Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2017
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: 22ACAD5F-F9

Banco de questões
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Leia a crônica Já não fazem pais como antigamente para responder à questão.

DIAFÉRIA, Lourenço. Já não se fazem pais como antigamente. In: VERÍSSIMO, Luís Fernando et al. Para gostar de
ler: crônicas. São Paulo: Ática, 2002. Adaptado.
Leia a crônica Já não fazem pais como antigamente para responder à questão.

DIAFÉRIA, Lourenço. Já não se fazem pais como antigamente. In: VERÍSSIMO, Luís Fernando et al. Para gostar de
ler: crônicas. São Paulo: Ática, 2002. Adaptado.
Notícias recentes acerca de armas nucleares existentes na Coreia do Norte, especialmente sobre os testes que estão sendo realizados com mísseis balísticos intercontinentais, cujo alcance superaria os 10.000 km (conforme figura a seguir), têm trazido preocupação à comunidade internacional.

Disponível em: <http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39596923>. Acesso em: 30 ago. 2017.
Considerando-se a possibilidade de as informações sobre o alcance dos mísseis balísticos testados ou em teste
serem verídicas, é possível, com base na figura, inferir que eles
Uma caixa, de massa m, é puxada por uma corda com uma força
, horizontal e de módulo constante, sobre uma
superfície horizontal com atrito, na superfície da Terra.

O número total de forças que atuam no conjunto (caixa, corda e Terra) é de
Observe a imagem e leia o poema a seguir para responder à questão.

YAYOKI KUSAMA. Dots obsession (Obsessão dos pontos – tradução livre). 1998
Instalação – 600 X 600 X300 cm Fonte: COUTURIER, Élisabeth. Art contemporain.
Le guide. Paris: Flamarion, s.d. p.60.

PEREIRA, C. Disponível em:
<http://1.bp.blogspot.com/_p6aURW6N4ik/Ssvzu47gU7I/AAAAAAAAACE/6
8mw5hykZTM/s320/POEMA03.jpg>. Acesso em: 23 ago. 2017.
O mundo como pode ser: uma outra globalização
Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.
Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.
É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.
No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).


A questão referem-se à tirinha abaixo

Disponível em: http://www.thecomicstrips.com/store/add.php?iid=87197. Acesso em:
09/12/2016.
Leia o texto e vocabulário abaixo, para responder à questão.
Torce, aprimora, alteia, lima
A frase; e, enfim,
No verso de ouro engasta a rima,
Como um rubim,
Quero que a estrofe cristalina,
Dobradas ao jeito
Do ourives, saia da oficina
Sem um defeito.
Olavo Bilac, "Profissão de Fé", Poesias.
Disponível em: http://www.biblio.com.br/defaultz. asp?link=http://www.biblio.com.br/conteudo/OlavoBilac/ profissaodefe.htm Acesso em: 21/09/2016. Fragmento.
Vocabulário
• Altear – v.i. e v.pr. Aumentar a altura de. Crescer, avultar, elevar-se: alteia-se o nobre perfil.
• Ourives – s.m. e s.f., sing. e pl. O que executa ou vende objetos de ouro e de prata.
• Rubim – s.m. O mesmo que “rubi”. Pedra preciosa de um vermelho vivo, com matizes rosadas ou púrpura, constituída por uma variedade de corindo
(pedra preciosa, alumínio cristalizado).
Examine the following cartoon to answer question.

According to the cartoon, the creation of a better world only makes sense if