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58.062 questões encontradas. Mostrando a página 2633 de 2904.

  • 0F9A5013-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A  questão  toma  por base uma passagem do livro Palhaços, do docente e pesquisador da UNESP Mario Fernando Bolognesi:


          [...] O circo é a exposição do corpo humano em seus limites biológico e social. O espetáculo fundamenta-se na relação do homem com a natureza, expondo a dominação e a superação humanas. O adestramento de feras é demonstração do controle do homem sobre o mundo natural, confirmando, assim, a sua superioridade sobre as demais espécies animais. Acrobacias, malabarismos, equilibrismos e ilusionismos diversos deixam evidente a capacidade humana de superação de seus próprios limites. Mas, ao apresentar espetacularmente a superação, terminam por confirmar a contingência natural da existência, expressa na sublimidade do corpo altivo, distante do cotidiano.

          Os riscos dos artistas circenses são reais, dentro do contexto espetaculoso de cada função. No espetáculo, os artistas não apresentam “interioridades”; eles são puro corpo exteriorizado, sublime ou grotesco, que se realiza e se extingue na dimensão mesma do seu gesto. Eles não são atores a interpretar um “outro”, uma realidade externa e distante. O espetáculo, assim, se aproxima de um ritual que se repete e que evidencia a possibilidade concreta de fracasso. A emoção da plateia então oscila entre uma possível frustração diante do malogro do acrobata e a sugestão de superação de limites presente a cada número. Um trapezista pode cair, como acontece vez ou outra. Por isso o público não afasta o olhar das evoluções aéreas. Estabelece-se, assim, uma relação ritualística que encontra eco, em última instância, nas estruturas coletivas de sobrevivência e necessidade de transposição dos percalços do cotidiano. Se o artista falha, ele é aplaudido porque ao menos tentou. Ele ousou, e isso já é o bastante para impulsionar a fantasia coletiva da superação.

          Os números cômicos, por sua vez, ao explorar os estereótipos e situações extremas, evidenciam os limites psicológicos e sociais do existir. Eles trabalham, no plano simbólico, com tipos que não deixam de ser máscaras sociais biologicamente determinadas (os palhaços são desajeitados, lerdos, fisicamente deformados, estúpidos etc.). Esses limites se revelam com o riso espontâneo que escancara as estreitas fronteiras do social. Quando os palhaços entram no picadeiro, o olhar espetaculoso se desloca objetivamente para a realidade diária da plateia.

          [...]

       [...] O movimento de superação da natureza e a possibilidade (quando não a capacidade) de subjugar as limitações biológicas e de criticar as máscaras sociais garantem a legitimidade do exercício do sonho. Está aberto, no espetáculo de circo, o terreno da utopia.


                        (Mario Fernando Bolognesi. Palhaços. São Paulo: Editora da Unesp, 2003.)

    No segundo parágrafo do fragmento, foram utilizados pelo autor os termos:


    I. Ritual.


    II. Fracasso.


    III. Malogro.


    IV. Fantasia.


    Marque a alternativa que indica, entre os termos acima, todos aqueles que o autor associa à ideia de frustração da expectativa do público:

    Escolha uma alternativa para a questão 0f9a5013-36
  • 0F964062-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A  questão  toma  por base uma passagem do livro Palhaços, do docente e pesquisador da UNESP Mario Fernando Bolognesi:


          [...] O circo é a exposição do corpo humano em seus limites biológico e social. O espetáculo fundamenta-se na relação do homem com a natureza, expondo a dominação e a superação humanas. O adestramento de feras é demonstração do controle do homem sobre o mundo natural, confirmando, assim, a sua superioridade sobre as demais espécies animais. Acrobacias, malabarismos, equilibrismos e ilusionismos diversos deixam evidente a capacidade humana de superação de seus próprios limites. Mas, ao apresentar espetacularmente a superação, terminam por confirmar a contingência natural da existência, expressa na sublimidade do corpo altivo, distante do cotidiano.

          Os riscos dos artistas circenses são reais, dentro do contexto espetaculoso de cada função. No espetáculo, os artistas não apresentam “interioridades”; eles são puro corpo exteriorizado, sublime ou grotesco, que se realiza e se extingue na dimensão mesma do seu gesto. Eles não são atores a interpretar um “outro”, uma realidade externa e distante. O espetáculo, assim, se aproxima de um ritual que se repete e que evidencia a possibilidade concreta de fracasso. A emoção da plateia então oscila entre uma possível frustração diante do malogro do acrobata e a sugestão de superação de limites presente a cada número. Um trapezista pode cair, como acontece vez ou outra. Por isso o público não afasta o olhar das evoluções aéreas. Estabelece-se, assim, uma relação ritualística que encontra eco, em última instância, nas estruturas coletivas de sobrevivência e necessidade de transposição dos percalços do cotidiano. Se o artista falha, ele é aplaudido porque ao menos tentou. Ele ousou, e isso já é o bastante para impulsionar a fantasia coletiva da superação.

          Os números cômicos, por sua vez, ao explorar os estereótipos e situações extremas, evidenciam os limites psicológicos e sociais do existir. Eles trabalham, no plano simbólico, com tipos que não deixam de ser máscaras sociais biologicamente determinadas (os palhaços são desajeitados, lerdos, fisicamente deformados, estúpidos etc.). Esses limites se revelam com o riso espontâneo que escancara as estreitas fronteiras do social. Quando os palhaços entram no picadeiro, o olhar espetaculoso se desloca objetivamente para a realidade diária da plateia.

          [...]

       [...] O movimento de superação da natureza e a possibilidade (quando não a capacidade) de subjugar as limitações biológicas e de criticar as máscaras sociais garantem a legitimidade do exercício do sonho. Está aberto, no espetáculo de circo, o terreno da utopia.


                        (Mario Fernando Bolognesi. Palhaços. São Paulo: Editora da Unesp, 2003.)

    Pelo que se depreende do posicionamento assumido pelo autor em todo o fragmento, o emprego da palavra utopia, no final,
    Escolha uma alternativa para a questão 0f964062-36
  • 0F8C9399-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A  questão  toma  por base uma passagem do livro Palhaços, do docente e pesquisador da UNESP Mario Fernando Bolognesi:


          [...] O circo é a exposição do corpo humano em seus limites biológico e social. O espetáculo fundamenta-se na relação do homem com a natureza, expondo a dominação e a superação humanas. O adestramento de feras é demonstração do controle do homem sobre o mundo natural, confirmando, assim, a sua superioridade sobre as demais espécies animais. Acrobacias, malabarismos, equilibrismos e ilusionismos diversos deixam evidente a capacidade humana de superação de seus próprios limites. Mas, ao apresentar espetacularmente a superação, terminam por confirmar a contingência natural da existência, expressa na sublimidade do corpo altivo, distante do cotidiano.

          Os riscos dos artistas circenses são reais, dentro do contexto espetaculoso de cada função. No espetáculo, os artistas não apresentam “interioridades”; eles são puro corpo exteriorizado, sublime ou grotesco, que se realiza e se extingue na dimensão mesma do seu gesto. Eles não são atores a interpretar um “outro”, uma realidade externa e distante. O espetáculo, assim, se aproxima de um ritual que se repete e que evidencia a possibilidade concreta de fracasso. A emoção da plateia então oscila entre uma possível frustração diante do malogro do acrobata e a sugestão de superação de limites presente a cada número. Um trapezista pode cair, como acontece vez ou outra. Por isso o público não afasta o olhar das evoluções aéreas. Estabelece-se, assim, uma relação ritualística que encontra eco, em última instância, nas estruturas coletivas de sobrevivência e necessidade de transposição dos percalços do cotidiano. Se o artista falha, ele é aplaudido porque ao menos tentou. Ele ousou, e isso já é o bastante para impulsionar a fantasia coletiva da superação.

          Os números cômicos, por sua vez, ao explorar os estereótipos e situações extremas, evidenciam os limites psicológicos e sociais do existir. Eles trabalham, no plano simbólico, com tipos que não deixam de ser máscaras sociais biologicamente determinadas (os palhaços são desajeitados, lerdos, fisicamente deformados, estúpidos etc.). Esses limites se revelam com o riso espontâneo que escancara as estreitas fronteiras do social. Quando os palhaços entram no picadeiro, o olhar espetaculoso se desloca objetivamente para a realidade diária da plateia.

          [...]

       [...] O movimento de superação da natureza e a possibilidade (quando não a capacidade) de subjugar as limitações biológicas e de criticar as máscaras sociais garantem a legitimidade do exercício do sonho. Está aberto, no espetáculo de circo, o terreno da utopia.


                        (Mario Fernando Bolognesi. Palhaços. São Paulo: Editora da Unesp, 2003.)

    Mas, ao apresentar espetacularmente a superação, terminam por confirmar a contingência natural da existência, expressa na sublimidade do corpo altivo, distante do cotidiano.


    Examine as quatro afirmações seguintes:


    I. Os feitos dos artistas circenses superam a limitação física do homem.


    II. Os artistas do circo são homens comuns e fazem o mesmo que os homens comuns.


    III. A superação das limitações físicas pelos artistas circenses acaba comprovando essas mesmas limitações nas pessoas comuns.


    IV. O homem comum se sente humilhado ante os feitos espetaculares dos artistas circenses.


    Marque a alternativa que aponta todas as afirmações coincidentes com a opinião manifestada pelo autor no trecho mencionado:

    Escolha uma alternativa para a questão 0f8c9399-36
  • 0F73FC6E-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A  questão  toma  por base o seguinte fragmento do livro Reflexões sobre a linguagem, de Noam Chomsky (1928-):


    Por que estudar a linguagem? Há muitas respostas possíveis e, ao focalizar algumas delas, não pretendo, é claro, depreciar outras ou questionar sua legitimidade. Algumas pessoas, por exemplo, podem simplesmente achar os elementos da linguagem fascinantes em si mesmos e querer descobrir sua ordem e combinação, sua origem na história ou no indivíduo, ou os modos de sua utilização no pensamento, na ciência ou na arte, ou no intercurso social normal. Uma das razões para estudar a linguagem – e para mim, pessoalmente, a mais premente delas – é a possibilidade instigante de ver a linguagem como “um espelho do espírito”, como diz a expressão tradicional. Com isto não quero apenas dizer que os conceitos expressados e as distinções desenvolvidas no uso normal da linguagem nos revelam os modelos do pensamento e o universo do “senso comum” construídos pela mente humana. Mais intrigante ainda, pelo menos para mim, é a possibilidade de descobrir, através do estudo da linguagem, princípios abstratos que governam sua estrutura e uso, princípios que são universais por necessidade biológica e não por simples acidente histórico, e que decorrem de características mentais da espécie. Uma língua humana é um sistema de notável complexidade. Chegar a conhecer uma língua humana seria um feito intelectual extraordinário para uma criatura não especificamente dotada para realizar esta tarefa. Uma criança normal adquire esse conhecimento expondo-se relativamente pouco e sem treinamento específico. Ela consegue, então, quase sem esforço, fazer uso de uma estrutura intrincada de regras específicas e princípios reguladores para transmitir seus pensamentos e sentimentos aos outros, provocando nestes ideias novas, percepções e juízos sutis.


                             (Noam Chomsky. Reflexões sobre a linguagem. Trad. Carlos Vogt.

                                                                                   São Paulo: Editora Cultrix, 1980.)

    No início do fragmento, Chomsky afirma que há muitos motivos para estudar a linguagem e aponta alguns deles. Releia o fragmento e, a seguir, assinale a única alternativa que contém um objetivo de estudo da linguagem não mencionado pelo autor:
    Escolha uma alternativa para a questão 0f73fc6e-36
  • B7FC987E-13

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    PUC - RS · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, PUC - RS 2010, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    INSTRUCCIÓN: Responder a la cuestión en base a los dos textos y a las afirmativas presentadasabajo.
    I. El texto 1 comenta una festividad y el texto 2 incluye una cita.
    II. Los dos textos se valen de números romanos en las explicaciones dadas.
    III. El texto 1 resalta las cualidades de un idioma y el texto 2 detalla diversas metas e intenciones.
    IV. El texto 1 analiza la trayectoria del español y el texto 2 rechaza tecnologías fuera de uso.

    El análisis de las afirmativas permite concluir que están correctas solamente
    Escolha uma alternativa para a questão b7fc987e-13
  • B7FC5184-13

    Espanhol

    Conjunções | Conjunciones
    PUC - RS · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, PUC - RS 2010, Conjunções | Conjunciones

    Las palabras que rellenan correctamente los huecos de las líneas 26 y 27 son, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão b7fc5184-13
  • B7FC097F-13

    Espanhol

    Significação Contextual de Palavras e Expressões | Significacción Contextual de Palabras y Expresiones
    PUC - RS · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, PUC - RS 2010, Significação Contextual de Palavras e Expressões | Significacción Contextual de Palabras y Expresiones

    Las palabras “efeméride" (línea 16) y “sino" (línea 32),pueden ser traducidas al portugués, respectivamente, por
    Escolha uma alternativa para a questão b7fc097f-13
  • B7FB700E-13

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    PUC - RS · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, PUC - RS 2010, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    El autor del texto se propone
    Escolha uma alternativa para a questão b7fb700e-13
  • B7FB2338-13

    Espanhol

    Numerais | Numerales
    PUC - RS · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, PUC - RS 2010, Numerais | Numerales

    La redacción correcta de los números 450 (línea 03) y 21 (línea 04) es, respectivamente:


    Escolha uma alternativa para a questão b7fb2338-13
  • B7FAD61D-13

    Espanhol

    Verbos | Verbos
    PUC - RS · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, PUC - RS 2010, Verbos | Verbos

    Los verbos que tienen el mismo tipo de irregularidad que “sirve" (línea 19), en el Presente del Indicativo, se encuentra en la alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão b7fad61d-13
  • B7FA3095-13

    Espanhol

    Sinônimos | Sinónimo
    PUC - RS · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, PUC - RS 2010, Sinônimos | Sinónimo

    De acuerdo con el texto, sinónimos de las palabras “rincones" (que consta en el título) y “añoranza" (línea 11), son, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão b7fa3095-13
  • 1852EE72-E4

    Química

    Relações da Química com as Tecnologias, a Sociedade e o Meio Ambiente
    UFGD · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Em algumas regiões do Mato Grosso do Sul, a água pode possuir uma elevada dureza. São consideradas águas duras aquelas com alta concentração de
    Escolha uma alternativa para a questão 1852ee72-e4
  • 174FC628-E4

    Química

    Soluções e Substâncias Inorgânicas
    UFGD · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Nos países que costumam ter um inverno rigoroso, adicionam-se anticongelantes à água do radiador dos automóveis para impedir que a expansão de volume que acompanha o congelamento da água rompa os alvéolos do radiador. Do ponto de vista crioscópico, seriam ótimos anticongelantes sais como MgCl2 ou CaCl2, que, em soluções aquosas a 30% em massa, congelam em torno de -50ºC. No entanto, essas soluções são inconvenientes porque corroem o motor. Alternativamente, empregam-se, como solutos, etanol, glicerina ou etilenoglicol, e se obtêm soluções que congelam entre -10 e -25ºC. Calcule a massa de glicerina (C3H8O3) que deve ser adicionada por quilo de água para que a solução só comece a se solidificar a -10ºC.

    Dado: Kc = 1,86ºC/molal
    Escolha uma alternativa para a questão 174fc628-e4
  • 164C1517-E4

    Química

    Radioatividade: Reações de Fissão e Fusão Nuclear, Desintegração Radioativa e Radioisótopos.
    UFGD · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um nuclídeo emite sucessivamente uma partícula alfa (α) seguida de uma emissão beta (ß) e, novamente, uma emissão alfa (α). Este nuclídeo radioativo possui número atômico 70 e número de massa 173. Ao final, o átomo que encerra esta série de emissões terá em seu núcleo
    Escolha uma alternativa para a questão 164c1517-e4
  • 15481DF5-E4

    Química

    Sistemas Gasosos - Lei, Teoria Cinética, Equação e Mistura dos Gases. Princípio de Avogadro.
    UFGD · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    O estado mais simples da matéria é um gás. Sobre o comportamento de um sistema gasoso, leia as seguintes afirmações.

    I. Gases são facilmente compressíveis, preenchem o espaço disponível e suas moléculas possuem movimento caótico incessante.
    II. A energia cinética média das moléculas de um gás é diretamente proporcional à temperatura absoluta.
    III. A pressão de um gás é o resultado das colisões das moléculas com as paredes do recipiente.
    IV. As moléculas se movimentam sem colidirem com as paredes do recipiente que as contém.

    Assinale a alternativa que apresenta informações corretas.
    Escolha uma alternativa para a questão 15481df5-e4
  • 1443A726-E4

    Química

    Eletroquímica: Oxirredução, Potenciais Padrão de Redução, Pilha, Eletrólise e Leis de Faraday.
    UFGD · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sódio metálico reage violentamente com água, resultando em hidróxido de sódio e hidrogênio, conforme a seguinte equação química:

    Na0 + H2O Imagem da questão de Química, UFGD 2010, Eletroquímica: Oxirredução, Potenciais Padrão de Redução, Pilha, Eletrólise e Leis de Faraday. NaOH + 1/2 H2

    Assinale a alternativa que apresenta a classe de reação na qual se enquadra essa transformação.
    Escolha uma alternativa para a questão 1443a726-e4
  • 133FEC48-E4

    Química

    Propriedades Físicas dos Compostos Orgânicos: Polaridade das Ligações e Moléculas, Forças Intermoleculares, Ponto de Fusão e Ponto de Ebulição, Solubilização das Substâncias Orgânicas.
    UFGD · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que apresenta a substância química com menor ponto de ebulição.

    Escolha uma alternativa para a questão 133fec48-e4
  • 1136FBD6-E4

    Química

    Teoria Atômica: átomos e sua estrutura - número atômico, número de massa, isótopos, massa atômica
    UFGD · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Dentro do período apresentado a seguir, a primeira energia de ionização aumenta do Sódio para o Cloro.

    Imagem da questão de Química, UFGD 2010, Teoria Atômica: átomos e sua estrutura - número atômico, número de massa, isótopos, massa atômica

    No entanto, apresenta duas exceções: o Alumínio e o Enxofre. A diminuição da energia de ionização do fósforo para o enxofre pode ser explicada pelo fato de
    Escolha uma alternativa para a questão 1136fbd6-e4
  • 1031F145-E4

    Química

    Teoria Atômica: Modelo atômico de Dalton, Thomson, Rutherford, Rutherford-Bohr
    UFGD · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    No modelo atômico da mecânica quântica, os elétrons são descritos por quatro diferentes números quânticos: número quântico principal; número quântico secundário; número quântico magnético; número quântico de spin. Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, os significados físicos desses números.
    Escolha uma alternativa para a questão 1031f145-e4
  • 0F2C6400-E4

    Matemática

    Física Matemática
    UFGD · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um fazendeiro vai da cidade para a fazenda por três tipos de estrada. Na estrada asfaltada, ele dirige a 100 km/h; na estrada com cascalho, a 50 km/h; e na estrada com lama, a 20 km/h. Para chegar à fazenda, o carro deve andar 80km no asfalto, 20 km no cascalho e mais 8 km na lama. Cada vez que ele faz esse percurso, para duas vezes: a primeira, na lanchonete, que fica no final da estrada asfaltada, por 15 minutos; e a segunda, por mais 10 minutos, no final da estrada de cascalho. A distância percorrida pelo carro após 1h e 30min é de
    Escolha uma alternativa para a questão 0f2c6400-e4