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508FF30E-CB Ao resolver um problema matemático, verificou-se que todos os números irracionais compreendidos entre os números 2 e 3 formam o conjunto solução desse problema. Sendo assim, temos que uma das soluções é:508D25BD-CB Matemática
Aritmética e ProblemasIF-PR · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosA planta de um terreno retangular foi feita na escala 1:4000, em centímetros. Se o comprimento real deste terreno mede 84 metros, então a medida em centímetros deste comprimento representada no mapa será de:50899DA0-CB Português
Figuras de LinguagemIF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosAnalise a imagem com atenção.

As imagens do texto publicitário acima foram utilizadas, em sua maioria, para traduzir um recurso de linguagem muito usado na vida cotidiana. Assinale a alternativa que apresenta esse recurso.
5086519C-CB Português
SintaxeIF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosObsessão por felicidade pode deixar você Extremamente infeliz
A felicidade é algo tão subjetivo quanto científico. Biologicamente, poderíamos falar em serotonina e ocitocina, ou outros nomes difíceis de neurotransmissores (mensageiros químicos) que estão relacionados com a existência dessa sensação. Mas psicologicamente a história é outra. Como a maioria dos sentimentos, substantivos abstratos, felicidade representa algo diferente para cada ser humano. De acordo com a “psicologia positiva”, não precisamos esperar que a felicidade dê as caras: ela está ao alcance das nossas mãos.
Mas até que ela virou uma ditadura não tão feliz assim. Essa obrigação de ser feliz não é novidade, mas ninguém realmente sabe quem primeiro cunhou essa regra – e como ela se tornou o objetivo de vida de quase todo mundo. O que se sabe é que ela vem machucando: “a depressão é o mal de uma sociedade que decidiu ser feliz a todo preço”, diz o escritor francês Pascal Bruckner no livro A Euforia Perpétua. E ele estava certo: um novo estudo da Universidade de Melbourne, Austrália, finalmente concluiu que a infelicidade de muita gente é causada pela tentativa incessante de ser feliz. (...)
(super.abril.com.br/comportamento/obsessao-por-felicidade-pode-deixar-voce-extremamente-infeliz – acesso em 22.08.18)
Assinale a alternativa que substitui a expressão “Mas até que”, em negrito (2o parágrafo), sem alterar o sentido do texto.50838194-CB Português
Coesão e coerênciaIF-PR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritosObsessão por felicidade pode deixar você Extremamente infeliz
A felicidade é algo tão subjetivo quanto científico. Biologicamente, poderíamos falar em serotonina e ocitocina, ou outros nomes difíceis de neurotransmissores (mensageiros químicos) que estão relacionados com a existência dessa sensação. Mas psicologicamente a história é outra. Como a maioria dos sentimentos, substantivos abstratos, felicidade representa algo diferente para cada ser humano. De acordo com a “psicologia positiva”, não precisamos esperar que a felicidade dê as caras: ela está ao alcance das nossas mãos.
Mas até que ela virou uma ditadura não tão feliz assim. Essa obrigação de ser feliz não é novidade, mas ninguém realmente sabe quem primeiro cunhou essa regra – e como ela se tornou o objetivo de vida de quase todo mundo. O que se sabe é que ela vem machucando: “a depressão é o mal de uma sociedade que decidiu ser feliz a todo preço”, diz o escritor francês Pascal Bruckner no livro A Euforia Perpétua. E ele estava certo: um novo estudo da Universidade de Melbourne, Austrália, finalmente concluiu que a infelicidade de muita gente é causada pela tentativa incessante de ser feliz. (...)
(super.abril.com.br/comportamento/obsessao-por-felicidade-pode-deixar-voce-extremamente-infeliz – acesso em 22.08.18)
Assinale a alternativa na qual a redação foi alterada para eliminar o uso de dois pontos (:), sem prejudicar o sentido do trecho em negrito no texto.507F6920-CB Português
Interpretação de TextosIF-PR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
Em relação às funções dos recursos verbais e não-verbais utilizados no texto, assinale a alternativa correta.507C91CF-CB Português
Interpretação de TextosIF-PR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
Assinale o que confere humor ao texto.
5079C3C8-CB Português
Coesão e coerênciaIF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa em que se identifica um texto incoerente.5076DDBD-CB Português
Interpretação de TextosIF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosConsiderando apenas os elementos negritados nos textos das alternativas abaixo, retirados da revista Capricho, identifique onde a norma padrão está sendo respeitada.5074096E-CB Português
Gêneros TextuaisIF-PR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritosOs infelizes cálculos da felicidade (fragmento),Mia Couto.O homem da história é chamado Julio Novesfora. Noutras falas o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios*:– É conta que se faz sem cabeça.Doseava o coração em aplicações regradas, reduzida a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Julio Novesfora era nela um aguarda-factos*. Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si*.
– Faça as contas mestre.Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já nem sabia o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais*. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Julio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor ataratonto, relembrava:– A paixão é o mundo a dividir por zero.*grafia usada em MoçambiquePoesia matemática, Millôr Fernandes.Às folhas tantasDo livro matemáticoUm Quociente apaixonou-seUm diaDoidamentePor uma Incógnita.Olhou-a com seu olhar inumerávelE viu-a, do Ápice à Base.Uma figura ímpar:Olhos romboides, boca trapezoide,Corpo ortogonal, seios esferoides.Fez da suaUma vida Paralela à delaAté que se encontraram No infinito.“Quem és tu?” indagou eleCom ânsia radical.“Sou a soma do quadrado dos catetos.Mas pode chamar-me de Hipotenusa.”E de falarem descobriram que eram— O que, em aritmética, correspondeA almas irmãs— Primos entre si.E assim se amaramAo quadrado da velocidade da luzNuma sexta potenciaçãoTraçandoAo sabor do momentoE da paixãoRetas, curvas, círculos e linhas sinusoidais.
Em relação ao assunto: “poema, prosa e poesia”, analise as informações sobre os textos de Mia Couto e de Millôr Fernandes.I) Os dois textos apresentados diferem: o de Mia Couto está escrito em prosa, ainda que incorpore poesia, e o de Millôr é um poema, esvaziado de poesia.II) A narrativa de Mia Couto possui muitos elementos poéticos, perceptíveis especialmente pelas palavras e expressões que ganham significados diversos dos habituais, por vezes, incomuns.III) O texto de Millôr pode ser considerado poético, por se tratar de um poema e ser essa a condição indispensável para ganhar essa caracterização.IV) Sequência de versos sem métrica e sem rima, que abordam assunto risível, como acontece com o texto de Millôr, sequer pode ser chamada de poema.V) Não há possibilidade de definir ambos os textos como poesia, porque lhes faltam as características principais para tanto, entre as quais estão: métrica, ritmo, rima.Estão corretas apenas:
50710ECC-CB Português
Interpretação de TextosIF-PR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritosOs infelizes cálculos da felicidade (fragmento),Mia Couto.O homem da história é chamado Julio Novesfora. Noutras falas o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios*:– É conta que se faz sem cabeça.Doseava o coração em aplicações regradas, reduzida a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Julio Novesfora era nela um aguarda-factos*. Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si*.
– Faça as contas mestre.Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já nem sabia o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais*. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Julio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor ataratonto, relembrava:– A paixão é o mundo a dividir por zero.*grafia usada em MoçambiquePoesia matemática, Millôr Fernandes.Às folhas tantasDo livro matemáticoUm Quociente apaixonou-seUm diaDoidamentePor uma Incógnita.Olhou-a com seu olhar inumerávelE viu-a, do Ápice à Base.Uma figura ímpar:Olhos romboides, boca trapezoide,Corpo ortogonal, seios esferoides.Fez da suaUma vida Paralela à delaAté que se encontraram No infinito.“Quem és tu?” indagou eleCom ânsia radical.“Sou a soma do quadrado dos catetos.Mas pode chamar-me de Hipotenusa.”E de falarem descobriram que eram— O que, em aritmética, correspondeA almas irmãs— Primos entre si.E assim se amaramAo quadrado da velocidade da luzNuma sexta potenciaçãoTraçandoAo sabor do momentoE da paixãoRetas, curvas, círculos e linhas sinusoidais.Comparando o texto de Mia Couto, com o de Millôr Fernandes, pode-se afirmar que:
506E2097-CB Português
Interpretação de TextosIF-PR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritosOs infelizes cálculos da felicidade (fragmento),Mia Couto.O homem da história é chamado Julio Novesfora. Noutras falas o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios*:– É conta que se faz sem cabeça.Doseava o coração em aplicações regradas, reduzida a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Julio Novesfora era nela um aguarda-factos*. Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si*.
– Faça as contas mestre.Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já nem sabia o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais*. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Julio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor ataratonto, relembrava:– A paixão é o mundo a dividir por zero.*grafia usada em Moçambique
Nesse texto, o escritor “brinca” com o leitor e o desafia a utilizar a imaginação para interpretar e entender toda a trama. Analisando-o segundo os elementos característicos das narrativas literárias, assinale a alternativa correta.506B4C43-CB Português
Interpretação de TextosIF-PR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritosOs infelizes cálculos da felicidade (fragmento),Mia Couto.O homem da história é chamado Julio Novesfora. Noutras falas o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios*:– É conta que se faz sem cabeça.Doseava o coração em aplicações regradas, reduzida a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Julio Novesfora era nela um aguarda-factos*. Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si*.
– Faça as contas mestre.Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já nem sabia o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais*. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Julio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor ataratonto, relembrava:– A paixão é o mundo a dividir por zero.*grafia usada em Moçambique
Compare as expressões I e II abaixo (também negritadas no texto) e, a seguir, assinale a alternativa correta.I) “...reduzida a paixão ao seu equivalente numérico.”II) “A paixão é o mundo a dividir por zero.”50684FE6-CB Português
Interpretação de TextosIF-PR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritosOs infelizes cálculos da felicidade (fragmento),Mia Couto.O homem da história é chamado Julio Novesfora. Noutras falas o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios*:– É conta que se faz sem cabeça.Doseava o coração em aplicações regradas, reduzida a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Julio Novesfora era nela um aguarda-factos*. Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si*.
– Faça as contas mestre.Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já nem sabia o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais*. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Julio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor ataratonto, relembrava:– A paixão é o mundo a dividir por zero.*grafia usada em Moçambique
Analisando o contexto em que é empregada a expressão: “A paixão é o mundo a dividir por zero”, assinale a alternativa que melhor a explica.50651606-CB Português
Interpretação de TextosIF-PR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritosOs infelizes cálculos da felicidade (fragmento),Mia Couto.O homem da história é chamado Julio Novesfora. Noutras falas o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios*:– É conta que se faz sem cabeça.Doseava o coração em aplicações regradas, reduzida a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Julio Novesfora era nela um aguarda-factos*. Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si*.
– Faça as contas mestre.Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já nem sabia o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais*. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Julio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor ataratonto, relembrava:– A paixão é o mundo a dividir por zero.*grafia usada em Moçambique
Mia Couto, escritor moçambicano, é um mestre das palavras. Nesse texto, ele aproxima a linguagem matemática das relações humanas e do cotidiano do personagem e, com isso:9CF90C2F-C5 Química
Sistemas Gasosos - Lei, Teoria Cinética, Equação e Mistura dos Gases. Princípio de Avogadro.UEG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosUm gás ideal é aquele que obedece rigorosamente às leis dos gases e se encaixa perfeitamente no modelo descrito na teoria cinética dos gases e, para se verificar quando um gás real se aproxima de um gás ideal, foram realizados experimentos descritos na tabela a seguir, sob condições de temperatura (T), pressão (p) e volume (V) para certa massa fixa de gás.
A situação em que um gás real se comporta como um gás ideal são as descritas nos experimentos
9CF57E8D-C5 Química
Radioatividade: Reações de Fissão e Fusão Nuclear, Desintegração Radioativa e Radioisótopos.UEG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosUm sistema contém 124 g de um radioisótopo hipotético abX cujo tempo de meia-vida é de 8 anos e que se transforma no elemento químico a-20b-8Y após o decaimento radioativo. O tempo, em anos, necessário para que a massa do radioisótopo seja reduzida a 25 % da massa inicial, e o número de partículas β emitidas no processo
9CF18D77-C5 Química
Fórmulas, Balanceamento e Leis ponderais das reações químicasUEG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosO nitrato de cobre pode ser obtido pela reação entre o cobre metálico com o ácido nítrico, conforme a equação química não-balanceada a seguir.
Quando balanceada, a soma dos menores coeficientes inteiros estequiométricos é igual a
9CECB4F0-C5 Química
Interações Atômicas: Geometria Molecular, Polaridade da ligação e da Molécula, Forças Intermoleculares e Número de Oxidação.UEG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritosA natureza das interações moleculares permite compreender o comportamento da solubilidade de várias espécies químicas em determinado solvente. À temperatura ambiente, a ordem de solubilidade da amônia, do argônio e do dióxido de carbono no benzeno será:9CE85D9C-C5 Química
Cinética QuímicaUEG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosEm um processo catalítico descrito pelo modelo chave-fechadura, uma enzima (E) catalisa a conversão de um substrato (S) em um produto (P) através da formação de um intermediário (I) altamente instável, ou seja, E + S I P. A variação da concentração [X] das espécies envolvidas em função do tempo (t) está adequadamente representada por um dos gráficos a seguir
As curvas que melhor representam a variação das concentrações das espécies em função do tempo para o processo hipotético são aquelas associadas ao gráfico