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58.062 questões encontradas. Mostrando a página 1793 de 2904.
F5F5A4B6-D8 TEXTO IVQuando me apaixonoesse ar de abandono me toma a caracão sem dono, fala amara,não tenho mais sononão quero comida.O desejome escancara pra vida.(ELIMACUXI. Amor para quem odeia. Boa Vista: Série Máfia do Verso 3, 2013.)Assinale a alternativa FALSA, a partir do TEXTO IV.F5F13F1F-D8 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual de Roraima · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO IVQuando me apaixonoesse ar de abandono me toma a caracão sem dono, fala amara,não tenho mais sononão quero comida.O desejome escancara pra vida.(ELIMACUXI. Amor para quem odeia. Boa Vista: Série Máfia do Verso 3, 2013.)Assinale a alternativa VERDADEIRA, a partir do TEXTO IV.F5ECFE1D-D8 Português
Análise sintáticaUniversidade Estadual de Roraima · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO III
Ela se despiu como quem vestia a pele.Yara saiu dos rios e seduziu o pescador.Fizeram amor toda noite na areia,na canoa, dentro do Uraricoera.havia puçanga* em seu corpo,havia urucum em seus lábios, jenipapo no corpo,um redemoinho no ventre.Ela o estrangulou ao amanhecer esaiu com um filho no ventre.*Poção mágica utilizada pelos indígenas. (FIOROTTI, Devair. Livro dos amores. São Paulo: Patuá, 2014.)
Assinale a alternativa FALSA, a partir do TEXTO III.F5E8A183-D8 Português
Denotação e ConotaçãoUniversidade Estadual de Roraima · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO III
Ela se despiu como quem vestia a pele.Yara saiu dos rios e seduziu o pescador.Fizeram amor toda noite na areia,na canoa, dentro do Uraricoera.havia puçanga* em seu corpo,havia urucum em seus lábios, jenipapo no corpo,um redemoinho no ventre.Ela o estrangulou ao amanhecer esaiu com um filho no ventre.*Poção mágica utilizada pelos indígenas. (FIOROTTI, Devair. Livro dos amores. São Paulo: Patuá, 2014.)
Assinale a alternativa FALSA, a partir dos TEXTOS I, II e III.F5E48527-D8 Português
MorfologiaUniversidade Estadual de Roraima · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO III
Ela se despiu como quem vestia a pele.Yara saiu dos rios e seduziu o pescador.Fizeram amor toda noite na areia,na canoa, dentro do Uraricoera.havia puçanga* em seu corpo,havia urucum em seus lábios, jenipapo no corpo,um redemoinho no ventre.Ela o estrangulou ao amanhecer esaiu com um filho no ventre.*Poção mágica utilizada pelos indígenas. (FIOROTTI, Devair. Livro dos amores. São Paulo: Patuá, 2014.)
Assinale a alternativa VERDADEIRA, a partir de "Ela o estrangulou ao amanhecer".F5E0B493-D8 Português
Análise sintáticaUniversidade Estadual de Roraima · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO III
Ela se despiu como quem vestia a pele.Yara saiu dos rios e seduziu o pescador.Fizeram amor toda noite na areia,na canoa, dentro do Uraricoera.havia puçanga* em seu corpo,havia urucum em seus lábios, jenipapo no corpo,um redemoinho no ventre.Ela o estrangulou ao amanhecer esaiu com um filho no ventre.*Poção mágica utilizada pelos indígenas. (FIOROTTI, Devair. Livro dos amores. São Paulo: Patuá, 2014.)
Assinale a alternativa FALSA, a partir do TEXTO III.F5D911E8-D8 Português
Análise sintáticaUniversidade Estadual de Roraima · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO II
Senhoras e senhores
Assinale a alternativa VERDADEIRA, a partir do TEXTO II.
vão emboras
por favores.
A fera
não tolera
sofredores.
(ANTUNES, Arnaldo. N. d. a. São Paulo: Iluminuras, 2010.)F5D4E5CB-D8 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual de Roraima · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO II
Senhoras e senhores
Assinale a alternativa FALSA, a partir do TEXTO II.
vão emboras
por favores.
A fera
não tolera
sofredores.
(ANTUNES, Arnaldo. N. d. a. São Paulo: Iluminuras, 2010.)F5D074EB-D8 Português
MorfologiaUniversidade Estadual de Roraima · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO II
Senhoras e senhores
Assinale a alternativa VERDADEIRA, a partir do TEXTO II.
vão emboras
por favores.
A fera
não tolera
sofredores.
(ANTUNES, Arnaldo. N. d. a. São Paulo: Iluminuras, 2010.)F5C8A3DE-D8 Português
Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)Universidade Estadual de Roraima · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO I
ERRO POÉTICO
Rosa-se quintal
(PEREZ, Marcelo. Ainda se estivesse faltando pedaços. Série Máfia do Verso V 4. Boa Vista, 2014.)
Assinale a alternativa VERDADEIRA, a partir do TEXTO I.F5BDE5F5-D8 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual de Roraima · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO I
ERRO POÉTICO
Rosa-se quintal
(PEREZ, Marcelo. Ainda se estivesse faltando pedaços. Série Máfia do Verso V 4. Boa Vista, 2014.)
Assinale a alternativa FALSA, a partir do texto ID9248965-D8 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
W.H.O. calls ‘vaccine hesitancy’ an increasing concern globally
Rick Gladstone
August 18, 2015
The World Health Organization warned Tuesday of what it called the growing problem of “vaccine hesitancy,” when people delay or refuse vaccines for themselves or their children. In a statement on its website, the organization called the problem “a growing challenge for countries seeking to close the immunization gap.” Globally, the organization said, one in five children still do not receive routine lifesaving immunizations, and 1.5 million children die each year of diseases that could have been thwarted by vaccines.
(www.nytimes.com)
No trecho do texto “1.5 million children die each year of diseases that could have been thwarted by vaccines”, o termo em destaque indica uma ideia deD909F340-D8 Inglês
Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctionsFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
Social life in youth may impact health decades later
Robert Preidt
August 6, 2015

Having good social connections at age 20 can lead to improved well-being later in life, a new study suggests. Previous research has shown that people with poor social links are at increased risk for early death. “In fact, having few social connections is equivalent to tobacco use, and [the risk is] higher than for those who drink excessive amounts of alcohol, or who suffer from obesity,” study author Cheryl Carmichael, who conducted the study while a doctoral candidate at the University of Rochester in New York, said in a university news release.
The study included 133 people who enrolled when they were 20-year-old college students in the 1970s. The participants kept track of their daily social interactions at ages 20 and 30. At age 50, they completed an online survey about the quality of their social lives and emotional well-being, including questions about loneliness and depression, and their relationships with close friends.
The findings showed that frequent social interactions at age 20 and good-quality relationships – defined as intimate and satisfying – at age 30 were associated with higher levels of well-being at age 50. The study findings were published in a recent issue of the journal Psychology and Aging.
A high number of social interactions at age 20 are beneficial later in life because they help young adults determine who they are, the researchers said. “It’s often around this age that we meet people from diverse backgrounds, with opinions and values that are different from our own, and we learn how to best manage those differences,” said Carmichael, now an assistant professor of psychology at Brooklyn College. “Considering everything else that goes on in life over those 30 years – marriage, raising a family and building a career – it is extraordinary that there appears to be a relationship between the kinds of interactions college students and young adults have and their emotional health later in life,” she concluded.
(www.nlm.nih.gov)
No trecho do primeiro parágrafo “who conducted the study while a doctoral candidate”, o termo em destaque tem o sentido deD906D8E9-D8 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
Social life in youth may impact health decades later
Robert Preidt
August 6, 2015

Having good social connections at age 20 can lead to improved well-being later in life, a new study suggests. Previous research has shown that people with poor social links are at increased risk for early death. “In fact, having few social connections is equivalent to tobacco use, and [the risk is] higher than for those who drink excessive amounts of alcohol, or who suffer from obesity,” study author Cheryl Carmichael, who conducted the study while a doctoral candidate at the University of Rochester in New York, said in a university news release.
The study included 133 people who enrolled when they were 20-year-old college students in the 1970s. The participants kept track of their daily social interactions at ages 20 and 30. At age 50, they completed an online survey about the quality of their social lives and emotional well-being, including questions about loneliness and depression, and their relationships with close friends.
The findings showed that frequent social interactions at age 20 and good-quality relationships – defined as intimate and satisfying – at age 30 were associated with higher levels of well-being at age 50. The study findings were published in a recent issue of the journal Psychology and Aging.
A high number of social interactions at age 20 are beneficial later in life because they help young adults determine who they are, the researchers said. “It’s often around this age that we meet people from diverse backgrounds, with opinions and values that are different from our own, and we learn how to best manage those differences,” said Carmichael, now an assistant professor of psychology at Brooklyn College. “Considering everything else that goes on in life over those 30 years – marriage, raising a family and building a career – it is extraordinary that there appears to be a relationship between the kinds of interactions college students and young adults have and their emotional health later in life,” she concluded.
(www.nlm.nih.gov)
According to the first paragraph, people with poor social linksD9035AE1-D8 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
Social life in youth may impact health decades later
Robert Preidt
August 6, 2015

Having good social connections at age 20 can lead to improved well-being later in life, a new study suggests. Previous research has shown that people with poor social links are at increased risk for early death. “In fact, having few social connections is equivalent to tobacco use, and [the risk is] higher than for those who drink excessive amounts of alcohol, or who suffer from obesity,” study author Cheryl Carmichael, who conducted the study while a doctoral candidate at the University of Rochester in New York, said in a university news release.
The study included 133 people who enrolled when they were 20-year-old college students in the 1970s. The participants kept track of their daily social interactions at ages 20 and 30. At age 50, they completed an online survey about the quality of their social lives and emotional well-being, including questions about loneliness and depression, and their relationships with close friends.
The findings showed that frequent social interactions at age 20 and good-quality relationships – defined as intimate and satisfying – at age 30 were associated with higher levels of well-being at age 50. The study findings were published in a recent issue of the journal Psychology and Aging.
A high number of social interactions at age 20 are beneficial later in life because they help young adults determine who they are, the researchers said. “It’s often around this age that we meet people from diverse backgrounds, with opinions and values that are different from our own, and we learn how to best manage those differences,” said Carmichael, now an assistant professor of psychology at Brooklyn College. “Considering everything else that goes on in life over those 30 years – marriage, raising a family and building a career – it is extraordinary that there appears to be a relationship between the kinds of interactions college students and young adults have and their emotional health later in life,” she concluded.
(www.nlm.nih.gov)
O estudo mencionado no textoD90001B7-D8 Português
Interpretação de TextosFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o poema de Álvares de Azevedo para responder à questão.Se eu morresse amanhã!Se eu morresse amanhã, viria ao menosFechar meus olhos minha triste irmã;Minha mãe de saudades morreriaSe eu morresse amanhã!Quanta glória pressinto em meu futuro!Que aurora de porvir e que manhã!Eu perdera chorando essas coroasSe eu morresse amanhã!Que sol! que céu azul! que doce n’alvaAcorda a natureza mais louçã!Não me batera tanto amor no peito,Se eu morresse amanhã!Mas essa dor da vida que devoraA ânsia de glória, o dolorido afã…A dor no peito emudecera ao menosSe eu morresse amanhã!(Lira dos vinte anos, 2000.)Uma característica do eu lírico do poema éD8FC7F50-D8 Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o poema de Álvares de Azevedo para responder à questão.Se eu morresse amanhã!Se eu morresse amanhã, viria ao menosFechar meus olhos minha triste irmã;Minha mãe de saudades morreriaSe eu morresse amanhã!Quanta glória pressinto em meu futuro!Que aurora de porvir e que manhã!Eu perdera chorando essas coroasSe eu morresse amanhã!Que sol! que céu azul! que doce n’alvaAcorda a natureza mais louçã!Não me batera tanto amor no peito,Se eu morresse amanhã!Mas essa dor da vida que devoraA ânsia de glória, o dolorido afã…A dor no peito emudecera ao menosSe eu morresse amanhã!(Lira dos vinte anos, 2000.)O poema apresenta características que permitem situá-loD8F8EDE1-D8 Português
Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do conto “As caridades odiosas”, de Clarice Lispector, para responder à questão.Foi uma tarde de sensibilidade ou de suscetibilidade? Eu passava pela rua depressa, emaranhada nos meus pensamentos, como às vezes acontece. Foi quando meu vestido me reteve: alguma coisa se enganchara na minha saia. Voltei-me e vi que se tratava de uma mão pequena e escura. Pertencia a um menino a que a sujeira e o sangue interno davam um tom quente de pele. O menino estava de pé no degrau da grande confeitaria. Seus olhos, mais do que suas palavras meio engolidas, informavam-me de sua paciente aflição. Paciente demais. Percebi vagamente um pedido, antes de compreender o seu sentido concreto. Um pouco aturdida eu o olhava, ainda em dúvida se fora a mão da criança o que me ceifara os pensamentos.– Um doce, moça, compre um doce para mim.Acordei finalmente. O que estivera eu pensando antes de encontrar o menino? O fato é que o pedido deste pareceu cumular uma lacuna, dar uma resposta que podia servir para qualquer pergunta, assim como uma grande chuva pode matar a sede de quem queria uns goles de água.Sem olhar para os lados, por pudor talvez, sem querer espiar as mesas da confeitaria onde possivelmente algum conhecido tomava sorvete, entrei, fui ao balcão e disse com uma dureza que só Deus sabe explicar: um doce para o menino.(A descoberta do mundo, 1999.)“Percebi vagamente um pedido.” (1° parágrafo)
Na voz passiva, sem alteração de sentido, essa oração transforma-se em:
D8F56BCC-D8 Português
MorfologiaFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do conto “As caridades odiosas”, de Clarice Lispector, para responder à questão.Foi uma tarde de sensibilidade ou de suscetibilidade? Eu passava pela rua depressa, emaranhada nos meus pensamentos, como às vezes acontece. Foi quando meu vestido me reteve: alguma coisa se enganchara na minha saia. Voltei-me e vi que se tratava de uma mão pequena e escura. Pertencia a um menino a que a sujeira e o sangue interno davam um tom quente de pele. O menino estava de pé no degrau da grande confeitaria. Seus olhos, mais do que suas palavras meio engolidas, informavam-me de sua paciente aflição. Paciente demais. Percebi vagamente um pedido, antes de compreender o seu sentido concreto. Um pouco aturdida eu o olhava, ainda em dúvida se fora a mão da criança o que me ceifara os pensamentos.– Um doce, moça, compre um doce para mim.Acordei finalmente. O que estivera eu pensando antes de encontrar o menino? O fato é que o pedido deste pareceu cumular uma lacuna, dar uma resposta que podia servir para qualquer pergunta, assim como uma grande chuva pode matar a sede de quem queria uns goles de água.Sem olhar para os lados, por pudor talvez, sem querer espiar as mesas da confeitaria onde possivelmente algum conhecido tomava sorvete, entrei, fui ao balcão e disse com uma dureza que só Deus sabe explicar: um doce para o menino.(A descoberta do mundo, 1999.)“Sem olhar para os lados, por pudor talvez, sem querer espiar as mesas da confeitaria onde possivelmente algum conhecido tomava sorvete” (4° parágrafo)A preposição destacada assume valor semântico semelhante ao que se verifica na frase:D8F17008-D8 Português
Interpretação de TextosFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do conto “As caridades odiosas”, de Clarice Lispector, para responder à questão.Foi uma tarde de sensibilidade ou de suscetibilidade? Eu passava pela rua depressa, emaranhada nos meus pensamentos, como às vezes acontece. Foi quando meu vestido me reteve: alguma coisa se enganchara na minha saia. Voltei-me e vi que se tratava de uma mão pequena e escura. Pertencia a um menino a que a sujeira e o sangue interno davam um tom quente de pele. O menino estava de pé no degrau da grande confeitaria. Seus olhos, mais do que suas palavras meio engolidas, informavam-me de sua paciente aflição. Paciente demais. Percebi vagamente um pedido, antes de compreender o seu sentido concreto. Um pouco aturdida eu o olhava, ainda em dúvida se fora a mão da criança o que me ceifara os pensamentos.– Um doce, moça, compre um doce para mim.Acordei finalmente. O que estivera eu pensando antes de encontrar o menino? O fato é que o pedido deste pareceu cumular uma lacuna, dar uma resposta que podia servir para qualquer pergunta, assim como uma grande chuva pode matar a sede de quem queria uns goles de água.Sem olhar para os lados, por pudor talvez, sem querer espiar as mesas da confeitaria onde possivelmente algum conhecido tomava sorvete, entrei, fui ao balcão e disse com uma dureza que só Deus sabe explicar: um doce para o menino.(A descoberta do mundo, 1999.)“assim como uma grande chuva pode matar a sede de quem queria uns goles de água.” (3° parágrafo)A imagem literária presente nessa passagem exprime uma comparação baseada