Questões do ENEM 2014

Questões aplicadas na prova de 2014, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.069 questões encontradas. Mostrando a página 13 de 54.

  • 2963C237-DE

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão:


    Complexo de d. Sebastião

    Neymar expia a culpa pela derrota, mas as mudanças em

    nosso futebol não podem mais esperar, diz autor

    Entrevista de Ivan Marsiglia com José Miguel Wisnik



    ESTADÃO - A palavra mais usada nas avaliações da derrota da seleção brasileira para a alemã, por 7 a 1, na Copa de 2014, foi “apagão”. Concorda com ela?


    WISNIK - Prefiro “implosão”. “Apagão” sugere uma falha de energia, um acidente de percurso, um lapso momentâneo. A comissão técnica, que se especializou na negação da evidência e da amplitude dos fatos, apega-se a essa versão. Implosão, em vez disso, significa que uma estrutura cedeu a pressões que ela não pôde mais suportar. Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma.


    ESTADÃO - Outra palavra muito repetida foi 'vexame', e de tal proporção que teria redimido a histórica derrota na final de 1950 para o Uruguai.

    WISNIK - “Vexame” dá uma inflexão moral a essa catástrofe futebolística, e quem dirá que não se trata de uma tremenda humilhação esportiva? Mas martelar a palavra soa como uma atualização do gozo regressivo da eleição do bode expiatório. Não vejo mais essa necessidade de achar nos jogadores o novo Barbosa e o novo Bigode, [jogadores culpabilizados pela derrota da seleção na Copa de 1950] felizmente. O que não passou, no entanto, é a permanente espera mágica pela vitória por goleada, independente da existência do adversário, combinada com a precária análise dos dados de realidade. Esse desequilíbrio pesa sobre os jogadores. O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura.


    ESTADÃO - E de onde vem essa estrutura?

    WISNIK - Essas partidas fazem pensar na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, durante a qual, segundo relatos, o jovem rei português d. Sebastião foi tomado por estranha catatonia, antes de desaparecer no deserto e ter a sua volta aguardada durante séculos pelos portugueses. [...] Em 1950, a equipe, encolhida na partida final ante a enormidade do sucesso ou do fracasso inéditos, esteve paralisada abaixo do seu tamanho. Em 2014, sucumbiu ante a expectativa maciça, projetada sobre ela, por algo maior do que seu tamanho. Nos dois casos, espelhados sintomaticamente em território brasileiro, há uma resistente dificuldade de dimensionar, isto é, de encarar o real, que se junta à euforização publicitária, à cobertura da Rede Globo, aos oportunismos políticos de todo tipo e ao baixo nível médio da cultura futebolística. Tudo continua muito parecido com o ambiente que cercou a final de 1950, embora sem a mesma inocência trágica.


    ESTADÃO - Você escreveu que 'a glorificação frenética de Neymar, justificada pela excepcionalidade do jogador, disfarça uma ansiedade compensatória de fundo'. Por quê?

    WISNIK - Sem querer me repetir, [a figura de Neymar] ferida encarnava d. Sebastião em batalha, desaparecido do campo, mas preservado misteriosamente da desgraça explícita e ocupando mais ainda o lugar mítico do Desejado.

    (O Estado de S. Paulo, 12/07/2014. Disponível em http://m.estadao.com.br/ O Estado de S. Paulo noticias/ali%C3%A1s,complexo-de-d-sebastiao,1527395,0.htm, acesso em 01/09/2014)

    Em ’’O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconteceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo, agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura’’, a função de linguagem predominante seria:
    Escolha uma alternativa para a questão 2963c237-de
  • 295FBAC9-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão:


    Complexo de d. Sebastião

    Neymar expia a culpa pela derrota, mas as mudanças em

    nosso futebol não podem mais esperar, diz autor

    Entrevista de Ivan Marsiglia com José Miguel Wisnik



    ESTADÃO - A palavra mais usada nas avaliações da derrota da seleção brasileira para a alemã, por 7 a 1, na Copa de 2014, foi “apagão”. Concorda com ela?


    WISNIK - Prefiro “implosão”. “Apagão” sugere uma falha de energia, um acidente de percurso, um lapso momentâneo. A comissão técnica, que se especializou na negação da evidência e da amplitude dos fatos, apega-se a essa versão. Implosão, em vez disso, significa que uma estrutura cedeu a pressões que ela não pôde mais suportar. Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma.


    ESTADÃO - Outra palavra muito repetida foi 'vexame', e de tal proporção que teria redimido a histórica derrota na final de 1950 para o Uruguai.

    WISNIK - “Vexame” dá uma inflexão moral a essa catástrofe futebolística, e quem dirá que não se trata de uma tremenda humilhação esportiva? Mas martelar a palavra soa como uma atualização do gozo regressivo da eleição do bode expiatório. Não vejo mais essa necessidade de achar nos jogadores o novo Barbosa e o novo Bigode, [jogadores culpabilizados pela derrota da seleção na Copa de 1950] felizmente. O que não passou, no entanto, é a permanente espera mágica pela vitória por goleada, independente da existência do adversário, combinada com a precária análise dos dados de realidade. Esse desequilíbrio pesa sobre os jogadores. O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura.


    ESTADÃO - E de onde vem essa estrutura?

    WISNIK - Essas partidas fazem pensar na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, durante a qual, segundo relatos, o jovem rei português d. Sebastião foi tomado por estranha catatonia, antes de desaparecer no deserto e ter a sua volta aguardada durante séculos pelos portugueses. [...] Em 1950, a equipe, encolhida na partida final ante a enormidade do sucesso ou do fracasso inéditos, esteve paralisada abaixo do seu tamanho. Em 2014, sucumbiu ante a expectativa maciça, projetada sobre ela, por algo maior do que seu tamanho. Nos dois casos, espelhados sintomaticamente em território brasileiro, há uma resistente dificuldade de dimensionar, isto é, de encarar o real, que se junta à euforização publicitária, à cobertura da Rede Globo, aos oportunismos políticos de todo tipo e ao baixo nível médio da cultura futebolística. Tudo continua muito parecido com o ambiente que cercou a final de 1950, embora sem a mesma inocência trágica.


    ESTADÃO - Você escreveu que 'a glorificação frenética de Neymar, justificada pela excepcionalidade do jogador, disfarça uma ansiedade compensatória de fundo'. Por quê?

    WISNIK - Sem querer me repetir, [a figura de Neymar] ferida encarnava d. Sebastião em batalha, desaparecido do campo, mas preservado misteriosamente da desgraça explícita e ocupando mais ainda o lugar mítico do Desejado.

    (O Estado de S. Paulo, 12/07/2014. Disponível em http://m.estadao.com.br/ O Estado de S. Paulo noticias/ali%C3%A1s,complexo-de-d-sebastiao,1527395,0.htm, acesso em 01/09/2014)

    Wisnik rejeita o termo utilizado pela comissão técnica, “apagão”, preferindo “implosão” para caracterizar a derrota para a Alemanha. Tal escolha:
    Escolha uma alternativa para a questão 295fbac9-de
  • 295BC2D7-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão:


    Complexo de d. Sebastião

    Neymar expia a culpa pela derrota, mas as mudanças em

    nosso futebol não podem mais esperar, diz autor

    Entrevista de Ivan Marsiglia com José Miguel Wisnik



    ESTADÃO - A palavra mais usada nas avaliações da derrota da seleção brasileira para a alemã, por 7 a 1, na Copa de 2014, foi “apagão”. Concorda com ela?


    WISNIK - Prefiro “implosão”. “Apagão” sugere uma falha de energia, um acidente de percurso, um lapso momentâneo. A comissão técnica, que se especializou na negação da evidência e da amplitude dos fatos, apega-se a essa versão. Implosão, em vez disso, significa que uma estrutura cedeu a pressões que ela não pôde mais suportar. Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma.


    ESTADÃO - Outra palavra muito repetida foi 'vexame', e de tal proporção que teria redimido a histórica derrota na final de 1950 para o Uruguai.

    WISNIK - “Vexame” dá uma inflexão moral a essa catástrofe futebolística, e quem dirá que não se trata de uma tremenda humilhação esportiva? Mas martelar a palavra soa como uma atualização do gozo regressivo da eleição do bode expiatório. Não vejo mais essa necessidade de achar nos jogadores o novo Barbosa e o novo Bigode, [jogadores culpabilizados pela derrota da seleção na Copa de 1950] felizmente. O que não passou, no entanto, é a permanente espera mágica pela vitória por goleada, independente da existência do adversário, combinada com a precária análise dos dados de realidade. Esse desequilíbrio pesa sobre os jogadores. O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura.


    ESTADÃO - E de onde vem essa estrutura?

    WISNIK - Essas partidas fazem pensar na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, durante a qual, segundo relatos, o jovem rei português d. Sebastião foi tomado por estranha catatonia, antes de desaparecer no deserto e ter a sua volta aguardada durante séculos pelos portugueses. [...] Em 1950, a equipe, encolhida na partida final ante a enormidade do sucesso ou do fracasso inéditos, esteve paralisada abaixo do seu tamanho. Em 2014, sucumbiu ante a expectativa maciça, projetada sobre ela, por algo maior do que seu tamanho. Nos dois casos, espelhados sintomaticamente em território brasileiro, há uma resistente dificuldade de dimensionar, isto é, de encarar o real, que se junta à euforização publicitária, à cobertura da Rede Globo, aos oportunismos políticos de todo tipo e ao baixo nível médio da cultura futebolística. Tudo continua muito parecido com o ambiente que cercou a final de 1950, embora sem a mesma inocência trágica.


    ESTADÃO - Você escreveu que 'a glorificação frenética de Neymar, justificada pela excepcionalidade do jogador, disfarça uma ansiedade compensatória de fundo'. Por quê?

    WISNIK - Sem querer me repetir, [a figura de Neymar] ferida encarnava d. Sebastião em batalha, desaparecido do campo, mas preservado misteriosamente da desgraça explícita e ocupando mais ainda o lugar mítico do Desejado.

    (O Estado de S. Paulo, 12/07/2014. Disponível em http://m.estadao.com.br/ O Estado de S. Paulo noticias/ali%C3%A1s,complexo-de-d-sebastiao,1527395,0.htm, acesso em 01/09/2014)

    De acordo com a análise de Wisnik, o grau altíssimo de “expectativa futebolístico-messiânica” deve-se à incapacidade de o torcedor brasileiro:
    Escolha uma alternativa para a questão 295bc2d7-de
  • 2957D329-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão:


    Complexo de d. Sebastião

    Neymar expia a culpa pela derrota, mas as mudanças em

    nosso futebol não podem mais esperar, diz autor

    Entrevista de Ivan Marsiglia com José Miguel Wisnik



    ESTADÃO - A palavra mais usada nas avaliações da derrota da seleção brasileira para a alemã, por 7 a 1, na Copa de 2014, foi “apagão”. Concorda com ela?


    WISNIK - Prefiro “implosão”. “Apagão” sugere uma falha de energia, um acidente de percurso, um lapso momentâneo. A comissão técnica, que se especializou na negação da evidência e da amplitude dos fatos, apega-se a essa versão. Implosão, em vez disso, significa que uma estrutura cedeu a pressões que ela não pôde mais suportar. Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma.


    ESTADÃO - Outra palavra muito repetida foi 'vexame', e de tal proporção que teria redimido a histórica derrota na final de 1950 para o Uruguai.

    WISNIK - “Vexame” dá uma inflexão moral a essa catástrofe futebolística, e quem dirá que não se trata de uma tremenda humilhação esportiva? Mas martelar a palavra soa como uma atualização do gozo regressivo da eleição do bode expiatório. Não vejo mais essa necessidade de achar nos jogadores o novo Barbosa e o novo Bigode, [jogadores culpabilizados pela derrota da seleção na Copa de 1950] felizmente. O que não passou, no entanto, é a permanente espera mágica pela vitória por goleada, independente da existência do adversário, combinada com a precária análise dos dados de realidade. Esse desequilíbrio pesa sobre os jogadores. O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura.


    ESTADÃO - E de onde vem essa estrutura?

    WISNIK - Essas partidas fazem pensar na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, durante a qual, segundo relatos, o jovem rei português d. Sebastião foi tomado por estranha catatonia, antes de desaparecer no deserto e ter a sua volta aguardada durante séculos pelos portugueses. [...] Em 1950, a equipe, encolhida na partida final ante a enormidade do sucesso ou do fracasso inéditos, esteve paralisada abaixo do seu tamanho. Em 2014, sucumbiu ante a expectativa maciça, projetada sobre ela, por algo maior do que seu tamanho. Nos dois casos, espelhados sintomaticamente em território brasileiro, há uma resistente dificuldade de dimensionar, isto é, de encarar o real, que se junta à euforização publicitária, à cobertura da Rede Globo, aos oportunismos políticos de todo tipo e ao baixo nível médio da cultura futebolística. Tudo continua muito parecido com o ambiente que cercou a final de 1950, embora sem a mesma inocência trágica.


    ESTADÃO - Você escreveu que 'a glorificação frenética de Neymar, justificada pela excepcionalidade do jogador, disfarça uma ansiedade compensatória de fundo'. Por quê?

    WISNIK - Sem querer me repetir, [a figura de Neymar] ferida encarnava d. Sebastião em batalha, desaparecido do campo, mas preservado misteriosamente da desgraça explícita e ocupando mais ainda o lugar mítico do Desejado.

    (O Estado de S. Paulo, 12/07/2014. Disponível em http://m.estadao.com.br/ O Estado de S. Paulo noticias/ali%C3%A1s,complexo-de-d-sebastiao,1527395,0.htm, acesso em 01/09/2014)

    De acordo com o texto, é correto:
    Escolha uma alternativa para a questão 2957d329-de
  • 1413DBA9-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos


    AIRLINE COMPENSATION

    By Susan Stellin 


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014

    Adapted from The International Herald Tribune, August 31 – September 1, 2013.                     

    According to the information in the article, the situation created by the volcanic ash cloud
    Escolha uma alternativa para a questão 1413dba9-de
  • 1403ED02-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos


    AIRLINE COMPENSATION

    By Susan Stellin 


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014

    Adapted from The International Herald Tribune, August 31 – September 1, 2013.                     

    According to the information in the article, the author received compensation under European Union law EC 261 because British Airways had
    Escolha uma alternativa para a questão 1403ed02-de
  • 14001260-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    AIRLINE COMPENSATION

    By Susan Stellin 


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014

    Adapted from The International Herald Tribune, August 31 – September 1, 2013.                     

    In paragraph 2, the phrase “…it’s a different story in Europe” most likely refers to which of the following?
    Escolha uma alternativa para a questão 14001260-de
  • 13FBD7DF-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    AIRLINE COMPENSATION

    By Susan Stellin 


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014

    Adapted from The International Herald Tribune, August 31 – September 1, 2013.                     

    According to the information in the article, what happened to the author on the day she was going to fly from London to Newark, New Jersey?
    Escolha uma alternativa para a questão 13fbd7df-de
  • 13F81CB8-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    LIBERALS AND ISLAMISTS

    By Shadi Hamid 

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014

    Adapted from Time, August 12, 2013. 

    According to Mohamed ElBaradei,
    Escolha uma alternativa para a questão 13f81cb8-de
  • 13F4F310-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    LIBERALS AND ISLAMISTS

    By Shadi Hamid 

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014

    Adapted from Time, August 12, 2013. 

    Which of the following is most supported by the information in the article?
    Escolha uma alternativa para a questão 13f4f310-de
  • 13F05D22-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    LIBERALS AND ISLAMISTS

    By Shadi Hamid 

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014

    Adapted from Time, August 12, 2013. 

    With respect to Tunisia’s Ennahda party, which of the following is not supported by the information in the article?
    Escolha uma alternativa para a questão 13f05d22-de
  • 13ECE51D-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    LIBERALS AND ISLAMISTS

    By Shadi Hamid 

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014

    Adapted from Time, August 12, 2013. 

    With respect to the situation in Egypt, which of the following is most supported by the information in the article?
    Escolha uma alternativa para a questão 13ece51d-de
  • 13E937C5-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2014Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    LIBERALS AND ISLAMISTS

    By Shadi Hamid 

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014

    Adapted from Time, August 12, 2013. 

    According to the information in the article, which of the following most likely happened in Algeria in 1992?
    Escolha uma alternativa para a questão 13e937c5-de
  • 13E52941-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    LIBERALS AND ISLAMISTS

    By Shadi Hamid 

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014

    Adapted from Time, August 12, 2013. 

    In paragraph 2, “That” in the sentence “That is an old story” most likely refers to
    Escolha uma alternativa para a questão 13e52941-de
  • 13DF9383-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    LIBERALS AND ISLAMISTS

    By Shadi Hamid 

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014

    Adapted from Time, August 12, 2013. 

    In paragraph 1, when Mohamed ElBaradei says, “It was a painful decision,” he most likely is referring to his
    Escolha uma alternativa para a questão 13df9383-de
  • 13DB2843-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    LIBERALS AND ISLAMISTS

    By Shadi Hamid 

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014

    Adapted from Time, August 12, 2013. 

    According to the information in the article, Egypt’s liberals, in general,
    Escolha uma alternativa para a questão 13db2843-de
  • 13D629F1-DE

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
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    Texto para a questão


    Consideração do poema


    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    Carlos Drummond de Andrade, A rosa do povo.

    Considere as seguintes afirmações sobre diferentes elementos do texto:


    I O verbo “rimarei”, empregado duas vezes no início do texto, pode ser entendido em seu sentido literal nas duas ocorrências.

    II No verso “nem deslizar de lancha entre camélias” (2ª. estrofe), a palavra “deslizar” deve ser lida como substantivo e não como verbo.

    III O pronome que ocorre na frase “se ainda as há” (3ª. estrofe), embora esteja no plural, relaciona-se, quanto ao sentido, com uma palavra no singular.


    Está correto apenas o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 13d629f1-de
  • 13D25AE9-DE

    Literatura

    Escolas Literárias
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    Texto para a questão


    Consideração do poema


    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2014

    Carlos Drummond de Andrade, A rosa do povo.

    Em sua consideração do poema, o poeta reivindica como traço de sua poética, entre outros,
    Escolha uma alternativa para a questão 13d25ae9-de
  • 13CE3141-DE

    Literatura

    Escolas Literárias
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Consideração do poema


    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2014

    Carlos Drummond de Andrade, A rosa do povo.

    Considere as seguintes afirmações:


    I A liberdade com que o poeta compõe o poema tem, como contrapartida, a seriedade com que considera sua atividade.  

    II O poeta se abre para o mundo exterior, mas continua a examinar a si mesmo, de modo atento e exigente.

    III O foco na subjetividade do poeta desdobra-se em uma poesia de vocação coletiva, com alcance social e tendências anticapitalistas.


    É compatível com o teor deste poema e do livro no qual ele se insere o que se afirma em 

    Escolha uma alternativa para a questão 13ce3141-de
  • 13CACC47-DE

    Português

    Interpretação de Textos
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    Texto para a questão 


            Escrevo neste instante com algum prévio pudor por vos estar invadindo com tal narrativa tão exterior e explícita. De onde no entanto até sangue arfante de tão vivo de vida poderá quem sabe escorrer e logo se coagular em cubos de geleia trêmula. Será essa história um dia o meu coágulo? Que sei eu. Se há veracidade nela – e é claro que a história é verdadeira embora inventada –, que cada um a reconheça em si mesmo porque todos nós somos um e quem não tem pobreza de dinheiro tem pobreza de espírito ou saudade por lhe faltar coisa mais preciosa que ouro – existe a quem falte o delicado essencial.

    Clarice Lispector, A hora da estrela. 

    Embora tanto A hora da estrela como Morte e vida severina tenham como protagonistas migrantes pobres, oriundos de zonas inóspitas, e nítido teor de crítica social, a percepção da sociedade que se configura nessa obra de Cabral de Melo não permitiria que ela assimilasse, sem quebra de coerência e inteireza, sobretudo a seguinte expressão do texto de Lispector, com o sentido que, nesse texto, ela tem:
    Escolha uma alternativa para a questão 13cacc47-de