Questões do ENEM: Instituto de Ensino e Pesquisa (INSPER)

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401 questões encontradas. Mostrando a página 9 de 21.

  • 90E09411-6E

    Matemática

    Física Matemática
    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Considere o texto e a imagem a seguir para responder a questão.


    A figura representa um braço mecânico articulado. Os cotovelos A e B possuem mobilidade de giro de α e β graus em um mesmo plano, paralelo ao plano que contém os eixos x e y. C representa uma junta contendo um eixo de movimento vertical.


    Dados: AB = 10 cm e BC = 8 cm


    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2018

    Considere a posição inicial do braço como sendo aquela em que

    • A, B e C estão alinhados sobre uma reta que é paralela ao eixo x e está contida no plano XZ, com x e z não negativos;
    • o gancho está 2 cm abaixo do plano XY, ou seja, está em um ponto com z = –2;
    • α = β = 0º.
    A partir da posição inicial, α gira 30º em sentido anti-horário no plano XY, e o gancho desloca-se 8 cm para cima. A nova localização do gancho no sistema de coordenadas XYZ será:
    Escolha uma alternativa para a questão 90e09411-6e
  • 90DD0EEF-6E

    Matemática

    Cilindro
    INSPER · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    A figura 1 indica o gráfico da função trigonométrica, de Imagem da questão de Matemática, da prova de 2018 em Imagem da questão de Matemática, da prova de 2018, definida por y = sen x. Seu gráfico foi desenhado no plano cartesiano de eixos ortogonais paralelos aos lados do retângulo PQRS e origem no centro desse retângulo. Sabe-se, ainda, que de A até B ocorre um período completo da senoide.

    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2018

    Em seguida, o retângulo PQRS é enrolado perfeitamente, formando um cilindro circular reto, como se vê na figura 2. A senoide da figura 1 origina uma elipse sobre a superfície lateral do cilindro, como indicado na figura 2.

    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2018

    O comprimento do eixo maior da elipse que foi produzida sobre a superfície do cilindro, na unidade de medida de comprimento dos eixos cartesianos, é igual a:
    Escolha uma alternativa para a questão 90dd0eef-6e
  • 90D96C7C-6E

    Matemática

    Geometria Analítica
    INSPER · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Considere o texto e a imagem a seguir para responder a questão.


    O gráfico indica a função quadrática, de Imagem da questão de Matemática, da prova de 2018 em Imagem da questão de Matemática, da prova de 2018 , dada por y = x2 / 2 + 4. Nesse gráfico, os intervalos horizontais indicados por 1, 2, 3 e 4 determinam os intervalos verticais indicados por A, B, C e D, respectivamente.


    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2018

    A equação reduzida da reta secante à parábola nos pontos de abscissas 2 e 3 é
    Escolha uma alternativa para a questão 90d96c7c-6e
  • 90D5D25B-6E

    Matemática

    Função de 2º Grau ou Função Quadrática e Inequações
    INSPER · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Considere o texto e a imagem a seguir para responder a questão.


    O gráfico indica a função quadrática, de Imagem da questão de Matemática, da prova de 2018 em Imagem da questão de Matemática, da prova de 2018 , dada por y = x2 / 2 + 4. Nesse gráfico, os intervalos horizontais indicados por 1, 2, 3 e 4 determinam os intervalos verticais indicados por A, B, C e D, respectivamente.


    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2018

    Mantendo-se o padrão descrito e considerando o alfabeto de 26 letras, a soma A + B + C + D + E + ... + Z equivale a um segmento de medida igual a
    Escolha uma alternativa para a questão 90d5d25b-6e
  • 90D25A53-6E

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    INSPER · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Uma empresa entrega gratuitamente seus produtos em endereços localizados até o raio de 18,5 km do seu depósito. Para distâncias que superam esse raio, a empresa nada cobra pelos primeiros 18,5 km e cobra R$ 25,00 por quilômetro que exceda os 18,5 km iniciais. Rodrigo fez uma compra nessa empresa e solicitou a entrega em local distante 12 km a leste e 16 km ao sul do depósito. Admitindo ser possível ir do depósito ao local de entrega da mercadoria em linha reta, o valor que Rodrigo terá que pagar pelo transporte da mercadoria que comprou é de
    Escolha uma alternativa para a questão 90d25a53-6e
  • 90CF020D-6E

    Matemática

    Geometria Plana
    INSPER · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    De acordo com o teorema de Pick, se os vértices de um polígono simples estão sobre uma grade de pontos de coordenadas inteiras, sua área será igual a i + p/2 –1, sendo i o número de pontos de coordenadas inteiras no interior do polígono e p o número de pontos de coordenadas inteiras no perímetro do polígono. Por exemplo, a área A do polígono INSPER, indicado na figura, é:

    A = 13 + – 1 = 15,5 unidades

    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2018

    Um polígono simples possui área igual a 40 unidades e vértices sobre uma grade de pontos de coordenadas inteiras. Sabe-se que o número de pontos de coordenadas inteiras no perímetro desse polígono supera seu número de lados em 8, e que o número de pontos de coordenadas inteiras no interior do polígono supera seu número de lados em 22. A soma dos ângulos internos desse polígono é igual a:
    Escolha uma alternativa para a questão 90cf020d-6e
  • 90C844A7-6E

    Matemática

    Análise de Tabelas e Gráficos
    INSPER · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Considere o texto e a imagem para responder a questão.


    Segundo dados do Banco Central, existem 21874 agências bancárias no Brasil, distribuídas conforme indicado no gráfico a seguir.


    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2018

    (www.nexojornal.com.br. Adaptado)

    Dentre os cinco bancos com maior número de agências, o número de agências dos bancos privados (Bradesco, Itaú e Santander) supera o de agências dos bancos públicos (Banco do Brasil e Caixa) em, aproximadamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 90c844a7-6e
  • 90C4BDDC-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto.


    A entrevista com a jornalista Joyce Ribeiro, apresentadora do Jornal da Cultura, trouxe mais uma vez ao blog um tipo bem conhecido de leitor. É aquele que não suporta determinadas discussões e berra: “Chega de mimimi!” O termo, popularizado inicialmente no desenho animado adulto Fudêncio e seus Amigos, exibido pela MTV entre 2005 e 2011, se popularizou na internet de uma forma deturpada. Não é mais um protesto contra quem reclama em excesso, mas uma forma de impedir debates de temas polêmicos. O racismo, por exemplo.

    A entrevista com Joyce tratou deste tema, por motivos óbvios. A apresentadora milita contra o racismo e luta por mais oportunidades para negros em todas as áreas. Ela não reclamou de nada durante a conversa comigo. Apenas lembrou que há enorme desigualdade no país.

    “Mimimi”, apontaram vários leitores. “Mais uma vez o mimimi que o negro é discriminado”, protestou outro. “Chega de mimimi. Já cansou”, disse mais de um.

    Não há nada parecido com lamúria, choro ou ladainha na entrevista de Joyce Ribeiro. Lendo estes comentários, fica claro que eles expressam muito mais uma vontade de não querer conversar ou debater do que, de fato, um incômodo com a reclamação.


    (https://mauriciostycer.blogosfera.uol.com.br. Adaptado)


    De acordo com o texto, nas redes sociais, o emprego do termo “mimimi” é uma estratégia discursiva empregada para

    Escolha uma alternativa para a questão 90c4bddc-6e
  • 90C190D6-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema de João Cabral de Melo Neto.


             A Educação pela Pedra


    Uma educação pela pedra: por lições;

    para aprender da pedra, frequentá-la;

    captar sua voz inenfática, impessoal

    (pela dicção ela começa as aulas).

    A lição de moral, sua resistência fria

    ao que flui e a fluir, a ser maleada;

    a de poética, sua carnadura concreta;

    a de economia, seu adensar-se compacta:

    lições de pedra (de fora para dentro,

    cartilha muda), para quem soletrá-la.


    Outra educação pela pedra: no Sertão

    (de dentro para fora, e pré-didática).

    No Sertão a pedra não sabe lecionar,

    e se lecionasse, não ensinaria nada;

    lá não se aprende a pedra: lá a pedra,

    uma pedra de nascença, entranha a alma.


    (João Cabral de Melo Neto, Poesias Completas)


    Massaud Moisés, em A literatura brasileira através dos textos (2004), afirma que há na poesia de João Cabral de Melo Neto uma ideia geral de despoetização do poema. Essa afirmação se justifica com o poema lido na medida em que nele se identifica

    Escolha uma alternativa para a questão 90c190d6-6e
  • 90BE185B-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia os fragmentos de entrevista realizada com pais de crianças que participaram do trabalho da professora Eglê Franchi, relatado no livro de sua autoria A redação na escola (1984).

    “A sinhora como que bateu nas costas dela, feiz ela sortá as palavra não só da boca, mas na mão tamém.” (Mãe da Clarice)
    “Essa língua que nóis fala num é assim errada, nóis num precisa tê vergonha dela.” (Mãe da Evanil)
    “Esse jeito de ponhá grandeza na fala da criança levô ela longe.” (Mãe da Eliane)

    Analisando as falas das mães, identifica-se como marca recorrente da variedade linguística que utilizam
    Escolha uma alternativa para a questão 90be185b-6e
  • 90BA3DE7-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    No início da Gramática Pedagógica, seu autor, Marcos Bagno, cita alguns pressupostos que a fundamentam. Entre eles, o fato de que ela “é pedagógica, porque foi pensada para colaborar com a formação docente que, no Brasil, é reconhecidamente falha e precária. Nossos cursos de Letras (a começar pelo nome) se vinculam a um ideário cultural obsoleto, enraizado na sociedade burguesa do século XIX. Por isso, eles deixam de oferecer aos estudantes uma série de conhecimentos fundamentais enquanto, por outro lado, desperdiçam tempo com a transmissão de conteúdos irrelevantes para quem vai exercer a profissão docente. Basta perguntar a professoras e professores na ativa ou em formação se sabem, por exemplo, o que é gramaticalização ou se ao menos já ouviram falar disso.” (Marcos Bagno, Gramática Pedagógica do Português Brasileiro, 2011).

    Com as informações apresentadas, o autor tem o propósito de
    Escolha uma alternativa para a questão 90ba3de7-6e
  • 90B6E3BA-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Analise a capa da revista Época, de 13.11.2017.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    As informações verbais e não verbais presentes na capa permitem concluir que
    Escolha uma alternativa para a questão 90b6e3ba-6e
  • 90B33D7A-6E

    Português

    Coesão e coerência
    INSPER · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.


        A disciplina militar, com todos os seus excessos, não se comparava ao penoso trabalho da fazenda, ao regímen terrível do tronco e do chicote. Havia muita diferença... Ali ao menos, na fortaleza, ele tinha sua maca, seu travesseiro, sua roupa limpa, e comia bem, a fartar, como qualquer pessoa, hoje boa carne cozida, amanhã suculenta feijoada, e, às sextas-feiras, um bacalhauzinho com pimenta e “sangue de Cristo”... Para que vida melhor? Depois, a liberdade, minha gente, só a liberdade valia por tudo! Ali não se olhava a cor ou a raça do marinheiro: todos eram iguais, tinham as mesmas regalias – o mesmo serviço, a mesma folga. – “E quando a gente se faz estimar pelos superiores, quando não se tem inimigos, então é um viver abençoado esse: ninguém pensa no dia d’amanhã!”

        Amaro soube ganhar logo a afeição dos oficiais. Não podiam eles, a princípio, conter o riso diante daquela figura de recruta alheio às praxes militares, rude como um selvagem, provocando a cada passo gargalhadas irresistíveis com seus modos ingênuos de tabaréu; mas, no fim de alguns meses, todos eram de parecer que “o negro dava para gente”. Amaro já sabia manejar uma espingarda segundo as regras do ofício, e não era lá nenhum botocudo em artilharia; criara fama de “patesca”.

        Nunca, durante esse primeiro ano de aprendizagem, merecera a pena de um castigo disciplinar: seu caráter era tão meigo que os próprios oficiais começaram a tratá-lo por Bom-Crioulo.


    (Adolfo Caminha, Bom-Crioulo)


    Vocabulário:

    Tabaréu: soldado inexperiente, ingênuo

    •  Botocudo: rude, de modos simples

    •  Patesca: marinheiro que vive à bordo, é eficiente e tem grande amor à profissão

    Considere as passagens:


    •  Não podiam eles, a princípio, conter o riso diante daquela figura de recruta alheio às praxes militares... (2o parágrafo);

    •  Nunca, durante esse primeiro ano de aprendizagem, merecera a pena de um castigo disciplinar... (3o parágrafo).


    Analisando as passagens, conclui-se que elas remetem, correta e respectivamente, aos sentidos:

    Escolha uma alternativa para a questão 90b33d7a-6e
  • 90AF96F3-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.


        A disciplina militar, com todos os seus excessos, não se comparava ao penoso trabalho da fazenda, ao regímen terrível do tronco e do chicote. Havia muita diferença... Ali ao menos, na fortaleza, ele tinha sua maca, seu travesseiro, sua roupa limpa, e comia bem, a fartar, como qualquer pessoa, hoje boa carne cozida, amanhã suculenta feijoada, e, às sextas-feiras, um bacalhauzinho com pimenta e “sangue de Cristo”... Para que vida melhor? Depois, a liberdade, minha gente, só a liberdade valia por tudo! Ali não se olhava a cor ou a raça do marinheiro: todos eram iguais, tinham as mesmas regalias – o mesmo serviço, a mesma folga. – “E quando a gente se faz estimar pelos superiores, quando não se tem inimigos, então é um viver abençoado esse: ninguém pensa no dia d’amanhã!”

        Amaro soube ganhar logo a afeição dos oficiais. Não podiam eles, a princípio, conter o riso diante daquela figura de recruta alheio às praxes militares, rude como um selvagem, provocando a cada passo gargalhadas irresistíveis com seus modos ingênuos de tabaréu; mas, no fim de alguns meses, todos eram de parecer que “o negro dava para gente”. Amaro já sabia manejar uma espingarda segundo as regras do ofício, e não era lá nenhum botocudo em artilharia; criara fama de “patesca”.

        Nunca, durante esse primeiro ano de aprendizagem, merecera a pena de um castigo disciplinar: seu caráter era tão meigo que os próprios oficiais começaram a tratá-lo por Bom-Crioulo.


    (Adolfo Caminha, Bom-Crioulo)


    Vocabulário:

    Tabaréu: soldado inexperiente, ingênuo

    •  Botocudo: rude, de modos simples

    •  Patesca: marinheiro que vive à bordo, é eficiente e tem grande amor à profissão

    Ao analisar a condição de Amaro, o narrador destaca
    Escolha uma alternativa para a questão 90af96f3-6e
  • 90ABCB50-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    (UOL, 08.04.2018)

    Tanto a afirmação do médico da USP quanto a forma como o site veicula a informação têm como propósito
    Escolha uma alternativa para a questão 90abcb50-6e
  • 90A7E6DC-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.


        Em Santiago do Iguape, interior da Bahia, que se reconheceu quilombola há poucos anos, os jovens fazem questão de não deixar a herança dos antepassados esquecida. O grupo musical afro Bantos traz nas letras das músicas ensinamentos sobre a escravidão, a tradição oral e a importância de valorizar as origens. “A música foge da alma. Nenhum ser humano consegue viver sem a música, então essa foi a forma que nós encontramos de ligar as nossas raízes com a juventude que vem chegando agora, que tem poucos ensinamentos da nossa realidade”, conta o integrante do grupo, Givanildo Bispo.

        “Às vezes, se a gente parar para contar a história dos nossos ancestrais, das nossas raízes, as pessoas não querem nem ouvir. Mas acabam parando para ouvir uma boa música, e os jovens vão aprendendo quem foram os avós deles, os pais deles, de onde vieram, quem são”, destacou Bispo.

        Na Comunidade do Kaonge, também na Bahia, os jovens trocam muitas experiências com os mais velhos e não têm a menor vontade de deixar os hábitos e as tradições para trás. “Só em escutar as histórias dos nossos ancestrais é mais um motivo para a gente ficar na comunidade. Mas tem que ter resistência, dar continuidade, sempre vivenciar, acompanhando, participando de todos os núcleos de produções – forma de organização das comunidades da região em que todos participam de atividades produtivas como pesca, cultivo de plantas e produção de farinha –”, diz a jovem Jorlane Cabral de Jesus, de 28 anos.


    (http://www.ebc.com.br. Adaptado)

    Analisando a fala de Jorlane Cabral, entende-se que, para ela, a permanência das pessoas na comunidade exige
    Escolha uma alternativa para a questão 90a7e6dc-6e
  • 90A4549E-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.


        Em Santiago do Iguape, interior da Bahia, que se reconheceu quilombola há poucos anos, os jovens fazem questão de não deixar a herança dos antepassados esquecida. O grupo musical afro Bantos traz nas letras das músicas ensinamentos sobre a escravidão, a tradição oral e a importância de valorizar as origens. “A música foge da alma. Nenhum ser humano consegue viver sem a música, então essa foi a forma que nós encontramos de ligar as nossas raízes com a juventude que vem chegando agora, que tem poucos ensinamentos da nossa realidade”, conta o integrante do grupo, Givanildo Bispo.

        “Às vezes, se a gente parar para contar a história dos nossos ancestrais, das nossas raízes, as pessoas não querem nem ouvir. Mas acabam parando para ouvir uma boa música, e os jovens vão aprendendo quem foram os avós deles, os pais deles, de onde vieram, quem são”, destacou Bispo.

        Na Comunidade do Kaonge, também na Bahia, os jovens trocam muitas experiências com os mais velhos e não têm a menor vontade de deixar os hábitos e as tradições para trás. “Só em escutar as histórias dos nossos ancestrais é mais um motivo para a gente ficar na comunidade. Mas tem que ter resistência, dar continuidade, sempre vivenciar, acompanhando, participando de todos os núcleos de produções – forma de organização das comunidades da região em que todos participam de atividades produtivas como pesca, cultivo de plantas e produção de farinha –”, diz a jovem Jorlane Cabral de Jesus, de 28 anos.


    (http://www.ebc.com.br. Adaptado)

    O texto deixa evidente que
    Escolha uma alternativa para a questão 90a4549e-6e
  • 90A0B069-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema para responder a questão.

    Meninos carvoeiros

    Os meninos carvoeiros
    Passam a caminho da cidade.
    – Eh, carvoero!
    E vão tocando os animais com um relho enorme.

    Os burros são magrinhos e velhos.
    Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
    A aniagem é toda remendada.
    Os carvões caem. (Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe,
    [dobrando-se com um gemido.)

    – Eh, carvoero!

    Só mesmo estas crianças raquíticas
    Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
    A madrugada ingênua parece feita para eles...
    Pequenina, ingênua miséria!
    Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis! –

    Eh, carvoero!

    Quando voltam, vêm mordendo num pão encarvoado,
    Encarapitados nas alimárias
    Apostando corrida,
    Dançando, bamboleando nas cangalhas como espantalhos [desamparados!

    (Manuel Bandeira, Estrela da vida inteira, 1993)

    Vocabulário:
    Relho: chicote
    Aniagem: tecido grosseiro usado na confecção de sacos e fardos
    Encarapitados: postos no alto
    Alimárias: bestas de carga
    Nos versos em que aparece, a frase “– Eh, carvoero!” denota uso
    Escolha uma alternativa para a questão 90a0b069-6e
  • 909D7154-6E

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema para responder a questão.

    Meninos carvoeiros

    Os meninos carvoeiros
    Passam a caminho da cidade.
    – Eh, carvoero!
    E vão tocando os animais com um relho enorme.

    Os burros são magrinhos e velhos.
    Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
    A aniagem é toda remendada.
    Os carvões caem. (Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe,
    [dobrando-se com um gemido.)

    – Eh, carvoero!

    Só mesmo estas crianças raquíticas
    Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
    A madrugada ingênua parece feita para eles...
    Pequenina, ingênua miséria!
    Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis! –

    Eh, carvoero!

    Quando voltam, vêm mordendo num pão encarvoado,
    Encarapitados nas alimárias
    Apostando corrida,
    Dançando, bamboleando nas cangalhas como espantalhos [desamparados!

    (Manuel Bandeira, Estrela da vida inteira, 1993)

    Vocabulário:
    Relho: chicote
    Aniagem: tecido grosseiro usado na confecção de sacos e fardos
    Encarapitados: postos no alto
    Alimárias: bestas de carga
    Identifica-se a função apelativa da linguagem em
    Escolha uma alternativa para a questão 909d7154-6e
  • 9099DA08-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema para responder a questão.

    Meninos carvoeiros

    Os meninos carvoeiros
    Passam a caminho da cidade.
    – Eh, carvoero!
    E vão tocando os animais com um relho enorme.

    Os burros são magrinhos e velhos.
    Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
    A aniagem é toda remendada.
    Os carvões caem. (Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe,
    [dobrando-se com um gemido.)

    – Eh, carvoero!

    Só mesmo estas crianças raquíticas
    Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
    A madrugada ingênua parece feita para eles...
    Pequenina, ingênua miséria!
    Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis! –

    Eh, carvoero!

    Quando voltam, vêm mordendo num pão encarvoado,
    Encarapitados nas alimárias
    Apostando corrida,
    Dançando, bamboleando nas cangalhas como espantalhos [desamparados!

    (Manuel Bandeira, Estrela da vida inteira, 1993)

    Vocabulário:
    Relho: chicote
    Aniagem: tecido grosseiro usado na confecção de sacos e fardos
    Encarapitados: postos no alto
    Alimárias: bestas de carga
    Analisando a organização textual-discursiva do poema, conclui-se corretamente que o seu foco está na
    Escolha uma alternativa para a questão 9099da08-6e