se a altura do prisma é de 20 cm, então o volume do prisma é, em centímetros cúbicos, igual a
    Escolha uma alternativa para a questão 889cfc49-b2
  • 88997D9B-B2

    Matemática

    Funções Trigonométricas e Funções Trigonométricas Inversas
    FATEC · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto e considere as figuras para responder à questão.

    Utilizando um software de desenho 3D, um tecnólogo em Mecânica elaborou o projeto de uma peça de acordo com os seguintes procedimentos:

    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2018

    Nessas condições, o cosseno do ângulo Imagem da questão de Matemática, da prova de 2018 é, aproximadamente, igual a

    Escolha uma alternativa para a questão 88997d9b-b2
  • 88963782-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    eia o texto para responder à questão.

    5 Ways to Boost Your Resilience at Work

        Since the pace and intensity of contemporary work culture are not likely to change, it’s more important than ever to build resilience skills to effectively navigate your worklife. While working as a CEO I’ve seen over and over again that the most resilient individuals aren’t the ones that don’t fail, but rather the ones that fail, learn and thrive1 because of it.

        Resilience is built by attitudes, behaviors and social supports that can be adopted and cultivated by anyone. Factors that lead to resilience include optimism and the ability to stay balanced and manage difficult emotions. To build resilience skills at work it’s important to understand and manage some of the factors that cause us to feel so stressed at work. Being hyperconnected and responsive to work anytime, anywhere, can be extremely onerous.

        The current and rising levels of stress in the workplace should be cause for concern, as there is a direct and adverse relationship between negative stress, wellness and productivity. Stress that causes us to experience difficulty or unhealthy strain is a major cause for concern as it directly and adversely affects personal and business success. Here are some tips on how to develop resilience and stay motivated:

        Exercise mindfulness – Turn your attention to mental training practices associated with mindfulness to improve your judgment accuracy and problem solving, job performance and cognitive flexibility.

        Compartmentalize your cognitive load – Create dedicated times in the day to do specific work-related activities and not others.

        Take detachment2 breaks – Step away from work for even a few minutes to reset energy and attention. Balancing work activity can promote greater energy, mental clarity, creativity and focus.

        Develop mental agility – Decenter stress: step back, reflect, shift perspectives, create options and choose wisely.

        Cultivate compassion – Create positive work relationships, increase cooperation and collaboration, happiness and well-being to decrease stress.

    <https://tinyurl.com/ycvtxc4v> Acesso em: 04.03.2018. Adaptado.

    Glossário:
    (1) Thrive: prosperar, desenvolver, ter sucesso.
    (2) Detachment: descolamento, distanciamento, separação.

    Assinale a alternativa que apresenta a sugestão ligada aos benefícios das pausas durante o trabalho.
    Escolha uma alternativa para a questão 88963782-b2
  • 88923E03-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2018Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    eia o texto para responder à questão.

    5 Ways to Boost Your Resilience at Work

        Since the pace and intensity of contemporary work culture are not likely to change, it’s more important than ever to build resilience skills to effectively navigate your worklife. While working as a CEO I’ve seen over and over again that the most resilient individuals aren’t the ones that don’t fail, but rather the ones that fail, learn and thrive1 because of it.

        Resilience is built by attitudes, behaviors and social supports that can be adopted and cultivated by anyone. Factors that lead to resilience include optimism and the ability to stay balanced and manage difficult emotions. To build resilience skills at work it’s important to understand and manage some of the factors that cause us to feel so stressed at work. Being hyperconnected and responsive to work anytime, anywhere, can be extremely onerous.

        The current and rising levels of stress in the workplace should be cause for concern, as there is a direct and adverse relationship between negative stress, wellness and productivity. Stress that causes us to experience difficulty or unhealthy strain is a major cause for concern as it directly and adversely affects personal and business success. Here are some tips on how to develop resilience and stay motivated:

        Exercise mindfulness – Turn your attention to mental training practices associated with mindfulness to improve your judgment accuracy and problem solving, job performance and cognitive flexibility.

        Compartmentalize your cognitive load – Create dedicated times in the day to do specific work-related activities and not others.

        Take detachment2 breaks – Step away from work for even a few minutes to reset energy and attention. Balancing work activity can promote greater energy, mental clarity, creativity and focus.

        Develop mental agility – Decenter stress: step back, reflect, shift perspectives, create options and choose wisely.

        Cultivate compassion – Create positive work relationships, increase cooperation and collaboration, happiness and well-being to decrease stress.

    <https://tinyurl.com/ycvtxc4v> Acesso em: 04.03.2018. Adaptado.

    Glossário:
    (1) Thrive: prosperar, desenvolver, ter sucesso.
    (2) Detachment: descolamento, distanciamento, separação.

    Segundo o texto, o crescente nível de estresse no trabalho
    Escolha uma alternativa para a questão 88923e03-b2