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Banco de questões

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  • 58.062 questões
  • 160 instituições
  • 23 anos de prova

Resultados: 58.062 questões

Página 1.228 de 2.904

  • Ciências Humanas

    História

    Imagem da questão de História, UNESP 2018, Construção do Estado Liberal: Revolução Francesa


    A gravura representa a marcha de mulheres revolucionárias até o palácio real de Versalhes em 5 de outubro de 1789. A participação das mulheres na Revolução Francesa

    Escolha uma alternativa para a questão 3283b722-58
  • Ciências Humanas

    História

    Ainda hoje a palavra Renascimento evoca a ideia de uma época dourada e de homens libertos dos constrangimentos sociais, religiosos e políticos do período precedente. Nessa “época dourada”, o individualismo, o paganismo e os valores da Antiguidade Clássica seriam cultuados, dando margem ao florescimento das artes e à instalação do homem como centro do universo.

    (Tereza Aline Pereira de Queiroz. O Renascimento, 1995. Adaptado.)


    O texto refere-se a uma concepção acerca do Renascimento cultural dos séculos XV e XVI que

    Escolha uma alternativa para a questão 32803b1a-58
  • Ciências Humanas

    História

    Na colônia, a justiça era exercida por toda uma gama de funcionários a serviço do rei. A violência, a coerção e a arbitrariedade foram suas principais características. [...]

    Nas regiões em que a presença da Coroa era mais distante, os grandes proprietários de terras exerciam considerável autoridade administrativa e judicial. No sertão, os potentados impunham seus interesses à população livre.

    (Adriana Lopez e Carlos Guilherme Mota. História do Brasil: uma interpretação, 2008.)


    Ao analisar o aparato judiciário no Brasil Colonial, o texto

    Escolha uma alternativa para a questão 327cdc6e-58
  • Ciências Humanas

    História

          As primeiras expedições na costa africana a partir da ocupação de Ceuta em 1415, ainda na terra de povos berberes, foram registrando a geografia, as condições de navegação e de ancoragem. Nas paradas, os portugueses negociavam com as populações locais e sequestravam pessoas que chegavam às praias, levando-as para os navios para serem vendidas como escravas. Tal ato era justificado pelo fato de esses povos serem infiéis, seguidores das leis de Maomé, considerados inimigos, e portanto podiam ser escravizados, pois acreditavam ser justo guerrear com eles. Mais ao sul, além do rio Senegal, os povos encontrados não eram islamizados, portanto não eram inimigos, mas eram pagãos, ignorantes das leis de Deus, e no entender dos portugueses da época também podiam ser escravizados, pois ao se converterem ao cristianismo teriam uma chance de salvar suas almas na vida além desta.

                            (Marina de Mello e Souza. África e Brasil africano, 2007.)

    De acordo com o texto,
    Escolha uma alternativa para a questão 32797a8a-58
  • Ciências Humanas

    História

          As primeiras expedições na costa africana a partir da ocupação de Ceuta em 1415, ainda na terra de povos berberes, foram registrando a geografia, as condições de navegação e de ancoragem. Nas paradas, os portugueses negociavam com as populações locais e sequestravam pessoas que chegavam às praias, levando-as para os navios para serem vendidas como escravas. Tal ato era justificado pelo fato de esses povos serem infiéis, seguidores das leis de Maomé, considerados inimigos, e portanto podiam ser escravizados, pois acreditavam ser justo guerrear com eles. Mais ao sul, além do rio Senegal, os povos encontrados não eram islamizados, portanto não eram inimigos, mas eram pagãos, ignorantes das leis de Deus, e no entender dos portugueses da época também podiam ser escravizados, pois ao se converterem ao cristianismo teriam uma chance de salvar suas almas na vida além desta.

                            (Marina de Mello e Souza. África e Brasil africano, 2007.)

    O texto caracteriza
    Escolha uma alternativa para a questão 3275f9ec-58
  • Ciências Humanas

    História

    A era feudal tinha legado às sociedades que a seguiram a cavalaria, cristalizada em nobreza. [...] Até nas nossas sociedades, em que morrer pela sua terra deixou de ser monopólio de uma classe ou profissão, o sentimento persistente de uma espécie de supremacia moral ligada à função do guerreiro profissional — atitude tão estranha a outras civilizações, tal como a chinesa — permanece uma lembrança da divisão operada, no começo dos tempos feudais, entre o camponês e o cavaleiro.

    (Marc Bloch. A sociedade feudal, 1987. Adaptado.)


    Segundo o texto, a valorização da ação militar

    Escolha uma alternativa para a questão 327215a9-58
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    O aparecimento da filosofia na Grécia não foi um fato isolado. Estava ligado ao nascimento da pólis.

    (Marcelo Rede. A Grécia Antiga, 2012.)


    A relação entre os surgimentos da filosofia e da pólis na Grécia Antiga é explicada, entre outros fatores,

    Escolha uma alternativa para a questão 326ec750-58
  • Linguagens

    Inglês

                          Imagem da questão de Inglês, UNESP 2018, Sinônimos | Synonyms


          In today’s political climate, it sometimes feels like we can’t even agree on basic facts. We bombard each other with statistics and figures, hoping that more data will make a difference. A progressive person might show you the same climate change graphs over and over while a conservative person might point to the trillions of dollars of growing national debt. We’re left wondering, “Why can’t they just see? It’s so obvious!”

          Certain myths are so pervasive that no matter how many experts disprove them, they only seem to grow in popularity. There’s no shortage of serious studies showing no link between autism and vaccines, for example, but these are no match for an emotional appeal to parents worried for their young children.

          Tali Sharot, a cognitive neuroscientist at University College London, studies how our minds work and how we process new information. In her upcoming book, The Influential Mind, she explores why we ignore facts and how we can get people to actually listen to the truth. Tali shows that we’re open to new information – but only if it confirms our existing beliefs. We find ways to ignore facts that challenge our ideals. And as neuroscientist Bahador Bahrami and colleagues have found, we weigh all opinions as equally valid, regardless of expertise.

          So, having the data on your side is not always enough. For better or for worse, Sharot says, emotions may be the key to changing minds.

                                              (Shankar Vedantam. www.npr.org. Adaptado.)

    No trecho do quarto parágrafo “emotions may be the key to changing minds”, o termo sublinhado pode ser substituído, sem alteração de sentido no texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 326b7b1d-58
  • Linguagens

    Inglês

                          Imagem da questão de Inglês, UNESP 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension


          In today’s political climate, it sometimes feels like we can’t even agree on basic facts. We bombard each other with statistics and figures, hoping that more data will make a difference. A progressive person might show you the same climate change graphs over and over while a conservative person might point to the trillions of dollars of growing national debt. We’re left wondering, “Why can’t they just see? It’s so obvious!”

          Certain myths are so pervasive that no matter how many experts disprove them, they only seem to grow in popularity. There’s no shortage of serious studies showing no link between autism and vaccines, for example, but these are no match for an emotional appeal to parents worried for their young children.

          Tali Sharot, a cognitive neuroscientist at University College London, studies how our minds work and how we process new information. In her upcoming book, The Influential Mind, she explores why we ignore facts and how we can get people to actually listen to the truth. Tali shows that we’re open to new information – but only if it confirms our existing beliefs. We find ways to ignore facts that challenge our ideals. And as neuroscientist Bahador Bahrami and colleagues have found, we weigh all opinions as equally valid, regardless of expertise.

          So, having the data on your side is not always enough. For better or for worse, Sharot says, emotions may be the key to changing minds.

                                              (Shankar Vedantam. www.npr.org. Adaptado.)

    O trecho do terceiro parágrafo “we weigh all opinions as equally valid, regardless of expertise” quer dizer que as pessoas
    Escolha uma alternativa para a questão 32682656-58
  • Linguagens

    Inglês

                          Imagem da questão de Inglês, UNESP 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension


          In today’s political climate, it sometimes feels like we can’t even agree on basic facts. We bombard each other with statistics and figures, hoping that more data will make a difference. A progressive person might show you the same climate change graphs over and over while a conservative person might point to the trillions of dollars of growing national debt. We’re left wondering, “Why can’t they just see? It’s so obvious!”

          Certain myths are so pervasive that no matter how many experts disprove them, they only seem to grow in popularity. There’s no shortage of serious studies showing no link between autism and vaccines, for example, but these are no match for an emotional appeal to parents worried for their young children.

          Tali Sharot, a cognitive neuroscientist at University College London, studies how our minds work and how we process new information. In her upcoming book, The Influential Mind, she explores why we ignore facts and how we can get people to actually listen to the truth. Tali shows that we’re open to new information – but only if it confirms our existing beliefs. We find ways to ignore facts that challenge our ideals. And as neuroscientist Bahador Bahrami and colleagues have found, we weigh all opinions as equally valid, regardless of expertise.

          So, having the data on your side is not always enough. For better or for worse, Sharot says, emotions may be the key to changing minds.

                                              (Shankar Vedantam. www.npr.org. Adaptado.)

    No trecho do segundo parágrafo “but these are no match for an emotional appeal to parents worried for their young children”, o termo sublinhado refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão 32651a38-58
  • Linguagens

    Inglês

                          Imagem da questão de Inglês, UNESP 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension


          In today’s political climate, it sometimes feels like we can’t even agree on basic facts. We bombard each other with statistics and figures, hoping that more data will make a difference. A progressive person might show you the same climate change graphs over and over while a conservative person might point to the trillions of dollars of growing national debt. We’re left wondering, “Why can’t they just see? It’s so obvious!”

          Certain myths are so pervasive that no matter how many experts disprove them, they only seem to grow in popularity. There’s no shortage of serious studies showing no link between autism and vaccines, for example, but these are no match for an emotional appeal to parents worried for their young children.

          Tali Sharot, a cognitive neuroscientist at University College London, studies how our minds work and how we process new information. In her upcoming book, The Influential Mind, she explores why we ignore facts and how we can get people to actually listen to the truth. Tali shows that we’re open to new information – but only if it confirms our existing beliefs. We find ways to ignore facts that challenge our ideals. And as neuroscientist Bahador Bahrami and colleagues have found, we weigh all opinions as equally valid, regardless of expertise.

          So, having the data on your side is not always enough. For better or for worse, Sharot says, emotions may be the key to changing minds.

                                              (Shankar Vedantam. www.npr.org. Adaptado.)

    According to the second paragraph, the link between vaccines and autism
    Escolha uma alternativa para a questão 3261c907-58
  • Linguagens

    Inglês

                          Imagem da questão de Inglês, UNESP 2018, Vocabulário | Vocabulary


          In today’s political climate, it sometimes feels like we can’t even agree on basic facts. We bombard each other with statistics and figures, hoping that more data will make a difference. A progressive person might show you the same climate change graphs over and over while a conservative person might point to the trillions of dollars of growing national debt. We’re left wondering, “Why can’t they just see? It’s so obvious!”

          Certain myths are so pervasive that no matter how many experts disprove them, they only seem to grow in popularity. There’s no shortage of serious studies showing no link between autism and vaccines, for example, but these are no match for an emotional appeal to parents worried for their young children.

          Tali Sharot, a cognitive neuroscientist at University College London, studies how our minds work and how we process new information. In her upcoming book, The Influential Mind, she explores why we ignore facts and how we can get people to actually listen to the truth. Tali shows that we’re open to new information – but only if it confirms our existing beliefs. We find ways to ignore facts that challenge our ideals. And as neuroscientist Bahador Bahrami and colleagues have found, we weigh all opinions as equally valid, regardless of expertise.

          So, having the data on your side is not always enough. For better or for worse, Sharot says, emotions may be the key to changing minds.

                                              (Shankar Vedantam. www.npr.org. Adaptado.)

    No trecho do primeiro parágrafo “A progressive person might show you the same climate change graphs over and over while a conservative person might point to the trillions of dollars of growing national debt”, o termo sublinhado indica sentido de
    Escolha uma alternativa para a questão 325eb061-58
  • Linguagens

    Inglês

                          Imagem da questão de Inglês, UNESP 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension


          In today’s political climate, it sometimes feels like we can’t even agree on basic facts. We bombard each other with statistics and figures, hoping that more data will make a difference. A progressive person might show you the same climate change graphs over and over while a conservative person might point to the trillions of dollars of growing national debt. We’re left wondering, “Why can’t they just see? It’s so obvious!”

          Certain myths are so pervasive that no matter how many experts disprove them, they only seem to grow in popularity. There’s no shortage of serious studies showing no link between autism and vaccines, for example, but these are no match for an emotional appeal to parents worried for their young children.

          Tali Sharot, a cognitive neuroscientist at University College London, studies how our minds work and how we process new information. In her upcoming book, The Influential Mind, she explores why we ignore facts and how we can get people to actually listen to the truth. Tali shows that we’re open to new information – but only if it confirms our existing beliefs. We find ways to ignore facts that challenge our ideals. And as neuroscientist Bahador Bahrami and colleagues have found, we weigh all opinions as equally valid, regardless of expertise.

          So, having the data on your side is not always enough. For better or for worse, Sharot says, emotions may be the key to changing minds.

                                              (Shankar Vedantam. www.npr.org. Adaptado.)

    De acordo com o texto, as pessoas
    Escolha uma alternativa para a questão 325b76fe-58
  • Linguagens

    Inglês

    Leia os cartuns 1 e 2 para responder à questão.


                        Imagem da questão de Inglês, UNESP 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    No último quadrinho do cartum 1, por meio da fala “If you don’t pursue the truth, you’ll never recognize the lies”, o personagem
    Escolha uma alternativa para a questão 32582cfd-58
  • Linguagens

    Inglês

    Leia os cartuns 1 e 2 para responder à questão.


                        Imagem da questão de Inglês, UNESP 2018, Tradução | Translation

    Na fala do terceiro quadrinho do cartum 1 “Well, if it goes against my biases and beliefs, it’s fake”, o termo sublinhado equivale, em português, a
    Escolha uma alternativa para a questão 325519c7-58
  • Linguagens

    Inglês

    Leia os cartuns 1 e 2 para responder à questão.


                        Imagem da questão de Inglês, UNESP 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    In the cartoon 1, the animal
    Escolha uma alternativa para a questão 3252234a-58
  • Linguagens

    Inglês

    Leia os cartuns 1 e 2 para responder à questão.


                        Imagem da questão de Inglês, UNESP 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Os homens dos cartuns 1 e 2
    Escolha uma alternativa para a questão 324f10a7-58
  • Linguagens

    Literatura

    Ricardo Reis é, assim, o heterônimo clássico, ou melhor, neoclássico: sua visão da realidade deriva da Antiguidade greco-latina. Seus modelos de vida e de poesia, buscou-os na Grécia e em Roma.

    (Massaud Moisés. “Introdução”. In: Fernando Pessoa. O guardador de rebanhos e outros poemas, 1997.)


    Levando-se em consideração esse comentário, pertencem a Ricardo Reis, heterônimo de Fernando Pessoa (1888-1935), os versos:

    Escolha uma alternativa para a questão 3248094c-58
  • Linguagens

    Literatura

    Esse movimento descobriu algo que ainda não havia sido conhecido ou enfatizado antes: a “poesia pura”, a poesia que surge do espírito irracional, não conceitual da linguagem, oposto a toda interpretação lógica. Assim, a poesia nada mais é do que a expressão daquelas relações e correspondências, que a linguagem, abandonada a si mesma, cria entre o concreto e o abstrato, o material e o ideal, e entre as diferentes esferas dos sentidos.

    Sendo a vida misteriosa e inexplicável, como pensavam os adeptos desse movimento, era natural que fosse representada de maneira imprecisa, vaga, nebulosa, ilógica e ininteligível.

    (Afrânio Coutinho. Introdução à literatura no Brasil, 1976. Adaptado.)


    O comentário do crítico Afrânio Coutinho refere-se ao movimento literário denominado

    Escolha uma alternativa para a questão 32455205-58
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do livro Em casa, de Bill Bryson, para responder à questão.


          Quase nada, no século XVII, escapava à astúcia dos que adulteravam alimentos. O açúcar e outros ingredientes caros muitas vezes eram aumentados com gesso, areia e poeira. A manteiga tinha o volume aumentado com sebo e banha. Quem tomasse chá, segundo autoridades da época, poderia ingerir, sem querer, uma série de coisas, desde serragem até esterco de carneiro pulverizado. Um carregamento inspecionado, relata Judith Flanders, demonstrou conter apenas a metade de chá; o resto era composto de areia e sujeira. Acrescentava-se ácido sulfúrico ao vinagre para dar mais acidez; giz ao leite; terebintina1 ao gim. O arsenito de cobre era usado para tornar os vegetais mais verdes, ou para fazer a geleia brilhar. O cromato de chumbo dava um brilho dourado aos pães e também à mostarda. O acetato de chumbo era adicionado às bebidas como adoçante, e o chumbo avermelhado deixava o queijo Gloucester, se não mais seguro para comer, mais belo para olhar.

          Não havia praticamente nenhum gênero que não pudesse ser melhorado ou tornado mais econômico para o varejista por meio de um pouquinho de manipulação e engodo. Até as cerejas, como relata Tobias Smollett, ganhavam novo brilho depois de roladas, delicadamente, na boca do vendedor antes de serem colocadas em exposição. Quantas damas inocentes, perguntava ele, tinham saboreado um prato de deliciosas cerejas que haviam sido “umedecidas e roladas entre os maxilares imundos e, talvez, ulcerados de um mascate de Saint Giles”?

          O pão era particularmente atingido. Em seu romance de 1771, The expedition of Humphry Clinker, Smollett definiu o pão de Londres como um composto tóxico de “giz, alume2 e cinzas de ossos, insípido ao paladar e destrutivo para a constituição”; mas acusações assim já eram comuns na época. A primeira acusação formal já encontrada sobre a adulteração generalizada do pão está em um livro chamado Poison detected: or frightful truths, escrito anonimamente em 1757, que revelou segundo “uma autoridade altamente confiável” que “sacos de ossos velhos são usados por alguns padeiros, não infrequentemente”, e que “os ossuários dos mortos são revolvidos para adicionar imundícies ao alimento dos vivos”.

                                                                        (Em casa, 2011. Adaptado.)


    1 terebintina: resina extraída de uma planta e usada na fabricação de vernizes, diluição de tintas etc.

    2 alume: designação dos sulfatos duplos de alumínio e metais alcalinos, com propriedades adstringentes, usado na fabricação de corantes, papel, porcelana, na purificação de água, na clarificação de açúcar etc.

    É invariável quanto a gênero e a número o termo sublinhado em:
    Escolha uma alternativa para a questão 32422725-58