Questões do ENEM: Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória

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90 questões encontradas. Mostrando a página 3 de 5.

  • C5E04173-CC

    Português

    Sintaxe
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    Releia o trecho a seguir.

    “A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente.

    A função da oração subordinada em destaque no período é
    Escolha uma alternativa para a questão c5e04173-cc
  • C5DD9C00-CC

    Português

    Interpretação de Textos
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    No artigo, os autores procuram sustentar sua tese a partir de diferentes estratégias argumentativas.

    Considerando os critérios de pertinência, relevância, coerência e consistência, pode‑se concluir que os argumentos utilizados são
    Escolha uma alternativa para a questão c5dd9c00-cc
  • C5DAC580-CC

    Português

    Interpretação de Textos
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    A progressão dos argumentos no texto é construída principalmente a partir da
    Escolha uma alternativa para a questão c5dac580-cc
  • C5D858CA-CC

    Português

    Interpretação de Textos
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    Os autores destacam no artigo cinco aspectos que contrapõem a defesa de “ideias disruptivas”.


    O terceiro e o quinto aspectos relacionam‑se na medida em que

    Escolha uma alternativa para a questão c5d858ca-cc
  • C5D41014-CC

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    A partir da análise dos procedimentos argumentativos empregados, pode‑se inferir que o objetivo central desse texto é
    Escolha uma alternativa para a questão c5d41014-cc
  • 1C08FDDD-31

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    Organizadores dos Jogos Olímpicos 2024 investiram cerca de 1,4 bilhões de euros para preparar o Rio Sena para Paris e as competições. A ministra do esporte e a prefeita da cidade chegaram a nadar em seu curso para comemorar as condições de nado. No entanto, testes diários de qualidade da água no início de junho indicaram níveis inseguros da bactéria E. coli, seguidos por melhorias recentes. Durante as Olimpíadas, o assunto foi amplamente debatido no mesmo ritmo em que treinos e provas eram adiados.


    ESMERIZ, André. Olimpíadas 2024: entenda a nova polêmica sobre a qualidade da água do rio Sena. Estadão. 03/08/2024.Disponível em: https://www.estadao.com.br/esportes/nova-polemica-qualidade-agua-rio-sena-olimpiadas-2024-npres/. Acesso em: 5 ago. 2024 (adaptado).



    Processo de alto grau de complexidade, a revitalização dos rios urbanos é uma constante em cidades europeias e tenta promover a melhoria das condições hidrológicas, ecológicas e sociais, buscando uma aproximação da população com o ambiente fluvial.



    As intervenções no Rio Sena demonstram que a revitalização de rios urbanos

    Escolha uma alternativa para a questão 1c08fddd-31
  • 1C0692C5-31

    Biologia

    Principais doenças endêmicas no Brasil
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos

    Cientistas do IB confirmam circulação de vírus mayaro em humanos em Roraima



    Endêmico nas Américas do Sul e Central, patógeno foi identificado pela primeira vez em Trinidad e Tobago na década de 1950.


    Disponível em: https://jornal.unicamp.br/noticias/2024/05/08/cientistas-do-ib-confirmam-circulacao

    de-virus-mayaro-em-humanos-em-roraima/. Acesso em: 1 ago. 2024.



    Estudo realizado pelo Instituto de Biologia da Unicamp confirmou a circulação do vírus mayaro entre humanos no estado de Roraima, na região Norte brasileira. Conforme apontamentos científicos, o primeiro registro do vírus no Brasil foi feito em 1955, às margens do Rio Guamá, em Belém, no Pará. Até este ano, os casos estiveram esporádicos, e os surtos, localizados, conforme o Ministério da Saúde. Especialistas apontam que o vírus é negligenciado no país e que deve ser motivo de atenção pelas autoridades de saúde.


    A baixa notificação de casos relacionados à ocorrência da doença causada pelo vírus mayaro no Brasil está associada à

    Escolha uma alternativa para a questão 1c0692c5-31
  • 1BFB8BB2-31

    Atualidades

    Desastres Naturais e Humanos na Atualidade
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Dados da Defesa Civil do Rio Grande do Sul indicam que mais de 450 cidades gaúchas foram afetadas pelas fortes chuvas que atingiram o estado nos meses de abril e maio de 2024. Cerca de 2 milhões de pessoas foram afetadas por uma tragédia climática que é considerada a pior que o estado já vivenciou. Foi decretado estado de calamidade no RS, que recebeu recursos e um plano governamental de recuperação, além da assistência humanitária de civis de todo o país, um grande movimento de solidariedade.


    As enchentes de grande magnitude provocam inúmeras consequências, diretas ou indiretas, imediatas ou duradouras.


    É uma consequência indireta que demanda investimentos públicos a médio ou a longo prazo:

    Escolha uma alternativa para a questão 1bfb8bb2-31
  • 1BE3F6BF-31

    Atualidades

    Política
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    Qual o impacto do reconhecimento do Estado Palestino por Espanha, Irlanda e Noruega


    James Landale

    Correspondente de diplomacia da BBC News

    22 maio 2024 | Atualizado 28 maio 2024



    A Irlanda, a Noruega e a Espanha passaram a reconhecer o Estado Palestino a partir desta terça-feira (28/05). Pelo menos 140 membros da Assembleia Geral da ONU, incluindo o Brasil, já reconhecem formalmente a Palestina como um Estado.


    Na semana passada, quando foi feito o anúncio sobre a mudança de posição da Espanha, o primeiro-ministro, Pedro Sanchez, explicou que é “a favor da paz”. [...] O premiê norueguês, Jonas Gahr Store, ressaltou, por sua vez, que a solução de dois Estados (um israelense e outro palestino) é a “única alternativa” para a paz no Oriente Médio; enquanto o primeiro-ministro da Irlanda, Simon Harris, disse que a decisão ajudaria a criar um “futuro pacífico”.



    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/

    c033zm2vn3mo. Acesso em: 25 jul. 2024.



    No cenário geopolítico internacional, o reconhecimento do Estado Palestino pode ser considerado um direito de manifestação democrática de cada estado-nação associado à Organização das Nações Unidas, contudo é um risco de desencadeamento de novas tensões, uma vez que

    Escolha uma alternativa para a questão 1be3f6bf-31
  • 1BCADFC1-31

    Biologia

    Artrópodes
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    “Pompeia pré‑histórica”: erupção vulcânica preservou fósseis de trilobitas em detalhes.



    Fósseis mais completos já encontrados desses icônicos artrópodes revelam detalhes inéditos, incluindo características adaptativas ao ambiente terrestre.


    Disponível em: https://encurtador.com.br/aLXDk.

    Acesso em: 17 jul. 2024 (adaptado).



    Dentre as características adaptativas encontradas nesse filo, estão: 

    Escolha uma alternativa para a questão 1bcadfc1-31
  • 1BBE5CD7-31

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024DifícilEntre para guardar nos favoritos

    O que faz o xixi ser amarelo? Cientistas identificam substância responsável


    Pesquisadores identificaram uma substância microbiana responsável pela coloração amarela na urina: a bilirrubina redutase. A bilirrubina é uma substância amarelo-alaranjada produzida no fígado como subproduto da degradação dos glóbulos vermelhos. Os micróbios intestinais codificam bilirrubina redutase, que converte a bilirrubina em um subproduto incolor chamado urobilinogênio. O urobilinogênio se degrada em uma molécula chamada urobilina, já conhecida como a responsável pela cor amarela que vemos na urina.


    Disponível em: https://encurtador.com.br/

    GO3gK. Acesso em: 10 maio 2024.



    A ação da substância responsável por converter a bilirrubina e deixar a urina amarela pode ser descrita como um

    Escolha uma alternativa para a questão 1bbe5cd7-31
  • 1B81E6C5-31

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    Casos recentes de tráfico internacional de animais silvestres reacendem alerta contra fauna brasileira



    Recentemente, ocorreu incidente envolvendo araras de Lear da Caatinga da Bahia e micos-leões-dourados do Rio de Janeiro, que foram resgatados em uma embarcação ilegal em fevereiro no Togo, no oeste da África. Os animais estavam em condições precárias, alguns à beira da morte, após serem encontrados em gaiolas apertadas e cobertos de óleo de motor. A repatriação aconteceu graças a uma cooperação internacional do Ibama e da Polícia Federal, com apoio de outras instituições. As araras foram para um centro do Ministério da Agricultura, no litoral sul paulista. O grupo de micos-leões foi para o Rio de Janeiro, onde estão em viveiros no Centro de Primatologia.



    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/

    cervkkj7xxvo. Acesso em: 1 ago. 2024 (adaptado).



    Os animais resgatados pertencem a um mesmo grupo de animais, que possuem em comum

    Escolha uma alternativa para a questão 1b81e6c5-31
  • 1B513B75-31

    Biologia

    A química da vida
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    Os benefícios do cacau para a saúde e o envelhecimento, segundo a ciência



    Um dos objetivos mais importantes da atualidade é o desenvolvimento de estratégias razoáveis que promovam uma velhice com independência e qualidade de vida adequada. E se uma dessas possíveis estratégias fosse simplesmente tomar, todos os dias, uma dose de cacau? Nos últimos anos, vem surgindo um número cada vez maior de estudos indicando que o cacau é um importante agente quimiopreventivo natural de diversas doenças. O cacau é rico em fibras (26-40%), lipídios (10-24%), proteínas (15-20%), carboidratos (15%) e micronutrientes (< 2%).


    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/

    cw5y26pdgrlo. Acesso em: 1 ago. 2024 (adaptado).



    Entre os componentes presentes no cacau, pode-se encontrar, no alimento, satisfatórias quantidades de

    Escolha uma alternativa para a questão 1b513b75-31
  • 1B2CE2F1-31

    Física

    Calorimetria
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos

    O que é um cobertor de emergência aluminizado?


    Um cobertor de emergência aluminizado, também conhecido como cobertor térmico ou manta térmica, é um item compacto e leve que foi concebido para ajudar as pessoas a se manterem aquecidas e protegidas em emergências. O cobertor é feito de um material de poliéster resistente e revestido com uma camada de alumínio que reflete o calor do corpo de volta para si, ajudando a manter a temperatura do corpo estável. Ele também é resistente à água e ao vento, o que o torna ideal para uma série de emergências ao ar livre.


    Disponível em: https://www.lojanerea.com.br/manta-termica

    coberto-p818. Acesso em: 28 jul. 2024 (adaptado).



    De acordo com o texto, o poliéster e o alumínio são materiais responsáveis por minimizar a transferência de calor por

    Escolha uma alternativa para a questão 1b2ce2f1-31
  • 1B1EDB1E-31

    Física

    Estática e Hidrostática
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    A acupuntura é uma atividade terapêutica que tem o objetivo de promover saúde e bem‑estar. As agulhas utilizadas no tratamento são bem diferentes daquelas usadas em injeções ou coleta de sangue, já que são mais finas e flexíveis, o que as tornam menos dolorosas e mais confortáveis para o paciente. O comprimento e o diâmetro são variáveis, dependendo do local do corpo em que serão aplicadas. Algumas agulhas são mais curtas, com cerca de 13 milímetros, enquanto outras são mais longas, com até 130 milímetros de comprimento. O diâmetro das agulhas varia, geralmente, de 0,12 a 0,36 milímetros, sendo que as menores são usadas, em sua maioria, em áreas mais sensíveis, enquanto as maiores, em áreas maiores e musculosas.


    Disponível em: https://center-ao.com.br/como-sao-as-agulhas

    da-acupuntura/. Acesso em: 30 jul. 2024 (adaptado).



    Considere que um acupunturista utiliza dois tipos de agulhas: a tipo I, que apresenta o menor diâmetro possível, e a tipo II, o maior diâmetro.


    Nessas condições, se ele exercer o mesmo valor de força sobre cada agulha, I e II, qual será a relação entre os valores das pressões PI e PII exercidas sobre o corpo de um paciente?

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    Física

    Dinâmica
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), as infrações de trânsito são divididas em quatro categorias:



    • Infração leve: multa de R$ 88,38 e 3 pontos na CNH;


    • Infração média: multa de R$ 130,16 e 4 pontos na CNH;


    • Infração grave: multa de R$ 195,23 e 5 pontos na CNH;


    • Infração gravíssima: multa de R$ 295,47 e 7 pontos da CNH.



    Transportar objetos soltos dentro de um veículo, por exemplo, é uma infração grave para o CTB. A princípio, pode-se pensar que não há nenhum risco, mas durante uma frenagem de emergência ou manobra brusca os objetos soltos se movem, podendo atingir o motorista, os passageiros ou até mesmo estruturas importantes do veículo.


    Disponível em: https://blog.procondutor.com.br/quantos-pontos-perde-acnh/. Acesso em: 30 jul. 2024 (adaptado).



    Durante uma frenagem brusca, os objetos soltos se movem porque

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    Física

    Eletricidade
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Um circuito elétrico de uma clínica de estética contém três tomadas conectadas a um disjuntor D de 25 A, como mostra o esquema a seguir. A função do disjuntor é proteger os equipamentos de possíveis oscilações de corrente elétrica que possam sobrecarregá-los e até mesmo queimá-los. Desse modo, quando a corrente elétrica supera o valor especificado no disjuntor, ele desarma, abrindo o circuito.



    Imagem da questão de Física, da prova de 2024


    Esquema do circuito elétrico 



    A tabela a seguir apresenta os valores das potências elétricas dos aparelhos utilizados nos tratamentos estéticos disponibilizados pela clínica:



    Imagem da questão de Física, da prova de 2024



    Analisando as condições apresentadas, quais aparelhos, ligados simultaneamente, podem desarmar o disjuntor? 

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    Matemática

    Aritmética e Problemas
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    Para melhorar o conforto térmico de seu consultório, um médico sugeriu, para a empresa administradora do imóvel, a instalação de um aparelho de ar-condicionado. A empresa concordou com a instalação do equipamento, mas enfatizou que essa mudança acarretaria um aumento na conta de energia elétrica. Para ter ciência do valor desse acréscimo, o médico pediu para sua secretária realizar uma pesquisa sobre a potência elétrica do aparelho, o tempo médio de uso diário e o valor do consumo, em kWh, cobrado pela concessionária de energia elétrica. Veja os dados da pesquisa na tabela a seguir.



    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2024



    De acordo com os valores pesquisados, e sabendo que o consultório funciona durante 20 dias ao longo de um mês, qual será o valor acrescido na conta de energia elétrica devido ao uso do ar-condicionado?


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  • 1AE2F2F2-31

    Química

    Transformações Químicas e Energia
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    O marcapasso é um aparelho indicado para pacientes com ritmo cardíaco irregular ou lento. Normalmente, os marcapassos utilizam baterias de cromato de lítio e prata. A reação completa da célula é representada pela equação a seguir:



    2 Li (s) + Ag2 CrO4 (s) → Li2 CrO4 (s) + 2 Ag (s)



    É correto afirmar que, durante o funcionamento do marcapasso,

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    Química

    Química Orgânica
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos

    O éter é um composto orgânico que pode ser utilizado como anestésico, pois tem a capacidade de relaxar os músculos. É uma substância relativamente estável, de baixa polaridade e pouco solúvel em água. Apesar da estabilidade química, muitos éteres reagem lentamente com o oxigênio do ar em processos denominados auto‑oxidação, transformando‑se em compostos explosivos, principalmente quando o éter é destilado.


    O produto explosivo gerado da oxidação do éter é o

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