Física
- Estática e Hidrostática
- Prova de 2018
- Universidade Estadual de Montes Claros - MG
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: E1A6DCDD-B4

Banco de questões
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Observe a figura a seguir.
Fonte: AZEVEDO, Guiomar Goulart de; SANTOS, Fabiano Marques. Panorama do Brasil: natureza e sociedade – o espaço brasileiro: trabalhos práticos. São Paulo: Moderna, 1988, p. 103.
Considerando a interpretação da figura e seus conhecimentos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F, para as falsas.
( ) As linhas graduadas de 100m em 100m indicam as curvas de nível do terreno.
( ) As cidades A e B localizam-se em cotas batimétricas com os mesmos valores.
( ) Um dos rios apresenta perfil longitudinal no sentido leste-oeste, considerando da nascente para a foz.
( ) A cota de 600m corresponde à maior altitude do terreno representado na figura.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Leia o fragmento de texto.
“A fragilidade dos ambientes naturais diante das intervenções humanas é maior ou menor em função de suas características genéticas. Em princípio, salvo algumas regiões do planeta, os ambientes naturais mostravam-se em estado de equilíbrio dinâmico até o momento em que as sociedades humanas passaram a intervir cada vez mais intensamente na exploração dos recursos naturais para gerar riquezas, conforto, prazer e lazer”.
Fonte: ROSS, Jurandyr Luciano Sanches. Ecogeografia do Brasil: subsídios para planejamento ambiental. São Paulo: Oficina de Textos, 2009, p. 50.
Observe a figura abaixo.

Fonte: CAVALCANTI, Lana de Souza. A geografia escolar e a cidade: ensaios sobre o ensino de geografia para a vida urbana cotidiana. Campinas (SP): Papirus, 2008, p. 51.
A figura acima retrata a sistematização de uma categoria geográfica cujo termo deverá completar o
retângulo que está em branco na parte superior da figura. Trata-se da categoria:
O termo acessibilidade significa incluir a pessoa com deficiência na participação de atividades. Um exemplo é o acesso para cadeira de rodas através de rampas. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) regulamentou a construção dessas rampas.A inclinação com o plano horizontal deve variar de 5% a 8,33%, de acordo com a tabela abaixo.

Suponha que seja preciso construir uma rampa para um desnível cuja altura é de 0,90m. De quando deve ser o afastamento mínimo, a fim de que essa rampa figue de acordo com o regulamento estabelecido pela ABNT?
Segundo o Instituto Adolfo Lutz, em 2015, a febre maculosa vitimou duas criança em Ourinhos(SP) e uma mulher de 35 anos em Santa Cruz do Rio Pardo(SP). Essa doença é transmitida ao homem e a outros animais domésticos pela picada do carrapato estrela contaminado, que costuma infestar as capivaras e outros animais silvestres. O aumento de casos pode estar ocorrendo devido à migração crescente de animais silvestres para os parques e praças das cidades em fuga dos herbicidas, pesticidas e desmatamento das zonas rurais.
Os primeiros sintomas da febre maculosa são confundidos com os da dengue, o que pode ocasionar o tratamento de forma incorreta.
A mãe de uma das crianças, morta aos 12 anos, não se conforma com o possível erro médico, uma vez que, se diagnosticado rapidamente, um simples antibiótico resolveria o problema e teria salvado a vida de sua filha.
Com base no texto, analise as afirmativas :
I. A dengue e a febre maculosa são causadas por um patógeno do mesmo Reino.
II. A transmissão da dengue e da febre maculosa é feita por vetores da mesma classe.
III. A transmissão da dengue e da febre maculosa é feita por dois animais hematófagos.
IV. O uso de antibiótico resolve as duas doenças.
A(s) afirmativa(s) CORRETA(S) é (são):
Leia o fragmento de texto a seguir:
Faixa etária para doar sangue deve ser ampliada
Documento, em consulta pública, propõe que jovens com 16 e 17 anos e idosos entre 65 e 68 anos sejam incluídos na faixa etária para doar sangue.
O Ministério da Saúde quer ampliar o número de doações de sangue no Brasil. Para isso, colocou em consulta pública, nesta quarta-feira, dia 2 de junho, proposta que permite que jovens de 16 a 17 anos (mediante autorização dos pais) e idosos de 65 a 68 anos possam ser doadores de sangue. Atualmente, somente pessoas com idade entre 18 e 65 anos estão autorizadas a doar. O texto da medida – que faz parte da nova Política de Procedimentos Hemoterápicos – pode ser lido na página do Ministério da Saúde e receber sugestões da população até o dia 2 de agosto.
Atualmente, no Brasil, são coletadas por ano, em média, 3,5 milhões de bolsas de sangue. O índice brasileiro de doadores é de aproximadamente 1,8% da população. De acordo com parâmetros da Organização Mundial de Saúde (OMS), para manter os estoques regulares é necessário que 1% a 3% da população faça isso regularmente (...).
Disponível em: < http://www.bancodesangue.com.br/website/content/bancosangue/noticias/?idNoticia=118>. Acesso em 08/05/2015.
Pelo baixo índice de doadores, é comum ouvirmos que um banco de sangue de uma cidade está solicitando
sangue para um determinado procedimento médico. Imagine que um determinado banco de sangue
veicula a seguinte solicitação: “O banco de sangue necessita, com a máxima urgência, de sangue tipo
A positivo”. Considerando seus conhecimentos sobre os grupos sanguíneos, a pessoa que precisa da
transfusão desse sangue pode possuir tipo sanguíneo e fator Rh dos tipos:
Leia o texto a seguir:
“Da mão de Deus tens tu o que possuis. Tu, porém, deverias usar de humanidade para com aqueles que padecem necessidades. És rico? Isso não é para o teu bel-prazer. Deve a caridade faltar por isso? Deve ela diminuir? Não está ela acima de todas as questões do mundo? Não é ela o vínculo da perfeição?” Fonte: CALVINO, João. Sermão CXLI sobre Dt 24.19-22. Opera Calvini, Tomo XXVIII, p. 204.
Durante a primeira metade do século XVI, o francês João Calvino (1509-1564) contribuiu para o movimento reformista ao fundar uma nova corrente religiosa apoiada no princípio da predestinação absoluta. Sobre as bases desse princípio, é CORRETO afirmar que Calvino
Leia o fragmento de texto a seguir:
Identificados genes que podem salvar araucária do risco de extinção
Formação embrionária do pinhão, semente do pinheiro-brasileiro, é alvo de abordagem molecular inédita capaz de auxiliar na preservação da espécie
Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) identificaram 24.181 genes ligados à formação do embrião da araucária (Araucaria angustifolia) – árvore nativa do Brasil também chamada de pinheiro-brasileiro – e de sua semente, o pinhão. A descoberta poderá auxiliar no estabelecimento de um sistema para a propagação in vitro da espécie, que está sob risco crítico de extinção, de acordo com a União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), e cuja madeira tem alto valor de mercado. Com a identificação dos genes, será possível um maior controle sobre o processo de embriogênese somática, ou seja, a formação de um embrião sem que haja fecundação e a partir de células não reprodutivas.
Trata-se de uma das mais promissoras técnicas biotecnológicas de produção de embriões vegetais, que permite a criopreservação (conservação por meio de congelamento) e a clonagem em massa. No caso da araucária, ela é dificultada porque as sementes perdem viabilidade e não sobrevivem por longos períodos de armazenamento.
Disponível em: < http://viajeaqui.abril.com.br/materias/identificados-genes-que-podem-ajudar-a-salvar-araucaria-do-risco-de-extincao>. Acesso em: 03.07.2015.
Sobre o organismo descrito no texto, marque a alternativa CORRETA.
Leia o texto a seguir:
“As temperaturas glaciais do campo aberto alternavam-se com os calores infernais do fundo da montanha. Os índios entravam nas profundidades, e ordinariamente eram retirados mortos ou com cabeças e pernas quebradas, e nos engenhos todo o dia se machucam. Os mitayos retiravam o minério com a ponta de uma barra e o carregavam nas costas, por escadas, à luz de uma vela [...]. A mita era uma máquina de triturar índios. O emprego do mercúrio para a extração de prata por amálgama envenenava tanto ou mais do que os gases tóxicos do ventre da terra. Fazia cair o cabelo, os dentes e provocava tremores incontroláveis.” Fonte: GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina. RJ: Paz e Terra, 1989, p. 52.
Sobre o trabalho compulsório na América Espanhola, pode-se afirmar que:
Leia o trecho do texto a seguir:
Mito ou verdade? Será que as baratas sobrevivem a uma explosão nuclear?
Animais que vivem abrigados têm chances maiores de sobrevivência
Você já ouviu aquela história de que, se houvesse uma guerra nuclear, apenas as baratas sobreviveriam? (...). Será que esses insetos são capazes de resistir a explosões nucleares? O professor de biologia Rubens Oda explica que os insetos compõem 90% das espécies animais do planeta Terra. “Se fosse para eu apostar em alguém para sobreviver a uma explosão nuclear, eu apostaria num inseto, não no ser humano”, comenta o professor. Mas, apesar apostar em insetos, o professor explica que a barata não tem nenhuma capacidade especial.
“A carapaça da barata é o exoesqueleto de quitina igual a de qualquer outro inseto”, explica. Ou seja, ela não tem nenhuma resistência especial à radiação, ou mesmo ao calor e ao deslocamento de ar de uma explosão nuclear. O que acontece é que ela tem algumas características que a deixariam em vantagem numa situação extrema.
“Quando você vê as baratas nas grandes cidades, elas estão no esgoto, nas frestas. Elas estão sempre escondidas”. Por isso, as chances de ela resistir a uma grande explosão são maiores do que as de um ser humano, que habita a superfície da Terra – não à toa que, durante a Guerra Fria, abrigos nucleares eram construídos no subsolo. Outra vantagem das baratas é sua alimentação diversa. “Uma pequena quantidade de matéria orgânica é suficiente para ela se alimentar”.
Não só as baratas, mas outras espécies que vivem em locais protegidos e com hábitos alimentares propícios têm maior potencial para sobreviver a uma explosão nuclear. “Desculpa se estou tirando sua ideia de que as baratas são super-resistentes, mas elas não têm nada especial”, resume Rubens Oda.
Disponível em <http://redeglobo.globo.com/globociencia/quero-saber/noticia/2013/12/mito-ou-verdade-sera-que-baratas sobrevivem-uma-explosao-nuclear.html> . Acesso em: 11/04/2015. Adaptado.
De acordo com o texto, o exoesqueleto quitinoso das baratas, embora ofereça resistência, não conferiria necessariamente uma proteção contra os efeitos de uma explosão nuclear. Assinale a alternativa que mostra CORRETAMENTE o tipo de molécula orgânica que forma esse exoesqueleto quitinoso e mais uma de suas funções.