- Conhecimentos Gerais Sobre Arte e Cultura
- Prova de 2020
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: D1801E5C-04
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- 58.062 questões
- 160 instituições
- 23 anos de prova
- João Guimarães Rosa publicou o conto “A hora e vez de Augusto Matraga” no livro Sagarana, em 1946. O protagonista do enredo, Augusto Esteves, é filho de abastado proprietário rural, de quem herda os bens e o poder político. Os Esteves são, num vilarejo do sertão de Minas Gerais, rivais e inimigos tradicionais da família Consilva. Augusto Esteves tem uma vida perdulária, de gastos monetários sem limites, endivida-se com bancos e penhora as fazendas. Perde, além disso, a influência política de sua família, apoiando, nas eleições periódicas, partidos políticos e candidatos sempre derrotados. A decadência da família completa-se com a violenta captura de Augusto Esteves numa emboscada armada pelo Consilva.O enredo do conto exprime uma característica da política brasileira da Primeira República (1889-1930), a saber:
- Ciências da Natureza
Biologia
- Moléculas, células e tecidos
- Prova de 2016
- Universidade Estadual do Norte do Paraná
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: D1810DAA-B2
Observe as três imagens a seguir, que são micrografias de organelas de células animais ou vegetais.

Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a função das organelas 1, 2 e 3.
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2016
- PUC-GO
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: D181BF30-E4
TEXTO 5
É com certa sabedoria que se diz: pelos olhos se conhece uma pessoa. Bem, há olhares de todos os tipos — dos dissimulados aos da cobiça, seja pelo vil metal ou pelo sexo.
Garimpeiro se conhece pelos olhos. Olhos de febre, que flamejam e reluzem. Há, em suas pupilas, o ouro. O brilho dourado tatua a íris. Trata-se apenas de um reflexo de sua alma e daquilo que corre em suas veias. É um vírus. A princípio, um sonho distante, mas, ao correr dos dias, torna-se uma angustiante busca. Na primeira vez que o ouro fagulha na sua frente, na bateia, toda a alma se contamina e o vírus se transforma em doença incurável.
Todos, no garimpo, têm histórias semelhantes. Têm família, filhos, empregos em suas cidades, nos distantes estados, mas, de repente, espalha-se a notícia do ouro. Então, largam tudo, vendem a roupa do corpo e lá se vão. Caçar o rastro do ouro é a sina. Nos olhos, a febre — um brilho dourado doentio. Sim, é fácil conhecer um garimpeiro.
Todos sabem que, no garimpo, não é lugar para se viver. Mas ninguém abandona o seu posto. Suor, lama, pedregulhos, pepitas douradas, cansaço — é a vida que até o diabo rejeita.
Por onde passam, o rastro da destruição. A Amazônia é nossa. Tratores e retroescavadeiras derrubam e limpam a floresta; as dragas chegam, os rios se contaminam rapidamente de mercúrio. Quem pode mais chora menos. Na trilha do brilho dourado, nada se preserva. Ai daqueles que levantarem alguma voz... No dia seguinte, o corpo é encontrado no meio da selva, um bom prato aos bichos.
(GONÇALVES, David. Sangue verde. Joinville: Sucesso Pocket, 2014. p. 5-6. Adaptado.)
O Texto 5 abre o longo romance Sangue verde e cumpre a função de apresentar a visão do narrador sobre o garimpeiro – um dos inúmeros tipos que comporão o enredo – e os efeitos de sua ação sobre o meio ambiente, no caso, a Floresta Amazônica. Nesse fragmento instaura-se o espaço narrativo como elemento mobilizador de todos os conflitos da trama, e confirma-se a crítica do autor à exploração do meio pelo homem, mediante o uso da ironia. Assinale dentre as alternativas a seguir, que apresenta uma passagem do texto em que isso fica mais evidente: - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2018
- USP
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: D18266B6-F2
Com base no texto e nos fatos que envolveram a política imigratória dos EUA em junho de 2018, é correto afirmar: - Ciências Humanas
Geografia
Pela primeira vez desde 1991, a Região Norte do Brasil registrou saldo migratório negativo, ou seja, mais pessoas deixaram os estados da região do que chegaram. O Amazonas aparece como o sétimo estado do país com maior saldo migratório negativo, segundo dados preliminares do Censo Demográfico 2022. Apesar dessa situação demográfica, o Amazonas segue atraindo moradores. Do total de imigrantes que chegaram ao estado entre 2017 e 2022, 22,1% vieram do Pará, seguido por Rondônia (15,7%) e Rio de Janeiro (10,4%).
(Sabrina Rocha. https://g1.globo.com, 27.06.2025. Adaptado.)
Uma consequência decorrente do saldo migratório negativo no Amazonas, mencionado no excerto, e o tipo de migração direcionado para esse estado brasileiro são, respectivamente:
- Ciências Humanas
História
- História Geral
- Prova de 2020
- FGV
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: D1841986-04
Lenin tinha como única fonte de informação os jornais estrangeiros, mas, lendo as entrelinhas de suas matérias imprecisas e tendenciosas, pôde apreender os dados fundamentais. [...] O Soviete era o porta-voz do povo, que queria paz, pão, liberdade e terra. O Governo Provisório [...] representava uma burguesia cujas tendências liberais se limitavam à intenção de livrar-se dos Romanov.(Edmund Wilson. Rumo à estação Finlândia, 2013.)O excerto refere-se à análise feita por Lenin, líder do Partido Bolchevista, do movimento social que derrubou o czar Nicolau II, em março de 1917. No seu entender, havia - Ciências da Natureza
Química
- Interações Atômicas: Ligações Iônicas, Ligações Covalentes e Ligações Metálicas. Ligas Metálicas.
- Prova de 2016
- PUC-GO
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: D184ACD9-E4
Em 2015, um artigo publicado na Environmental Science end Technology, pela ASU (Universidade do Estado do Arizona), mostra que é possível encontrar metais preciosos como prata, ferro, cobre e ouro no lodo de esgotos urbanos. Estima-se que em uma cidade de aproximadamente um milhão de habitantes seja possível recolher até US$ 13 milhões por ano em metais preciosos. Esse seria um novo garimpo, diverso do tematizado no Texto 5, ainda não explorado. Marque a alternativa que apresenta uma afirmação correta sobre metais: - Ciências da Natureza
Biologia
- Biomas brasileiros
- Prova de 2016
- Universidade Estadual do Norte do Paraná
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: D1856B3A-B2
O mapa a seguir apresenta a distribuição de um bioma brasileiro.

Sobre esse bioma, considere as afirmativas a seguir.
I. As plantas desse bioma apresentam adaptações características e são denominadas xeromórficas.
II. Apresenta espécies vegetais com promissor potencial econômico para a indústria medicinal e alimentícia.
III. A fisionomia da vegetação é fortemente influenciada pelas características minerais do solo e por incêndios naturais periódicos.
IV. Entre as principais ameaças a esse bioma, podem-se considerar os processos produtivos utilizados pela agroindústria e pela pecuária extensiva e o desequilíbrio dos estágios de queimadas.
Assinale a alternativa correta.
- Ciências Humanas
História
- Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
- Prova de 2018
- USP
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: D1864347-F2
(…) o “arco do triunfo” é um fragmento de muro que, embora isolado da muralha, tem a forma de uma porta da cidade. (...) Os primeiros exemplos documentados são estruturas do século II a.C., mas os principais arcos de triunfo são os do Império, como os arcos de Tito, de Sétimo Severo ou de Constantino, todos no foro romano, e todos de grande beleza pela elegância de suas proporções.
PEREIRA, J. R. A., Introdução à arquitetura. Das origens ao século XXI. Porto Alegre: Salvaterra, 2010, p. 81.
Dentre os vários aspectos da arquitetura romana, destaca‐se a monumentalidade de suas construções. A relação entre o “arco do triunfo” e a História de Roma está baseada
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2016
- PUC-GO
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: D1873702-E4
TEXTO 6
Arandir — Posso ir?
Comissário Barros — Pode.
Arandir (recuando, com sofrida humildade) — Então, boa tarde, boa tarde.
Cunha — Um minutinho.
Arandir (incerto) — Comigo?
Cunha — Um momento.
Barros — Já prestou declarações.
Cunha (entre divertido e ameaçador) — Sei. Agora vai conversar comigo.
Aruba (baixo e veemente para Arandir) — O delegado.
Amado — Senta.
Arandir (sentindo a pressão de novo ambiente) — Mas é que eu estou com um pouquinho de pressa. (Arandir começa a ter medo. Ele próprio não sabe de quê.)
Cunha (com o riso ofegante) — Rapaz, a polícia não tem pressa.
Amado — Mas senta. (Arandir olha em torno, como um bicho apavorado. Senta-se, finalmente.)
Arandir (sem ter de quê) — Obrigado.
Barros (baixo e reverente, para o delegado) — Ele é apenas testemunha.
Cunha — Não te mete.
(Arandir ergue-se, sôfrego.)
Arandir — Posso telefonar?
Cunha — Mais tarde.
(Amado cutuca o fotógrafo.)
Amado — Bate agora! (flash estoura. Arandir toma um choque.)
Arandir — Retrato?
Amado — Nervoso, rapaz?
(Arandir senta-se, une os joelhos.)
Arandir — Absolutamente!
Cunha (lançando a pergunta como uma chicotada)
— Você é casado, rapaz?
Arandir — Não ouvi.
Cunha (num berro) — Tira a cera dos ouvidos!
Amado (inclinando-se para o rapaz) — Casado ou solteiro?
Arandir — Casado.
Cunha — Casado. Muito bem. (vira-se para Amado, com segunda intenção) O homem é casado. (para o Comissário Barros) Casado.
Barros — Eu sabia.
Arandir (com sofrida humildade) — O senhor deixa dar um telefonema rápido para minha mulher?
Cunha (rápido e incisivo) — Gosta de sua mulher, rapaz?
(Arandir, por um momento, acompanha o movimento do fotógrafo que se prepara para bater uma nova fotografia.)
Arandir — Naturalmente!
Cunha (com agressividade policial) — E não usa nada no dedo, por quê?
Arandir (atarantado) — Um dia, no banheiro, caiu. Caiu a aliança. No ralo do banheiro.
Amado — O que é que você estava fazendo na praça da Bandeira?
Arandir — Bem. Fui lá e...
Cunha (num berro) — Não gagueja, rapaz!
Arandir (falando rápido) — Fui levar uma joia.
Cunha (alto) — Joia!
Arandir — Joia. Aliás, empenhar uma joia na Caixa Econômica. (Amado e Cunha cruzam as perguntas para confundir e levar Arandir ao desespero.)
Amado — Casado há quanto tempo?
Arandir — Eu?
Cunha — Gosta de mulher, rapaz?
ARANDIR (desesperado) — Quase um ano!
Cunha (mais forte) — Gosta de mulher?
Arandir (quase chorando) — Casado há um ano. (Cunha muda de voz, sem transição. Põe a mão no joelho do rapaz.)
Cunha (caricioso e ignóbil) — Escuta. O que significa para ti. Sim, o que significa para “você” uma mulher!?
Arandir (lento e olhando em torno) — Mas eu estou preso?
Cunha (sem ouvi-lo e sempre melífluo) — Rapaz, escuta! Uma hipótese. Se aparecesse, aqui, agora, uma mulher, uma “boa”. Nua. Completamente nua. Qual seria. É uma curiosidade. Seria a tua reação? (Arandir olha, ora o Cunha, ora o Amado. Silêncio.)
(RODRIGUES, Nelson. O beijo no asfalto. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. p. 23-27.)
No Texto 6, o personagem Cunha enuncia as seguintes sentenças em momentos distintos: “gosta de sua mulher, rapaz?” e “gosta de mulher, rapaz?” Assinale a alternativa que manifesta, respectivamente, o pressuposto correto extraído de cada uma delas: - Ciências Humanas
Geografia
- Amazônia
- Prova de 2020
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: D18757D2-04
Com a queda de 97% das áreas produtoras asiáticas nas mãos dos japoneses, os Estados Unidos, através de acordos com o governo brasileiro, desencadearam uma operação em larga escala na Amazônia: a Batalha da Borracha.(Márcio Souza. História da Amazônia: do período pré-colombiano aos desafios do século XXI, 2019.)A “Batalha da Borracha” contou com - Ciências da Natureza
Biologia
- Gimnospermas e Angiospermas
- Prova de 2016
- Universidade Estadual do Norte do Paraná
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: D188A91F-B2
A polinização é um processo que se caracteriza pela liberação de pólen que será transportado até outra parte da mesma planta ou para outra planta. Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a estrutura que, quando madura, libera os grãos de pólen. - Ciências da Natureza
Física
- Acústica
- Prova de 2016
- PUC-GO
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: D189D86C-E4
TEXTO 6
Arandir — Posso ir?
Comissário Barros — Pode.
Arandir (recuando, com sofrida humildade) — Então, boa tarde, boa tarde.
Cunha — Um minutinho.
Arandir (incerto) — Comigo?
Cunha — Um momento.
Barros — Já prestou declarações.
Cunha (entre divertido e ameaçador) — Sei. Agora vai conversar comigo.
Aruba (baixo e veemente para Arandir) — O delegado.
Amado — Senta.
Arandir (sentindo a pressão de novo ambiente) — Mas é que eu estou com um pouquinho de pressa. (Arandir começa a ter medo. Ele próprio não sabe de quê.)
Cunha (com o riso ofegante) — Rapaz, a polícia não tem pressa.
Amado — Mas senta. (Arandir olha em torno, como um bicho apavorado. Senta-se, finalmente.)
Arandir (sem ter de quê) — Obrigado.
Barros (baixo e reverente, para o delegado) — Ele é apenas testemunha.
Cunha — Não te mete.
(Arandir ergue-se, sôfrego.)
Arandir — Posso telefonar?
Cunha — Mais tarde.
(Amado cutuca o fotógrafo.)
Amado — Bate agora! (flash estoura. Arandir toma um choque.)
Arandir — Retrato?
Amado — Nervoso, rapaz?
(Arandir senta-se, une os joelhos.)
Arandir — Absolutamente!
Cunha (lançando a pergunta como uma chicotada)
— Você é casado, rapaz?
Arandir — Não ouvi.
Cunha (num berro) — Tira a cera dos ouvidos!
Amado (inclinando-se para o rapaz) — Casado ou solteiro?
Arandir — Casado.
Cunha — Casado. Muito bem. (vira-se para Amado, com segunda intenção) O homem é casado. (para o Comissário Barros) Casado.
Barros — Eu sabia.
Arandir (com sofrida humildade) — O senhor deixa dar um telefonema rápido para minha mulher?
Cunha (rápido e incisivo) — Gosta de sua mulher, rapaz?
(Arandir, por um momento, acompanha o movimento do fotógrafo que se prepara para bater uma nova fotografia.)
Arandir — Naturalmente!
Cunha (com agressividade policial) — E não usa nada no dedo, por quê?
Arandir (atarantado) — Um dia, no banheiro, caiu. Caiu a aliança. No ralo do banheiro.
Amado — O que é que você estava fazendo na praça da Bandeira?
Arandir — Bem. Fui lá e...
Cunha (num berro) — Não gagueja, rapaz!
Arandir (falando rápido) — Fui levar uma joia.
Cunha (alto) — Joia!
Arandir — Joia. Aliás, empenhar uma joia na Caixa Econômica. (Amado e Cunha cruzam as perguntas para confundir e levar Arandir ao desespero.)
Amado — Casado há quanto tempo?
Arandir — Eu?
Cunha — Gosta de mulher, rapaz?
ARANDIR (desesperado) — Quase um ano!
Cunha (mais forte) — Gosta de mulher?
Arandir (quase chorando) — Casado há um ano. (Cunha muda de voz, sem transição. Põe a mão no joelho do rapaz.)
Cunha (caricioso e ignóbil) — Escuta. O que significa para ti. Sim, o que significa para “você” uma mulher!?
Arandir (lento e olhando em torno) — Mas eu estou preso?
Cunha (sem ouvi-lo e sempre melífluo) — Rapaz, escuta! Uma hipótese. Se aparecesse, aqui, agora, uma mulher, uma “boa”. Nua. Completamente nua. Qual seria. É uma curiosidade. Seria a tua reação? (Arandir olha, ora o Cunha, ora o Amado. Silêncio.)
(RODRIGUES, Nelson. O beijo no asfalto. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. p. 23-27.)
No Texto 6, Arandir afirma não ter ouvido uma das perguntas do delegado Cunha. O aparelho auditivo humano pode se sensibilizar com muita facilidade. Somos capazes de captar sons com uma intensidade de 10–12 W/m2 (limiar de audição) e escutamos em uma faixa de frequência que vai de 20 Hz a 20000 Hz. Considere a velocidade do som no ar de 340 m/s e analise as afirmativas a seguir:I - Se o delegado Cunha emitir um som de 60 dB (conversa comum), a intensidade sonora produzida por ele será de 10–6 W/m2.II - Arandir poderia ouvir melhor o delegado Cunha se seus ouvidos estivessem submersos em água, uma vez que a frequência do som emitido seria modificada.III - A velocidade do som emitido por Cunha é a mesma, independentemente do meio físico em que ele se encontre.IV - O comprimento de onda do som emitido no ar por uma pessoa, equivalente à menor frequência audível, é de 17 m.Em relação às proposições analisadas, assinale a única alternativa cujos itens estão todos corretos: - Ciências Humanas
História
- História Geral
- Prova de 2018
- USP
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: D18A0604-F2
Os comentadores do texto sagrado (…) reconhecem a submissão da mulher ao homem como um dos momentos da divisão hierárquica que regula as relações entre Deus, Cristo e a humanidade, encontrando ainda a origem e o fundamento divino daquela submissão na cena primária da criação de Adão e Eva e no seu destino antes e depois da queda.
CASAGRANDE, C., A mulher sob custódia, in: História das Mulheres, Lisboa: Afrontamento, 1993, v. 2, p. 122‐123.
O excerto refere‐se à apreensão de determinadas passagens bíblicas pela cristandade medieval, especificamente em relação à condição das mulheres na sociedade feudal. A esse respeito, é correto afirmar:
- Ciências Humanas
Geografia
Durante a era de ouro da manufatura americana no pós- -guerra, que durou até os anos 1970, quase 20 milhões de pessoas viviam da indústria. Os Estados Unidos eram líderes na produção de veículos, aeronaves e aço, e a indústria representava mais de um quarto do emprego total. No fim de 2024, após uma reorganização profunda da economia global, o setor industrial empregava cerca de 8% da força de trabalho do país. Atualmente, os Estados Unidos são um país mais rico do que nunca. Mas a economia é dominada por empregos nos serviços, dos mais bem remunerados aos de baixa renda.
(https://oglobo.globo.com, 04.04.2025. Adaptado.)
Caracteriza uma dificuldade à ampliação de postos de trabalho no setor industrial dos Estados Unidos
- Conhecimentos Gerais Sobre Arte e Cultura
- Prova de 2020
- FGV
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: D18B7494-04
Observe a montagem visual que faz parte de uma série fotográfica composta entre 1967 e 1972.
(Martha Rosler. Cleaning the Drapes, 1967-1972. www.moma.org)Vinculando-se o momento da produção da série fotográfica com aquela conjuntura da história norte-americana, a imagem “Limpando a cortina” pode fornecer explicação sobre
- Ciências da Natureza
Biologia
- Embriologia humana
- Prova de 2016
- Universidade Estadual do Norte do Paraná
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: D18C36DC-B2
Com base nos conhecimentos sobre embriologia, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.( ) No estágio de gástrula, na maioria das espécies, os blastômeros reorganizam-se em três conjuntos de células: ectoderma, mesoderma e endoderma.( ) A placenta é um anexo embrionário que elimina gás carbônico e excreções do embrião.( ) A gestação de gêmeos ocorre quando um ovócito é fecundado por dois espermatozoides.( ) Nidação é o processo de implantação do embrião no útero.( ) A ação da gonadotrofina coriônica no corpo-amarelo ovariano mantém elevadas as taxas de estrógeno e progesterona no sangue da gestante.Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta. - Ciências Humanas
História
- História Geral
- Prova de 2018
- USP
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: D18DC99B-F2

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- Ciências Humanas
Geografia
Analise o gráfico, divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), sobre os dados da população mundial por grupos etários, no período de 1950 a 2100.

(www.ecodebate.com.br, 12.07.2024.)
De acordo com a análise do gráfico e conhecimentos sobre a dinâmica demográfica mundial, afirma-se que
- Linguagens
Inglês
- Tradução | Translation
- Prova de 2016
- PUC-GO
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: D18F09E1-E4
TEXTO 6
Arandir — Posso ir?
Comissário Barros — Pode.
Arandir (recuando, com sofrida humildade) — Então, boa tarde, boa tarde.
Cunha — Um minutinho.
Arandir (incerto) — Comigo?
Cunha — Um momento.
Barros — Já prestou declarações.
Cunha (entre divertido e ameaçador) — Sei. Agora vai conversar comigo.
Aruba (baixo e veemente para Arandir) — O delegado.
Amado — Senta.
Arandir (sentindo a pressão de novo ambiente) — Mas é que eu estou com um pouquinho de pressa. (Arandir começa a ter medo. Ele próprio não sabe de quê.)
Cunha (com o riso ofegante) — Rapaz, a polícia não tem pressa.
Amado — Mas senta. (Arandir olha em torno, como um bicho apavorado. Senta-se, finalmente.)
Arandir (sem ter de quê) — Obrigado.
Barros (baixo e reverente, para o delegado) — Ele é apenas testemunha.
Cunha — Não te mete.
(Arandir ergue-se, sôfrego.)
Arandir — Posso telefonar?
Cunha — Mais tarde.
(Amado cutuca o fotógrafo.)
Amado — Bate agora! (flash estoura. Arandir toma um choque.)
Arandir — Retrato?
Amado — Nervoso, rapaz?
(Arandir senta-se, une os joelhos.)
Arandir — Absolutamente!
Cunha (lançando a pergunta como uma chicotada)
— Você é casado, rapaz?
Arandir — Não ouvi.
Cunha (num berro) — Tira a cera dos ouvidos!
Amado (inclinando-se para o rapaz) — Casado ou solteiro?
Arandir — Casado.
Cunha — Casado. Muito bem. (vira-se para Amado, com segunda intenção) O homem é casado. (para o Comissário Barros) Casado.
Barros — Eu sabia.
Arandir (com sofrida humildade) — O senhor deixa dar um telefonema rápido para minha mulher?
Cunha (rápido e incisivo) — Gosta de sua mulher, rapaz?
(Arandir, por um momento, acompanha o movimento do fotógrafo que se prepara para bater uma nova fotografia.)
Arandir — Naturalmente!
Cunha (com agressividade policial) — E não usa nada no dedo, por quê?
Arandir (atarantado) — Um dia, no banheiro, caiu. Caiu a aliança. No ralo do banheiro.
Amado — O que é que você estava fazendo na praça da Bandeira?
Arandir — Bem. Fui lá e...
Cunha (num berro) — Não gagueja, rapaz!
Arandir (falando rápido) — Fui levar uma joia.
Cunha (alto) — Joia!
Arandir — Joia. Aliás, empenhar uma joia na Caixa Econômica. (Amado e Cunha cruzam as perguntas para confundir e levar Arandir ao desespero.)
Amado — Casado há quanto tempo?
Arandir — Eu?
Cunha — Gosta de mulher, rapaz?
ARANDIR (desesperado) — Quase um ano!
Cunha (mais forte) — Gosta de mulher?
Arandir (quase chorando) — Casado há um ano. (Cunha muda de voz, sem transição. Põe a mão no joelho do rapaz.)
Cunha (caricioso e ignóbil) — Escuta. O que significa para ti. Sim, o que significa para “você” uma mulher!?
Arandir (lento e olhando em torno) — Mas eu estou preso?
Cunha (sem ouvi-lo e sempre melífluo) — Rapaz, escuta! Uma hipótese. Se aparecesse, aqui, agora, uma mulher, uma “boa”. Nua. Completamente nua. Qual seria. É uma curiosidade. Seria a tua reação? (Arandir olha, ora o Cunha, ora o Amado. Silêncio.)
(RODRIGUES, Nelson. O beijo no asfalto. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. p. 23-27.)
In English there are different ways to say “Completamente nua” (Text 6). Read the sentences below and choose the one or ones which has or have the same idea:
I - Someone is completely naked.
II - Someone has nothing on.
III - Someone doesn’t have anything on.
IV - Someone ran through the yard with nothing on.
The correct choice is: