Geografia
Analise a representação cartográfica que apresenta os principais pontos turísticos do estado do Amazonas.

(www.amazonastur.am.gov.br. Adaptado.)
A representação cartográfica sobre os pontos turísticos do estado Amazonas é um tipo de mapa
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Analise a representação cartográfica que apresenta os principais pontos turísticos do estado do Amazonas.

(www.amazonastur.am.gov.br. Adaptado.)
A representação cartográfica sobre os pontos turísticos do estado Amazonas é um tipo de mapa
A digestão é um processo mecânico e químico que transforma os alimentos em substâncias assimiláveis pelas células.
Sobre o processo de digestão, considere as afirmativas a seguir.
I. A digestão das proteínas inicia-se no intestino delgado pela ação da tripsina.
II. A digestão que ocorre na boca é mecânica e química.
III. A bile, produzida no fígado, tem como principal componente os sais biliares que emulsionam os lipídios.
IV. O produto final da ação da enzima maltase na maltose é a glicose.
Assinale a alternativa correta.

O estado do Amazonas apresenta um conjunto de vulnerabilidades socioeconômicas que o posicionam entre as unidades federativas com os indicadores mais preocupantes do país. Dados do Censo Demográfico de 2022, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), evidenciam disparidades significativas em relação ao restante do território nacional, especialmente no que se refere à renda domiciliar per capita, à informalidade nas relações de trabalho e ao acesso a serviços públicos essenciais, como saúde e educação. A realidade socioeconômica amazonense é agravada por uma expressiva taxa de informalidade no mercado de trabalho, que atinge mais de 58% da população ocupada, e pela elevada dependência de políticas de transferência de renda, das quais aproximadamente um quarto da população é beneficiária.
(Daniel Castro Ferreira. Revista FT, no 146, 2025. Adaptado.)
Considerando o contexto apresentado pelo excerto, uma
política pública para amenizar a vulnerabilidade socioeconômica do estado do Amazonas seria, dentre outras,


Por trás das belas imagens em preto e branco de montanhas, rios e da floresta amazônica, Sebastião Salgado documentou histórias de garimpo ilegal, conflitos com madeireiros, garimpeiros e autoridades locais, mortes por falta de atendimento médico e episódios de perseguição. O fotógrafo brasileiro faleceu em 23.05.2025, aos 81 anos, na França, onde vivia. Salgado dedicou sete anos ao projeto Amazônia, que resultou em um livro e em exposições fotográficas internacionais, que passaram por Londres, Roma, Paris e São Paulo.

(www.bbc.com, 23.05.2021. Adaptado.)
De acordo com o excerto e a análise do mapa das terras indígenas fotografadas por Sebastião Salgado, o trabalho de documentação histórica elaborado pelo fotógrafo
TEXTO 5
É com certa sabedoria que se diz: pelos olhos se conhece uma pessoa. Bem, há olhares de todos os tipos — dos dissimulados aos da cobiça, seja pelo vil metal ou pelo sexo.
Garimpeiro se conhece pelos olhos. Olhos de febre, que flamejam e reluzem. Há, em suas pupilas, o ouro. O brilho dourado tatua a íris. Trata-se apenas de um reflexo de sua alma e daquilo que corre em suas veias. É um vírus. A princípio, um sonho distante, mas, ao correr dos dias, torna-se uma angustiante busca. Na primeira vez que o ouro fagulha na sua frente, na bateia, toda a alma se contamina e o vírus se transforma em doença incurável.
Todos, no garimpo, têm histórias semelhantes. Têm família, filhos, empregos em suas cidades, nos distantes estados, mas, de repente, espalha-se a notícia do ouro. Então, largam tudo, vendem a roupa do corpo e lá se vão. Caçar o rastro do ouro é a sina. Nos olhos, a febre — um brilho dourado doentio. Sim, é fácil conhecer um garimpeiro.
Todos sabem que, no garimpo, não é lugar para se viver. Mas ninguém abandona o seu posto. Suor, lama, pedregulhos, pepitas douradas, cansaço — é a vida que até o diabo rejeita.
Por onde passam, o rastro da destruição. A Amazônia é nossa. Tratores e retroescavadeiras derrubam e limpam a floresta; as dragas chegam, os rios se contaminam rapidamente de mercúrio. Quem pode mais chora menos. Na trilha do brilho dourado, nada se preserva. Ai daqueles que levantarem alguma voz... No dia seguinte, o corpo é encontrado no meio da selva, um bom prato aos bichos.
(GONÇALVES, David. Sangue verde. Joinville: Sucesso
Pocket, 2014. p. 5-6. Adaptado.)

Analise o mapa que apresenta dois corredores logísticos, 1 e 2, construídos na Amazônia Legal, os quais contribuíram com o processo de produção do espaço amazônico.

(Atlas da Amazônia Brasileira, 2025. Adaptado.)
Um impacto decorrente da construção de corredores logísticos no território da Amazônia Legal e a denominação dos corredores logísticos 1 e 2 são, respectivamente:

TEXTO 5
É com certa sabedoria que se diz: pelos olhos se conhece uma pessoa. Bem, há olhares de todos os tipos — dos dissimulados aos da cobiça, seja pelo vil metal ou pelo sexo.
Garimpeiro se conhece pelos olhos. Olhos de febre, que flamejam e reluzem. Há, em suas pupilas, o ouro. O brilho dourado tatua a íris. Trata-se apenas de um reflexo de sua alma e daquilo que corre em suas veias. É um vírus. A princípio, um sonho distante, mas, ao correr dos dias, torna-se uma angustiante busca. Na primeira vez que o ouro fagulha na sua frente, na bateia, toda a alma se contamina e o vírus se transforma em doença incurável.
Todos, no garimpo, têm histórias semelhantes. Têm família, filhos, empregos em suas cidades, nos distantes estados, mas, de repente, espalha-se a notícia do ouro. Então, largam tudo, vendem a roupa do corpo e lá se vão. Caçar o rastro do ouro é a sina. Nos olhos, a febre — um brilho dourado doentio. Sim, é fácil conhecer um garimpeiro.
Todos sabem que, no garimpo, não é lugar para se viver. Mas ninguém abandona o seu posto. Suor, lama, pedregulhos, pepitas douradas, cansaço — é a vida que até o diabo rejeita.
Por onde passam, o rastro da destruição. A Amazônia é nossa. Tratores e retroescavadeiras derrubam e limpam a floresta; as dragas chegam, os rios se contaminam rapidamente de mercúrio. Quem pode mais chora menos. Na trilha do brilho dourado, nada se preserva. Ai daqueles que levantarem alguma voz... No dia seguinte, o corpo é encontrado no meio da selva, um bom prato aos bichos.
(GONÇALVES, David. Sangue verde. Joinville: Sucesso
Pocket, 2014. p. 5-6. Adaptado.)

No período histórico atual, as grandes corporações e os investidores financeiros dispõem de meios mais eficazes e abrangentes para conhecer e intervir em cada porção da superfície da Terra, em decorrência da gigantesca concentração e centralização do capital em diversos ramos produtivos. Contam, além disso, com a unicidade das técnicas e a produção de conhecimento do planeta que caracterizam a globalização, em conjunto com a mobilidade geográfica do capital e as práticas neoliberais. Assim, é muito contundente o uso seletivo e corporativo do território, no qual as regiões, territórios e lugares são selecionados para serem usados eficazmente nos diversos circuitos espaciais produtivos, disponibilizando vantagens geográficas fundamentais à competitividade dos agentes econômicos.
(Ricardo Castillo e Henrique Faria dos Santos. “Globalização, Neoliberalismo e competitividade regional: notas para discussão”. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, vol. 27, 2025. Adaptado.)
A distribuição da atividade produtiva no mundo globalizado,
retratada no excerto, está relacionada

TEXTO 5
É com certa sabedoria que se diz: pelos olhos se conhece uma pessoa. Bem, há olhares de todos os tipos — dos dissimulados aos da cobiça, seja pelo vil metal ou pelo sexo.
Garimpeiro se conhece pelos olhos. Olhos de febre, que flamejam e reluzem. Há, em suas pupilas, o ouro. O brilho dourado tatua a íris. Trata-se apenas de um reflexo de sua alma e daquilo que corre em suas veias. É um vírus. A princípio, um sonho distante, mas, ao correr dos dias, torna-se uma angustiante busca. Na primeira vez que o ouro fagulha na sua frente, na bateia, toda a alma se contamina e o vírus se transforma em doença incurável.
Todos, no garimpo, têm histórias semelhantes. Têm família, filhos, empregos em suas cidades, nos distantes estados, mas, de repente, espalha-se a notícia do ouro. Então, largam tudo, vendem a roupa do corpo e lá se vão. Caçar o rastro do ouro é a sina. Nos olhos, a febre — um brilho dourado doentio. Sim, é fácil conhecer um garimpeiro.
Todos sabem que, no garimpo, não é lugar para se viver. Mas ninguém abandona o seu posto. Suor, lama, pedregulhos, pepitas douradas, cansaço — é a vida que até o diabo rejeita.
Por onde passam, o rastro da destruição. A Amazônia é nossa. Tratores e retroescavadeiras derrubam e limpam a floresta; as dragas chegam, os rios se contaminam rapidamente de mercúrio. Quem pode mais chora menos. Na trilha do brilho dourado, nada se preserva. Ai daqueles que levantarem alguma voz... No dia seguinte, o corpo é encontrado no meio da selva, um bom prato aos bichos.
(GONÇALVES, David. Sangue verde. Joinville: Sucesso
Pocket, 2014. p. 5-6. Adaptado.)
Analise a charge publicada no perfil @chappatte_cartoons, em 22.06.2025.

(www.instagram.com. Adaptado.)
No cenário geopolítico mundial, a parceria entre os Estados Unidos da América (EUA) e Israel, representada na charge, busca