Questões do ENEM 2014

Questões aplicadas na prova de 2014, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.069 questões encontradas. Mostrando a página 29 de 54.

  • CE9E546E-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o poema de Augusto dos Anjos e responda à questão a seguir:

    Psicologia de um vencido

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    A leitura atenta do poema evidencia:
    Escolha uma alternativa para a questão ce9e546e-b5
  • CE9B0E9E-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o poema de Augusto dos Anjos e responda à questão a seguir:

    Psicologia de um vencido

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    Verifica-se que o “eu-lírico” se apresenta como:
    Escolha uma alternativa para a questão ce9b0e9e-b5
  • CE971398-B5

    Português

    Coesão e coerência
    Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o poema de Augusto dos Anjos e responda à questão a seguir:

    Psicologia de um vencido

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    As estrofes, lidas em conjunto:
    Escolha uma alternativa para a questão ce971398-b5
  • CE90D2EF-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o poema de Augusto dos Anjos e responda à questão a seguir:

    Psicologia de um vencido

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    O “verme” se opõe ao “eu” representando, dentro do contexto poético:
    Escolha uma alternativa para a questão ce90d2ef-b5
  • CE8DAC77-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o poema de Augusto dos Anjos e responda à questão a seguir:

    Psicologia de um vencido

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    O termo em destaque em “Anda a espreitar meus olhos para roê-los” (verso 12) poderia ser substituído, sem mudar significativamente o sentido original, por:
    Escolha uma alternativa para a questão ce8dac77-b5
  • CE8924DE-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o poema de Augusto dos Anjos e responda à questão a seguir:

    Psicologia de um vencido

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    O “verme” declara “guerra à vida”, segundo o poema, porque:
    Escolha uma alternativa para a questão ce8924de-b5
  • 5F0E0860-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    “A cidade está alegre, cheia de sol. Os dias da Bahia parecem dias de festa, pensa Pedro Bala, que se sente invadido também pela alegria. Assovia com força, bate risonhamente no ombro de Professor. E os dois riem, e logo a risada se transforma em gargalhada. No entanto, não têm mais que uns poucos níqueis no bolso, vão vestidos de farrapos, não sabem o que comerão. Mas estão cheios da beleza do dia e da liberdade de andar pelas ruas da cidade. E vão rindo sem ter do que, Pedro Bala com o braço passado no ombro de Professor. De onde estão podem ver o Mercado e o cais dos saveiros e mesmo o velho trapiche onde dormem.”

    (http://www.culturabrasil.org/zip/ Acesso em: 20.03.14. Adaptado)


    É correto afirmar que esse fragmento foi extraído do romance
    Escolha uma alternativa para a questão 5f0e0860-b2
  • 5F0AF6B0-B2

    Português

    Sintaxe
    FATEC · 2014Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.

    O futebol repete a vida

    Tostão

    (Colunista da Folha)


         Há muitas analogias entre o esporte e a vida. Por isso, as empresas, principalmente as americanas, adoram convidar pessoas do futebol para darem palestras aos seus funcionários e executivos. Por ter sido campeão do mundo e ser agora um cronista, recebo muitos convites. Recuso todos.

         As empresas confundem as razões e as emoções do esporte com as experiências pessoais. Querem criar um manual e um perfil dos vencedores. Não existe. As experiências não se transmitem. Cada um faz do seu jeito.

         Um jogo de futebol é um espetáculo, uma metáfora da vida. Estão presentes a alegria e a tristeza, a glória e o ocaso, a razão e a paixão, a ganância e a solidariedade, o invisível e o previsível, o evidente e o contraditório, o real e o simbólico, a ternura e a agressividade e outras ambivalências que fazem parte da alma humana.

         Nos esportes coletivos e na vida, todos querem brilhar mais do que os outros. Muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo ou de uma sociedade organizada, forte e solidária. Por outro lado, são os talentos individuais que iluminam o coletivo. Parece contraditório. A vida é contraditória.

        O esporte é uma boa analogia entre razão e paixão. Um grande jogo precisa ter técnica e emoção. Para formarmos um grande time, é necessário talento, criatividade, disciplina tática e garra. Os grandes atletas são sábios e guerreiros. Quanto mais difícil a partida, mais Pelé vibrava em campo.

       O futebol está tão próximo da brincadeira e da descontração quanto da disciplina e da seriedade. Garrincha foi barrado antes da Copa de 58 porque era considerado uma criança irresponsável. Ele mostrou que o futebol pode ser uma brincadeira séria.

        Em qualquer atividade, a base da criatividade está na brincadeira com seriedade. Craques brincam com a bola; poetas e artistas brincam com as palavras, as imagens e os sons. O ideal seria brincar com a vida, com responsabilidade e sem sentimento de culpa.

      Em um jogo de futebol é muito estreita a linha divisória entre a ética, a responsabilidade e a ambição e a busca pela vitória de todas as maneiras. Na emoção de uma partida, no desejo intenso de ser um campeão, muitas vezes se perdem esses limites. Aí, o atleta dribla a ética. Alguns se arrependem. Assim é também na vida.

    (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0405200342.htm Acesso em:12.02.14. Adaptado)

    Leia o fragmento do texto: “[...] muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo [...]”.

    É correto afirmar que a palavra destacada estabelece entre as orações uma relação de
    Escolha uma alternativa para a questão 5f0af6b0-b2
  • 5F06D232-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.

    O futebol repete a vida

    Tostão

    (Colunista da Folha)


         Há muitas analogias entre o esporte e a vida. Por isso, as empresas, principalmente as americanas, adoram convidar pessoas do futebol para darem palestras aos seus funcionários e executivos. Por ter sido campeão do mundo e ser agora um cronista, recebo muitos convites. Recuso todos.

         As empresas confundem as razões e as emoções do esporte com as experiências pessoais. Querem criar um manual e um perfil dos vencedores. Não existe. As experiências não se transmitem. Cada um faz do seu jeito.

         Um jogo de futebol é um espetáculo, uma metáfora da vida. Estão presentes a alegria e a tristeza, a glória e o ocaso, a razão e a paixão, a ganância e a solidariedade, o invisível e o previsível, o evidente e o contraditório, o real e o simbólico, a ternura e a agressividade e outras ambivalências que fazem parte da alma humana.

         Nos esportes coletivos e na vida, todos querem brilhar mais do que os outros. Muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo ou de uma sociedade organizada, forte e solidária. Por outro lado, são os talentos individuais que iluminam o coletivo. Parece contraditório. A vida é contraditória.

        O esporte é uma boa analogia entre razão e paixão. Um grande jogo precisa ter técnica e emoção. Para formarmos um grande time, é necessário talento, criatividade, disciplina tática e garra. Os grandes atletas são sábios e guerreiros. Quanto mais difícil a partida, mais Pelé vibrava em campo.

       O futebol está tão próximo da brincadeira e da descontração quanto da disciplina e da seriedade. Garrincha foi barrado antes da Copa de 58 porque era considerado uma criança irresponsável. Ele mostrou que o futebol pode ser uma brincadeira séria.

        Em qualquer atividade, a base da criatividade está na brincadeira com seriedade. Craques brincam com a bola; poetas e artistas brincam com as palavras, as imagens e os sons. O ideal seria brincar com a vida, com responsabilidade e sem sentimento de culpa.

      Em um jogo de futebol é muito estreita a linha divisória entre a ética, a responsabilidade e a ambição e a busca pela vitória de todas as maneiras. Na emoção de uma partida, no desejo intenso de ser um campeão, muitas vezes se perdem esses limites. Aí, o atleta dribla a ética. Alguns se arrependem. Assim é também na vida.

    (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0405200342.htm Acesso em:12.02.14. Adaptado)

    Segundo Tostão, alguns atletas, para obter a vitória a todo custo num jogo de futebol, são capazes de
    Escolha uma alternativa para a questão 5f06d232-b2
  • 5F033B14-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.

    O futebol repete a vida

    Tostão

    (Colunista da Folha)


         Há muitas analogias entre o esporte e a vida. Por isso, as empresas, principalmente as americanas, adoram convidar pessoas do futebol para darem palestras aos seus funcionários e executivos. Por ter sido campeão do mundo e ser agora um cronista, recebo muitos convites. Recuso todos.

         As empresas confundem as razões e as emoções do esporte com as experiências pessoais. Querem criar um manual e um perfil dos vencedores. Não existe. As experiências não se transmitem. Cada um faz do seu jeito.

         Um jogo de futebol é um espetáculo, uma metáfora da vida. Estão presentes a alegria e a tristeza, a glória e o ocaso, a razão e a paixão, a ganância e a solidariedade, o invisível e o previsível, o evidente e o contraditório, o real e o simbólico, a ternura e a agressividade e outras ambivalências que fazem parte da alma humana.

         Nos esportes coletivos e na vida, todos querem brilhar mais do que os outros. Muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo ou de uma sociedade organizada, forte e solidária. Por outro lado, são os talentos individuais que iluminam o coletivo. Parece contraditório. A vida é contraditória.

        O esporte é uma boa analogia entre razão e paixão. Um grande jogo precisa ter técnica e emoção. Para formarmos um grande time, é necessário talento, criatividade, disciplina tática e garra. Os grandes atletas são sábios e guerreiros. Quanto mais difícil a partida, mais Pelé vibrava em campo.

       O futebol está tão próximo da brincadeira e da descontração quanto da disciplina e da seriedade. Garrincha foi barrado antes da Copa de 58 porque era considerado uma criança irresponsável. Ele mostrou que o futebol pode ser uma brincadeira séria.

        Em qualquer atividade, a base da criatividade está na brincadeira com seriedade. Craques brincam com a bola; poetas e artistas brincam com as palavras, as imagens e os sons. O ideal seria brincar com a vida, com responsabilidade e sem sentimento de culpa.

      Em um jogo de futebol é muito estreita a linha divisória entre a ética, a responsabilidade e a ambição e a busca pela vitória de todas as maneiras. Na emoção de uma partida, no desejo intenso de ser um campeão, muitas vezes se perdem esses limites. Aí, o atleta dribla a ética. Alguns se arrependem. Assim é também na vida.

    (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0405200342.htm Acesso em:12.02.14. Adaptado)

    De acordo com as informações presentes no texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 5f033b14-b2
  • 5EFB1518-B2

    Português

    Figuras de Linguagem
    FATEC · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.

    O futebol repete a vida

    Tostão

    (Colunista da Folha)


         Há muitas analogias entre o esporte e a vida. Por isso, as empresas, principalmente as americanas, adoram convidar pessoas do futebol para darem palestras aos seus funcionários e executivos. Por ter sido campeão do mundo e ser agora um cronista, recebo muitos convites. Recuso todos.

         As empresas confundem as razões e as emoções do esporte com as experiências pessoais. Querem criar um manual e um perfil dos vencedores. Não existe. As experiências não se transmitem. Cada um faz do seu jeito.

         Um jogo de futebol é um espetáculo, uma metáfora da vida. Estão presentes a alegria e a tristeza, a glória e o ocaso, a razão e a paixão, a ganância e a solidariedade, o invisível e o previsível, o evidente e o contraditório, o real e o simbólico, a ternura e a agressividade e outras ambivalências que fazem parte da alma humana.

         Nos esportes coletivos e na vida, todos querem brilhar mais do que os outros. Muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo ou de uma sociedade organizada, forte e solidária. Por outro lado, são os talentos individuais que iluminam o coletivo. Parece contraditório. A vida é contraditória.

        O esporte é uma boa analogia entre razão e paixão. Um grande jogo precisa ter técnica e emoção. Para formarmos um grande time, é necessário talento, criatividade, disciplina tática e garra. Os grandes atletas são sábios e guerreiros. Quanto mais difícil a partida, mais Pelé vibrava em campo.

       O futebol está tão próximo da brincadeira e da descontração quanto da disciplina e da seriedade. Garrincha foi barrado antes da Copa de 58 porque era considerado uma criança irresponsável. Ele mostrou que o futebol pode ser uma brincadeira séria.

        Em qualquer atividade, a base da criatividade está na brincadeira com seriedade. Craques brincam com a bola; poetas e artistas brincam com as palavras, as imagens e os sons. O ideal seria brincar com a vida, com responsabilidade e sem sentimento de culpa.

      Em um jogo de futebol é muito estreita a linha divisória entre a ética, a responsabilidade e a ambição e a busca pela vitória de todas as maneiras. Na emoção de uma partida, no desejo intenso de ser um campeão, muitas vezes se perdem esses limites. Aí, o atleta dribla a ética. Alguns se arrependem. Assim é também na vida.

    (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0405200342.htm Acesso em:12.02.14. Adaptado)

    É correto afirmar que, no terceiro parágrafo do texto, há a predominância da figura de linguagem denominada
    Escolha uma alternativa para a questão 5efb1518-b2
  • 5EBC9A94-B2

    Inglês

    Vocabulário | Vocabulary
    FATEC · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder a questão, considere a tirinha que mostra o diálogo entre o menino Calvin e o seu tigre de pelúcia – e amigo imaginário – Hobbes.

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014
    (Bill Watterson’s Calvin and Hobbes, http://home.loloyd.com/ebooks/Calvin%20and%20Hobbes/9312/ch931201.gif Acesso em: 04.12.2013)
    A contração won’t presente na fala de Calvin (“I won’t get the ‘A’ I deserve!”) é composta pelos termos
    Escolha uma alternativa para a questão 5ebc9a94-b2
  • 5EB9C470-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder a questão, considere a tirinha que mostra o diálogo entre o menino Calvin e o seu tigre de pelúcia – e amigo imaginário – Hobbes.

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014
    (Bill Watterson’s Calvin and Hobbes, http://home.loloyd.com/ebooks/Calvin%20and%20Hobbes/9312/ch931201.gif Acesso em: 04.12.2013)
    No último quadro da tirinha, os quinze minutos que Hobbes menciona dizem respeito ao tempo que Calvin
    Escolha uma alternativa para a questão 5eb9c470-b2
  • 5EB6D5E4-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder a questão, considere a tirinha que mostra o diálogo entre o menino Calvin e o seu tigre de pelúcia – e amigo imaginário – Hobbes.

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014
    (Bill Watterson’s Calvin and Hobbes, http://home.loloyd.com/ebooks/Calvin%20and%20Hobbes/9312/ch931201.gif Acesso em: 04.12.2013)
    No terceiro quadro da tirinha, Calvin afirma que não conseguirá a nota “A” que ele julga merecer pois
    Escolha uma alternativa para a questão 5eb6d5e4-b2
  • 5EB42001-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder a questão, considere a tirinha que mostra o diálogo entre o menino Calvin e o seu tigre de pelúcia – e amigo imaginário – Hobbes.

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014
    (Bill Watterson’s Calvin and Hobbes, http://home.loloyd.com/ebooks/Calvin%20and%20Hobbes/9312/ch931201.gif Acesso em: 04.12.2013)
    No segundo quadro da tirinha, Hobbes
    Escolha uma alternativa para a questão 5eb42001-b2
  • 5EB1528D-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder a questão, considere a tirinha que mostra o diálogo entre o menino Calvin e o seu tigre de pelúcia – e amigo imaginário – Hobbes.

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014
    (Bill Watterson’s Calvin and Hobbes, http://home.loloyd.com/ebooks/Calvin%20and%20Hobbes/9312/ch931201.gif Acesso em: 04.12.2013)
    De acordo com a fala de Calvin no primeiro quadro da tirinha
    Escolha uma alternativa para a questão 5eb1528d-b2
  • 5E81F5CD-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Learning to Speak Brazinglish

    By VANESSA BARBARA

    Published: November 8, 2013


    Brazilians are trying hard to get ready to host the 2014 FIFA World Cup.

         Despite having a big territory rich with natural scenery, Brazil is not accustomed to many international visitors. The World Tourism Organization, which ranks tourist spending in different countries, puts it 39th on the list, behind much smaller countries like Lebanon, Croatia and Malaysia. Next year, the government expects tourism spending in Brazil to grow by 55 percent, thanks largely to the World Cup. But as that time draws near, the general feeling among my compatriots is one of disbelief (...). The prevailing feeling is captured by the expression “Imagina na Copa ...” — Imagine during the Cup — spoken every time we see a 112-mile-long traffic jam, an overcrowded airport or the rising prices of hotels and flights. If things are already bad, imagine what they’ll be like during the World Cup.

         Such pre-tournament pessimism is common. Last year the British were skeptical about the Olympics, which turned out to be O.K. (...)

        And yet Brazilians are doing what we can to welcome tourists. (...)


    (http://www.nytimes.com/2013/11/09/opinion/barbara-learning-to-speak brazinglish.html pagewanted=1&_r=0 Acesso em: 13.02.2014. Adaptado)


    O texto afirma que o Brasil

    Escolha uma alternativa para a questão 5e81f5cd-b2
  • 5E7669D0-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Governo e Fifa apresentam medidas de saúde para a Copa do Mundo

    SÃO PAULO – [...] O governo federal e a Fifa apresentaram, neste sábado, em São Paulo, medidas relativas à área da saúde visando à Copa do Mundo de 2014. Entre as novidades apresentadas, uma mochila contendo um desfibrilador, que deve prevenir a morte súbita cardíaca em jogos de futebol.
    Avaliado em 20 mil reais, esse equipamento foi distribuído para todos os países participantes da Copa de 2014. A expectativa da entidade é de que esse aparelho fique como um legado dessa competição. Todas as atividades ligadas à Copa, como jogos e treinos, terão a presença desses desfibriladores.
    Outra novidade é uma campanha de comunicação aos visitantes, por meio de folhetos, chamados de Saúde do Viajante, elaborados em português, espanhol, inglês e francês. Além disso, em maio, será lançado um aplicativo para celulares denominado Saúde na Copa 2014. Ele trará informações, tais como, as principais doenças da região, indicará o hospital mais próximo e dará outras dicas de saúde.
    Com relação ao risco à saúde dos atletas, por conta dos jogos sob sol forte, o diretor médico da Fifa afirmou que, nas sete partidas no horário de risco (13h), a equipe médica vai avaliar se é necessária a parada técnica [...].

    (http://tinyurl.com/estadao-governo-fifa Acesso em: 20.03.14. Adaptado)


    De acordo com as informações do texto, é correto afirmar que, na Copa do Mundo de 2014,
    Escolha uma alternativa para a questão 5e7669d0-b2
  • 6CEAD710-B1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNIFESP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.


    The Rise of Antibiotic Resistance 

    By The Editorial Board

    May 10, 2014


        The World Health Organization has surveyed the growth of antibiotic-resistant germs around the world – the first such survey it has ever conducted – and come up with disturbing findings. In a report issued late last month, the organization found that antimicrobial resistance in bacteria (the main focus of the report), fungi, viruses and parasites is an increasingly serious threat in every part of the world. “A problem so serious that it threatens the achievements of modern medicine,” the organization said. “A post-antibiotic era, in which common infections and minor injuries can kill, far from being an apocalyptic fantasy, is instead a very real possibility for the 21st century.” 

        The growth of antibiotic-resistant pathogens means that in ever more cases, standard treatments no longer work, infections are harder or impossible to control, the risk of spreading infections to others is increased, and illnesses and hospital stays are prolonged. All of these drive up the costs of illnesses and the risk of death. The survey sought to determine the scope of the problem by asking countries to submit their most recent surveillance data (114 did so). Unfortunately, the data was glaringly incomplete because few countries track and monitor antibiotic resistance comprehensively, and there is no standard methodology for doing so.

        Still, it is clear that major resistance problems have already developed, both for antibiotics that are used routinely and for those deemed “last resort” treatments to cure people when all else has failed. Carbapenem antibiotics, a class of drugs used as a last resort to treat life-threatening infections caused by a common intestinal bacterium, have failed to work in more than half the people treated in some countries. The bacterium is a major cause of hospital-acquired infections such as pneumonia, bloodstream infections, and infections in newborns and intensive-care patients. Similarly, the failure of a last-resort treatment for gonorrhoea has been confirmed in 10 countries, including many with advanced health care systems, such as Australia, Canada, France, Sweden and Britain. And resistance to a class of antibiotics that is routinely used to treat urinary tract infections caused by E. coli is widespread; in some countries the drugs are now ineffective in more than half of the patients treated. This sobering report is intended to kick-start a global campaign to develop tools and standards to track drug resistance, measure its health and economic impact, and design solutions.

       The most urgent need is to minimize the overuse of antibiotics in medicine and agriculture, which accelerates the development of resistant strains. In the United States, the Food and Drug Administration (FDA) has issued voluntary guidelines calling on drug companies, animal producers and veterinarians to stop indiscriminately using antibiotics that are important for treating humans on livestock; the drug companies have said they will comply. But the agency, shortsightedly, has appealed a court order requiring it to ban the use of penicillin and two forms of tetracycline by animal producers to promote growth unless they provide proof that it will not promote drug-resistant microbes.

       The pharmaceutical industry needs to be encouraged to develop new antibiotics to supplement those that are losing their effectiveness. The Royal Pharmaceutical Society, which represents pharmacists in Britain, called this month for stronger financial incentives. It said that no new class of antibiotics has been discovered since 1987, largely because the financial returns for finding new classes of antibiotics are too low. Unlike lucrative drugs to treat chronic diseases like cancer and cardiovascular ailments, antibiotics are typically taken for a short period of time, and any new drug is apt to be used sparingly and held in reserve to treat patients resistant to existing drugs. Antibiotics have transformed medicine and saved countless lives over the past seven decades. Now, rampant overuse and the lack of new drugs in the pipeline threaten to undermine their effectiveness.

    (www.nytimes.com. Adaptado.)

    Segundo o último parágrafo do texto
    Escolha uma alternativa para a questão 6cead710-b1
  • 6CE71D28-B1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNIFESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.


    The Rise of Antibiotic Resistance 

    By The Editorial Board

    May 10, 2014


        The World Health Organization has surveyed the growth of antibiotic-resistant germs around the world – the first such survey it has ever conducted – and come up with disturbing findings. In a report issued late last month, the organization found that antimicrobial resistance in bacteria (the main focus of the report), fungi, viruses and parasites is an increasingly serious threat in every part of the world. “A problem so serious that it threatens the achievements of modern medicine,” the organization said. “A post-antibiotic era, in which common infections and minor injuries can kill, far from being an apocalyptic fantasy, is instead a very real possibility for the 21st century.” 

        The growth of antibiotic-resistant pathogens means that in ever more cases, standard treatments no longer work, infections are harder or impossible to control, the risk of spreading infections to others is increased, and illnesses and hospital stays are prolonged. All of these drive up the costs of illnesses and the risk of death. The survey sought to determine the scope of the problem by asking countries to submit their most recent surveillance data (114 did so). Unfortunately, the data was glaringly incomplete because few countries track and monitor antibiotic resistance comprehensively, and there is no standard methodology for doing so.

        Still, it is clear that major resistance problems have already developed, both for antibiotics that are used routinely and for those deemed “last resort” treatments to cure people when all else has failed. Carbapenem antibiotics, a class of drugs used as a last resort to treat life-threatening infections caused by a common intestinal bacterium, have failed to work in more than half the people treated in some countries. The bacterium is a major cause of hospital-acquired infections such as pneumonia, bloodstream infections, and infections in newborns and intensive-care patients. Similarly, the failure of a last-resort treatment for gonorrhoea has been confirmed in 10 countries, including many with advanced health care systems, such as Australia, Canada, France, Sweden and Britain. And resistance to a class of antibiotics that is routinely used to treat urinary tract infections caused by E. coli is widespread; in some countries the drugs are now ineffective in more than half of the patients treated. This sobering report is intended to kick-start a global campaign to develop tools and standards to track drug resistance, measure its health and economic impact, and design solutions.

       The most urgent need is to minimize the overuse of antibiotics in medicine and agriculture, which accelerates the development of resistant strains. In the United States, the Food and Drug Administration (FDA) has issued voluntary guidelines calling on drug companies, animal producers and veterinarians to stop indiscriminately using antibiotics that are important for treating humans on livestock; the drug companies have said they will comply. But the agency, shortsightedly, has appealed a court order requiring it to ban the use of penicillin and two forms of tetracycline by animal producers to promote growth unless they provide proof that it will not promote drug-resistant microbes.

       The pharmaceutical industry needs to be encouraged to develop new antibiotics to supplement those that are losing their effectiveness. The Royal Pharmaceutical Society, which represents pharmacists in Britain, called this month for stronger financial incentives. It said that no new class of antibiotics has been discovered since 1987, largely because the financial returns for finding new classes of antibiotics are too low. Unlike lucrative drugs to treat chronic diseases like cancer and cardiovascular ailments, antibiotics are typically taken for a short period of time, and any new drug is apt to be used sparingly and held in reserve to treat patients resistant to existing drugs. Antibiotics have transformed medicine and saved countless lives over the past seven decades. Now, rampant overuse and the lack of new drugs in the pipeline threaten to undermine their effectiveness.

    (www.nytimes.com. Adaptado.)

    Segundo o texto, a Royal Pharmaceutical Society do Reino Unido afirma que
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