Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2017
- IF-RR
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 132EE014-B6
Banco de questões
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Leia o excerto a seguir:
O governo brasileiro apresenta, ao lado de seus aliados, um projeto de reforma do Conselho de Segurança, ampliando o atual órgão para que tenha um total de 25 ou 26 membros, onze a mais que o atual formato. O veto, hoje usado para impedir decisões, não seria usado por um período de 15 anos pelos novos membros. Numa reunião nesta quinta-feira, na sede da ONU em Nova Iorque, a proposta foi submetida pelo G4, grupo formado por Brasil, Índia, Alemanha e Japão.
Fonte: Adaptado de https://encurtador.com.br/5DI2n. Acesso em 08 de julho de 2024
O excerto trata da proposta de reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) apresentada por Brasil, Índia, Alemanha e Japão. No entanto, a proposta já foi rechaçada de imediato por Rússia e China.
Pode-se afirmar que dentre as razões desta negativa por parte dos dois países, estão:
Read the following passage of “The Dinner”, by Clarice Lispector, and answer question.
“I leaned over my meal, lost. When I finally managed to confront him from the depths of my pallid face, I observed that he, too, was leaning forward, his elbows resting on the table, his head between his hands. And obviously he could bear it no longer. His bushy eyebrows were touching. His food must have lodged just below his throat under the stress of his emotion, for when he was able to continue, he made a visible effort to swallow, dabbing his forehead with his napkin. I could bear it no longer, the meat on my plate was raw… and I really could not bear it another minute. But he – he was eating.
The waiter brought a bottle in a bucket of ice. I noted every detail without being capable of discrimination. The bottle was different, the waiter in tails, and the light haloed the robust head of Pluto which was now moving with curiosity, greedy and attentive. For a second the waiter obliterated my view of the elderly gentleman and I could only see his black coattails hovering over the table as he poured red wine into the glass and waited with ardent eyes – because here was a surely man who would tip generously, one of those elderly gentlemen who still command attention… and power. The elderly gentleman, who now seemed larger, confidently took a sip, lowered his glass, and sourly considered the taste in his mouth. He compressed his lips and smacked them with distaste, as if the good were also intolerable. I waited, the waiter waited, and we both leaned forward in suspense. Finally he made a grimace of approval. The waiter curved his shiny head in submission to the man’s words of thanks and went off with lowered head, while I sighed with relief.
He now mingled gulps of wine with the meat in his great mouth and his false teeth
ponderously chewed while I observed him… in vain. Nothing more happened. The
restaurant appeared to radiate with renewed intensity under the tinkling of glass and
cutlery; in the brightly lit dome of the room the whispered conversation rose and fell
in gentle waves; the woman in the large hat smiled with half closed eyes, looking
slender and beautiful as the waiter carefully poured the wine into her glass. But now
he was making another gesture.”

Na Rússia de 1927, a escritora, jornalista e revolucionária russa, Aleksandra Mikháilovna Kollontai, publicava na Revista das Mulheres o artigo “As combatentes no dia do grande Outubro”. O Texto abaixo apresenta fragmentos do referido artigo.
AS COMBATENTES NO DIA DO GRANDE OUTUBRO
Para a Grande Revolução de Outubro, quem foram elas? Indivíduos? Não, uma massa, dezenas, centenas de milhares de heroínas anônimas que caminharam lado a lado com operários e camponeses em nome da bandeira vermelha, com o lema dos sovietes, através das ruínas do odioso passado religioso e tsarista em direção a um novo futuro...
Se olharmos para o passado, veremos essas massas de heroínas anônimas nos dias de Outubro em cidades famélicas, em vilas destituídas e espoliadas pela guerra. (...) Para onde quer que se olhe, por toda parte há mulheres: nos comícios, reuniões, manifestações...
(...) Algum dia os historiadores escreverão sobre o que fizeram essas heroínas anônimas, mortas no front, executadas pelos brancos. (...) E quantas “anônimas”?
Fonte: SCHNEIDER, Graziela. A Revolução das Mulheres: emancipação feminina na Rússia Soviética. São Paulo: Boitempo Editorial, 2017, pp. 265-270
Sobre o valor histórico do artigo, é CORRETO afirmar que se trata de:

Johannes Hessen afirma,sobre o empirismo e o racionalismo na modernidade, que “quem enxerga no pensamento humano, na razão, o único fundamento do conhecimento, está convencido da independência e especificidade psicológica do processo de pensamento. Por outro lado, quem fundamenta todo conhecimento na experiência negará independência, mesmo sob o aspecto psicológico, ao pensamento”.
Relacione empirismo e racionalismo à descrição apresentada por Hessen e assinale a afirmação verdadeira.
Observe as imagens abaixo:


Sobre o contexto histórico de atuação dos dois movimentos na Era Vargas, representados pelos cartazes, assinale a alternativa CORRETA:
“É o saber da história como possibilidade e não como determinação. O mundo não é. O mundo está sendo. Como subjetividade curiosa, inteligente, interferidora na objetividade com que dialeticamente me relaciono, meu papel no mundo não é só o de quem constata o que ocorre mas também o de que intervém como sujeito de ocorrências. Não sou apenas objeto da História mas seu sujeito igualmente. No mundo da História, da cultura, da política, constato não para me adaptar mas para mudar.”
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, p. 76-77.
O trecho acima apresenta uma visão acerca da história, que pode ser associada à concepção

Três pensadores modernos marcaram a reflexão sobre a questão política: Hobbes, Locke e Rousseau. Um ponto comum perpassa o pensamento desses três filósofos a respeito da política: a origem do Estado está no contrato social. Partem do princípio de que o Estado foi constituído a partir de um contrato firmado, entendendo o contrato como um acordo. Portanto, o Estado deve ser gerado a partir do consenso entre as pessoas em torno de alguns elementos essenciais para garantir a existência social. Todavia, há nuances entre eles. Considerando o enunciado acima, atente para o que se diz a seguir e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.
( )Para Rousseau, contrato social é a transferência dos direitos individuais para a vontade geral em favor da liberdade e da igualdade civis.
A sequência correta, de cima para baixo, é: