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A34879BE-EA A voz da mulher atraiu tanta gente, que fugi da casa do meu professor e fui para a beira do Amazonas. Uma índia, uma das tapuias da cidade, falava e apontava o rio. Não lembro o desenho da pintura no rosto dela; a cor dos traços, sim: vermelha, sumo de urucum. Na tarde úmida, um arco-íris parecia uma serpente abraçando o céu e a água. Florita foi atrás de mim e começou a traduzir o que a mulher falava em língua indígena; traduzia umas frases e ficava em silêncio, desconfiada. Duvidava das palavras que traduzia. Ou da voz. Dizia que tinha se afastado do marido porque ele vivia caçando e andando por aí, deixando-a sozinha na Aldeia. Até o dia em que foi atraída por um ser encantado. Agora ia morar com o amante, lá no fundo das águas.(HATOUM, M. Órfãos do Eldorado. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.)A leitura do romance permite interpretar essa passagem comoA3455CB3-EA Português
Interpretação de TextosUNIR · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: A partir da leitura de O rio comanda a vida, de Leandro Tocantins, responda:Em relação à análise de Tocantins sobre as lendas pesquisadas, marque a afirmativa INCORRETA.A33F91D8-EA Literatura
EstilísticaUNIR · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: A partir da leitura de O rio comanda a vida, de Leandro Tocantins, responda:A respeito da obra, seu gênero e estilo, assinale a afirmativa correta.A33C3F05-EA Literatura
Gêneros LiteráriosUNIR · 2010Entre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: A partir da leitura de Galvez, imperador do Acre, de Márcio de Souza, responda:Em relação à construção do romance, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.( ) A narrativa é organizada em quatro capítulos nomeados de acordo com o espaço em que se passa a história.( ) Tópicos curtos apresentam as peripécias de Galvez no Brasil, intercaladas por relatos de suas aventuras anteriores e descrições do contexto histórico.( ) O tom cômico da obra é abandonado nas passagens que trazem eventos de morte, doença, ou loucura.( ) Revela uma vertente metatextual: volta-se para sua feitura e comenta a literatura, de modo geral.( ) O narrador é interrompido por uma segunda voz que coloca em questão a veracidade de alguns fatos.( ) As personagens femininas são sedutoras, mas submissas, sua atuação não contribui para o desenrolar da ação.Assinale a sequência correta.
A33811EB-EA Português
Interpretação de TextosUNIR · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: A partir da leitura de Galvez, imperador do Acre, de Márcio de Souza, responda:Assinale a alternativa que apresenta evento sobre o Acre narrado na obra.A3348FA8-EA Literatura
Escolas LiteráriasUNIR · 2010Entre para guardar nos favoritosVila Rica
O ouro fulvo do ocaso as velhas casas cobre;
Sangram, em laivos de ouro, as minas, que ambição
Na torturada entranha abriu da terra nobre:
E cada cicatriz brilha como um brasão.
O ângelus plange ao longe em doloroso dobre,
O último ouro de sol morre na cerração.
E, austero, amortalhando a urbe gloriosa e pobre,
O crepúsculo cai como uma extrema-unção.
Agora, para além do cerro, o céu parece
Feito de um ouro ancião, que o tempo enegreceu...
A neblina, roçando o chão, cicia, em prece,
Como uma procissão espectral que se move...
Dobra o sino... Soluça um verso de Dirceu...
Sobre a triste Ouro Preto o ouro dos astros chove.
(BILAC, O. Poesias. São Paulo: Ed. Martim Claret, 2002.)
Cerro – monte, serra
Ciciar – sussurrar Fulvo – dourado,
louro Laivo – mancha
Urbe – cidade
Cancioneiro da Inconfidência(Excerto Canto XXXI)
Por aqui passava um homem
– e como o povo se ria! –
que reformava este mundo
de cima da montaria.
Tinha um machinho rosilho.
Tinha um machinho castanho.
Dizia: „Não se conhece
país tamanho!‟ „
Do Caeté a Vila Rica,
tudo ouro e cobre!
O que é nosso, vão levando...
E o povo aqui sempre pobre!‟
Por aqui passava um homem
– e como o povo se ria! –
que não passava de Alferes
de cavalaria!
„Quando eu voltar – afirmava –
outro haverá que comande.
Tudo isto vai levar volta,
e eu serei grande!‟
„Faremos a mesma coisa
que fez a América Inglesa!‟
E bradava: "Há de ser nossa
tanta riqueza!"
Por aqui passava um homem
– e como o povo se ria! –
„Liberdade ainda que tarde‟
nos prometia.
(MEIRELES, C. Obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar S.A., 1987.)
Sobre o poema Cancioneiro da Inconfidência, analise as afirmativas a seguir.I - O poema mescla dois tempos: o dos eventos relatados e o do presente do sujeito lírico, conforme comprovam os tempos verbais em Por aqui passava um homem / - e como o povo se ria! -II - O sujeito poético se identifica aos recebedores da promessa da personagem, Liberdade ainda que tarde / nos prometia.III - Cancioneiro da Inconfidência é fruto da veia simbolista de Cecília Meireles, marcada pelo vago e impreciso, pela busca de transcendência.IV - A descrição de Tiradentes é interrompida pelo comentário: - e como o povo se ria! - que mostra a ambiguidade no processo de torná-lo herói.
Estão corretas as afirmativasA330CD38-EA Português
Interpretação de TextosUNIR · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritosVila Rica
O ouro fulvo do ocaso as velhas casas cobre;
Sangram, em laivos de ouro, as minas, que ambição
Na torturada entranha abriu da terra nobre:
E cada cicatriz brilha como um brasão.
O ângelus plange ao longe em doloroso dobre,
O último ouro de sol morre na cerração.
E, austero, amortalhando a urbe gloriosa e pobre,
O crepúsculo cai como uma extrema-unção.
Agora, para além do cerro, o céu parece
Feito de um ouro ancião, que o tempo enegreceu...
A neblina, roçando o chão, cicia, em prece,
Como uma procissão espectral que se move...
Dobra o sino... Soluça um verso de Dirceu...
Sobre a triste Ouro Preto o ouro dos astros chove.
(BILAC, O. Poesias. São Paulo: Ed. Martim Claret, 2002.)
Cerro – monte, serra
Ciciar – sussurrar Fulvo – dourado,
louro Laivo – mancha
Urbe – cidade
Cancioneiro da Inconfidência(Excerto Canto XXXI)
Por aqui passava um homem
– e como o povo se ria! –
que reformava este mundo
de cima da montaria.
Tinha um machinho rosilho.
Tinha um machinho castanho.
Dizia: „Não se conhece
país tamanho!‟ „
Do Caeté a Vila Rica,
tudo ouro e cobre!
O que é nosso, vão levando...
E o povo aqui sempre pobre!‟
Por aqui passava um homem
– e como o povo se ria! –
que não passava de Alferes
de cavalaria!
„Quando eu voltar – afirmava –
outro haverá que comande.
Tudo isto vai levar volta,
e eu serei grande!‟
„Faremos a mesma coisa
que fez a América Inglesa!‟
E bradava: "Há de ser nossa
tanta riqueza!"
Por aqui passava um homem
– e como o povo se ria! –
„Liberdade ainda que tarde‟
nos prometia.
(MEIRELES, C. Obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar S.A., 1987.)
Assinale a alternativa que apresenta relação INCORRETA entre trecho do poema Vila Rica e a figura de linguagem dada.A32D9287-EA Literatura
Escolas LiteráriasUNIR · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritosVila Rica
O ouro fulvo do ocaso as velhas casas cobre;
Sangram, em laivos de ouro, as minas, que ambição
Na torturada entranha abriu da terra nobre:
E cada cicatriz brilha como um brasão.
O ângelus plange ao longe em doloroso dobre,
O último ouro de sol morre na cerração.
E, austero, amortalhando a urbe gloriosa e pobre,
O crepúsculo cai como uma extrema-unção.
Agora, para além do cerro, o céu parece
Feito de um ouro ancião, que o tempo enegreceu...
A neblina, roçando o chão, cicia, em prece,
Como uma procissão espectral que se move...
Dobra o sino... Soluça um verso de Dirceu...
Sobre a triste Ouro Preto o ouro dos astros chove.
(BILAC, O. Poesias. São Paulo: Ed. Martim Claret, 2002.)
Cerro – monte, serra
Ciciar – sussurrar Fulvo – dourado,
louro Laivo – mancha
Urbe – cidade
Cancioneiro da Inconfidência(Excerto Canto XXXI)
Por aqui passava um homem
– e como o povo se ria! –
que reformava este mundo
de cima da montaria.
Tinha um machinho rosilho.
Tinha um machinho castanho.
Dizia: „Não se conhece
país tamanho!‟ „
Do Caeté a Vila Rica,
tudo ouro e cobre!
O que é nosso, vão levando...
E o povo aqui sempre pobre!‟
Por aqui passava um homem
– e como o povo se ria! –
que não passava de Alferes
de cavalaria!
„Quando eu voltar – afirmava –
outro haverá que comande.
Tudo isto vai levar volta,
e eu serei grande!‟
„Faremos a mesma coisa
que fez a América Inglesa!‟
E bradava: "Há de ser nossa
tanta riqueza!"
Por aqui passava um homem
– e como o povo se ria! –
„Liberdade ainda que tarde‟
nos prometia.
(MEIRELES, C. Obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar S.A., 1987.)
Sobre a linguagem do poema Vila Rica, assinale a afirmativa correta.A32AA445-EA Literatura
Teoria LiteráriaUNIR · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritosVila Rica
O ouro fulvo do ocaso as velhas casas cobre;
Sangram, em laivos de ouro, as minas, que ambição
Na torturada entranha abriu da terra nobre:
E cada cicatriz brilha como um brasão.
O ângelus plange ao longe em doloroso dobre,
O último ouro de sol morre na cerração.
E, austero, amortalhando a urbe gloriosa e pobre,
O crepúsculo cai como uma extrema-unção.
Agora, para além do cerro, o céu parece
Feito de um ouro ancião, que o tempo enegreceu...
A neblina, roçando o chão, cicia, em prece,
Como uma procissão espectral que se move...
Dobra o sino... Soluça um verso de Dirceu...
Sobre a triste Ouro Preto o ouro dos astros chove.
(BILAC, O. Poesias. São Paulo: Ed. Martim Claret, 2002.)
Cerro – monte, serra
Ciciar – sussurrar Fulvo – dourado,
louro Laivo – mancha
Urbe – cidade
Cancioneiro da Inconfidência(Excerto Canto XXXI)
Por aqui passava um homem
– e como o povo se ria! –
que reformava este mundo
de cima da montaria.
Tinha um machinho rosilho.
Tinha um machinho castanho.
Dizia: „Não se conhece
país tamanho!‟ „
Do Caeté a Vila Rica,
tudo ouro e cobre!
O que é nosso, vão levando...
E o povo aqui sempre pobre!‟
Por aqui passava um homem
– e como o povo se ria! –
que não passava de Alferes
de cavalaria!
„Quando eu voltar – afirmava –
outro haverá que comande.
Tudo isto vai levar volta,
e eu serei grande!‟
„Faremos a mesma coisa
que fez a América Inglesa!‟
E bradava: "Há de ser nossa
tanta riqueza!"
Por aqui passava um homem
– e como o povo se ria! –
„Liberdade ainda que tarde‟
nos prometia.
(MEIRELES, C. Obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar S.A., 1987.)
Da leitura dos textos, pode-se depreender queA3276D71-EA Literatura
EstilísticaUNIR · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosNo verdô da minha idade
mode acalentá meu choro
minha vovó de bondade
falava em grandes tesôro
era história de reinado
prencesa, prinspe incantado
com feiticêra e condão
essas história ingraçada
tá selada e carimbada
dentro do meu coração
Mas porém eu sinto e vejo
que a grande sodade minha
não é só de história e bejo
da querida vovozinha
demanhazinha bem cedo
sodade dos meu brinquedo
meu bodoque e meu bornó
o meu cavalo de pau
meu pinhão, meu berimbau
e a minha carça cotó.
(Digo e não peço perdão. São Paulo: Escrituras Ed., 2002.)
Além da sonoridade (ritmo, rimas), a métrica desse poema (o número de sílabas poéticas dos versos) é traço da poesia popular oral. A métrica desses versos classifica-os comoA3246675-EA Português
Interpretação de TextosUNIR · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosNo verdô da minha idade
mode acalentá meu choro
minha vovó de bondade
falava em grandes tesôro
era história de reinado
prencesa, prinspe incantado
com feiticêra e condão
essas história ingraçada
tá selada e carimbada
dentro do meu coração
Mas porém eu sinto e vejo
que a grande sodade minha
não é só de história e bejo
da querida vovozinha
demanhazinha bem cedo
sodade dos meu brinquedo
meu bodoque e meu bornó
o meu cavalo de pau
meu pinhão, meu berimbau
e a minha carça cotó.
(Digo e não peço perdão. São Paulo: Escrituras Ed., 2002.)
Na construção do poema, o emprego da primeira pessoa marca qual traço discursivo?A321322E-EA Português
SintaxeUNIR · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosNo verdô da minha idade
mode acalentá meu choro
minha vovó de bondade
falava em grandes tesôro
era história de reinado
prencesa, prinspe incantado
com feiticêra e condão
essas história ingraçada
tá selada e carimbada
dentro do meu coração
Mas porém eu sinto e vejo
que a grande sodade minha
não é só de história e bejo
da querida vovozinha
demanhazinha bem cedo
sodade dos meu brinquedo
meu bodoque e meu bornó
o meu cavalo de pau
meu pinhão, meu berimbau
e a minha carça cotó.
(Digo e não peço perdão. São Paulo: Escrituras Ed., 2002.)
Em relação à repetição dos conectores grifados no verso Mas porém eu sinto e vejo, considere:I - Tem a finalidade de enfatizar a ideia de oposição que o eu lírico quer expressar.II - Não tem a função semântica de acrescentar outra relação de sentido.III - É modo de falar popular, sem preocupação com correção gramatical.Está correto o que se afirma emA31AA455-EA Português
Interpretação de TextosUNIR · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritosNo verdô da minha idade
mode acalentá meu choro
minha vovó de bondade
falava em grandes tesôro
era história de reinado
prencesa, prinspe incantado
com feiticêra e condão
essas história ingraçada
tá selada e carimbada
dentro do meu coração
Mas porém eu sinto e vejo
que a grande sodade minha
não é só de história e bejo
da querida vovozinha
demanhazinha bem cedo
sodade dos meu brinquedo
meu bodoque e meu bornó
o meu cavalo de pau
meu pinhão, meu berimbau
e a minha carça cotó.
(Digo e não peço perdão. São Paulo: Escrituras Ed., 2002.)
No poema, o eu lírico fala de aspectos de sua infância, com linguagem regional em registro coloquial. Assinale V para as correlações corretas entre a expressão usada no texto e o sentido dado e F para as correlações incorretas.( ) mode acalentá ➝ com a finalidade de consolar( ) verdô da minha idade ➝ idade sem medo, audaciosa( ) minha carça cotó ➝ calça larga, bombacha( ) prencesa, prinspe incantado ➝ princesa, príncipe encantadoMarque a sequência correta.A3168506-EA Português
SintaxeUNIR · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
(In CEREJA, W. e COCHAR, T. Gramática Reflexiva. São Paulo: Atual, 2009.)
O que NÃO é possível afirmar em relação ao texto?A31211AE-EA Português
Interpretação de TextosUNIR · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
(In CEREJA, W. e COCHAR, T. Gramática Reflexiva. São Paulo: Atual, 2009.)
Sobre a construção do anúncio, analise as afirmativas.I - As falas das personagens do anúncio mostram consequências em relação ao enunciado principal.II - A presença de advérbios nas falas serve para indicar a circunstância em que acontece a ação verbal.III - A relação entre a linguagem verbal e a não verbal, além de ser intencional, traz implícito um conhecimento prévio de mundo.IV - A conclamação da sociedade para o combate à dengue é revelada pela linguagem não verbal, como a presença de personagens de diferentes faixas etárias, classes sociais, sexo, profissão.Estão corretas as afirmativasA30E21C1-EA Português
Interpretação de TextosUNIR · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
(In CEREJA, W. e COCHAR, T. Gramática Reflexiva. São Paulo: Atual, 2009.)
Sobre o texto, assinale a afirmativa INCORRETA.A30986A6-EA Português
SintaxeUNIR · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosA raça humanaA raça humana éUma semana Do trabalho de DeusA raça humana é ferida acesaUma beleza, uma podridãoO fogo eterno e a morteA morte e a ressurreiçãoA raça humana éUma semanaDo trabalho de DeusA raça humana é o cristal de lágrimaDa lavra da solidãoDa mina, cujo mapaTraz na palma da mãoA raça humana éUma semanaDo trabalho de DeusA raça humana risca, rabisca, pintaA tinta, a lápis, a carvão, a gizO rosto da saudadeQue traz do GênesisDessa semana santaEntre parêntesesDesse divino oásisDa grande apoteoseDa perfeição divinaNa Grande SínteseA raça humana éUma semanaDo trabalho de Deus(GIL, Gilberto. CD Raça Humana.)
Sobre a construção sintática do texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.( ) Para conceituar a raça humana foi empregado o predicado nominal, como em A raça humana é o cristal de lágrima.( ) Verbos transitivos diretos foram empregados para indicar o que a raça humana faz, a exemplo de A raça humana risca, rabisca, pinta / A tinta, a lápis, a carvão, a giz / O rosto da saudade.( ) Na construção da metáfora em A raça humana é ferida acesa, foi usado verbo de ligação e predicativo do sujeito.( ) No refrão, a expressão de Deus funciona como complemento nominal da palavra trabalho.Assinale a sequência correta.A305B29D-EA Português
Interpretação de TextosUNIR · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritosA raça humanaA raça humana éUma semana Do trabalho de DeusA raça humana é ferida acesaUma beleza, uma podridãoO fogo eterno e a morteA morte e a ressurreiçãoA raça humana éUma semanaDo trabalho de DeusA raça humana é o cristal de lágrimaDa lavra da solidãoDa mina, cujo mapaTraz na palma da mãoA raça humana éUma semanaDo trabalho de DeusA raça humana risca, rabisca, pintaA tinta, a lápis, a carvão, a gizO rosto da saudadeQue traz do GênesisDessa semana santaEntre parêntesesDesse divino oásisDa grande apoteoseDa perfeição divinaNa Grande SínteseA raça humana éUma semanaDo trabalho de Deus(GIL, Gilberto. CD Raça Humana.)
Sobre os sentidos do texto, analise as afirmativas.I - A expressão Grande Síntese, na sétima estrofe, significa raça humana.II - Na sexta estrofe, a expressão Dessa semana santa refere-se à semana da criação do mundo.III - A metáfora em A raça humana é ferida acesa remete à morte.IV - As expressões trabalho de Deus e traz do Gênesis comprovam a abordagem mítica do tema.Estão corretas as afirmativasA300F621-EA Português
Interpretação de TextosUNIR · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritosA raça humanaA raça humana éUma semana Do trabalho de DeusA raça humana é ferida acesaUma beleza, uma podridãoO fogo eterno e a morteA morte e a ressurreiçãoA raça humana éUma semanaDo trabalho de DeusA raça humana é o cristal de lágrimaDa lavra da solidãoDa mina, cujo mapaTraz na palma da mãoA raça humana éUma semanaDo trabalho de DeusA raça humana risca, rabisca, pintaA tinta, a lápis, a carvão, a gizO rosto da saudadeQue traz do GênesisDessa semana santaEntre parêntesesDesse divino oásisDa grande apoteoseDa perfeição divinaNa Grande SínteseA raça humana éUma semanaDo trabalho de Deus(GIL, Gilberto. CD Raça Humana.)
Nessa letra, a reflexão se faz sobre um tema que desde sempre inquieta o ser humano. Assinale a alternativa que apresenta tal tema.3DF3BAAF-E7 Biologia
Identidade dos seres vivosUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosA ilustração representa a ação integrada de vários sistemas fisiológicos humanos na manutenção das funções do corpo.
A respeito dessa integração orgânica, é possível afirmar: