Pular para o conteúdo

Banco de questões

Todas as questões do ENEM

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

  • 58.062 questões
  • 160 instituições
  • 23 anos de prova

Resultados: 58.062 questões

Página 657 de 2.904

  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2015, Interpretação de Textos

    AQUINO, Ruth de. A cultura do desrespeito. Época. Rio de Janeiro: Globo. Disponível em http://epoca.globo.com/colunas-eblogs/ruth-de-aquino/noticia/2015/05/cultura-do-desrespeito.html. Acesso em 20 jun. 2015.


    Com base no texto 1, responda à questão
    No trecho “Virou uma zona” (linha 19), o termo “zona” significa:
    Escolha uma alternativa para a questão a8390656-fc
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2015, Interpretação de Textos

    AQUINO, Ruth de. A cultura do desrespeito. Época. Rio de Janeiro: Globo. Disponível em http://epoca.globo.com/colunas-eblogs/ruth-de-aquino/noticia/2015/05/cultura-do-desrespeito.html. Acesso em 20 jun. 2015.


    Com base no texto 1, responda à questão
    Com o termo “retiro espiritual” (linha 01), a autora:
    Escolha uma alternativa para a questão a82e9ab9-fc
  • Matemática

    Matemática

    Considere um terreno retangular de área igual a 72 m2 , cuja base é o dobro de sua altura. Assinale a alternativa que apresenta quantos metros de muro, um pedreiro precisa construir, para murar esse terreno.
    Escolha uma alternativa para a questão 44e5c9a5-fc
  • Linguagens

    Português

    Canadense prodígio já ajudou a perfurar mil
    poços em 16 países

        Ryan Hreljac não tem mais o ar infantil que ficou conhecido mundo afora, antes mesmo do fenômeno de viralização na internet. Em 1997, o menino canadense de 6 anos ficou incomodado ao descobrir que crianças na África não tinham acesso à água. Decidiu que precisava agir e juntou, durante quatro meses de serviços domésticos, os US$ 70 (equivalente hoje a R$ 280) que um professor havia dito que eram necessários para abrir um poço. Mas o dinheiro pagava apenas a bomba manual. Ryan não desistiu e começou, então, uma campanha emocionante que se espalhou por vários países. De lá para cá, mil poços abertos em 16 nações beneficiam 1 milhão de pessoas.
        Além das ações práticas para resolver problemas concretos e destacar a necessidade de preservação da água, Ryan – hoje recém-formado em Ciência Política Internacional e aos 24 anos – também se dedica a engajar pessoas. Já esteve em dezenas de conferências internacionais e deu palestras, pela internet, para centenas de escolas pelo mundo. (...) A Gazeta do Povo conversou com ele, via Skype, sobre o trabalho que vem desempenhando na Ryan’s Well Foundation. Confira a entrevista em que ele defende que nunca se é jovem demais para se engajar em uma causa.
        Você acredita que os jovens estão engajados nas questões ambientais?
        Na juventude, eu acho que há diversas coisas que nos desencorajam a respeito de se envolver. Mas nessa fase você tem habilidades de olhar para os problemas de uma maneira mais simples. Quando eu era criança, não entendia o tamanho e a complexidade do problema. Mas porque eu queria fazer a diferença, eu fui lá e fiz. E eu não acho que os adultos têm esse tipo de mentalidade, sabe? Esse jeito de olhar razões para fazer algo, ao invés de olhar razões para não fazer algo. Você nunca é jovem demais para se engajar.
       Como foi o seu primeiro contato com a perspectiva da falta de água?
        Quando estava na primeira série, meu professor falou que iríamos arrecadar fundos para países subdesenvolvidos. E o que o meu professor teve que explicar, porque nós tínhamos apenas 6 anos, era que nem todas as crianças tinham acesso à água limpa. Ele disse que essas crianças tinham que andar mais de cinco quilômetros para conseguir água limpa. Só que eu não sabia quanto era cinco quilômetros e ele disse “são 5 mil passos”. Então eu fiz o caminho da minha sala para o bebedouro e vi que davam 10 passos e então fui e voltei algumas vezes para saber o quão longe seria o percurso dessas crianças. Eu acho que uma coisa que aprendemos especialmente quando somos crianças é sobre dividir e ter a consciência de justiça.
    Disponível em http://www.gazetadopovo.com.br/
    mundo. Acesso em 22.09.2015

    Em relação ao texto, considere as seguintes afirmativas:

    I) No quarto parágrafo, a expressão na juventude vem isolada por vírgula por se tratar de uma circunstância de tempo deslocada.

    II) No quarto parágrafo, a conjunção E introduz uma ideia de proporção à oração anterior.

    III) No quarto parágrafo, o verbo têm está no plural porque concorda com o sujeito plural os adultos.



    Está(ão) correta(s):

    Escolha uma alternativa para a questão 44b35da8-fc
  • Ciências Humanas

    História

    A criação do BNDE (hoje BNDES) e do Banco do Nordeste, ambos em 1952 pelo presidente Getúlio Vargas, estava inserida na política de:
    Escolha uma alternativa para a questão 356f2f57-fc
  • Ciências Humanas

    História

    A transferência da capital de Salvador para o Rio de Janeiro, em 1763 pelo Marquês de Pombal, esteve relacionada:
    Escolha uma alternativa para a questão 354dd3b2-fc
  • Linguagens

    Português

    No período: Tenho uma convicção crescente de que os anos não acabam mais, a oração destacada é uma subordinada substantiva:
    Escolha uma alternativa para a questão 35301e47-fc
  • Linguagens

    Português

    Na frase: Os felizes, se existissem, seriam os alienados mentais do nosso tempo, a função sintática do vocábulo destacado é:
    Escolha uma alternativa para a questão 351fe3c2-fc
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa em que o prefixo assume o mesmo significado que anti- em antiautoajuda.
    Escolha uma alternativa para a questão 34ea9c4c-fc
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2015, Interpretação de Textos

    BASTOS, Cristóvão; BLANC, Aldir. Resposta ao tempo. Intérprete Nana Caymmi. 1998. 1 CD. 

    Com base no texto 2, responda à questão.


    Assinale a alternativa que aponta características do tempo destacadas na canção.
    Escolha uma alternativa para a questão 34b1633f-fc
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2015, Interpretação de Textos

    Trecho de: BRUM, Eliane. Antiautoajuda. Disponível em http://brasil.elpais.com/brasil/2014/12/22/opinion/1419251053_272392.html. Acesso em 22 dez.2014. 


    Com base no texto 1, responda à questão.
    Para a autora, o mal-estar é algo que:
    Escolha uma alternativa para a questão 34a658f4-fc
  • Linguagens

    Inglês

    Marque a alternativa cujas respostas melhor completa as frases abaixo.


    I – ….. are their names? They’re Melissa and Andrew.
    II – ….. is my bag? On the table.
    III – ….. is it difficult? It is so easy.
    IV – …… did you do that? Because I wanted it.
    V – ….. was your last vacation? It was on January.
    Escolha uma alternativa para a questão 0ba125f0-f0
  • Ciências Humanas

    História

    Getúlio Vargas foi sem dúvida uma figura política misteriosa. Foi aclamado como “pai dos pobres” e como “ditador”, como herói e vilão. A imagem abaixo representa mudanças políticas no governo Vargas, no intervalo entre 1937 a 1945. Sobre este contexto histórico é possível asseverar que:


    Imagem da questão de História, Faculdade Adventista da Bahia 2015, Era Vargas – 1930-1954
    (Disponível em: https://pibidhistoriauepb.wordpress.com/2013/10/05/banco-de-questoes-tema-as-duas-eras-vargas/)
    Escolha uma alternativa para a questão 0b546a4f-f0
  • Linguagens

    Português

    TEXTO PARA A QUESTÃO

    MARCAS DO BEM, MARCAS DO MAL.
    “Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra... a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”. Esse pensamento de John Donne firma a ideia de que precisamos sempre de outro ser para completar nossa existência. [...] Também se referem aos encontros que nos trazem tristeza e dor, mas que, de igual forma, nos fazem mudar de pensamento e postura.

    No primeiro caso, somos colocados em contato com homens e mulheres que nos trazem lições de bondade e entrega para toda a vida. Os encontros com eles nos permitem a troca de experiências vividas, de lágrimas vertidas, das conquistas todas, dos sonhos frustrados, da renúncia de si em favor do próximo... Com eles, as palavras de Gonzaguinha ganham vida cada vez que pensamos: “É tão bonito quando a gente sente que nunca está sozinho por mais que pense estar”. Muitos de nós já conheceram o privilégio de ser objeto do cuidado de alguém, quando a vida nos permite encontros com “anjos” que trouxeram brilho a nossa existência e que se tornaram nosso alicerce, nosso porto seguro, nosso refúgio, nossa inspiração. E, conforme cantava o mesmo Gonzaguinha, “aprendemos que se depende de tanta e muita gente”. Por isso, a insistência em dizer que não há encontro por acaso, porque tudo o que aprendemos era exatamente o que faltava em nós e que essas pessoas souberam, ao seu modo, nos ensinar.

    Por vezes, porém, somos postos à prova, quando as relações se dão com pessoas com as quais não dividimos nenhuma afinidade e que, a todo o tempo, parecem ser uma ameaça a nossa paz e ao nosso caminhar. São aquelas que se satisfazem com nossa tristeza e derrota aparente, que não medem esforços para nos ver caídos e dependentes. É preciso dizer que elas também nos são importantes, porque nos fazem lançar novos olhares sobre nós mesmos e sobre os outros. Elas, também, nos ensinam a tolerância, a aceitação, o respeito, o perdão, a espera e nos fazem conhecer o processo de maturação.

    Cabe-nos, tão somente, pensar que assim como a primeira classe de pessoas nos fez tão bem, podemos nós, semelhantemente, lançar isso sobre outros. Não podemos esquecer que se os sinos dobrarem por elas, estarão também, dobrado por nós, porque a morte do nosso semelhante é a diminuição de nós mesmos...

    Daí a necessidade de nos preocuparmos em deixar marcas de alegria e paz naqueles que de nós se aproximam. Não importa se em algum momento fomos marcados de forma negativa por alguém: importa, sim, que desejemos fazer a diferença na vida de todos os que nos cercam no pouco tempo que a vida nos concede.

    COSTA, Gilmar Souza. Marcas do bem, marcas do mal. Disponível em: http://itapuacity.com.br/marcas-do-bemmarcas-do-mal/. Acesso em 08 jun.2015 (adaptado)
    Em “...quando a vida nos permite encontros com “anjos” que trouxeram brilho a nossa existência e que se tornaram nosso alicerce, nosso porto seguro, nosso refúgio, nossa inspiração”, pode-se afirmar sobre a ausência do acento grave no termo em destaque:
    Escolha uma alternativa para a questão 0b4796b5-f0
  • Linguagens

    Português

    TEXTO PARA A QUESTÃO

    MARCAS DO BEM, MARCAS DO MAL.
    “Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra... a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”. Esse pensamento de John Donne firma a ideia de que precisamos sempre de outro ser para completar nossa existência. [...] Também se referem aos encontros que nos trazem tristeza e dor, mas que, de igual forma, nos fazem mudar de pensamento e postura.

    No primeiro caso, somos colocados em contato com homens e mulheres que nos trazem lições de bondade e entrega para toda a vida. Os encontros com eles nos permitem a troca de experiências vividas, de lágrimas vertidas, das conquistas todas, dos sonhos frustrados, da renúncia de si em favor do próximo... Com eles, as palavras de Gonzaguinha ganham vida cada vez que pensamos: “É tão bonito quando a gente sente que nunca está sozinho por mais que pense estar”. Muitos de nós já conheceram o privilégio de ser objeto do cuidado de alguém, quando a vida nos permite encontros com “anjos” que trouxeram brilho a nossa existência e que se tornaram nosso alicerce, nosso porto seguro, nosso refúgio, nossa inspiração. E, conforme cantava o mesmo Gonzaguinha, “aprendemos que se depende de tanta e muita gente”. Por isso, a insistência em dizer que não há encontro por acaso, porque tudo o que aprendemos era exatamente o que faltava em nós e que essas pessoas souberam, ao seu modo, nos ensinar.

    Por vezes, porém, somos postos à prova, quando as relações se dão com pessoas com as quais não dividimos nenhuma afinidade e que, a todo o tempo, parecem ser uma ameaça a nossa paz e ao nosso caminhar. São aquelas que se satisfazem com nossa tristeza e derrota aparente, que não medem esforços para nos ver caídos e dependentes. É preciso dizer que elas também nos são importantes, porque nos fazem lançar novos olhares sobre nós mesmos e sobre os outros. Elas, também, nos ensinam a tolerância, a aceitação, o respeito, o perdão, a espera e nos fazem conhecer o processo de maturação.

    Cabe-nos, tão somente, pensar que assim como a primeira classe de pessoas nos fez tão bem, podemos nós, semelhantemente, lançar isso sobre outros. Não podemos esquecer que se os sinos dobrarem por elas, estarão também, dobrado por nós, porque a morte do nosso semelhante é a diminuição de nós mesmos...

    Daí a necessidade de nos preocuparmos em deixar marcas de alegria e paz naqueles que de nós se aproximam. Não importa se em algum momento fomos marcados de forma negativa por alguém: importa, sim, que desejemos fazer a diferença na vida de todos os que nos cercam no pouco tempo que a vida nos concede.

    COSTA, Gilmar Souza. Marcas do bem, marcas do mal. Disponível em: http://itapuacity.com.br/marcas-do-bemmarcas-do-mal/. Acesso em 08 jun.2015 (adaptado)
    O uso da referenciação no trecho “Com eles, as palavras de Gonzaguinha ganham vida cada vez que pensamos...”, (l 10 e 11) o termo em destaque chama de volta:
    Escolha uma alternativa para a questão 0b44db07-f0
  • Matemática

    Matemática

    A tabela abaixo mostra as médias mensais da chuva registrada no sistema Cantareira de outubro de 2013 a setembro de 2014, período que marcou o início da crise hídrica em São Paulo.


    Imagem da questão de Matemática, Faculdade Cásper Líbero 2015, Análise de Tabelas e Gráficos
    Fonte: Relatório da situação atual e previsão hidrológica para o sistema Cantareira – Cemaden


    Para o período registrado, a média e a mediana dos dados observados é de respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 8de55f50-ef
  • Ciências Humanas

    História

    Desde o início do século XX e durante toda a República Velha, a atividade policial no Rio de Janeiro estava voltada para o controle arbitrário das populações pobres. Seu foco, entretanto, não era ainda propriamente a repressão à criminalidade: atendia a demandas de ordem moral, como as numerosas prisões por “vadiagem”.

    Fonte: MISSE, Michel e outros. Licença para Matar. http://www.revistadehistoria.com.br/secao/artigos-revista/licenca-para- -matar Publicado 01-10-2015. Acessado 08-10-2015.


    O texto mostra como a relação da polícia com as populações pobres no Rio de Janeiro é historicamente polêmica. A situação descrita no texto é representativa da
    Escolha uma alternativa para a questão 8d99f30d-ef