- Movimentos Sociais, Discriminação e Desigualdade: Raça, classe e gênero
- Prova de 2010
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: FA42AB20-B6
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- 23 anos de prova
- Evolução e progresso são a crença na superioridade do presente em relação ao passado e do futuro em relação ao presente. Assim, os europeus civilizados seriam superiores aos africanos e aos índios, a física galilaico-newtoniana seria superior à aristotélica, a física quântica seria superior à de Galileu e à de Newton. (...) Essa ideia encontra-se presente também, por exemplo, na distinção entre países desenvolvidos e subdesenvolvidos. Quando digo que um país é ou está desenvolvido, digo que sei que alcançou a finalidade à qual estava destinado desde que surgiu. Quando digo que um país é ou está subdesenvolvido, estou dizendo que a finalidade ainda não foi, mas deverá ser alcançada em algum momento do tempo”.CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo:Editora Ática, 2003, p. 222.Marque a alternativa que expressa corretamente a ideia central do texto:
- Ciências Humanas
História
- História Geral
- Prova de 2010
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: FA472A3E-B6
“Deus chama cada um para uma vocação particular cujo objetivo é a glorificação dele mesmo. O comerciante que busca o lucro, pelas qualidades que o sucesso econômico exige: o trabalho, a sobriedade, a ordem, responde também ao chamado de Deus, santificado de seu lado o mundo pelo esforço, e sua ação é santa”.CALVINO, João. In: MOUSNIER, Roland. História geral das civilizações. Os séculos XVI e XVII: os processos da civilização européia. São Paulo: Difel, 1973. tomo IV, v1,p.90.Com base no texto, marque a alternativa incorreta sobre a Reforma Protestante: - Ciências Humanas
História
- Crise de 1929 e seus desdobramentos
- Prova de 2010
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: FA52751E-B6
“A produção industrial americana caiu cerca de um terço entre 1929 e 1931, e a alemã mais ou menos o mesmo, mas essas são médias suavizadas. Dessa forma, nos EUA, a Westinghouse, grande empresa de eletricidade, perdeu dois terços de suas vendas entre 1929 e 1933, enquanto sua renda líquida caiu 75% em dois anos (Schatz, 1983, p. 60). Houve uma crise na produção básica, tanto de alimentos como de matérias-primas, porque os preços, não mais mantidos pela formação de estoques como antes, entraram em queda livre. O preço do chá e do trigo caiu dois terços, o da seda bruta três quartos”.HOBSBAWM, Eric. A Era dos Extremos. O breve século XX - 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. p. 96.Tomando como referência o texto de Eric Hobsbawm e o conhecimento histórico produzido sobre o período entre guerras, marque a alternativa correta: - Ciências Humanas
História
- Guerra Fria e as ditaduras militares
- Prova de 2010
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: FA562F05-B6
“Entre meados da década de 1960 e meados de 1980, a América Latina, em especial a América do Sul, viveu um período histórico dominado por regimes militares. As consequências desse período são sentidas até hoje, não se tratando de algo superado”.
COGGIOLA, Osvaldo. Governos militares na América Latina. A era das ditaduras Chile, Argentina e Brasil luta armada e repressão. São Paulo: Editora Contexto, 2001, p. 09.
A partir do fragmento textual acima, marque o que for incorreto sobre as ditaduras militares na América Latina:
- Economia
- Prova de 2010
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: FA5A910D-B6
Utilizando seus conhecimentos em Ciências Humanas, identifique qual dos conceitos de Estado está expresso na charge.

- Ciências Humanas
Geografia
- Impactos e soluções nos meios natural e rural
- Prova de 2010
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: FA5E373D-B6
Analise a charge abaixo.

O cerrado brasileiro já perdeu 48,2% da vegetação original. Hoje são desmatados cerca de 20 mil km² por ano, segundo os dados do Portal Oficial do Estado Brasileiro (2010). Sobre a interação dos elementos da paisagem natural e a relação homem/meio é incorreto afirmar que:
- Ciências Humanas
Geografia
- Agropecuária
- Prova de 2010
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: FA6163FB-B6
Leia o trecho da música a seguir para responder à questão .Na cumeeira da serra Ororubá o velho profetajá diziaUma nova era se abre com duas vibrastrançadasSeca e sangueSeca e sangueHerdeiros do novo milênioNinguém tem mais dúvidasO sertão vai virar marE o mar simDepois de encharcar as mais estreitas veredasVirará sertãoAntôe tinha razão rebanho da féA terra de todos a terra é de ninguémPisarão na terra dele todos os seusE os documentos dos homens incrédulosNão resistirão a Sua iraFilhos do caldeirãoHerdeiros do fim do mundoQueimai vossa história tão mal contada[...]E assim na derradeira luabrancaQuando todos os riosvirarem leiteE as barrancas cuscuz demilhoE as estrelas tocadeiras deviolaCaírem uma por umaOs soldados do rei D.SebastiãoMostrarão o caminhoSalve o povo Xucuru. (Profecia do Pajé Cauã).Cordel do FogoEncantado.Composição: Lirinha; Clayton Barros.Com relação ao ideário de uso da terra e a estrutura fundiária no Brasil, assinale a alternativa correta: - Ciências Humanas
Geografia
- Geografia Cultural
- Prova de 2010
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: FA65D544-B6
Leia o trecho da música a seguir para responder à questão .Na cumeeira da serra Ororubá o velho profetajá diziaUma nova era se abre com duas vibrastrançadasSeca e sangueSeca e sangueHerdeiros do novo milênioNinguém tem mais dúvidasO sertão vai virar marE o mar simDepois de encharcar as mais estreitas veredasVirará sertãoAntôe tinha razão rebanho da féA terra de todos a terra é de ninguémPisarão na terra dele todos os seusE os documentos dos homens incrédulosNão resistirão a Sua iraFilhos do caldeirãoHerdeiros do fim do mundoQueimai vossa história tão mal contada[...]E assim na derradeira luabrancaQuando todos os riosvirarem leiteE as barrancas cuscuz demilhoE as estrelas tocadeiras deviolaCaírem uma por umaOs soldados do rei D.SebastiãoMostrarão o caminhoSalve o povo Xucuru. (Profecia do Pajé Cauã).Cordel do FogoEncantado.Composição: Lirinha; Clayton Barros.A unidade do poema mencionado tem como objetivo: - Ciências Humanas
Geografia
- Cartografia
- Prova de 2010
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: FA6A2BA7-B6
Sobre mapas e cartas geográficos seus elementos e classificações, assinale o que for incorreto: - Questões Sociais
- Prova de 2010
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: FA733562-B6
Conforme os dados do IBGE (2010) a População Economicamente Ativa foi de 22,3 milhões. Na comparação anual, houve alta no contingente da indústria extrativa, na transformação e distribuição de eletricidade, gás e água, nos serviços prestados, nos aluguéis, dentre outros.
Analisando o trecho acima com os seus saberes é correto afirmar que:
- Ciências Humanas
Geografia
- Noções Gerais de Urbanização
- Prova de 2010
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: FA782DF4-B6
As charges servem de referência para responder à questão.

Comparando a charge 1 com o fenômeno da urbanização no mundo, assinale a alternativa correta:
- Linguagens
Português
- Coesão e coerência
- Prova de 2010
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 7B74FA65-B6
Leia o texto 2 a seguir para responder a questão.TEXTO 2Polivalência: do mito... para a realidadeA modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo?O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI.Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.(GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado)
O tema básico do texto, em torno do qual o autor organiza seus argumentos, pode ser expresso pelas seguintes proposições, exceto uma. Assinale-a.
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2010
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás
- Dificuldade: Muito difícil
- Código da questão: 7B79CCD0-B6
Leia o texto 2 a seguir para responder a questão.TEXTO 2Polivalência: do mito... para a realidadeA modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo?O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI.Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.(GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado)
No texto, o autor afirma que a imagem do novo trabalhador: - Linguagens
Português
- Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
- Prova de 2010
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 7B7FD2C8-B6
Leia o texto 2 a seguir para responder a questão.TEXTO 2Polivalência: do mito... para a realidadeA modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo?O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI.Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.(GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado)
Com relação ao sentido e às estruturas linguísticas do texto, assinale a alternativa correta. - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2010
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 7B84C774-B6
TEXTO 3
Hitler vs. Chaplin“Hut Weber. É o chapéu”.(disponível em: designrn.files.wordpress.com/2008/12/hutweber_hitler_chaplin)O texto 3 é criação de uma agência publicitária alemã para a chapelaria Hut Weber. Para divulgar o produto, a propaganda vale-se de: - Linguagens
Português
- Coesão e coerência
- Prova de 2010
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 7B88EDB2-B6
TEXTO 3
Hitler vs. Chaplin“Hut Weber. É o chapéu”.(disponível em:designrn.files.wordpress.com/2008/12/hutweber_hitler_chaplin)A expressão “É o chapéu”, na propaganda, tem o mesmo efeito de sentido que a expressão sublinhada em
- Linguagens
Inglês
- Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
- Prova de 2010
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 7B94E036-B6
The WindJames StephensThe wind stood up, and gave a shout:He whistled on his fingers, andKicked the withered leaves about,And thumped the branches with his hand,And said he'd kill, and kill, and kill:And so he will! And so he will!The figure of speech in which an animal, object, or idea is given the characteristics of a person, as we see in the poem, is:
- Linguagens
Inglês
- Adjetivos | Adjectives
- Prova de 2010
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 7B9E5EE5-B6
The WindJames StephensThe wind stood up, and gave a shout:He whistled on his fingers, andKicked the withered leaves about,And thumped the branches with his hand,And said he'd kill, and kill, and kill:And so he will! And so he will!The words in “The Wind” that give human qualities to the wind are: - Matemática
Matemática
- Função de 1º Grau ou Função Afim, Problemas com Equação e Inequações
- Prova de 2010
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 7BB9E0F4-B6
Simplificando a expressão
4√x . 4√ 4√x . 4√ 4√4√ x . ...
obtem-se:
- Matemática
Matemática
- Função de 1º Grau ou Função Afim, Problemas com Equação e Inequações
- Prova de 2010
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: 7BBE968A-B6
Denote R o conjunto dos números reais. Seja f :[ −2,2] → R uma função cujo gráfico está representado na figura a seguir.
Analisando o gráfico de f , pode-se afirmar que: