Questões do ENEM: Faculdade Cásper Líbero

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462 questões encontradas. Mostrando a página 22 de 24.

  • 12DDA46A-EC

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    Faculdade Cásper Líbero · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:


        A Independência (que tem seu ponto de partida na transferência da corte portuguesa em 1808) assinala a estruturação do Estado Brasileiro, o que determina, com a configuração da nova individualidade nacional que o Brasil passava a apresentar, a grande e variada série de consequências que derivam da inclusão no próprio país e sobre a base exclusiva de nacionais, do seu centro político, administrativo e social. A inspiração, orientação e direção do conjunto da vida brasileira se farão daí por diante a partir de seu próprio interior onde se localizarão seus estímulos e impulsos, o que torna possível definir, propor e realizar as aspirações e interesses propriamente nacionais. Do ponto de vista estritamente econômico, destaquemos unicamente o que a estruturação do Estado nacional representaria como fator de ampliação das despesas públicas, com reflexo imediato nas particulares; e portanto de ativação de vida econômica e financeira, aumento da renda nacional e do consumo que isso representa. O efeito conjugado desses fatores resultará, em consequência da brusca transformação ocorrida, no profundo desequilíbrio financeiro e nas crises que caracterizam a vida do Império até meados do século. E constitui circunstância que influi poderosamente no sentido de estimular a integração nacional da economia brasileira. Isso será tanto mais sensível e de efeitos mais amplos, que acresce um fator de ordem político-administrativa a atuar no mesmo sentido. Até a Independência, as capitanias brasileiras, depois províncias e hoje Estados, se achavam dispersas e cada qual muito mais ligada à metrópole portuguesa que às demais. A administração sediada no Rio de Janeiro era de fato, no que respeita ao conjunto da colônia, puramente nominal, e sua jurisdição não ia realmente além da intitulada capital e sede do Vice-reinado e das capitanias meridionais. A transferência da corte torna o Rio de Janeiro efetivamente em centro e capital do país que se articulará assim num todo único. Essa situação se consolidará com a efetivação da Independência e a formação do Estado nacional brasileiro, que constituem assim a definitiva integração territorial do país antes disperso e interligado unicamente através e por via da metrópole.
        De maior proporção ainda, no que respeita à transformação da antiga colônia em coletividade nacional integrada e organizada, são estes primeiros passos decisivos da incorporação efetiva da massa trabalhadora à sociedade brasileira que consistem na supressão do tráfico africano (1850) e seus corolários naturais: o estímulo à imigração europeia de trabalhadores destinados a suprir a falta de mão-de-obra provocada pela supressão daquele tráfico, e a abolição da escravidão (1888). (Caio Prado Júnior. A revolução brasileira.
    “Isso será tanto mais sensível e de efeitos mais amplos, que acresce um fator de ordem político-administrativa a atuar no mesmo sentido.”


    Assinale a alternativa que indica o valor semântico da conjunção assinalada:
    Escolha uma alternativa para a questão 12dda46a-ec
  • 12DA4D2E-EC

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:


        A Independência (que tem seu ponto de partida na transferência da corte portuguesa em 1808) assinala a estruturação do Estado Brasileiro, o que determina, com a configuração da nova individualidade nacional que o Brasil passava a apresentar, a grande e variada série de consequências que derivam da inclusão no próprio país e sobre a base exclusiva de nacionais, do seu centro político, administrativo e social. A inspiração, orientação e direção do conjunto da vida brasileira se farão daí por diante a partir de seu próprio interior onde se localizarão seus estímulos e impulsos, o que torna possível definir, propor e realizar as aspirações e interesses propriamente nacionais. Do ponto de vista estritamente econômico, destaquemos unicamente o que a estruturação do Estado nacional representaria como fator de ampliação das despesas públicas, com reflexo imediato nas particulares; e portanto de ativação de vida econômica e financeira, aumento da renda nacional e do consumo que isso representa. O efeito conjugado desses fatores resultará, em consequência da brusca transformação ocorrida, no profundo desequilíbrio financeiro e nas crises que caracterizam a vida do Império até meados do século. E constitui circunstância que influi poderosamente no sentido de estimular a integração nacional da economia brasileira. Isso será tanto mais sensível e de efeitos mais amplos, que acresce um fator de ordem político-administrativa a atuar no mesmo sentido. Até a Independência, as capitanias brasileiras, depois províncias e hoje Estados, se achavam dispersas e cada qual muito mais ligada à metrópole portuguesa que às demais. A administração sediada no Rio de Janeiro era de fato, no que respeita ao conjunto da colônia, puramente nominal, e sua jurisdição não ia realmente além da intitulada capital e sede do Vice-reinado e das capitanias meridionais. A transferência da corte torna o Rio de Janeiro efetivamente em centro e capital do país que se articulará assim num todo único. Essa situação se consolidará com a efetivação da Independência e a formação do Estado nacional brasileiro, que constituem assim a definitiva integração territorial do país antes disperso e interligado unicamente através e por via da metrópole.
        De maior proporção ainda, no que respeita à transformação da antiga colônia em coletividade nacional integrada e organizada, são estes primeiros passos decisivos da incorporação efetiva da massa trabalhadora à sociedade brasileira que consistem na supressão do tráfico africano (1850) e seus corolários naturais: o estímulo à imigração europeia de trabalhadores destinados a suprir a falta de mão-de-obra provocada pela supressão daquele tráfico, e a abolição da escravidão (1888). (Caio Prado Júnior. A revolução brasileira.
    Assinale a alternativa que apresenta corretamente o desenvolvimento das ideias expostas no texto, de forma consecutiva:
    Escolha uma alternativa para a questão 12da4d2e-ec
  • 12D605B8-EC

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:


        A Independência (que tem seu ponto de partida na transferência da corte portuguesa em 1808) assinala a estruturação do Estado Brasileiro, o que determina, com a configuração da nova individualidade nacional que o Brasil passava a apresentar, a grande e variada série de consequências que derivam da inclusão no próprio país e sobre a base exclusiva de nacionais, do seu centro político, administrativo e social. A inspiração, orientação e direção do conjunto da vida brasileira se farão daí por diante a partir de seu próprio interior onde se localizarão seus estímulos e impulsos, o que torna possível definir, propor e realizar as aspirações e interesses propriamente nacionais. Do ponto de vista estritamente econômico, destaquemos unicamente o que a estruturação do Estado nacional representaria como fator de ampliação das despesas públicas, com reflexo imediato nas particulares; e portanto de ativação de vida econômica e financeira, aumento da renda nacional e do consumo que isso representa. O efeito conjugado desses fatores resultará, em consequência da brusca transformação ocorrida, no profundo desequilíbrio financeiro e nas crises que caracterizam a vida do Império até meados do século. E constitui circunstância que influi poderosamente no sentido de estimular a integração nacional da economia brasileira. Isso será tanto mais sensível e de efeitos mais amplos, que acresce um fator de ordem político-administrativa a atuar no mesmo sentido. Até a Independência, as capitanias brasileiras, depois províncias e hoje Estados, se achavam dispersas e cada qual muito mais ligada à metrópole portuguesa que às demais. A administração sediada no Rio de Janeiro era de fato, no que respeita ao conjunto da colônia, puramente nominal, e sua jurisdição não ia realmente além da intitulada capital e sede do Vice-reinado e das capitanias meridionais. A transferência da corte torna o Rio de Janeiro efetivamente em centro e capital do país que se articulará assim num todo único. Essa situação se consolidará com a efetivação da Independência e a formação do Estado nacional brasileiro, que constituem assim a definitiva integração territorial do país antes disperso e interligado unicamente através e por via da metrópole.
        De maior proporção ainda, no que respeita à transformação da antiga colônia em coletividade nacional integrada e organizada, são estes primeiros passos decisivos da incorporação efetiva da massa trabalhadora à sociedade brasileira que consistem na supressão do tráfico africano (1850) e seus corolários naturais: o estímulo à imigração europeia de trabalhadores destinados a suprir a falta de mão-de-obra provocada pela supressão daquele tráfico, e a abolição da escravidão (1888). (Caio Prado Júnior. A revolução brasileira.
    Assinale a alternativa que identifica corretamente o assunto-tema do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 12d605b8-ec
  • 6D1B90EC-EB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Cásper Líbero · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    Read the article below and answer question.


    The El Mercurio File
    By Peter Kornbluh


    “For the better part of two years, a group of editors, journalism students, and human rights lawyers in Santiago, Chile, have been gathering evidence against their country’s leading media mogul, Agustín Edwards, to, at minimum, have him expelled from the press guild, the Academy of Chilean Journalists. The editor of the leftist magazine Puncto Final, Manuel Cabieses, has filed a formal petition accusing Edwards of violating the academy’s code of ethics by conspiring with the Nixon White House and the CIA between 1970 and 1973 to foment the military coup that overthrew the elected government of Salvador Allende and brought General Augusto Pinochet to power, thirty years ago this month. ‘Doonie’, as Edwards is known to his closest friends, is the patriarch of the press – a Chilean Rupert Murdoch. His media empire encompasses Chile’s renowned national newspaper, El Mercurio, a second national paper, Ultimas Noticias, and Santiago’s leading afternoon paper, La Segunda, along with a dozen smaller regional journals. In September 1970, when Chileans narrowly elected Allende, a Socialist, to the presidency, Edwards was widely considered to be the richest man in Chile – and the individual with the most to lose financially from Allende’s election.
    The ethics charges against Edwards are likely to receive a boost from a careful analysis of formerly secret U.S. documents that shed considerable new light on CIA covert media operations in Chile. Since 1975, when a special congressional committee chaired by Idaho Senator Frank Church issued its report, Covert Action in Chile: 1963-1973, it has been no secret that the CIA provided significant funding to El Mercurio, put reporters and editors on its payroll, and used the paper, in the committee’s words, as ‘the most important channel for anti-Allende propaganda.’ But with the declassification of thousands of CIA and White House records at the end of Clinton administration, the history of the ‘El Mercurio Project’ emerges in far greater detail. Among the key revelations in the documents:
    • Even before Allende was inaugurated as president of Chile, Edwards came to Washington and discussed with the CIA the ‘timing for possible military action’ to prevent Allende from taking office. • President Nixon directly authorized massive funding in the newspaper. The White House approve close to $2 million dollars – a significant sum when turned into Chilean currency on the black market.
    • Secret CIA cables from mid-1973 identified El Mercurio as among the ‘most militant parts of the opposition’ pushing for military intervention to overthrow Allende.
    • In the aftermath of the coup, the CIA continued to covertly finance media operations in order to influence Chilean public opinion in favor of the new military regime, despite General Pinochet’s brutal repression.”
    From: KORNBLUH, Peter. “The El Mercurio File”. Columbia Journalism Review. New York, p.14-15, September/October 2007.
    Choose the alternative that best translates the words: coup, boost, overthrew, issued, covert.
    Escolha uma alternativa para a questão 6d1b90ec-eb
  • 6D182422-EB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Cásper Líbero · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Read the article below and answer question.


    The El Mercurio File
    By Peter Kornbluh


    “For the better part of two years, a group of editors, journalism students, and human rights lawyers in Santiago, Chile, have been gathering evidence against their country’s leading media mogul, Agustín Edwards, to, at minimum, have him expelled from the press guild, the Academy of Chilean Journalists. The editor of the leftist magazine Puncto Final, Manuel Cabieses, has filed a formal petition accusing Edwards of violating the academy’s code of ethics by conspiring with the Nixon White House and the CIA between 1970 and 1973 to foment the military coup that overthrew the elected government of Salvador Allende and brought General Augusto Pinochet to power, thirty years ago this month. ‘Doonie’, as Edwards is known to his closest friends, is the patriarch of the press – a Chilean Rupert Murdoch. His media empire encompasses Chile’s renowned national newspaper, El Mercurio, a second national paper, Ultimas Noticias, and Santiago’s leading afternoon paper, La Segunda, along with a dozen smaller regional journals. In September 1970, when Chileans narrowly elected Allende, a Socialist, to the presidency, Edwards was widely considered to be the richest man in Chile – and the individual with the most to lose financially from Allende’s election.
    The ethics charges against Edwards are likely to receive a boost from a careful analysis of formerly secret U.S. documents that shed considerable new light on CIA covert media operations in Chile. Since 1975, when a special congressional committee chaired by Idaho Senator Frank Church issued its report, Covert Action in Chile: 1963-1973, it has been no secret that the CIA provided significant funding to El Mercurio, put reporters and editors on its payroll, and used the paper, in the committee’s words, as ‘the most important channel for anti-Allende propaganda.’ But with the declassification of thousands of CIA and White House records at the end of Clinton administration, the history of the ‘El Mercurio Project’ emerges in far greater detail. Among the key revelations in the documents:
    • Even before Allende was inaugurated as president of Chile, Edwards came to Washington and discussed with the CIA the ‘timing for possible military action’ to prevent Allende from taking office. • President Nixon directly authorized massive funding in the newspaper. The White House approve close to $2 million dollars – a significant sum when turned into Chilean currency on the black market.
    • Secret CIA cables from mid-1973 identified El Mercurio as among the ‘most militant parts of the opposition’ pushing for military intervention to overthrow Allende.
    • In the aftermath of the coup, the CIA continued to covertly finance media operations in order to influence Chilean public opinion in favor of the new military regime, despite General Pinochet’s brutal repression.”
    From: KORNBLUH, Peter. “The El Mercurio File”. Columbia Journalism Review. New York, p.14-15, September/October 2007.
    Choose the alternative that best explains the meaning of the following words from the text above: chaired, charges, guild, mogul, currency.
    Escolha uma alternativa para a questão 6d182422-eb
  • 6D115C9E-EB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Cásper Líbero · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Read the article below and answer question.


    The El Mercurio File
    By Peter Kornbluh


    “For the better part of two years, a group of editors, journalism students, and human rights lawyers in Santiago, Chile, have been gathering evidence against their country’s leading media mogul, Agustín Edwards, to, at minimum, have him expelled from the press guild, the Academy of Chilean Journalists. The editor of the leftist magazine Puncto Final, Manuel Cabieses, has filed a formal petition accusing Edwards of violating the academy’s code of ethics by conspiring with the Nixon White House and the CIA between 1970 and 1973 to foment the military coup that overthrew the elected government of Salvador Allende and brought General Augusto Pinochet to power, thirty years ago this month. ‘Doonie’, as Edwards is known to his closest friends, is the patriarch of the press – a Chilean Rupert Murdoch. His media empire encompasses Chile’s renowned national newspaper, El Mercurio, a second national paper, Ultimas Noticias, and Santiago’s leading afternoon paper, La Segunda, along with a dozen smaller regional journals. In September 1970, when Chileans narrowly elected Allende, a Socialist, to the presidency, Edwards was widely considered to be the richest man in Chile – and the individual with the most to lose financially from Allende’s election.
    The ethics charges against Edwards are likely to receive a boost from a careful analysis of formerly secret U.S. documents that shed considerable new light on CIA covert media operations in Chile. Since 1975, when a special congressional committee chaired by Idaho Senator Frank Church issued its report, Covert Action in Chile: 1963-1973, it has been no secret that the CIA provided significant funding to El Mercurio, put reporters and editors on its payroll, and used the paper, in the committee’s words, as ‘the most important channel for anti-Allende propaganda.’ But with the declassification of thousands of CIA and White House records at the end of Clinton administration, the history of the ‘El Mercurio Project’ emerges in far greater detail. Among the key revelations in the documents:
    • Even before Allende was inaugurated as president of Chile, Edwards came to Washington and discussed with the CIA the ‘timing for possible military action’ to prevent Allende from taking office. • President Nixon directly authorized massive funding in the newspaper. The White House approve close to $2 million dollars – a significant sum when turned into Chilean currency on the black market.
    • Secret CIA cables from mid-1973 identified El Mercurio as among the ‘most militant parts of the opposition’ pushing for military intervention to overthrow Allende.
    • In the aftermath of the coup, the CIA continued to covertly finance media operations in order to influence Chilean public opinion in favor of the new military regime, despite General Pinochet’s brutal repression.”
    From: KORNBLUH, Peter. “The El Mercurio File”. Columbia Journalism Review. New York, p.14-15, September/October 2007.
    Say which sentence is true according to the text above.
    Escolha uma alternativa para a questão 6d115c9e-eb
  • 6D0E9595-EB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Cásper Líbero · 2009Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Read the article below and answer question.


    The El Mercurio File
    By Peter Kornbluh


    “For the better part of two years, a group of editors, journalism students, and human rights lawyers in Santiago, Chile, have been gathering evidence against their country’s leading media mogul, Agustín Edwards, to, at minimum, have him expelled from the press guild, the Academy of Chilean Journalists. The editor of the leftist magazine Puncto Final, Manuel Cabieses, has filed a formal petition accusing Edwards of violating the academy’s code of ethics by conspiring with the Nixon White House and the CIA between 1970 and 1973 to foment the military coup that overthrew the elected government of Salvador Allende and brought General Augusto Pinochet to power, thirty years ago this month. ‘Doonie’, as Edwards is known to his closest friends, is the patriarch of the press – a Chilean Rupert Murdoch. His media empire encompasses Chile’s renowned national newspaper, El Mercurio, a second national paper, Ultimas Noticias, and Santiago’s leading afternoon paper, La Segunda, along with a dozen smaller regional journals. In September 1970, when Chileans narrowly elected Allende, a Socialist, to the presidency, Edwards was widely considered to be the richest man in Chile – and the individual with the most to lose financially from Allende’s election.
    The ethics charges against Edwards are likely to receive a boost from a careful analysis of formerly secret U.S. documents that shed considerable new light on CIA covert media operations in Chile. Since 1975, when a special congressional committee chaired by Idaho Senator Frank Church issued its report, Covert Action in Chile: 1963-1973, it has been no secret that the CIA provided significant funding to El Mercurio, put reporters and editors on its payroll, and used the paper, in the committee’s words, as ‘the most important channel for anti-Allende propaganda.’ But with the declassification of thousands of CIA and White House records at the end of Clinton administration, the history of the ‘El Mercurio Project’ emerges in far greater detail. Among the key revelations in the documents:
    • Even before Allende was inaugurated as president of Chile, Edwards came to Washington and discussed with the CIA the ‘timing for possible military action’ to prevent Allende from taking office. • President Nixon directly authorized massive funding in the newspaper. The White House approve close to $2 million dollars – a significant sum when turned into Chilean currency on the black market.
    • Secret CIA cables from mid-1973 identified El Mercurio as among the ‘most militant parts of the opposition’ pushing for military intervention to overthrow Allende.
    • In the aftermath of the coup, the CIA continued to covertly finance media operations in order to influence Chilean public opinion in favor of the new military regime, despite General Pinochet’s brutal repression.”
    From: KORNBLUH, Peter. “The El Mercurio File”. Columbia Journalism Review. New York, p.14-15, September/October 2007.
    Say which sentence is true according to the text above.
    Escolha uma alternativa para a questão 6d0e9595-eb
  • 6D0A9D1F-EB

    Matemática

    Problemas
    Faculdade Cásper Líbero · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para produzir uma mercadoria, uma empresa gasta R$ 1,80 por unidade. Além disso, há um custo fixo de R$ 3.000,00, independentemente da quantidade produzida. O preço de venda é de R$ 2,00 por unidade. O número mínimo de unidades a partir do qual a empresa começa a ter lucro é de:
    Escolha uma alternativa para a questão 6d0a9d1f-eb
  • 6D02FF15-EB

    Matemática

    Geometria Plana
    Faculdade Cásper Líbero · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Na figura abaixo, ABC é um triângulo equilátero de lado igual a 4. MN, NP e PM são arcos de circunferências com centro nos vértices A, B e C, respectivamente, e de raios todos iguais a 2. A área da região sombreada é:


    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2009
    Escolha uma alternativa para a questão 6d02ff15-eb
  • 6CF54998-EB

    Geografia

    Industrialização
    Faculdade Cásper Líbero · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    Assinale a alternativa correta sobre a cidade de Detroit, ex-símbolo da indústria automobilística mundial.
    Escolha uma alternativa para a questão 6cf54998-eb
  • 6CF100DA-EB

    Geografia

    Globalização
    Faculdade Cásper Líbero · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    Assinale a alternativa correta sobre o contexto mundial contemporâneo no qual está inserida a classe trabalhadora.
    Escolha uma alternativa para a questão 6cf100da-eb
  • 6CEC7667-EB

    Geografia

    Histórico
    Faculdade Cásper Líbero · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    “Nos anos 20, Henry Ford fabricava mais de dois milhões de automóveis por ano, cada um idêntico nos mínimos detalhes ao anterior e ao próximo da linha de montagem. Certa vez, Ford comentou ironicamente que seus clientes podiam escolher qualquer cor que quisessem para seu modelo T, contanto que fosse preto. Este princípio de produtos padronizados fabricados em massa definiu a regra para a industrialização, por mais de meio século” (Jeremy Rifkin, O fim dos empregos: o declínio dos níveis dos empregos e a redução da força global de trabalho). Sobre o conceito de fordismo, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 6cec7667-eb
  • 6CE90A4C-EB

    Geografia

    Geografia Econômica
    Faculdade Cásper Líbero · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    Observe atentamente a imagem ao lado e assinale a alternativa que apresenta correspondência de sentido entre ela, o texto “De volta à condição proletária” e o episódio do G-20.


    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2009
    Imagem de uma das manifestações ocorridas em Londres, durante a Cúpula de Líderes do G-20 financeiro, em abril de 2009.
    Escolha uma alternativa para a questão 6ce90a4c-eb
  • 6CE4D04E-EB

    Conhecimentos Gerais

    Questões Sociais
    Faculdade Cásper Líbero · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    Assinale a alternativa correta sobre as transformações ocorridas, nos últimos anos, no âmbito do trabalho no Brasil:
    Escolha uma alternativa para a questão 6ce4d04e-eb
  • 6CDD3E72-EB

    História

    História do Brasil
    Faculdade Cásper Líbero · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    “Choviam os aventureiros e os caçadores de fortuna. O Brasil tinha 300 mil habitantes em 1700; um século depois, (...) a população tinha-se multiplicado onze vezes. Não menos de 300 mil portugueses emigraram para o Brasil durante o século XVIII, um contingente maior de população (...) do que a Espanha levou a todas as suas colônias da América” (Eduardo Galeano, As veias abertas da América Latina). Assinale a alternativa que indica a causa do fluxo migratório de portugueses para o Brasil, no século XVIII.
    Escolha uma alternativa para a questão 6cdd3e72-eb
  • 6CD84A73-EB

    História

    História do Brasil
    Faculdade Cásper Líbero · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos

    Veja a ilustração abaixo:



    Imagem da questão de História, da prova de 2009

    A batalha dos Guararapes, quadro pintado em 1879 por Victor Meirelles, MNBA


    Sobre as invasões holandesas do nordeste brasileiro, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 6cd84a73-eb
  • 6CD4C241-EB

    História

    Guerra Fria e as ditaduras militares
    Faculdade Cásper Líbero · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos

    “Diz-se em Cuba que as grandes mudanças têm data certa para ocorrer: 1º de janeiro. Foi nesse dia, em 1899, que a bandeira da Espanha desceu dos mastros do país, e, após um longo movimento de independência, subiu aos céus caribenhos o símbolo dos novos donos da ilha: a bandeira listrada dos Estados Unidos. Os revolucionários cubanos já expulsavam praticamente os espanhóis quando 15 mil soldados americanos desembarcaram em Cuba e só saíram de lá três anos depois, quando incluíram na Constituição do novo país um artigo inusitado: a chamada Emenda Platt, que permitia que os americanos entrassem e saíssem como e quando quisessem da ilha – o que fizeram de forma direta e indireta durante 60 anos, até outro 1º de janeiro” (Alessandro Meiguins, Fidel e a Revolução: 45 anos depois. Revista Aventuras da História, 2004).

    A partir da leitura do texto e do conhecimento da história de Cuba, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 6cd4c241-eb
  • 6CD14C99-EB

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa correta sobre Edifício Master, de Eduardo Coutinho.
    Escolha uma alternativa para a questão 6cd14c99-eb
  • 6CCE2A64-EB

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2009Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre Crepúsculo dos deuses, de Billy Wilder, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 6cce2a64-eb