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Banco de questões

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  • 58.062 questões
  • 160 instituições
  • 23 anos de prova

Resultados: 58.062 questões

Página 1.661 de 2.904

  • Ciências Humanas

    Filosofia

    Estamos, pois, de acordo quando, ao ver algum objeto, dizemos: “Este objeto que estou vendo agora tem tendência para assemelhar-se a um outro ser, mas, por ter defeitos, não consegue ser tal como o ser em questão, e lhe é, pelo contrário, inferior”. Assim, para podermos fazer estas reflexões, é necessário que antes tenhamos tido ocasião de conhecer esse ser de que se aproxima o dito objeto, ainda que imperfeitamente.

    PLATÃO. Fédon. São Paulo: Abril Cultural, 1972.


    Na epistemologia platônica, conhecer um determinado objeto implica

    Escolha uma alternativa para a questão 950efd8e-31
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Os gargalos rodoviários do Brasil e o caótico trânsito das suas metrópoles forçam os governos estaduais e federal a retomar os planos de implantação dos trens regionais. Durante as últimas quatro décadas, a malha ferroviária foi esquecida e sucateada, tanto que hoje, em todo o país, apenas duas linhas de passageiros estão em funcionamento. Transportam 1,5 milhão de pessoas entre Belo Horizonte (MG) e Vitória (ES) e entre São Luís (MA) e Carajás (PA) — as duas operadas pela mineradora Vale. Nos anos 1960, mais de 100 milhões de passageiros utilizavam trens interurbanos no território nacional.

    Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em: 2 set. 2010.


    O sucateamento do meio de transporte descrito foi provocado pela

    Escolha uma alternativa para a questão 94f82cb8-31
  • Em dezembro de 2015, numerosas instituições divulgaram suas projeções para os principais indicadores da economia brasileira.

    Imagem da questão de Atualidades, FGV 2016, Atualidades do ano de 2015

    De acordo com as informações apresentadas na tabela acima, é correto afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão 36e12606-42
  • Ciências Humanas

    Geografia

    O IBGE informou que o Produto Interno Bruto (PIB) de 2015 registrou a maior queda desde 1990. O Índice de Atividade Econômica Regional, utilizado pelo Banco Central para avaliar o desempenho econômico das regiões brasileiras, de acordo com o gráfico a seguir, mostra um quadro recessivo generalizado.

    Imagem da questão de Geografia, FGV 2016, Geografia Econômica


    Sobre o quadro recessivo das regiões brasileiras, NÃO é correto afirmar:

    Escolha uma alternativa para a questão 36d35311-42
  • Ciências Humanas

    Geografia

    A charge, publicada em 2007 por um jornal inglês, ironiza a inserção da China na economia internacional.

    Imagem da questão de Geografia, FGV 2016, Geografia Econômica

    A mensagem veiculada pela charge

    Escolha uma alternativa para a questão 36d0b7df-42
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Nos últimos dois anos, a decisão da OPEP (liderada pela Arábia Saudita) de aumentar a produção de petróleo, fez com que as cotações dessa commodity desabassem de 110 para 30 dólares por barril, aproximadamente.

    Sobre as consequências desse fato, assinale V para a afirmação verdadeira e F para a falsa.

    ( ) Os novos produtores, como o Brasil, são penalizados, porque a queda dos preços inviabiliza a extração em novas áreas com custos de exploração mais elevados que o preço médio internacional.

    ( ) As economias dependentes da venda de petróleo como Rússia e Venezuela, aumentam seus lucros, porque os preços baixos estimulam o consumo.

    ( ) Os países que estão realizando a transição para a energia renovável, como a Alemanha, têm vantagens, porque os preços das fontes alternativas tornam-se competitivos.

    As afirmações são, respectivamente,

    Escolha uma alternativa para a questão 36cdfc95-42
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    According to the information in the article, Kartik Sunagar and Yehu Moran
    Escolha uma alternativa para a questão 36bb4b97-42
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    According to the information in the article, which of the following is most likely to happen when a venomous animal group enters a new habitat?
    Escolha uma alternativa para a questão 36b8cc64-42
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    With respect to evolutionary pressure, which of the following is most supported by the information in the article?
    Escolha uma alternativa para a questão 36b5f65f-42
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    With respect to Henriette Reker, which of the following is most supported by the information in the article?
    Escolha uma alternativa para a questão 36a65454-42
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    According to the information in the article, which of the following is a strange aspect of what happened in Cologne on New Year’s Eve?
    Escolha uma alternativa para a questão 369e0b59-42
  • Linguagens

    Português

     Nova canção do exílio

                                          Um sabiá

                                          na palmeira, longe.

                                         Estas aves cantam

                                         um outro canto.


                                         O céu cintila

                                         sobre flores úmidas.

                                         Vozes na mata,

                                         e o maior amor.


                                         Só, na noite,

                                         seria feliz:

                                         um sabiá,

                                         na palmeira, longe.


                                         Onde é tudo belo

                                         e fantástico,

                                         só, na noite,

                                         seria feliz.

                                         (Um sabiá,

                                         na palmeira, longe.)


                                         Ainda um grito de vida e

                                         voltar

                                         para onde é tudo belo

                                         e fantástico:

                                         a palmeira, o sabiá,

                                         o longe.


                                        Carlos Drummond de Andrade, A rosa do povo. 


    Da “Canção do exílio”, de Gonçalves Dias, o poema de Drummond conserva, sobretudo, 

    Escolha uma alternativa para a questão 36967e49-42
  • Linguagens

    Português

                                         Nova canção do exílio

                                          Um sabiá

                                          na palmeira, longe.

                                         Estas aves cantam

                                         um outro canto.


                                         O céu cintila

                                         sobre flores úmidas.

                                         Vozes na mata,

                                         e o maior amor.


                                         Só, na noite,

                                         seria feliz:

                                         um sabiá,

                                         na palmeira, longe.


                                         Onde é tudo belo

                                         e fantástico,

                                         só, na noite,

                                         seria feliz.

                                         (Um sabiá,

                                         na palmeira, longe.)


                                         Ainda um grito de vida e

                                         voltar

                                         para onde é tudo belo

                                         e fantástico:

                                         a palmeira, o sabiá,

                                         o longe.

                                         

                                         Carlos Drummond de Andrade, A rosa do povo. 


    0 sentido do poema depende, em boa medida, do reconhecimento de que, em sua composição, o autor se vale de uma relação intertextual com a “Canção do exílio”, de Gonçalves Dias. 0 que viabiliza a escolha do poema gonçalvino como referência intertextual é, em primeiro lugar, o fato de ele ser 

    Escolha uma alternativa para a questão 3693c92e-42
  • Linguagens

    Português

          Em uma outra casinha do cortiço acabava de estalar uma nova sobremesa, engrossando o barulho geral: era o jantar de um grupo de italianos mascates, onde o Delporto, o Pompeo, o Francesco e o Andrea representavam as principais figuras. Todos eles cantavam em coro, mais afinados que nas outras duas casas; quase, porém, que se lhes não podia ouvir as vozes, tantas e tão estrondosas eram as pragas que soltavam ao mesmo tempo. De quando em quando, de entre o grosso e macho vozear dos homens, esguichava um falsete feminino, tão estridente que provocava réplica aos papagaios e aos perus da vizinhança. E, daqui e dali, iam rebentando novas algazarras em grupos formados cá e lá pela estalagem. Havia nos operários e nos trabalhadores decidida disposição para pandegar, para aproveitar bem, até ao fim, aquele dia de folga. A casa de pasto fermentava revolucionada, como um estômago de bêbado depois de grande bródio, e arrotava sobre o pátio uma baforada quente e ruidosa que entontecia.

                                                                                                 Aluísio Azevedo, O cortiço. 

    A crítica literária costuma observar que, em O cortiço, considerado como um todo, ocorre uma espécie de ampla personificação, na medida em que, convertido em um único ente, o próprio cortiço figurado na obra seria sua personagem principal. Esse mesmo processo de personificação ocorre, em escala menor, no seguinte trecho do texto: 

    Escolha uma alternativa para a questão 368e7400-42
  • Linguagens

    Português

          Em uma outra casinha do cortiço acabava de estalar uma nova sobremesa, engrossando o barulho geral: era o jantar de um grupo de italianos mascates, onde o Delporto, o Pompeo, o Francesco e o Andrea representavam as principais figuras. Todos eles cantavam em coro, mais afinados que nas outras duas casas; quase, porém, que se lhes não podia ouvir as vozes, tantas e tão estrondosas eram as pragas que soltavam ao mesmo tempo. De quando em quando, de entre o grosso e macho vozear dos homens, esguichava um falsete feminino, tão estridente que provocava réplica aos papagaios e aos perus da vizinhança. E, daqui e dali, iam rebentando novas algazarras em grupos formados cá e lá pela estalagem. Havia nos operários e nos trabalhadores decidida disposição para pandegar, para aproveitar bem, até ao fim, aquele dia de folga. A casa de pasto fermentava revolucionada, como um estômago de bêbado depois de grande bródio, e arrotava sobre o pátio uma baforada quente e ruidosa que entontecia.

                                                                                                 Aluísio Azevedo, O cortiço. 

    Bastante notável no texto, a grande quantidade de anotações oriundas da percepção dos sentidos (no caso, sobretudo o da audição), constitui 

    Escolha uma alternativa para a questão 368bdfa9-42
  • Linguagens

    Português

           - A excelentíssima, declarou Seu Ribeiro, entende de escrituração.

          Seu Ribeiro morava aqui, trabalhava comigo, mas não gostava de mim. Creio que não gostava de ninguém. Tudo nele se voltava para o lugarejo que se transformou em cidade e que tinha, há meio século, bolandeira, terços, candeias de azeite e adivinhações em noites de São João. Com mais de setenta anos, andava a pé, de preferência pelas veredas. E só falava ao telefone constrangido. Odiava a época em que vivia, mas tirava-se de dificuldades empregando uns modos cerimoniosos e expressões que hoje não se usam. O reduzido calor que ainda guardava servia para aquecer aqueles livros grossos, de cantos e lombadas de couro. Escrevia neles com amor lançamentos complicados, e gastava quinze minutos para abrir um título, em letras grandes e curvas, um pouco trêmulas, as iniciais cheias de enfeites.

         - Entende muito, continuou. E embora eu não concorde integralmente com o método que preconiza, reconheço que poderá, querendo, encarregar-se da escrita.

            - Obrigada.

          - Não há de quê. A excelentíssima conhece a matéria e tem caligrafia. Eu sou uma ruína. Qualquer dia destes ...

                                                                                                         Graciliano Ramos, São Bernardo.


    Na frase “E embora eu não concorde integralmente com o método que preconiza”, os termos sublinhados podem ser substituídos, sem alteração de sentido, por: 
    Escolha uma alternativa para a questão 36891a02-42
  • Linguagens

    Português

           - A excelentíssima, declarou Seu Ribeiro, entende de escrituração.

          Seu Ribeiro morava aqui, trabalhava comigo, mas não gostava de mim. Creio que não gostava de ninguém. Tudo nele se voltava para o lugarejo que se transformou em cidade e que tinha, há meio século, bolandeira, terços, candeias de azeite e adivinhações em noites de São João. Com mais de setenta anos, andava a pé, de preferência pelas veredas. E só falava ao telefone constrangido. Odiava a época em que vivia, mas tirava-se de dificuldades empregando uns modos cerimoniosos e expressões que hoje não se usam. O reduzido calor que ainda guardava servia para aquecer aqueles livros grossos, de cantos e lombadas de couro. Escrevia neles com amor lançamentos complicados, e gastava quinze minutos para abrir um título, em letras grandes e curvas, um pouco trêmulas, as iniciais cheias de enfeites.

         - Entende muito, continuou. E embora eu não concorde integralmente com o método que preconiza, reconheço que poderá, querendo, encarregar-se da escrita.

            - Obrigada.

          - Não há de quê. A excelentíssima conhece a matéria e tem caligrafia. Eu sou uma ruína. Qualquer dia destes ...

                                                                                                         Graciliano Ramos, São Bernardo. 


    As informações contidas no texto, consideradas no contexto de São Bernardo, indicam como importante coordenada histórico-social dessa obra o processo de 
    Escolha uma alternativa para a questão 36814dba-42
  • Linguagens

    Português

           Por que o senhor não escreve coisas poéticas, soltas, gostosas? As crônicas, antigamente, nos deixavam mais leves, de bem com a vida e o mundo. Agora, tudo o que a gente lê nos leva para baixo. Está difícil de suportar. Escrevo na manhã de um domingo. Sete horas. Aquele sol que nos tem castigado, começava a dar sinais de ardência profunda. Olhei pela porta de vidro do terraço e descobri, maravilhado e feliz, que a pitangueira plantada em vaso, que chegou há dois anos, estava repleta de frutos vermelhos, reluzentes, envernizados. Os primeiros. Fiquei admirado. Os pássaros não tinham descoberto? Aquelas frutinhas tinham se salvado? Chupei uma, duas três, queria todas, mas precisava guardar para a família, afinal, eram as primeiras. Pitanga, coisa de infância, do interior. Uma das frutas mais sofisticadas do Brasil, a meu ver. Antigamente, quando viajávamos pela Varig, ao sair do Recife, recebíamos um copo de suco fresco de pitanga, perfumado. Dia desses, Maria Eduarda, amiga pernambucana, me disse: “Você está chegando aqui, sabemos que gosta de vinhos. Que vinho prefere?”. E eu: “Nenhum! Quero suco de pitanga”. Maria Eduarda: “Pois vai tomar das pitangas do pomar de meu pai, Cornélio”. Foi uma celebração!

          Esta é a pitada de poesia que encontrei neste momento. Mas ficaram em minha mente essas perguntas cotidianas que todos estão fazendo. Ouço no dia a dia, pela manhã ao comprar o pão e o leite, no supermercado, no bar, numa escola, na livraria, ao entrar no cinema. Ouvi agora, ao percorrer cinco cidades do litoral (...). Jovens e mais velhos, acreditando que o escritor tem as respostas, me olhavam: “O senhor acha que a gente sai dessa?”. Só consegui dizer: “Não sei e acho que ninguém sabe”.

                                                         Ignácio de Loyola Brandão, O Estado de S. Paulo, 02/10/2015. 



    O trecho em que se pode apontar a elipse de um substantivo anteriormente mencionado é: 
    Escolha uma alternativa para a questão 367c18b1-42
  • Linguagens

    Português

           Por que o senhor não escreve coisas poéticas, soltas, gostosas? As crônicas, antigamente, nos deixavam mais leves, de bem com a vida e o mundo. Agora, tudo o que a gente lê nos leva para baixo. Está difícil de suportar. Escrevo na manhã de um domingo. Sete horas. Aquele sol que nos tem castigado, começava a dar sinais de ardência profunda. Olhei pela porta de vidro do terraço e descobri, maravilhado e feliz, que a pitangueira plantada em vaso, que chegou há dois anos, estava repleta de frutos vermelhos, reluzentes, envernizados. Os primeiros. Fiquei admirado. Os pássaros não tinham descoberto? Aquelas frutinhas tinham se salvado? Chupei uma, duas três, queria todas, mas precisava guardar para a família, afinal, eram as primeiras. Pitanga, coisa de infância, do interior. Uma das frutas mais sofisticadas do Brasil, a meu ver. Antigamente, quando viajávamos pela Varig, ao sair do Recife, recebíamos um copo de suco fresco de pitanga, perfumado. Dia desses, Maria Eduarda, amiga pernambucana, me disse: “Você está chegando aqui, sabemos que gosta de vinhos. Que vinho prefere?”. E eu: “Nenhum! Quero suco de pitanga”. Maria Eduarda: “Pois vai tomar das pitangas do pomar de meu pai, Cornélio”. Foi uma celebração!

          Esta é a pitada de poesia que encontrei neste momento. Mas ficaram em minha mente essas perguntas cotidianas que todos estão fazendo. Ouço no dia a dia, pela manhã ao comprar o pão e o leite, no supermercado, no bar, numa escola, na livraria, ao entrar no cinema. Ouvi agora, ao percorrer cinco cidades do litoral (...). Jovens e mais velhos, acreditando que o escritor tem as respostas, me olhavam: “O senhor acha que a gente sai dessa?”. Só consegui dizer: “Não sei e acho que ninguém sabe”.

                                                         Ignácio de Loyola Brandão, O Estado de S. Paulo, 02/10/2015. 



    Sobre os procedimentos do autor quanto aos recursos de construção, a única afirmação que NÃO está correta é:
    Escolha uma alternativa para a questão 36798d0d-42
  • Linguagens

    Português

           Por que o senhor não escreve coisas poéticas, soltas, gostosas? As crônicas, antigamente, nos deixavam mais leves, de bem com a vida e o mundo. Agora, tudo o que a gente lê nos leva para baixo. Está difícil de suportar. Escrevo na manhã de um domingo. Sete horas. Aquele sol que nos tem castigado, começava a dar sinais de ardência profunda. Olhei pela porta de vidro do terraço e descobri, maravilhado e feliz, que a pitangueira plantada em vaso, que chegou há dois anos, estava repleta de frutos vermelhos, reluzentes, envernizados. Os primeiros. Fiquei admirado. Os pássaros não tinham descoberto? Aquelas frutinhas tinham se salvado? Chupei uma, duas três, queria todas, mas precisava guardar para a família, afinal, eram as primeiras. Pitanga, coisa de infância, do interior. Uma das frutas mais sofisticadas do Brasil, a meu ver. Antigamente, quando viajávamos pela Varig, ao sair do Recife, recebíamos um copo de suco fresco de pitanga, perfumado. Dia desses, Maria Eduarda, amiga pernambucana, me disse: “Você está chegando aqui, sabemos que gosta de vinhos. Que vinho prefere?”. E eu: “Nenhum! Quero suco de pitanga”. Maria Eduarda: “Pois vai tomar das pitangas do pomar de meu pai, Cornélio”. Foi uma celebração!

          Esta é a pitada de poesia que encontrei neste momento. Mas ficaram em minha mente essas perguntas cotidianas que todos estão fazendo. Ouço no dia a dia, pela manhã ao comprar o pão e o leite, no supermercado, no bar, numa escola, na livraria, ao entrar no cinema. Ouvi agora, ao percorrer cinco cidades do litoral (...). Jovens e mais velhos, acreditando que o escritor tem as respostas, me olhavam: “O senhor acha que a gente sai dessa?”. Só consegui dizer: “Não sei e acho que ninguém sabe”.

                                                         Ignácio de Loyola Brandão, O Estado de S. Paulo, 02/10/2015. 


    Está de acordo com o texto a seguinte afirmação:  
    Escolha uma alternativa para a questão 36770190-42