Questões do ENEM: Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública

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156 questões encontradas. Mostrando a página 8 de 8.

  • 11619D4E-D6

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

        A atual epidemia de obesidade que atinge a infância e os adolescentes tem provocado aumento assustador de Diabetes Mellitus do tipo 2 nessas faixas etárias, anteriormente consideradas resistentes a tal forma da doença. É importante lembrar que um adolescente com excesso de peso tem 70% de chance de mantê-lo ou de se tornar obeso na vida adulta. Se um de seus pais sofrer de obesidade, a probabilidade então sobe para 80%.


    VARELA, Drauzio. Borboletas da alma: escritos sobre ciência e saúde. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 238.

    Uma das justificativas utilizadas para melhor explicar de que forma a obesidade interfere no desenvolvimento do Diabetes Melitus tipo 2 no organismo, é que
    Escolha uma alternativa para a questão 11619d4e-d6
  • 115E4B00-D6

    Biologia

    Hereditariedade e diversidade da vida
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    A radiação ultravioleta foi a primeira fonte de mutação do DNA a ser estudada e, devido ao seu poder germicida, vem sendo amplamente empregada para causar danos letais em micro-organismos em condições laboratoriais. Ela é usada para matar bactérias e fungos, tornando o espaço de manipulação do material genético mais puro e esterilizado.

    VANZELA, André L. Laforga; SOUZA, Rogério Fernandes. Avanços da Biologia Celular e da Genética Molecular. São Paulo: Unesp, 2009, p.42.

    Considerando-se as vantagens mencionadas na utilização da radiação ultravioleta em ambientes de pesquisa, pode-se afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 115e4b00-d6
  • 115A4165-D6

    Biologia

    Moléculas, células e tecidos
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    No trabalho iniciado, silenciosamente, nos anos de 1960 e que só deu frutos dez anos depois, Carl Woese selecionou uma única estrutura para comparar espécies. Obviamente, a estrutura tinha de estar presente em todas as espécies. E mais, tinha de servir ao mesmo propósito. Esse propósito tinha de ser fundamental e tão importante para a célula que até leves mudanças na sua função seriam penalizadas pela seleção natural. Isto é necessário se quisermos comparar as diferenças que se acumulam entre espécies ao longo de, literalmente, bilhões de anos, para construírem uma grande árvore da vida, desde o início. Essa foi a escala da ambição de Woese ao propor uma classificação com base em Domínios.
    LANE, Nick. Questão Vital: porque a vida é como é? e.1. Rio de Janeiro: Rocco, 2017, p.17.

    O texto menciona uma estrutura selecionada pelo pesquisador Carl Woese, durante a montagem de sua classificação dos seres vivos por Domínios. Esta estrutura apresenta uma função ou propósito essencial para a manutenção da vida. Desta forma, pode-se afirmar que a função biológica citada está associada diretamente à
    Escolha uma alternativa para a questão 115a4165-d6
  • 11562C74-D6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Questão

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018

        A new study published in Current Biology is investigating why you get poor sleep in unfamiliar places. It suggests that when people sleep in an unfamiliar place, one hemisphere of the brain stays more awake as a way to keep watch for potential danger possibly a remnant of the days when Homo sapiens had to guard their territory every night.
        This phenomenon is known as unihemispheric slow-wave sleep, and it’s seen in marine animals and some birds. This is the first study to suggest that the human brain may also be hard-wired to function in a similar way, although on a smaller scale. Humans, unlike sparrows, don’t usually sleep with one eye open. However, when in new surroundings, one hemisphere of the brain may stay at least a little bit awake – great for waking quickly if an intruder shows up, but with a resulting groggy feeling the next morning.
        The group of researchers recruited sleep study participants, and conducted neuroimaging along with polysomnography, a standard test used in sleep labs to monitor brain waves, oxygen level in blood, heart rate, breathing, and eye and leg movements. They discovered that only the brain’s right hemisphere was consistently engaged in slow-wave, or deep, sleep. The left hemisphere – the side responsible for logical thinking and reasoning – had what the researchers called “enhanced vigilance”, which also made the entire brain more responsive to sound.
        The researchers tried a test where they targeted sounds to the left and right ear. They found that on the first night, 80 percent of the arousals from deep sleep occurred when sound was made to target the right ear (the brain’s left hemisphere). On day two, that number dropped to about 50 percent.
    FIRGER, Jessica. Disponível em: <http://www.newsweek.com/authors/ jessica-figer>. Acesso em: set. 2018. Adaptado.
    The word or expression from the text has not been correctly defined in
    Escolha uma alternativa para a questão 11562c74-d6
  • 1152FA6F-D6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Questão

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018

        A new study published in Current Biology is investigating why you get poor sleep in unfamiliar places. It suggests that when people sleep in an unfamiliar place, one hemisphere of the brain stays more awake as a way to keep watch for potential danger possibly a remnant of the days when Homo sapiens had to guard their territory every night.
        This phenomenon is known as unihemispheric slow-wave sleep, and it’s seen in marine animals and some birds. This is the first study to suggest that the human brain may also be hard-wired to function in a similar way, although on a smaller scale. Humans, unlike sparrows, don’t usually sleep with one eye open. However, when in new surroundings, one hemisphere of the brain may stay at least a little bit awake – great for waking quickly if an intruder shows up, but with a resulting groggy feeling the next morning.
        The group of researchers recruited sleep study participants, and conducted neuroimaging along with polysomnography, a standard test used in sleep labs to monitor brain waves, oxygen level in blood, heart rate, breathing, and eye and leg movements. They discovered that only the brain’s right hemisphere was consistently engaged in slow-wave, or deep, sleep. The left hemisphere – the side responsible for logical thinking and reasoning – had what the researchers called “enhanced vigilance”, which also made the entire brain more responsive to sound.
        The researchers tried a test where they targeted sounds to the left and right ear. They found that on the first night, 80 percent of the arousals from deep sleep occurred when sound was made to target the right ear (the brain’s left hemisphere). On day two, that number dropped to about 50 percent.
    FIRGER, Jessica. Disponível em: <http://www.newsweek.com/authors/ jessica-figer>. Acesso em: set. 2018. Adaptado.
    The scientists found out that
    Escolha uma alternativa para a questão 1152fa6f-d6
  • 114FDC36-D6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Questão

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018

        A new study published in Current Biology is investigating why you get poor sleep in unfamiliar places. It suggests that when people sleep in an unfamiliar place, one hemisphere of the brain stays more awake as a way to keep watch for potential danger possibly a remnant of the days when Homo sapiens had to guard their territory every night.
        This phenomenon is known as unihemispheric slow-wave sleep, and it’s seen in marine animals and some birds. This is the first study to suggest that the human brain may also be hard-wired to function in a similar way, although on a smaller scale. Humans, unlike sparrows, don’t usually sleep with one eye open. However, when in new surroundings, one hemisphere of the brain may stay at least a little bit awake – great for waking quickly if an intruder shows up, but with a resulting groggy feeling the next morning.
        The group of researchers recruited sleep study participants, and conducted neuroimaging along with polysomnography, a standard test used in sleep labs to monitor brain waves, oxygen level in blood, heart rate, breathing, and eye and leg movements. They discovered that only the brain’s right hemisphere was consistently engaged in slow-wave, or deep, sleep. The left hemisphere – the side responsible for logical thinking and reasoning – had what the researchers called “enhanced vigilance”, which also made the entire brain more responsive to sound.
        The researchers tried a test where they targeted sounds to the left and right ear. They found that on the first night, 80 percent of the arousals from deep sleep occurred when sound was made to target the right ear (the brain’s left hemisphere). On day two, that number dropped to about 50 percent.
    FIRGER, Jessica. Disponível em: <http://www.newsweek.com/authors/ jessica-figer>. Acesso em: set. 2018. Adaptado.
    In order to monitor the participants’ brains, the researchers
    Escolha uma alternativa para a questão 114fdc36-d6
  • 114ADE55-D6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Questão

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018

        A new study published in Current Biology is investigating why you get poor sleep in unfamiliar places. It suggests that when people sleep in an unfamiliar place, one hemisphere of the brain stays more awake as a way to keep watch for potential danger possibly a remnant of the days when Homo sapiens had to guard their territory every night.
        This phenomenon is known as unihemispheric slow-wave sleep, and it’s seen in marine animals and some birds. This is the first study to suggest that the human brain may also be hard-wired to function in a similar way, although on a smaller scale. Humans, unlike sparrows, don’t usually sleep with one eye open. However, when in new surroundings, one hemisphere of the brain may stay at least a little bit awake – great for waking quickly if an intruder shows up, but with a resulting groggy feeling the next morning.
        The group of researchers recruited sleep study participants, and conducted neuroimaging along with polysomnography, a standard test used in sleep labs to monitor brain waves, oxygen level in blood, heart rate, breathing, and eye and leg movements. They discovered that only the brain’s right hemisphere was consistently engaged in slow-wave, or deep, sleep. The left hemisphere – the side responsible for logical thinking and reasoning – had what the researchers called “enhanced vigilance”, which also made the entire brain more responsive to sound.
        The researchers tried a test where they targeted sounds to the left and right ear. They found that on the first night, 80 percent of the arousals from deep sleep occurred when sound was made to target the right ear (the brain’s left hemisphere). On day two, that number dropped to about 50 percent.
    FIRGER, Jessica. Disponível em: <http://www.newsweek.com/authors/ jessica-figer>. Acesso em: set. 2018. Adaptado.
    According to the text, fill in the parentheses with T (True) or F (False).

    The study mentioned in the text says that, when we sleep in a new location,

    ( ) half of our brain may remain alert.
    ( ) we behave exactly like sparrows.
    ( ) the left hemisphere of our brain is less asleep than the right.
    ( ) our brain’s vigilance is a way to protect us from unknown dangers.

    The correct sequence, from top to bottom, is
    Escolha uma alternativa para a questão 114ade55-d6
  • 1146EEBB-D6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018
    Disponível em: <https://www.goodreads.com/quotes/26963-if-you-can-t-flythen-run-if-you-can-t-run>. Acesso em: set. 2018.

    According to this quote by Martin Luther King Jr.

    Escolha uma alternativa para a questão 1146eebb-d6
  • 1143A943-D6

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Questão

        Malala luta pelo acesso à escola de meninas no Paquistão e sobreviveu a uma tentativa de homicídio por parte de talibãs, em 2012. A jovem foi baleada por militantes em 9 outubro de 2012, no vale de Swat, na província rebelde paquistanesa de Khyber Pakhtunkhwa. O Talibã assumiu a autoria do ataque, alegando em comunicado que Malala foi visada por promover o “secularismo” no país. Depois de receber tratamento médico inicial no Paquistão, Malala foi enviada para o Reino Unido, onde reside atualmente com sua família.
        Antes do atentado, Malala vinha fazendo campanha pelo direito das meninas à educação em Swat, além de ser uma crítica veemente dos extremistas islâmicos. Ela foi elogiada mundo afora por escrever sobre as atrocidades do Talibã num blog da BBC no idioma urdu.
        Malala percorreu um longo caminho desde então, sendo um ícone internacional da resistência, do fortalecimento das mulheres e do direito à educação. Entre as numerosas distinções que recebeu está o prestigioso prêmio de direitos humanos Sakharov, da União Europeia. Ela também foi a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz em 2014. Em seu próprio país, no entanto, é desprezada por muitos, que a acusam de ser agente dos EUA, decidida a difamar o Paquistão e o islã.
        Em 2017, Malala foi nomeada Mensageira da Paz pela ONU. Numa cerimônia na sede das Nações Unidas em Nova York, o secretário-geral da ONU, António Guterres, entregou-lhe o grande prêmio, dizendo ter-se sentido inspirado pelo “compromisso inabalável” da jovem com a paz, assim como por sua “determinação em promover um mundo melhor”.
    MALALA YOUSAFZAI vem a São Paulo falar sobre direito à educação Disponível em: <http://www.cartaeducacao.com.br>. Acesso em: set. 2018.
    Com relação aos aspectos linguísticos que compõem o texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 1143a943-d6
  • 11409B9A-D6

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Questão

        Malala luta pelo acesso à escola de meninas no Paquistão e sobreviveu a uma tentativa de homicídio por parte de talibãs, em 2012. A jovem foi baleada por militantes em 9 outubro de 2012, no vale de Swat, na província rebelde paquistanesa de Khyber Pakhtunkhwa. O Talibã assumiu a autoria do ataque, alegando em comunicado que Malala foi visada por promover o “secularismo” no país. Depois de receber tratamento médico inicial no Paquistão, Malala foi enviada para o Reino Unido, onde reside atualmente com sua família.
        Antes do atentado, Malala vinha fazendo campanha pelo direito das meninas à educação em Swat, além de ser uma crítica veemente dos extremistas islâmicos. Ela foi elogiada mundo afora por escrever sobre as atrocidades do Talibã num blog da BBC no idioma urdu.
        Malala percorreu um longo caminho desde então, sendo um ícone internacional da resistência, do fortalecimento das mulheres e do direito à educação. Entre as numerosas distinções que recebeu está o prestigioso prêmio de direitos humanos Sakharov, da União Europeia. Ela também foi a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz em 2014. Em seu próprio país, no entanto, é desprezada por muitos, que a acusam de ser agente dos EUA, decidida a difamar o Paquistão e o islã.
        Em 2017, Malala foi nomeada Mensageira da Paz pela ONU. Numa cerimônia na sede das Nações Unidas em Nova York, o secretário-geral da ONU, António Guterres, entregou-lhe o grande prêmio, dizendo ter-se sentido inspirado pelo “compromisso inabalável” da jovem com a paz, assim como por sua “determinação em promover um mundo melhor”.
    MALALA YOUSAFZAI vem a São Paulo falar sobre direito à educação Disponível em: <http://www.cartaeducacao.com.br>. Acesso em: set. 2018.
    Tomando como referência os conhecimentos sobre acentuação gráfica, é correto afirmar que os vocábulos,
    Escolha uma alternativa para a questão 11409b9a-d6
  • 113D3EE8-D6

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Questão

        Malala luta pelo acesso à escola de meninas no Paquistão e sobreviveu a uma tentativa de homicídio por parte de talibãs, em 2012. A jovem foi baleada por militantes em 9 outubro de 2012, no vale de Swat, na província rebelde paquistanesa de Khyber Pakhtunkhwa. O Talibã assumiu a autoria do ataque, alegando em comunicado que Malala foi visada por promover o “secularismo” no país. Depois de receber tratamento médico inicial no Paquistão, Malala foi enviada para o Reino Unido, onde reside atualmente com sua família.
        Antes do atentado, Malala vinha fazendo campanha pelo direito das meninas à educação em Swat, além de ser uma crítica veemente dos extremistas islâmicos. Ela foi elogiada mundo afora por escrever sobre as atrocidades do Talibã num blog da BBC no idioma urdu.
        Malala percorreu um longo caminho desde então, sendo um ícone internacional da resistência, do fortalecimento das mulheres e do direito à educação. Entre as numerosas distinções que recebeu está o prestigioso prêmio de direitos humanos Sakharov, da União Europeia. Ela também foi a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz em 2014. Em seu próprio país, no entanto, é desprezada por muitos, que a acusam de ser agente dos EUA, decidida a difamar o Paquistão e o islã.
        Em 2017, Malala foi nomeada Mensageira da Paz pela ONU. Numa cerimônia na sede das Nações Unidas em Nova York, o secretário-geral da ONU, António Guterres, entregou-lhe o grande prêmio, dizendo ter-se sentido inspirado pelo “compromisso inabalável” da jovem com a paz, assim como por sua “determinação em promover um mundo melhor”.
    MALALA YOUSAFZAI vem a São Paulo falar sobre direito à educação Disponível em: <http://www.cartaeducacao.com.br>. Acesso em: set. 2018.

    Da leitura do texto, pode-se inferir:
    Escolha uma alternativa para a questão 113d3ee8-d6
  • 11391FAE-D6

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    DOE leite materno. Disponível em: <http://portalarquivos2.saude.gov.br>. Acesso em: set. 2018. Adaptado.

    A campanha proposta tem como principal objetivo
    Escolha uma alternativa para a questão 11391fae-d6
  • 11352227-D6

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Questão


        Recentemente, algumas pesquisas vêm demonstrando que, em certas situações, as células-tronco da medula óssea também podem se diferenciar em outros tecidos além do sangue, por exemplo, músculo cardíaco. Essa é a razão de se retirar células-tronco da medula óssea do paciente e utilizá-las para tratamento de infarto agudo do miocárdio ou insuficiência cardíaca.
        Na verdade, a grande esperança da medicina são as células-tronco embrionárias. Essas células têm a capacidade de formar todos os tecidos do corpo humano, porém são encontradas apenas no embrião humano com poucos dias de vida – fase de blastocisto. É aí que mora a polêmica, pois, para se utilizar células-tronco embrionárias para fins de pesquisa, o embrião precisaria ser destruído, o que, para algumas pessoas, seria considerado interrupção da vida. Mas é importante lembrar que, nessa fase, o que chamamos de embrião é um conjunto de células imaturas menores que o ponto final dessa frase, que não formaram sequer um tecido ou um órgão, não têm funcionamento independente, não sentem nada e ainda não estão implantadas no útero.
    NAOUM, Flávio Augusto. Células-tronco: esclarecendo e discutindo a polêmica. Disponível em: <www.ciencianews.com.br/index.php/publicacoes/ artigos-cientificos>. Acesso em: set. 2018. Adaptado.
    O texto traz uma opinião favorável ao uso de células-tronco embrionárias em pesquisa, baseando-se em argumentos de natureza
    Escolha uma alternativa para a questão 11352227-d6
  • 113142E3-D6

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Questão


        Recentemente, algumas pesquisas vêm demonstrando que, em certas situações, as células-tronco da medula óssea também podem se diferenciar em outros tecidos além do sangue, por exemplo, músculo cardíaco. Essa é a razão de se retirar células-tronco da medula óssea do paciente e utilizá-las para tratamento de infarto agudo do miocárdio ou insuficiência cardíaca.
        Na verdade, a grande esperança da medicina são as células-tronco embrionárias. Essas células têm a capacidade de formar todos os tecidos do corpo humano, porém são encontradas apenas no embrião humano com poucos dias de vida – fase de blastocisto. É aí que mora a polêmica, pois, para se utilizar células-tronco embrionárias para fins de pesquisa, o embrião precisaria ser destruído, o que, para algumas pessoas, seria considerado interrupção da vida. Mas é importante lembrar que, nessa fase, o que chamamos de embrião é um conjunto de células imaturas menores que o ponto final dessa frase, que não formaram sequer um tecido ou um órgão, não têm funcionamento independente, não sentem nada e ainda não estão implantadas no útero.
    NAOUM, Flávio Augusto. Células-tronco: esclarecendo e discutindo a polêmica. Disponível em: <www.ciencianews.com.br/index.php/publicacoes/ artigos-cientificos>. Acesso em: set. 2018. Adaptado.
    A leitura do texto permite inferir que
    Escolha uma alternativa para a questão 113142e3-d6
  • 112D5574-D6

    Português

    Coesão e coerência
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Questão

        Além das transformações físicas, a adolescência é marcada pelas descobertas e pela busca da superação de obstáculos. As novas experiências na adolescência podem desencadear sentimentos de medo e insegurança. Como sexo é algo desconhecido no universo do adolescente, este tende a iniciar cada vez mais precocemente a prática de relações sexuais, muitas vezes até mesmo por pressão do grupo social no qual se encontra engajado.
        Em nossa sociedade, o tema sexualidade ainda se encontra cercado de mistério e tabus, o que, cremos, é indício de atraso, pois, dada a relevância do tema, deveria haver clara discussão entre adultos e adolescentes inexperientes. Diante do silêncio em casa, o adolescente tende a procurar informações com outros adolescentes também imaturos, contribuindo, dessa maneira, para a prática do sexo de forma insegura.
        Dados revelam que, no mundo, uma em cada três adolescentes de 19 anos já é mãe ou está grávida do primeiro filho, somente 30% dos jovens usam métodos contraceptivos e, pelo menos, 1/3 das 30 milhões de pessoas infectadas pelo HIV têm entre 19 e 24 anos. Esses problemas poderiam ser evitados se o adolescente encontrasse no ambiente familiar liberdade para discutir sobre sexo e sexualidade.
        Entretanto, além de a família não oferecer informações necessárias sobre o assunto aos adolescentes, acreditando que esta é uma tarefa da escola e/ou dos serviços de saúde, existe também a forte influência de elementos culturais sobre esse comportamento. Crenças, valores e costumes permeiam o contexto de vida das pessoas e influenciam a forma como elas se comportam diante de situações de saúde/doença. Esses fatores culturais são influenciados pela visão de mundo, linguagem, religião e pelos contextos social, político, educacional, econômico, tecnológico, etno-histórico e ambiental de cada cultura em particular.
    SOUSA, Leilane Barbosa de et al. Sexualidade na adolescência: análise da influência de fatores culturais presentes no contexto familiar. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf>. Acesso em: set. 2018.
    Considerando-se os aspectos coesivos que preservam a progressão das ideias do texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 112d5574-d6
  • 112834BF-D6

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Questão

        Além das transformações físicas, a adolescência é marcada pelas descobertas e pela busca da superação de obstáculos. As novas experiências na adolescência podem desencadear sentimentos de medo e insegurança. Como sexo é algo desconhecido no universo do adolescente, este tende a iniciar cada vez mais precocemente a prática de relações sexuais, muitas vezes até mesmo por pressão do grupo social no qual se encontra engajado.
        Em nossa sociedade, o tema sexualidade ainda se encontra cercado de mistério e tabus, o que, cremos, é indício de atraso, pois, dada a relevância do tema, deveria haver clara discussão entre adultos e adolescentes inexperientes. Diante do silêncio em casa, o adolescente tende a procurar informações com outros adolescentes também imaturos, contribuindo, dessa maneira, para a prática do sexo de forma insegura.
        Dados revelam que, no mundo, uma em cada três adolescentes de 19 anos já é mãe ou está grávida do primeiro filho, somente 30% dos jovens usam métodos contraceptivos e, pelo menos, 1/3 das 30 milhões de pessoas infectadas pelo HIV têm entre 19 e 24 anos. Esses problemas poderiam ser evitados se o adolescente encontrasse no ambiente familiar liberdade para discutir sobre sexo e sexualidade.
        Entretanto, além de a família não oferecer informações necessárias sobre o assunto aos adolescentes, acreditando que esta é uma tarefa da escola e/ou dos serviços de saúde, existe também a forte influência de elementos culturais sobre esse comportamento. Crenças, valores e costumes permeiam o contexto de vida das pessoas e influenciam a forma como elas se comportam diante de situações de saúde/doença. Esses fatores culturais são influenciados pela visão de mundo, linguagem, religião e pelos contextos social, político, educacional, econômico, tecnológico, etno-histórico e ambiental de cada cultura em particular.
    SOUSA, Leilane Barbosa de et al. Sexualidade na adolescência: análise da influência de fatores culturais presentes no contexto familiar. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf>. Acesso em: set. 2018.
    A leitura do texto permite afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 112834bf-d6