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  • 58.062 questões
  • 160 instituições
  • 23 anos de prova

Resultados: 58.062 questões

Página 470 de 2.904

  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFRN 2012, Interpretação de Textos



    Para construir o ponto de vista sobre o tema, o autor do Texto 1

    Escolha uma alternativa para a questão 2950b4bf-5c
  • Linguagens

    Português

    Instrução: A questão está relacionada ao texto 1.


    Figura 1 de 3 da questão de Português, UFRGS 2023, Encontros consonantais: Dígrafos
    Figura 2 de 3 da questão de Português, UFRGS 2023, Encontros consonantais: Dígrafos
    Figura 3 de 3 da questão de Português, UFRGS 2023, Encontros consonantais: Dígrafos


    Adaptado de: ASSIS BRASIL, L. A. O pintor de retratos. Porto Alegre: L&PM, 2002.
    Assinale a alternativa que contém apenas palavras com dígrafos consonantais.
    Escolha uma alternativa para a questão 29526c87-7a
  • Ciências Humanas

    História

    Em Arquitetura da destruição, o diretor Peter Cohen documenta o investimento de Hitler para banir da Alemanha a cultura identificada como judaico-bolchevique, bandeira esta relacionada a fatores sócioeconômicos determinantes para a ascensão do nazismo. Assinale a opção que enuncia tais fatores:
    Escolha uma alternativa para a questão 29538f1a-ec
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho abaixo, retirado de “Léo, o Pardo: biografia” (2006), do autor Rinaldo Santos Teixeira, e responda ao que segue. “Passado um mês, vi, num jornal, propaganda de um curso de fotografia, barato, cem reais. Recortei e levei pro Jardel. Ouvi um “não, tá cedo, vamos esperar daqui uns seis meses”. Voltei pra casa da tia amuado, e ela, “que foi?” E eu contei. No outro dia, a tia Rosa tinha deixado cem reais em cima da geladeira. “Vai fazer o seu curso”, e fomos trabalhar [...]”

    A palavra em destaque (sublinhada) no trecho acima tem o mesmo sentido de
    Escolha uma alternativa para a questão 2954ec98-d9
  • Linguagens

    Português

    Instrução: A questão está relacionada ao texto 1.


    Figura 1 de 3 da questão de Português, UFRGS 2023, Sintaxe
    Figura 2 de 3 da questão de Português, UFRGS 2023, Sintaxe
    Figura 3 de 3 da questão de Português, UFRGS 2023, Sintaxe


    Adaptado de: ASSIS BRASIL, L. A. O pintor de retratos. Porto Alegre: L&PM, 2002.
    Várias passagens do texto apresentam sujeitos não expressos cuja referência pode ser recuperada pelo contexto.


    No bloco abaixo, assinale 1 para as formas verbais cujo sujeito se refere ao personagem Carducci; e 2 para as formas verbais cujo sujeito se refere ao personagem Sandro.


    ( ) gostaria (l. 04).

    ( ) mostrava (l. 27).

    ( ) colocou (l. 30).

    ( ) concordasse (l. 40).

    ( ) devo (l. 43).


    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão 29556d92-7a
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão:


    Complexo de d. Sebastião

    Neymar expia a culpa pela derrota, mas as mudanças em

    nosso futebol não podem mais esperar, diz autor

    Entrevista de Ivan Marsiglia com José Miguel Wisnik



    ESTADÃO - A palavra mais usada nas avaliações da derrota da seleção brasileira para a alemã, por 7 a 1, na Copa de 2014, foi “apagão”. Concorda com ela?


    WISNIK - Prefiro “implosão”. “Apagão” sugere uma falha de energia, um acidente de percurso, um lapso momentâneo. A comissão técnica, que se especializou na negação da evidência e da amplitude dos fatos, apega-se a essa versão. Implosão, em vez disso, significa que uma estrutura cedeu a pressões que ela não pôde mais suportar. Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma.


    ESTADÃO - Outra palavra muito repetida foi 'vexame', e de tal proporção que teria redimido a histórica derrota na final de 1950 para o Uruguai.

    WISNIK - “Vexame” dá uma inflexão moral a essa catástrofe futebolística, e quem dirá que não se trata de uma tremenda humilhação esportiva? Mas martelar a palavra soa como uma atualização do gozo regressivo da eleição do bode expiatório. Não vejo mais essa necessidade de achar nos jogadores o novo Barbosa e o novo Bigode, [jogadores culpabilizados pela derrota da seleção na Copa de 1950] felizmente. O que não passou, no entanto, é a permanente espera mágica pela vitória por goleada, independente da existência do adversário, combinada com a precária análise dos dados de realidade. Esse desequilíbrio pesa sobre os jogadores. O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura.


    ESTADÃO - E de onde vem essa estrutura?

    WISNIK - Essas partidas fazem pensar na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, durante a qual, segundo relatos, o jovem rei português d. Sebastião foi tomado por estranha catatonia, antes de desaparecer no deserto e ter a sua volta aguardada durante séculos pelos portugueses. [...] Em 1950, a equipe, encolhida na partida final ante a enormidade do sucesso ou do fracasso inéditos, esteve paralisada abaixo do seu tamanho. Em 2014, sucumbiu ante a expectativa maciça, projetada sobre ela, por algo maior do que seu tamanho. Nos dois casos, espelhados sintomaticamente em território brasileiro, há uma resistente dificuldade de dimensionar, isto é, de encarar o real, que se junta à euforização publicitária, à cobertura da Rede Globo, aos oportunismos políticos de todo tipo e ao baixo nível médio da cultura futebolística. Tudo continua muito parecido com o ambiente que cercou a final de 1950, embora sem a mesma inocência trágica.


    ESTADÃO - Você escreveu que 'a glorificação frenética de Neymar, justificada pela excepcionalidade do jogador, disfarça uma ansiedade compensatória de fundo'. Por quê?

    WISNIK - Sem querer me repetir, [a figura de Neymar] ferida encarnava d. Sebastião em batalha, desaparecido do campo, mas preservado misteriosamente da desgraça explícita e ocupando mais ainda o lugar mítico do Desejado.

    (O Estado de S. Paulo, 12/07/2014. Disponível em http://m.estadao.com.br/ O Estado de S. Paulo noticias/ali%C3%A1s,complexo-de-d-sebastiao,1527395,0.htm, acesso em 01/09/2014)

    De acordo com o texto, é correto:
    Escolha uma alternativa para a questão 2957d329-de
  • Assinale a opção que enuncia corretamente os fatores que levaram a Líbia a viver uma guerra civil, do início deste ano até a morte, em outubro, de Muammar Khaddafi:
    Escolha uma alternativa para a questão 2957de59-ec
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho abaixo para responder à questão:

    “Mariana se virou na cama, pensando em seus alunos. Sabia que eles não se alimentavam antes de ir para a escola. No acampamento, muitas crianças passavam fome. Era uma vida de cachorro. Aliás, pensando bem, era uma vida que nem cachorro merecia.” (p. 22)
    (Trecho retirado do livro “Menino Passarinho” (2011), de Sueli Maria de Regino.)

    A expressão “vida de cachorro” está relacionada à utilização de uma linguagem em sentido
    Escolha uma alternativa para a questão 2958af58-d9
  • Matemática

    Matemática

    Uma torneira não foi fechada corretamente e ficou pingando, da meia-noite às seis horas da manhã, com a frequência de uma gota a cada três segundos. Sabe-se que cada gota d’agua tem volume de 0,2 mL.
    Qual foi o valor mais aproximado do total de desperdiçada nesse período, em litros? água?
    Escolha uma alternativa para a questão 2959d2c0-96
  • Linguagens

    Português

    Instrução: A questão está relacionada ao texto 1.


    Figura 1 de 3 da questão de Português, UFRGS 2023, Pontuação
    Figura 2 de 3 da questão de Português, UFRGS 2023, Pontuação
    Figura 3 de 3 da questão de Português, UFRGS 2023, Pontuação


    Adaptado de: ASSIS BRASIL, L. A. O pintor de retratos. Porto Alegre: L&PM, 2002.
    Considere as afirmações abaixo.


    I - A inserção de uma vírgula depois de vagava (l. 08) não altera o sentido original da frase e mantém sua correção gramatical.

    II - Todos os travessões do sexto parágrafo são usados para marcarem falas dos personagens.

    III- A substituição da vírgula antes de entretanto (l. 39) por um ponto e vírgula não altera o sentido original da frase e mantém sua correção gramatical.


    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 2959f7b0-7a
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Analise este trecho de música, em que se retratam condições socioambientais das grandes cidades brasileiras:

    A Cidade

    A cidade se apresenta centro das ambições
    Para mendigos ou ricos e outras armações
    Coletivos, automóveis, motos e metrôs
    Trabalhadores, patrões, policiais e camelôs
    A cidade não pára, a cidade só cresce
    O de cima sobe e o de baixo desce

    Chico Science, “A Cidade”.

    A partir dessa análise, é INCORRETO afirmar que, nesse trecho de música, o autor
    Escolha uma alternativa para a questão 295a13c9-64
  • Matemática

    Matemática

    Foi feita uma pesquisa de opinião sobre duas marcas de sabão. 210 pessoas responderam às perguntas. Dentre estas pessoas:

    • 80 pessoas usavam a marca A,
    • 80 pessoas usavam a marca B,
    • 70 pessoas não usavam nenhuma das duas marcas.

    Quantas pessoas usavam as duas marcas?

    Escolha uma alternativa para a questão 295a3ec6-c2
  • Dentre os conflitos na região do Oriente Médio, destaca-se a disputa territorial entre Israel e Palestina. Os mapas abaixo apresentam mudanças das fronteiras políticas na região em seis momentos históricos dessa disputa. Assinale a opção que indica os mapas que representam, respectivamente: a proposta de partilha territorial defendida pela ONU, em 1947; a configuração territorial que resultou da Guerra dos Seis Dias, em 1967; e a atual configuração política do território.

    Imagem da questão de Conhecimentos Gerais, Faculdade Cásper Líbero 2011, Guerras, Conflitos e Terrorismo
    Escolha uma alternativa para a questão 295ba954-ec
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão:


    Complexo de d. Sebastião

    Neymar expia a culpa pela derrota, mas as mudanças em

    nosso futebol não podem mais esperar, diz autor

    Entrevista de Ivan Marsiglia com José Miguel Wisnik



    ESTADÃO - A palavra mais usada nas avaliações da derrota da seleção brasileira para a alemã, por 7 a 1, na Copa de 2014, foi “apagão”. Concorda com ela?


    WISNIK - Prefiro “implosão”. “Apagão” sugere uma falha de energia, um acidente de percurso, um lapso momentâneo. A comissão técnica, que se especializou na negação da evidência e da amplitude dos fatos, apega-se a essa versão. Implosão, em vez disso, significa que uma estrutura cedeu a pressões que ela não pôde mais suportar. Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma.


    ESTADÃO - Outra palavra muito repetida foi 'vexame', e de tal proporção que teria redimido a histórica derrota na final de 1950 para o Uruguai.

    WISNIK - “Vexame” dá uma inflexão moral a essa catástrofe futebolística, e quem dirá que não se trata de uma tremenda humilhação esportiva? Mas martelar a palavra soa como uma atualização do gozo regressivo da eleição do bode expiatório. Não vejo mais essa necessidade de achar nos jogadores o novo Barbosa e o novo Bigode, [jogadores culpabilizados pela derrota da seleção na Copa de 1950] felizmente. O que não passou, no entanto, é a permanente espera mágica pela vitória por goleada, independente da existência do adversário, combinada com a precária análise dos dados de realidade. Esse desequilíbrio pesa sobre os jogadores. O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura.


    ESTADÃO - E de onde vem essa estrutura?

    WISNIK - Essas partidas fazem pensar na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, durante a qual, segundo relatos, o jovem rei português d. Sebastião foi tomado por estranha catatonia, antes de desaparecer no deserto e ter a sua volta aguardada durante séculos pelos portugueses. [...] Em 1950, a equipe, encolhida na partida final ante a enormidade do sucesso ou do fracasso inéditos, esteve paralisada abaixo do seu tamanho. Em 2014, sucumbiu ante a expectativa maciça, projetada sobre ela, por algo maior do que seu tamanho. Nos dois casos, espelhados sintomaticamente em território brasileiro, há uma resistente dificuldade de dimensionar, isto é, de encarar o real, que se junta à euforização publicitária, à cobertura da Rede Globo, aos oportunismos políticos de todo tipo e ao baixo nível médio da cultura futebolística. Tudo continua muito parecido com o ambiente que cercou a final de 1950, embora sem a mesma inocência trágica.


    ESTADÃO - Você escreveu que 'a glorificação frenética de Neymar, justificada pela excepcionalidade do jogador, disfarça uma ansiedade compensatória de fundo'. Por quê?

    WISNIK - Sem querer me repetir, [a figura de Neymar] ferida encarnava d. Sebastião em batalha, desaparecido do campo, mas preservado misteriosamente da desgraça explícita e ocupando mais ainda o lugar mítico do Desejado.

    (O Estado de S. Paulo, 12/07/2014. Disponível em http://m.estadao.com.br/ O Estado de S. Paulo noticias/ali%C3%A1s,complexo-de-d-sebastiao,1527395,0.htm, acesso em 01/09/2014)

    De acordo com a análise de Wisnik, o grau altíssimo de “expectativa futebolístico-messiânica” deve-se à incapacidade de o torcedor brasileiro:
    Escolha uma alternativa para a questão 295bc2d7-de
  • Linguagens

    Português

    Instrução: A questão está relacionada ao texto 1.


    Figura 1 de 3 da questão de Português, UFRGS 2023, Coesão e coerência
    Figura 2 de 3 da questão de Português, UFRGS 2023, Coesão e coerência
    Figura 3 de 3 da questão de Português, UFRGS 2023, Coesão e coerência


    Adaptado de: ASSIS BRASIL, L. A. O pintor de retratos. Porto Alegre: L&PM, 2002.
    Considere as seguintes afirmações acerca de formas temporais e suas relações de sentido expressas no texto.


    I - As formas vagava (l. 08) e conhecia (l. 09), pertencentes ao pretérito imperfeito, servem como descrição de espaços.

    II - As formas verbais ocultara (l. 12), devo (l. 43) e virei (l. 54) são usadas para expressar passado, presente e futuro, respectivamente.

    III- O emprego das formas hoje (l. 12) e agora (l. 29) referem-se ao dia e ao momento de escrita do texto, usos que têm o propósito de aproximar o narrador do leitor.


    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 295cc06c-7a
  • Linguagens

    Português

    Observe a tirinha para responder à questão:


    Figura 1 de 2 da questão de Português, IF-TM 2018, Sintaxe

    Figura 2 de 2 da questão de Português, IF-TM 2018, Sintaxe

    (Tirinha disponível em: <http://turmadamonica.uol.com.br/tirinhas/>. Acesso em 28/09/2018.)


    Qual das palavras / termos indicados abaixo está na posição de vocativo nas falas das personagens?

    Escolha uma alternativa para a questão 295cef8b-d9
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Estimativas de pesquisadores apontam que em áreas planas, como no Cerrado mineiro ou no Sul da Bahia, mais de 50% das colheitas sejam mecanizadas. Acredita­- se que no Sul de Minas o percentual tenha alcançado 30%, tomando por base a área com a cultura e o potencial de uso de máquinas obtidos em um estudo de 2006. Cerca de 80% da área total cultivada na região – 500 mil hectares – está apta a receber tratores e 70% dela, em média, é adequada para as colheitadeiras.

    Nas áreas montanhosas, a mecanização torna- ­se limitada ao uso de derriçadoras portáteis, que fazem o serviço de três a cinco apanha dores. E cada vez mais produtores estão utilizando o equipamento, em virtude da falta de mão de obra.


    (Valor Econômico, 20.08.2012. Adaptado.)

    As informações apresentadas no texto referem- se à produção de

    Escolha uma alternativa para a questão 295e478e-36
  • Matemática

    Matemática

    Ana recebia em novembro de 2018 um salário mensal de R$ 3000,00. Em janeiro de 2019, ela recebeu um reajuste de 5%. Em março de 2019, ela foi promovida e recebeu um aumento de 20%.

    Qual foi o salário de Ana em abril de 2019?

    Escolha uma alternativa para a questão 295e4c84-c2