Questões do ENEM: Universidade Federal de Roraima
Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
- Filtrando por
- Universidade Federal de RoraimaRemover este filtro
Resultados
107 questões encontradas. Mostrando a página 3 de 6.
A281CA1A-B2 ''Diversas inovações contribuíram para a capacidade de uma linhagem de tetrapodos explorar uma ampla gama de habitats terrestres. Os animais que desenvolveram essas características de conservação de água são chamados amniotas.''(Sadava, David et al. Vida: a ciência da biologia – vol II: Evolução, diversidade e ecologia 8ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2009, pág. 730)Assinale a alternativa que contém duas das inovações a que se refere o texto.
A27E59BE-B2 Biologia
Identidade dos seres vivosUniversidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosAo longo do processo evolutivo, os animais desenvolveram diversos mecanismos para regular o processo osmótico a que estão sujeitos. Esses mecanismos constituem o que se denomina osmorregulação. Os peixes teleósteos marinhos vivem em um ambiente hipertônico e estão em constante risco de perder água para o meio e, por isso, apresentam os mecanismos de osmorregulação bem desenvolvidos. Sobre esses mecanismos nos telósteos é CORRETO afirmar que:A27B0F96-B2 Biologia
FotossínteseUniversidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosO gráfico abaixo mostra a taxa de assimilação de CO2 por plantas em função da quantidade de luz absorvida. O ponto X corresponde ao ponto de compensação luminosa, no qual a absorção e a liberação de CO2 são iguais.
(Gráfico adaptado de Taiz, L. e Zeiger, E., Fisiologia Vegetal. 3ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2004.)Considerando os dados mostrados no gráfico é CORRETO afirmar que quando a luz absorvida estáA2774AEF-B2 Biologia
MeioseUniversidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosConsiderando os eventos relativos à meiose, apresentados a seguir:I. Permutação cromossômica na primeira divisão da meiose.II. Disposição ao acaso dos cromossomos homólogos emparelhados no equador da célula na primeira divisão da meiose.III. Alinhamento dos cromossomos nas placas equatoriais de cada célula na segunda divisão da meiose.É CORRETO afirmar que:
A2737860-B2 Biologia
Estrutura e fisiologia da Membrana PlasmáticaUniversidade Federal de Roraima · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosA membrana plasmática é composta por fosfolipídios organizados como uma camada dupla contínua e fluida, cujo interior é hidrofóbico e exterior hidrofílico. Nessa bicamada lipídica se inserem proteínas e outras moléculas que desempenham diversas funções na célula. Essa estrutura e a composição da membrana permitem que a célula mantenha um ambiente interno relativamente constante, uma vez que a difusão de moléculas através da membrana depende da afinidade dessas moléculas pelo interior hidrofóbico da bicamada.Com relação à passagem de moléculas através da membrana plasmática é INCORRETO afirmar que:A2708BA7-B2 Biologia
Moléculas, células e tecidosUniversidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosAs hemácias são as células do sangue responsáveis pelo transporte de oxigênio para os tecidos. Elas são produzidas a partir de células-tronco na medula óssea. Ao final de sua diferenciação, antes de entrarem na corrente sanguínea, perdem o núcleo e as mitocôndrias, transformando-se em um "saco" membranoso cheio de enzimas e hemoglobina.Devido à ausência de núcleo e de mitocôndrias, dos processos a seguir, o único realizado pela hemácia é:
A26B544D-B2 Matemática
Números ComplexosUniversidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosO número complexo i238 + i239 + i240 é igual a:A266E397-B2 Matemática
Função de 2º Grau ou Função Quadrática e InequaçõesUniversidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosConsiderando a figura a seguir, assinale a alternativa que contém a equação da reta que corta a parábola nos pontos A e B.
A263E2E3-B2 Matemática
Geometria AnalíticaUniversidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosSabendo-se que a distância entre os pontos A (4,y) e B (1,2) é igual a 5, os valores de y são:A25F949A-B2 Matemática
ConeUniversidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa que apresenta a medida da aresta do cubo circunscrito na esfera de centro em 0, dada na figura a seguir.

A25C143D-B2 Matemática
Análise Combinatória em MatemáticaUniversidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosA quantidade de anagramas possíveis com a palavra RORAIMA, fixando-se o primeiro "R", no início, é:A2565908-B2 Matemática
Seno, Cosseno e TangenteUniversidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosA identidade trigonométrica sec² x + tg² x é equivalente a:A24C13CF-B2 Matemática
Função de 1º Grau ou Função Afim, Problemas com Equação e InequaçõesUniversidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosSeja a função f (x) : A ⇾ B, em que A é o domínio, A = D(f), e B é o contradomínio, assinale a alternativa ERRADA.
A2491B76-B2 Matemática
Geometria PlanaUniversidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosUma sequência de triângulos equiláteros cresce em progressão geométrica. Sabendo-se que os lados dos três primeiros triângulos da sequência são 1, 2, 4, ..., nesta ordem (veja figura a seguir)
A área do próximo triângulo equilátero da sequência é:
A2455B47-B2 Matemática
CircunferênciasUniversidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosUm grupo de pessoas realizará uma caminhada em torno de uma ilha, de forma circular, saindo do ponto A e chegando ao ponto B (Veja figura a seguir), numa velocidade de 6 metros por minuto. Sabendo-se que é o centro do círculo e o comprimento do segmento
é 300
metros, o tempo necessário para o grupo completar o
percurso é de:(Obs.: Considerar o valor de π igual a 3,14).
A241C365-B2 Português
Análise sintáticaUniversidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosLeia os versos do poema ''Os estatutos do homem'' de Tiago Melo para responder à questão:
"O homem confiará no homem como um menino confia em outro"
(...)
"e saber que é a água
que dá à planta o milagre da flor"
(...)
"Fica proibido o uso da palavra liberdade,
a qual será suprimida dos dicionários"
Observe a análise sintática dos termos a seguir:
I. "O homem confiará no homem" - o homem (sujeito) / no homem (objeto indireto)
II. "O homem confiará no homem" - o homem (sujeito) / no homem (adjunto adverbial)
III. A expressão "o milagre da flor" - (objeto direto e indireto, respectivamente)
IV. A expressão "em outro" - (objeto indireto do verbo confiar)
Estão corretas:
A23CF9C9-B2 Português
Análise sintáticaUniversidade Federal de Roraima · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho da entrevista "A Filosofia é pop", feita com o filósofo Mario Sergio Cortella, publicada em maio de 2013, para responder à questão:Apesar de interessante, a filosofia costuma parecer chata. Além do seu dom de oratória, como transformou a matéria em algo instigante?Agradeço o elogio, mas quero fazer um reparo filosófico. Quando você diz que eu tenho o dom, está dizendo que não tenho mérito nenhum, porque dom é algo que se recebe de fora. Ocorre que Deus não me escolheu e disse "você vai ser o cara". Tudo bem, sei que não foi isso que você quis dizer. Mas eu diria que tenho a prática, a intenção e o gosto. Minha intenção é fazer com que a filosofia seja simples sem ser simplória. Em outras palavras, que seja compreensível sem ser banalizável. Por exemplo, na semana da Rio+20, eu participei de um programa especial da Xuxa sobre sustentabilidade. Antes de entrar no ar, uma pessoa da produção me pediu para não usar o termo "biocídio" [eliminação de variadas formas de vida, inclusive a humana], porque não ia ser entendido. Então eu disse: "Lamento, não ajo dessa forma. Vou usar e explicar". Se eu recuso o uso, furto das pessoas o acesso a um conceito importante. Se uso sem explicar, estou dando uma demonstração tola de sabedoria. Mas, se uso e traduzo, estou partilhando. Eu quero que a filosofia seja compreensível.Fonte: http://www.revistaplaneta.com.br/a-filosofia-pop/ acessado em 17/08/2017Em conformidade com as regras gramaticais, todas as orações destacadas são subordinadas adverbiais, ou seja, elas indicam circunstâncias de tempo, condição, comparação, proporcionalidade entre outras. Como base nessa informação, analise as proposições a seguir:I. "porque dom é algo" / "porque não ia ser entendido" - são orações que indicam a causa do que se declara na oração principal;II. "Quando você diz" - a oração exprime ideia de tempo e essa circunstância foi estabelecida pela conjunção quando;III. "se eu recuso o uso" / "se uso" / "se uso" - as três orações exprimem a condição do fato expresso pela oração principal.IV. Transformando as orações adverbiais desenvolvidas, tais como: "Quando você diz que eu tenho o dom, está dizendo que não tenho mérito nenhum, porque dom é algo que se recebe de fora." em orações reduzidas, teremos: "Ao dizer que eu tenho o dom, está dizendo que não tenho mérito nenhum, por ser o dom algo que se recebe de fora."Podemos afirmar que:
A235214C-B2 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal de Roraima · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos''Caía então luz de chapa sobre ela, iluminando-lhe o rosto, parte do colo e da cabeça, coberta por um lenço vermelho atado por trás da nuca.
Apesar de bastante descorada e um tanto magra, era Inocência de beleza deslumbrante.
Do seu rosto irradiava singela expressão de encantadora ingenuidade, realçada pela meiguice do olhar sereno que, a custo, parecia coar por entre os cílios sedosos a franjar-lhe as pálpebras, e compridos a ponto de projetarem sombras nas mimosas faces.
Era o nariz fino, um bocadinho arqueado; a boca pequena, e o queixo admiravelmente torneado.
Ao erguer a cabeça para tirar o braço de sob o lençol, descera um nada a camisinha de crivo que vestia, deixando nu um colo de fascinadora alvura, em que ressaltava um ou outro sinal de nascença.''
TAUNAY, Visconde de. Inocência. São Paulo: DCL, 2013.
Sobre a figura feminina na visão do Romantismo, e sobre o enredo do romance Inocência, só NÃO se pode afirmar que:A2307BBF-B2 Português
AdjetivosUniversidade Federal de Roraima · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto abaixo e responda a questão.
TEXTO II
UM APÓLOGO
Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?— Deixe-me, senhora.— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.— Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.— Mas você é orgulhosa.— Decerto que sou.
— Mas por quê?— É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?— Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...— Também os batedores vão adiante do imperador.— Você é imperador?— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plicplic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:— Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:— Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!ASSIS, Machado de. Para Gostar de Ler - Volume 9 – Contos. São Paulo: Ática, 1984.
No trecho: "Esta agora é melhor.", e no trecho "... um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência...", as palavras destacadas são adjetivos expressos na gradação ou grau:A22C5BEE-B2 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto abaixo e responda a questão.
TEXTO II
UM APÓLOGO
Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?— Deixe-me, senhora.— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.— Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.— Mas você é orgulhosa.— Decerto que sou.
— Mas por quê?— É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?— Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...— Também os batedores vão adiante do imperador.— Você é imperador?— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plicplic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:— Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:— Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!ASSIS, Machado de. Para Gostar de Ler - Volume 9 – Contos. São Paulo: Ática, 1984.
A narrativa traz seres inanimados e personagens humanos desempenhando, paralelamente, comportamentos sociais semelhantes. Sobre essa analogia só NÃO se pode afirmar que: