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58.062 questões encontradas. Mostrando a página 2522 de 2904.
36D6AF5B-B7 TEXT BHigh Marks for Clean WaterRetrieve a discarded water bottle. Tear off the label and fill it with any water that’s not too murky from a creek, standpipe or a puddle. Place the bottle on a piece of metal in full sun. In six hours the UVA radiation will kill viruses, bacteria and parasites in the water, making it safe to drink.SODIS, the acronym for this Swiss - pioneered water - disinfection program, is now being used all over the world to provide drinking water for some four million people. “It’s simple, it’s free, and it’s effective,” says Ibelatha Mhelela, principal of the Ndolela Primary School in Tanzania. In 2006 her school started using SODIS to disinfect its contaminated tap water, placing bottles on the building’s corrugated metal roof. The result? Absenteeism due to diarrhea has dropped considerably, and examination scores soared. “Before we started SODIS, only ten to fifteen percent of the children passed the national sixth grade exams,” says Mhelela, “Now ninety to ninety - five percent of the students pass.”(National Geographic, April 2010)According to text B, after adopting SODIS:
36C24292-B7 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUEPB · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXT BHigh Marks for Clean WaterRetrieve a discarded water bottle. Tear off the label and fill it with any water that’s not too murky from a creek, standpipe or a puddle. Place the bottle on a piece of metal in full sun. In six hours the UVA radiation will kill viruses, bacteria and parasites in the water, making it safe to drink.SODIS, the acronym for this Swiss - pioneered water - disinfection program, is now being used all over the world to provide drinking water for some four million people. “It’s simple, it’s free, and it’s effective,” says Ibelatha Mhelela, principal of the Ndolela Primary School in Tanzania. In 2006 her school started using SODIS to disinfect its contaminated tap water, placing bottles on the building’s corrugated metal roof. The result? Absenteeism due to diarrhea has dropped considerably, and examination scores soared. “Before we started SODIS, only ten to fifteen percent of the children passed the national sixth grade exams,” says Mhelela, “Now ninety to ninety - five percent of the students pass.”(National Geographic, April 2010)The first sentence of text B is
36BDE2F7-B7 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUEPB · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosTEXT A
All things bright and beautiful,
All creatures great and small,
All things wise and wonderful,
The Lord God made them all.
Each little flower that opens,
Each little bird that sings,
He made their glowing colours,
He made their tiny wings.
He gave us eyes to see them,
And lips that we might tell,
How great is God Almighty,
Who has made all things well.
by Cecil F. Alexander
The pronoun ‘who’ in the last line of text A refers to:36AE3070-B7 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUEPB · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXT A
All things bright and beautiful,
All creatures great and small,
All things wise and wonderful,
The Lord God made them all.
Each little flower that opens,
Each little bird that sings,
He made their glowing colours,
He made their tiny wings.
He gave us eyes to see them,
And lips that we might tell,
How great is God Almighty,
Who has made all things well.
by Cecil F. Alexander
The predominant tone in text A is:36A0C1B2-B7 Literatura
Escolas LiteráriasUEPB · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosQuando se compara literatura e cinema, o primeiro fato que ocorre ao estudioso é o do enorme fosso semiótico que separa, aparentemente de modo inconciliável, essas duas formas de expressão, fundadas, cada uma, em espécies de signos e códigos tão diferentes. A literatura, acredita-se, não vai ter nunca a mobilidade plástica do cinema, e este, por sua vez, nunca o nível de abstração da literatura. Por outro lado, por grande e intransponível que seja esse fosso, há um número considerável de semelhanças que podem ser apontadas e que mantêm literatura e cinema numa espécie de estado sincrônico de compatibilidade permanente.BRITO. J.B. Literatura no cinema. São Paulo: Unimarco, 2006.Os diálogos entre literatura e cinema, frutos da reflexão de diversos pensadores, como o crítico de cinema paraibano João Batista de Brito, e da prática artística de inúmeros escritores e diretores, NÃO permitem concluir que369CBCCC-B7 Literatura
Gêneros LiteráriosUEPB · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosEm relação à peça As velhas, de Lourdes Ramalho, marque a única questão que não se coaduna com o texto dramatúrgico:3698B410-B7 Literatura
Escolas LiteráriasUEPB · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosO nome da rapsódia é Macunaíma, mas não é só Macunaíma. Mario de Andrade quis dizer alguma coisa do seu protagonista e acrescentou ao título um atributo paradoxal: O herói sem nenhum caráter. O nome, Macunaíma, centro da rapsódia. O epíteto, herói. A diferença está na cauda de cada proposição: no começo, sem nenhum caráter; no fim, de nossa gente. O que se pode inferir é a presença viva, no autor, de duas motivações tão fortes que se converteram em molas da composição da obra: a) por um lado, o desejo de contar e cantar episódios em torno de uma figura lendária que o fascinara pelos mais diversos motivos e que trazia em si os atributos do herói, entendido no senso mais lato possível de um ser entre humano e mítico, que desempenha certos papéis, vai em busca de um bem essencial, arrosta perigos, sofre mudanças extraordinárias, enfim, vence ou malogra. b) por outro lado, o desejo não menos imperioso de pensar o povo brasileiro, nossa gente, percorrendo as trilhas cruzadas ou superpostas da sua existência selvagem, colonial e moderna, à procura de uma identidade que, de tão plural que é, beira a surpresa e a indeterminação; daí ser o herói sem nenhum caráter. Compreender Macunaíma é sondar ambas as motivações: a de narrar, que é lúdica e estética; a de interpretar, que é histórica e ideológica.BOSI. A. Situação de Macunaíma. In: ANDRADE. M. Macunaíma. São Paulo: Scipione Cultural, 1997 (adaptado).Com base no fragmento acima do crítico literário Alfredo Bosi é possível inferir que o Macunaíma de Mário de Andrade3692091C-B7 Literatura
Escolas LiteráriasUEPB · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosO mar e o canavialO que o mar sim aprende do canavial:a elocução horizontal de seu verso;a geórgica de cordel, ininterrupta,narrada em voz e silêncio paralelos.O que o mar não aprende do canavial:a veemência passional da preamar;a mão de pilão das ondas na areia,moída e miúda, pilada do que pilar.O que o canavial sim aprende do mar:o avançar em linha rasteira da onda;o espraiar-se minucioso,de líquido,alagando cova a cova onde se alonga.O que o canavial não aprende do mar:desmedido do derramar-se da cana;o comedimento do latifúndio do mar,que menos lastradamente se derrama.MELO NETO. J.C. A educação pela pedra. Rio de Janeiro: Alfaguara/Objetiva, 2009Com base no poema “O mar e o canavial” NÃO é correto afirmar:
368D7F89-B7 Literatura
Escolas LiteráriasUEPB · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosAs razões do divórcio entre o poeta e seu leitor na poesia moderna reside mais na preferência dos poetas pelos temas intimistas e individualistas. Pesquisas no sentido de se encontrarem formas ajustadas às condições de vida do homem moderno, principalmente através da utilização dos meios técnicos de difusão que surgiram em nossos dias, poderão contribuir para resolver, ao menos até certo ponto, o que parece o problema principal da poesia hoje – que é de sua própria sobrevivência. Quando nada, a consciência desse problema poderá ajudar aqueles poetas contemporâneos menos individualistas, capazes de interesse por temas da vida em sociedade e que também não encontraram ainda o veículo capaz de levar a poesia à porta do homem moderno. A falta de tal veículo está, também, condenando a poesia destes últimos autores à espera, desesperançada, de leitores que venham espontaneamente à sua procura, leitores, de resto, cada dia mais problemáticos.MELO NETO. J.C. Da função moderna da poesia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998 (adaptado).O fragmento acima permite concluir, corretamente, que
36890A0B-B7 Literatura
Gênero DramáticoUEPB · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosVejam-se as seguintes expressões e/ou ditos extraídos d’As velhas, de Lourdes Ramalho: igual cantiga de perua – de pior a pior; quem se abaixa demais... aparece; o futuro a Deus pertence; pernas pra que te quero; duro com duro não dá bom muro; todo penso é torto; o pouco com Deus é muito, o muito sem Deus é nada; falou do mau – prepare o pau; cobrir o sol com a peneira.Sobre a ocorrência desses ditos ou expressões, podemos afirmar:I - Os ditos e expressões acima demonstram uma pobreza vocabular por parte da dramaturga porque, longe de sair do esquema de apropriação vocabular regional ou local e de se valer de uma dinâmica de maior projeção linguístico-cultural, repete, através dos ditos e expressões, ideias já cimentadas no cancioneiro popular.II - A apropriação, pela dramaturga, de ditos e expressões do cotidiano popular dá um maior movimento e leveza às falas das personagens, de modo a criar, no leitor (ou no expectador), uma identificação não só com a variante linguística do homem comum, mas, e sobretudo, com a dinâmica do falar popular, através das imagens recorrentes e atualizadas nas expressões citadas.III - A recorrência, na peça, de expressões/ditos populares ratifica o papel regional ou local da representação literária, embora os conflitos internos das personagens e a dinâmica sociocultural em que elas estão inseridas apontem para questões humanas universais.Está(ão) correta(s):
368379F9-B7 Literatura
Escolas LiteráriasUEPB · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosDepois de analisar O Cortiço, é correto afirmar:I - A relação direta das tensões entre os “donos” dos cortiços se estabelece não só no acirramento das diferenças entre os moradores de ambos os cortiços, como também na própria nominação desses espaços coletivos nos quais se percebe, metaforicamente, uma relação animalesca e predatória entre os cabeça-de-gato (termo que alude à imagem do predador) e os carapicus (termo cujo valor semântico, vinculado ao de cabeça-de-gato, atualiza a imagem de presa).II - O final trágico de Bertoleza e o “diploma de sócio benemérito” dado a João Romão pela “comissão de abolicionistas” expressam as dissimetrias sociais, de gênero, étnico-culturais, dentre outras, viabilizando os estratagemas naturalistas que apontavam para suas personagens fortes, tornando improdutiva, em determinados momentos, a luta dos vencidos ou dos que procuravam sair da condição de menor, de fraco.III - No trecho “E, durante muito tempo, fez-se um vaivém de mercadores. Apareceram os tabuleiros de carne fresca e outros de tripas e fatos de boi; só não vinham hortaliças, porque havia muitas hortas no cortiço” (cap. 3), percebe-se que o espaço do cortiço formava uma espécie de mundo à parte e à margem da sociedade em que se assentava. Parecia independente, autônomo, inclusive em seus aspectos econômicos.367E0D68-B7 Literatura
Escolas LiteráriasUEPB · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosSobre O Cortiço de Aluísio Azevedo, é correto afirmar:I - Romance cujo enredo traz à tona questões de ordem pessoal (de determinadas personagens) e coletiva (há personagens cujas tensões vividas remetem o leitor para questões de ordem mais geral, centradas num coletivo). As questões problematizadas numa perspectiva coletiva podem ser visualizadas em episódios como aquele em que os moradores do Carapicus e do Cabeça-de-gato se enfrentam e a tensão criada denuncia uma demanda coletiva e não apenas individual.II - Romance cujo enredo aponta, embora timidamente, para a resolução de conflitos coletivos, visando uma melhoria do espaço urbano em que se assentam os cortiços Carapicus e Cabeça-de-gato, principalmente no que diz respeito ao projeto de saneamento básico e do fornecimento de energia elétrica, projetos que davam início à modernização dos centros urbanos do País no final do século XIX.III - Romance cujo enredo problematiza muito mais as questões do pré-modernismo brasileiro, com a construção de um pensamento sanitarista e de modernização do espaço urbano do Rio de Janeiro do início do século XX, do que a proposta naturalista que insistia nas tensões particulares de suas personagens, demanda da “escola naturalista” cujas narrativas são as melhores representantes, no Brasil, dessa época.36784A79-B7 Literatura
Escolas LiteráriasUEPB · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosSobre o Naturalismo literário, é correto afirmar:I - Ao aprofundar aspectos realistas da literatura, cientificiza um discurso, assumido no plano estético pela ficção, induzindo o leitor a buscar não somente entretenimento em seus romances, mas também a problematização de estruturas sociais e de aspectos psicológicos das personagens.II - O romance de tese, a exemplo de O cortiço, é o melhor projeto para o naturalista, uma vez que este só é considerado naturalista na medida em que sua produção literária se realiza unicamente no chamado romance de tese.III - O realce de traços físicos e psicológicos nos romances de tese ratifica a ideia de o naturalismo, em suas narrativas, acentuar as tensões sociais e de demandas coletivas como proposta a ser problematizada a partir do elemento com o qual o leitor estabelece um grau de intimidade ou identificação, a saber, a personagem de ficção.36740301-B7 Português
Interpretação de TextosUEPB · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosLeia a peleja de Pinto do Monteiro e Louro do Pajeú sobre “Esse negócio de errar” e responda às quesão.
Texto 07:
Do texto, pode-se considerar:I - Ambiguidade, tendo em vista o uso de duplo sentido das palavras “carola” e “corola”.II - Que no verso cinco as palavras “corola” e “flor” são consideradas cognatas.III - Paralelismo sintático, no verso oito, em razão da reiteração das estruturas lexicais em ritmo cadenciado.IV - Que nos versos onze e doze, não se leva em conta o fenômeno da variação linguística e suas implicações no uso da língua.Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).366F7C4A-B7 Português
Interpretação de TextosUEPB · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia a peleja de Pinto do Monteiro e Louro do Pajeú sobre “Esse negócio de errar” e responda às quesão.
Texto 07:
Sobre as duas estrofes transcritas de uma discussão poética entre Pinto do Monteiro e Louro do Pajeú, é correto afirmar que retratam:( ) Características socioculturais da tradição oral trovadoresca, cultivadas com exclusividade no Nordeste brasileiro.( ) Um gênero em que é declarado vencedor aquele que conseguir versejar com maior competência, a respeito de um determinado tema.( ) Uma manifestação cultural popular chamada de “repentismo” que devido às migrações internas podem ser encontradas em qualquer parte do Brasil.( ) Um exemplo típico da literatura de cordel que se apresenta em forma poética impressa em folhetos.Analise as proposições, coloque V para as verdadeiras, F para as falsas e marque a alternativa correta.366A85B3-B7 Português
Interpretação de TextosUEPB · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosTexto 06:
Na charge acima:( ) A palavra “bicha”, muito comum no uso da linguagem coloquial, foi usada no sentido de nomear um objeto estranho para a personagem.( ) Há referência à leitura imprecisa do “código de barras”, provocando um efeito de humor.( ) A expressão “HMMM...” é um recurso de linguagem utilizado para repetir um mesmo som consonantal.( ) Apresenta-se uma interação verbal conflituosa em consequência da ausência de envolvimento com as múltiplas práticas de leituras.Analise as proposições e coloque V para as verdadeiras e F para as falsas. Marque a alternativa correta.3667664B-B7 Português
Interpretação de TextosUEPB · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto 05:
Em relação à interação verbal entre os personagens do texto, pode-se afirmar:I - O sentido do diálogo entre médico e paciente é delimitado pelo papel social dos interlocutores em seus contextos sociais.II - O efeito de sentido construído pelo paciente ocorreu em função do contexto enunciativo em que foi produzida a fala do médico.III - A reorganização da fala do médico contribuiu para a intencionalidade de seu discurso.Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
36637D2C-B7 Português
Interpretação de TextosUEPB · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosEm relação à tira, pode-se afirmar:

I - A professora se insere numa esfera ideológica, causando ao seu interlocutor um “silenciamento” momentâneo, e impede a construção de sentido ao que lhe foi atribuído.
II - O humor da tira se estabelece na quebra de expectativa, em relação à negociação da aluna a respeito da punição.
III - A tira retrata a submissão da aluna, que aceita o modelo de aprendizagem que a professora impõe.
Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
365FDDC6-B7 Português
Análise sintáticaUEPB · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto 04 e responda à questão.

Ziraldo. Anedotinhas do Bichinho da maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1988, p. 23-24.
Em “- É, sua fisionomia não me é estranha. [...]” (linha 4), é correto afirmar que:I - A ocorrência da próclise é similar à frequência de uso em textos informais falados e escritos.II - O uso da próclise se deve à exigência de um atrator que justifica essa ocorrência.III - O pronome oblíquo exerce no contexto uma função sintática completiva verbal.IV - O atributo “estranha” exerce função de predicativo em relação ao objeto indireto.Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).365CA6AA-B7 Português
Interpretação de TextosUEPB · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto 04 e responda à questão.

Ziraldo. Anedotinhas do Bichinho da maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1988, p. 23-24.
O autor do texto:( ) Descreve uma situação do cotidiano urbano entre dois personagens com a intencionalidade de produzir humor.( ) Apresenta particularidades da linguagem oral, embora o texto se apresente no registro verbal escrito.( ) Consegue de forma bem humorada ironizar a função do cliente e a imagem que o personagem tem de si.Analise as proposições e coloque V para as verdadeiras e F para as falsas.Marque a alternativa correta.