Geografia
- Clima
- Prova de 2017
- Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: C3C7AA85-CA
Banco de questões
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A primeira vez que se mencionou o açúcar e a intenção de implementar uma produção desse gênero no Brasil foi em 1516, quando o rei D. Manuel ordenou que se distribuíssem machados, enxadas e demais ferramentas “às pessoas que fossem povoar o Brasil e que se procurasse um homem prático e capaz de ali dar princípio a um engenho de açúcar ...”. Como se pode notar, a ideia era obter lucro com a nova terra, antes que ela se transformasse num problema. E era esse o “sentido da colonização”: povoar, mas sempre pensando no bem da metrópole. (SCHWARCZ; STARLING, 2015. p. 53-54).
O processo de colonização da América se insere no contexto geral da política mercantilista, cujos desdobramentos se fizeram sentir

O mapa europeu retrata uma situação política que se insere no contexto

TEXTO:
Auto da Barca do Inferno
(Aproxima-se um corregedor com uma vara na mão
e diz chegando à Barca do Inferno:)
Corregedor – Hou da barca?
Diabo – Que quereis?
Corregedor – Está aqui o senhor juiz.
Diabo – Oh amador de perdiz* / quantos processos
trazeis?
Corregedor – Por trazê-los, bem vereis, / venho muito
contrafeito.
Diabo – Como anda lá o Direito?
Corregedor – Nos autos constatareis.
Diabo – Ora, pois, entrai, vejamos / o que dizem tais
Corregedor – Para onde vai o batel?
Diabo – No inferno nós ancoramos.
Corregedor – Como? À terra dos demônios / há de ir um
corregedor? [...]
Diabo – Ora, entrai nos negros fados. / Ireis ao lago dos
cães / e vereis os escrivães / como estão bem
prosperados.
Corregedor – Vão à terra dos danados / os novos
evangelistas?
Diabo – Os mestres das fraudes vistas / lá estão bem
atormentados [...]
*“amador de perdiz” – referência ao fato de os juízes aceitarem,
como agrado, a doação de coelhos e perdizes.
VICENTE, GIL. Três autos: da alma; da barca do inferno; de Mofina Mendes. Livre adaptação de Walmir Ayala. Rio de Janeiro: Ediouro; São Paulo: Publifolha, 1997. p. 145 -153.
Sobre o trecho da cena transcrito e a obra de onde foi extraído, é correto afirmar:
I. A cena se inicia com a chegada do corregedor, que é representante do judiciário, à Barca do Inferno, quando o Diabo lhe dirige a primeira acusação: a de corrupção, por manipular a justiça em benefício próprio, com a aceitação de suborno sob a forma de presentes ou doações.
II. Na obra, através de farta argumentação e de provas forjadas, o corregedor consegue convencer o Diabo e o Anjo de sua inocência. Por isso, após ser perdoado, aceita o pedido de desculpas de ambos e se encaminha para a Barca do Paraíso, onde é recebido com muitos festejos e intensa louvação.
III. Na obra, o autor, para relativizar os conceitos de bem e mal, de certo e errado, evitando uma perspectiva maniqueísta, coloca circunstâncias em que o Anjo e o Diabo trocam de papéis e passam a dirigir, respectivamente, a Barca do Inferno e a Barca da Glória. Com isso, o julgamento se torna mais preciso e a punição mais justa.
IV. O cenário da obra é um porto onde se encontram ancoradas duas barcas: uma, guiada pelo Diabo, tem como destino o inferno; outra, guiada por um Anjo, leva ao paraíso. Nelas são acomodadas as pessoas que se aproximam e que já morreram, selecionadas pelo Diabo ou pelo Anjo, segundo sua conduta quando estavam vivas.
V. A obra é uma sátira social e moral, pois veicula criticas aos costumes impróprios ou pecados de figuras poderosas da época, que são julgadas e punidas com a condenação ao inferno. Trata-se de uma temática que, embora contextualizada no século XVI, em Portugal, guarda certa atualidade e pertinência com questões contemporâneas.
A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão
corretas é a
TEXTO:


TEXTO:



LAVADO, Joaquín Salvador. (QUINO). Disponível em:<http://www.revalorizandoam.org/blog/wp-content/uploads/2012/05/v40.gif> .
Acesso em: 12. out. 2016. Adaptado.

LAVADO, Joaquín Salvador. (QUINO). Disponível em:<http://www.revalorizandoam.org/blog/wp-content/uploads/2012/05/v40.gif> .
Acesso em: 12. out. 2016. Adaptado.

LAVADO, Joaquín Salvador. (QUINO). Disponível em:<http://www.revalorizandoam.org/blog/wp-content/uploads/2012/05/v40.gif> .
Acesso em: 12. out. 2016. Adaptado.

LAVADO, Joaquín Salvador. (QUINO). Disponível em:<http://www.revalorizandoam.org/blog/wp-content/uploads/2012/05/v40.gif> .
Acesso em: 12. out. 2016. Adaptado.

MOISÉS, Gabriel. Disponível em: <http://elpais.com/elpais/2016/11/07/opinion/1478542244_140714.htm>. Acesso em: 12. out. 2016. Adaptado.
Sobre los aspectos lingüísticos del texto, es correcto afirmar
MOISÉS, Gabriel. Disponível em: <http://elpais.com/elpais/2016/11/07/opinion/1478542244_140714.htm>. Acesso em: 12. out. 2016. Adaptado.
El autor del texto opina que
MOISÉS, Gabriel. Disponível em: <http://elpais.com/elpais/2016/11/07/opinion/1478542244_140714.htm>. Acesso em: 12. out. 2016. Adaptado.
De acuerdo con el texto,
Disponível em:<https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/564x/4d/bf/16/4dbf16d66a0dd0298fb157e460aa4ce2.jpg>. Acesso em: 12. out. 2016.
La expresión “De vez en cuando” posee valor