Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2017
- Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário
- Dificuldade: Muito difícil
- Código da questão: 02CAE6FC-D5
Banco de questões
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Read the text below and answer the following questions based on it.
In 2017 the protestant church is celebrating an important event: the 500th anniversary of the Reformation
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In 2017 the protestant church is celebrating an important event: the 500th anniversary of the Reformation
Read the text below and answer the following question based on it.
Death of The Death Care Industry
Death is a dying industry with an economic phenomenon. As Americans perceived value of “traditional” funerals diminish, the cost of funerals have increased nearly 1,328% in just four decades. In 1960 the average cost of a funeral was $706 when only 3.56% of bodies were cremated. Today the average traditional funeral costs between $8,000 and $10,000, and about 42% of people are cremated. The US funeral industry accounts for about $20 billion in annual economic activity, with around 130,000 employees that make a living on the 1.5 million people that go to rest each year.
Many communities have turned a blind eye to what goes on inside funeral homes, as many people prefer not to know the ins and out of the business. In addition, grieving customers in need of funeral goods and services may not be in a healthy state of mind to make financial decisions. Grief has similar side effects of alcohol consumption, such as numbness, guilt, and depression, resulting in less alert and price sensitive customers. In addition, the funeral industry is somewhat taboo in the sense that communities in general don’t communicate with one another about what are acceptable practices in this industry.
Some funeral service providers have taken advantage of this by encouraging the lack of transparency in the industry, charging exorbitant prices for funeral goods and services and charging people who appear to be wealthy higher prices. After Jessica Mitford published The American Way of Death in 1963, to expose the abuses in the funeral industry, a groundswell of support for government intervention followed. Under President Ronald Reagan The Funeral Rule was first enacted to protect consumers from deceptive practices, but the rule has yet to put the nail in the coffin.
Adaptado de: <https://www.forbes.com/sites/perianneboring/2014/04/25/the-death-of-the-death-care-industry-and-eternal-life-online/#389398011c1a>Acessado em 13 de outubro de 2017
Funeral service businessesRead the text below and answer the following question based on it.
Death of The Death Care Industry
Death is a dying industry with an economic phenomenon. As Americans perceived value of “traditional” funerals diminish, the cost of funerals have increased nearly 1,328% in just four decades. In 1960 the average cost of a funeral was $706 when only 3.56% of bodies were cremated. Today the average traditional funeral costs between $8,000 and $10,000, and about 42% of people are cremated. The US funeral industry accounts for about $20 billion in annual economic activity, with around 130,000 employees that make a living on the 1.5 million people that go to rest each year.
Many communities have turned a blind eye to what goes on inside funeral homes, as many people prefer not to know the ins and out of the business. In addition, grieving customers in need of funeral goods and services may not be in a healthy state of mind to make financial decisions. Grief has similar side effects of alcohol consumption, such as numbness, guilt, and depression, resulting in less alert and price sensitive customers. In addition, the funeral industry is somewhat taboo in the sense that communities in general don’t communicate with one another about what are acceptable practices in this industry.
Some funeral service providers have taken advantage of this by encouraging the lack of transparency in the industry, charging exorbitant prices for funeral goods and services and charging people who appear to be wealthy higher prices. After Jessica Mitford published The American Way of Death in 1963, to expose the abuses in the funeral industry, a groundswell of support for government intervention followed. Under President Ronald Reagan The Funeral Rule was first enacted to protect consumers from deceptive practices, but the rule has yet to put the nail in the coffin.
Adaptado de: <https://www.forbes.com/sites/perianneboring/2014/04/25/the-death-of-the-death-care-industry-and-eternal-life-online/#389398011c1a>Acessado em 13 de outubro de 2017
TEXTO 3

TEXTO 1
Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam ‘carneado’ (...) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar talhos e salvar essa vida? (...)
Desde que, adulto, comecei a escrever romance, tem-me
animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor
pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a
nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a
realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a
escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos
tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do
horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos
o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos
fósforos repetidamente, como um sinal de que não
desertamos de nosso posto.
(Érico Veríssimo. Solo de clarineta. Tomo I. Globo: Porto Alegre. 1978). Fragmento.
No fragmento seguinte: “Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror”, o entendimento coerente é de que há nesse fragmento um sentido de:TEXTO 1
Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam ‘carneado’ (...) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar talhos e salvar essa vida? (...)
Desde que, adulto, comecei a escrever romance, tem-me
animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor
pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a
nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a
realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a
escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos
tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do
horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos
o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos
fósforos repetidamente, como um sinal de que não
desertamos de nosso posto.
(Érico Veríssimo. Solo de clarineta. Tomo I. Globo: Porto Alegre. 1978). Fragmento.
TEXTO 1
Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam ‘carneado’ (...) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar talhos e salvar essa vida? (...)
Desde que, adulto, comecei a escrever romance, tem-me
animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor
pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a
nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a
realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a
escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos
tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do
horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos
o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos
fósforos repetidamente, como um sinal de que não
desertamos de nosso posto.
(Érico Veríssimo. Solo de clarineta. Tomo I. Globo: Porto Alegre. 1978). Fragmento.
Para manter a estratégia escolhida para seu texto, o segundo parágrafo do fragmento em análise pode ser entendido como:TEXTO 1
Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam ‘carneado’ (...) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar talhos e salvar essa vida? (...)
Desde que, adulto, comecei a escrever romance, tem-me
animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor
pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a
nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a
realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a
escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos
tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do
horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos
o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos
fósforos repetidamente, como um sinal de que não
desertamos de nosso posto.
(Érico Veríssimo. Solo de clarineta. Tomo I. Globo: Porto Alegre. 1978). Fragmento.
Um aspecto do Texto 1 que o torna, de certa maneira relevante, e que toca a sensibilidade do leitor, é que o autor: