Pular para o conteúdo

Todas as questões do ENEM

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

58.062 questões encontradas. Mostrando a página 908 de 2904.

  • 79AF40F8-07

    Português

    Figuras de Linguagem
    Centro Universitário São Camilo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema do escritor português Fernando Pessoa para responder à questão. 

    Às vezes, em sonho triste
    Nos meus desejos existe
    Longinquamente um país
    Onde ser feliz consiste
    Apenas em ser feliz.

    Vive-se como se nasce
    Sem o querer nem saber.
    Nessa ilusão de viver
    O tempo morre e renasce
    Sem que o sintamos correr. 

    O sentir e o desejar
    São banidos dessa terra.
    O amor não é amor
    Nesse país por onde erra
    Meu longínquo divagar.

    Nem se sonha nem se vive:
    É uma infância sem fim.
    Parece que se revive
    Tão suave é viver assim
    Nesse impossível jardim.

    (Obra poética, 1997.)
    O eu lírico recorre a uma construção paradoxal em:
    Escolha uma alternativa para a questão 79af40f8-07
  • 79AB9063-07

    Português

    Artigos
    Centro Universitário São Camilo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a crônica “Conto carioca”, de Vinicius de Moraes, para responder à questão.

         O rapaz vinha passando num Cadillac novo pela avenida Atlântica. Vinha despreocupado, assoviando um blue, os olhos esquecidos no asfalto em retração. A noite era longa, alta e esférica, cheia de uma paz talvez macabra, mas o rapaz nada sentia. Ganhara o bastante na roleta para resolver a despesa do cassino, o que lhe dava essa sensação de comando do homem que paga: porque tratava-se de um “duro”, e o automóvel era o carro paterno, obtido depois de uma promessa de fazer força nos estudos. O show estivera agradável e ele flertara com quase todas as mulheres da sua mesa. A lua imobilizava-se no céu, imparticipante, clareando a cabeleira das ondas que rugiam, mas como que em silêncio.
         De súbito, em frente ao Lido, uma mulher sentada num banco. Uma mulher de branco, o rosto envolto num véu branco, e tão elegante e bonita, meu Deus, que parecia também, em sua claridade, um luar dormente. O freio de pé agiu quase automaticamente e a borracha deslizou, levando o carro maneiroso até o meio-fio, onde estacou num rincho ousado. Depois ele deu ré, até junto da dama branca.
          – Sozinha a essas horas?
       Ela não respondeu. Limitou-se a olhar serenamente o rapaz do Cadillac, com seu olhar extraordinariamente fluido, enquanto o vento sul agitava-lhe docemente os cabelos cor de cinza.
         – Sabe que é muito perigoso ficar aqui até estas horas, uma mulher tão bonita?
         A voz veio de longe, uma voz branca, branca como a mulher, e ao mesmo tempo crestada por um ligeiro sotaque nórdico:
          – Perdi a condução... Não sei... é tão difícil arranjar condução...
         O rapaz examinou-a já com olhos de cobiça. Que criatura fascinante! Tão branca... Devia ser uma coisa branca, um mar de leite, um amor pálido. Suas pernas tinham uma alvura de marfim e suas mãos pareciam porcelanas brancas. Veio-lhe uma sensação estranha, um arrepio percorreu-lhe todo o corpo e ele se sentiu entregar a um sono triste, onde a volúpia cantava baixinho. Teve um gesto para ela: 
          – Vem... Eu levo você... 
        Ela foi. Abriu a porta do carro e sentou-se a seu lado. Fosse porque a madrugada avançasse, a noite se fizera mais fria e, ao tê-la aconchegada – talvez emoção –, o rapaz tiritou. Seus braços eram frios como o mármore e sua boca gelada como éter. Vinha dela um suave perfume de flores que o levou para longe. Ela se deixou, passiva, em seus braços, entregue a um mundo de beijos mansos.
          Quando a madrugada rompeu, ele acordou do seu letargo amoroso. A moça branca parecia mais branca ainda, e agora olhava o mar, de onde vinha um vento branco. Ele disse:
            – Amor, vou levar você agora.
           Ela deu-lhe seus olhos quase inexistentes, de tão claros:
           – Em Botafogo, por favor.
         Tocou o carro. A aventura dera-lhe um delírio de velocidade. Entrou pelo túnel como um louco e fez, a pedido dela, a curva de General Polidoro num ângulo quase absurdo. 
          – É aqui – disse ela em voz baixa.
          Ele parou. Olhou para ela espantado:
           – Por que aqui?
          – Eu moro aqui. Venha me ver quando quiser. Muito obrigada por tudo.
        E dando-lhe um último longo beijo, frio como o éter, abriu a porta do carro, passou através do portão fechado do cemitério e desapareceu.

    (Para uma menina com uma flor, 2009.)
    “O rapaz examinou-a já com olhos de cobiça. [...] Veio-lhe uma sensação estranha, um arrepio percorreu-lhe todo o corpo e ele se sentiu entregar a um sono triste, onde a volúpia cantava baixinho.” (8° parágrafo)

    Os termos sublinhados constituem, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 79ab9063-07
  • 79A80747-07

    Português

    Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e Sufixo
    Centro Universitário São Camilo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a crônica “Conto carioca”, de Vinicius de Moraes, para responder à questão.

         O rapaz vinha passando num Cadillac novo pela avenida Atlântica. Vinha despreocupado, assoviando um blue, os olhos esquecidos no asfalto em retração. A noite era longa, alta e esférica, cheia de uma paz talvez macabra, mas o rapaz nada sentia. Ganhara o bastante na roleta para resolver a despesa do cassino, o que lhe dava essa sensação de comando do homem que paga: porque tratava-se de um “duro”, e o automóvel era o carro paterno, obtido depois de uma promessa de fazer força nos estudos. O show estivera agradável e ele flertara com quase todas as mulheres da sua mesa. A lua imobilizava-se no céu, imparticipante, clareando a cabeleira das ondas que rugiam, mas como que em silêncio.
         De súbito, em frente ao Lido, uma mulher sentada num banco. Uma mulher de branco, o rosto envolto num véu branco, e tão elegante e bonita, meu Deus, que parecia também, em sua claridade, um luar dormente. O freio de pé agiu quase automaticamente e a borracha deslizou, levando o carro maneiroso até o meio-fio, onde estacou num rincho ousado. Depois ele deu ré, até junto da dama branca.
          – Sozinha a essas horas?
       Ela não respondeu. Limitou-se a olhar serenamente o rapaz do Cadillac, com seu olhar extraordinariamente fluido, enquanto o vento sul agitava-lhe docemente os cabelos cor de cinza.
         – Sabe que é muito perigoso ficar aqui até estas horas, uma mulher tão bonita?
         A voz veio de longe, uma voz branca, branca como a mulher, e ao mesmo tempo crestada por um ligeiro sotaque nórdico:
          – Perdi a condução... Não sei... é tão difícil arranjar condução...
         O rapaz examinou-a já com olhos de cobiça. Que criatura fascinante! Tão branca... Devia ser uma coisa branca, um mar de leite, um amor pálido. Suas pernas tinham uma alvura de marfim e suas mãos pareciam porcelanas brancas. Veio-lhe uma sensação estranha, um arrepio percorreu-lhe todo o corpo e ele se sentiu entregar a um sono triste, onde a volúpia cantava baixinho. Teve um gesto para ela: 
          – Vem... Eu levo você... 
        Ela foi. Abriu a porta do carro e sentou-se a seu lado. Fosse porque a madrugada avançasse, a noite se fizera mais fria e, ao tê-la aconchegada – talvez emoção –, o rapaz tiritou. Seus braços eram frios como o mármore e sua boca gelada como éter. Vinha dela um suave perfume de flores que o levou para longe. Ela se deixou, passiva, em seus braços, entregue a um mundo de beijos mansos.
          Quando a madrugada rompeu, ele acordou do seu letargo amoroso. A moça branca parecia mais branca ainda, e agora olhava o mar, de onde vinha um vento branco. Ele disse:
            – Amor, vou levar você agora.
           Ela deu-lhe seus olhos quase inexistentes, de tão claros:
           – Em Botafogo, por favor.
         Tocou o carro. A aventura dera-lhe um delírio de velocidade. Entrou pelo túnel como um louco e fez, a pedido dela, a curva de General Polidoro num ângulo quase absurdo. 
          – É aqui – disse ela em voz baixa.
          Ele parou. Olhou para ela espantado:
           – Por que aqui?
          – Eu moro aqui. Venha me ver quando quiser. Muito obrigada por tudo.
        E dando-lhe um último longo beijo, frio como o éter, abriu a porta do carro, passou através do portão fechado do cemitério e desapareceu.

    (Para uma menina com uma flor, 2009.)
    As palavras do texto cujos prefixos exprimem ideia de negação são
    Escolha uma alternativa para a questão 79a80747-07
  • 79A4F818-07

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário São Camilo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a crônica “Conto carioca”, de Vinicius de Moraes, para responder à questão.

         O rapaz vinha passando num Cadillac novo pela avenida Atlântica. Vinha despreocupado, assoviando um blue, os olhos esquecidos no asfalto em retração. A noite era longa, alta e esférica, cheia de uma paz talvez macabra, mas o rapaz nada sentia. Ganhara o bastante na roleta para resolver a despesa do cassino, o que lhe dava essa sensação de comando do homem que paga: porque tratava-se de um “duro”, e o automóvel era o carro paterno, obtido depois de uma promessa de fazer força nos estudos. O show estivera agradável e ele flertara com quase todas as mulheres da sua mesa. A lua imobilizava-se no céu, imparticipante, clareando a cabeleira das ondas que rugiam, mas como que em silêncio.
         De súbito, em frente ao Lido, uma mulher sentada num banco. Uma mulher de branco, o rosto envolto num véu branco, e tão elegante e bonita, meu Deus, que parecia também, em sua claridade, um luar dormente. O freio de pé agiu quase automaticamente e a borracha deslizou, levando o carro maneiroso até o meio-fio, onde estacou num rincho ousado. Depois ele deu ré, até junto da dama branca.
          – Sozinha a essas horas?
       Ela não respondeu. Limitou-se a olhar serenamente o rapaz do Cadillac, com seu olhar extraordinariamente fluido, enquanto o vento sul agitava-lhe docemente os cabelos cor de cinza.
         – Sabe que é muito perigoso ficar aqui até estas horas, uma mulher tão bonita?
         A voz veio de longe, uma voz branca, branca como a mulher, e ao mesmo tempo crestada por um ligeiro sotaque nórdico:
          – Perdi a condução... Não sei... é tão difícil arranjar condução...
         O rapaz examinou-a já com olhos de cobiça. Que criatura fascinante! Tão branca... Devia ser uma coisa branca, um mar de leite, um amor pálido. Suas pernas tinham uma alvura de marfim e suas mãos pareciam porcelanas brancas. Veio-lhe uma sensação estranha, um arrepio percorreu-lhe todo o corpo e ele se sentiu entregar a um sono triste, onde a volúpia cantava baixinho. Teve um gesto para ela: 
          – Vem... Eu levo você... 
        Ela foi. Abriu a porta do carro e sentou-se a seu lado. Fosse porque a madrugada avançasse, a noite se fizera mais fria e, ao tê-la aconchegada – talvez emoção –, o rapaz tiritou. Seus braços eram frios como o mármore e sua boca gelada como éter. Vinha dela um suave perfume de flores que o levou para longe. Ela se deixou, passiva, em seus braços, entregue a um mundo de beijos mansos.
          Quando a madrugada rompeu, ele acordou do seu letargo amoroso. A moça branca parecia mais branca ainda, e agora olhava o mar, de onde vinha um vento branco. Ele disse:
            – Amor, vou levar você agora.
           Ela deu-lhe seus olhos quase inexistentes, de tão claros:
           – Em Botafogo, por favor.
         Tocou o carro. A aventura dera-lhe um delírio de velocidade. Entrou pelo túnel como um louco e fez, a pedido dela, a curva de General Polidoro num ângulo quase absurdo. 
          – É aqui – disse ela em voz baixa.
          Ele parou. Olhou para ela espantado:
           – Por que aqui?
          – Eu moro aqui. Venha me ver quando quiser. Muito obrigada por tudo.
        E dando-lhe um último longo beijo, frio como o éter, abriu a porta do carro, passou através do portão fechado do cemitério e desapareceu.

    (Para uma menina com uma flor, 2009.)
    O desfecho da crônica pode ser caracterizado como
    Escolha uma alternativa para a questão 79a4f818-07
  • 79A1A2A5-07

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário São Camilo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a crônica “Conto carioca”, de Vinicius de Moraes, para responder à questão.

         O rapaz vinha passando num Cadillac novo pela avenida Atlântica. Vinha despreocupado, assoviando um blue, os olhos esquecidos no asfalto em retração. A noite era longa, alta e esférica, cheia de uma paz talvez macabra, mas o rapaz nada sentia. Ganhara o bastante na roleta para resolver a despesa do cassino, o que lhe dava essa sensação de comando do homem que paga: porque tratava-se de um “duro”, e o automóvel era o carro paterno, obtido depois de uma promessa de fazer força nos estudos. O show estivera agradável e ele flertara com quase todas as mulheres da sua mesa. A lua imobilizava-se no céu, imparticipante, clareando a cabeleira das ondas que rugiam, mas como que em silêncio.
         De súbito, em frente ao Lido, uma mulher sentada num banco. Uma mulher de branco, o rosto envolto num véu branco, e tão elegante e bonita, meu Deus, que parecia também, em sua claridade, um luar dormente. O freio de pé agiu quase automaticamente e a borracha deslizou, levando o carro maneiroso até o meio-fio, onde estacou num rincho ousado. Depois ele deu ré, até junto da dama branca.
          – Sozinha a essas horas?
       Ela não respondeu. Limitou-se a olhar serenamente o rapaz do Cadillac, com seu olhar extraordinariamente fluido, enquanto o vento sul agitava-lhe docemente os cabelos cor de cinza.
         – Sabe que é muito perigoso ficar aqui até estas horas, uma mulher tão bonita?
         A voz veio de longe, uma voz branca, branca como a mulher, e ao mesmo tempo crestada por um ligeiro sotaque nórdico:
          – Perdi a condução... Não sei... é tão difícil arranjar condução...
         O rapaz examinou-a já com olhos de cobiça. Que criatura fascinante! Tão branca... Devia ser uma coisa branca, um mar de leite, um amor pálido. Suas pernas tinham uma alvura de marfim e suas mãos pareciam porcelanas brancas. Veio-lhe uma sensação estranha, um arrepio percorreu-lhe todo o corpo e ele se sentiu entregar a um sono triste, onde a volúpia cantava baixinho. Teve um gesto para ela: 
          – Vem... Eu levo você... 
        Ela foi. Abriu a porta do carro e sentou-se a seu lado. Fosse porque a madrugada avançasse, a noite se fizera mais fria e, ao tê-la aconchegada – talvez emoção –, o rapaz tiritou. Seus braços eram frios como o mármore e sua boca gelada como éter. Vinha dela um suave perfume de flores que o levou para longe. Ela se deixou, passiva, em seus braços, entregue a um mundo de beijos mansos.
          Quando a madrugada rompeu, ele acordou do seu letargo amoroso. A moça branca parecia mais branca ainda, e agora olhava o mar, de onde vinha um vento branco. Ele disse:
            – Amor, vou levar você agora.
           Ela deu-lhe seus olhos quase inexistentes, de tão claros:
           – Em Botafogo, por favor.
         Tocou o carro. A aventura dera-lhe um delírio de velocidade. Entrou pelo túnel como um louco e fez, a pedido dela, a curva de General Polidoro num ângulo quase absurdo. 
          – É aqui – disse ela em voz baixa.
          Ele parou. Olhou para ela espantado:
           – Por que aqui?
          – Eu moro aqui. Venha me ver quando quiser. Muito obrigada por tudo.
        E dando-lhe um último longo beijo, frio como o éter, abriu a porta do carro, passou através do portão fechado do cemitério e desapareceu.

    (Para uma menina com uma flor, 2009.)
    Ao intitular a narrativa de “Conto carioca”, o cronista chama a atenção para
    Escolha uma alternativa para a questão 79a1a2a5-07
  • 799CCD2F-07

    Português

    Figuras de Linguagem
    Centro Universitário São Camilo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Examine a tira do cartunista americano Bill Watterson.

    Imagem da questão de Português, Centro Universitário São Camilo 2018, Figuras de Linguagem
    (Criaturas bizarras de outro planeta!:
    as aventuras de Calvin & Haroldo, 2011.)

    No último quadrinho, o garoto Calvin faz uso do seguinte recurso expressivo:
    Escolha uma alternativa para a questão 799ccd2f-07
  • B26B4494-05

    Sociologia

    Relação entre Indivíduo e Sociedade
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Se quisermos definir ‘Sociedade’, de acordo com a disciplina acadêmica denominada ‘Sociologia’, devemos dizer que se trata de um determinado conjunto:
    Escolha uma alternativa para a questão b26b4494-05
  • B26763BD-05

    Sociologia

    Cultura e sociedade
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    'Herança Social', conforme entendida e conceituada na disciplina acadêmica denominada ‘Sociologia’, deve definir-se como:
    Escolha uma alternativa para a questão b26763bd-05
  • B26430E7-05

    Sociologia

    O nascimento da sociologia
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    A inserção da disciplina ‘Sociologia’ nos currículos acadêmicos é considerada muito importante, pois:
    Escolha uma alternativa para a questão b26430e7-05
  • B26144A2-05

    Sociologia

    O processo de socialização
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instituições Sociais, conforme entendidas na Sociologia, são entidades societárias:
    Escolha uma alternativa para a questão b26144a2-05
  • B25E5FD9-05

    Filosofia

    Aspectos da Filosofia Contemporânea
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    O único e verdadeiro 'ato de filosofar' é aquele que:
    Escolha uma alternativa para a questão b25e5fd9-05
  • B25B0EB9-05

    Filosofia

    Conceitos Filosóficos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Os verdadeiros valores éticos, independentemente de quaisquer sistemas em que se integrem, são aqueles que:
    Escolha uma alternativa para a questão b25b0eb9-05
  • B2574356-05

    Filosofia

    Conceitos Filosóficos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Quando o ser humano consegue agir, conforme sua própria vontade, e, entre várias opções, escolher aquela que sua reta razão lhe diz ser o melhor bem, estamos afirmando que esse mesmo ser humano:
    Escolha uma alternativa para a questão b2574356-05
  • B2540DB8-05

    Filosofia

    O Sujeito Moderno
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    O Período da História da Filosofia que considera a Filosofia como sendo um instrumento para ajudar na compreensão dos dogmas do Cristianismo, chama-se:
    Escolha uma alternativa para a questão b2540db8-05
  • B250B69E-05

    Geografia

    Migrações
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    A partir do século XIX, o Brasil passou a receber uma renovação populacional, com a chegada dos imigrantes de diversas nacionalidades. Analise as alternativas seguintes, relativas aos principais grupos de imigrantes do Brasil.

    1) As grandes áreas de concentração dos imigrantes italianos foram os estados de São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.
    2) A vinda dos alemães para o Brasil associou-se a um programa de colonização, idealizado pelo governo brasileiro, cujo objetivo era o desenvolvimento da agricultura e a ocupação da região Sul.
    3) Os espanhóis constituem o terceiro maior grupo de imigrantes europeus que se deslocaram para o Brasil, entre 1880 e 1972.
    4) A imigração japonesa para o Brasil teve início na primeira década do século XX, com a “imigração subsidiada”.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão b250b69e-05
  • B24D56CE-05

    Geografia

    Hierarquia urbana
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estabeleceu uma hierarquia urbana, considerando os diferentes níveis de polarização das cidades. Com referência a essa hierarquia urbana, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão b24d56ce-05
  • B2499F15-05

    Geografia

    Geografia Econômica
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    A União Europeia surgiu em 1992, mas tem suas origens no CECA (Comunidade Europeia do Carvão e do Aço, - 1951). Constitui um dos maiores blocos econômicos do mundo, mas também enfrenta dificuldades. Com referência a essas dificuldades, analise as afirmativas abaixo.

    1) Reino Unido, Suécia e Dinamarca não aderiram à moeda comum da União Europeia.
    2) A União Europeia formou uma força conjunta de defesa própria, não dependendo da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), liderado pelos Estados Unidos.
    3) O Reino Unido sairá da União Europeia em 29/03/2019.
    4) Os países menos industrializados da União Europeia passaram por fortes crises, a partir de 2009, atingindo elevadas taxas de desemprego.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão b2499f15-05
  • B241BED1-05

    Geografia

    Geologia
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Os terremotos são um dos mais graves problemas naturais com os quais as sociedades de vários países têm que conviver. O ser humano ainda não conseguiu desenvolver tecnologia para impedir essa forte manifestação da natureza.

    Imagem da questão de Geografia, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2018, Geologia

    Os terremotos:
    Escolha uma alternativa para a questão b241bed1-05
  • B23E0E7D-05

    Geografia

    Clima
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe, atentamente, o pluviograma de uma dada localidade brasileira apresentado a seguir.

    Imagem da questão de Geografia, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2018, Clima

    A partir das informações contidas no gráfico, é correto afirmar que a referida localidade :

    1) se situa na Região Sul do Brasil e possui um clima subtropical.
    2) possui um regime de chuvas de verão-outono.
    3) apresenta fortes indícios de que nela ocorrem frequentes episódios de granizo.
    4) tem um regime pluviométrico marcadamente influenciado pelas Ondas de Leste.
    5) apresenta um superávit hídrico anual, especialmente após o período de inverno.

    Está(ão) correta(s) apenas:
    Escolha uma alternativa para a questão b23e0e7d-05
  • B239BBBF-05

    Geografia

    Meio Ambiente na Geografia
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    O Acordo do clima, firmado em 2015, no qual quase todas as nações se comprometeram a reduzir emissões de carbono, deveria ter sido um ponto de virada na luta contra a mudança climática. Mas muitos países já estão atrás de suas metas, e os EUA agora anunciaram que abandonarão o pacto. Enquanto isso, as emissões globais crescem. O único modo de recuperar o tempo perdido, e ter algum sucesso, é buscar uma abordagem que aproveite todas as estratégias possíveis para reduzir as emissões.

    (revista Scientific American,out. de 2018, Edição Especial)

    O texto acima está se referindo ao:
    Escolha uma alternativa para a questão b239bbbf-05