Sociologia
- Desigualdades de raça, classe e gênero
- Prova de 2016
- UNICENTRO
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 3498CBCC-FD
Banco de questões
Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
TEXT
Five years ago, the book world was seized by collective panic over the uncertain future of print.
As readers migrated to new digital devices, ebook sales soared, up 1,260 percent between 2008 and 2010, alarming booksellers that watched consumers use their stores to find titles they would later buy online. Print sales dwindled, bookstores struggled to stay open, and publishers and authors feared that cheaper e-books would cannibalize their business.
Then in 2011, the industry’s fears were realized when Borders declared bankruptcy.
“E-books were this rocket ship going straight up,” said Len Vlahos, a former executive director of the Book Industry Study Group, a nonprofit research group that tracks the publishing industry. “Just about everybody you talked to thought we were going the way of digital music.”
But the digital apocalypse never arrived, or at least not on schedule. While analysts once predicted that e-books would overtake print by 2015, digital sales have instead slowed sharply.
Now, there are signs that some e-book adopters are returning to print, or becoming hybrid readers, who juggle devices and paper. E-book sales fell by 10 percent in the first five months of this year, according to the Association of American Publishers, which collects data from nearly 1,200 publishers. Digital books accounted last year for around 20 percent of the market, roughly the same as they did a few years ago.
E-books’ declining popularity may signal that publishing, while not immune to technological upheaval, will weather the tidal wave of digital technology better than other forms of media, like music and television.
E-book subscription services, modeled on companies like Netflix and Pandora, have struggled to convert book lovers into digital binge readers, and some have shut down. Sales of dedicated e-reading devices have plunged as consumers migrated to tablets and smartphones. And according to some surveys, young readers who are digital natives still prefer reading on paper.
The surprising resilience of print has provided a lift to many booksellers. Independent bookstores, which were battered by the recession and competition from Amazon, are showing strong signs of resurgence. The American Booksellers Association counted 1,712 member stores in 2,227 locations in 2015, up from 1,410 in 1,660 locations five years ago.
Publishers, seeking to capitalize on the shift, are pouring money into their print infrastructures and distribution. Penguin Random House has invested nearly $100 million in expanding and updating its warehouses and speeding up distribution of its books. It added 365,000 square feet last year to its warehouse in Crawfordsville, Ind., more than doubling the size of the warehouse.
“People talked about the demise of physical books as if it was only a matter of time, but even 50 to 100 years from now, print will be a big chunk of our business,” said Markus Dohle, the chief executive of Penguin Random House, which has nearly 250 imprints globally. Print books account for more than 70 percent of the company’s sales in the United States.
Some 12 million e-readers were sold last year, a steep drop from the nearly 20 million sold in 2011, according to Forrester Research. The portion of people who read books primarily on e-readers fell to 32 percent in the first quarter of 2015, from 50 percent in 2012, a Nielsen survey showed.
The tug of war between pixels and print almost certainly isn’t over. Industry analysts and publishing executives say it is too soon to declare the death of the digital publishing revolution. An appealing new device might come along. Already, a growing number of people are reading e-books on their cellphones. Amazon recently unveiled a new tablet for $50, which could draw a new wave of customers to e-books (the first-generation Kindle cost $400)
At Amazon, digital book sales have maintained their upward trajectory, according to Russell Grandinetti, senior vice president of Kindle. Last year, Amazon, which controls some 65 percent of the e-book market, introduced an e-book subscription service that allows readers to pay a flat monthly fee of $10 for unlimited digital reading. It offers more than a million titles, many of them from selfpublished authors.
Some publishing executives say the world is changing too quickly to declare that the digital tide is waning.
“Maybe it’s just a pause here,” said Carolyn Reidy, the president and chief executive of Simon & Schuster. “Will the next generation want to read books on their smartphones, and will we see another burst come?”
www.nytimes.com/2015/09/23
[...] as mesmas sociedades em que se predomina o discurso liberal vão se lançar, na segunda metade do século XIX, à construção de grandes impérios coloniais.
FERRO, Marc. A colonização explicada a todos. São Paulo: Ed. UNESP, 2017. p. 57 (fragmento).
Sobre o neocolonialismo europeu, observado entre os séculos XIX e XX em relação ao continente africano, é correto afirmar que
Construção civil: número de acidentes de trabalho diminui mesmo com aumento de obras
Roberta Lopes
A coordenadora de Relações Institucionais do Serviço Social da Indústria da Construção do Rio de Janeiro (Seconci-Rio), Ana Cláudia Gomes, disse hoje que o número de acidentes de trabalho na construção civil permanece estável nos últimos anos, embora o número de construções tenha aumentado. Isso significa que, proporcionalmente, o número de acidentes na construção civil tem caído.
“Se olharmos as estatísticas de acidentes, elas não consideram que, se antes tínhamos 10 mil obras, hoje temos 100 mil. Se o número de acidentes se manteve, tivemos uma queda proporcional ao número de trabalhadores expostos aos riscos. Não comemoramos essa queda, porque nós continuamos a perseguir o ideal do acidente zero”, afirmou. (...)
<http://tinyurl.com/n6o7zo8>Acesso em: 17.04.2015. Adaptado.
[...] Instauradas na sequência de processos de democratização e da emergência de movimentos feministas; e num quadro geral de aumento significativo da presença das mulheres no mercado de trabalho, todas estas Ditaduras reafirmaram no campo ideológico e político a apologia do "regresso ao lar", a glorificação da "maternidade" e de um certo modelo de "família" enquanto função primordial [...].
COVA, Anne; PINTO, António Costa. O salazarismo e as mulheres: uma abordagem comparativa. Penélope, Lisboa, Portugal, 17, 1997, 71-94 (fragmento).
Sobre o salazarismo, assinale a alternativa correta.

O Fordismo teve a sua origem nos Estados Unidos, criado por Henry Ford, que implantou a linha de produção para a fabricação do modelo de automóvel T. Esse modelo de organização do trabalho limitava o trabalhador a realizar atividades repetitivas em toda a sua jornada de trabalho.
Sobre o Fordismo, é correto afirmar:
[...] o anticomunismo tocava menos as convicções políticas e mais a moralidade e a religiosidade. A opinião conservadora via o regime político comandado pelos militares como garantia da defesa da ordem moral, por isso apoiava (e cobrava) ações como a censura dos meios de comunicação e a punição dos corruptos.
MOTTA, Rodrigo Patto Sá. Passados presentes: o golpe de 1964 e a ditadura militar. Rio de Janeiro: Zahar, 2021, p. 154 (fragmento).
O excerto apresentado aborda a ditadura militar brasileira (1964-1985) e identifica o apoio

Trecho de: BRUM, Eliane. Antiautoajuda. Disponível em http://brasil.elpais.com/brasil/2014/12/22/opinion/1419251053_272392.html. Acesso em 22 dez.2014.
Karoshi é uma palavra japonesa que significa morte por excesso de trabalho. O Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão supervisionou 4 561 empresas em novembro de 2014 e descobriu que, em 2 300 delas, havia registros de horas extras ilegais. Desse total, 715 empresas tinham funcionários realizando individualmente mais de 100 horas extras por mês. Em 153 empresas, o número de horas extras realizado por alguns funcionários havia subido para 150 horas e, em 35, superou as 200 horas extras mensais por funcionário, trazendo, dessa forma, riscos à saúde e consequentemente à vida dos trabalhadores. Segundo dados oficiais, cerca de 200 japoneses morrem por ano por causa do excesso de horas de trabalho.
O aumento do número de casos de karoshi verificados no
Japão se deve, principalmente,
Nenhuma região brasileira sentiu mais a chegada da Corte do que o Rio de Janeiro, sede do vice-reino desde 1763, escolhida para ser a capital provisória do Império luso-brasileiro. Para se ter uma ideia, a população cresceu de sessenta mil habitantes em 1808 para cento e doze mil em 1821, quando a família real regressou a Portugal.
MALERBA, Jurandir. O Brasil Imperial (1808-1889): Panorama da História do Brasil no século XIX. Maringá: Eduem, 1992, p. 9.
Na chegada da família real portuguesa no Brasil, muitas foram as transformações que marcaram a sociedade naquele momento. Assinale a alternativa que demonstra corretamente uma dessas mudanças.

Trecho de: BRUM, Eliane. Antiautoajuda. Disponível em http://brasil.elpais.com/brasil/2014/12/22/opinion/1419251053_272392.html. Acesso em 22 dez.2014.
