Geografia
- Energia
- Prova de 2018
- UNESP
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 32B93039-58
Examine o mapa.

O mapa apresenta o potencial de exploração da energia
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Examine o mapa.

O mapa apresenta o potencial de exploração da energia


Amazônia: a floresta combate (sim) o efeito estufa
Pesquisas provam que a região capta muito mais gás carbônico do que emite.
A Amazônia não para de surpreender. Medidas efetuadas em pontos diferentes da floresta mostraram que ela absorve muito mais gás carbônico (CO2) do que emite. Até agora, a cartilha ecológica propunha que a absorção só era maior do que a emissão em florestas jovens, nas quais as árvores se encontram em processo acelerado de crescimento. Mas isso vem ocorrendo também na Amazônia. Essa atividade, que desafia os modelos teóricos, talvez seja o mais importante mecanismo natural de moderação do efeito estufa em todo o planeta. (ARANTES, 2016).
Com base no texto e relacionando-o com os conhecimentos a respeito dos processos de obtenção de energia e características
básicas do Reino Plantae, é correto afirmar:
1. É o valor angular do arco de meridiano compreendido entre o equador e o paralelo do lugar de referência. Será sempre norte ou sul.
2. É o valor angular, junto ao eixo da Terra, do plano formado pelo prolongamento das extremidades do arco compreendido entre o meridiano de Greenwich e o arco do lugar de referência, considerando-se este plano sempre paralelo ao plano do equador. Será sempre leste ou oeste.
(Paulo A. Duarte. Fundamentos de cartografia, 2008. Adaptado.)
No excerto, 1 e 2 correspondem, respectivamente, a



Uma determinada espécie de angiosperma apresenta uma altura que varia entre 0,6m e 3,0m.
Sabendo-se que se trata de uma característica polimérica e que cada gene efetivo contribui com a expressão de 0,4 metros, a possibilidade de nascer um vegetal com três genes efetivos a partir do cruzamento entre dois vegetais, totalmente heterozigotos, é de
A obsessão do Estado por controlar todos os comportamentos dos cidadãos tem como resultado um enfraquecimento da responsabilidade moral e cívica dos mesmos. A lei deveria ser o último recurso, depois da educação, da ética, da negociação e do compromisso entre os indivíduos. É agora o primeiro recurso. Imagino potenciais crimes que os filhos dos nossos filhos terão receio de cometer:
• Crime de imposição de gênero: os pais deverão abster-se de identificar o gênero dos filhos tomando como referência o sexo biológico dos mesmos.
• Crime de apropriação cultural: serão severamente punidos os cidadãos que, alegando interesse cultural ou razões artísticas, se apropriem de práticas e temáticas de um grupo étnico a que não pertencem.
• Crime de envelhecimento público: com os avanços da medicina, será intolerável que um cidadão recuse tratamentos/cirurgias para ocultar/reverter o seu processo de envelhecimento, exibindo em público as marcas da decadência física ou neurológica.
• Crime de interesse sentimental não solicitado: será punido qualquer adulto que manifeste interesse sentimental não solicitado por outro adulto — através de sorriso, elogio, convite para jantar etc. O interesse sentimental de um adulto por outro será mediado por um advogado que apresentará ao advogado da parte desejada as intenções do seu cliente.
(João Pereira Coutinho. “Cinco potenciais crimes que gerações futuras terão receio de cometer”. www1.folha.com.br, 21.11.2017. Adaptado.)
O perfil antiutópico sugerido pelo autor para o mundo futuro reúne tendências de
Se M é a matriz M =
e det(M) é o determinante de M, então, para um
número inteiro k, todas as soluções x da equação
det(M) = 0 são da forma

Analisando-se o gráfico, que representa o transporte de duas substâncias, via membrana plasmática, é correto afirmar:
No Brasil, para uma população 54% negra (incluídos os pardos), apenas 14% dos juízes e 2% dos procuradores e promotores públicos são negros. Juízes devem ser imparciais em relação a cor, credo, gênero, e os mais sensíveis desenvolvem empatia que lhes permite colocar-se no lugar dos mais desfavorecidos socialmente. Nos Estados Unidos, várias ONGs dedicam-se a defender réus já condenados. Como resultado do trabalho de apenas uma delas, 353 presos foram inocentados em novos julgamentos desde 1989. Desses, 219 eram negros. No Brasil, é uma incógnita o avanço social que seria obtido por uma justiça cega à cor.
(Mylene Pereira Ramos. “A justiça tem cor?”. Veja, 24.01.2018. Adaptado.)
Sobre o funcionamento da justiça, pode-se afirmar que