Questões do ENEM: Centro universitário FAG

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Resultados

604 questões encontradas. Mostrando a página 3 de 31.

  • 184AF32A-E6

    Matemática

    Álgebra Linear
    Centro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um ciclista sobe, em linha reta, uma rampa com inclinação de 3 graus a uma velocidade constante de 4 metros por segundo. A altura do topo da rampa em relação ao ponto de partida é 30 m.

    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2019

    Use a aproximação sen 3° = 0,05 e responda. O tempo, em minutos, que o ciclista levou para percorrer completamente a rampa é
    Escolha uma alternativa para a questão 184af32a-e6
  • 1846925A-E6

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    Centro universitário FAG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Inclinando-se em 45° um copo cilíndrico reto de altura 15 cm e raio da base 3,6 cm, derrama-se parte do líquido que completava totalmente o copo, conforme indica a figura.


    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2019


    Admitindo-se que o copo tenha sido inclinado com movimento suave em relação à situação inicial, a menor quantidade de líquido derramada corresponde a um percentual do líquido contido inicialmente no copo de

    Escolha uma alternativa para a questão 1846925a-e6
  • 18412C67-E6

    Inglês

    Ensino da Língua Estrangeira Inglesa
    Centro universitário FAG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Text 2


    Text 2a. Second Language Learning


        One of the principles of all learning is that we make sense of new information and ideas by relating them to our previous knowledge. There are two main kinds of previous language knowledge which second language learners can use in order to make sense of the new language they encounter: the first is their knowledge of their mother tongue and the second is the knowledge they already possess about the second language itself.
    LITTLEWOOD, W. Second Language Learning. In DAVIES, A. e ELDER, C. The Handbook of Applied Linguistics, pp.504/5, Blackwell Publishing, 2010.

    Text 2b. National Curriculum Parameters


        Every text is organized within a specific genre according to its communicative purposes, as part of the conditions of discourse production, which generate social uses that determine any and every text. Genres are, therefore, historically determined, and constitute relatively stable forms of utterances available in a culture. (National Curriculum Parameters, Brasil, 1988, p.21) (adaptado) Answer the two questions below considering also texts "Second Language Learning" and "National Curriculum Parameters", above.
    When approaching foreign language texts 2a and 2b, the learner will most frequently use his/her previous knowledge of the mother tongue to account for any difficulties, which may include dealing with genres. About the use of previous knowledge and the study of genres in foreign language education, it is correct to say that:
    Escolha uma alternativa para a questão 18412c67-e6
  • 183D6105-E6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro universitário FAG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Text 2


    Text 2a. Second Language Learning


        One of the principles of all learning is that we make sense of new information and ideas by relating them to our previous knowledge. There are two main kinds of previous language knowledge which second language learners can use in order to make sense of the new language they encounter: the first is their knowledge of their mother tongue and the second is the knowledge they already possess about the second language itself.
    LITTLEWOOD, W. Second Language Learning. In DAVIES, A. e ELDER, C. The Handbook of Applied Linguistics, pp.504/5, Blackwell Publishing, 2010.

    Text 2b. National Curriculum Parameters


        Every text is organized within a specific genre according to its communicative purposes, as part of the conditions of discourse production, which generate social uses that determine any and every text. Genres are, therefore, historically determined, and constitute relatively stable forms of utterances available in a culture. (National Curriculum Parameters, Brasil, 1988, p.21) (adaptado) Answer the two questions below considering also texts "Second Language Learning" and "National Curriculum Parameters", above.
    Choose the correct option about some features of the texts 2a and 2b above:
    Escolha uma alternativa para a questão 183d6105-e6
  • 18384696-E6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro universitário FAG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    De acordo com o texto 1, a função do “central executive” é:
    Escolha uma alternativa para a questão 18384696-e6
  • 1833D449-E6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Segundo o texto 1, pesquisas recentes acerca da memória de trabalho pretendem.
    Escolha uma alternativa para a questão 1833d449-e6
  • 182F146B-E6

    Literatura

    Barroco
    Centro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considerando a inserção do Conto “O homem que sabia javanês” nos estilos de época da literatura brasileira, a obra de Lima Barreto pertence ao:
    Escolha uma alternativa para a questão 182f146b-e6
  • 1828B3DD-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o Poema:


    Lá vem o acendedor de lampiões da rua!
    Este mesmo que vem infatigavelmente,
    Parodiar o sol e associar-se à lua
    Quando a sombra da noite enegrece o poente!


    Um, dois, três lampiões, acende e continua
    Outros mais a acender imperturbavelmente,
    À medida que a noite aos poucos se acentua
    E a palidez da lua apenas se pressente.


    Triste ironia atroz que o senso humano irrita:
    Ele que doira à noite e ilumina a cidade,
    Talvez não tenha luz na choupana em que habita.


    Tanta gente também nos outros insinua
    Crenças, religiões, amor, felicidade,
    Como este acendedor de lampiões da rua

    (Jorge de Lima)



    Sobre a figura do acendedor de lampiões, o eu lírico manifesta sentimentos de:
    Escolha uma alternativa para a questão 1828b3dd-e6
  • 181DF0E6-E6

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    A respeito do Romance “Dôra, Doralina” de Rachel de Queiroz, assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão 181df0e6-e6
  • 1819D107-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 3


    O vício da tecnologia


        Entusiastas de tecnologia passaram a semana com os olhos voltados para uma exposição de novidades eletrônicas realizada recentemente nos Estados Unidos. Entre as inovações, estavam produtos relacionados a experiências de realidade virtual e à utilização de inteligência artificial — que hoje é um dos temas que mais desperta interesse em profissionais da área, tendo em vista a ampliação do uso desse tipo de tecnologia nos mais diversos segmentos.
        Mais do que prestar atenção às novidades lançadas no evento, vale refletir sobre o motivo que nos leva a uma ansiedade tão grande para consumir produtos que prometem inovação tecnológica. Por que tanta gente se dispõe a dormir em filas gigantescas só para ser um dos primeiros a comprar um novo modelo de smartphone? Por que nos dispomos a pagar cifras astronômicas para comprar aparelhos que não temos sequer certeza de que serão realmente úteis em nossas rotinas?
        A teoria de um neurocientista da Universidade de Oxford (Inglaterra) ajuda a explicar essa “corrida desenfreada” por novos gadgets. De modo geral, em nosso processo evolutivo como seres humanos, nosso cérebro aprendeu a suprir necessidades básicas para a sobrevivência e a perpetuação da espécie, tais como sexo, segurança e status social.
        Nesse sentido, a compra de uma novidade tecnológica atende a essa última necessidade citada: nós nos sentimos melhores e superiores, ainda que momentaneamente, quando surgimos em nossos círculos sociais com um produto que quase ninguém ainda possui.
        Foi realizado um estudo de mapeamento cerebral que mostrou que imagens de produtos tecnológicos ativavam partes do nosso cérebro idênticas às que são ativadas quando uma pessoa muito religiosa se depara com um objeto sagrado. Ou seja, não seria exagero dizer que o vício em novidades tecnológicas é quase uma religião para os mais entusiastas.
        O ato de seguir esse impulso cerebral e comprar o mais novo lançamento tecnológico dispara em nosso cérebro a liberação de um hormônio chamado dopamina, responsável por nos causar sensações de prazer. Ele é liberado quando nosso cérebro identifica algo que represente uma recompensa.
        O grande problema é que a busca excessiva por recompensas pode resultar em comportamentos impulsivos, que incluem vícios em jogos, apego excessivo a redes sociais e até mesmo alcoolismo. No caso do consumo, podemos observar a situação problematizada aqui: gasto excessivo de dinheiro em aparelhos eletrônicos que nem sempre trazem novidade –– as atualizações de modelos de smartphones, por exemplo, na maior parte das vezes apresentam poucas mudanças em relação ao modelo anterior, considerando-se seu preço elevado. Em outros casos, gasta-se uma quantia absurda em algum aparelho novo que não se sabe se terá tanta utilidade prática ou inovadora no cotidiano.
        No fim das contas, vale um lembrete que pode ajudar a conter os impulsos na hora de comprar um novo smartphone ou alguma novidade de mercado: compare o efeito momentâneo da dopamina com o impacto de imaginar como ficarão as faturas do seu cartão de crédito com a nova compra. O choque ao constatar o rombo em seu orçamento pode ser suficiente para que você decida pensar duas vezes a respeito da aquisição.
    DANA, S. O Globo. Economia. Rio de Janeiro, 16 jan. 2018. Adaptado 
    De acordo com o ordenamento das ideias no texto 3, observa-se que, depois de explicar a função da dopamina no cérebro, o texto se refere à ideia de que:
    Escolha uma alternativa para a questão 1819d107-e6
  • 1812B1D6-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 3


    O vício da tecnologia


        Entusiastas de tecnologia passaram a semana com os olhos voltados para uma exposição de novidades eletrônicas realizada recentemente nos Estados Unidos. Entre as inovações, estavam produtos relacionados a experiências de realidade virtual e à utilização de inteligência artificial — que hoje é um dos temas que mais desperta interesse em profissionais da área, tendo em vista a ampliação do uso desse tipo de tecnologia nos mais diversos segmentos.
        Mais do que prestar atenção às novidades lançadas no evento, vale refletir sobre o motivo que nos leva a uma ansiedade tão grande para consumir produtos que prometem inovação tecnológica. Por que tanta gente se dispõe a dormir em filas gigantescas só para ser um dos primeiros a comprar um novo modelo de smartphone? Por que nos dispomos a pagar cifras astronômicas para comprar aparelhos que não temos sequer certeza de que serão realmente úteis em nossas rotinas?
        A teoria de um neurocientista da Universidade de Oxford (Inglaterra) ajuda a explicar essa “corrida desenfreada” por novos gadgets. De modo geral, em nosso processo evolutivo como seres humanos, nosso cérebro aprendeu a suprir necessidades básicas para a sobrevivência e a perpetuação da espécie, tais como sexo, segurança e status social.
        Nesse sentido, a compra de uma novidade tecnológica atende a essa última necessidade citada: nós nos sentimos melhores e superiores, ainda que momentaneamente, quando surgimos em nossos círculos sociais com um produto que quase ninguém ainda possui.
        Foi realizado um estudo de mapeamento cerebral que mostrou que imagens de produtos tecnológicos ativavam partes do nosso cérebro idênticas às que são ativadas quando uma pessoa muito religiosa se depara com um objeto sagrado. Ou seja, não seria exagero dizer que o vício em novidades tecnológicas é quase uma religião para os mais entusiastas.
        O ato de seguir esse impulso cerebral e comprar o mais novo lançamento tecnológico dispara em nosso cérebro a liberação de um hormônio chamado dopamina, responsável por nos causar sensações de prazer. Ele é liberado quando nosso cérebro identifica algo que represente uma recompensa.
        O grande problema é que a busca excessiva por recompensas pode resultar em comportamentos impulsivos, que incluem vícios em jogos, apego excessivo a redes sociais e até mesmo alcoolismo. No caso do consumo, podemos observar a situação problematizada aqui: gasto excessivo de dinheiro em aparelhos eletrônicos que nem sempre trazem novidade –– as atualizações de modelos de smartphones, por exemplo, na maior parte das vezes apresentam poucas mudanças em relação ao modelo anterior, considerando-se seu preço elevado. Em outros casos, gasta-se uma quantia absurda em algum aparelho novo que não se sabe se terá tanta utilidade prática ou inovadora no cotidiano.
        No fim das contas, vale um lembrete que pode ajudar a conter os impulsos na hora de comprar um novo smartphone ou alguma novidade de mercado: compare o efeito momentâneo da dopamina com o impacto de imaginar como ficarão as faturas do seu cartão de crédito com a nova compra. O choque ao constatar o rombo em seu orçamento pode ser suficiente para que você decida pensar duas vezes a respeito da aquisição.
    DANA, S. O Globo. Economia. Rio de Janeiro, 16 jan. 2018. Adaptado 
    De acordo com o texto 3, o “vício tecnológico” pode ser explicado por:
    Escolha uma alternativa para a questão 1812b1d6-e6
  • 180C9A50-E6

    Português

    Interpretação de Textos
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    Texto 2


    Uma boa comunicação pode impulsionar a carreira corporativa

        Não se trata apenas de saber se vender no mercado; a capacidade de lidar com colegas e equipes é fundamental para estimular o desempenho e a produtividade.
        Que a comunicação é primordial, na vida particular e no mundo corporativo, não há a menor dúvida. A capacidade de expressar ideias e mobilizar outras pessoas é essencial para construir relacionamentos, educar filhos, formar equipes, superar concorrentes. Mas existem alguns mal-entendidos a respeito dessa competência tão importante.
        Um dos mais comuns é: comunicar-se bem significa falar bem. Não necessariamente. “Saber ouvir é uma qualidade indispensável e pouco encontrada no mundo corporativo”, afirma Mara Behlau, professora do Insper, especialista em voz e consultora em comunicação humana. “Muitas vezes, as pessoas falam sem parar e têm certeza de que o outro entendeu.”
        A professora lembra que, em diversos casos, a fala excessiva surge da necessidade que muitos profissionais sentem de se mostrar ativos. “Um gestor extrovertido parece muito participativo, mas também repetitivo. O introvertido é mais observador, porém parece desinteressado, sem opinião.” O ideal, diz ela, é ser ambivertido: “Há momentos para observar e momentos para se expor, trazer ideias”.
    Texto disponível em: https://exame.abril.com.br/geral/uma-boa-comunicacao-podeimpulsionar-a-carreiracorporativa (Adaptado).
    De acordo com o texto 2, está CORRETO o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão 180c9a50-e6
  • 18055F06-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2


    Uma boa comunicação pode impulsionar a carreira corporativa

        Não se trata apenas de saber se vender no mercado; a capacidade de lidar com colegas e equipes é fundamental para estimular o desempenho e a produtividade.
        Que a comunicação é primordial, na vida particular e no mundo corporativo, não há a menor dúvida. A capacidade de expressar ideias e mobilizar outras pessoas é essencial para construir relacionamentos, educar filhos, formar equipes, superar concorrentes. Mas existem alguns mal-entendidos a respeito dessa competência tão importante.
        Um dos mais comuns é: comunicar-se bem significa falar bem. Não necessariamente. “Saber ouvir é uma qualidade indispensável e pouco encontrada no mundo corporativo”, afirma Mara Behlau, professora do Insper, especialista em voz e consultora em comunicação humana. “Muitas vezes, as pessoas falam sem parar e têm certeza de que o outro entendeu.”
        A professora lembra que, em diversos casos, a fala excessiva surge da necessidade que muitos profissionais sentem de se mostrar ativos. “Um gestor extrovertido parece muito participativo, mas também repetitivo. O introvertido é mais observador, porém parece desinteressado, sem opinião.” O ideal, diz ela, é ser ambivertido: “Há momentos para observar e momentos para se expor, trazer ideias”.
    Texto disponível em: https://exame.abril.com.br/geral/uma-boa-comunicacao-podeimpulsionar-a-carreiracorporativa (Adaptado).
    Dentre as considerações a seguir, acerca do vocábulo AMBIVERTIDO contido no texto 2, está CORRETO o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão 18055f06-e6
  • 18016A63-E6

    Português

    Pontuação
    Centro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1


    População está envelhecendo? Imigrantes podem ser a solução, segundo o FMI

        Numa época em que a imigração provoca debates candentes e reações violentas em muitas partes do mundo, o FMI lança um alerta sobre o envelhecimento populacional nos países avançados.
        No seu relatório econômico global divulgado nesta semana constam as estimações demográficas da ONU indicando que a população local vai se reduzir em boa parte dos países desenvolvidos.
        Desde logo, daqui a algumas décadas, a mão de obra ativa terá que sustentar o dobro dos idosos que existem atualmente nesses países, cortando 3% de sua produção econômica por volta de 2050.
        Vem então a advertência do relatório: se mais pessoas não forem integradas à população economicamente ativa, o aumento proporcional de idosos poderá reduzir o crescimento dos países avançados. Na circunstância, o FMI afirma que a imigração “pode contribuir para ganhos de longo prazo no crescimento e na produtividade” econômica.
        No momento em que Donald Trump freia a imigração legal e reprime mais duramente as entradas ilegais nos Estados Unidos, que as eleições na Itália levaram ao poder uma maioria de parlamentares hostis aos imigrantes e que a Hungria, no último domingo (8), reelegeu pela terceira vez o xenófobo Viktor Orban como seu primeiro-ministro, o FMI não hesita em avançar sua conclusão pró-imigracionista: “é preciso repensar as políticas migratórias para dinamizar a mão de obra disponível nas economias avançadas... políticas mais restritivas [à imigração] exacerbariam de maneira significativa o efeito negativo do envelhecimento da população”.
        O Brasil não é citado no relatório do FMI. Mas o país se encontra numa situação similar à dos países desenvolvidos citados acima, com a exceção do Japão onde o envelhecimento populacional é muito mais patente. Resta que os brasileiros estão seguindo a mesma rota de envelhecimento em razão do efeito convergente do aumento da esperança de vida e da queda da taxa de natalidade. A questão imigratória também está na ordem do dia em nosso país.
        Como lembrou recentemente na Folha de S. Paulo Leonardo Monasterio, pesquisador do IPEA, o Brasil tem uma proporção bastante baixa de imigrantes.
        O país chegou a ter 5,1% de imigrantes no seio de sua população em 1920. Atualmente este percentual é de 0,9%. Na Argentina a proporção de imigrantes no conjunto da população alcança 6% e nos Estados Unidos, 14%. Como foi apontado neste mesmo espaço, a população do país continuará subindo até 2050, para começar a cair em seguida, segundo o Censo Mundial para o século XXI realizado em 2012 e 2015 pela ONU.
        Se nada mudar, em 2085 estaremos com uma população similar a de hoje: 208 milhões de habitantes. Na ausência de uma política imigracionista, acumularemos os dois inconvenientes descritos acima: seremos velhos e pobres.
    Disponível em https://noticias.uol.com.br/blogs-e-colunas/coluna/luiz-felipe-alencastro/2018/04/11/fmi-faz-alertasobreenvelhecimento-populacional-e-imigracao.htm
    Em “Na Argentina a proporção de imigrantes no conjunto da população alcança 6% e nos Estados Unidos, 14%”. (linha 25 do texto 1), a vírgula foi empregada para:
    Escolha uma alternativa para a questão 18016a63-e6
  • 17FDECCD-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Text 1


    Put Working Memory to Work in Learning


        Working memory involves the conscious processing and managing of information required to carry out complex cognitive tasks such as learning, reasoning, and comprehension. It has been described as the brain's conductor. Memory has long been viewed as a key aspect of learning, but as the emphasis in educational standards has shifted away from rote memorization and toward the knowledge and skills needed to process new information, working memory is increasingly taking center stage.
        There is an explosion of research today with the aim of understanding how this important function works and how to enhance it. However, the term working memory was first used more than 50 years ago to describe the role of recall in planning and carrying out behavior. In the 1970s and '80s, British psychologist Alan Baddeley and colleagues developed a model of working memory that brings together how the brain accepts sensory input, processes both visual-spatial and verbal data, and accesses long-term memory; and how all of that input is processed by a function they referred to as central executive.
        Working Memory in the Brain Central executive monitors and coordinates input and decides which information we will focus our attention on. As with other cognitive processes that power executive function, the home base of working memory is in the prefrontal cortex. Researchers have detected increased activation in this area at the front of the brain when people are involved in thinking and problem solving that engages working memory. Other areas of the brain that support working memory are the hippocampus, which is involved in long-term memory storage and spatial orientation, and Broca's area, located on the left side of the frontal lobes and involved in language processing and verbal fluency.
        Working memory is involved in a variety of learning and daily living tasks, such as reading, problem solving, and navigation. As such, it is sometimes referred to as the "brain's workhorse." In fact, Tracy and Ross Alloway, in their book The Working Memory: Train Your Brain to Function Stronger, Smarter, Faster, contend that working memory is a better predictor than IQ of how well students will perform academically: "IQ is what you know. Working memory is what you can do with what you know"
        Thus, working memory is a key cognitive skill for students and their teachers. As an educator, you know well how you must be able to maintain the mental skillfulness and agility to process many variables in everyday teaching practice, such as students' pri or knowledge, the primary purpose and goal of a lesson, sequence of learning activities, time constraints, interruptions throughout the school day, and on and on.
        Students activate their working memory as they figure out the meaning of new words they encounter while reading, and as they decide which mathematical functions they will need to apply to a problem that their teacher has just jotted on the whiteboard.
    Fonte: Disponível em: <http://www.edutopia.org/blog/put-working-memory-to-work-donna-wilson-marcus-conyers>.
    Para o autor do texto 1 , no Brasil, a(s) causa(s) do envelhecimento da população é/são:
    Escolha uma alternativa para a questão 17fdeccd-e6
  • 17F66412-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Text 1


    Put Working Memory to Work in Learning


        Working memory involves the conscious processing and managing of information required to carry out complex cognitive tasks such as learning, reasoning, and comprehension. It has been described as the brain's conductor. Memory has long been viewed as a key aspect of learning, but as the emphasis in educational standards has shifted away from rote memorization and toward the knowledge and skills needed to process new information, working memory is increasingly taking center stage.
        There is an explosion of research today with the aim of understanding how this important function works and how to enhance it. However, the term working memory was first used more than 50 years ago to describe the role of recall in planning and carrying out behavior. In the 1970s and '80s, British psychologist Alan Baddeley and colleagues developed a model of working memory that brings together how the brain accepts sensory input, processes both visual-spatial and verbal data, and accesses long-term memory; and how all of that input is processed by a function they referred to as central executive.
        Working Memory in the Brain Central executive monitors and coordinates input and decides which information we will focus our attention on. As with other cognitive processes that power executive function, the home base of working memory is in the prefrontal cortex. Researchers have detected increased activation in this area at the front of the brain when people are involved in thinking and problem solving that engages working memory. Other areas of the brain that support working memory are the hippocampus, which is involved in long-term memory storage and spatial orientation, and Broca's area, located on the left side of the frontal lobes and involved in language processing and verbal fluency.
        Working memory is involved in a variety of learning and daily living tasks, such as reading, problem solving, and navigation. As such, it is sometimes referred to as the "brain's workhorse." In fact, Tracy and Ross Alloway, in their book The Working Memory: Train Your Brain to Function Stronger, Smarter, Faster, contend that working memory is a better predictor than IQ of how well students will perform academically: "IQ is what you know. Working memory is what you can do with what you know"
        Thus, working memory is a key cognitive skill for students and their teachers. As an educator, you know well how you must be able to maintain the mental skillfulness and agility to process many variables in everyday teaching practice, such as students' pri or knowledge, the primary purpose and goal of a lesson, sequence of learning activities, time constraints, interruptions throughout the school day, and on and on.
        Students activate their working memory as they figure out the meaning of new words they encounter while reading, and as they decide which mathematical functions they will need to apply to a problem that their teacher has just jotted on the whiteboard.
    Fonte: Disponível em: <http://www.edutopia.org/blog/put-working-memory-to-work-donna-wilson-marcus-conyers>.
    De acordo com o texto 1, a imigração pode solucionar os problemas gerados pelo envelhecimento da população porque:
    Escolha uma alternativa para a questão 17f66412-e6
  • C9CAA5EB-E8

    Atualidades

    Guerras, Conflitos e Terrorismo na Atualidade
    Centro universitário FAG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Analise as informações abaixo:


    Um homem-bomba provocou uma explosão na entrada do Ministério de Desenvolvimento Rural, deixando 12 pessoas mortas e 31 feridas nesta segunda-feira (11-06-2018). O grupo Estado Islâmico (EI) reivindicou a ação por meio de sua agência Amaq News, de acordo com a Reuters. O ataque ocorreu quando os funcionários deixavam o trabalho, por volta das 13h (no horário local), de acordo com o porta-voz da polícia local, Hashmat Stanekzai. O porta-voz do Ministério da Saúde, Wahid Majroh, confirmou o número de mortos. O país onde ocorreu esse atentado está localizado na extremidade leste do Oriente Médio, o país ocupa uma posição estratégica entre a Ásia Central (hoje formada por diversas ex-repúblicas soviéticas) e a Ásia de Monções. A Figura abaixo mostra a localização exata do país através da letra A.

    Imagem da questão de Atualidades, da prova de 2018

    Assinale a alternativa correta a respeito do Nome do país e de sua Capital.
    Escolha uma alternativa para a questão c9caa5eb-e8
  • C9C3311E-E8

    Atualidades

    Economia Internacional na Atualidade
    Centro universitário FAG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    O que é Brexit?
    Escolha uma alternativa para a questão c9c3311e-e8
  • C9C05F87-E8

    Biologia

    A química da vida
    Centro universitário FAG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Os lipídeos apresentam importantes funções nos seres vivos, destacando-se, entre eles, os triglicerídeos. Apresenta uma molécula presente na formação de um triglicerídeo:
    Escolha uma alternativa para a questão c9c05f87-e8