Questões do ENEM: Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

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362 questões encontradas. Mostrando a página 18 de 19.

  • B325D409-75

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2022Entre para guardar nos favoritos
    Leia a resenha do livro Redes e ruas: mídias sociais e ativismo contemporâneo, de Paolo Gerbaudo.


        A obra Redes e ruas analisa os protestos do início da década de 2010, a partir da “Primavera Árabe”, do movimento dos “indignados” na Espanha e das ações “Occupy Wall Street” nos Estados Unidos. Em 2013, houve no Brasil fenômeno semelhante, as “Jornadas de Junho.” Caso se tivesse prestado atenção às características do ativismo digital elencadas na obra de Gerbaudo, não haveria surpresa quando as manifestações brasileiras converteram um protesto contra a tarifa nos transportes em movimento pelo impeachment de Dilma Rouseff.

    (Kelly Prudencio. Le monde diplomatique Brasil, março de 2022. Adaptado.)


    A resenha
    Escolha uma alternativa para a questão b325d409-75
  • B3232866-75

    História

    História do Brasil
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2022Entre para guardar nos favoritos
        Agora, ao Chico Bento, como único recurso, só restava arribar1 . [...] não havia de ficar morrendo de fome, enquanto a seca durasse. [...] E a imaginação esperançosa aplanava as estradas difíceis, esquecia saudades, fome e angústias, penetrava na sombra verde do Amazonas, vencia a natureza bruta, dominava as feras e as viagens, fazia dele rico e vencedor.


    (Rachel de Queiroz. O quinze, 1993.)


    1 Arribar: partir.


    O romance, publicado em primeira edição em 1930, narra os efeitos econômicos e sociais da seca de 1915 no sertão do estado do Ceará. Pode-se afirmar que a expectativa do personagem Chico Bento vinculava-se à história do Brasil dos primeiros quinze anos do século XX, pois
    Escolha uma alternativa para a questão b3232866-75
  • B3207EC3-75

    História

    História do Brasil
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    Observe a caricatura publicada na imprensa do Rio de Janeiro em 1904.



    Imagem da questão de História, da prova de 2022



    A caricatura representa a aplicação de medidas de combate às doenças na cidade do Rio de Janeiro como

    Escolha uma alternativa para a questão b3207ec3-75
  • B31DD4E3-75

    História

    Expansão Comercial a Marítima: a busca de novos mundos
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2022Entre para guardar nos favoritos
        O “Império Português”, no século XVIII, compreende os territórios metropolitanos e os domínios ultramarinos, uma “área semiperiférica” que constitui um dos vários “subsistemas” do “Sistema Mundial Moderno”, capitalista e europeu. No interior desse subsistema destaca-se o espaço luso-atlântico, por sua riqueza e dinamismo econômicos, envolvendo as relações de Portugal com a América portuguesa e as feitorias situadas no litoral africano. As articulações das diversas áreas desse espaço constituem o essencial da estrutura e dinâmica do “Antigo Sistema Colonial”.


    (Francisco Calazans Falcon. “Pombal e o Brasil”.
    In: José Mattoso, José Tengarrinha (orgs.). História de Portugal, 2001.)
    O excerto refere-se às relações luso-atlânticas do Império português, que envolviam
    Escolha uma alternativa para a questão b31dd4e3-75
  • B31AF9AE-75

    História

    Expansão Comercial a Marítima: a busca de novos mundos
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2022Entre para guardar nos favoritos
        O “Império Português”, no século XVIII, compreende os territórios metropolitanos e os domínios ultramarinos, uma “área semiperiférica” que constitui um dos vários “subsistemas” do “Sistema Mundial Moderno”, capitalista e europeu. No interior desse subsistema destaca-se o espaço luso-atlântico, por sua riqueza e dinamismo econômicos, envolvendo as relações de Portugal com a América portuguesa e as feitorias situadas no litoral africano. As articulações das diversas áreas desse espaço constituem o essencial da estrutura e dinâmica do “Antigo Sistema Colonial”.


    (Francisco Calazans Falcon. “Pombal e o Brasil”.
    In: José Mattoso, José Tengarrinha (orgs.). História de Portugal, 2001.)
    No século XVIII, o sistema capitalista moderno europeu iniciava uma fase de grande dinamismo socioeconômico. Tal fato deveu-se
    Escolha uma alternativa para a questão b31af9ae-75
  • B3182586-75

    História

    Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
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        É bárbaro, segundo a etimologia da palavra (com a repetição da sequência barbar, de forma onomatopaica), quem tem dificuldades de elocução, de pronunciação, quem gagueja, quem tem uma fala entrecortada.

    (François Hartog. Memórias de Ulisses:
    narrativas sobre a fronteira na Grécia antiga, 2004.)


    Essa definição era utilizada com a finalidade de 
    Escolha uma alternativa para a questão b3182586-75
  • B315A0F9-75

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2022



           Aarav Chavda has been diving off the coast of Florida for years. Each time he became increasingly depressed by the ever-growing empty spaces, as colourful species of fish and coral reefs continued to disappear. A significant reason for that disappearance is the lionfish, an invasive species that has boomed in Atlantic waters from Florida to the Caribbean in recent decades, and in numerous other places from Brazil and Mexico to the Mediterranean.
          Lionfish have no natural predators outside their native range — in the Indian and Pacific Oceans and the Red Sea — and are all-consuming, devouring an estimated 79% of young marine life within five weeks of entering a coral reef system. “You can see the impacts on the reefs when you dive now — it’s less vibrant, it’s less noisy,” Chavda said. “We know there are solutions for some of the problems — such as coral- -friendly sunscreens to help protect the reefs — but nobody’s been able to do anything about the lionfish.”
       So Chavda and a team of ecologically aware fellow scuba enthusiasts decided to act by establishing a company called Inversa, which turns lionfish into a new product: fish leather. Chavda, 27, and his childhood friend from Texas, Roland Salatino, set up the Florida-based company to make the leather. They process the fish hides1 by tanning them with drying agents and dye them before selling the leather to partner companies to fashion into high-end products including wallets, belts and handbags. Fish skin is thin but, because the fibre structure runs crossways, it is stronger than many other types of leather. Each hide, Chavda says, can save up to 70,000 native reef fish.
          The hides are also more sustainable than traditional animal leathers, which generally require grazing on huge amounts of pasture — degrading soils and producing high carbon emissions. Inversa does not hunt the lionfish itself. Instead, it relies on educating and encouraging largely poor fishermen and women in often remote places to catch them. “We’re really sort of empowering the consumer and fashion by doing something for the planet — then we empower dive communities in fishing cooperatives to do something for themselves,” Chavda said.


    (Richard Luscombe. www.theguardian.com, 12.06.2022. Adaptado.) 1 hide: an animal’s skin used to make leather
    No trecho do quarto parágrafo “‘We’re really sort of empowering the consumer and fashion’”, a expressão sublinhada significa, no contexto em questão,
    Escolha uma alternativa para a questão b315a0f9-75
  • B3134B15-75

    Inglês

    Tradução | Translation
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    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2022



           Aarav Chavda has been diving off the coast of Florida for years. Each time he became increasingly depressed by the ever-growing empty spaces, as colourful species of fish and coral reefs continued to disappear. A significant reason for that disappearance is the lionfish, an invasive species that has boomed in Atlantic waters from Florida to the Caribbean in recent decades, and in numerous other places from Brazil and Mexico to the Mediterranean.
          Lionfish have no natural predators outside their native range — in the Indian and Pacific Oceans and the Red Sea — and are all-consuming, devouring an estimated 79% of young marine life within five weeks of entering a coral reef system. “You can see the impacts on the reefs when you dive now — it’s less vibrant, it’s less noisy,” Chavda said. “We know there are solutions for some of the problems — such as coral- -friendly sunscreens to help protect the reefs — but nobody’s been able to do anything about the lionfish.”
       So Chavda and a team of ecologically aware fellow scuba enthusiasts decided to act by establishing a company called Inversa, which turns lionfish into a new product: fish leather. Chavda, 27, and his childhood friend from Texas, Roland Salatino, set up the Florida-based company to make the leather. They process the fish hides1 by tanning them with drying agents and dye them before selling the leather to partner companies to fashion into high-end products including wallets, belts and handbags. Fish skin is thin but, because the fibre structure runs crossways, it is stronger than many other types of leather. Each hide, Chavda says, can save up to 70,000 native reef fish.
          The hides are also more sustainable than traditional animal leathers, which generally require grazing on huge amounts of pasture — degrading soils and producing high carbon emissions. Inversa does not hunt the lionfish itself. Instead, it relies on educating and encouraging largely poor fishermen and women in often remote places to catch them. “We’re really sort of empowering the consumer and fashion by doing something for the planet — then we empower dive communities in fishing cooperatives to do something for themselves,” Chavda said.


    (Richard Luscombe. www.theguardian.com, 12.06.2022. Adaptado.) 1 hide: an animal’s skin used to make leather
    No trecho do quarto parágrafo “Instead, it relies on educating and encouraging largely poor fishermen and women”, o termo “instead” equivale, em português, a 
    Escolha uma alternativa para a questão b3134b15-75
  • B310A501-75

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2022



           Aarav Chavda has been diving off the coast of Florida for years. Each time he became increasingly depressed by the ever-growing empty spaces, as colourful species of fish and coral reefs continued to disappear. A significant reason for that disappearance is the lionfish, an invasive species that has boomed in Atlantic waters from Florida to the Caribbean in recent decades, and in numerous other places from Brazil and Mexico to the Mediterranean.
          Lionfish have no natural predators outside their native range — in the Indian and Pacific Oceans and the Red Sea — and are all-consuming, devouring an estimated 79% of young marine life within five weeks of entering a coral reef system. “You can see the impacts on the reefs when you dive now — it’s less vibrant, it’s less noisy,” Chavda said. “We know there are solutions for some of the problems — such as coral- -friendly sunscreens to help protect the reefs — but nobody’s been able to do anything about the lionfish.”
       So Chavda and a team of ecologically aware fellow scuba enthusiasts decided to act by establishing a company called Inversa, which turns lionfish into a new product: fish leather. Chavda, 27, and his childhood friend from Texas, Roland Salatino, set up the Florida-based company to make the leather. They process the fish hides1 by tanning them with drying agents and dye them before selling the leather to partner companies to fashion into high-end products including wallets, belts and handbags. Fish skin is thin but, because the fibre structure runs crossways, it is stronger than many other types of leather. Each hide, Chavda says, can save up to 70,000 native reef fish.
          The hides are also more sustainable than traditional animal leathers, which generally require grazing on huge amounts of pasture — degrading soils and producing high carbon emissions. Inversa does not hunt the lionfish itself. Instead, it relies on educating and encouraging largely poor fishermen and women in often remote places to catch them. “We’re really sort of empowering the consumer and fashion by doing something for the planet — then we empower dive communities in fishing cooperatives to do something for themselves,” Chavda said.


    (Richard Luscombe. www.theguardian.com, 12.06.2022. Adaptado.) 1 hide: an animal’s skin used to make leather
    No trecho do terceiro parágrafo “and dye them before selling the leather to partner companies”, o termo sublinhado refere-se a 
    Escolha uma alternativa para a questão b310a501-75
  • B30DCFB7-75

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2022



           Aarav Chavda has been diving off the coast of Florida for years. Each time he became increasingly depressed by the ever-growing empty spaces, as colourful species of fish and coral reefs continued to disappear. A significant reason for that disappearance is the lionfish, an invasive species that has boomed in Atlantic waters from Florida to the Caribbean in recent decades, and in numerous other places from Brazil and Mexico to the Mediterranean.
          Lionfish have no natural predators outside their native range — in the Indian and Pacific Oceans and the Red Sea — and are all-consuming, devouring an estimated 79% of young marine life within five weeks of entering a coral reef system. “You can see the impacts on the reefs when you dive now — it’s less vibrant, it’s less noisy,” Chavda said. “We know there are solutions for some of the problems — such as coral- -friendly sunscreens to help protect the reefs — but nobody’s been able to do anything about the lionfish.”
       So Chavda and a team of ecologically aware fellow scuba enthusiasts decided to act by establishing a company called Inversa, which turns lionfish into a new product: fish leather. Chavda, 27, and his childhood friend from Texas, Roland Salatino, set up the Florida-based company to make the leather. They process the fish hides1 by tanning them with drying agents and dye them before selling the leather to partner companies to fashion into high-end products including wallets, belts and handbags. Fish skin is thin but, because the fibre structure runs crossways, it is stronger than many other types of leather. Each hide, Chavda says, can save up to 70,000 native reef fish.
          The hides are also more sustainable than traditional animal leathers, which generally require grazing on huge amounts of pasture — degrading soils and producing high carbon emissions. Inversa does not hunt the lionfish itself. Instead, it relies on educating and encouraging largely poor fishermen and women in often remote places to catch them. “We’re really sort of empowering the consumer and fashion by doing something for the planet — then we empower dive communities in fishing cooperatives to do something for themselves,” Chavda said.


    (Richard Luscombe. www.theguardian.com, 12.06.2022. Adaptado.) 1 hide: an animal’s skin used to make leather
    De acordo com o texto,
    Escolha uma alternativa para a questão b30dcfb7-75
  • B30B638B-75

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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           Aarav Chavda has been diving off the coast of Florida for years. Each time he became increasingly depressed by the ever-growing empty spaces, as colourful species of fish and coral reefs continued to disappear. A significant reason for that disappearance is the lionfish, an invasive species that has boomed in Atlantic waters from Florida to the Caribbean in recent decades, and in numerous other places from Brazil and Mexico to the Mediterranean.
          Lionfish have no natural predators outside their native range — in the Indian and Pacific Oceans and the Red Sea — and are all-consuming, devouring an estimated 79% of young marine life within five weeks of entering a coral reef system. “You can see the impacts on the reefs when you dive now — it’s less vibrant, it’s less noisy,” Chavda said. “We know there are solutions for some of the problems — such as coral- -friendly sunscreens to help protect the reefs — but nobody’s been able to do anything about the lionfish.”
       So Chavda and a team of ecologically aware fellow scuba enthusiasts decided to act by establishing a company called Inversa, which turns lionfish into a new product: fish leather. Chavda, 27, and his childhood friend from Texas, Roland Salatino, set up the Florida-based company to make the leather. They process the fish hides1 by tanning them with drying agents and dye them before selling the leather to partner companies to fashion into high-end products including wallets, belts and handbags. Fish skin is thin but, because the fibre structure runs crossways, it is stronger than many other types of leather. Each hide, Chavda says, can save up to 70,000 native reef fish.
          The hides are also more sustainable than traditional animal leathers, which generally require grazing on huge amounts of pasture — degrading soils and producing high carbon emissions. Inversa does not hunt the lionfish itself. Instead, it relies on educating and encouraging largely poor fishermen and women in often remote places to catch them. “We’re really sort of empowering the consumer and fashion by doing something for the planet — then we empower dive communities in fishing cooperatives to do something for themselves,” Chavda said.


    (Richard Luscombe. www.theguardian.com, 12.06.2022. Adaptado.) 1 hide: an animal’s skin used to make leather
    A expressão “such as”, no trecho do segundo parágrafo “such as coral-friendly sunscreens”, foi utilizada para introduzir
    Escolha uma alternativa para a questão b30b638b-75
  • B308CEE1-75

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2022



           Aarav Chavda has been diving off the coast of Florida for years. Each time he became increasingly depressed by the ever-growing empty spaces, as colourful species of fish and coral reefs continued to disappear. A significant reason for that disappearance is the lionfish, an invasive species that has boomed in Atlantic waters from Florida to the Caribbean in recent decades, and in numerous other places from Brazil and Mexico to the Mediterranean.
          Lionfish have no natural predators outside their native range — in the Indian and Pacific Oceans and the Red Sea — and are all-consuming, devouring an estimated 79% of young marine life within five weeks of entering a coral reef system. “You can see the impacts on the reefs when you dive now — it’s less vibrant, it’s less noisy,” Chavda said. “We know there are solutions for some of the problems — such as coral- -friendly sunscreens to help protect the reefs — but nobody’s been able to do anything about the lionfish.”
       So Chavda and a team of ecologically aware fellow scuba enthusiasts decided to act by establishing a company called Inversa, which turns lionfish into a new product: fish leather. Chavda, 27, and his childhood friend from Texas, Roland Salatino, set up the Florida-based company to make the leather. They process the fish hides1 by tanning them with drying agents and dye them before selling the leather to partner companies to fashion into high-end products including wallets, belts and handbags. Fish skin is thin but, because the fibre structure runs crossways, it is stronger than many other types of leather. Each hide, Chavda says, can save up to 70,000 native reef fish.
          The hides are also more sustainable than traditional animal leathers, which generally require grazing on huge amounts of pasture — degrading soils and producing high carbon emissions. Inversa does not hunt the lionfish itself. Instead, it relies on educating and encouraging largely poor fishermen and women in often remote places to catch them. “We’re really sort of empowering the consumer and fashion by doing something for the planet — then we empower dive communities in fishing cooperatives to do something for themselves,” Chavda said.


    (Richard Luscombe. www.theguardian.com, 12.06.2022. Adaptado.) 1 hide: an animal’s skin used to make leather
    The text is mainly about
    Escolha uma alternativa para a questão b308cee1-75
  • B306871E-75

    Literatura

    Escolas Literárias
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    Tal escritor acreditava no conhecimento puramente intuitivo e subjetivo da realidade. Procurava a expressão direta e espontânea dos sentimentos. Sua imaginação criadora era capaz de construir mundos ideais, maravilhosos ou fantásticos. Não havia limites para a sua sensibilidade e imaginação.


    (Benjamin Abdala Junior e Samira Youssef Campedelli.
    Tempos da literatura brasileira, 1997. Adaptado.)


    O texto refere-se ao escritor 
    Escolha uma alternativa para a questão b306871e-75
  • B3041D3A-75

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
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         O silêncio e o ruído se opõem de maneira nítida e exclusiva. O ruído pode ser definido como uma série caótica de sons, de choques. É nesse quadro que se opõe, por exemplo, a suavidade dos campos silenciosos à dureza das cidades ruidosas. O ruído é desagradável, violento. O silêncio, então, marca uma ruptura: ele é ausência de ruídos. Opõe a um caos sonoro uma superfície isolante branca que serve de anteparo. É a negação do ruído.

        Evidentemente a relação que a música mantém com o silêncio não é a mesma. O silêncio que precede a música constitui sua preparação inicial, seu ponto de emergência, talvez mesmo sua possibilidade pura. O silêncio que encerra a música, o que vem imediatamente após a última nota, reúne nele a totalidade da melodia. Não é a negação da música, mas sim uma vibração ideal em que deveria ressoar a totalidade acabada e reunida da melodia.


    (Adauto Novaes (org.). Mutações: o silêncio
    e a prosa do mundo, 2014. Adaptado.)
    Pertence ao grupo das classes de palavras invariáveis o termo sublinhado em:
    Escolha uma alternativa para a questão b3041d3a-75
  • B3016BA2-75

    Português

    Coesão e coerência
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         O silêncio e o ruído se opõem de maneira nítida e exclusiva. O ruído pode ser definido como uma série caótica de sons, de choques. É nesse quadro que se opõe, por exemplo, a suavidade dos campos silenciosos à dureza das cidades ruidosas. O ruído é desagradável, violento. O silêncio, então, marca uma ruptura: ele é ausência de ruídos. Opõe a um caos sonoro uma superfície isolante branca que serve de anteparo. É a negação do ruído.

        Evidentemente a relação que a música mantém com o silêncio não é a mesma. O silêncio que precede a música constitui sua preparação inicial, seu ponto de emergência, talvez mesmo sua possibilidade pura. O silêncio que encerra a música, o que vem imediatamente após a última nota, reúne nele a totalidade da melodia. Não é a negação da música, mas sim uma vibração ideal em que deveria ressoar a totalidade acabada e reunida da melodia.


    (Adauto Novaes (org.). Mutações: o silêncio
    e a prosa do mundo, 2014. Adaptado.)
    Em “Não é a negação da música, mas sim uma vibração ideal em que deveria ressoar a totalidade acabada e reunida da melodia.” (2º parágrafo), o pronome sublinhado refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão b3016ba2-75
  • B2FDF030-75

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2022Entre para guardar nos favoritos
         O silêncio e o ruído se opõem de maneira nítida e exclusiva. O ruído pode ser definido como uma série caótica de sons, de choques. É nesse quadro que se opõe, por exemplo, a suavidade dos campos silenciosos à dureza das cidades ruidosas. O ruído é desagradável, violento. O silêncio, então, marca uma ruptura: ele é ausência de ruídos. Opõe a um caos sonoro uma superfície isolante branca que serve de anteparo. É a negação do ruído.

        Evidentemente a relação que a música mantém com o silêncio não é a mesma. O silêncio que precede a música constitui sua preparação inicial, seu ponto de emergência, talvez mesmo sua possibilidade pura. O silêncio que encerra a música, o que vem imediatamente após a última nota, reúne nele a totalidade da melodia. Não é a negação da música, mas sim uma vibração ideal em que deveria ressoar a totalidade acabada e reunida da melodia.


    (Adauto Novaes (org.). Mutações: o silêncio
    e a prosa do mundo, 2014. Adaptado.)
    O termo que qualifica o substantivo na expressão “última nota” (2º parágrafo) tem sentido oposto ao termo que qualifica o substantivo em
    Escolha uma alternativa para a questão b2fdf030-75
  • B2FB0253-75

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2022Entre para guardar nos favoritos
         O silêncio e o ruído se opõem de maneira nítida e exclusiva. O ruído pode ser definido como uma série caótica de sons, de choques. É nesse quadro que se opõe, por exemplo, a suavidade dos campos silenciosos à dureza das cidades ruidosas. O ruído é desagradável, violento. O silêncio, então, marca uma ruptura: ele é ausência de ruídos. Opõe a um caos sonoro uma superfície isolante branca que serve de anteparo. É a negação do ruído.

        Evidentemente a relação que a música mantém com o silêncio não é a mesma. O silêncio que precede a música constitui sua preparação inicial, seu ponto de emergência, talvez mesmo sua possibilidade pura. O silêncio que encerra a música, o que vem imediatamente após a última nota, reúne nele a totalidade da melodia. Não é a negação da música, mas sim uma vibração ideal em que deveria ressoar a totalidade acabada e reunida da melodia.


    (Adauto Novaes (org.). Mutações: o silêncio
    e a prosa do mundo, 2014. Adaptado.)
    De acordo com o autor,

    Escolha uma alternativa para a questão b2fb0253-75
  • B2F7BFE3-75

    Português

    Pontuação
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2022Entre para guardar nos favoritos
    Leia a fábula “O cão convidado para jantar”, de Esopo, para responder à questão.


       Um homem preparava um jantar para receber à mesa um amigo íntimo. E o cão dele chamou outro cão, dizendo: “Amigo, vem jantar aqui comigo.” Ele foi e, enquanto contemplava feliz o grande jantar, exclamava intimamente: “Uau!, que alegria inesperada me apareceu bem agora! Vou me banquetear à farta e comer tanto que amanhã não terei fome nenhuma!” O cão dizia isso para si e, ao mesmo tempo, abanava o rabo, confiante no amigo. Mas o cozinheiro, quando viu aquele rabo se movimentando para lá e para cá, agarrou o cão pelas patas e, num átimo, o arremessou para fora, pela janela. Após o baque, ele foi embora, ganindo muito. Então um dos cães que toparam com ele no caminho perguntou: “Como foi o jantar, amigo?” Ele respondeu: “Exagerei na bebida e fiquei tão bêbado que nem mesmo sei por onde foi que eu saí.”


    (Fábulas completas, 2013.)
    Verifica-se o emprego de vírgula para separar um vocativo no seguinte trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão b2f7bfe3-75
  • B2F4D5A6-75

    Português

    Orações subordinadas adverbiais: Causal, Comparativa, Consecutiva, Concessiva, Condicional...
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2022Entre para guardar nos favoritos
    Leia a fábula “O cão convidado para jantar”, de Esopo, para responder à questão.


       Um homem preparava um jantar para receber à mesa um amigo íntimo. E o cão dele chamou outro cão, dizendo: “Amigo, vem jantar aqui comigo.” Ele foi e, enquanto contemplava feliz o grande jantar, exclamava intimamente: “Uau!, que alegria inesperada me apareceu bem agora! Vou me banquetear à farta e comer tanto que amanhã não terei fome nenhuma!” O cão dizia isso para si e, ao mesmo tempo, abanava o rabo, confiante no amigo. Mas o cozinheiro, quando viu aquele rabo se movimentando para lá e para cá, agarrou o cão pelas patas e, num átimo, o arremessou para fora, pela janela. Após o baque, ele foi embora, ganindo muito. Então um dos cães que toparam com ele no caminho perguntou: “Como foi o jantar, amigo?” Ele respondeu: “Exagerei na bebida e fiquei tão bêbado que nem mesmo sei por onde foi que eu saí.”


    (Fábulas completas, 2013.)
    Em “Ele foi e, enquanto contemplava feliz o grande jantar, exclamava intimamente”, o termo sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido do texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão b2f4d5a6-75
  • B2F261CA-75

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2022Entre para guardar nos favoritos
    Leia a fábula “O cão convidado para jantar”, de Esopo, para responder à questão.


       Um homem preparava um jantar para receber à mesa um amigo íntimo. E o cão dele chamou outro cão, dizendo: “Amigo, vem jantar aqui comigo.” Ele foi e, enquanto contemplava feliz o grande jantar, exclamava intimamente: “Uau!, que alegria inesperada me apareceu bem agora! Vou me banquetear à farta e comer tanto que amanhã não terei fome nenhuma!” O cão dizia isso para si e, ao mesmo tempo, abanava o rabo, confiante no amigo. Mas o cozinheiro, quando viu aquele rabo se movimentando para lá e para cá, agarrou o cão pelas patas e, num átimo, o arremessou para fora, pela janela. Após o baque, ele foi embora, ganindo muito. Então um dos cães que toparam com ele no caminho perguntou: “Como foi o jantar, amigo?” Ele respondeu: “Exagerei na bebida e fiquei tão bêbado que nem mesmo sei por onde foi que eu saí.”


    (Fábulas completas, 2013.)
    A resposta do cão acerca do jantar permite caracterizá-lo como
    Escolha uma alternativa para a questão b2f261ca-75