Questões do ENEM 2010
Questões aplicadas na prova de 2010, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
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1.564 questões encontradas. Mostrando a página 50 de 79.
04394A61-8D Instrução: A questão toma por base o seguinte fragmento do diálogo Fedro, de Platão (427-347 a.C.).FedroSÓCRATES: – Vamos então refletir sobre o que há pouco estávamos discutindo; examinaremos o que seja recitar ou escrever bem um discurso, e o que seja recitar ou escrever mal.FEDRO: – Isso mesmo.SÓCRATES: – Pois bem: não é necessário que o orador esteja bem instruído e realmente informado sobre a verdade do assunto de que vai tratar?FEDRO: – A esse respeito, Sócrates, ouvi o seguinte: para quem quer tornar-se orador consumado não é indispensável conhecer o que de fato é justo, mas sim o que parece justo para a maioria dos ouvintes, que são os que decidem; nem precisa saber tampouco o que é bom ou belo, mas apenas o que parece tal – pois é pela aparência que se consegue persuadir, e não pela verdade.SÓCRATES: – Não se deve desdenhar, caro Fedro, da palavra hábil, mas antes refletir no que ela significa. O que acabas de dizer merece toda a nossa atenção.FEDRO: – Tens razão.SÓCRATES: – Examinemos, pois, essa afirmação.FEDRO: – Sim.SÓCRATES: – Imagina que eu procuro persuadir-te a comprar um cavalo para defender-te dos inimigos, mas nenhum de nós sabe o que seja um cavalo; eu, porém, descobri por acaso uma coisa: “Para Fedro, o cavalo é o animal doméstico que tem as orelhas mais compridas”...FEDRO: – Isso seria ridículo, querido Sócrates.SÓCRATES: – Um momento. Ridículo seria se eu tratasse seriamente de persuadir-te a que escrevesses um panegírico do burro, chamando-o de cavalo e dizendo que é muitíssimo prático comprar esse animal para o uso doméstico, bem como para expedições militares; que ele serve para montaria de batalha, para transportar bagagens e para vários outros misteres.FEDRO: – Isso seria ainda ridículo.SÓCRATES: – Um amigo que se mostra ridículo não é preferível ao que se revela como perigoso e nocivo?FEDRO: – Não há dúvida.SÓCRATES: – Quando um orador, ignorando a natureza do bem e do mal, encontra os seus concidadãos na mesma ignorância e os persuade, não a tomar a sombra de um burro por um cavalo, mas o mal pelo bem; quando, conhecedor dos preconceitos da multidão, ele a impele para o mau caminho, – nesses casos, a teu ver, que frutos a retórica poderá recolher daquilo que ela semeou?FEDRO: – Não pode ser muito bom fruto.SÓCRATES: – Mas vejamos, meu caro: não nos teremos excedido em nossas censuras contra a arte retórica? Pode suceder que ela responda: “que estais a tagarelar, homens ridículos? Eu não obrigo ninguém – dirá ela – que ignore averdade a aprender a falar. Mas quem ouve o meu conselho tratará de adquirir primeiro esses conhecimentos acerca da verdade para, depois, se dedicar a mim. Mas uma coisa posso afirmar com orgulho: sem as minhas lições a posse da verdade de nada servirá para engendrar a persuasão”.FEDRO: – E não teria ela razão dizendo isso?SÓCRATES: – Reconheço que sim, se os argumentos usuais provarem que de fato a retórica é uma arte; mas, se não me engano, tenho ouvido algumas pessoas atacá-la e provar que ela não é isso, mas sim um negócio que nada tem que ver com a arte. O lacônio declara: “não existe arte retórica propriamente dita sem o conhecimento da verdade, nem haverá jamais tal coisa”.(Platão. Diálogos. Porto Alegre: Editora Globo, 1962.)... que frutos a retórica poderá recolher daquilo que ela semeou?Esta passagem apresenta conformação alegórica, em virtude do sentido figurado com que são empregadas as palavras frutos, recolher e semeou. Aponte, entre as alternativas a seguir, aquela que contém, na ordem adequada, palavras que, sem perda relevante do sentido da frase, evitam a conformação alegórica:04344948-8D Português
Interpretação de TextosUNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosInstrução: A questão toma por base o seguinte fragmento do diálogo Fedro, de Platão (427-347 a.C.).FedroSÓCRATES: – Vamos então refletir sobre o que há pouco estávamos discutindo; examinaremos o que seja recitar ou escrever bem um discurso, e o que seja recitar ou escrever mal.FEDRO: – Isso mesmo.SÓCRATES: – Pois bem: não é necessário que o orador esteja bem instruído e realmente informado sobre a verdade do assunto de que vai tratar?FEDRO: – A esse respeito, Sócrates, ouvi o seguinte: para quem quer tornar-se orador consumado não é indispensável conhecer o que de fato é justo, mas sim o que parece justo para a maioria dos ouvintes, que são os que decidem; nem precisa saber tampouco o que é bom ou belo, mas apenas o que parece tal – pois é pela aparência que se consegue persuadir, e não pela verdade.SÓCRATES: – Não se deve desdenhar, caro Fedro, da palavra hábil, mas antes refletir no que ela significa. O que acabas de dizer merece toda a nossa atenção.FEDRO: – Tens razão.SÓCRATES: – Examinemos, pois, essa afirmação.FEDRO: – Sim.SÓCRATES: – Imagina que eu procuro persuadir-te a comprar um cavalo para defender-te dos inimigos, mas nenhum de nós sabe o que seja um cavalo; eu, porém, descobri por acaso uma coisa: “Para Fedro, o cavalo é o animal doméstico que tem as orelhas mais compridas”...FEDRO: – Isso seria ridículo, querido Sócrates.SÓCRATES: – Um momento. Ridículo seria se eu tratasse seriamente de persuadir-te a que escrevesses um panegírico do burro, chamando-o de cavalo e dizendo que é muitíssimo prático comprar esse animal para o uso doméstico, bem como para expedições militares; que ele serve para montaria de batalha, para transportar bagagens e para vários outros misteres.FEDRO: – Isso seria ainda ridículo.SÓCRATES: – Um amigo que se mostra ridículo não é preferível ao que se revela como perigoso e nocivo?FEDRO: – Não há dúvida.SÓCRATES: – Quando um orador, ignorando a natureza do bem e do mal, encontra os seus concidadãos na mesma ignorância e os persuade, não a tomar a sombra de um burro por um cavalo, mas o mal pelo bem; quando, conhecedor dos preconceitos da multidão, ele a impele para o mau caminho, – nesses casos, a teu ver, que frutos a retórica poderá recolher daquilo que ela semeou?FEDRO: – Não pode ser muito bom fruto.SÓCRATES: – Mas vejamos, meu caro: não nos teremos excedido em nossas censuras contra a arte retórica? Pode suceder que ela responda: “que estais a tagarelar, homens ridículos? Eu não obrigo ninguém – dirá ela – que ignore averdade a aprender a falar. Mas quem ouve o meu conselho tratará de adquirir primeiro esses conhecimentos acerca da verdade para, depois, se dedicar a mim. Mas uma coisa posso afirmar com orgulho: sem as minhas lições a posse da verdade de nada servirá para engendrar a persuasão”.FEDRO: – E não teria ela razão dizendo isso?SÓCRATES: – Reconheço que sim, se os argumentos usuais provarem que de fato a retórica é uma arte; mas, se não me engano, tenho ouvido algumas pessoas atacá-la e provar que ela não é isso, mas sim um negócio que nada tem que ver com a arte. O lacônio declara: “não existe arte retórica propriamente dita sem o conhecimento da verdade, nem haverá jamais tal coisa”.(Platão. Diálogos. Porto Alegre: Editora Globo, 1962.)Não se deve desdenhar, caro Fedro, da palavra hábil, mas antes refletir no que ela significa.Nesta frase, Sócrates, para rotular o tipo de discurso que acaba de ser sugerido por Fedro, emprega palavra hábil com o sentido de:042EA826-8D Português
Funções morfossintáticas da palavra QUEUNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosInstrução: A questão toma por base o seguinte fragmento do diálogo Fedro, de Platão (427-347 a.C.).FedroSÓCRATES: – Vamos então refletir sobre o que há pouco estávamos discutindo; examinaremos o que seja recitar ou escrever bem um discurso, e o que seja recitar ou escrever mal.FEDRO: – Isso mesmo.SÓCRATES: – Pois bem: não é necessário que o orador esteja bem instruído e realmente informado sobre a verdade do assunto de que vai tratar?FEDRO: – A esse respeito, Sócrates, ouvi o seguinte: para quem quer tornar-se orador consumado não é indispensável conhecer o que de fato é justo, mas sim o que parece justo para a maioria dos ouvintes, que são os que decidem; nem precisa saber tampouco o que é bom ou belo, mas apenas o que parece tal – pois é pela aparência que se consegue persuadir, e não pela verdade.SÓCRATES: – Não se deve desdenhar, caro Fedro, da palavra hábil, mas antes refletir no que ela significa. O que acabas de dizer merece toda a nossa atenção.FEDRO: – Tens razão.SÓCRATES: – Examinemos, pois, essa afirmação.FEDRO: – Sim.SÓCRATES: – Imagina que eu procuro persuadir-te a comprar um cavalo para defender-te dos inimigos, mas nenhum de nós sabe o que seja um cavalo; eu, porém, descobri por acaso uma coisa: “Para Fedro, o cavalo é o animal doméstico que tem as orelhas mais compridas”...FEDRO: – Isso seria ridículo, querido Sócrates.SÓCRATES: – Um momento. Ridículo seria se eu tratasse seriamente de persuadir-te a que escrevesses um panegírico do burro, chamando-o de cavalo e dizendo que é muitíssimo prático comprar esse animal para o uso doméstico, bem como para expedições militares; que ele serve para montaria de batalha, para transportar bagagens e para vários outros misteres.FEDRO: – Isso seria ainda ridículo.SÓCRATES: – Um amigo que se mostra ridículo não é preferível ao que se revela como perigoso e nocivo?FEDRO: – Não há dúvida.SÓCRATES: – Quando um orador, ignorando a natureza do bem e do mal, encontra os seus concidadãos na mesma ignorância e os persuade, não a tomar a sombra de um burro por um cavalo, mas o mal pelo bem; quando, conhecedor dos preconceitos da multidão, ele a impele para o mau caminho,– nesses casos, a teu ver, que frutos a retórica poderá recolher daquilo que ela semeou?FEDRO: – Não pode ser muito bom fruto.SÓCRATES: – Mas vejamos, meu caro: não nos teremos excedido em nossas censuras contra a arte retórica? Pode suceder que ela responda: “que estais a tagarelar, homens ridículos? Eu não obrigo ninguém – dirá ela – que ignore a verdade a aprender a falar. Mas quem ouve o meu conselho tratará de adquirir primeiro esses conhecimentos acerca da verdade para, depois, se dedicar a mim. Mas uma coisa posso afirmar com orgulho: sem as minhas lições a posse da verdade de nada servirá para engendrar a persuasão”.FEDRO: – E não teria ela razão dizendo isso?SÓCRATES: – Reconheço que sim, se os argumentos usuais provarem que de fato a retórica é uma arte; mas, se não me engano, tenho ouvido algumas pessoas atacá-la e provar que ela não é isso, mas sim um negócio que nada tem que ver com a arte. O lacônio declara: “não existe arte retórica propriamente dita sem o conhecimento da verdade, nem haverá jamais tal coisa”.(Platão. Diálogos. Porto Alegre: Editora Globo, 1962.).... para quem quer tornar-se orador consumado não é indispensável conhecer o que de fato é justo, mas sim o que parece justo para a maioria dos ouvintes, que são os que decidem; nem precisa saber tampouco o que é bom ou belo, mas apenas o que parece tal ...Neste trecho da tradução da segunda fala de Fedro, observa-se uma frase com estruturas oracionais recorrentes, e por isso plena de termos repetidos, sendo notável, a este respeito, a retomada do demonstrativo o e do pronome relativo que em o que de fato é justo, o que parece justo, os que decidem, o que é bom ou belo, o que parece tal.Em todos esses contextos, o relativo que exerce a mesma função sintática nas orações de que faz parte. Indique-a.
04295CED-8D Português
Interpretação de TextosUNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosInstrução: A questão toma por base o seguinte fragmento do diálogo Fedro, de Platão (427-347 a.C.).FedroSÓCRATES: – Vamos então refletir sobre o que há pouco estávamos discutindo; examinaremos o que seja recitar ou escrever bem um discurso, e o que seja recitar ou escrever mal.FEDRO: – Isso mesmo.SÓCRATES: – Pois bem: não é necessário que o orador esteja bem instruído e realmente informado sobre a verdade do assunto de que vai tratar?FEDRO: – A esse respeito, Sócrates, ouvi o seguinte: para quem quer tornar-se orador consumado não é indispensável conhecer o que de fato é justo, mas sim o que parece justo para a maioria dos ouvintes, que são os que decidem; nem precisa saber tampouco o que é bom ou belo, mas apenas o que parece tal – pois é pela aparência que se consegue persuadir, e não pela verdade.SÓCRATES: – Não se deve desdenhar, caro Fedro, da palavra hábil, mas antes refletir no que ela significa. O que acabas de dizer merece toda a nossa atenção.FEDRO: – Tens razão.SÓCRATES: – Examinemos, pois, essa afirmação.FEDRO: – Sim.SÓCRATES: – Imagina que eu procuro persuadir-te a comprar um cavalo para defender-te dos inimigos, mas nenhum de nós sabe o que seja um cavalo; eu, porém, descobri por acaso uma coisa: “Para Fedro, o cavalo é o animal doméstico que tem as orelhas mais compridas”...FEDRO: – Isso seria ridículo, querido Sócrates.SÓCRATES: – Um momento. Ridículo seria se eu tratasse seriamente de persuadir-te a que escrevesses um panegírico do burro, chamando-o de cavalo e dizendo que é muitíssimo prático comprar esse animal para o uso doméstico, bem como para expedições militares; que ele serve para montaria de batalha, para transportar bagagens e para vários outros misteres.FEDRO: – Isso seria ainda ridículo.SÓCRATES: – Um amigo que se mostra ridículo não é preferível ao que se revela como perigoso e nocivo?FEDRO: – Não há dúvida.SÓCRATES: – Quando um orador, ignorando a natureza do bem e do mal, encontra os seus concidadãos na mesma ignorância e os persuade, não a tomar a sombra de um burro por um cavalo, mas o mal pelo bem; quando, conhecedor dos preconceitos da multidão, ele a impele para o mau caminho, – nesses casos, a teu ver, que frutos a retórica poderá recolher daquilo que ela semeou?FEDRO: – Não pode ser muito bom fruto.SÓCRATES: – Mas vejamos, meu caro: não nos teremos excedido em nossas censuras contra a arte retórica? Pode suceder que ela responda: “que estais a tagarelar, homens ridículos? Eu não obrigo ninguém – dirá ela – que ignore averdade a aprender a falar. Mas quem ouve o meu conselho tratará de adquirir primeiro esses conhecimentos acerca da verdade para, depois, se dedicar a mim. Mas uma coisa posso afirmar com orgulho: sem as minhas lições a posse da verdade de nada servirá para engendrar a persuasão”.FEDRO: – E não teria ela razão dizendo isso?SÓCRATES: – Reconheço que sim, se os argumentos usuais provarem que de fato a retórica é uma arte; mas, se não me engano, tenho ouvido algumas pessoas atacá-la e provar que ela não é isso, mas sim um negócio que nada tem que ver com a arte. O lacônio declara: “não existe arte retórica propriamente dita sem o conhecimento da verdade, nem haverá jamais tal coisa”.(Platão. Diálogos. Porto Alegre: Editora Globo, 1962.)Após uma leitura atenta do fragmento do diálogo Fedro, pode-se perceber que Sócrates combate, fundamentalmente, o argumento dos mestres sofistas, segundo o qual, para fazer bons discursos, é preciso,04225131-8D Português
Interpretação de TextosUNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosInstrução: A questão toma por base o seguinte fragmento do diálogo Fedro, de Platão (427-347 a.C.).FedroSÓCRATES: – Vamos então refletir sobre o que há pouco estávamos discutindo; examinaremos o que seja recitar ou escrever bem um discurso, e o que seja recitar ou escrever mal.FEDRO: – Isso mesmo.SÓCRATES: – Pois bem: não é necessário que o orador esteja bem instruído e realmente informado sobre a verdade do assunto de que vai tratar?FEDRO: – A esse respeito, Sócrates, ouvi o seguinte: para quem quer tornar-se orador consumado não é indispensável conhecer o que de fato é justo, mas sim o que parece justo para a maioria dos ouvintes, que são os que decidem; nem precisa saber tampouco o que é bom ou belo, mas apenas o que parece tal – pois é pela aparência que se consegue persuadir, e não pela verdade.SÓCRATES: – Não se deve desdenhar, caro Fedro, da palavra hábil, mas antes refletir no que ela significa. O que acabas de dizer merece toda a nossa atenção.FEDRO: – Tens razão.SÓCRATES: – Examinemos, pois, essa afirmação.FEDRO: – Sim.SÓCRATES: – Imagina que eu procuro persuadir-te a comprar um cavalo para defender-te dos inimigos, mas nenhum de nós sabe o que seja um cavalo; eu, porém, descobri por acaso uma coisa: “Para Fedro, o cavalo é o animal doméstico que tem as orelhas mais compridas”...FEDRO: – Isso seria ridículo, querido Sócrates.SÓCRATES: – Um momento. Ridículo seria se eu tratasse seriamente de persuadir-te a que escrevesses um panegírico do burro, chamando-o de cavalo e dizendo que é muitíssimo prático comprar esse animal para o uso doméstico, bem como para expedições militares; que ele serve para montaria de batalha, para transportar bagagens e para vários outros misteres.FEDRO: – Isso seria ainda ridículo.SÓCRATES: – Um amigo que se mostra ridículo não é preferível ao que se revela como perigoso e nocivo?FEDRO: – Não há dúvida.SÓCRATES: – Quando um orador, ignorando a natureza do bem e do mal, encontra os seus concidadãos na mesma ignorância e os persuade, não a tomar a sombra de um burro por um cavalo, mas o mal pelo bem; quando, conhecedor dos preconceitos da multidão, ele a impele para o mau caminho, – nesses casos, a teu ver, que frutos a retórica poderá recolher daquilo que ela semeou?FEDRO: – Não pode ser muito bom fruto.SÓCRATES: – Mas vejamos, meu caro: não nos teremos excedido em nossas censuras contra a arte retórica? Pode suceder que ela responda: “que estais a tagarelar, homens ridículos? Eu não obrigo ninguém – dirá ela – que ignore averdade a aprender a falar. Mas quem ouve o meu conselho tratará de adquirir primeiro esses conhecimentos acerca da verdade para, depois, se dedicar a mim. Mas uma coisa posso afirmar com orgulho: sem as minhas lições a posse da verdade de nada servirá para engendrar a persuasão”.FEDRO: – E não teria ela razão dizendo isso?SÓCRATES: – Reconheço que sim, se os argumentos usuais provarem que de fato a retórica é uma arte; mas, se não me engano, tenho ouvido algumas pessoas atacá-la e provar que ela não é isso, mas sim um negócio que nada tem que ver com a arte. O lacônio declara: “não existe arte retórica propriamente dita sem o conhecimento da verdade, nem haverá jamais tal coisa”.(Platão. Diálogos. Porto Alegre: Editora Globo, 1962.)Neste fragmento de um diálogo de Platão, as personagens Sócrates e Fedro discutem a respeito da relação entre a arte retórica, isto é, a arte de produzir discursos, e a expressão da verdade por meio de tais discursos. Trata-se de um tema ainda atual. Aponte a única alternativa que expressa um conteúdo não abordado pelas duas personagens no fragmento.101A05E2-36 Literatura
BarrocoUNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosA cada canto um grande conselheiro,
Que nos quer governar cabana, e vinha,
Não sabem governar sua cozinha,
E podem governar o mundo inteiro.
(...)
Estupendas usuras nos mercados,
Todos, os que não furtam, muito pobres,
E eis aqui a Cidade da Bahia.
(Gregório de Matos. “Descreve o que era realmente naquelle tempo
a cidade da Bahia de mais enredada por menos confusa”,
in Obra poética (org. James Amado), 1990.)
O poema, escrito por Gregório de Matos no século XVII,
10065E05-36 Inglês
Tradução | TranslationUNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosInstrução: Leia a letra da música Calling occupants of interplanetary craft para responder a questão.
Calling occupants of interplanetary craft
In your mind you have capacities you know
To telepath messages through the vast unknown
Please close your eyes and concentrate
With every thought you think
Upon the recitation we’re about to sing
Calling occupants of interplanetary craft
Calling occupants of interplanetary most extraordinary craft
Calling occupants of interplanetary craft
Calling occupants of interplanetary craft
Calling occupants of interplanetary, most extraordinary craft
You’ve been observing our earth
And we’d like to make a contact with you
We are your friends
Calling occupants of interplanetary craft
Calling occupants of interplanetary ultra-emissaries
We’ve been observing your earth
And one night we’ll make a contact with you
We are your friends
Calling occupants of interplanetary quite extraordinary craft
And please come in peace, we beseech you
Only a landing will teach them
Our earth may never survive
So do come, we beg you
Please interstellar policeman
Oh won’t you give us a sign
Give us a sign that we’ve reached you
With your mind you have ability to form
And transmit thought energy far beyond the norm
You close your eyes, you concentrate
Together that’s the way
To send the message
We declare world contact day
Calling occupants
Calling occupants
Calling occupants of interplanetary, anti-adversary craft
We are your friends
(http://www.lyricsfreak.com)
As palavras unknown, beseech, survive e interstellar podem ser entendidas, respectivamente, como10000801-36 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosInstrução: Leia a letra da música Calling occupants of interplanetary craft para responder a questão.
Calling occupants of interplanetary craft
In your mind you have capacities you know
To telepath messages through the vast unknown
Please close your eyes and concentrate
With every thought you think
Upon the recitation we’re about to sing
Calling occupants of interplanetary craft
Calling occupants of interplanetary most extraordinary craft
Calling occupants of interplanetary craft
Calling occupants of interplanetary craft
Calling occupants of interplanetary, most extraordinary craft
You’ve been observing our earth
And we’d like to make a contact with you
We are your friends
Calling occupants of interplanetary craft
Calling occupants of interplanetary ultra-emissaries
We’ve been observing your earth
And one night we’ll make a contact with you
We are your friends
Calling occupants of interplanetary quite extraordinary craft
And please come in peace, we beseech you
Only a landing will teach them
Our earth may never survive
So do come, we beg you
Please interstellar policeman
Oh won’t you give us a sign
Give us a sign that we’ve reached you
With your mind you have ability to form
And transmit thought energy far beyond the norm
You close your eyes, you concentrate
Together that’s the way
To send the message
We declare world contact day
Calling occupants
Calling occupants
Calling occupants of interplanetary, anti-adversary craft
We are your friends
(http://www.lyricsfreak.com)
De acordo com a letra da música, qual das seguintes afirmações é totalmente correta?0FFAE648-36 Inglês
Tradução | TranslationUNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosInstrução: Leia a letra da música Calling occupants of interplanetary craft para responder a questão.
Calling occupants of interplanetary craft
In your mind you have capacities you know
To telepath messages through the vast unknown
Please close your eyes and concentrate
With every thought you think
Upon the recitation we’re about to sing
Calling occupants of interplanetary craft
Calling occupants of interplanetary most extraordinary craft
Calling occupants of interplanetary craft
Calling occupants of interplanetary craft
Calling occupants of interplanetary, most extraordinary craft
You’ve been observing our earth
And we’d like to make a contact with you
We are your friends
Calling occupants of interplanetary craft
Calling occupants of interplanetary ultra-emissaries
We’ve been observing your earth
And one night we’ll make a contact with you
We are your friends
Calling occupants of interplanetary quite extraordinary craft
And please come in peace, we beseech you
Only a landing will teach them
Our earth may never survive
So do come, we beg you
Please interstellar policeman
Oh won’t you give us a sign
Give us a sign that we’ve reached you
With your mind you have ability to form
And transmit thought energy far beyond the norm
You close your eyes, you concentrate
Together that’s the way
To send the message
We declare world contact day
Calling occupants
Calling occupants
Calling occupants of interplanetary, anti-adversary craft
We are your friends
(http://www.lyricsfreak.com)
O verso Only a landing will teach them indica que0FF5B5AE-36 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosInstrução: Leia a letra da música Calling occupants of interplanetary craft para responder a questão.
Calling occupants of interplanetary craft
In your mind you have capacities you know
To telepath messages through the vast unknown
Please close your eyes and concentrate
With every thought you think
Upon the recitation we’re about to sing
Calling occupants of interplanetary craft
Calling occupants of interplanetary most extraordinary craft
Calling occupants of interplanetary craft
Calling occupants of interplanetary craft
Calling occupants of interplanetary, most extraordinary craft
You’ve been observing our earth
And we’d like to make a contact with you
We are your friends
Calling occupants of interplanetary craft
Calling occupants of interplanetary ultra-emissaries
We’ve been observing your earth
And one night we’ll make a contact with you
We are your friends
Calling occupants of interplanetary quite extraordinary craft
And please come in peace, we beseech you
Only a landing will teach them
Our earth may never survive
So do come, we beg you
Please interstellar policeman
Oh won’t you give us a sign
Give us a sign that we’ve reached you
With your mind you have ability to form
And transmit thought energy far beyond the norm
You close your eyes, you concentrate
Together that’s the way
To send the message
We declare world contact day
Calling occupants
Calling occupants
Calling occupants of interplanetary, anti-adversary craft
We are your friends
(http://www.lyricsfreak.com)
O verso que melhor se alinha, em termos de sentido, com We are your friends é:0FEEC4E1-36 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosInstrução: Leia a letra da música Calling occupants of interplanetary craft para responder a questão.
Calling occupants of interplanetary craft
In your mind you have capacities you know
To telepath messages through the vast unknown
Please close your eyes and concentrate
With every thought you think
Upon the recitation we’re about to sing
Calling occupants of interplanetary craft
Calling occupants of interplanetary most extraordinary craft
Calling occupants of interplanetary craft
Calling occupants of interplanetary craft
Calling occupants of interplanetary, most extraordinary craft
You’ve been observing our earth
And we’d like to make a contact with you
We are your friends
Calling occupants of interplanetary craft
Calling occupants of interplanetary ultra-emissaries
We’ve been observing your earth
And one night we’ll make a contact with you
We are your friends
Calling occupants of interplanetary quite extraordinary craft
And please come in peace, we beseech you
Only a landing will teach them
Our earth may never survive
So do come, we beg you
Please interstellar policeman
Oh won’t you give us a sign
Give us a sign that we’ve reached you
With your mind you have ability to form
And transmit thought energy far beyond the norm
You close your eyes, you concentrate
Together that’s the way
To send the message
We declare world contact day
Calling occupants
Calling occupants
Calling occupants of interplanetary, anti-adversary craft
We are your friends
(http://www.lyricsfreak.com)
Em qual alternativa todas as palavras se relacionam à ideia de “comunicação”?0FE9BED5-36 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosInstrução: Leia o texto Is there life on other planets? para responder a questão.
Is there life on other planets?
Hans Bodlaender
There are many science fiction movies, television series and books about creatures from other planets. In most of these books and movies, aliens have spaceships that allow them to travel between different star systems, and on planets in these other systems, intelligent creatures live and look like people, but are different. We all know that reality is different from books. Physics tells us that strange things happen when we travel with a speed somewhat close to the speed of light – and, if modern physics is correct, it is impossible for humans to travel between star systems. If other creatures live on other planets, then they have to face the same type of problems, so it seems impossible for them to travel from their planets to ours. If there are intelligent creatures living on planets in other star systems, it seems, according to modern science, that we won’t meet them.
If there is life on other planets, how did it originate? I see three hypotheses:
1. On the other planet, life started in the same way as the evolution theory says that it started here. Apart from the fact that the evolution theory is not the well-rounded and totally scientifically proven theory that people want us to believe, in general, followers of the theory tell that the chance of life starting on a planet is rather small. A term sometimes used is: A magnificent accident. I believe the probability is even smaller than they say, too small to assume that it actually can have happened by accident, but even if you believe life on earth was such a magnificent accident, the chances that this has happened more than once are too small to assume that it may have happened.
2. Life on different planets has a common origin. Say, some very primitive form of life originated somewhere travels to another planet, developing there into an intelligent form of life. There are quite a lot of questions to be asked of such a theory, and, again, calculating the probabilities seems to make it unlikely.
3. Life on earth has been created by God. Possibly, God has also created life on other planets. If God has created life on earth, he may have created life on other planets too. As far as I can tell, the Bible does not say anything about this, so this remains possible. If there are intelligent beings on other planets, I would assume they would know God. Would they also have a fall to sin, like the humans? Would we meet them in heaven? Would there be atheists and religious extraterrestrials? We cannot know.
So, if there are extra-terrestrial intelligent beings, or, even, other types of life on planets outside our solar system, then to me, that would be a new proof of the existence of God. But I cannot understand atheists that sincerely state they follow standard evolution theory and are at the same moment on a search for intelligent life on other planets.
Finally, is there life on other planets in our solar system? Well, I guess, yes: probably on Mars, there now will be bacteria brought to the planet from earth by one of the Mars-expeditions that were recently carried out.
(http://people.cs.uu.nl/hansb/religion. Adaptado.)
Qual dos fatos listados constitui, segundo o texto, uma experiência científica sobre a possibilidade de vida em outros planetas?0FE4D16C-36 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUNESP · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosInstrução: Leia o texto Is there life on other planets? para responder a questão.
Is there life on other planets?
Hans Bodlaender
There are many science fiction movies, television series and books about creatures from other planets. In most of these books and movies, aliens have spaceships that allow them to travel between different star systems, and on planets in these other systems, intelligent creatures live and look like people, but are different. We all know that reality is different from books. Physics tells us that strange things happen when we travel with a speed somewhat close to the speed of light – and, if modern physics is correct, it is impossible for humans to travel between star systems. If other creatures live on other planets, then they have to face the same type of problems, so it seems impossible for them to travel from their planets to ours. If there are intelligent creatures living on planets in other star systems, it seems, according to modern science, that we won’t meet them.
If there is life on other planets, how did it originate? I see three hypotheses:
1. On the other planet, life started in the same way as the evolution theory says that it started here. Apart from the fact that the evolution theory is not the well-rounded and totally scientifically proven theory that people want us to believe, in general, followers of the theory tell that the chance of life starting on a planet is rather small. A term sometimes used is: A magnificent accident. I believe the probability is even smaller than they say, too small to assume that it actually can have happened by accident, but even if you believe life on earth was such a magnificent accident, the chances that this has happened more than once are too small to assume that it may have happened.
2. Life on different planets has a common origin. Say, some very primitive form of life originated somewhere travels to another planet, developing there into an intelligent form of life. There are quite a lot of questions to be asked of such a theory, and, again, calculating the probabilities seems to make it unlikely.
3. Life on earth has been created by God. Possibly, God has also created life on other planets. If God has created life on earth, he may have created life on other planets too. As far as I can tell, the Bible does not say anything about this, so this remains possible. If there are intelligent beings on other planets, I would assume they would know God. Would they also have a fall to sin, like the humans? Would we meet them in heaven? Would there be atheists and religious extraterrestrials? We cannot know.
So, if there are extra-terrestrial intelligent beings, or, even, other types of life on planets outside our solar system, then to me, that would be a new proof of the existence of God. But I cannot understand atheists that sincerely state they follow standard evolution theory and are at the same moment on a search for intelligent life on other planets.
Finally, is there life on other planets in our solar system? Well, I guess, yes: probably on Mars, there now will be bacteria brought to the planet from earth by one of the Mars-expeditions that were recently carried out.
(http://people.cs.uu.nl/hansb/religion. Adaptado.)
A terceira hipótese sobre vida em outros planetas0FDF1105-36 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosInstrução: Leia o texto Is there life on other planets? para responder a questão.
Is there life on other planets?
Hans Bodlaender
There are many science fiction movies, television series and books about creatures from other planets. In most of these books and movies, aliens have spaceships that allow them to travel between different star systems, and on planets in these other systems, intelligent creatures live and look like people, but are different. We all know that reality is different from books. Physics tells us that strange things happen when we travel with a speed somewhat close to the speed of light – and, if modern physics is correct, it is impossible for humans to travel between star systems. If other creatures live on other planets, then they have to face the same type of problems, so it seems impossible for them to travel from their planets to ours. If there are intelligent creatures living on planets in other star systems, it seems, according to modern science, that we won’t meet them.
If there is life on other planets, how did it originate? I see three hypotheses:
1. On the other planet, life started in the same way as the evolution theory says that it started here. Apart from the fact that the evolution theory is not the well-rounded and totally scientifically proven theory that people want us to believe, in general, followers of the theory tell that the chance of life starting on a planet is rather small. A term sometimes used is: A magnificent accident. I believe the probability is even smaller than they say, too small to assume that it actually can have happened by accident, but even if you believe life on earth was such a magnificent accident, the chances that this has happened more than once are too small to assume that it may have happened.
2. Life on different planets has a common origin. Say, some very primitive form of life originated somewhere travels to another planet, developing there into an intelligent form of life. There are quite a lot of questions to be asked of such a theory, and, again, calculating the probabilities seems to make it unlikely.
3. Life on earth has been created by God. Possibly, God has also created life on other planets. If God has created life on earth, he may have created life on other planets too. As far as I can tell, the Bible does not say anything about this, so this remains possible. If there are intelligent beings on other planets, I would assume they would know God. Would they also have a fall to sin, like the humans? Would we meet them in heaven? Would there be atheists and religious extraterrestrials? We cannot know.
So, if there are extra-terrestrial intelligent beings, or, even, other types of life on planets outside our solar system, then to me, that would be a new proof of the existence of God. But I cannot understand atheists that sincerely state they follow standard evolution theory and are at the same moment on a search for intelligent life on other planets.
Finally, is there life on other planets in our solar system? Well, I guess, yes: probably on Mars, there now will be bacteria brought to the planet from earth by one of the Mars-expeditions that were recently carried out.
(http://people.cs.uu.nl/hansb/religion. Adaptado.)
Na terceira hipótese sobre vida em outros planetas, afirma-se que,0FD928FE-36 Inglês
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Is there life on other planets?
Hans Bodlaender
There are many science fiction movies, television series and books about creatures from other planets. In most of these books and movies, aliens have spaceships that allow them to travel between different star systems, and on planets in these other systems, intelligent creatures live and look like people, but are different. We all know that reality is different from books. Physics tells us that strange things happen when we travel with a speed somewhat close to the speed of light – and, if modern physics is correct, it is impossible for humans to travel between star systems. If other creatures live on other planets, then they have to face the same type of problems, so it seems impossible for them to travel from their planets to ours. If there are intelligent creatures living on planets in other star systems, it seems, according to modern science, that we won’t meet them.
If there is life on other planets, how did it originate? I see three hypotheses:
1. On the other planet, life started in the same way as the evolution theory says that it started here. Apart from the fact that the evolution theory is not the well-rounded and totally scientifically proven theory that people want us to believe, in general, followers of the theory tell that the chance of life starting on a planet is rather small. A term sometimes used is: A magnificent accident. I believe the probability is even smaller than they say, too small to assume that it actually can have happened by accident, but even if you believe life on earth was such a magnificent accident, the chances that this has happened more than once are too small to assume that it may have happened.
2. Life on different planets has a common origin. Say, some very primitive form of life originated somewhere travels to another planet, developing there into an intelligent form of life. There are quite a lot of questions to be asked of such a theory, and, again, calculating the probabilities seems to make it unlikely.
3. Life on earth has been created by God. Possibly, God has also created life on other planets. If God has created life on earth, he may have created life on other planets too. As far as I can tell, the Bible does not say anything about this, so this remains possible. If there are intelligent beings on other planets, I would assume they would know God. Would they also have a fall to sin, like the humans? Would we meet them in heaven? Would there be atheists and religious extraterrestrials? We cannot know.
So, if there are extra-terrestrial intelligent beings, or, even, other types of life on planets outside our solar system, then to me, that would be a new proof of the existence of God. But I cannot understand atheists that sincerely state they follow standard evolution theory and are at the same moment on a search for intelligent life on other planets.
Finally, is there life on other planets in our solar system? Well, I guess, yes: probably on Mars, there now will be bacteria brought to the planet from earth by one of the Mars-expeditions that were recently carried out.
(http://people.cs.uu.nl/hansb/religion. Adaptado.)
Com base na segunda hipótese sobre vida em outros planetas, entende-se que0FD2F269-36 Inglês
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Is there life on other planets?
Hans Bodlaender
There are many science fiction movies, television series and books about creatures from other planets. In most of these books and movies, aliens have spaceships that allow them to travel between different star systems, and on planets in these other systems, intelligent creatures live and look like people, but are different. We all know that reality is different from books. Physics tells us that strange things happen when we travel with a speed somewhat close to the speed of light – and, if modern physics is correct, it is impossible for humans to travel between star systems. If other creatures live on other planets, then they have to face the same type of problems, so it seems impossible for them to travel from their planets to ours. If there are intelligent creatures living on planets in other star systems, it seems, according to modern science, that we won’t meet them.
If there is life on other planets, how did it originate? I see three hypotheses:
1. On the other planet, life started in the same way as the evolution theory says that it started here. Apart from the fact that the evolution theory is not the well-rounded and totally scientifically proven theory that people want us to believe, in general, followers of the theory tell that the chance of life starting on a planet is rather small. A term sometimes used is: A magnificent accident. I believe the probability is even smaller than they say, too small to assume that it actually can have happened by accident, but even if you believe life on earth was such a magnificent accident, the chances that this has happened more than once are too small to assume that it may have happened.
2. Life on different planets has a common origin. Say, some very primitive form of life originated somewhere travels to another planet, developing there into an intelligent form of life. There are quite a lot of questions to be asked of such a theory, and, again, calculating the probabilities seems to make it unlikely.
3. Life on earth has been created by God. Possibly, God has also created life on other planets. If God has created life on earth, he may have created life on other planets too. As far as I can tell, the Bible does not say anything about this, so this remains possible. If there are intelligent beings on other planets, I would assume they would know God. Would they also have a fall to sin, like the humans? Would we meet them in heaven? Would there be atheists and religious extraterrestrials? We cannot know.
So, if there are extra-terrestrial intelligent beings, or, even, other types of life on planets outside our solar system, then to me, that would be a new proof of the existence of God. But I cannot understand atheists that sincerely state they follow standard evolution theory and are at the same moment on a search for intelligent life on other planets.
Finally, is there life on other planets in our solar system? Well, I guess, yes: probably on Mars, there now will be bacteria brought to the planet from earth by one of the Mars-expeditions that were recently carried out.
(http://people.cs.uu.nl/hansb/religion. Adaptado.)
De acordo com a primeira hipótese do texto sobre vida em outros planetas,0FCE6BF5-36 Português
Interpretação de TextosUNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosInstrução: A questão toma por base uma matéria assinada por Danilo Albergaria na revista eletrônica COMCIÊNCIA:
Cinema e Telejornalismo: Convergência de Linguagens para Divulgar Ciência
Encampando um ponto de vista em que um vídeo de divulgação científica não deve apenas ensinar e informar, mas também entreter, motivar e gerar curiosidade, Iara Cardoso defendeu a convergência das linguagens telejornalística e cinematográfica para incrementar as produções de vídeo voltadas para a ciência: “A convergência é possível, é necessária, e cada vez mais acessível com as novas tecnologias digitais”, disse a jornalista em apresentação durante o Foro Iberoamericano de Comunicação e Divulgação Científica, que ocorreu na Unicamp entre os dias 23 e 25 de novembro.
A ideia de mesclar linguagens aparentemente distantes surgiu quando Cardoso começou a produzir o vídeo SitRaios, encomendado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para divulgar a ciência por trás de um software que localizava mais facilmente descargas elétricas atmosféricas nas linhas de energia e possibilitava um religamento mais rápido da eletricidade. “Seria maçante produzir esse vídeo da maneira tradicional. Então, introduzimos, num vídeo que usualmente estaria destinado a ser muito próximo do telejornalismo, a linguagem do cinema. Utilizamos conceitos como o de revelação e de aumento de expectativa – introduzimos uma narrativa, enfim”, afirma Cardoso. Além da roteirista e diretora, a equipe, enxuta, teve apenas mais um editor e um cinegrafista. “Esse tipo de convergência não demanda mais recursos do que uma produção tradicional”, defende.
As produções de cinema são tradicionalmente mais dispendiosas do que vídeos jornalísticos. Porém, contrariando o que o senso comum pensa sobre os custos dos vídeos que incorporam linguagens cinematográficas, Cardoso esclarece que os custos de produção tornaram-se mais acessíveis com o surgimento das novas tecnologias digitais. Ela aponta, por exemplo, que tornaram-se amplamente acessíveis as câmeras digitais, hoje largamente utilizadas tanto no cinema quanto na produção jornalística. “Os próprios cineastas estão, cada vez mais, filmando com o suporte digital”, afirma. Outra facilidade está na edição digital: “Mesmo quem ainda não aderiu ao suporte digital nas filmagens nunca deixa de utilizar a edição digital, que se tornou imprescindível. Perto da edição em computadores, os antigos métodos tornaram-se inviáveis”, avalia.
Enquanto o suporte tecnológico facilita a convergência e aproxima linguagens, o que é realmente fundamental, na visão da jornalista, são as ideias por trás do vídeo: são elas, as concepções, que vão formar um roteiro interessante, as bases do apelo dos vídeos de ciência para o grande público. Segundo a diretora, a incorporação da dramaticidade, do suspense – ferramentas usuais na narrativa ficcional – ajudam um vídeo a tornar mais atraente uma teoria ou explicação científica. Ao mesmo tempo, se feita com o devido preparo e seriedade, não compromete a qualidade da informação transmitida — pelo contrário, a potencializa.
(Danilo Albergaria. Cinema e telejornalismo: convergência de linguagens para divulgar ciência. COMCIÊNCIA, www.comciencia.br, 26.11.2009.)
O vocábulo suspense, que o português tomou emprestado da língua inglesa (e esta, por sua vez, da língua francesa), é empregado no último parágrafo do texto no sentido de:0FC98B59-36 Português
Interpretação de TextosUNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosInstrução: A questão toma por base uma matéria assinada por Danilo Albergaria na revista eletrônica COMCIÊNCIA:
Cinema e Telejornalismo: Convergência de Linguagens para Divulgar Ciência
Encampando um ponto de vista em que um vídeo de divulgação científica não deve apenas ensinar e informar, mas também entreter, motivar e gerar curiosidade, Iara Cardoso defendeu a convergência das linguagens telejornalística e cinematográfica para incrementar as produções de vídeo voltadas para a ciência: “A convergência é possível, é necessária, e cada vez mais acessível com as novas tecnologias digitais”, disse a jornalista em apresentação durante o Foro Iberoamericano de Comunicação e Divulgação Científica, que ocorreu na Unicamp entre os dias 23 e 25 de novembro.
A ideia de mesclar linguagens aparentemente distantes surgiu quando Cardoso começou a produzir o vídeo SitRaios, encomendado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para divulgar a ciência por trás de um software que localizava mais facilmente descargas elétricas atmosféricas nas linhas de energia e possibilitava um religamento mais rápido da eletricidade. “Seria maçante produzir esse vídeo da maneira tradicional. Então, introduzimos, num vídeo que usualmente estaria destinado a ser muito próximo do telejornalismo, a linguagem do cinema. Utilizamos conceitos como o de revelação e de aumento de expectativa – introduzimos uma narrativa, enfim”, afirma Cardoso. Além da roteirista e diretora, a equipe, enxuta, teve apenas mais um editor e um cinegrafista. “Esse tipo de convergência não demanda mais recursos do que uma produção tradicional”, defende.
As produções de cinema são tradicionalmente mais dispendiosas do que vídeos jornalísticos. Porém, contrariando o que o senso comum pensa sobre os custos dos vídeos que incorporam linguagens cinematográficas, Cardoso esclarece que os custos de produção tornaram-se mais acessíveis com o surgimento das novas tecnologias digitais. Ela aponta, por exemplo, que tornaram-se amplamente acessíveis as câmeras digitais, hoje largamente utilizadas tanto no cinema quanto na produção jornalística. “Os próprios cineastas estão, cada vez mais, filmando com o suporte digital”, afirma. Outra facilidade está na edição digital: “Mesmo quem ainda não aderiu ao suporte digital nas filmagens nunca deixa de utilizar a edição digital, que se tornou imprescindível. Perto da edição em computadores, os antigos métodos tornaram-se inviáveis”, avalia.
Enquanto o suporte tecnológico facilita a convergência e aproxima linguagens, o que é realmente fundamental, na visão da jornalista, são as ideias por trás do vídeo: são elas, as concepções, que vão formar um roteiro interessante, as bases do apelo dos vídeos de ciência para o grande público. Segundo a diretora, a incorporação da dramaticidade, do suspense – ferramentas usuais na narrativa ficcional – ajudam um vídeo a tornar mais atraente uma teoria ou explicação científica. Ao mesmo tempo, se feita com o devido preparo e seriedade, não compromete a qualidade da informação transmitida — pelo contrário, a potencializa.
(Danilo Albergaria. Cinema e telejornalismo: convergência de linguagens para divulgar ciência. COMCIÊNCIA, www.comciencia.br, 26.11.2009.)
Numerosas palavras da língua inglesa tornaram-se comuns em nosso idioma em virtude da tecnologia da comunicação e da computação. No segundo parágrafo do texto apresentado, encontra-se a palavra inglesa software, que o jornalista não colocou em itálico, como é praxe no caso das palavras de origem estrangeira. Indique a alternativa que descreve corretamente a abrangência do significado atribuído a essa palavra no texto:0FC587BC-36 Português
Interpretação de TextosUNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosInstrução: A questão toma por base uma matéria assinada por Danilo Albergaria na revista eletrônica COMCIÊNCIA:
Cinema e Telejornalismo: Convergência de Linguagens para Divulgar Ciência
Encampando um ponto de vista em que um vídeo de divulgação científica não deve apenas ensinar e informar, mas também entreter, motivar e gerar curiosidade, Iara Cardoso defendeu a convergência das linguagens telejornalística e cinematográfica para incrementar as produções de vídeo voltadas para a ciência: “A convergência é possível, é necessária, e cada vez mais acessível com as novas tecnologias digitais”, disse a jornalista em apresentação durante o Foro Iberoamericano de Comunicação e Divulgação Científica, que ocorreu na Unicamp entre os dias 23 e 25 de novembro.
A ideia de mesclar linguagens aparentemente distantes surgiu quando Cardoso começou a produzir o vídeo SitRaios, encomendado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para divulgar a ciência por trás de um software que localizava mais facilmente descargas elétricas atmosféricas nas linhas de energia e possibilitava um religamento mais rápido da eletricidade. “Seria maçante produzir esse vídeo da maneira tradicional. Então, introduzimos, num vídeo que usualmente estaria destinado a ser muito próximo do telejornalismo, a linguagem do cinema. Utilizamos conceitos como o de revelação e de aumento de expectativa – introduzimos uma narrativa, enfim”, afirma Cardoso. Além da roteirista e diretora, a equipe, enxuta, teve apenas mais um editor e um cinegrafista. “Esse tipo de convergência não demanda mais recursos do que uma produção tradicional”, defende.
As produções de cinema são tradicionalmente mais dispendiosas do que vídeos jornalísticos. Porém, contrariando o que o senso comum pensa sobre os custos dos vídeos que incorporam linguagens cinematográficas, Cardoso esclarece que os custos de produção tornaram-se mais acessíveis com o surgimento das novas tecnologias digitais. Ela aponta, por exemplo, que tornaram-se amplamente acessíveis as câmeras digitais, hoje largamente utilizadas tanto no cinema quanto na produção jornalística. “Os próprios cineastas estão, cada vez mais, filmando com o suporte digital”, afirma. Outra facilidade está na edição digital: “Mesmo quem ainda não aderiu ao suporte digital nas filmagens nunca deixa de utilizar a edição digital, que se tornou imprescindível. Perto da edição em computadores, os antigos métodos tornaram-se inviáveis”, avalia.
Enquanto o suporte tecnológico facilita a convergência e aproxima linguagens, o que é realmente fundamental, na visão da jornalista, são as ideias por trás do vídeo: são elas, as concepções, que vão formar um roteiro interessante, as bases do apelo dos vídeos de ciência para o grande público. Segundo a diretora, a incorporação da dramaticidade, do suspense – ferramentas usuais na narrativa ficcional – ajudam um vídeo a tornar mais atraente uma teoria ou explicação científica. Ao mesmo tempo, se feita com o devido preparo e seriedade, não compromete a qualidade da informação transmitida — pelo contrário, a potencializa.
(Danilo Albergaria. Cinema e telejornalismo: convergência de linguagens para divulgar ciência. COMCIÊNCIA, www.comciencia.br, 26.11.2009.)
Examine as seguintes opiniões sobre a tecnologia digital:
I. A tecnologia digital encarece os custos de produção.
II. A tecnologia digital torna mais acessíveis os custos de produção.
III. É preferível continuar empregando a tecnologia analógica para a produção de vídeos.
IV. A edição digital tornou-se imprescindível.
Indique quais dessas opiniões são assumidas pela jornalista entrevistada:
0FBFBA6E-36 Português
Interpretação de TextosUNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosInstrução: A questão toma por base uma matéria assinada por Danilo Albergaria na revista eletrônica COMCIÊNCIA:
Cinema e Telejornalismo: Convergência de Linguagens para Divulgar Ciência
Encampando um ponto de vista em que um vídeo de divulgação científica não deve apenas ensinar e informar, mas também entreter, motivar e gerar curiosidade, Iara Cardoso defendeu a convergência das linguagens telejornalística e cinematográfica para incrementar as produções de vídeo voltadas para a ciência: “A convergência é possível, é necessária, e cada vez mais acessível com as novas tecnologias digitais”, disse a jornalista em apresentação durante o Foro Iberoamericano de Comunicação e Divulgação Científica, que ocorreu na Unicamp entre os dias 23 e 25 de novembro.
A ideia de mesclar linguagens aparentemente distantes surgiu quando Cardoso começou a produzir o vídeo SitRaios, encomendado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para divulgar a ciência por trás de um software que localizava mais facilmente descargas elétricas atmosféricas nas linhas de energia e possibilitava um religamento mais rápido da eletricidade. “Seria maçante produzir esse vídeo da maneira tradicional. Então, introduzimos, num vídeo que usualmente estaria destinado a ser muito próximo do telejornalismo, a linguagem do cinema. Utilizamos conceitos como o de revelação e de aumento de expectativa – introduzimos uma narrativa, enfim”, afirma Cardoso. Além da roteirista e diretora, a equipe, enxuta, teve apenas mais um editor e um cinegrafista. “Esse tipo de convergência não demanda mais recursos do que uma produção tradicional”, defende.
As produções de cinema são tradicionalmente mais dispendiosas do que vídeos jornalísticos. Porém, contrariando o que o senso comum pensa sobre os custos dos vídeos que incorporam linguagens cinematográficas, Cardoso esclarece que os custos de produção tornaram-se mais acessíveis com o surgimento das novas tecnologias digitais. Ela aponta, por exemplo, que tornaram-se amplamente acessíveis as câmeras digitais, hoje largamente utilizadas tanto no cinema quanto na produção jornalística. “Os próprios cineastas estão, cada vez mais, filmando com o suporte digital”, afirma. Outra facilidade está na edição digital: “Mesmo quem ainda não aderiu ao suporte digital nas filmagens nunca deixa de utilizar a edição digital, que se tornou imprescindível. Perto da edição em computadores, os antigos métodos tornaram-se inviáveis”, avalia.
Enquanto o suporte tecnológico facilita a convergência e aproxima linguagens, o que é realmente fundamental, na visão da jornalista, são as ideias por trás do vídeo: são elas, as concepções, que vão formar um roteiro interessante, as bases do apelo dos vídeos de ciência para o grande público. Segundo a diretora, a incorporação da dramaticidade, do suspense – ferramentas usuais na narrativa ficcional – ajudam um vídeo a tornar mais atraente uma teoria ou explicação científica. Ao mesmo tempo, se feita com o devido preparo e seriedade, não compromete a qualidade da informação transmitida — pelo contrário, a potencializa.
(Danilo Albergaria. Cinema e telejornalismo: convergência de linguagens para divulgar ciência. COMCIÊNCIA, www.comciencia.br, 26.11.2009.)
Para a jornalista entrevistada, a divulgação de ciência