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F1F380E9-D7 Can our technological connectedness trump the risks of our biological and geographic connectedness? That’s one reason Nathan Wolfe has pushed GVF (Globe Viral Forecasting) to pioneer what he calls digital epidemiology, which uses the resources of the Internet to make predictive sense of the viral chatter picked up in the field. He and his team are setting up a bioinformatics strategy that could mine data from Internet searches and social media to pinpoint new outbreaks as they dawn – and potentially predict which newly discovered viruses might pose real threats to humanity. That work is culminating in a project called Epidemic IQ that will, Wolfe hopes, provide the ability to predict new pandemics the way the CIA might predict a terrorist attack.Current global disease control efforts focus largely on attempting to stop pandemics after they have already emerged. This fire brigade approach, which generally involves drugs, vaccines, and behavioral change, has severe limitations. Just as we discovered in the 1960s that it is better to prevent heart attacks than try to treat them, we realize that it’s better to stop pandemics before they spread and that effort should increasingly be focused on viral forecasting and pandemic prevention.“We’re finally beginning to understand why pandemics happen instead of just reacting to them”, Wolfe says. What’s needed is a global effort to scale up that kind of proactive work to ensure that every hot spot has surveillance running for new pathogens in animals and in human beings and that it has its own GVF-type group to do the work. Viruses don’t respect borders – whether between nations or between species – and in a world where airlines act like bloodlines, global health is only as strong as its weakest link. We got lucky with the relatively weak swine-flu pandemic in 2009, but history tells us our luck won’t last. “We sit here dodging bullets left and right, assuming we have an invisible shield”, says Wolfe. “But you can’t dodge bullets forever.”WALSH, Bryan.Virus hunter. Disponível em: <content.time.com/time/subscriber/l>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.
Fill in the parentheses with T (True) or F (False). Considering the strategy set up by Nathan Wolfe and his team to handle the problem of pandemics, it’s correct to say that they aim to( ) ignore the next pandemics before it happens.( ) make the most of the Internet resources so as to better deal with them.( ) detect potential lethal viruses at their source.( ) disregard any information gotten through social media.The correct sequence, from top to bottom, isF1EE0A3F-D7 Português
Interpretação de TextosEscola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosCom certeza você já deve ter se deparado com alguma mensagem polêmica nas redes sociais relacionada à área de saúde. Às vezes, por inocência ou falta de conhecimento, muitos contribuem para o compartilhamento desse tipo de conteúdo, o que dificulta o trabalho dos profissionais da área. Desde que um novo surto de febre amarela atingiu o Brasil, no primeiro semestre de 2017, pessoas de diversas localidades se dirigiram às unidades de saúde para se vacinar contra a doença. No entanto, diversas notícias de origem duvidosa, divulgadas principalmente no WhatsApp, geraram desconfiança e confundiram milhares de brasileiros.Segundo Igor Sacramento, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz, Fiocruz, os boatos na área da saúde, principalmente relacionados às vacinações, são antigos no país. “Os boatos com relação à vacina, fazem parte da história da imunização no Brasil”. Ele cita os casos de vacinação contra a gripe para idosos, em 2000, e, mais recentemente, contra HPV, em 2014, e contra H1N1, em 2016, como exemplos de campanhas que também sofreram com as notícias falsas.A propagação de conteúdos enganosos avançou de forma significativa com a popularização de dispositivos eletrônicos e da internet, já que facilitou o acesso e aumentou o alcance dos conteúdos. “Essa é a grande transformação contemporânea da circulação de boatos. Antes, os boatos ocorriam, existiam, mas eram mais em comentários com a família, com amigos. Agora, eles têm uma outra dimensão por causa da internet”, afirma o pesquisador. Ele lembra que “A tendência é aumentar. Isso não cabe a nós o controle, não tem como. O que temos que fazer é entender a lógica. Vivemos num interativo comunicacional em que todo mundo está buscando estar conectado nas redes sociais, no Whatsapp”.Para Igor Sacramento, outros fatores contribuem para a presença e propagação dos boatos, como a própria cultura do povo brasileiro, além da falta de credibilidade das instituições. Para resolver esse problema, afirma que as instituições devem criar estratégias eficazes de comunicação com o público, principalmente por meio das redes sociais. “É necessário que se criem novas estratégias, que possam concorrer com esses boatos e utilizar cada vez mais as mídias sociais”.Sacramento defende que a principal forma de concorrer com os boatos é produzir conteúdos informativos que atraiam a atenção das pessoas. “Essa informação tem que ser qualificada. Então, nós, do ponto de vista de instituições de saúde, também temos que produzir informações para que as pessoas possam, ao pesquisar, nos encontrar também”.Disponível em: <https://www.revistaencontro.com.br>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.

O texto e a charge abordam a questão da vacinação no Brasil.Ao relacionar os dois textos, observa-se que a charge éF1E93051-D7 Português
Análise sintáticaEscola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosCom certeza você já deve ter se deparado com alguma mensagem polêmica nas redes sociais relacionada à área de saúde. Às vezes, por inocência ou falta de conhecimento, muitos contribuem para o compartilhamento desse tipo de conteúdo, o que dificulta o trabalho dos profissionais da área. Desde que um novo surto de febre amarela atingiu o Brasil, no primeiro semestre de 2017, pessoas de diversas localidades se dirigiram às unidades de saúde para se vacinar contra a doença. No entanto, diversas notícias de origem duvidosa, divulgadas principalmente no WhatsApp, geraram desconfiança e confundiram milhares de brasileiros.Segundo Igor Sacramento, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz, Fiocruz, os boatos na área da saúde, principalmente relacionados às vacinações, são antigos no país. “Os boatos com relação à vacina, fazem parte da história da imunização no Brasil”. Ele cita os casos de vacinação contra a gripe para idosos, em 2000, e, mais recentemente, contra HPV, em 2014, e contra H1N1, em 2016, como exemplos de campanhas que também sofreram com as notícias falsas.A propagação de conteúdos enganosos avançou de forma significativa com a popularização de dispositivos eletrônicos e da internet, já que facilitou o acesso e aumentou o alcance dos conteúdos. “Essa é a grande transformação contemporânea da circulação de boatos. Antes, os boatos ocorriam, existiam, mas eram mais em comentários com a família, com amigos. Agora, eles têm uma outra dimensão por causa da internet”, afirma o pesquisador. Ele lembra que “A tendência é aumentar. Isso não cabe a nós o controle, não tem como. O que temos que fazer é entender a lógica. Vivemos num interativo comunicacional em que todo mundo está buscando estar conectado nas redes sociais, no Whatsapp”.Para Igor Sacramento, outros fatores contribuem para a presença e propagação dos boatos, como a própria cultura do povo brasileiro, além da falta de credibilidade das instituições. Para resolver esse problema, afirma que as instituições devem criar estratégias eficazes de comunicação com o público, principalmente por meio das redes sociais. “É necessário que se criem novas estratégias, que possam concorrer com esses boatos e utilizar cada vez mais as mídias sociais”.Sacramento defende que a principal forma de concorrer com os boatos é produzir conteúdos informativos que atraiam a atenção das pessoas. “Essa informação tem que ser qualificada. Então, nós, do ponto de vista de instituições de saúde, também temos que produzir informações para que as pessoas possam, ao pesquisar, nos encontrar também”.Disponível em: <https://www.revistaencontro.com.br>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.
Considerando-se os aspectos coesivos que preservam a progressão das ideias do texto, é correto afirmar:F1E5A0E9-D7 Português
Interpretação de TextosEscola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritosDepressão é uma doença crônica, recorrente, muitas vezes com alta concentração de casos na mesma família, que ocorre não só em adultos, mas também em crianças e adolescentes. O que caracteriza os quadros depressivos nessas faixas etárias é o estado de espírito persistentemente irritado, tristonho ou atormentado que compromete as relações familiares, as amizades e a performance escolar. A doença é recorrente, para quem já apresentou um episódio de depressão a probabilidade de ter o segundo em dois anos é de 40%, e de 72% em 5 anos.Em pelo menos 20% dos pacientes com depressão instalada na infância ou adolescência, existe o risco de surgirem distúrbios bipolares, nos quais fases de depressão se alternam com outras de mania, caracterizadas por euforia, agitação psicomotora, diminuição da necessidade de sono, ideias de grandeza e comportamentos de risco.Antes da puberdade, o risco de apresentar depressão é o mesmo para meninos ou meninas. Mais tarde, ele se torna duas vezes maior no sexo feminino. A prevalência da enfermidade é alta: depressão está presente em 1% das crianças e em 5% dos adolescentes.É muito difícil tratar depressão em adolescentes sem os pais estarem esclarecidos sobre a natureza da enfermidade, seus sintomas, causas, provável evolução e as opções medicamentosas.Como o abuso de drogas psicoativas e o suicídio são consequências possíveis de quadros depressivos, os familiares devem estar atentos e encaminhar os doentes a serviços especializados assim que surgirem os primeiros indícios de que esses problemas possam estar presentes.VARELA, Drauzio. Depressão na adolescência. Disponível em: <https://drauziovarella. uol.com.br/drauzio/depressao-na-adolescencia/>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.Considerando o texto, é correto afirmar:
F1E26002-D7 Português
Figuras de LinguagemEscola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
KAYSER. Charge. Disponível em: <http://praiadexangrila.com.br>. Acesso em: mai. 2018.
As figuras de linguagem são recursos utilizados normalmente para tornar mais expressiva a mensagem transmitida, ampliando o significado de palavras, criando outros, enfim, sugerindo simbolismos.
O humor da charge é revelado por meio da figura de linguagem indicada na alternativa
F1DF0EE3-D7 Português
Interpretação de TextosEscola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritosPara discutir a questão da obesidade infantil faz-se estritamente necessário entender melhor como ocorre todo o processo de alimentação das crianças e de que forma as mudanças culturais e nutricionais, que aconteceram na sociedade puderam influenciar o significativo aumento da enfermidade no Brasil. É impossível retroceder no tempo e encontrar um corpo sem qualquer marca da cultura, pois nele existem sinais das práticas cotidianas e das representações sociais. Foram algumas décadas de avanços a respeito da consideração do corpo como instrumento de mudança e libertação na sociedade. Entretanto, no final do século XX foi criado o “corporeismo” nas sociedades ocidentais, pois o corpo foi redescoberto na arte, na política, na ciência e, inclusive, na mídia. Mais tarde, surgiu a necessidade que o corpo fosse estimulado pelo lado físico por meio do lazer e do esporte, seguido da necessidade de investigá-lo e relacioná-lo diretamente com a saúde, com o prolongamento da vida através da sua manutenção e do bem-estar de cada homem, mulher e criança.De forma complementar, o corpo é um processo resultante de combinações entre cultura, técnica e sociedade; é formado inclusive por regimes estabelecidos, que se configuram pelo modo de trabalho, de repouso e diversão, assim como é intoxicado ou transformado por tudo aquilo que se ingere e consome. Por essa questão, é importante entender também como a prática da alimentação foi construída diante da evolução da sociedade, pois o alimento é uma necessidade primária de sobrevivência e sempre foi fator determinante para o desenvolvimento das civilizações.CRUZ. Camila da Silva. Obesidade infantil: o contexto social em interface com a produção científica brasileira. Disponível em: <https://www.arca.fiocruz.br/>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.De acordo com o texto, a obesidade infantil é uma enfermidade que
F1DC19B7-D7 Português
Interpretação de TextosEscola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: <http://manka.com.br/hsvp-promove-acao-de-conscientizacao-alusivaao-dia-nacional-da-doacao-de-orgaos/>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.
A peça publicitária, em destaque, tem como objetivo
F1D8C611-D7 Português
Coesão e coerênciaEscola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosDe acordo com dados do Ministério da Saúde, nos últimos anos ocorreu um aumento significativo no número de transplantes de órgãos em quase todos os estados brasileiros, situando o Brasil entre os países que mais realizam transplante no mundo, com um índice de captação anual de órgãos de, aproximadamente, seis doadores por milhão de habitantes.O transplante é um procedimento cirúrgico que consiste na substituição de um órgão ou tecido de uma pessoa doente (receptor) por outro órgão ou tecido saudável, de uma pessoa viva ou morta (doador). Além disso, requer uma avaliação completa do paciente e cuidados intensivos durante e depois da cirurgia, correspondendo, muitas vezes, à derradeira esperança de cura para pessoas com incapacidades orgânicas terminais e que não obtiveram sucesso com outros tratamentos.No entanto, o índice de captação anual de órgãos, no Brasil, ainda é insuficiente quando comparado ao de países mais desenvolvidos, que alcançam números superiores a 22 doadores por milhão. Esse entrave se encontra fortemente vinculado à desinformação do meio médico, e da população em geral, visto que muitos profissionais da área da saúde desconhecem a legislação vigente sobre doação e transplante de órgãos.O nascimento, a vida e a morte dos seres humanos são processos cada vez mais passíveis de intervenção pelo próprio homem. Todavia, ao mesmo tempo que a ciência traz essa possibilidade de intervenção, a ética vem para servir como elemento definidor no que diz respeito à necessidade de se interferir.Aliada a isto, encontra-se a polêmica que gira em torno desse tema na sociedade civil e científica. A ideia de prolongar a vida humana ou de minimizar o sofrimento das pessoas, oferecendo-lhes uma possível melhoria em sua qualidade de vida, é uma premissa que guia o comportamento dos profissionais da área da saúde que lidam com esses casos e aqueles que têm à sua volta pessoas com problemas que as impedem de usufruir normalmente da vida ou que determinam sua morte prematura. Assim, a questão da doação e do transplante de órgãos torna-se complexa na medida em que envolve aspectos éticos, religiosos e sociais com os quais aqueles que o defendem têm de se deparar, além das questões legais que envolvem o assunto.MELO, Vanessa Costa de. et al. Doação e transplante de órgãos: aspectos éticos e legais. Disponível em: . Acesso em: mai. 2018. Adaptado.
A temática desenvolvida no texto estrutura-se em torno de elementos que promovem o encadeamento de ideias e a progressão do tema abordado.A esse respeito, identifica-se no texto que
F1D54343-D7 Português
Interpretação de TextosEscola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosDe acordo com dados do Ministério da Saúde, nos últimos anos ocorreu um aumento significativo no número de transplantes de órgãos em quase todos os estados brasileiros, situando o Brasil entre os países que mais realizam transplante no mundo, com um índice de captação anual de órgãos de, aproximadamente, seis doadores por milhão de habitantes.O transplante é um procedimento cirúrgico que consiste na substituição de um órgão ou tecido de uma pessoa doente (receptor) por outro órgão ou tecido saudável, de uma pessoa viva ou morta (doador). Além disso, requer uma avaliação completa do paciente e cuidados intensivos durante e depois da cirurgia, correspondendo, muitas vezes, à derradeira esperança de cura para pessoas com incapacidades orgânicas terminais e que não obtiveram sucesso com outros tratamentos.No entanto, o índice de captação anual de órgãos, no Brasil, ainda é insuficiente quando comparado ao de países mais desenvolvidos, que alcançam números superiores a 22 doadores por milhão. Esse entrave se encontra fortemente vinculado à desinformação do meio médico, e da população em geral, visto que muitos profissionais da área da saúde desconhecem a legislação vigente sobre doação e transplante de órgãos.O nascimento, a vida e a morte dos seres humanos são processos cada vez mais passíveis de intervenção pelo próprio homem. Todavia, ao mesmo tempo que a ciência traz essa possibilidade de intervenção, a ética vem para servir como elemento definidor no que diz respeito à necessidade de se interferir.Aliada a isto, encontra-se a polêmica que gira em torno desse tema na sociedade civil e científica. A ideia de prolongar a vida humana ou de minimizar o sofrimento das pessoas, oferecendo-lhes uma possível melhoria em sua qualidade de vida, é uma premissa que guia o comportamento dos profissionais da área da saúde que lidam com esses casos e aqueles que têm à sua volta pessoas com problemas que as impedem de usufruir normalmente da vida ou que determinam sua morte prematura. Assim, a questão da doação e do transplante de órgãos torna-se complexa na medida em que envolve aspectos éticos, religiosos e sociais com os quais aqueles que o defendem têm de se deparar, além das questões legais que envolvem o assunto.MELO, Vanessa Costa de. et al. Doação e transplante de órgãos: aspectos éticos e legais. Disponível em: . Acesso em: mai. 2018. Adaptado.
De acordo com o texto, sobre a doção de órgãos é correto afirmar:DBD78CE9-D6 Geografia
GlobalizaçãoEscola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosO Fórum Econômico Mundial de 2018 mostra que, de 2012 a 2016, quase metade dos 103 países analisados tiveram aumento da desigualdade entre ricos e pobres. Países como China e Índia, que tiraram muitas pessoas da pobreza, tornaramse sociedades mais desiguais nas últimas décadas. O Brasil, embora seja um dos campeões em desigualdade, foi um dos que conseguiram reduzir a concentração de renda.CAUTI, Carlo. Em defesa da globalização. Exame. São Paulo: Abril, e.1154, n. 2, a. 52, 7 fev. 2018, p.76-83. Adaptado.Considerando-se essa informação e com base nos conhecimentos sobre a globalização e suas consequências, pode-se afirmar:
DBC1C7AB-D6 Atualidades
Economia Nacional na AtualidadeEscola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosApesar de os números darem sustentação a um otimismo crescente com a recuperação da economia brasileira – as estimativas apontam uma expansão de 2,7% no PIB em 2018 –, a retomada não ocorre de maneira equilibrada. Ao contrário, a crise ajudou a evidenciar, novamente, diferenças regionais que pareciam estar diminuindo nos tempos de bonança.O Brasil, conforme levantamento feito por uma consultoria, deverá acumular um crescimento de 3,9% no PIB em 2017 e 2018. Em nível estadual, no entanto, esse resultado poderá variar de zero, a mais de 8%. Se, na média, o biênio promete trazer uma expansão razoável da atividade, considerando que acabamos de passar por uma das recessões mais intensas da história, o ganho, no entanto, não será suficiente para apagar todas as marcas da crise. Até o fim do ano, apenas um terço dos estados deverá ter conseguido recuperar completamente as perdas acumuladas desde 2014.SEGALA, Mariana. A retomada é desigual. Exame. São Paulo: Abril, e.1154, n. 2, a. 52, 7 fev. 2018, p.26-31. Adaptado.Os estados brasileiros que deverão recuperar as perdas do PIB, considerando o período de 2014 a 2017, são os que
DB9700E1-D6 Geografia
Geografia FísicaEscola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosA poluição dos rios brasileiros está cada vez mais generalizada e, quase sempre, o índice de qualidade das águas fica comprometido. Nesse contexto, os órgãos responsáveis pelo levantamento dos recursos hídricos, como o INEMA, estabeleceram cinco parâmetros de qualidade da água: péssimo, ruim, regular, bom e ótimo. O monitoramento dos recursos ambientais e hídricos confirma que a situação dos rios é preocupante. Além da poluição por resíduos industriais, esgotos residenciais e agrotóxicos há, ainda, o assoreamento.Considerando-se as informações do texto e os conhecimentos sobre os rios brasileiros e sua atuação no relevo, pode-se afirmar:DB81B608-D6 Geografia
ClimaEscola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritosA existência de inúmeras sociedades espalhadas por quase todo o planeta Terra é uma das provas da imensa capacidade de adaptação do homem aos vários tipos de meio ambiente. Devido a essa ampla distribuição, que se estende desde as baixas latitudes até as mais altas, em ambos os hemisférios, o homem é afetado das mais diversas formas pelas variações do tempo.CONTI, José Bueno. Clima e meio ambiente. São Paulo: Atual, 1998, p. 24.Com base no texto e nos conhecimentos sobre a importância do clima na vida do homem, pode-se concluir:
DB6A520E-D6 História
Era Vargas – 1930-1954Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosA Coluna Prestes iniciou a marcha com cerca de 1500 homens, a maioria militar. Contudo, civis e mulheres adotaram o Levante. O movimento percorreu, aproximadamente, 25000 quilômetros e passou por 11 estados brasileiros. Por onde passaram, os integrantes da Coluna Prestes informavam à população as ações do Governo e a situação social do Brasil e apontavam suas propostas para melhorar o cenário político e social do País.
Disponível em: <https://www.infoescola.com/historia>.Acesso em: abr. 2018. Adaptado.A integração de regiões do interior do Brasil à dinâmica da política e do cotidiano brasileiro registra, além da Coluna Prestes,DB55057D-D6 Conhecimentos Gerais
EconomiaEscola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosObviamente, o aumento da concentração de renda não é exclusividade dos Estados Unidos, mas um fenômeno que vem se acentuando em escala global. A fortuna dos 42 maiores bilionários mundiais é igual ao patrimônio dos 3,7 bilhões mais pobres do mundo. Há apenas um ano, era necessário somar a fortuna de 61 bilionários para alcançar o total da metade menos afortunada.No Brasil, os cinco maiores bilionários do país possuem uma riqueza somada de 85 bilhões de dólares, o que corresponde ao montante acumulado pela metade mais pobre da população.SAKATE, Marcelo. Os donos do mundo. Revista VEJA. São Paulo: Abril, e. 2567, a. 51, n. 5, 31 jan. 2018, p. 67-68. Adaptado.As raízes históricas da concentração da riqueza bem como as desigualdades econômicas e sociais entre os países do mundo estão associadas,DB3E0D42-D6 Geografia
GlobalizaçãoEscola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosO processo de globalização desencadeou vários problemas socioeconômicos em diversas partes do Globo, inclusive nos países desenvolvidos. Esse fenômeno originou os movimentos antiglobalização, formados por distintas organizações da sociedade civil como Organizações Não–Governamentais, ONG, sindicatos, movimentos ambientalistas, grupos indígenas, entre outros.Disponível em:<http://brasilescola.uol.com.br/> . Acesso em: abr. 2018.
Nas discussões históricas sobre globalização e antiglobalização, é possível afirmar:
DB25095F-D6 Conhecimentos Gerais
Questões SociaisEscola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosO século XX também foi o século em que o trabalho, praticamente, “mudou de lugar”: na esteira de movimento iniciado no XVIII, a dissolução (ora violenta, ora espontânea) das sociedades campesinas e atomizadas tradicionais, na maior parte do Globo, originou as grandes massas nas cidades e fez com que, nas palavras do historiador Eric Hobsbawm, "nada se tornasse mais inevitável" do que o aparecimento dos movimentos urbanos de trabalhadores.É exatamente em meio a esse embate de forças e mudanças estruturais em âmbito global que é instalada, no Brasil, em 1941, a Justiça do Trabalho.Disponível em: <http://www.tst.jus.br/historia-da-justica-do-trabalho> . Acesso em: abr. 2018. Adaptado.A instalação e a organização da Justiça do Trabalho no Brasil, no período referido,DB0D6C70-D6 Geografia
Noções Gerais de UrbanizaçãoEscola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosAs cidades mais antigas teriam surgido há cerca de seis mil anos, ao logo dos vales dos rios Tigre e Eufrates, Nilo e Indo. Nessa época, as cidades já possuíam certa importância política, econômica e social, porém, só a partir do século XVIII o processo de urbanização tem início no Ocidente.O processo de urbanização está diretamente relacionado ao aumento da população urbana em relação à população rural. Portanto, quando a população de um determinado lugar supera os 50% do total de habitantes, dizemos que esse espaço é urbanizado.Por volta de 1800, apenas 3% da população europeia encontravam-se na área urbana. Mas, a partir da 1ª Revolução Industrial, o deslocamento da população do campo para as cidades em busca de emprego aumentou.Disponível em:<http://educacao.globo.com> . Acesso em: abr. de 2018. Adaptado.O fenômeno da urbanização apresentou, ao longo da história, diferentes características como pode ser vistoDAED6716-D6 Matemática
Aritmética e ProblemasEscola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritosUm rádio transmissor, com raio de alcance de 10km, encontra-se em um ponto P. Uma pessoa, com acesso às comunicações desse aparelho, sai de uma localidade 10km ao norte de P e dirige-se, ao longo de um caminho retilíneo, para uma localidade situada 20km à leste de P.Nessas condições, o sinal do rádio transmissor será captado por um trecho do percurso total equivalente aDAD16920-D6 Matemática
Geometria PlanaEscola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
A figura representa um painel com uma faixa decorativa retangular, com 40u.c. de comprimento, composta por triângulos equiláteros congruentes e superpostos.
Sabendo-se que o ponto médio da base de cada triângulo é vértice de, pelo menos, outro triângulo, e que a região não sombreada no painel mede X√3u.a., pode-se afirmar que X é igual a