Questões do ENEM 2013

Questões aplicadas na prova de 2013, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

2.450 questões encontradas. Mostrando a página 23 de 123.

  • 4A0756EF-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um olhar estrangeiro
    Vanessa Jurgenfeld


        Há anos, o americano James Green se dedica ao ensino de história do Brasil na Universidade Brown, nos Estados Unidos. Em junho, ele desembarcou no Rio de Janeiro para o que seria apenas mais um simpósio internacional, mas foi surpreendido pela magnitude das manifestações de rua que tornariam junho um mês histórico. Green não teve dúvidas: com as atividades da conferência suspensas um pouco mais cedo, decidiu ouvir de perto as vozes das ruas.
        Assim como Green, outros brasilianistas passaram pelo país nos últimos dias. O historiador Bryan McCann, da Universidade Georgetown, e o economista Werner Baer, da Universidade de Illinois. Aproveitando as férias de verão nos Estados Unidos e o recesso das aulas, visitaram o Brasil para tocar pesquisas sobre assuntos como favelas no Rio e infraestrutura. Depararam-se, porém, com as manifestações, e agora tentam interpretar suas causas e possíveis consequências.
        Green faz ressalvas a comparações internacionais. Para ele, os pesquisadores têm grande dificuldade para analisar os fatos de fora porque, muitas vezes, não entendem as complexidades internas dos países. “Achei inadequadas as análises que imediatamente fizeram analogias com o Oriente Médio. A única coisa em comum é que se usou o mesmo meio [o Facebook] para a mobilização.” Segundo ele, as ansiedades e as preocupações dos manifestantes são totalmente diferentes. “Não dá para comparar o regime autoritário que estava no Egito antes da “Primavera Árabe” com o Brasil, que antes das manifestações tinha um governo com 70% de aprovação.”
        Diferentemente de Green, McCann e Baer acreditam que a onda global recente de protestos indica que o Brasil pode não ser um caso único. Para McCann, comparações com os episódios na Turquia e mesmo com o movimento Occupy Wall Street, que ocorreu nos Estados Unidos em 2011, são pertinentes. “Certamente, as características brasileiras são um pouco diferentes. Mas as manifestações deixam claro que a mídia social e a comunicação instantânea ajudam a espalhar um modo de agir, ajudam a levantar pessoas.” Numa comparação com a Turquia, McCann diz que, embora o Brasil seja “muito mais democrático”, o perfil dos manifestantes é similar. “É uma faixa parecida da população - os jovens -, e o que se poderia chamar de nova classe média. São manifestações de consumidores e de cidadãos que estão exigindo um nível melhor de serviços do governo e de transparência.” Assim como no Occupy Wall Street, McCann identifica nas manifestações no Brasil uma insatisfação com a distribuição de renda e o entendimento de que o crescimento econômico em si não é bom para todo mundo. No Brasil, apesar de a desigualdade cair nos últimos 20 anos, o fato é que alguns enriquecem muito mais rapidamente e de forma mais expressiva do que a maioria, que continua com problemas cotidianos de saúde e transporte público, e não vai comprar mais a ideia de que tudo está ótimo porque tem as Olimpíadas e a Copa do Mundo.” Para o historiador Bryan McCann, as mobilizações acabaram com a utopia de que o Brasil tinha resolvido todos os seus problemas. Baer concorda que as manifestações no Brasil não devem ser vistas de maneira isolada. Mas diz que aqui parece existir insatisfação com questões específicas, como o reaparecimento da inflação e os atrasos em obras de infraestrutura. “É uma mistura de fatos que deixou a população insatisfeita. Não tenho uma teoria nova, são as mesmas especulações que todo mundo está fazendo. Combinando essas insatisfações em geral com o acesso à rede social, resulta esse tipo de acontecimento.” Mas o que o deixou um pouco surpreso é que, embora haja uma taxa de crescimento baixa da economia brasileira, o desemprego - que vem sendo objeto de manifestações em diversos países desenvolvidos - não aumentou. “Então, é muito difícil saber exatamente o que acontece. Acho que ninguém tem uma teoria certa. Nenhuma pessoa honesta pode dizer exatamente: “eu sei a causa de tudo isso””.
        Os brasilianistas observam diferenças nas atitudes dos governos dos diferentes países frente às manifestações. “De certa maneira, o governo brasileiro está reagindo”, diz Baer. “Parece que a presidente Dilma Rousseff sabe que alguma coisa precisa ser feita para atender às reivindicações. McCann concorda que o governo brasileiro procura responder aos protestos, diferentemente do que faz o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, “que está tapando os ouvidos”. A presidenta Dilma, segundo ele, está acenando para o movimento popular. “Se vai dar em alguma coisa, não sei. A reforma política é necessária e isso está claro há uns dez anos. Green argumenta que, para se compreender o encadeamento de protestos no Brasil, é preciso pensar na relação com “as promessas de uma social-democracia justa e ampla que não estão sendo cumpridas por um governo que diz que tudo está melhorando”. A energia política liberada nas ruas, em diferentes manifestações de insatisfação, precisaria, num processo de desdobramento natural, ser combinada com um vigor correspondente na realização das mudanças reclamadas. Os protestos poderão incentivar uma disputa mais acirrada na próxima eleição presidencial. “Acho que a percepção é de que vai haver mais competição política e que a reeleição de Dilma não está garantida. Agora há realmente um debate, o que também é algo positivo”, diz McCann.
    (Adaptado de Valor Econômico, 19/07/2013, pp. 11-13.)
    Muitos compararam as manifestações brasileiras às da Primavera Árabe. Para Green, tal associação é:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a0756ef-dc
  • 4A036376-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um olhar estrangeiro
    Vanessa Jurgenfeld


        Há anos, o americano James Green se dedica ao ensino de história do Brasil na Universidade Brown, nos Estados Unidos. Em junho, ele desembarcou no Rio de Janeiro para o que seria apenas mais um simpósio internacional, mas foi surpreendido pela magnitude das manifestações de rua que tornariam junho um mês histórico. Green não teve dúvidas: com as atividades da conferência suspensas um pouco mais cedo, decidiu ouvir de perto as vozes das ruas.
        Assim como Green, outros brasilianistas passaram pelo país nos últimos dias. O historiador Bryan McCann, da Universidade Georgetown, e o economista Werner Baer, da Universidade de Illinois. Aproveitando as férias de verão nos Estados Unidos e o recesso das aulas, visitaram o Brasil para tocar pesquisas sobre assuntos como favelas no Rio e infraestrutura. Depararam-se, porém, com as manifestações, e agora tentam interpretar suas causas e possíveis consequências.
        Green faz ressalvas a comparações internacionais. Para ele, os pesquisadores têm grande dificuldade para analisar os fatos de fora porque, muitas vezes, não entendem as complexidades internas dos países. “Achei inadequadas as análises que imediatamente fizeram analogias com o Oriente Médio. A única coisa em comum é que se usou o mesmo meio [o Facebook] para a mobilização.” Segundo ele, as ansiedades e as preocupações dos manifestantes são totalmente diferentes. “Não dá para comparar o regime autoritário que estava no Egito antes da “Primavera Árabe” com o Brasil, que antes das manifestações tinha um governo com 70% de aprovação.”
        Diferentemente de Green, McCann e Baer acreditam que a onda global recente de protestos indica que o Brasil pode não ser um caso único. Para McCann, comparações com os episódios na Turquia e mesmo com o movimento Occupy Wall Street, que ocorreu nos Estados Unidos em 2011, são pertinentes. “Certamente, as características brasileiras são um pouco diferentes. Mas as manifestações deixam claro que a mídia social e a comunicação instantânea ajudam a espalhar um modo de agir, ajudam a levantar pessoas.” Numa comparação com a Turquia, McCann diz que, embora o Brasil seja “muito mais democrático”, o perfil dos manifestantes é similar. “É uma faixa parecida da população - os jovens -, e o que se poderia chamar de nova classe média. São manifestações de consumidores e de cidadãos que estão exigindo um nível melhor de serviços do governo e de transparência.” Assim como no Occupy Wall Street, McCann identifica nas manifestações no Brasil uma insatisfação com a distribuição de renda e o entendimento de que o crescimento econômico em si não é bom para todo mundo. No Brasil, apesar de a desigualdade cair nos últimos 20 anos, o fato é que alguns enriquecem muito mais rapidamente e de forma mais expressiva do que a maioria, que continua com problemas cotidianos de saúde e transporte público, e não vai comprar mais a ideia de que tudo está ótimo porque tem as Olimpíadas e a Copa do Mundo.” Para o historiador Bryan McCann, as mobilizações acabaram com a utopia de que o Brasil tinha resolvido todos os seus problemas. Baer concorda que as manifestações no Brasil não devem ser vistas de maneira isolada. Mas diz que aqui parece existir insatisfação com questões específicas, como o reaparecimento da inflação e os atrasos em obras de infraestrutura. “É uma mistura de fatos que deixou a população insatisfeita. Não tenho uma teoria nova, são as mesmas especulações que todo mundo está fazendo. Combinando essas insatisfações em geral com o acesso à rede social, resulta esse tipo de acontecimento.” Mas o que o deixou um pouco surpreso é que, embora haja uma taxa de crescimento baixa da economia brasileira, o desemprego - que vem sendo objeto de manifestações em diversos países desenvolvidos - não aumentou. “Então, é muito difícil saber exatamente o que acontece. Acho que ninguém tem uma teoria certa. Nenhuma pessoa honesta pode dizer exatamente: “eu sei a causa de tudo isso””.
        Os brasilianistas observam diferenças nas atitudes dos governos dos diferentes países frente às manifestações. “De certa maneira, o governo brasileiro está reagindo”, diz Baer. “Parece que a presidente Dilma Rousseff sabe que alguma coisa precisa ser feita para atender às reivindicações. McCann concorda que o governo brasileiro procura responder aos protestos, diferentemente do que faz o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, “que está tapando os ouvidos”. A presidenta Dilma, segundo ele, está acenando para o movimento popular. “Se vai dar em alguma coisa, não sei. A reforma política é necessária e isso está claro há uns dez anos. Green argumenta que, para se compreender o encadeamento de protestos no Brasil, é preciso pensar na relação com “as promessas de uma social-democracia justa e ampla que não estão sendo cumpridas por um governo que diz que tudo está melhorando”. A energia política liberada nas ruas, em diferentes manifestações de insatisfação, precisaria, num processo de desdobramento natural, ser combinada com um vigor correspondente na realização das mudanças reclamadas. Os protestos poderão incentivar uma disputa mais acirrada na próxima eleição presidencial. “Acho que a percepção é de que vai haver mais competição política e que a reeleição de Dilma não está garantida. Agora há realmente um debate, o que também é algo positivo”, diz McCann.
    (Adaptado de Valor Econômico, 19/07/2013, pp. 11-13.)
    De acordo com o texto, brasilianista seria quem:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a036376-dc
  • 49FF1059-DC

    Português

    Coesão e coerência
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um olhar estrangeiro
    Vanessa Jurgenfeld


        Há anos, o americano James Green se dedica ao ensino de história do Brasil na Universidade Brown, nos Estados Unidos. Em junho, ele desembarcou no Rio de Janeiro para o que seria apenas mais um simpósio internacional, mas foi surpreendido pela magnitude das manifestações de rua que tornariam junho um mês histórico. Green não teve dúvidas: com as atividades da conferência suspensas um pouco mais cedo, decidiu ouvir de perto as vozes das ruas.
        Assim como Green, outros brasilianistas passaram pelo país nos últimos dias. O historiador Bryan McCann, da Universidade Georgetown, e o economista Werner Baer, da Universidade de Illinois. Aproveitando as férias de verão nos Estados Unidos e o recesso das aulas, visitaram o Brasil para tocar pesquisas sobre assuntos como favelas no Rio e infraestrutura. Depararam-se, porém, com as manifestações, e agora tentam interpretar suas causas e possíveis consequências.
        Green faz ressalvas a comparações internacionais. Para ele, os pesquisadores têm grande dificuldade para analisar os fatos de fora porque, muitas vezes, não entendem as complexidades internas dos países. “Achei inadequadas as análises que imediatamente fizeram analogias com o Oriente Médio. A única coisa em comum é que se usou o mesmo meio [o Facebook] para a mobilização.” Segundo ele, as ansiedades e as preocupações dos manifestantes são totalmente diferentes. “Não dá para comparar o regime autoritário que estava no Egito antes da “Primavera Árabe” com o Brasil, que antes das manifestações tinha um governo com 70% de aprovação.”
        Diferentemente de Green, McCann e Baer acreditam que a onda global recente de protestos indica que o Brasil pode não ser um caso único. Para McCann, comparações com os episódios na Turquia e mesmo com o movimento Occupy Wall Street, que ocorreu nos Estados Unidos em 2011, são pertinentes. “Certamente, as características brasileiras são um pouco diferentes. Mas as manifestações deixam claro que a mídia social e a comunicação instantânea ajudam a espalhar um modo de agir, ajudam a levantar pessoas.” Numa comparação com a Turquia, McCann diz que, embora o Brasil seja “muito mais democrático”, o perfil dos manifestantes é similar. “É uma faixa parecida da população - os jovens -, e o que se poderia chamar de nova classe média. São manifestações de consumidores e de cidadãos que estão exigindo um nível melhor de serviços do governo e de transparência.” Assim como no Occupy Wall Street, McCann identifica nas manifestações no Brasil uma insatisfação com a distribuição de renda e o entendimento de que o crescimento econômico em si não é bom para todo mundo. No Brasil, apesar de a desigualdade cair nos últimos 20 anos, o fato é que alguns enriquecem muito mais rapidamente e de forma mais expressiva do que a maioria, que continua com problemas cotidianos de saúde e transporte público, e não vai comprar mais a ideia de que tudo está ótimo porque tem as Olimpíadas e a Copa do Mundo.” Para o historiador Bryan McCann, as mobilizações acabaram com a utopia de que o Brasil tinha resolvido todos os seus problemas. Baer concorda que as manifestações no Brasil não devem ser vistas de maneira isolada. Mas diz que aqui parece existir insatisfação com questões específicas, como o reaparecimento da inflação e os atrasos em obras de infraestrutura. “É uma mistura de fatos que deixou a população insatisfeita. Não tenho uma teoria nova, são as mesmas especulações que todo mundo está fazendo. Combinando essas insatisfações em geral com o acesso à rede social, resulta esse tipo de acontecimento.” Mas o que o deixou um pouco surpreso é que, embora haja uma taxa de crescimento baixa da economia brasileira, o desemprego - que vem sendo objeto de manifestações em diversos países desenvolvidos - não aumentou. “Então, é muito difícil saber exatamente o que acontece. Acho que ninguém tem uma teoria certa. Nenhuma pessoa honesta pode dizer exatamente: “eu sei a causa de tudo isso””.
        Os brasilianistas observam diferenças nas atitudes dos governos dos diferentes países frente às manifestações. “De certa maneira, o governo brasileiro está reagindo”, diz Baer. “Parece que a presidente Dilma Rousseff sabe que alguma coisa precisa ser feita para atender às reivindicações. McCann concorda que o governo brasileiro procura responder aos protestos, diferentemente do que faz o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, “que está tapando os ouvidos”. A presidenta Dilma, segundo ele, está acenando para o movimento popular. “Se vai dar em alguma coisa, não sei. A reforma política é necessária e isso está claro há uns dez anos. Green argumenta que, para se compreender o encadeamento de protestos no Brasil, é preciso pensar na relação com “as promessas de uma social-democracia justa e ampla que não estão sendo cumpridas por um governo que diz que tudo está melhorando”. A energia política liberada nas ruas, em diferentes manifestações de insatisfação, precisaria, num processo de desdobramento natural, ser combinada com um vigor correspondente na realização das mudanças reclamadas. Os protestos poderão incentivar uma disputa mais acirrada na próxima eleição presidencial. “Acho que a percepção é de que vai haver mais competição política e que a reeleição de Dilma não está garantida. Agora há realmente um debate, o que também é algo positivo”, diz McCann.
    (Adaptado de Valor Econômico, 19/07/2013, pp. 11-13.)
    O título do texto “Um olhar estrangeiro” se refere:
    Escolha uma alternativa para a questão 49ff1059-dc
  • D29CE14D-DC

    Física

    Cinemática
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Duas partículas P e Q deslocam-se com velocidades escalares constantes nas trajetórias retilíneas AB e CD, perpendiculares entre si. A partícula P, na trajetória AB, tem velocidade de 1 080 km/h, e a Q, na trajetória CD, tem velocidade 1 440 km/h. Após 1,0.10-4 s do instante em que essas partículas se cruzarem em O, a distância entre elas é de

    Imagem da questão de Física, da prova de 2013
    Escolha uma alternativa para a questão d29ce14d-dc
  • D299417E-DC

    História

    América Latina na segunda metade do século XX: revoluções, transformações e permanências
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Com a morte do presidente venezuelano Hugo Chávez (1954-2013), muito se discutiu sobre o futuro do socialismo bolivariano. Tal expressão, utilizada pelo então presidente para designar sua visão de socialismo, diferenciava-se do socialismo tradicional. A respeito do governo de Chávez e das diretrizes políticas por ele adotadas, considere as afirmativas abaixo:

    I. Hugo Chávez defendia o que chamava de Revolução Bolivariana, que seria responsável por promover o que denominava de socialismo do século XXI. Tal socialismo seria caracterizado por sua postura contra o neoliberalismo, contra a globalização e contra a postura internacional dos Estados Unidos, com quem teve fortes desavenças.

    II. O Socialismo Bolivariano se declara defensor das causas democráticas e socialistas. Também se declara progressista e atesta, para isso, a adoção – em consecutivos mandatos –, de uma política social em que houve diminuição nos índices de pobreza da nação venezuelana.

    III. A renda advinda da extração petrolífera venezuelana permitiu, durante o governo Chávez, dinamizar e modernizar os demais setores industriais, asim como sua agricultura, transformando a economia desse país em modelo de autossuficiência.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão d299417e-dc
  • D2956A61-DC

    História

    Era Vargas – 1930-1954
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    […] a herança do tempo de Vargas se materializou em instituições e projetos que extrapolam o contexto em que emergiram e continuaram a influenciar nossa história social depois do trágico suicídio. O suicida continuou presente, como referência positiva ou negativa, para os homens que pretendiam fazer o futuro, e que consideravam que o passado que herdavam era marcado sobretudo pela figura do estadista”.
    Pedro Paulo Zahluth Bastos e Pedro Cezer Dutra Fonseca (orgs). “Apresentação”. In: A Era Vargas: Desenvolvimento, Economia e Sociedade. São Paulo: Editora UNESP, 2012, p.08

    Podemos citar, como herança do tempo de Vargas,
    Escolha uma alternativa para a questão d2956a61-dc
  • D2915ADE-DC

    História

    História do Brasil
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de História, da prova de 2013


    As imagens acima, respectivamente do Comício para Diretas Já, em 1984 e do movimento estudantil dos Caras Pintadas, em 1992, marcaram a história do Brasil contemporâneo. Tais imagens evidenciam
    Escolha uma alternativa para a questão d2915ade-dc
  • D28C52E1-DC

    História

    Construção do Estado Liberal: Independência das Treze Colônias (EUA)
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A respeito do processo de independência das 13 Colônias, julgue os itens a seguir.

    I. Inseriu-se no contexto de crise do Antigo Sistema Colonial, combatendo tentativas de imposição do “Pacto Colonial”, por parte de sua metrópole.

    II. Inaugurou a época das lutas pelas independências na América, sendo seguida, quase que ao mesmo tempo, pela independência brasileira.

    III. Baseou-se nos princípios liberais do Iluminismo, adotando o federalismo, a tripartição dos poderes e o sufrágio universal para alfabetizados.

    IV. Resultou na promulgação de uma Constituição, em 1787, que, apesar de práticas liberais, manteve a escravidão e o poder político nas mãos de certos grupos.

    V. Teve na religião católica seu substrato ideológico, por isso, o puritanismo rapidamente espalhou-se pelo país e o “Destino Manifesto” originou a sua expansão territorial.

    Estão corretas
    Escolha uma alternativa para a questão d28c52e1-dc
  • D283B16F-DC

    História

    História do Brasil
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de História, da prova de 2013

    A imagem acima, do artista francês Jean-Baptiste Debret, presente em seu livro, Viagem pitoresca e Histórica ao Brasil, retrata uma cena referente aos costumes presentes no Brasil colonial. A respeito da sociedade que se organizou em função da economia agroexportadora, implantada no século XVI, em nosso país é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão d283b16f-dc
  • D2788696-DC

    Biologia

    Ecologia e ciências ambientais
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Milhares de peixes apareceram mortos entre 3ª e 4ª feira (12/3/13 e 13/3/13) na lagoa Rodrigo de Freitas, um dos pontos turísticos da cidade do Rio de Janeiro. Segundo as autoridades, isso ocorreu devido ao acúmulo de matéria orgânica levada pela água da chuva da última semana.

    Provavelmente, a mortandade dos peixes ocorreu porque essa matéria orgânica
    Escolha uma alternativa para a questão d2788696-dc
  • D2753973-DC

    Biologia

    Principais doenças endêmicas no Brasil
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Doenças endêmicas são aquelas que ocorrem com certa frequência em determinada região. Para eliminá-las, é preciso que se acabe com os vetores. Aqui no Brasil ocorrem várias delas, tais como a doença de Chagas, a dengue e a malária.

    A respeito dessas três doenças, são feitas as seguintes afirmações:

    I. Há insetos como vetores.
    II. Podem ser prevenidas por vacinação.
    III. São causadas por protozoários.
    IV. Podem ser adquiridas por transfusão sanguínea.

    Estão corretas, apenas,
    Escolha uma alternativa para a questão d2753973-dc
  • D271C461-DC

    Biologia

    Moléculas, células e tecidos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos

    O esquema abaixo representa uma célula animal.

    Imagem da questão de Biologia, da prova de 2013

    ☐ O bloqueio do seu funcionamento leva à incapacidade de formar flagelos.
    ☐ Existem em grande número nas células musculares.
    ☐ Responsável pela síntese de lipídeos.
    ☐ Utilizam vários tipos de RNA no seu funcionamento
    ☐ Muito desenvolvido em células secretoras.

    Assinale a alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo.
    Escolha uma alternativa para a questão d271c461-dc
  • D26DBDBE-DC

    Biologia

    A herança dos grupos sanguíneos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Uma mulher albina, pertencente ao tipo sanguíneo B, filha de pai pertencente ao tipo sanguíneo A, casou-se com um homem pertencente ao tipo sanguíneo AB, não albino e filho de pai albino. A probabilidade desse casal ter uma criança não albina e pertencente ao tipo sanguíneo B é de
    Escolha uma alternativa para a questão d26dbdbe-dc
  • D2695EFD-DC

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um estudo coordenado por um hospital paulista está acompanhando os pacientes submetidos à cirurgia de substituição de válvulas cardíacas. Um estudo semelhante já havia sido realizado para avaliação do uso de stents, “molas” que mantêm as coronárias abertas. É correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão d2695efd-dc
  • D2648AE5-DC

    Biologia

    Sistema Endócrino Humano
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    São conhecidos dois tipos de diabetes melito: o tipo I, em que as células produtoras de insulina são destruídas pelo sistema imunológico, e o tipo II, caracterizado pela diminuição do número de receptores para insulina. Sobre esses dois tipos de diabetes, são feitas as seguintes afirmativas:

    I. O tipo I pode ser considerado uma doença auto-imune.
    II. Ambos são caracterizados pela hipoglicemia sanguínea.
    III. Injeções diárias de insulina constituem o principal tratamento para os dois tipos.

    Assinale
    Escolha uma alternativa para a questão d2648ae5-dc
  • D2607C81-DC

    Química

    Fórmulas, Balanceamento e Leis ponderais das reações químicas
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Existe uma classe muito comum de fertilizantes minerais mistos denominada NPK. Essa sigla deve-se à presença na composição desses fertilizantes de substâncias, contendo nitrogênio, fósforo e potássio. O nitrogênio age nas folhas das plantas, bem como em seu crescimento, o fósforo atua na floração e no amadurecimento de frutos além do crescimento das raízes e, finalmente, o potássio, responsável pelo equilíbrio da água no vegetal como também em seu crescimento. Nas embalagens comerciais desses fertilizantes, após a sigla NPK, é citada uma sequência numérica que expressa os percentuais em massa de nitrogênio, fósforo e potássio, respectivamente. Considerando um fertilizante NPK 04-14-08, é correto dizer que, para uma embalagem comercial de 500 g, há
    Escolha uma alternativa para a questão d2607c81-dc
  • D25C1803-DC

    Química

    Sistemas Gasosos - Lei, Teoria Cinética, Equação e Mistura dos Gases. Princípio de Avogadro.
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Considerando dois gases com comportamento ideal, CH4 e C2H6, contidos em compartimentos separados e fechados, ambos com volumes iguais a 10 L, sob mesmas condições de temperatura e pressão, de acordo com a hipótese de Avogadro, pode-se afirmar que ambos os gases
    Escolha uma alternativa para a questão d25c1803-dc
  • D258D22E-DC

    Química

    Energias Químicas no Cotidiano
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Diesel S10 chega aos postos
        Vendido a partir do início de janeiro, o diesel S10 substitui o já conhecido diesel S50. O “S” vem de enxofre e o número 10 sinaliza a quantidade desse elemento no combustível, ou seja, o novo diesel contém 10 partes por milhão de enxofre, uma mudança radical se comparado ao diesel S1800, com 1800 partes por milhão de enxofre, comercializado anteriormente. Trata-se de um hidrocarboneto combustível de última geração, já vendido na Europa e fundamental para reduzir a emissão de poluentes (materiais particulados e SO2).
    A respeito do diesel S10, são feitas as seguintes afirmações:

    I. A combustão completa do diesel S10 produz gás carbônico, água e uma quantidade menor de SO2 em relação ao tipo de diesel anteriormente utilizado comercialmente.
    II. Por gerar energia, a classificação termoquímica do processo de combustão do diesel S10 é endotérmica.
    III. Considerando a combustão completa, o diesel S10 emite 180 vezes mais gases poluentes derivados do enxofre do que o diesel S1800.

    Quanto às afirmativas, 
    Escolha uma alternativa para a questão d258d22e-dc
  • D254DA6C-DC

    Química

    Isomeria: Isomeria Plana: Cadeia, Posição, Compensação, Função e Tautomeria.
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    A reação de halogenação de alcanos é uma reação radicalar, sendo utilizado aquecimento ou uma luz de frequência adequada para que a reação ocorra. Essa reação comumente produz uma mistura de compostos isoméricos, quando o alcano possui mais de uma possibilidade de substituição dos átomos de hidrogênio. O exemplo abaixo ilustra uma reação de monocloração de um alcano, em presença de luz, formando compostos isoméricos.

    Imagem da questão de Química, da prova de 2013

    Assim, ao realizar a monocloração do 3,3-dimetil-hexano, em condições adequadas, é correto afirmar que o número de isômeros planos formados nessa reação é
    Escolha uma alternativa para a questão d254da6c-dc
  • D2508A1A-DC

    Química

    Interações Atômicas: Geometria Molecular, Polaridade da ligação e da Molécula, Forças Intermoleculares e Número de Oxidação.
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A geometria molecular descreve a maneira pela qual os núcleos atômicos que constituem uma molécula estão posicionados uns em relação aos outros. Assim, numere a coluna B, que contém certas substâncias químicas, associando-as com a coluna A, de acordo com o tipo de geometria molecular que cada substância apresenta.

    Coluna A
    1. Angular
    2. Piramidal
    3. Tetraédrica
    4. Trigonal Plana

    Coluna B
    ( ) SO2
    ( ) CH2O
    ( ) PF3
    ( ) SiH4

    Dados: H (Z=1); C (Z=6); O (Z=8); F (Z=9); Si (Z=14); P (Z=15) e S (Z=16).

    A sequência correta dos números da coluna B, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão d2508a1a-dc